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PRONAC 234634Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

EXPOSIÇÃO BISPO DO ROSÁRIO

OBRA DE ARTE TOTAL LTDA
Solicitado
R$ 2,66 mi
Aprovado
R$ 2,66 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

A presente proposta pretende realizar exposição coletiva, publicação de livro e mesas-redondas de forma gratuita e irrestrita para a população.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral Apresentar pela primeira vez ao público de Brasília a obra de Arthur Bispo do Rosário, em diálogo com outros artistas da atualidade. A ideia é apresentar a potência da obra de Bispo do Rosario e como ela impacta as produções de artistas da nova geração, pautando assuntos pertinentes ao nosso tempo, como o racismo estrutural no Brasil e a luta antimanicomial. A proposta visa levar a todos os públicos um projeto de excelência, através de um museu público do Distrito Federal, realizado por profissionais reconhecidos nacionalmente. Objetivo específico PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTE- Realizar 1 exposição coletiva no Museu Nacional da República, com cerca de 150 obras. Duração: 90 dias de duração. Livre acesso ao público em geral, de Terça-feira a Domingo; das 9h às 18h30.- Atingir um público diário de aproximadamente 670 pessoas, totalizando 60 mil pessoas; PRODUTO: LIVRO- Produzir, publicar e distribuir 1000 cópias da publicação sobre a EXPOSIÇÃO BISPO DO ROSARIO; PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA- Realizar 2 mesas-redondas com os curadores e convidados. Duração cada: cerca de 1 hora. Total de público esperado: 300 pessoas. Local: auditório do Museu Nacional da República.

Justificativa

- Apresentar pela primeira vez a obra de Bispo do Rosario ao público do Distrito Federal. O Museu Nacional da República recebe atualmente cerca de 350 mil pessoas/ano. Bispo do Rosario nunca se identificou como artista, mas que era apenas obrigado a fazer pelas vozes que ouvia. E é na sua fala onde está o poético da sua missão. O afeto que dedicava ao que fazia era fruto dessa obrigação. Criou uma obra plástica, sem querer, enquanto esteve confinado. No entanto, são poucos os artistas que deixaram um legado dessa relevância para a humanidade depois de décadas entre quatro paredes. Encontrou na Colônia Juliano Moreira o seu lugar e todas as condições para criar sob os olhos dos funcionários médicos, enfermeiros e cuidadores. Uma obra que nem o mais livre dos homens no mundo conseguiria imaginar e criar. Bispo inventariou as coisas do mundo para apresentar no seu Juízo Final. De aspecto singelo, a obra de Bispo é pobre de materiais e rica em sentidos ao expressar a condição humana de viver e de se mover pelo mundo, em sua casa imaginária.- Contribuir para manter as atividades do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro. A instituição é responsável pela conservação e difusão da obra de Arthur Bispo do Rosário, hoje patrimônio tombado pelo INEPAC/1990 e IPHAN/2018;- Contribuir para a programação do Museu Nacional da República, espaço tombado em nível máximo pela UNESCO, mas que não possui recursos para desenvolver uma programação anual e depende de cessão de espaço para iniciativas privadas;- Apresentar a obra de um artista negro, Arthur Bispo do Rosario, em diálogo com artistas brasileiros da nova geração e que foram impactados pela sua obra. Bispo do Rosario é dono de uma obra relevante tanto pela sensibilidade e sua dolorosa beleza plástica, quanto por sua originalidade, densidade estética e significados psicanalíticos associados. A obra de Bispo segue inspirando e impactando gerações de artistas nas Artes Visuais, no Teatro, no Cinema e na Literatura desde sua aparição, há mais de 30 anos;- Dar visibilidade ao legado de Bispo do Rosario, que por mais de 50 anos, criou por "obrigação" as milhares de peças listadas e tombadas pela primeira vez em 1992, pelo INEPAC, organizadas pelo artista como peças de um quebra cabeças que compõem um mosaico da humanidade. A ideia é reunir peças significativas, mas sem hierarquias, com o intuito de apresentá-las com respeito a sua integridade, como Bispo fazia em sua própria cela. A obra de Bispo do Rosario é de natureza muito simples e deve ser entendida e mostrada como foi concebida, ou seja, como um grande catálogo arquivístico da humanidade, organizado para dar conta de sua passagem pelo mundo. Bispo se preparou para o fim do mundo fazendo uma catalogação das coisas existentes na Terra, concebendo inclusive sua obra para o Juízo Final;- Difundir a história da luta antimanicomial. A Colônia Juliano Moreira, antigo hospício e manicômio, foi a última a ser desativada no Brasil, em 2022, sob protesto da política conservadora do último governo. A instituição foi considerada como um "campo de concentração", pela forma como atuava. Amplamente utilizada pelos militares durante a Ditadura, pessoas consideradas "inaptas" pela sociedade eram internadas lá como uma forma de serem apagadas da sociedade. Em 2024, a Colônia Juliano Moreira completaria 100 anos de atuação;- Contribuir para o debate em torno da luta antimanicomial e a reforma psiquiátrica, movimento de luta e resistência que visa revisitar as estruturas e os métodos de tratamento mental, para que sejam civilizatórios, humanizados e não violentos e excludentes; - Difundir a importância do tratamento psiquiátrico humanizado, onde a arte ganha protagonismo como ferramenta de saúde mental, a exemplo do que era realizado pela médica Nise da Silveira;- Contribuir com projeto de qualidade para a programação 2024 do Museu Nacional da República;- Enriquecer o debate em torno da "arte dos loucos" e todo seu potencial. Como ela transformou a experiência artística e a própria noção do que é arte ou que pode ser, quais suas potências e seu papel na experiência da humanidade;- Reunir equipe renomada e experiente em artes visuais no Brasil para contribuir com a profissionalização do mercado em Brasília;- Contribuir para a preservação e restauro de obras de Arthur Bispo do Rosário;- Dar oportunidade e visibilidade para artistas negros do Centro-oeste do Brasil;- Contribuir para a luta antirracista no Brasil, com projeto em Brasília;- Contribuir para o debate em torno do racismo estrutural, também a partir do ponto de vista histórico antimanicomial. Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

PROJETO EXPOSITIVO - Pela primeira vez em Brasília, a mostra reúne cerca de 150 obras do artista, escolhidas a partir de um recorte curatorial que visa traçar um panorama de sua produção, desde os pequenos objetos construídos pelo artista, como embarcações e carriolas, até os displays dos elementos encontrados no manicômio para "reunir as coisas do mundo" e apresentar durante sua passada pelo juízo final. A mostra também apresenta peças em bordados, como o "dicionário de nomes". Essas obras devem estabelecer um diálogo com trabalhos de artistas que, de alguma forma, foram impactados pelo legado de Bispo, como daqueles que tiveram experiência em ateliês livres de arte em hospitais psiquiátricos: Ateliê Gaia no Museu Bispo do Rosário que é palco da Casa B de residências artísticas e Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiatrico São Pedro, bem como o coletivo de artistas Sertão Negro, em Goiânia. A mostra também pretende apresentar filmes que tratam da história e legado de Bispo do Rosario, além de fotografias do jornalista francês Jean Manzon, que fez o primeiro ensaio fotográfico do artista que se tem conhecimento, em 1943. O projeto expositivo deverá se adequar a realidade espacial do museu, a partir de sua construção modernista em formato de concha (projeto de Oscar Niemeyer), criando um fluxo para o trânsito dos visitantes de maneira que toda a exposição possa ser visitada, mantendo o interesse do público, inclusive com deficiência. A expografia prevê também a construção de duas salas de projeção adaptadas para os filmes. LISTA DE OBRAS - Vide anexo a pré lista de obras de Bispo do Rosario. As obras dos demais artistas, bem como os filmes e fotografias serão definidos durante a fase de produção da exposição. ILUMINAÇÃO, CLIMATIZAÇÃO, PROTEÇÃO E SEGURANÇA - A iluminação do espaço será toda artificial, visto que o museu não conta com entradas para luz natural, pensada especificamente para o projeto expográfico, integridade das obras e as condições arquitetônicas do museu. A climatização deverá ser adaptada para o acondicionamento das obras do Bispo do Rosário, de acordo com exigências do IPHAN. A sala de exposição seguirá os parâmetros regulamentados de temperatura, umidade e iluminação. Em todos os casos evitar-se-á radiações ultravioletas e os índices de radiação infravermelha que excedam os limites adequados: a. Temperaturade 21oC com oscilação de +2oC. b. Umidade Relativa ideal 55% com oscilação de + 5: UR mínima de 50% e máxima de 60%. c. Incidência Luminosa – até 50 lux (a intensidade poderá ser avaliada caso a caso). As obras serão cobertas por seguro individual, o qual terá por base os valores estabelecido pelos artistas e Museu Bispo do Rosario. O seguro será contratado contra todos os riscos, "prego a prego". A transportadora será especializada em transporte e embalagem de obras de arte, apartir de indicação feita pelo Museu Bispo do Rosario. PLANO DE DIVULGAÇÃO - 1) Assessoria de imprensa: imprensa de Brasília e Centro-Oeste, nas mídias de cultura, artes visuais, agenda, educação e saúde. 2) Desenvolvimento de peças gráficas para divulgação: mídias sociais, convites, etc. 3) Postagens e impulsionamento de redes sociais. 4) Banners de divulgação para a fachada do museu. 5) Anúncios em mídias jornalísticas do Centro-oeste. 6) Produção de vídeo-registro e fotografias para divulgação. SOBRE BISPO DO ROSARIO - Alguns registros apontam que tenha nascido em Minas Gerais, outros em Sergipe, em 1909 ou 1911. Ainda adolescente, em 1925, em Sergipe, alistou-se na Escola de Aprendizes da Marinha do Brasil e um ano depois, na cidade do Rio de Janeiro, tornou-se marinheiro. Acredita-se que essa experiência tenha lhe trazido referências para a realização de muitas de suas obras. Permaneceu na marinha até 1935, quando foi desligado por indisciplina. Durante esse período, exerceu o pugilismo, atividade que mais tarde iria ajudá-lo na convivência no manicômio. Em 1938, um delírio levou Bispo a abandonar a casa onde morava para iniciar uma peregrinação até a Igreja da Candelária. Autointitulando-se “enviado de Deus para julgar os vivos e os mortos”, foi levado pelos frades ao então Hospital Nacional dos Alienados e lá diagnosticado como esquizofrênico paranoico. Mais tarde, foi transferido para a Colônia Juliano Moreira, onde permaneceu por longos anos. Essa primeira experiência foi mais tarde interpretada por ele através de bordados num estandarte, uma das peças mais emblemáticas de sua obra. Iniciou-se, então, a jornada missionária de Bispo do Rosario na incumbência da “representação das coisas do mundo” para o dia do Juízo Final. Ele dizia ser a encarnação de Jesus Cristo ou um enviado de Deus. Nos registros da instituição, no entanto, lia-se "negro, sem identificação". Ele dizia ouvir vozes que ditavam o caminho de sua produção. Alojado na área dos doentes perigosos, Bispo praticava boxe e ajudava a segurança a conter os mais agitados. Conquistou assim o direito de recusar os tratamentos mais violentos. Aprendeu também a identificar seus períodos de crise, dos quais chamava de “momentos de transformação”, e se auto enclausurava. Chegava a passar meses fechado, solitário, produzindo com materiais que estavam à sua disposição. É importante ressaltar que, nesse ínterim, a prática artística passou a ser utilizada como tratamento funcional no Centro Psiquiátrico Nacional, no Engenho de Dentro, por Nise da Silveira. Os resultados mais tarde chamaram a atenção de críticos de arte, como Frederico Morais, estabelecendo pela primeira vez a relação entre a arte contemporânea e a sensibilidade em seu estado mais puro, bruto, desprovida de padrões pré-estabelecidos. Frederico Morais foi um dos grandes pesquisadores desse assunto e o primeiro disseminador da obra de Bispo do Rosario. Em 1964, Bispo passa a investir na confecção de objetos. Trabalhando como um arquivista da realidade no manicômio, produziu amostras do cotidiano da vida interna, combinando peças de acordo com suas características estéticas e funcionais, das quais batizou de “vitrines”. Segundo ele, era necessário reunir “materiais existentes na terra para uso do homem”. Ele também chegou a produzir uma variedade de barcos com pedaços de madeira que coletava. Esses objetos trazem detalhes precisos de embarcações originais. Interessava-se, ainda, pela beleza feminina. Lia muito sobre as misses e chegou a dedicar uma série de faixas e cetros em homenagem a elas. Sua produção chegou a ocupar dez solitárias no pavilhão onde morava, espaços que ele permitia acesso apenas àqueles que respondiam à pergunta: “qual é a cor da minha aura?”. O emprego da palavra tem papel importante no trabalho de Bispo, pois representava um condutor da mensagem divina. É comum observar, bordadas ou mesmo pintadas, mensagens diversas, além de trechos bíblicos, nomes de pessoas e palavras de ordem. Bispo produziu um trabalho de resistência ao sistema opressor manicomial, que podava qualquer potencial criativo. À revelia da sua própria situação, ele criava e esse trabalho metódico era sua terapia. No Brasil, os métodos de tratamento para os considerados doentes mentais eram violentos e debilitantes. Apenas em 1978, com a criação do Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental, houve um maior questionamento sobre o assunto e o início de um longo processo de reformulação e humanização dos tratamentos psiquiátricos, resultando na extinção progressiva do manicômio e sua substituição por outros recursos assistenciais. Coincidentemente, o projeto de lei que extinguiu o sistema manicomial no país foi apresentado em 1989, mesmo ano da morte de Bispo, por enfarte. Neste mesmo ano, Frederico Morais organizou a primeira exposição com as obras do artista, “Registros de minha passagem pela terra”, no Parque Lage, Rio de Janeiro. Em 1994, sua obra foi tombada pelo Inepac e, em 2018, pelo IPHAN. Em 1995, a obra de Bispo do Rosário representou o Brasil na Bienal de Veneza e em 2012 foi homenageado pela Bienal de São Paulo.

Especificação técnica

PRODUTO: LIVRO Tiragem de 1000 exemplares. Formato: 31,5 x 24 cm, cerca de 220 páginas. Conteúdo: textos críticos, biografia de Arthur Bispo do Rosario, imagens das obras, imagens da exposição. (especificações a serem confirmadas conforme projeto gráfico, assim como tipo de capa e papel). PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA Dois encontros de conversas com envolvidos do projeto e especialistas convidados, com cerca de 1 hora de duração cada. Ambos abertos ao público interessado.

Acessibilidade

1) PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO- O Espaço escolhido para receber a Exposição, Museu Nacional da República, já conta com todas as medidas de acessibilidade física, tais como rampas, elevadores, piso tátil e banheiros adaptados, para receber pessoas com dificuldade de mobilidade e deficiência física.- Contratação de monitores especializados para acompanhar pessoas com dificuldade de locomoção. Item orçamentário: monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS- Obras táteis - Acessibilidade visual - adaptação de 10 obras que estarão expostas para pessoas com deficiência visual. Item orçamentário: Obras Táteis. - Apostila em Braille - Acessibilidade visual com textos sobre a exposição para deficientes visuais - adaptação do texto curatorial para para pessoas com deficiência visual. Item orçamentário: Apostila em Braille. - Audioguia (60 min) - material sobre exposição em áudio para pessoas com deficiência visual. Item orçamentário: Audioguia exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - Vídeo Tour com Libras e Vídeo Tour com legenda. - Acessibilidade auditiva - material sobre a exposição para pessoas com deficiência auditiva. Item orçamentário: Vídeo Tour acessível ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS-Material de comunicação facilitada - acessibilidade cognitiva - adaptação das informações sobre a exposição para autistas, pessoas com deficiência Item orçamentário: Acessibilidade Cognitiva Material. 2) PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Este item não se aplica visto que se trata de uma publicação, sendo possível que pessoas com essas deficiências tenham acesso irrestrito ao conteúdo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Este item não se aplica visto que se trata de uma publicação, sendo possível que pessoas com essas deficiências tenham acesso irrestrito ao conteúdo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS E INTELECTUAIS - PDF acessível com descrição de imagens para pessoas com deficiência visual e neurodivergentes (com textos narrados e todas as imagens audiodescritas, com QR Code no material impresso para facilitar o acesso a material digital acessível). Item orçamentário: PDF acessível/audiobook. 3) PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - O Espaço escolhido para receber a atividade, Auditório do Museu Nacional da República, conta parcialmente com medidas de acessibilidade física para receber pessoas com dificuldade de mobilidade e deficiência física. Porém, será realizado locação de rampas para facilitar o acesso a cadeirantes. Item orçamentário: locação de assoalhos e tablados ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - Este item não se aplica visto que se trata de evento em linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - Intérprete de Libras - para pessoas com deficiência auditiva nas atividades formativas do Projeto. Item orçamentário: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: - Assessoria de monitor especializado para acompanhar pessoas com dificuldade de locomoção. Item orçamentário: monitores (já consta no orçamento do produto exposição)

Democratização do acesso

1) PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTE A democratização do acesso é a principal força motriz desse projeto. Não haverá cobrança de ingresso, cumprindo assim todas as premissas de distribuição. O público-alvo desta ação são todos os moradores de Brasília e seu entorno e turistas, em seus diversos gêneros e idades. Imagens, audio-guias, textos, vídeo etc estarão disponíveis online para pesquisa pelo site da Index. 2) PRODUTO: LIVRO Os livros serão distribuídos gratuitamente, sendo 100 exemplares para bibliotecas públicas no Brasil. 3) PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA Além disso, serão realizados dois encontros gratuitos e abertos ao público em geral para aproximadamente 300 pessoas, no auditório do Museu Nacional da República, em Brasília. Então, como premissa do Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas

Ficha técnica

Obra de Arte Total - Proponente Proponente responsável pela gestão geral do projeto e gestão geral de prestação de contas Lei Rouanet - referente ao custo vinculado Administração. A Galeria Index surgiu para ser um modelo de negócios inovador, que reunia práticas voltadas tanto para a arte moderna, quanto contemporânea. Baseada em Brasília, a galeria foi fundada em 2020, com a representação de doze artistas do Centro-Oeste brasileiro, cujas pesquisas dialogavam com as produções de artistas consagrados do período pós-guerra, por meio de projetos artísticos exclusivos. Criada inicialmente com foco no mercado digital, a Galeria Index expandiu suas operações ao inaugurar seu espaço físico, no Edifício Morro Vermelho, no Setor Comercial de Brasília, projeto arquitetônico assinado por Lelé, João Filgueiras Lima. Neste espaço, desenvolvemos projetos expositivos que nos permitiu promover novos talentos do Cerrado, como Rodrigo de Almeida Cruz e Alberto Lamback, bem como a apresentação de artistas históricos, como Alex Vallauri, pela primeira vez em Brasília. Paralelamente, apresentamos Vallauri também no Museu Nacional da República, com curadoria de Fabrícia Jordão.A realidade de se vivenciar o espaço físico e a interação com o público, seja de interessados pela arte, seja de profissionais do setor, abriu um precedente importante para gerar interesse em explorar os potenciais arquitetônicos de Brasília, bem como suas particularidades sociais e culturais. Dessa forma, a ocupação diversificada de espaços da cidade passou a ser uma ferramenta fundamental para estabelecer um diálogo entre a arte e a arquitetura, a estética e o social, as ações artísticas e as zonas de contato, tematizando questões pertinentes ao nosso tempo. Isso possibilitou investir em projetos que atuassem de maneira inclusiva, abraçando novos discursos e potencializando o debate social e político na arte. Assim nasceu o 1o Programa Incubadora de Artistas e o 1o Programa Arte Ocupação, ambos aconteceram por meio de edital público para chamamento de artistas jovens. Enquanto o primeiro se concentrou em artistas baseados no Centro-Oeste brasileiro, o segundo se ocupou em trabalhar com artistas situados no RIDE – DF, ou seja, fora do Plano Piloto. Além disso, iniciamos 2022 com a exposição coletiva "Drops", de curadoria de Rudá Babau, que acontece no Pavilhão B do CEASA- DF, que de maneira inédita, abrigou um projeto cultural em suas dependências.Em 2022, surge também Index Plataforma de Projetos Culturais, frente que visa contribuir para promover o cenário cultural de Brasília e posicioná-la como um dos polos das artes visuais no Brasil, mobilizando tanto os aparelhos culturais públicos, quanto parceiros da iniciativa privada. Dentre os projetos realizados estão as exposições individuais das artistas Azul Rodrigues e Janet Vollebregt, ambas no Museu Nacional da República, além do projeto Arte Cidade Identidade, que reuniu artistas de Brasília com intelectuais da área para falar da cidade, gerando uma publicação, vídeo-documentários, além de uma mostra coletiva no Museu de Arte de Brasília - MAB. A Index também contribuiu com a exposição individual de Daniel Moreira, no CCBB-DF e Rodrigo Sassi, no Museu Nacional da República. Tatiana Gonçales - Coordenação Em 1998, formou-se em Comunicação Social, Jornalismo, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Socia-diretora da Activa Comunicação até 2003, onde atuou como assessora de imprensa, gerenciando projetos para clientes como Cidade Internet e Senac São Paulo. Em 2004, mudou-se para Londres, Inglaterra, permanecendo por seis anos. Durante esse período, iniciou pós-graduação na Birkbeck University – Certificate (incompleto) em História da Arte e especialização em História da Arte pela London School of Arts. Voltou ao Brasil em 2010, quando passou a trabalhar como assessora de imprensa e produtora cultural na Luciana Brito Galeria, em São Paulo. Atuou ainda como communications and events manager na sede da galeria inglesa no Brasil White Cube, coordenando a produção dos projetos e coordenando o departamento de comunicação da galeria. Em 2016, ingressou no time da galeria Fortes D’Aloia & Gabriel, trabalhando como gerente de comunicação e relações institucionais. Paralelamente, cursou pós-graduação/Mestrado em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), sob a linha de pesquisa Artes, Política e Filosofia. Atuou ainda como coordenadora de comunicação e relações institucionais da Galeria Leme, em São Paulo. De 2019 a 2021 trabalhou na Fábrica de Arte Marcos Amaro (FAMA), em Itu-SP, como coordenadora do acervo e gerente de comunicação. Atualmente, atua de forma independente prestando serviços de gestão e produção artística para diversas empresas parceiras, além de ser Diretora de Projetos da Galeria Index (Obra de Arte Total), em Brasília, pela qual coordenou projetos expositivos no Museu Nacional da República (DF), Museu de Arte de Brasília (DF), Galeria Index, dentre outros. Ricardo Resende - Curador Ricardo Resende é mestre em história da arte pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e, desde 1988, desempenha diversas funções de educação, curatoriais e de direção em instituições como o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), o Museu de Arte Contemporânea do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (MAC Dragão), o Centro de Artes Visuais (Ceav) da Funarte, no Rio de Janeiro, e o Centro Cultural São Paulo (CCSP). De 2014 a 2023 foi curador do Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea (mBrac), no Rio de Janeiro. Mais recentemente, em 2022, organizou a exposição Bispo do Rosario – Eu vim: aparição, impregnação e impacto, realizada no Itaú Cultural, e foi co-curador da mostra Bispo do Rosario: all existing materials on earth, no Americas Society de Nova Iorque. Cassia Rossini - Produção Executiva Cassia Rossini é bacharel em Comunicação Social pela UNESP-SP, com especialização em Produção Executiva para Cinema e TV pela FGV-SP. Atua desde 2003 como produtora executiva e coordenadora de produção em projetos de artes visuais. Está à frente da coordenação de produção da Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, e suas itinerâncias em unidades do Sesc no interior e litoral de SP, desde 2013. Nos últimos anos realizou as exposições Bill Viola - Visões do Tempo (Sesc Paulista, 2018), O Tempo Mata, Imagens em Movimento na Julia Stoschek Collection (Sesc Paulista, 2019), Oficina Molina-Palatnik (Sesc Paulista, 2020-2021), João Carlos Martins - 80 Anos e Musica (Sesi, 2021), P.O.R.T.O.S (Sesc Santos, 2021), Raquel Trindade - Rainha Kambinda (Sesc 24 de Maio, 2021), Outros Navios - Fotografias de Eustáquio Neves (Sesc Ipiranga, 2022), entre outras. Com o Coletivo Nós da Produção, do qual faz parte, foi responsável pela produção de Kader Attia - Irreparáveis Reparos (Sesc Pompeia, 2020) e Qual é o seu Legado? - 30 anos do Museu da Pessoa (Sesc Bom Retiro, 2022). Álvaro Razuk - Projeto Expográfico Álvaro Razuk é arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo-USP, com especialização em projetos para exposições culturais, cenários e museografia. Trabalha nesta especialidade desde 1996, tendo desenvolvido projetos para vários artistas, curadores e instituições no Brasil e exterior onde destacam-se: Artistas: Sebastião Salgado, José Resende, Cristiano Mascaro, Alberto Simon, Rebecca Horn, Yang Fudong, Rivane Neuenschwander, Artur Lescher,Cildo Meireles, etc. Curadores: Lisette Lagnado, Nelson Brissac, Lorenzo Mammi, Stela Teixeira de Barros, Kátia Canton, Maarten Bertheux, Sarah Zurcher, Jochen Voltz, Gabi Ngcobo, Sofia Olascoaga, lars Bang Larsen, Julia Rebouças Paulo Herkenhoff, Gabriel Perez-Barreiro, etc. Instituições: Paço das Artes, MIS São Paulo, CCBB São Paulo, Rio de Janeiro, Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, Museu Histórico Nacional Rio de Janeiro, Musée de La Poste em Paris, Pavilhão do Brasil em Veneza etc. Foi também o autor da renovação do edifício do MIS – Museu da Imagem e do Som em São Paulo, autor da renovação do Fórum de Botucatu para a implantação da Pinacoteca daquela cidade, consultor de museografia para o projeto vencedor do concurso para a nova sede do IMS - Instituto Moreira Salles em São Paulo e autor da adequação do edifício para receber a nova sede do Paço das Artes no casarão Nhô Nhô Magalhães em São Paulo, capital. Além disso, foi arquiteto responsável pelo projeto museográfico das edições 32ª e 33ª da BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO e Pavilhão do Brasil na 58º Bienal de Veneza em 2019.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.