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PRONAC 234664Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CARTAZES FERROVIÁRIOS (SALVAGUARDA, CATALOGAÇÃO, EXPOSIÇÃO E CATÁLOGO)

ASSOCIACAO DOS ENGENHEIROS DA REDE VIACAO CEARENSE
Solicitado
R$ 357,4 mil
Aprovado
R$ 347,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
DocumentDigitaliz d Acervo;Pesquis;Sist d Informaç
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-01-01
Término

Resumo

Pesquisa, documentação, conservação preventiva, digitalização/catalogação da coleção de cartazes ferroviários pertencentes a Associação dos Engenheiros da Rede de Viação Cearense, com finalidade de aumentar a vida útil destes, tendo como produto a disponibilização da coleção (fotos e dados) em banco de dados na Internet, a montagem de uma exposição temporária e a publicação de um catálogo impresso. O acervo será higienizado, digitalizado, catalogado no Tainacan. Será montada uma exposição temporária com alguns exemplares e será impresso um catálogo do acervo. Pretende-se possibilitar ao público conhecer melhor o conteúdo estético e cultural dos cartazes que foram produzidos no auge da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), um passado recente de criação e imponência da empresa, reconhecendo e valorizando sua imensa contribuição ao desenvolvimento do Ceará. Os cartazes serão audiodescritos no site e na exposição para facilitar o acesso às pessoas com deficiência visual.

Sinopse

Produto 01: Banco de Dados no Tainacan O Banco de dados ficará disponível a pesquisa na Internet com toda a catalogação e imagens de cada cartaz que passar pelo processo de musealização, obedecendo as nomas da museologia/biblioteconomia. Produto 02: Catálogo impresso A publicação de um catálogo reunindo 100 cartazes mais significativos da coleção, classificados por temática, autor, ou data, uma página para cada peça, trazendo a foto e especificações/informações técnicas e históricas do item. Com textos de apresentação e outros afins elaborados por convidados de projeto. Produto 03: Exposição temporária A exposição possibilitará aos visitantes conhecer melhor, além do conteúdo estético e cultural desse material, a história por trás desse acervo, que foi produzido no auge da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), um passado recente de criação e imponência da empresa, reconhecendo e valorizando sua importante contribuição ao desenvolvimento do estado. A exposição ficará GRATUITAMENTE aberta à visitação de terça a sábado, das 9 às 15 horas, durante seis meses. O local ainda está em fase de decisão, poderá ser na sede da AERVC/AFAC, no prédio da Sociedade Beneficente/APREMFECE. Durante o período expositivo serão realizadas atividades e visitas monitoradas GRATUITAS para grupos (previamente agendados) e público espontâneo. Um dos monitores será bilingue Libras/Portugues.

Objetivos

Objetivo Geral: Divulgar a coleção de cartazes ferroviários da AERVC, com finalidade de fomentar o debate acerca do valor patrimonial, histórico, social, artístico e cultural deste acervo que foi produzido e utilizado em campanhas da extinta RFFSA/RVC no Ceará. Objetivos específicos: - Higienizar toda a coleção de cartazes, aproximadamente 2 mil itens; - Digitalizar um exemplar diferente da coleção, cerca de 400; - Catalogar toda a coleção de cartazes utilizando como base de dados o software livre Tainacan; - Disponibilizar imagens e dados da coleção de cartazes no site da AERVC; - Disponibilizar a coleção de cartazes à pesquisa e visitação presencial na sede da AERVC; - Audiodescrever no mínimo 50 exemplares dos cartazes para a pesquisa na Internet e exposição; - Montar uma exposiçao temporária com no mínimo 100 objetos/cartazes, aberta a visitação por no mínimo 6 meses, com previsão de público de 500 pessoas/mês; - Publicar um catálogo com 3 mil exemplares, contendo cerca de 100 exemplares e textos alusivos a essa produção; - Pesquisar sobre a produção gráfica da RFFSA/RVC; - Pesquisar e registrar os profissionais da RFFSA, artistas e técnicos, envolvidos nessa produção gráfica; - Conhecer um pouco da trajetória de Descartes Gadelha na RFFSA, mais especificamente no setor gráfico; - Pesquisar sobre a importante contribuição de Luiz Sá nas campanhas realizadas pela RFFSA do Ceará; - Mostrar as peças gráficas produzidas na década de 1980 pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA); - Tornar essa coleção acessível aos cegos através da audiodescrição e em visitação a exposição e na Internet.

Justificativa

Há mais de duzentos anos os cartazes são exibidos em locais públicos em todo o mundo. Visualmente interessantes, são concebidos para chamar a atenção das pessoas, atraindo-as a participar de eventos específicos, alertando para um ponto de vista político ou encorajando-as a adquirir um determinado produto ou serviço. Desde a década de 1960, passaram a ser usados também como decoração e autoexpressão, tanto quanto em protestos e publicidade. Esse produto gráfico é, além de tudo, considerado por muitos, obras de arte, uma vez que envolve inspiração, técnicas artísticas, trabalho de cores, conceito, histórias por trás de uma ideia, etc. Passou a ser reconhecido como uma forma de arte vital, cativando artistas como Toulouse-Lautrec. Eles variam em estilos desde Art Nouveau, Simbolismo, Cubismo e Art Deco até os psicodélicos e irreverentes produzidos nos anos hippies de 1960. Muitas técnicas são usadas para produzir cartazes, como silk screen/serigrafia, colagens e outras técnicas. Embora a maioria seja feita em massa, eles também podem ser impressos à mão ou em edições limitadas. A coleção de cartazes da Associação dos Engenheiros da Rede de Viação Cearense (AERVC), tem aproximadamente em 2 mil exemplares, com mais de 300 modelos diferentes. A maioria está em bom estado de conservação e alguns ainda guardados em pacotes lacrados. São oriundos das campanhas de prevenção de acidentes e/ou publicitárias da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) e de outros órgãos locais, regionais ou nacionais, a maioria data da década de 1980 e foi produzida pela gráfica da própria empresa. Desde os primeiros movimentos da RFFSA (1957 a 1999), ficou claro que esta seria responsável por seus expedientes, como é o caso da sua produção gráfica interna, dada a necessidade de uma infinidade de impressos. Os setores de marketing, comunicação, divulgação, fotografia, desenho, juntamente com sua gráfica foram responsáveis durante mais de quatro décadas pela produção de um extenso material da RFFSA no Ceará, não somente pela edição e produção de toda a papelaria oficial da empresa e sua programação visual e divulgação dos eventos, internos ou externos, como das peças gráficas (folders, panfletos, folhetins, banners, outdoors, etc.), inclusive pelos cartazes que marcaram e registraram os passos históricos da empresa. Formada por uma equipe seleta e dedicada de profissionais ligados ao desenho industrial e artístico, jornalismo e programação visuais, sua infraestrutura não deixava nada a dever às melhores gráficas do mercado e, era um setor primordial no acompanhamento das novas tecnologias. Entre esses profissionais estava Descartes Gadelha, o multiartista cearense, que apesar de famoso internacionalmente como músico e artista plástico, é desconhecida sua carreira de ferroviário. Filho de ferroviário, foi na RFFSA que se iniciou como artista. Entrou na empresa em 1957 trabalhando no setor de desenho, onde além de produzir plantas baixas das linhas e estações ferroviárias, foi o principal responsável pela produção dos cartazes da Rede de Viação Cearense (RVC). Usando do pontilhismo, Descartes se inspirava no que via ao redor: sua própria família, o entorno da Ferrovia e a realidade social local, para idealizar não somente as peças gráficas, desenhos, mas os conceitos dos cartazes e até das campanhas. Na coleção temos verdadeiras obras de arte, com elevado senso estético e bom gosto. Vemos figuras coloridas e cheias de detalhes à desenhos estilizados em cores pastéis. Podemos dizer que todos os temas foram tratados competentemente: dos técnicos às campanhas sociais, da divulgação de trabalhos internos às obras sobre preservação das linhas, em exemplares de inestimável valor. Tendo a publicidade como uma crônica social, que revela o contexto sociocultural e histórico em que a peça foi produzida, esse material pode nos ajudar a refletir sobre as relações entre o trabalho, o lazer, o tempo, as distâncias, os deslocamentos, as cidades, conjunturas, registrados pela Ferrovia no Ceará no período relativo à sua confecção. Este projeto se pauta por identificar as mensagens representadas nos cartazes, seja na forma textual ou imagética, avaliando a mensagem linguística, a simbólica e a iconográfica, presentes na coleção, que através de uma pesquisa, documentação e catalogação instigará algumas questões intrínsecas a esta para disponibilizar ao público interessado. Sobre os elementos que compõem os transportes ferroviários, um exemplo é a Maria Fumaça, a força motriz das locomotivas a vapor, que pode contribuir para uma experiência lúdica, associada à nostalgia e que foi tão retratada nesta coleção. O cartaz não fala somente ao seu público. Por seu caráter icônico, fala também às gerações futuras, sobre as tendências estéticas, o desenvolvimento gráfico e tecnológico, o gosto do público da época e a sociedade em que foi composto, entre outros. Além da divulgação do transporte ferroviário, das obras de engenharia, os cartazes divulgavam particularmente as formas de segurança no trabalho, voltados especificamente para seu público interno e usuários dos trens, com figuras mostrando prevenção de acidentes, assim como anúncios de greve, entre outros temas relevantes ao modal. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), que surge no país em 1944, e que foi responsável pela implantação da Segurança do Trabalho em solo brasileiro, é a maior responsável pela produção em massa desses cartazes, abrangendo campanhas sobre prevenção de acidentes do trabalho e doenças mediante o controle dos riscos no ambiente, de modo a preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores e de todos aqueles que interagem com a família RFFSA. À CIPA faremos uma homenagem. Destacaremos também a numerosa e valiosa produção de exemplares do cearense Luiz Sá, um dos mais conhecidos desenhistas brasileiros de meados do século passado. Caricaturista, chargista, quadrinista, pintor, criador dos personagens Reco-Reco, Bolão e Azeitona, que trabalhou em diversas campanhas educativas e sanitárias realizadas por entidades como a CIPA e o Serviço Nacional de Educação Sanitária (SNES). O projeto busca amparo na Lei de Incentivo à Cultura para alcançar as metas descritas nos Incisos I e II do Art. 1º da Lei 8313/91, pois visa "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", como também no Inciso VI, ao reforçar a urgência da adoção de medidas de salvaguardar, "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Dado o interesse em torno da temática, a proposta enseja um produto de valor universal, se enquadrando no Inciso II do Art. 3º da Lei 8313/91, letras: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; também no Inciso III do mesmo artigo, letra c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural.

Estratégia de execução

Nossa proposta consiste na salvaguarda do acervo museológico (Coleção de Cartazes Ferroviários) que, juntamente com os objetos tridimensionais oriundos de extintas estações ferroviáris do Ceará, compõem o acervo do Museu Ferroviário do Ceará da AERVC. Logo, se enquadra no inciso abaixo: Museus. § 7º O limite definido no § 6º não se aplica aos projetos de patrimônio cultural tombado, registrado ou de reconhecido valor cultural pela respectiva área técnica do Ministério da Cultura, museus e memória, planos anuais e plurianuais, arquitetura, restauração de obras de arte, inclusão da pessoa com deficiência, óperas, concertos sinfônicos, desfiles festivos, educativos em geral, povos originários e tradicionais, prêmios e pesquisas, manutenção de corpos estáveis, produção de obras audiovisuais e os realizados em espaços com até 150 (cento e cinquenta) lugares.

Especificação técnica

Produto 01: Banco de Dados no Tainacan Plugin contendo os metadados/campos de cada item: Titulo, Descrição, Autoria, Data, Órgão responsável, Cor/PeB, Medidas:Técnica, Material, Estado de Conservação, Observações, Imagem. Produto 02: Catálogo impresso 3 Mil exemplares, 150 páginas (23x23 fechado, encadernado c/ 2 grampos. capa: 23x46.3cm, 4x4 cores. Tinta Escala em Couche Liso 150g. Incluso) Produto 03: Exposição temporária A exposição possibilitará aos visitantes conhecer melhor, além do conteúdo estético e cultural desse material, a história por trás desse acervo, que foi produzido no auge da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), um passado recente de criação e imponência da empresa, reconhecendo e valorizando sua importante contribuição ao desenvolvimento do estado. A exposiçãoficará GRATUITAMENTE aberta à visitação de terça a sábado, das 9 às 15 horas, durante seis meses. O local ainda está em fase de decisão, poderá ser na sede da AERVC/AFAC, no prédio da Sociedade Beneficente/APREMFECE. Durante o período expositivo serão realizadas atividades e visitas monitoradas GRATUITAS para grupos (previamente agendados) e público espontâneo. Um dos monitores será bilingue Libras/Portugues.

Acessibilidade

PRODUTO: BANCO DE DADOS/TAINACAN ONDE ESTARÃO CATALOGADOS OS CARTAZES - Serão audiodescritos no mínimo 50 cartazes da coleção, disponibilizados em áudio e texto no site e na exposição; PRODUTO: EXPOSIÇÃO - A área expositiva será plenamente adequada à recepção de pessoas com deficiência (PcD), com distanciamento entre o mobiliário que possibilite a passagem de um cadeirante, portas largas, altura dos expositores acessíveis a pessoas de baixa estatura, monitor bilingue (Libras/Portugues), etiquetas em Braille, peças táteis, piso podotátil, etc.; - A equipe do projeto é acolhedora com treinamento em acessibilidade atitudinal e prática na lida com pessoas com deficiência, totalmente receptiva e pronta para atender os diversos públicos que procurarem conhecer a coleção presencialmente. Para isso já existem parcerias com algumas entidades locais que trabalham com PcD; - A equipe também contará com a participação de duas PcD trabalhando no projeto (Acessória de imprensa e Braille nos convites).

Democratização do acesso

- Todo acesso aos dados catalográfico do acervo será disponibilizado gratuitamente no banco de dados/Tainacan, presencialmente na exposição, assim como na sede da AERVC para pesquisa;- A visitação a exposição será gratuita;- 900 exemplares dos catálogos serão distribuídos gratuitamente para entidades culturais, educativas, artísticas e afins.- Todas as ações do projeto serão gratuitas e livres: - O acesso ao Bando de Dados no Tainacan (WordPress) será totalmente gratuito; - O catálogo resumido do acervo será disponibilizado gratuitamente online no site do projeto.

Ficha técnica

- Marcos Cabral (Coordenação do projeto - PROPONENTE): Engenheiro aposentado da RFFSA, é presidente da Associação dos Engenheiros da Rede Viação Cearense (AERVC) mantenedora do Museu Ferroviário do Ceará. Graduado em Engenharia Civil, pela Universidade Federal do Ceará, em 1979. Admitido na RFFSA como Engenheiro, em 21/09/1979, assumindo a Gerência da Residência de Via Permanente em Sobral - Ceará, até 1981. Em 1981, designado para assumir a Gerência da Residência de Via Permanente em Crateús - Ceará, até 1989. Em 1989, designado para assumir a Gerência da Residência de Sobral-Ce, até 1991. Em 1991, assumiu a Gerência de Aprovisionamento de Via Permanente. Em 1993, assumiu a Gerência de Manutenção da Superestrutura de Via Permanente, onde acompanhou as construções das Variantes de Quixeramobim, Sucesso e Acopiara. Atua ativamente na assessoria a diversos museus e exposições ferroviárias no Ceará. - Myreika Falcão (Coordenação Museológica): Graduada em Museologia. Especialista em Ciência da Informação. Formada em Música. Diplomada em Gestão de Bibliotecas pela Universidad Alberto Urtado/Chile. Foi diretora técnica do MIS Ceará, do Museu Sacro São José de Ribamar em Aquiraz, Coordenadora do Arquivo Nirez e do Bureau de Projetos da Biblioteca Pública Estadual do Ceará. Foi parecerista do Ministério da Cultura. É vocalista do grupo Vozes da Cera. Colabora com a Associação dos Engenheiros da Rede de Viação Cearense (AERVC), respondendo pela salvaguarda do acervo ferroviário, por montagem de exposições, captação de recursos e pesquisa. É Produtora Executiva da série para TV Cassimiro e a Flor da dona Flor aprovado no BRDE/Prodav Ancine e pela catalogação e digitalização do acervo foto jornalístico do fotógrafo Ricardo Schmitt. - Ivânia Maia (Curadoria): Arte-educadora, atriz, contadora de história, artista visual, memorialista e escritora. Licenciada em Letras, especialista em Arte e Educação, formada em Arte-terapia e em Gestão para Cultura Tradicional e Popular. É professora de Artes do Colégio Ari de Sá Cavalcante onde desenvolve projetos ligados à memória e a cultura para crianças. Foi coordenadora de eventos do núcleo de arte educação do Projeto Criança Feliz onde desenvolveu os projetos Histórias e Quintais, Oficina de Memórias, Novelo do Tempo, Teatro nos Quintais, entre outros. Trabalhou no Museu do Caju com projeto ligado à Cultura do Caju. Atualmente participa de projetos da AERVC ligados à memória dos trabalhadores da RVC. - Antonio Camocim (Pesquisa): Filho de ferroviário, apaixonado pela temática. Desenvolve pesquisas na área ferroviária do estado do Ceará na divulgação do acervo histórico visando a preservação do mesmo. Organiza, digitaliza e cataloga o acervo fotográfico e documental sobre a RFSSA. Colaborar com a AERVC desde 2016. Administra o grupo no Facebook RECORDAÇÃO DA FERROVIA CEARENSE e o canal no youtube de mesmo nome. - Clenilton Melo (Pesquisa): Pós-graduado em Gestão Pública Municipal, Graduado em Pedagogia. Subsecretário de Cultura da Prefeitura Municipal de Pacatuba, Radialista da Rádio Cultura de Guaiuba desde 2016. Integra a equipe da AERVC desde 2017. - Valdemir Balbino (Montagem da exposição): Marceneiro, aposentado da RFFSA onde foi supervisor de obras. Colabora com a AERVC desde 1983, sendo responsável pela salvaguarda do acervo durante seu traslado, pela restauração de seu mobiliário, por montagens de exposições temporárias. - Hamilton Pereira (Assessoria em História da RFFSA): Engenheiro aposentado da RFFSA, ex-diretor do extinto Museu do Centro de Preservação da História Ferroviária do Ceará. Atuante na preservação da memória ferroviária do Estado, ministra palestras, realiza exposição, orienta pesquisadores, realiza visitas guiadas pela Estação João Felipe, presta assessoria a diversos projetos na área ferroviária. É autor em parceria com Francisco de Assis Lima, do livro "Estradas de Ferro do Ceará". É autora em parceria com Túlio Muniz do livro “Os Descaminhos de Ferro do Brasil”. - Sara da Silva (Conservação): Formanda em Serviço Social. É Técnica em Conservação pela Escola de Artes e Ofícios Tomaz Pompeu Sobrinho da SECULT CE. Estagiou na Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel: Setor de Microfilmagem, Setor de Conservação e Encadernação e Setor Laboratório de Restauração. Foi Auxiliar Técnica de conservação e restauro no projeto de Preservação do Acervo Histórico da Cúria Metropolitano do Seminário da Prainha da Arquidiocese de Fortaleza. Trabalhou no restauro do Theatro José de Alencar, no restauro e conservação das leis da Assembleia Legislativa do Ceará. Encadernação e restauro na Biblioteca Central do Campus do PICI/UFC. Restauração de livros UNIFOR. No preparo do acervo bibliográfico e digitalização do acervo da Secretaria de Segurança do Estado do Ceará. Na conservação e higienização do acervo do Instituto Cobra Azul de Arqueologia e Patrimônio. Na conservação de peças do Museu Ferroviário do Ceará. - Cássia Barroso (Catalogação): Bibliotecária pela UFC. Habilitação Profissional em Produção de Eventos Culturais pelo Centro de Ensino Tecnológico do Governo do Ceará. Foi Secretária de Cultura e Turismo Municipal de Pacoti. Presidente da Associação dos Bibliotecários do Ceará. Exerceu as funções de bibliotecária e produtora cultural na Biblioteca Pública Estadual do Ceará. É bibliotecária da Biblioteca Municipal da Prefeitura de Pacatuba. - Cristina Holanda (Revisão textual do catálogo): Licenciada em História pela UFC. Mestre em História Social pela UFC. Foi aluna do Curso de Estudos Avançados em Museologia RJ, numa parceria entre a Associação Brasileira de Museologia e a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias - Lisboa, cujas disciplinas correspondiam às do Doutorado em Museologia. Foi professora de escolas da rede particular de Fortaleza e da Secretaria de Educação do Estado do Ceará. Atuou como professora de Cursos de Licenciatura em História, bem como em cursos de Especialização em História. Trabalhou por 11 anos no Museu do Ceará, Secult, como pesquisadora do Projeto Museu 70 anos, professora de História do Núcleo Educativo e diretora da instituição. Como Diretora do Museu, coordenou a Coleção Outras Histórias, participou do corpo editorial da Coleção Nossa Cultura. Foi Gerente do Sistema Estadual de Museus, membro do Comitê Gestor do Sistema Brasileiro de Museus e Diretora do Museu Sacro São José de Ribamar - Aquiraz. Foi membro da Comitiva organizada pelo DEMU/IPHAN em visitas de trabalho aos museus americanos de New York, Philadelphia e Washington, como parte do Internacional Visitor Leadership Program. Foi Presidente da Fundação Memorial Padre Cícero. Atuou como Coordenadora de Patrimônio Cultural e Memória da SECULT CE. Está na Direção do Museu Ferroviário do Ceará desde 2022. - Antônio Luiz (Texto de apresentação do catálogo): Graduado em História pela UFC, mestre e doutor em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É professor no Departamento de História da UFC. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil e História Contemporânea, atuando nos seguintes temas: cultura material, história do cotidiano, história urbana. - Renatta Pires Franco (Audiodescrição): Mestra em Linguística Aplicada pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada na Universidade Estadual do Ceará (UECE). Bacharela em Letras Inglês pela UECe. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada, atuando principalmente nas seguintes áreas da Tradução Audiovisual acessível (TAVa): Audiodescrição e Legendagem para Surdos e Ensurdecidos. Atua como pesquisadora no grupo LEAD (Legendagem e Audiodescrição) na UECE e como bolsista especialista em acessibilidade no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Dell. - Galbia Angélica (Assessoria de imprensa e mídias sociais): Pessoa com Deficiência Motora. Ex-aluna de projeto social. Pós-graduada em Comunicação pela Faculdade Cearense. Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Faculdade 7 de Setembro. Trabalhou como Assistente de Comunicação e Marketing na Casa de Vovó Dedé, na Unimed Fortaleza, na Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda, na Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará, no Projeto Criança Feliz - ChildFund Brasil, na Assessoria de Comunicação dos Correios. - Ida Mesquita Lima (Designer): Trabalha com a execução de projeto de comunicação visual, como designer gráfica com as atividades principais de planejamento, diagramação e ilustração. Tem cursos de Corel Draw, Photoshop, Adobe PageMaker. Exerce a função de Designer Gráfica no Colégio Nossa Senhora das Graças, desde 1990. Fez peças gráficas para projetos culturais: Folhetim Memórias Ferroviárias, Clipe Musical do Grupo Vozes da Cera, Exposição Virtual do Bordado Cearense, Museu Virtual do Bordado Cearense, Exposição Virtual Monguba, entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-10-16
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará