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Realização de um Programa de formação, residência artística e imersão cultural e de uma Mostra Artística pública, cujo fio narrativo atravessador são as práticas e as memórias de comunidades e povos que vivem em relação ao Rio Paraguassu. Em sua primeira edição, o Programa abrirá vagas a 05 artistas visuais emergentes situados na Região Nordeste do Brasil. As atividades acontecerão durante o mês de março de 2024, na cidade de Cachoeira, BA. Estarão em foco as mudanças socioambientais; adversas cosmovisões sobre a natureza; os movimentos em defesa de territórios e ecossistemas; o reconhecimento dos saberes quilombolas e indígenas; as atividades extrativistas artesanais de marisqueiras e pescadores; e as expressões culturais da região.
1. Programa de Formação, Residência artística e Imersão Cultural Trata-se de um programa de formação, residência artística e imersão cultural gratuito, voltado para artistas visuais emergentes situados na Região Nordeste do Brasil, cujo fio narrativo atravessador são as práticas e as memórias de comunidades e povos que vivem em relação ao Rio Paraguassu, na região do Recôncavo Baiano. Estarão em foco a agência humana nas mudanças socioambientais; a diversidade de cosmovisões sobre a natureza; os movimentos comunitários em defesa de seus territórios e ecossistemas; as comunicações entre os espaços rurais e urbanos; o reconhecimento dos saberes quilombolas e indígenas; as atividades extrativistas artesanais de marisqueiros/as e pescadores/as; e as expressões culturais populares e religiosas da região. O projeto acontecerá em março de 2024, na cidade de Cachoeira, Bahia e será coordenado e conduzido pela historiadora da arte e curadora Joyce Delfim, residente em Cachoeira, em colaboração com os artistas e educadores Lucas Lago e Lucas Feres. Em sua primeira edição, o Programa contará com a participação de 05 artistas, selecionados através de chamada pública, e oferecerá bolsas de pesquisa e trabalho aos artistas residentes. Faixa etária do público alvo: 18 a 35 anos. 2. Mostra Artística "Escutar o Paraguassu" A Mostra “Escutar o Paraguassu” será uma exposição de arte de acesso gratuito que reunirá trabalhos desenvolvidos ao longo do Programa de formação, residência artística e imersão cultural. Dada a temática do Programa, as obras refletirão sobre as questões socioambientais, culturais e políticas tomando como locus de investigação o Rio Paraguassu, bem como as cidades e comunidades que o margeiam. Classificação indicativa etária: livre.
Objetivo geral: Organizar um Programa de formação, residência artística e imersão cultural e uma Mostra Artística gratuitas, na cidade de Cachoeira (BA), a fim de promover o intercâmbio cultural e a criação e difusão artística que levem em conta as especificidades socioambientais e culturais do Rio Paraguassu. Objetivos específicos: - Selecionar cinco artistas emergentes nordestinos para um Programa de formação, residência artística e imersão cultural gratuito;- Conduzir aulas, reuniões, laboratórios, rodas de conversa, acompanhamento de processos de criação artística, e visitas a ateliês de artistas e de mestras/es locais voltadas aos artistas residentes;- Promover três momentos de formação com interlocutores convidados _ 01 mestre/a local, 01 professor/a vinculado às universidades públicas baianas e 01 agente do campo da arte contemporânea reconhecido nacionalmente _ voltadas aos artistas residentes;- Promover ações educativas, palestras, oficinas e visitas guiadas gratuitas voltadas ao público geral;- Organizar uma Mostra Artística (exposição de arte) de acesso gratuito, como resultado do Programa de formação, residência artística e imersão cultural.
Esta proposta se justifica pelo incentivo à produção e circulação de arte contemporânea na cidade de Cachoeira, importante pólo artístico-cultural do Recôncavo baiano. Cachoeira conflui diversos eventos e projetos artísticos e de cultura tradicional, reconhecidos nacional e internacionalmente. Dentre tais eventos e projetos pode-se citar a Festa da Boa Morte e a Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), que mobilizam um grande fluxo de turismo cultural para a cidade. A cidade também abriga a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, que oferece diversos cursos na área cultural, fazendo da cidade um pólo de formação, difusão e produção cultural de grande visibilidade. Além disso, conta com diversos ateliers de Mestres da Cultura Popular, Institutos culturais e artistas renomados, dentre diversas outras iniciativas culturais. Assim, ao apoiar o Programa de formação, residência artística e imersão cultural na cidade, possibilita-se a movimentação da cena cultural da cidade baiana, conectado o circuito da arte nacional às produções realizadas na cidade, através da ampla divulgação e interação com agentes da arte e cultura de outras localidades. Neste sentido, cabe destacar que o projeto se enquadra na categoria IV - Artes Visuais por propor a realização de uma residência artística de pesquisa e criação, assim como uma mostra final que consistirá em uma exposição de artes visuais, a qual possuirá em sua concepção um tratamento artístico, curatorial e pedagógico - para além da interlocução com saberes tradicionais, abrigando produções a serem realizadas em distintos suportes (podendo ser desenvolvidos trabalhos em pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, objeto, grafite, instalação, performances, videoarte, artes digitais, arte eletrônica etc.), em consonância com o art. 18, § 3º, alínea d. A proposta também propõe conjugar a realização de pesquisas artísticas e realização de ações educativo-culturais que contemplarão os artistas participantes da residência e o público em geral, por meio de seminários e palestras com interlocutores especializados e de atuação relevante, tendo em vista contribuir com ações de capacitação e treinamento de pessoal que visem a formação e o fomento em artes visuais, em consonância com o art. 18, § 3º, alínea d. O projeto também é pensado em um momento propício. O Programa está vinculado às agendas mundiais de mobilização pela sustentabilidade, em sintonia com o campo da arte contemporânea internacional. Pode-se citar dois grandes eventos de arte internacionais dos últimos anos, a 16ª Bienal de Istambul - O Sétimo Continente (2019) e a 32ª Bienal de São Paulo - Incerteza Viva (2016), que propuseram como argumentos centrais de suas propostas as mudanças climáticas, os impactos socioambientais das ações antrópicas e as estratégias da arte para a imaginação de novos futuros. Nesse ponto, o projeto também responde a contrapartidas ambientais ao educar sobre conscientização ambiental e ao trabalhar seguindo os princípios da sustentabilidade ambiental. Assim, destaca-se que a proposta enquadra-se nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII, e IX do Art. 1º da Lei 8313/91. Em relação ao inciso I, contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais pela realização de um Programa de formação, residência artística e imersão cultural e uma Mostra Artística que contam com ações públicas e gratuitas tanto de caráter educativo, como de difusão artística. Em relação ao inciso II, promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais ao visar o desenvolvimento da economia local através do recrutamento de trabalhadores da cidade como fotógrafos, professores, mestres e educadores, bem como através das parcerias com pousadas, locadores de imóveis e restaurantes. Ademais, ao remunerar seus interlocutores e oferecer auxílio aos artistas residentes, o projeto promoverá uma maior distribuição dos recursos. Dessa forma, acredita-se que a proposta contribuirá no suporte e na difusão da produção artística e cultural do nordeste, bem como no suporte da economia do turismo cultural, por atuar diretamente na educação artística e na criação de redes entre artistas, agentes do campo das artes local, estadual e nacional e agentes dos campos do turismo e da hotelaria locais. Em relação aos incisos III e IV, o projeto propõe apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional ao contar com a interlocução de mestres e mestras de comunidades tradicionais da região, detentoras de saberes e perspectivas únicas que poderão contribuir para o projeto, ao passo que também serão registrados e difundidos em ações públicas. Já em relação aos incisos V e VI, contribuirá para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro ao articular ações formativas e artísticas que enfoquem as práticas e as memórias de comunidades e povos que vivem em relação ao Rio Paraguassu. Tal abordagem tanto contribui para a discussão e preservação em relação aos aspectos e saberes relacionados ao Rio Paraguassu e suas comunidades, como estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória que priorizam o produto cultural originário do País ao abordar de forma crítica e contemporâneas os processos concernentes ao Rio Paraguassu e suas comunidades e, a partir disso, desenvolver pesquisas e criações artísticas contemporâneas, contemplando desta forma aos incisos VIII e IX. Em relação ao Art. 3º, o projeto contempla as observações contidas nos objetivos I-a; II-c,d,e; e IV-a. Nesse sentido, o projeto propõe o incentivo à formação artística e cultural, mediante a concessão de bolsas-auxílios de pesquisa e trabalho, no Brasil, para 05 artistas nordestinos, destinadas à realização do Programa de formação, residência artística e imersão cultural na cidade de Cachoeira (BA). Também objetiva fomentar a produção cultural e artística, mediante a realização do Programa de formação, residência artística e imersão cultural e da Mostra Artística, assim como a cobertura de despesas com a produção e transporte de objetos de valor cultural, a serem desenvolvidos ao longo da residência, os quais serão destinados a exposições públicas. Além disso, a proposta objetiva estimular ao conhecimento dos bens e valores culturais relacionados às práticas e memórias de comunidades e povos que vivem em relação ao Rio Paraguassu, por meio de pesquisas na área da cultura e da arte e a partir de atuação no território e interlocução com as populações e mestres locais. O projeto também viabilizará a produção de trabalhos inéditos realizados pelos artistas selecionados, que não só serão apresentados na própria cidade na Mostra, ao final do projeto, como serão difundidos nas plataformas digitais e no site. Esses trabalhos inéditos serão produtos com potencial de circulação no contexto da arte e cultura, gerando assim visibilidade ao projeto, proporcionando também a profissionalização de artistas nordestinos. Nesse sentido, conta com uma equipe de educadores e interlocutores qualificada que terá o papel de promover esse processo de criação, mediando relações tanto com o cenário local quanto nacional e internacional das artes. Ainda sobre as reverberações do projeto, o site e os perfis nas plataformas digitais permanecerão como memória do Programa de formação, residência artística e imersão cultural. Servirão também como materiais de referência sobre os temas abordados, com registros das obras produzidas, além de entrevistas, materiais gráficos e vídeos.
Co-produção com LÍNGUA DE VACA - PROJETOS EM ARTES E CULTURA [CNPJ 51.500.941/0001-25], sediada na cidade de Cachoeira (BA) – MEI da pesquisadora, curadora e educadora em arte Joyce Delfim.
O Programa contará com uma programação distribuída em 10 dias consecutivos composta por aulas, reuniões, laboratórios, rodas de conversa, acompanhamento de processos de criação artística, e visitas a ateliês de artistas e de mestras/es locais conduzidos pela Coordenadora e pelos Educadores, bem como por 03 momentos de formação com interlocutores convidados - 01 mestre/a local, 01 professor/a vinculado às universidades públicas baianas e 01 agente do campo da arte contemporânea reconhecido nacionalmente. Tais interlocuções poderão acontecer de modo presencial ou híbrido (através da participação do convidado via videoconferência), a depender da disponibilidade da pessoa convidada. A partir dos resultados dos 10 dias de formação e imersão artística, os educadores e artistas elaborarão e inaugurarão uma Mostra Artística com visitação pública, ao longo de 07 dias. A Mostra contará com trabalhos de diversas linguagens artísticas (de acordo com processo desenvolvido individualmente por cada artista), texto expositivo e sinalização das obras, bem como serão exibidos outros materiais que a curadoria julgar conveniente ao longo do processo. As especificidades técnicas das obras e materiais contidos na Mostra serão conhecidas a partir do Programa, uma vez que este se pretende justamente como uma plataforma de experimentação e criação artísticas acompanhada, que respeita a diversidade e a poética desenvolvida e escolhida por cada artista.
Acessibilidade de conteúdo: Pensando o acesso democrático e universal à informação das pessoas com deficiência visual, todas as peças gráficas divulgadas nas plataformas digitais contarão com descrição de imagem “#PraTodosVerem”. Ainda no sentido da acessibilidade de conteúdo, os materiais audiovisuais produzidos contarão com legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). Acessibilidade física:A escolha do espaço expositivo para realização da Mostra Artística se deu levando em conta a acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas. O espaço possui um pavimento, conta com estacionamento gratuito em frente, e permite tanto o acesso quanto a circulação pelo espaço interno de forma autônoma. Tais informações sobre acessibilidade física e de conteúdo serão comunicadas em todas as peças gráficas de divulgação do Programa e da Mostra.
A presente proposta compreende dois produtos: o Programa de formação, residência artística e imersão cultural e a Mostra Artística. Além das medidas de ampliação de acesso comuns aos dois produtos, cada produto compreende medidas específicas, que serão apresentadas nos parágrafos seguintes. Quanto às medidas de ampliação de acesso comuns aos dois produtos, listamos: - Trata-se de um projeto preocupado com a descentralização e interiorização da cultura ao propor a realização de todas suas atividades culturais em uma cidade do interior da Bahia (Cachoeira), capacitando e proporcionando trocas com os públicos e mestres/as locais;- O projeto organizará, dentro da programação do Programa de formação e da Mostra Artística, atividades educativas gratuitas (tais como: visitas guiadas, oficinas, palestras e ateliê aberto) voltadas para alunos de escolas públicas de Cachoeira e da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, bem como outras organizações sociais da cidade e do entorno interessadas nas atividades;- As atividades realizadas ao longo do Programa de formação e da Mostra Artística (tais como: visitas a ateliês de mestres/as locais; formações com agentes do campo das artes; oficinas; exposição e visitas guiadas) contarão com cobertura nas redes sociais do Projeto, através de registros fotográficos e audiovisuais. Ao final do projeto também produziremos um minidocumentário a ser disponibilizado online, como forma de circular o projeto para públicos de todos os territórios da Bahia e potencialmente de outros estados e países;- Todas as atividades serão amplamente divulgadas pelas redes sociais do projeto, com objetivo de ampliar as possibilidades de alcance e participação dos públicos. Tais divulgações contarão com as informações sobre acessibilidade física e de conteúdo do projeto. Quanto às medidas de ampliação de acesso referentes ao Programa de formação, residência artística e imersão cultural: - Trata-se de um programa formativo/educativo, gratuito, com oferecimento de bolsas de pesquisa e trabalho, voltado para artistas emergentes nordestinos; - Assumindo como premissas a democratização do acesso e a descentralização territorial, o processo de candidatura dos artistas ao Programa será através do preenchimento de formulário online gratuito, a ser amplamente divulgado nas mídias. - A seleção dos/as candidatos adotará critérios de representatividade e diversidade de raça/cor/etnia, gênero, localidade dentro da Região Nordeste, orientação sexual e identidade de gênero;- As atividades oferecidas aos artistas no Programa privilegiam a transdisciplinaridade, a diversidade e a representatividade de modos de conhecimento. Assim, os artistas terão a oportunidade de um acompanhamento singular e especializado, que possibilitará o desenvolvimento de investigação artística a partir do lugar em foco bem como o aprimoramento nos temas e questões ligadas à arte e questões socioambientais, de modo geral, e mais especificamente, dos saberes culturais presentes na região do Recôncavo baiano e das populações que habitam as margens do Rio Paraguassu;- Além das ações voltadas aos artistas residentes, o Programa propõe um espaço contínuo de interlocução onde poderá receber visitantes ao longo do período de sua realização. Dessa forma, pretende-se atingir um público mais amplo, que poderá acompanhar as atividades públicas da residência (desde rodas de conversas com os artistas para compartilhamento dos seus respectivos processos de pesquisas até as proposições artísticas realizadas pela residência). Quanto às medidas de ampliação de acesso referentes à Mostra Artística: - O acesso à Mostra será 100% gratuito. Não haverá cobrança de ingressos;- A Mostra acontecerá em um espaço localizado no Centro histórico da cidade de Cachoeira. Local de grande circulação de pessoas e atendido pela rede de transporte público da cidade;- A fim de convidar o público espontâneo, haverão peças de divulgação na fachada do espaço expositivo, como banners e cartazes;- Através das divulgações por redes sociais, mídias impressas e rádio, pretende-se atingir um público visitante diverso composto por artistas, pesquisadoras/es, grupos de cultura popular, estudantes da educação básica e universitária, agentes culturais, e quaisquer pessoas que se interessem pela exposição.
Myriam Assis (proponente) - Produção Executiva Comunicóloga, com 20 anos de experiência em gerenciamento de projetos audiovisuais. Trabalhou na Agência Nacional do Cinema – ANCINE por 17 anos, atuando, principalmente, na aprovação e acompanhamento de projetos. Foi Coordenadora de Análise de Projetos e Coordenadora de Análise de Direitos por 10 anos, tendo atuado também como Assessora de Diretoria Colegiada. Abriu a empresa Móbile Cultural em 2020, com intuito de desenvolver seus próprios projetos na área cultural e prestar serviços de produção e produção executiva na área cultural. Foi Supervisora de projetos da Mixer Films e Urca Filmes entre 2020 e 2022. Atuou como assistente de produção executiva no longa-metragem Nosso Sonho (Urca Filmes- 2022) e Malês (Tambellini Filmes - 2023) e assumiu a produção executiva do filme Margeado (De Repente o Rio - 2022). Neste projeto, a proponente será responsável pela contratação de serviços, como alimentação, transporte e hospedagem, além de providenciar a divulgação nas mídias contratadas. Fará também a gestão financeira e a prestação de contas do projeto junto aos órgãos públicos. Currículo resumido dos principais participantes: Joyce Delfim - Coordenadora do Projeto Atua como pesquisadora, curadora e educadora em arte. Vive em Cachoeira no Recôncavo baiano. É bacharel em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestre em Estudos Avançados em História da Arte pela Universidade de Salamanca (Espanha) e doutoranda em Artes Visuais, na linha de História e Teoria da Arte, pela Universidade Federal da Bahia. Trabalhou como curadora independente em diversas exposições, das quais destaca: “Limiares” no Paço Imperial (RJ, 2017, curadoria coletiva); “Transformar, Deformar, Dissipar” na Casa Fiat de Cultura (BH, 2017) e no Centro Cultural Correios (RJ, 2018); “Sutur|ar Libert|ar” no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (RJ, 2019); “Figurar o impossível” no Palácio das Artes (BH, 2020/21) - curadoria pela qual ganhou o Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais 2020 da Fundação Clóvis Salgado (BH) - e “Aos pés do Caboclo, luta” no Centro de Cultura Vereador Manoel Querino (BA, 2022). Em suas pesquisas acadêmicas e curatoriais recentes, investiga os modos de se relacionar com a terra na arte contemporânea brasileira; a tese do Antropoceno e seus desdobramentos; e os ecofeminismos. Lucas Brito Lago - Educador do Projeto Doutorando em Arquitetura e Urbanismo (PPGAV/UFBA) e Mestre em Artes Visuais (PPGAV - UFBA), na linha de História e Teoria da Arte. Bacharel Interdisciplinar em Artes pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) Pesquisador do Laboratório Urbano (FAU - UFBA). Tem experiência na área de Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: arte e etnografia, memória e arquivos, arquitetura, cidade e questões urbanas. Interessa-se pelas práticas artísticas suas ramificações transdisciplinares, explorando linguagens artísticas como vídeo, instalação, performance e intervenção urbana, bem como os imbricamentos entre processos de criação artística e produção de conhecimento. Lucas Lima Rios Feres - Educador do Projeto Atua como artista interdisciplinar, pesquisador e produtor. É doutorando em Artes Cênicas (PPGAC/UFBA), mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFBA) e bacharel em Artes Interdisciplinares (IHAC/UFBA). Trabalhou como produtor em diversos festivais e exposições, dos quais destaca: ‘Festival Palco Giratório’ (2014-2016), ‘Aldeya Yacarepaguá’ (2015-2016) e ‘Concurso Jovens Dramaturgos’ (2013-2016) no Espaço Cultural Escola Sesc (RJ), ‘Exposição e Festival Conquista Ruas’ (2017-2018) no Centro de Cultura Camillo de Jesus (BA), 10o Encuentro de Acción en Vivo y Diferido (2018 - BR/CO), Encontro Arte Cidade e Urbanidades (2018-2022) na Galeria Canizares (BA). Em sua atuação recentemente se destaca o Prêmio Jaime Sodré de Patrimônio Cultural (FGM, 2021), pelo qual desenvolveu o projeto Memórias Situadas: Casa do Benin na Bahia; a realização de residência artística junto ao AND_Lab (Lisboa, 2022) apoiada pelo Edital de Mobilidade da Secult-BA; a participação com obra coletiva na 14a Bienal de Dakar (Senegal, 2022) e a participação na exposição coletiva ‘A Parábola do Progresso’ (Sesc Pompéia, 2023). Gil Maciel Rocha de Abreu - Coordenador de Comunicação É doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Bahia (PPGAV-UFBA), na linha de pesquisa Processos de Criação Artística e Mestre em Artes Visuais pelo mesmo programa (PPGAV-UFBA) na linha de pesquisa Arte e Design: processos, teoria e história. Também é Especialista em Design Editorial pelo Centro Universitário do Senac-SP e graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Atuou em reportagem, edição de texto (para mídia impressa e telejornalismo), redes sociais (Instagram, Facebook e Youtube), edição de infográficos e assessoria de comunicação junto ao Teatro Vila Velha, Oi Futuro, Jornal A Tarde, Associação Cultural Videobrasil, Jornal Correio da Bahia, dentre outros.
PROJETO ARQUIVADO.