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Trata-se de proposta de mapeamento os perpetuadores das culturas de matriz africana, garantindo os direitos culturais e à identidade ancestral, reconhecendo e valorizando o respeito à diversidade e à liberdade de expressão das práticas de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, por meio da realização do mapeamento participativo de seus territórios em parcerias e diálogo com lideranças e autoridades tradicionais, propondo a realização de oficinade formação, reallização de pesquisas qualitativa e quantitativa, estruturação de banco de dados, lançamento de catálogo da cultura popular tradicional de matriz africana, bem como realização de seminário de lançamento do catálogo
O racismo e o preconceito estão na base do não reconheimento do valor e da contribuição do povo negro para a formação da identidade cultural do Brasil, de forma que construiram uma verdadeira invisibilidade dos povos de matriz africana.Desta forma este projeto visa mapear e dar visibilidade para as comunidades tradicionais de matriz africana que estão presentes no município de Vila Velha, localizado na região metropolitana de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, sendo uma das 3 maiores cidades do Estado. A formação trata-se de uma preparação para as etapas de mapeamento, ela será ofertada para os pesquisadores que serão contratados para realizar a aplicação dos questionários que servirão de base para o levantamento de dados necessários para a realização do mapeamento. A Aplicação dos questionários será a etapa de levantamento das informações, sendo sua construção baseada no qustionários disponibiliados pelo Guia Orientador do Mapeamentode Povos Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, disponibilido pela SEPIR - Secretaria de Promoção da Igualdade Racial. A Análise dos dados contará com duas principais frentes de trabalho a análise da trajetória dos líderes e dos terreiros, de forma qualitativa e a análise de dados agrupados com caráter quantitativo de forma a entender os perfis dos terreiros do município e suas principais características. O catálogo é um instrumento para fortalecer a visibilidade dos povos de matriz africana, de forma a ampliar o acesso às informações sobre estes povos, bem como produzir um material que sirva de referência para a consttrução de políticas públicas do setor. O seminário contará com palestras de profissionais que trabalharam na confecção do catálogo, bem como profissionais convidados e que atuam na área de pesquisa e de defesa dos povos tradicioanis de matriz africana.
Garantir os direitos culturais e a identidade ancestral, reconhecendo e valorizando o respeito à diversidade religiosa e à liberdade de expressão das práticas de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, por meio da realização do mapeamento participativo de seus territórios com qualificação das informações coletadas e expressas em mídias impressa e digitalizadas, em parcerias e diálogo com lideranças e autoridades tradicionais, estruturando diversificadas instâncias de ações e participação econômica criativa de fortalecimento dos espaços sócio espaciais com o Governo instalado. Objetivos específicos Oferecer 40 vagas para formação em aplicação de pesquisa quantitativa e qualitativa Executar mapeamento te pelo menos 90 bairros no município de Vila Velha - ES Executar análise de dados com equipe especilizada sobre as categorias de trajetória, identidade e demandas de políticas públicas Produzir catálogo dos terreiros do município de Vila Velha Realizar seminário de apresentação de dados v
A Associação dos Amigos do Museu Vivo da Barra do Jucu _ AAMVBJ deseja realizar o Projeto "Sagrada Ancestralidade" que consiste em pesquisa, levantamento de dados e mapeamento dos terreiros, sacerdotes e sacerdotisas, perpetuadores das religiões de matriz africana no município de Vila Velha com criação do catálogo físico e digital. O Museu Vivo tem desenvolvido várias ações para preservação do Patrimônio Histórico Imaterial e suas manifestações como o congo, o carnaval, o teatro, incentivando como forma de perpetuar a transmissão dos saberes e fazeres de cada comunidade; uma verdadeira troca de conhecimentos Inter geracional. Trabalha na preservação da cultura em parceria com os poderes públicos e apoio local. Desta forma, a realização de ações que proporcionarão importante encontro da cultura popular e tradicional com os munícipes de Vila Velha, alinhada as finalidades de contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das expressões culturais, seus respectivos criadores, sua ancestralidade, protegendo a cultura dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e assim, salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Buscar como resultado desse movimento, a coparticipação de outras secretarias, como finanças, agricultura, segurança pública e assistência social, não só para obter a inscrição municipal e um alvará de localização, como também o CAD Único, e segurança alimentar, como pleiteia o Fórum Nacional de segurança alimentar FON SANPOTMA atuante no conselho deliberativo dos sacerdotes e sacerdotisas do projeto. Nesta perspectiva, a necessidade de captação de recursos para financiamento deste projeto do Museu Vivo e da municipalidade é de vital importância, pois se trata do intercâmbio entre os munícipes participantes, valorizando o respeito à diversidade religiosa. A liberdade de expressão das práticas de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, amplia o acesso a bens e serviços culturais. Esta medida proporcionará a participação de pesquisadores que integram as casas e terreiros das Unidades Territoriais Tradicionais, que exercerão a atividade de registro áudio visual, sob as orientações da coordenação do Projeto, sendo corresponsáveis pela pesquisa/aplicação, fiscalização e a execução/sistematização das informações do objeto a ser pactuado. As atividades do Projeto que foram planejadas pela diretoria da AAMVBJ + Conselho Consultivo e deliberativo e todo o processo do impacto social envolvido, serão registradas no Relatório Final de Execução do Objeto. É pensando nesta importância, na transmissão de conhecimentos para todos e na preservação deste Bem Imaterial, aliado à difusão e proteção do Patrimônio Cultural, que a Associação dos Amigos do Museu Vivo da Barra do Jucu deseja celebrar parceria junto a Prefeitura Municipal de Via Velha, por intermédio de sua Secretaria Municipal de Cultura e Turismo _ SEMCULT.
Formação - contará com abordagem de pesquisa qualitativa e quantitativa. A etapa qualitativa visa auxiliar na oferta de um conjunto de práticas interpretivas e materiais para tornar as categorias de análise visíveis parao escopo de pesquisa de forma a dar sentido e interpretar os fenômenos sociais que importam ao mapeamento. Já a etapa quantitativa busca oferecer conhecimentos sobre como os dados serão agrupados e interpretados de forma agregada para confecção de dados quantitavos mediante técnicas estatíscas. As duas técnicas de pesquisa estão contidas no modelo de questionário padrão já confeccionado e que fará parte dos conteúdos abordados, sendo repassado pra os pesquisadores. Estes pesquisadores serão indicados por um conselho de representantes das comunidades tradicionais de matriz africana, composto de 10 representantes que atuam no município de Vila Velha tendo conhecimento previo sobre as comunidades e bom relacionamento com estas. A ideia é que se forma indicados que são pertencentes às culturas, de forma a auxiliar em sua formação e também a trazer para o desenho de pesquisa contribuições destes povos de forma a fortalecer a qualidade dos dados levantados. A formação terá uração de 12 horas, sendo ministrado por consultores e pesquisadores da área de pesquisa de ciências sociais, antropologia e história. Aplicação de Questionários - Esta etapa será realizada por equipe formada na etapa anterior, contando com representantes das comunidades tradicionais de matriz africana do município de Vila Velha, esta equipe será composta de 20 pesquisadores de campo, sendo coordenada por profissional da área de pesquisa e que tenha experiência neste setor. A duração será de 60 dias. As informações sobre onde estão localizadas as casas e terreiros serão levantadas a partir da indicação do conselho de representantes das comunidades de matriz africana. Nesta etapa também será disponibilizada equipe de fotografia e vídeo para acompanhar os pesquisadores de forma a levantar dados para comporem as estratégias de divulgação e editoração do catálogo. Análise dos dados - será realizada com a supervisão de equipe especializada em ciências sociais, sociologia e ou antropologia, bem como profissionais da área de interpretação de dados qualitativos e quantitativos, sendo relaizada em 60 dias e oferecido relatório final de análise de dados para basear a produção e editoração do catálogo. Poderão ser utilizados programas virtuais para auxiliar na análise de dados tais como SPSS, Ucinet e MaxQDA. Catálogo - será composto dos dados levantados de forma a apresentar a trajetório dos pais e mães do município, bem como dos próprios terreiros, bem como informações quantitativas sobre o perfil e características dos terreiros de Vila Velha, de forma a auxiliar na luta pela implementação e produção de políticas públicas na região metropolitana para os povos tradicionais de matriz africana. Terá paginação de no máximo 300 páginas, impressas em colorido, com 1000 exemplares a serem disrtribuidos para os representantes dos terreiros, bem como bibliotecas municipais e estaduais da região e lideranças políticas que possam auxiliar na luta por políticas para o setor. O catálogo também será disponibilizado em formato virtual no site oficial do museu vivo da Barra do Jucu. < https://museuvivodabarradojucu.com.br/ > O seminário será realizado com presença da equipe especialista em pesquisa que atuou no mapeamento, mas principalmente por repreesentantes das comunidades tradicionais de matriz africana do município de Vila Velha de forma a oferecer à sociedade do Estado do Espírito Santo uma comunicação e divulgação sobre os dados levantados, para o evento também serão convidados represententes do Poder Público as esferas, municipal, estadual e federal, seja do executivo ou do legislativo para tomarem conheimento sobre o mapemaento, da mesma forma que serão convidados representantes dos mais diversos movimentos sociais que atuam na promoção da igualdade racial e contra o preconceito racial e contra a intolerância religiosa de forma que já exista uma capilaridade dos dados levantados de forma a contribuir para a consolidação da lutas dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana.
no caso da formação será realizada em local com inteira acessibilidade, com rampas de acesso e banheiros apropriados para PCD's, uma vez que será ralizada na escola do Bairro, UMEIEF Tuffy Nader, ou no centro Cultural Tambor de congo, ambos com facilidade de acesssbilidade. Já o material disponibilizado em vídeo será acrescido de legendas
Uma vez que trata-se de projeto de mapeamento,os produtos finais disponibilizados serão totalmente de ordem gratuita, não podendo ser vendido. O catálogo será disponibilizado de forma gratuita e de livre acesso na internet, nos veículos virtuais do Museu Vivo da Barra do Jucu Da mesma forma o seminário de apresentação será aberto ao público, não cobrando entradas, e será veiculado na forma de transmissão online ao vivo em plataforma de streaming com acesso gratuito.
O Museu Vivo da Barra do Jucu (Vila Velha / ES) foi criado em setembro de 2015 tendo como objetivos inventariar, resgatar, potencializar e atuar como instrumento de valorização da cultura local e do seu núcleo urbano, contribuindo para o desenvolvimento econômico e turístico da comunidade e região. Visa ainda promover cidadania despertando o orgulho de morar num lugar bonito e revitalizado, estimular os jovens da região a estudar e participar das atividades culturais, envolvendo-os em projetos socioculturais. Cumprindo seus objetivos neste projeto vai realiazr a gestão de todo o projeto. Sebastião Rodrigues Gestor do Projetos, cursou educação popular na UFRj na década de 1980 e desenvolve atividades no setor de arte e cultura, princialmente voltados ao teatro e ao samba desde 1977 na cidade do Rio de Janeiro, gestando projetos em comunidades periféricas voltados para a juventude e o combate à pobreza nas comunidades do Cajú e no Complexo da Maré. A partir de 2017 inicia atividades no Museu Vivo da Barra do Jucu, como diretor executivo, atuando na concepção e gestão de projetos de base comunitária, notadamente os voltados aos patrimônios culturais brasileiros e do Estado do Espírito Santo, alem de projetos de arte popular, como foram os casos do Galeria Livre da Barra do Jucu, Culturada Viral, Oficinas de Artes, Articulação de Coletivos. Luzia Helena Cogo Articulação Comunitária Agente e produtora cultural com foco em produção, mobilização comunitária e cultura popular. Possui experiência na área de produção, coordenação e mobilização cultural. Atuou como produtora de eventos culturais a Fazenda Camping (1984 a 1991) realizando eventos como o Encontro de Bandas de Congo e o KIZOMBA. Na Prefeitura Municipal de Vitória atuou na Secretaria Municipal de Cultura e Esportes na função de coordenadora do projeto Rua de Lazer, Arraiá da Cidade, shows livres e eventos carnavalescos. Em 1997 coordenou a Praça dos Namorados trazendo a revitalização e o regimento interno. Foi encarregada do projeto Circuito Cultural na região de Maruípe (2003), se tornando Assessora Técnica em 2008 ocupando o cargo de coordenadora do Circuito Cultural (2008 a 2021). Coordenou os projetos como o Instrumentarte e o Ícones da Cultura Capixaba, foi conselheira no Conselho Municipal de Juventude (2015-2019). Participou da Formação do Programa Conjunto da ONU e foi coordenadora de mobilização comunitária no Festival de Cinema de Vitória. Tem como conceito a promoção, acesso e fortalecimento aos meios e bens culturais materiais e imateriais. Consultor em Gestão de Pesquisas André MalverdesDoutorado Interinstitucional (DINTER) UnB/UFES, Ciência da Informação, Linha Organização da Informação, Grupo Acervos Fotográficos, em andamento. Mestre em História Social das Relações Políticas(2007), Especialista em História Social do Brasil(2002), Licenciado e Bacharel em História(2000), e Bacharel em Arquivologia(2004), todos pela Universidade Federal do Espírito Santo. Professor Assistente do Departamento de Arquivologia da Universidade Federal do Espírito Santo. Consultor em empresas públicas e privadas na área de Centros de Memória, Gestão Documental, Eventos e Treinamentos. Autor dos livros "No escurinho dos cinemas: a história das salas de exibição na Grande Vitória (2008)", "Memórias fotográficas da História das salas de cinema de Vitória (2011)". Organizador do "Inventário Analítico DEIP/ES Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda" , "Inventário Analítico Teatro da Barra/ES" e do "Inventário Cine Memória-As Salas de Cinema do Espírito Santo". Conselheiro Estadual de Cultura na Câmara Técnica do Patrimônio Arquitetônico, Bens Imóveis e Acervos no biênio 2008-2012. Representante no Conselho Nacional de Política Cultural - Colegiado Setorial de Arquivos (2012-2014). Associado Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Paolo de Souza Silva Consultor em Métodos de Pesquisa Cientista social, com ênfase em trabalhos que envolvem sociologia, antropologia e culturas populares. Gestor de projetos socioambientais e culturais; experiência na área de análises de organizações. Aluno finalista do Mestrado em Ciências Sociais pela UFES, tendo atuado nas áreas de Antropologia dos Povos Afrodescendentes. Antropologia Brasileira. Antropologia do Poder. Relações Étnicos Raciais. Ações Afirmativas. Etnicidade, Território e Direito. Política Ambiental. Política e Legislação Cultural. Análise de Arranjos Institucionais. Avaliação de Políticas Públicas. Designer Gráfico - Carlos Magno Receputti Mãe Iara - Articulação com Comunidades Tradicionais de Matriz Africana. ativista pelos direitos dos povos de matriz africana, mãe de santo e conselheira dos conselhos Estadual de Promoção da Igualdade Racial e Municipal de Segurança Alimentar
PROJETO ARQUIVADO.