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PRONAC 234647Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Esteios da Raça – As Grandes Histórias do Cavalo Crioulo

CONFRARIA DA PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 848,7 mil
Aprovado
R$ 848,7 mil
Captado
R$ 3,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2023-12-01
Término

Resumo

Este projeto pretende documentar em um livro as grandes histórias do cavalo crioulo, animal considerado patrimonio cultural do Rio Grande do Sul em 2002. Para coletar estas histórias, serão registrados relatos de vivencia e história oral de criadores, ginetes e homens de campo, crioulistas do Rio Grande do Sul, Argentina, Uruguai e Chile. Traz ainda a versão de audiolivro, um documentário audiovisual postado na internet, e seus audios publicados como podcast.

Sinopse

Esteios da Raça - As grandes histórias do Cavalo Crioulo É praticamente impossível estabelecer uma data para o “nascimento” do Cavalo Crioulo. Poderíamos aceitar quando os cavalos chegaram na América com os conquistadores? Ou mesmo quando estes foram provados ao extremo ao fazer a penosa travessia do Atlântico? Ou ainda uma terceira possibilidade, quando a Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos foi fundada? Todas as respostas são possíveis mas, seja como for, todas elas somam muitos anos, muitas experiências, muita memória. Gerações e gerações de gaúchos, de criadores não só conviveram mas mais, se apaixonaram por este nobre animal. E o que é o cavalo senão uma paixão? Mas o tempo é indelével. Grandes cavalos ascenderam a um patamar de estrelas, de mitos. E suas histórias ainda se perpetuam pelas mangueiras, pelos galpões, pelos corredores das cocheiras. Histórias genuínas, de vitórias, de imprevistos, histórias carregadas de sentimentos. Histórias vivas que vêm sendo contadas e recontadas, pura oralidade, puro imaginário. O grande poeta argentino Atahualpa Yupanqui falou certa vez: “Cuando se muere um señor de campo, es como si queimara una biblioteca”. Compartilho do pensamento. Quantos grandes ginetes, quantos grandes domadores, quantos grandes criadores já nos deixaram? E quantas destas histórias simplesmente desapareceram sob a poeira do tempo? Assim, na ânsia de preservar esta oralidade viva dos galpões, de preservar este verdadeiro legado cultural, nasceu o projeto Esteios da Raça - As grandes histórias do Cavalo Crioulo. (Henrique Fagundes da Costa)

Objetivos

Objetivo Geral: Lançar o primeiro e segundo volumes do livro Esteios da Raça _ As Grandes Histórias do Cavalo Crioulo. Objetivos Específicos - publicar 120 histórias divididas em 2 volumes do Livro Esteios da Raça _ as grandes histórias do cavalo crioulo; - produzir 2 mil unidades de cada um dos dois volumes, totalizando 4 mil unidades do livro; - distribuir as 120 histórias escritas no livro nas plataformas digitais, como audiolivro, e cumprindo assim, também, ações de acessibilidade de conteúdo; - registrar em audiovisual as viagens e entrevistas, transformando em um documentário as 120 histórias que farão parte do livro; - publicar/disponibilizar o documentário audiovisual no youtube; - distribuir o audio do documentário em formato de podcast nas plataformas digitais, distribuindo, assim, as 120 histórias em formato de entrevista.

Justificativa

A narrativa é o método mais antigo utilizado pelas civilizações para dar continuidade à memória e à história, e passar conhecimentos para as novas gerações. Embora antigo, está sempre se renovando e constitui material vivo e fluído, já que a oralidade é passível de modificações. Além disso, compreende-se que não há experiência humana que não possa ser narrada e que o uso de narrativas orais se difunde juntamente com a tomada de consciência da importância de contar as histórias. Histórias de vida, de pessoas, de grupos sociais, percepções, são todos componentes importantes da formação dos indivíduos que envolvem. O indivíduo que narra é, portanto, um ser em constante modificação que se utiliza das narrações ouvidas juntamente com suas experiências de vida para narrar suas próprias histórias. Neste sentido, o projeto que aqui se apresenta irá possibilitar que narrativas de importância simbólica e identitária para um determinado povo sejam registradas em 4 diferentes suportes artísticos-culturais: livro, podcast, documentário e audiolivro, com o objetivo de garantir sua continuidade, sua valorização e sua divulgação. Segundo Rubem Oliven (2006), há uma extensa literatura que mostra o papel que a nostalgia rural exerceu sobre intelectuais urbanos em diferentes países que passaram por processos de urbanização. É quando a vida no campo começa a se modificar num ritmo mais rápido e quando há um crescimento da população urbana que surgem intelectuais que ajudam a recriar o que seria o passado rural (OLIVEN, 2006). Justifica-se assim, o empenho desta proposta em efetivar a conservação de memória e identidade descritas ao longo deste texto. O tema central são as interações culturais dos individuos envolvidos com a criação e conservação do cavalo Crioulo no Rio Grande do Sul, este que foi considerado patrimônio cultural do Estado em 2002, Estado este que detém 80% da criação destes animais em seu território. Estas pessoas criam associações, clubes, encontros regulares, feiras, provas de habilidades, entre muitas outras atividades em torno deste animal. O cavalo crioulo teve importância fundamental para a constituição deste Estado, sendo força motriz, mas hoje foi largamente substituído por sistemas mecanizados. No entanto, mesmo com a modernização e menores demandas para a utilização do cavalo, com a atualidade colaborando para que não haja mais espaço para a figura rural e eqüestre do gaúcho, mesmo com isso, o interesse pelo cavalo permanece. O Cavalo Crioulo é considerado pelos seus criadores como o mais "legítimo" dos cavalos que foram introduzidos nas Américas pelos colonizadores Espanhóis, sendo que até 1500 não havia este animal no Continente Americano. É interessante observar que não existe nas línguas originais do Continente Americano nenhum termo que signifique cavalo. Todos os vocábulos que atualmente existem são derivações da palavra caballo do espanhol: cavayú em guarani, caavarú em tupi, cahuellu ou cahuallo em araucano, cahualk em gennaken, cahuel em tehuelche, cavallo nos acomas, cavaio nos moquis, cavayo em paiute, cahuay nos kansas, cahua nos osages, kaviyo nos pimas (ASSUNÇÃO, 1978). As documentações de colonização expõem que foram trazidos entre vinte e cinco a trinta cavalos para a América. Em menos de oitenta anos, o rebanho cavalar do Sul da América do Sul, em especial pampa da Argentina e o Rio Grande do Sul, chegou a muitos milhares de cabeças. Assim, esses animais serviriam de marco na colonização e conquista de todo o território da América do Sul, servindo para a expansão europeia no território. Porém, no final do século XIX, a captura e domesticação desenfreada ameaçaram a raça, pois cruzamentos com outras raças europeias e norte americanas estavam fazendo o crioulo sul americano perder as suas características originais. Preocupado com a preservação da raça "crioula", o argentino Emilio Solanet (1887- 1979) - Doutor em veterinária, produtor agropecuário e dirigente político Argentino - buscou, nos anos 20 do século passado, junto às tribos indígenas na província de Choubut, perto da região dos Andes, éguas crioulas de elevado padrão racial dando início a uma seleção. Foi o passo inicial. Nos diferentes países da América Latina a investida foi a mesma, e no Brasil, mais precisamente no Rio Grande do Sul assumiu-se o "crioulo" até mesmo como patrimônio do homem do pampa. Em 1932, com o intuito de desenvolver e melhorar a raça crioula, foi fundada uma associação de criadores na cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul. Foi a partir daí que o cavalo nativo das coxilhas e pampas do Rio Grande do Sul passou a ser enquadrado dentro de um modelo racial determinante e que é perseguido até hoje pelos aficionados. Para ilustrar melhor o quanto o cavalo crioulo está presente no sentimento de pertencimento deste povo, podemos comparar ao que PRITCHARD em 1978 coloca: "Eles estão sempre falando de seus animais, algumas eu me desesperava porque jamais discutia qualquer coisa com os jovens que não fosse sobre os animais. Qualquer assunto que começasse, e de qualquer ângulo que o abordasse, logo estávamos falando de vacas e bois. Deve-se não somente ao grande valor econômico, mas também ao fato de que constitui o vínculo de numerosos relacionamentos sociais". É notável nos encontros destas pessoas a preocupação com os seus animais, a verificação do modo como eles andam, pisam, as correções de falhas, as trocas de conhecimentos e de experiencias e até mesmo, a capacidade de alguns de ao observar um cavalo conseguir saber apenas através do ato de olhar qual sua linhagem, sua mãe e seu pai. Eles identificam os animais e se auto identificam ao mesmo tempo como conhecedores, especialistas, mestres no seu campo, ou seja, no universo do cavalo crioulo. Observa-se também uma identidade muito forte das pessoas com as suas marcas, ou seja, os símbolos que identificam cada cabanha. Esses são dos mais variados e identificam a procedência dos animais. Os proprietários fazem questão de exibir a sua marca, sejam em camisas, cintos, chapéus além é óbvio de seus animais. É outro aspecto desta cultura que evidencia as questões identitárias e de pertencimento social e cultural envolvidas. As peculiaridades do Rio Grande do Sul contribuem para a construção de uma série de representações em torno dele que acabam adquirindo uma força quase mítica que as projeta até nossos dias. As atividades em prol do cavalo crioulo estão ligadas à emoção, na satisfação de fazer algo bem feito e de ser reconhecido pelos seus pares. Uma necessidade de se integrar com a natureza e de identificação com as raízes gaúchas na medida em que muito dos criadores não possui ou possuiu vínculos com o meio rural. Maria Eunice Maciel diz que a figura do Gaúcho é unificadora, ou seja, ela extrapola os limites originais servindo como referencial a todos os habitantes do Estado, mesmo para os originários de regiões onde não havia estâncias e tivesse sido povoada por populações de outra extração que não a Lusa. É, sobretudo uma forma de integração social e manutenção de uma tradição iniciada em alguns casos por quatro ou cinco gerações passadas. Esse grupo social se reinventa, se redescobre, se moderniza, seja através da divulgação de suas atividades em revistas especializadas, na internet e também na televisão. Busca a integração e a troca de experiências, independente de gênero, pois cada vez mais o universo dos crioulistas também é ocupado pelas mulheres que se fazem sempre presentes. Os principais exemplares do cavalo crioulo merecem destaque nessa história. Cada um deles possui uma trajetória única, marcada por suas habilidades, conquistas e contribuições para o desenvolvimento da raça. Esses cavalos são verdadeiros tesouros vivos, valorizados por criadores e admiradores, que reconhecem sua excelência e importância na preservação da raça crioula. (continua em Outras Informações...)

Estratégia de execução

(continuidade da justificativa...) Sabendo disso, este projeto pretende sintetizar alguns desses destaques. O principal produto aqui será a edição de um livro: Esteios da Raça – As Grandes Histórias do Cavalo Crioulo. Para dar forma ao livro, essas histórias serão escritas a partir de entrevistas com crioulistas do Brasil, Uruguai, Argentina e Chile. Uma lista preliminar conta com aproximadamente 40 nomes entre cidades como Bagé, Uruguaiana, São Borja, Pelotas, além de Estâncias importantes na história da raça, como a La Invernada, em Cerro Largo, no Uruguai. Todas essas entrevistas serão somadas às pesquisas e notas dos autores, Henrique Fagundes da Costa, pesquisador e grande apaixonado pela raça e cultura riograndense, e Telmo Motta, jornalista e crioulista; além de imagens e ilustrações enriquecerão do conteúdo escrito. De todo este material, serão selecionadas pelo menos 120 histórias desses entrevistados, que serão publicadas em 02 volumes impressos. Cumprindo ações de acessibilidade de conteúdo e pensando em mais um produto cultural que pode ser ofertado ao público, todas essas histórias serão narradas tal qual escritas no livro, e publicadas nas plataformas digitais, como um audiolivro. Essa prestação de serviço será feita pelo artista e radialista Leôncio Severo, através dos estúdios da Radiosul.net. A rádio, que traz em sua programação somente assuntos relacionados à tradição gaúcha, também promove semanalmente um programa a respeito do Cavalo Crioulo. Leôncio também atua na cobertura televisiva dos eventos do Cavalo Crioulo no Brasil, portanto, mais um profissional da equipe totalmente familiarizado com o tema deste projeto. Ampliando ainda esta proposta, e pensando na riqueza de imagens e detalhes que iremos encontrar ao sairmos em busca dessas histórias, pretendemos ainda registrar cada uma das viagens e entrevistas, e transformá-la em um documentário audiovisual, que será publicado na internet posteriormente. A ideia é de que o documentário seja disponibilizado no youtube alguns meses depois do lançamento do livro, para que o público também possa acompanhar como foi a construção do mesmo, além de conhecer seus interlocutores, os personagens e a paisagem através das imagens, mas não interfira na venda dos mesmos, e sim seja mais um fator que aguce curiosidade, provoque mais buscas ao livro e se torne um material complementar. Esse documentário, terá seu audio também publicado nas plataformas digitais, como um podcast, concomitantemente à sua distribuição no youtube. A equipe será técnica e enxuta: Henrique e Telmo, o autores, serão acompanhados em todo o processo pela produção executiva do projeto (e proponente), a equipe de foto e filmagem composta por 03 profissionais também ligados ao cavalo crioulo, portanto acostumados à registrar os animais com extrema qualidade, que farão os registros e edições de imagens, a assessoria técnica será prestada pelo também autor, jornalista e também crioulista Telmo Motta, portanto exímio conhecedor da área. Em resumo, o cavalo crioulo no Rio Grande do Sul é um símbolo vivo da história, da tradição e da cultura gaúcha. Sua trajetória desde os tempos coloniais até os dias atuais é uma prova da importância desses animais para o desenvolvimento e a identidade do Estado. Valorizar e contar sua história é honrar não apenas o cavalo crioulo, mas também as gerações de gaúchos que construíram. Vale salientar que toda essa pesquisa provavelmente ainda deixe material para volumes posteriores, pois só teremos dimensão do coletado quando de fato o fizermos. Mas iniciamos aqui, com estes primeiros. Após sua publicação impressa, pretendemos ainda fazer pequenas ações de lançamento em 06 municípios: Bagé, Pelotas, Jaguarão, Caxias do Sul, Uruguaiana e Esteio, onde acontece o maior evento do cavalo crioulo no país: o Freio de Ouro, onde o livro será ofertado em preços promocionais, e o público terá a oportunidade de ouvir o autor, Henrique, falando sobre o todo o conteúdo, e trocar informações e ideias com o mesmo. No decorrer deste formulário, maiores explicações a respeito de tudo o que será ofertado através deste projeto, que se enquadra no art. 1º da Lei 8313 em todos os incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende o art. 3º em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

O livro físico, cada um dos dois volumes, foi orçado de acordo com o seguinte detalhamento: Revestimento: 24x32,5cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Fosco LD 150g.Miolo : 220 pgs, 21x27,5cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Brilho LD 115g.Guardas: 4 pgs, 41x27,5cm, 4 cores, Tinta Escala em Offset LD 150g.SobreCapa: 62,2x28,3cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco LD 170g. (3 modelos)papelão: 2 folhas, 20,5x27,5cm, sem impressão em Papelão 1090g.Lombada:15mm, Dobra(S)(Miolo ), Intercalar(Miolo ), Costura(Miolo ), Vinco, Colagem Revestimento(Revestimento), Lombada SuperPUR(Miolo ), Prolan Fosco, Nº Lados 1(Revestimento), Uv Local Padrão, Nº Lados 1(Revestimento), Entrega Poa Carro, shinrink,CABEÇAL.Obs.:Cabeçal Preto

Acessibilidade

Como já trazido, Esteios da Raça – As Grandes Histórias do Cavalo Crioulo terá sua versão em audiolivro distribuída nas plataformas digitais, promovendo assim a acessibilidade de conteúdo. Para os vídeos do documentário, os mesmos terão disponibilidade de legendas, além do seu audio distribuido em formato de podcast nas plataformas digitais, o que também contribui com o público invisual. Nas ações de lançamento, teremos uma intérprete de libras acompanhando todos os eventos para fazer a tradução do exposto pelo autor do livro, além de assessoria especializada em audiodescrição.

Democratização do acesso

Como ações de democratização de acesso, respeitaremos o citado nos artigos 27 e 28 da IN 01/2023: - 10 % para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, que serão doados para escolas e bibliotecas públicas do Estado do Rio Grande do Sul; - pelo menos 20% para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta: os livros ofertados à venda nas ações de lançamento serão vendidos a valores promocionais cumprindo tal regra. - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; - quando publica o documentário no youtube; - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - quando, nas ações de lançamento, coloca o autor em contato direto para um bate papo com seu público a respeito do conteúdo do livro e documentário; Todas as ações serão documentadas e apresentadas no momento da prestação de contas.

Ficha técnica

PRODUÇÃO ADMINISTRATIVA E EXECUTIVA - CONFRARIA DA PRODUÇÃO (proponente) Currículo do proponente anexado nos documentos pertinentes. Rubrica de produção executiva listada nos itens da planilha orçamentária, e produção administrativa será remunerado através do item custos administrativos do projeto. PESQUISA E ESCRITA DO LIVRO: HENRIQUE FAGUNDES DA COSTA E TELMO MOTTA HENRIQUE FAGUNDES DA COSTA Henrique Fagundes da Costa nasceu em Bagé, formado em Medicina Veterinária pela URCAMP em 2011 e desde 2000 atua como Produtor Rural. Iniciou suas pesquisas que resultariam no Projeto Influência em 2003, visitando acervos particulares, Museus e Bibliotecas. - Pesquisou em Museus, Arquivos e Bibliotecas no Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Portugal, Inglaterra, França e Itália. - Produção de vestuário, figurantes e locações para a produção de imagens para o Projeto Influência. - Integrante da Rural Jovem de Bagé, onde criou o Memorial do Gaúcho, realizando desfiles temáticos retratando cenas da História do Rio Grande do Sul nos anos de 2007, 2008. - Participação de inúmeros Concursos de Aperos de uso tradicional, em cidades como Santana do Livramento, Pelotas e Bagé. - Jurado Concurso de Aperos Santana do Livramento, 2018. - Criou o primeiro Concurso de Aperos Crioulos de uso tradicional de Bagé, 2009. - Organizou o lançamento do Projeto Influência com uma exposição de rua em Porto Alegre, espalhando centenas de obras pela cidade. - Integrante da Comissão de Cultura da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos. 2018-2020. - Produção e apresentação de colunas de caráter cultural em rádios web do Rio Grande do Sul e Santa Catarina desde 2018. - Palestrou no 2° curso Charlando Equitación, Santana do Livramento, 2018. - Produção da Exposição Pampeanos, em setembro de 2019, contendo telas e artefatos indígenas e gauchescos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. - Trabalhou na pesquisa e roteiro da série Influências – A Formação da Identidade do Gaúcho, produzida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. - Produção da Exposição Pampeanos, em agosto de 2019, contendo telas e artefatos indígenas e gauchescos no Espaço Cultural da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos durante a EXPOINTER. - Palestrou no 2° Encontro Internacional de Prateiros, em Bento Gonçalves. 2019. - Escreveu diversos artigos para plataformas digitais como Estância Virtual, Cosasdel Campo, Estâncias Gaúchas, entre outros. 2018-2022. - Palestrou no Primeiro Ciclo de Palestras da plataforma Estâncias Gaúchas. 2020. - Produziu e participou de diversas Lives, transmitidas por plataformas digitais. 2019-2021. - Escreveu artigos para a revista Campo Nativo & Pastagens, edição 01 e 02. 2020 - Publicou o livro Influência, 1º edição. 2020. TELMO PORTO MOTTA Jornalista, formado pelo IPA em 2013. Trabalhou como repórter, locutor e apresentador na Radiosul.net e rádio da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Na Radiosul.ne, foi produtor do programa Cavalo Crioulo em Debate por 03 anos. Como assessor de imprensa foi responsável pela comunicação do Instituto Rio-grandense do Arroz e do Movimento Tradicionalista Gaúcho. Oriundo de família crioulista, que cria desde 1982. Hoje titular da Cabanha Itaperaju. Participação na equipe de organização dos campeonatos de laço e paleteada da ABCCC (Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo). Integrou a subcomissão jovem e de laço da ABCCC. ASSESSORIA TECNICA E JORNALÍSTICA TAMBÉM POR TELMO MOTTA.

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul