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Publicação do livro "Expedição Climática", sobre territórios que correm o risco de se tornarem inabitáveis e submergirem com o aumento do nível do mar. Realização da palestra "Expedição Climática", como contrapartida social. Produção do documentário em média-metragem "Expedição Climática".
O tema central do livro será contar as histórias de pessoas das chamadas “pequenas ilhas”, os países considerados os mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas, em especial pelo aumento do nível do mar, a fim de retratar suas realidades diante do seu futuro incerto com a perda de suas terras, seus modos de vida e suas culturas. A abordagem para tal se dará através de entrevistas, visitas a locais afetados e a convivência em si com essas populações ao longo do projeto, buscando uma compreensão empírica do que a possível “extinção” de seus países significará para elas. Introdução - COP 28: Uma conferência climática no paraíso do combustível fóssil No final de 2023, Dubai sediará a conferência climática, que ocorre anualmente, e ela já está envolta de polêmicas – uma vez que a cidade faz parte dos Emirados Árabes Unidos, um dos maiores exportadores de combustíveis fósseis do mundo. Este será o ponto de partida para contextualizar o momento político e os esforços (ou a falta deles) na corrida contra o tempo a fim de mitigar os efeitos das mudanças climáticas no planeta. Capítulos: 1. Fiji: a liderança no Pacífico O primeiro capítulo do livro se dará em Fiji, utilizando como gancho a 1ª Conferência das Ilhas do Pacífico sobre Ciência e Administração dos Oceanos, que possibilitará aprofundar o texto no impacto do aquecimento global sobre os oceanos, em especial, o aumento do seu nível. 2. Vanuatu: a justiça climática entrando em pauta Em março de 2023 o pequeno arquipélago de Vanuatu conseguiu um dos maiores feitos do direito internacional que foi a aprovação unânime da Assembleia Geral da ONU para que a Corte Internacional de Justiça, em Haia, na Holanda, desse seu parecer a respeito da responsabilização de governos para que ajam contra as mudanças climáticas, e possíveis consequências caso não o façam. A ideia é contar a história dessa vitória de Vanuatu e como ela abre precedente para não apenas governos, mas organizações das mais diversas naturezas façam o mesmo. 3. Ilhas Salomão: as ilhas já desaparecidas Em 2016 as Ilhas Salomão ganharam o noticiário por conta de 5 de suas ilhas que foram engolidas pelo mar, entre elas ao menos uma era habitada. Essa já é uma constatação que as previsões de elevação do nível do mar não são alarmismo climático. 4. Tuvalu: um país migrando para a realidade virtual Tuvalu é um dos países que mais tem sucesso em chamar a atenção da comunidade internacional para a questão climática – tanto por ele ser um dos mais vulneráveis entre os vulneráveis (sendo composto por atóis, o ponto mais alto do país não chega a 5 metros), quanto pelas ações midiáticas em trazer luz ao perigo da elevação do nível do mar. Entre elas, a que ganhou mais destaque foi o anúncio do governo de que iria “recriar” todo o país no Metaverso, a fim de salvaguardar, principalmente, a sua cultura para as futuras gerações, caso o pior venha a se confirmar. 5. Kiribati: a cultura guerreira frente ao aquecimento global Um dos mantras mais utilizados por organizações sociedade civil ao redor do Pacífico é “Nós não estamos afogando. Nós estamos lutando”. O arquipélago de Kiribati parece ser o melhor exemplo para tratar do tema do combate às mudanças climáticas devido a um de seus principais traços culturais: as diferentes artes marciais tradicionais do país que foram criadas ao redor de suas ilhas. 6. Tonga: entre ciclones, vulcões e tsunamis A elevação do nível do mar é apenas um dos muitos problemas que os países mais vulneráveis têm de lidar. Utilizando como gancho a erupção de um vulcão submarino no Reino de Tonga, em 2021, esse capítulo buscará contar como o país tem de lidar com as catástrofes naturais que afetam sua economia e sociedade, ao mesmo tempo que estão na linha de frente da elevação do nível do mar. 7. Samoa: onde “placenta” e “terra” têm o mesmo significado Em Samoa, a palavra que liga a placenta e a terra é fanua. Uma das tradições do país é enterrar o cordão umbilical na terra onde se viverá, em geral, um local habitado há muitas gerações pela mesma família. Esse tipo de ligação com a terra é também a conexão com a ancestralidade de um povo, fazendo parte de sua identidade como nação – isso é verdade por praticamente todos os povos originários ao redor do planeta. 8. Austrália e Nova Zelândia: a questão dos “refugiados climáticos” Esses dois países se tornaram a residência de grande parte de imigrantes vindos das outras ilhas do Pacífico em busca de melhores condições econômicas de vida. Assim, por conta da proximidade cultural e geográfica, Austrália e Nova Zelândia também são vistos como os receptores naturais dos potenciais “refugiados climáticos” do Pacífico. 9. Indonésia: uma capital afunda, outra é construída Da Oceania nós vamos para a Ásia, começando pela Indonésia, para compreender os efeitos da elevação do nível no quarto país mais populoso do planeta. Aqui se contará do plano indonésio de mover toda sua capital, Jacarta, para outro lugar, pois a cidade já está, literalmente, sendo inundada com o avanço do mar. 10. Maldivas: como elevar um país antes que o mar o engula As Maldivas é um dos mais famosos destinos turísticos no mundo e também um dos países mais vulneráveis diante da elevação do nível do mar. Diante disso, o atual governo maldivo possui um projeto para construir uma cidade flutuante que abrigue cerca de 20 mil pessoas, 11. Seychelles: usando a natureza contra a mudança climática Ainda no Oceano Índico, mas agora na costa africana, está Seychelles. Diante dos efeitos das mudanças climáticas, a principal linha de trabalho é encontrar maneiras de utilizar a própria natureza – tanto em conservação como restauração – como resposta aos desequilíbrios que lhe é causada pelo aquecimento global. 12. Cabo Verde: salvando um país com a economia azul Cabo Verde lançou em janeiro de 2023 a plataforma financeira Blu-X, que tem por objetivo os investimentos em instrumentos financeiros para capitalizar projetos focados na economia sustentável. 13. Barbados: reconfigurando as instituições financeiras A primeira-ministra Mia Mottley colocou seu pequeno país Barbados no centro das discussões globais sobre a questão climática ao anunciar, na COP 27, o lançamento da Iniciativa Bridgetown, que entre outras coisas, busca fazer com que os países mais ricos a pagarem pelas consequências sofridas pelos países mais vulneráveis. 14. Bahamas e as Pequenas Antilhas: o que será do Caribe sem suas praias? Os problemas causados pela elevação do nível do mar não se limita tornar um país inabitável, ou até mesmo submergi-lo. A diminuição da faixa litorânea pode quebrar um país economicamente quando o turismo é o seu principal motor. Esse é fantasma que assombra países como Bahamas e outros países das chamadas Pequenas Antilhas. 15. Brasil: oito mil quilômetros à beira de um mar que se eleva O Brasil é um país que possui uma costa de proporções continentais. Algumas cidades já foram mapeadas como mais vulneráveis frente ao avanço do mar sobre a costa brasileira: Recife, Salvador, Natal, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Santos, estão entre elas. Esse capítulo buscará trazer o panorama nacional em relação a esse tema. Conclusão: COP 30, a caminho de Belém A conclusão do livro se dará em Belém, no Pará, alguns meses antecedendo a COP 30, em novembro de 2025. Por acontecer numa cidade amazônica no país que é uma liderança natural na questão ambiental e num governo que tem a mitigação das mudanças climáticas como bandeira, o evento será um dos mais aguardados do ano. Assim, a conclusão se dará no resgate dos avanços da comunidade internacional, assim como do governo brasileiro, no combate ao aquecimento global, e o que isso significou para as pessoas que estão na iminência de perderem tudo – de suas terras à própria identidade como um povo.
Objetivo Geral O projeto "Expedição Climática" tem como objetivo publicar um livro que abordará a situação atual de vários países ameaçados de desaparecimento devido ao aumento do nível do mar provocado pelas mudanças climáticas, sob uma perspectiva humanística, focando nas populações e territórios ameaçadas em diferentes partes do mundo (pequenas ilhas do Pacífico, Caribe, Ásia e África). Trata-se de um registro inédito e urgente, que irá documentar a cultura, a história e a identidade das comunidades presentes nestas ilhas sob eminente risco de desaparecimento. Busca assim promover a diversidade cultural e valorizar a história, a cultura e os modos de vida únicos das comunidades que habitam estes locais ameaçados. Ao mesmo tempo, pretende sensibilizar o público para os desafios enfrentados por essas regiões e fomentar a conscientização sobre a importância da preservação ambiental e do combate às mudanças climáticas, servindo de alerta e aprendizado para outros povos que futuramente poderão se encontrar na mesma situação, inclusive em comunidades localizadas no Brasil. Objetivos específicos: a) Produto "Livro"- Publicar 2.500 exemplares em português do livro "Expedição Climática";- Distribuir gratuitamente 1.000 exemplares do livro (250 para o patrocinador, 250 para divulgação e 500 para a população em geral);- Publicar 500 exemplares em inglês do livro "Expedição Climática";- Distribuir gratuitamente 200 exemplares do livro em inglês (50 para o patrocinador, 50 para divulgação e 100 para a população em geral, por meio de Organizações da Sociedade Civil que atuem com questões climáticas). b) Produto "Contrapartidas Sociais" - Realizar 10 palestras "Expedição Climática" com o autor Vinícius Gomes Melo em escolas e/ou universidades públicas de diferentes cidades brasileiras, alcançando pelo menos 500 pessoas, entre alunos e professores. c) Produto "Média metragem" - Produzir um documentário sobre a expedição realizada para a produção do livro, de aproximadamente 40min;- Realizar 10 exibições gratuitas do documentário em diferentes cidades do Brasil, alcançando 500 pessoas;- Disponibilizar o documentário no site oficial do projeto e em plataformas gratuitas de streaming, alcançando 20 mil visualizações nos primeiros 12 meses;- Inscrever o documentário em pelo menos 10 festivais de cinema, tanto nacionais quanto internacionais.
O projeto utiliza-se da lei de incentivo à cultura para buscar parceiros e incentivadores que se identifiquem com projetos de valores humanísticos universais, que valorizem a diversidade cultural e a preservação de diferentes modos de vida, e que compreendam a importância de trazer essas discussões para o Brasil. É fundamental que o Brasil se engaje ativamente na discussão de caráter humanitário e global sobre as comunidades ameaçadas de desaparecimento em regiões vulneráveis. Essas discussões transcendem as fronteiras nacionais e têm repercussões significativas para a preservação cultural e da humanidade como um todo. A preservação cultural é um valor universal e um patrimônio da humanidade. Cada cultura traz consigo uma história, conhecimentos tradicionais, práticas culturais e visões de mundo únicas. Ao destacar a situação dessas ilhas ameaçadas, o projeto reforça a necessidade de proteger e preservar a diversidade cultural, celebrando a riqueza da nossa herança comum. Assim, estabelece pontes entre culturas, promovendo a empatia, o respeito e a compreensão mútua. Ele nos lembra que estamos todos conectados como seres humanos e que as ameaças enfrentadas por algumas comunidades podem ter implicações para o futuro da humanidade como um todo. Assim, o projeto busca sensibilizar o público brasileiro sobre os desafios enfrentados por essas comunidades, destacando a importância de preservar a riqueza cultural que está em risco. Ao propor a abordagem do "jornalismo literário" para este projeto, se faz necessária a vivência do autor nos países a serem retratados, buscando um contato direto com os povos e personagens investigados. Esta investigação "in loco" é fundamental para o sucesso do projeto, pois permitirá ao autor uma experiência direta e imersiva nas realidades das ilhas ameaçadas. Entrevistas com moradores locais, participação em eventos globais de meio ambiente e observação dos impactos das mudanças climáticas fornecerão um conhecimento mais aprofundado e sensível para enriquecer o conteúdo do livro, tornando-o uma fonte confiável e única sobre o assunto. Além disso, essas viagens permitirão ao escritor explorar a rica diversidade cultural das ilhas visitadas. A interação com as comunidades locais e a investigação de suas tradições e costumes, enriquecerão a perspectiva do escritor, possibilitando a representação mais abrangente e inclusiva das culturas retratadas no livro. Sua presença nos eventos globais de meio ambiente também são fundamentais dentro da etapa de pesquisa, o que proporcionará uma compreensão mais ampla das questões climáticas e da importância de preservar regiões ameaçadas em um contexto global, destacando a importância de ações conjuntas e engajamento internacional. Pelas grandes distâncias a serem percorridas ao longo da etapa de pesquisa, os custos de deslocamento serão elevados e por isso se faz necessário apoio para o financiamento dessas viagens. Além disso, existem os custos para a diagramação, ilustração, tradução e impressão dos livros, serviços que movimentarão a cadeia da economia criativa do Brasil para a produção de um conteúdo relevante que poderá se tornar referência no meio literário brasileiro e internacional. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O livro “Expedições Climáticas”', irá apresentar uma jornada extraordinária pelas pequenas ilhas ameaçadas de desaparecimento, utilizando uma narrativa de não-ficção, inspirada no jornalismo literário, envolvente e inspiradora, mergulhando nas histórias e culturas de ilhas que vão do Pacífico ao Caribe, do sul-asiático às costas africanas. Através de relatos de viagens, entrevistas e cobertura de eventos globais de meio ambiente, o autor revelará as lutas e desafios enfrentados por essas comunidades insulares. Das praias paradisíacas que agora são engolidas pelo mar, aos ecossistemas frágeis igualmente ameaçados, cada página é uma janela para a realidade dessas pequenas ilhas em perigo. Com uma escrita que mistura o estilo literário de viagem, crônicas e reflexões sobre a relação entre o ser humano e a natureza, “Expedições Climáticas”' mergulha nas vidas dos habitantes dessas ilhas, oferecendo uma perspectiva autêntica e sensível onde entrelaçam-se histórias de resiliência, perdas, esperanças e lutas por justiça climática. Ao longo dessa jornada literária, o leitor descobrirá a importância de inserir o Brasil nessa discussão humanitária e global, reconhecendo as semelhanças entre as pequenas ilhas ameaçadas e comunidades brasileiras em situação semelhante. A preservação cultural e a valorização dessas vozes tornam-se fundamentais para a construção de um mundo mais justo e consciente. “Expedições Climáticas”' é um convite para explorar o mundo dessas pequenas ilhas e se engajar em uma causa humanitária que transcende fronteiras. É uma leitura imperdível para todos que desejam compreender as complexidades do nosso planeta e se inspirar na luta pela preservação da vida e da cultura nessas terras efêmeras. Como referências de estilo e inspiração para esta obra, o autor destaca títulos consagrados na literatura mundial, como “À margem da história”, de Euclides da Cunha, “O safári da estrela negra”, de Paul Theroux Ébano, “Minha vida na África”, de Ryzard Kapuscinski, “Z. a cidade perdida”, de David Grann, “Sovietistão”, de Erika Fatland, “Caiu do Céu”, de “McKenzie Funk” e “Notícias de um sequestro”, de Gabriel García Márquez, obras que trazem em comum fato de abordarem histórias e relatos de viagem em diferentes contextos e regiões do mundo. Apresentando em alguma medida temáticas sociais, culturais e ambientais e assim, oferecendo perspectivas únicas sobre os lugares visitados. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE IMPACTO AMBIENTAL: Devido à grande quantidade de viagens aéreas previstas no projeto, pretendemos fazer a compensação de emissões de gases de efeito estufa, a ser calculada a partir da quantidade de viagens realizadas e de gases poluentes emitidos nestas viagens. A neutralização do efeito desses gases se dará por meio de organizações ambientais que prestam este tipo de serviço, realizando a plantio do número de árvores proporcional à quantidade de gases de efeito estufa gerados no decorrer do projeto.
LIVRO VERSÃO EM PORTUGUÊS (2500 exemplares) Quantidade aproximada de páginas: 500 Dimensões: fechado 15,8 x 23,0 cm Capa: Tamanho aberto 39,7x27,0 cm em papel BARTIRA Cartão LD 250 g/m2 impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Digital Capa, Laminação Fosco F, Capa Flexível com Guarda no tamanho 15,8x23,0 cm em papel BARTIRA Off Set LD 240 g/m2 impressos à 0x0 cores. Acabamentos: Dobra Individual Miolo: Aproximadamente 400 páginas no tamanho 15,8x23,0 cm em papel BARTIRA Polen Bold LD 90 g/m2 impressos à 1x1 cores. Aproximadamente 100 páginas no tamanho 15,8x23,0 cm em papel BARTIRA Polen Bold LD 90 g/m2 impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Dobra Finalizações: Alceados e Refilados, Costura, Colagem de Guarda, Shirink Individual, Encaixotamento LIVRO VERSÃO EM INGLÊS (500 exemplares) Quantidade aproximada de páginas: 500 Dimensões: tamanho fechado 12,0 x 18,0 cm Capa: tamanho aberto 32,1x22,0 cm em papel BARTIRA Cartão LD 250 g/m2 impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Digital Capa, Laminação Fosco F, Capa Flexível com Guarda no tamanho 12,0x18,0 cm em papel BARTIRA Off Set LD 240 g/m2 impressos à 0x0 cores. Acabamentos: Dobra Individual Miolo: Papel BARTIRA Polen Bold LD 90 g/m2 impressos à 1x1 cores. Acabamentos: Dobra Finalizações: Alceados e Refilados, Costura, Colagem de Guarda, Shirink Individual, Encaixotamento
A) PRODUTO: LivroACESSIBILIDADE FÍSICA/ ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O livro será disponibilizado gratuitamente no site do projeto em uma versão eletrônica convertida no formato EPub3, adequado para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. B) PRODUTO: Contrapartida social - Palestras:ACESSIBILIDADE FÍSICA: As 10 palestras presenciais serão realizadas em locais adaptados para o pleno acesso de para portadores de necessidades especiais, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Presença de um intérprete de LIBRAS nas 10 palestras presenciais a serem realizadas pelo projeto DEFICIENTES VISUAIS: Utilização de linguagem oral e apresentação descritiva nas 10 palestras presenciais a serem realizadas pelo projeto ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. c) PRODUTO: Média metragem ACESSIBILIDADE FÍSICA: As 10 sessões gratuitas do filme serão realizadas em locais adaptados para o pleno acesso de para portadores de necessidades especiais, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Legendagem descritiva na versão do filme disponível no site do projeto e plataformas de streaming DEFICIENTES VISUAIS: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica.
De acordo com o art. 28 da IN nº 01/2023, adotaremos as seguintes medidas de democratização do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal -> Todo o conteúdo do projeto estará disponível no site do projeto (livro completo na versão e-book e documentário).
Coordenação Geral: Editora Koju - Proponente Pesquisa e Textos: Vinícius Gomes Melo Projeto Gráfico e identidade visual: Eduardo Alvarado Produção Audiovisual: Poétika Direção Curta-metragem: Flávio Ermírio Gestão Administrativa: Mateus de Lima Currículos: Editora Koju - Theo Horesh Brettas 35019156833 (Proponente) A Editora Koju nasceu da experiência e atuação de sua equipe em grandes editoras como a Editora Abril, Pinus Editora e a Editart, com décadas de atividade no mercado editorial e milhares de publicações periódicas e livros e vídeos lançados no Brasil. Pelo selo Koju, foram lançados os Florestas Imaginárias (2019), Tô Levitando (2019), A Poesia das Coisas (2019). Em 2022 foi contemplada pelo ProAC/SP e lançou o livro Rua Qualquer, Sem Número, de Marcelo Brettas, com prefácio do Padre Júlio Lancellotti, livro que obteve grande espaço na mídia e reverberou nos meios editoriais. Neste projeto o proponente irá exercer a atividade de Coordenação Geral, ficando responsável pela gestão e tomada final de decisões em todas as instâncias do projeto. Essa função consta da planilha orçamentária e será remunerada com os recursos do projeto. Vinicius Gomes Melo LITERATURA Autorais: Eu sou – Ensaios de transformação (Editora Liro, 2016) Entre espelhos e fumaça (Editora Letramento, 2019) Bernie Sanders: a revolução política além do voto (Editora Letramento, 2020) Tradução: Em estado de choque: sobrevivendo em Gaza sob o ataque israelense (Autonomia Literária, 2016) Ghoswriter: +10 livros escritos sobre empreendedorismo, política, desenvolvimento pessoal, saúde e autobiografia JORNALISMO Diversos artigos para Revista Fórum, revista Caros Amigos, revista Cidadanista e portal Outras Palavras, como: Mujica: “A luta de classes é como o sol e as estrelas. Negá-la é negar a realidade” (Mar. 2015) Paraísos perdidos: a extinção das ilhas do Pacífico Sul (Jun. 2014) Massacre na Nigéria: “É solitário morrer na África” (Jan. 2015) Brasil, país pacífico? (Mar. 2017 – Revista Caros Amigos / Matéria citada em plenário na Câmara dos Deputados) Os espinhos no caminho entre África e o Tribunal Penal Internacional (Jan. 2017) Em ThuleTuvalu, as primeiras vítimas da mudança climática (Abr. 2015) ROTEIRO PARA VIDEOCLIPE Hotelo - “Eu te...” - https://youtu.be/LjRMKiO4XVc ROTEIRO JOGOS ELETRÔNICOS Webcore: A Próxima Onda – Uma ficção interativa baseando-se num simulador de mensagens em tempo real no qual cada decisão tomada nas conversas pode alterar sua percepção das pessoas e o final da história Eduardo Alvarado Designer gráfico e consultor de marca. Pós-graduado em design, esta há mais de 20 anos no mercado em agências de propaganda, empresas e clientes independentes. Nesse período empregou sua direção de arte e design em peças publicitárias, criação de marcas, eventos, campanhas publicitárias, lançamento de produtos, cases, varejo, endomarketing, sites e projetos gráficos de livros, revistas e cds. Expertise: • Direção de arte e design gráfico; • Marca: criação, gestão e consultoria; • Projetos gráficos para revistas, livros e cd’s; • Consultoria de marketing; Clientes atedidos: Nike • Levi’s • Sony • Burguer King • North Face • Jansport • ISEG Lisboa • TIM • Natura • Atlântica Hotels • Ministério Público de São Paulo • Bayer • Braskem • Cinemark • Unimed • Claro NET • Sodexo Poétika (WHITE SWEET TACO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA) Produtora audiovisual criada em 2011 com o propósito de produzir conteúdo nacional de cultura e entretenimento, por meio de peças de teatro, audiovisuais, exposições, cursos, etc. É cadastrada como produtora brasileira independente na Agência Nacional do Cinema – ANCINE, sob nº 25.234. A partir de sua constituição, participou ativamente da produção artística e cultural nacional, com destaque a seguir para algumas de suas atividades: - Musical nacional “Entreagora” - Coordenação de Pré produção (2011) - Espetáculo teatral musical “O Chapeleiro Maluco” (2012) - Festival de cinema juvenil GIFFONI FILM FESTIVAL BRASIL (2013) - Workshop internacional denominado FILMTALKS (2013) - Projeto DOCSP (8 edições: 2015 - 2022) - Produção do curtametragem “Impenetrável”, (2016) - Produção da peça de teatro “O Bosque Soturno” (2017) - Produção do curta metragem “Toda Coração” (2017) - Prestou serviços administrativos pro “Musical Dona Ivone Lara Um Sorriso Negro” (2018) - Produção da peça teatral "Fábula e Roda dos três amigos" (2019) - Co-produção do documentário em curta-metragem “CASA:MASI MULHERES” (2021) - Produção do podcast “CONTOS DA CAPIVARA” (2022) - Longa-metragem de ficção “A CASA DA ÁRVORE” (2023) Flávio Ermírio Diretor, produtor e dramaturgo com passagens por importantes núcleos de formação como New York University (roteiro para cinema e televisão), ESPA Primary Stages (dramaturgia), e Yale University (direção para Teatro) e, no Brasil, Núcleo de Dramaturgia SESI/British Council. Em 2011 constituiu a White Sweet Taco Produções Artísticas Ltda., empresa de produção cultural, cursos e consultoria. Foi professor e sócio fundador da Operahaus Produções Artísticas e Culturais Ltda, escola e produtora de cinema, onde desenvolveu e lecionou os cursos de Roteiro Para Cinema e ShowRunner: Roteiro e Produção de Séries de TV e supervisionou dezenas de produções de curta metragens de alunos, entre 2013 e 2016. Como diretor de audiovisual, gravou diversos clipes musicais e vídeos institucionais. Seu primeiro curta metragem autoral (Produção, Roteiro e Direção), Impenetrável, de 2016, foi selecionado para o Short Film Corner de Cannes e outros festivais internacionais, ganhando o prêmio de Melhor Curta Metragem Estrangeiro no London Independent Film Awards. Seu segundo curta metragem autoral (Produção, Roteiro e Direção), Toda Coração, foi gravado em 2017 e selecionado em 5 festivais internacionais. Entre 2020 e 2022 gravou mais três curtas metragem: “Culto Pessoal”, ganhador do prêmio de Melhor Ator no Berlin Indie Film Festival; “O Último Salto”, atualmente em processo de inscrição em festivais e “Travessias”, em finalização. Mateus de Lima Produtor cultural e consultor para leis de incentivo e editais culturais, trabalhou por 5 anos nos programas “Núcleo de Memória” e “Arte e Tecnologia” da Fundação Telefônica e por 2 anos na área de “Desenvolvimento Cultural e Patrocínios” da Telefônica/Vivo. Desde 2013 atua como consultor e produtor cultural independente, elaborando projetos para leis de incentivo e editais e fazendo a produção executiva de projetos culturais. Entre 2017 e 2018 foi técnico da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, na Coordenação de Cidadania Cultural, área de Fomentos Culturais. Principais projetos • “Loreta - Álbum de estreia” (Música, 2023). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Turma do Folclore - Lidando com as emoções” (curta-metragem em animação, 2023). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Festival CHIII - 2ª, 3ª e 4ª edição (Música). Coordenação administrativa e prestação de contas (2021, 2022 e 2023). • “O Amor e seus fins” (Teatro, 2022). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Conexões Criativas Rec Beat” (Música, 2021). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Festival REC BEAT SP” (Música, 2021). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Fé Refeita - Kimani” (Audiovisual, 2020). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Turnê Luiza Lian - Azul Moderno” (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Entre Muros e Poesias - Fernaum”, (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Festival AMOBANTU” (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Espetáculo “Umbigo - Gero Camilo”, Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Gravação do álbum “Quartabê - Lição #2: Dorival” (Música, 2018). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Mulheres Ácidas” (Teatro, 2017). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas.
PROJETO ARQUIVADO.