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PRONAC 234666Apresentou prestação de contasMecenato

FAROL.LIVE

KINO BEAT PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 740,2 mil
Aprovado
R$ 740,2 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07707650000110AYMORE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

67.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O projeto pretende realizar a segunda temporada do Farol.live, evento que aproxima artistas da música instrumental com artistas e elementos das artes visuais e audiovisual, em shows e performances multilinguagens. Com o objetivo de promover e difundir a produção artística autoral do estado do RS em intercâmbio com a produção nacional. A programação será composta por 24 apresentações quinzenais ao vivo. O projeto também apresentará duas atividades para escolas públicas como contrapartida social.

Sinopse

AzymuthLançado em 1975 pela Som Livre, o álbum conquistou o público e a crítica com as icônicas faixas "Linha do Horizonte", "Manhã" e "Faça de Conta". O Azymuth se destacou na cena musical a partir desse LP, unindo elementos de jazz, samba, bossa nova e música eletrônica em um estilo único que conquistou o mundo. O álbum que está sendo comemorado não apenas ajudou a definir o som do grupo, mas também influenciou gerações de músicos e fãs.De lá para cá, mais de 30 LPs foram gravados pelo trio, que é considerado um dos mais influentes nomes da música instrumental brasileira de alcance internacional. Neste show especial, o Azymuth irá relembrar os grandes sucessos que compõem a sua trajetória, incluindo faixas icônicas como "Linha do Horizonte", "Melô da Cuíca", "Partido Alto", "Voo sobre o Horizonte" e "Jazz Carnival", além de trazer arranjos inéditos e surpresas que vão encantar o público de Porto Alegre.JadsaJadsa Castro, conhecida apenas como Jadsa é guitarrista, cantora, compositora, produtora musical. Em 2015 lançou seu primeiro trabalho de estúdio, "Godê", seguido por outro EP, "TAXIDERMIA vol.1". Através dos dois EPs foi considerada, pelo Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia, como um nome popular da cena independente de Salvador. Em 2021, a artista explodiu nacionalmente com seu disco de estreia, "Olho de Vidro", patrocinado pela Natura e listado pela Associação Paulista de Críticos de Arte como um dos melhores discos do ano. Ela também foi indicada ao prêmio de Artista Revelação, promovido pela mesma instituição. Foi indicada nas duas categorias principais do Prêmio Multishow de Música Brasileira 2021.É considerada uma das artistas mais celebradas da nova geração de músicos baianos, assim como expoente da cena contemporânea da MPB.Antônio NevesO jovem arranjador e multi-instrumentista Antonio de Moraes Neves é um filho pródigo da noite carioca. Começa a tocar profissionalmente aos 14 anos de idade, em shows de samba de gafieira, no tradicional bairro boêmio da Lapa, Rio de Janeiro. Começando a carreira como baterista, logo se tornaria também exímio trombonista e arranjador. Com o passar dos anos, amadureceu sua técnica e passeia com fluência e desenvoltura entre os ritmos que a cidade do Rio de Janeiro tem a oferecer: do regional ao universal, do popular ao erudito, do samba ao rap, dos ritmos latinos ao jazz, passando pelo bom e velho rock'n'roll (foi arranjador do aclamado álbum Little Electric Chicken Heart , de Ana Frango Elétrico, eleito Revelação Musical de 2019 pela APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte). Neste ínterim, viaja o mundo acompanhando artistas como Moreno Veloso, Kassin, Leo Gandelman, além de gravar nos discos Jobim, Orquestra e Convidados (2017, Biscoito Fino), com os músicos Mário Adnet e Paulo Jobim; e Elza Soares Canta e Chora Lupi (2017, Coqueiro Verde Records), vencedora do Prêmio Multishow da Música Brasileira na categoria Melhor Álbum de 2017.Carina LevitanCarina Levitan é artista plástica e música. Cursa a faculdade de Arquitetura e Urbanismo na PUC?RS e Artes Plásticas da UFRGS e gradua?se em Sound Arts & Design pela London College of Communication. Em Londres, teve trabalhos exibidos na Photographer’s Gallery, Barbican e apresentações na Tate Modern e Tate Britain com o grupo de improvisação musical Unknown Devices ­ The Laptop Orchestra, dirigido por David Toop. Com o projeto Lote3, duo de improvisação, apresenta?se no Conexões Globais (Porto Alegre), Casa M (8ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul), Hundred Years Gallery (Londres), entre outros. É diretora musical do espetáculo Sou Sol Girassol e diretora geral e musical do espetáculo Parafuso de Algodão, que participa do 20º PoA em Cena, concorrendo ao Prêmio Braskem, da 4ª Mostra de Teatro Infantil de Porto Alegre e pré?selecionado para o Prêmio Rumos Itaú Cultural ? Cinema e Vídeo (Espetáculo Multimídia). É diretora musical do Programa Pandorga, produção da TVE?RS com a TV Brasil e coordena o projeto Escola Caseira de Invenções ­ espaço pedagógico da 9ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Em 2014, assina a direção musical, captação e desenho de som do curta?metragem Sioma ­ O Papel da Fotografia, vencedor de Melhor Curta?metragem concedido pelo Arquivo Nacional, no RJ, vencedor do Prêmio Aquisição RBS e Prêmio Aquisição TVE do 42º Festival de Gramado e Melhor Trilha Sonora, no Festcineamazônia. É palestrante do Seminário Avançado Máquinas de Guerra: fragmentações educacionais junto ao Programa de Pós?Graduação em Educação da Faculdade de Educação da UFRGS e participa com performance musical do Congresso Estadual de Ciência Tecnologia, promovido pela Secretaria do Estado do RGS. Com a banda Apanhador Só é vencedora do Prêmio Açorianos de Música de 2011 por Melhor Disco Pop/Rock. Projeta diversos cenários para artista como Papas Da Língua, Nico Nicolaiewsky, Os The Dharma Lovers, Arthur de Farias, entre outros, exibidos no Teatro São Pedro, Teatro Renascença, Teatro de Câmara, Edinburgh Fringe Festival. A intervenção urbana Código de Faixa aparece na capa do jornal Zero Hora, é vinculado em diversos jornais e blogs do país e tem importante matéria no Caderno de Cultura da ZH. O vídeo sobre a obra é selecionado para o V Festival Internacional de Cortometrajes del Cusco, 7º Araribóia Cine e ganha Menção Honrosa pela ABD&C?RJ. Carina é vencedora do concurso de intervenção urbana Opanka? Tá Na Arte e ganha o Prêmio Açorianos de Dança para Melhor Trilha Sonora, com espetáculo Eros+Psiquê, em 2011.Ian Ramilan Ramil é um cantor, compositor e músico brasileiro conhecido por sua sensibilidade artística, letras profundas e estilo musical diversificado. Nascido em Porto Alegre, em 1984, ele cresceu em uma família com forte tradição musical. É filho de Vitor Ramil, renomado cantor, compositor e escritor brasileiro, e sobrinho de Kleiton & Kledir, outra dupla famosa da música popular brasileira. Essa herança musical desempenhou um papel fundamental em sua formação artística.Certamente, crescer imerso em um ambiente criativo, inevitavelmente, motivou seu amor pela música logo na infância. Com influências que vão desde a MPB até o indie contemporâneo, sua música é uma fusão de estilos que transcendem fronteiras. Seu talento como letrista e compositor é amplamente reconhecido, e sua habilidade em traduzir emoções complexas é o que o torna um dos artistas mais instigantes da sua geração. Ian Ramil lançou vários álbuns com canções que frequentemente abordam questões relacionadas ao tempo, memória, amor e experiência humana, e tudo isso é traduzido em suas performances explosivas ao vivo, onde a paixão e a autenticidade se fundem. Nessa entrevista conduzida por Pedro Henrique Costa, o artista fala sobre seu processo criativo e sobre o novo álbum TETEIN.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a segunda temporada do projeto Farol.live no Farol Santander em Porto Alegre, com apresentações musicais e multimídias ao vivo e atividades formativas de contrapartida social.Objetivos EspecíficosRealizar 14 apresentações musicais e multimídia ao longo do ano, contemplando aproximadamente 2.700 pessoas em atividades presenciais;Fomentar a formação musical através da realização de duas atividades formativas para alunos da rede pública de ensino e professores, atividades de contrapartida social do projeto, contemplando aproximadamente 300 pessoas;Democratizar o acesso à música instrumental através de ingresso a preço popular (até R$80,00 inteira e até R$40,00 meia entrada), com disponibilização de 20% da bilheteria com caráter social ou educativo;

Justificativa

A segunda temporada do projeto dá continuidade a promoção de shows e a criação de performances inéditas de música instrumental em diálogo com outras linguagens, como as artes visuais e o audiovisual ao vivo. Das 20 apresentações realizadas na primeira temporada, 15 foram criadas especialmente para o projeto, permitindo que tanto os artistas pudessem produzir e criar repertório para as suas carreiras, como o público tenha sido impactado com conteúdo inédito em caráter de estréia. As apresentações trazem para o público experiências estéticas experimentais, inovadoras e também de valorização de certas tradições culturais brasileiras, como exemplo da primeira edição: o maracatu e o cavalo Marinho de Pernambuco na performance Cine Rabeca de Renata Rosa, e a estética pampeana riograndense com a performance Poesia Xucra, de Marília Kosby e Clarissa Ferreira. Buscando incentivar artistas residentes no estado do RS, metade da programação será criada com artistas independentes locais, proporcionando espaço, visibilidade e estrutura para divulgarem seus trabalhos, e lhes dando a oportunidade de intercambiar processos de pesquisa e criação com artistas de outras partes do Brasil. É fundamental e decisivo para a continuidade do projeto Farol.live o uso da lei de incentivo à cultura. Através do patrocínio do Farol Santander, instituição que completa em 2023, 22 anos de fomento à produção cultural da cidade, pretendemos realizar essa série de eventos que darão continuidade e atualizam o histórico de contribuições do Farol para Porto Alegre. Com a idealização e produção de profissionais locais, o projeto busca de forma criativa apresentar a música instrumental gaúcha e brasileira em fusão com elementos de outras linguagens, experimentando possibilidades entre música e visualidades, e também ampliando os espaços para apresentações e colaborações entre diferentes artistas e propostas. O projeto vai envolver e contratar de forma direta e indireta, mais de 100 profissionais ligados à cultura, entre eles produtores, artistas e equipe técnica. Além dos 24 shows e performances ao vivo, com ingresso a preço popular, que também permite acesso às exposições e outras atrações do centro cultural, o projeto prevê 2 atividades formativas gratuitas que serão realizadas em escolas públicas como contrapartida do projeto. Para isso, o músico e pesquisador Arthur de Faria, que participou em uma performance na primeira edição do projeto, realizará uma aula aberta musical sobre a história da música em Porto Alegre, com demonstrações musicais de cada época, resultantes de sua pesquisa que resultou no livro: Porto Alegre, uma biografia musical. Na atividade, o músico e jornalista Arthur de Faria conta a história da música popular da cidade desde o início do povoamento até a Era do Rádio, passando pelo folclore açoriano, pelos vários carnavais, pelas junções de rua , pelo que criou os primeiros espaços culturais e pela era do jazz. A atividade também analisa uma rápida expansão populacional, uma redução gradual da população escravizada e os recortes de raça e classe no acesso aos bens culturais e à visibilidade artística. As apresentações acontecerão quinzenalmente no cinema do Farol Santander, com capacidade de 85 lugares. Quatro delas, acontecerão no Átrio da instituição, espaço que contempla apresentações mais elaboradas para uma maior quantidade de público, com capacidade de 250 pessoas por apresentação. Metade da programação será realizada por artistas gaúchos, e metade por artistas nacionais convidados, propondo apresentações de projetos comissionados, criações inéditas, convidadas a pensar suas produções em harmonia com as especificidades técnicas e espaciais das salas de apresentações, contemplando também estréias de espetáculos e circulação de repertório nacional e local. Ainda, cabe ressaltar que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também, o projeto atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Não conseguimos editar os dados atualizados da razão social do proponente, que mudou para KINO BEAT PRODUÇÕES CULTURAIS LTDA (o CNPJ permanece o mesmo), pedimos alteração via sistema para publicação correta no diario oficial da aprovação do projeto.

Especificação técnica

Oficinas de contrapartida social PORTO ALEGRE, UMA BIOGRAFIA MUSICALCom Arthur de FariaDuração: 1h30Público por escola: 150 alunos2 apresentações A realização da atividade parte do grande sucesso do espetáculo criado por Arthur de Faria para a primeira edição do projeto Farol.Live, que resultou em uma aula aberta e musicada sobre a história da música em Porto Alegre. A aula performance pode ser vista na íntegra no link https://www.youtube.com/watch?v=DIrDJqlMhwQ Arthur de Faria apresenta parte da história da música de Porto Alegre no século XX, baseada nos 30 anos de suas pesquisas sobre o tema. E que já resultaram nos livros "Elis - Uma Biografia Musical" e "Porto Alegre - Uma Biografia Musical, Volume 1". A jornada começa com os grandes hits de 110 anos atrás, como "Celina", de Octavio Dutra e "Vem Cá, Mulata", d'Os Geraldos, e chega até o final da Era do Rádio, com os primeiros hits locais de Elis , passando por Lupicínio Rodrigues. Arthur faz um passeio informal, ao som do seu piano e ilustrado por fotografias, partituras, e outras imagens emocionadas, manipuladas e projetadas por ele mesmo no espaço de cada escola, imagens essas que ajudam a contar essa longa história. Arthur é músico, compositor e arranjador. Doutorando em literatura brasileira pela UFRGS, com tese sobre Lupicínio Rodrigues. Produziu 28 discotecas, dirigiu 12 espetáculos e fez 53 trilhas para cinema e teatro. Faz parte do coletivo teatral Ultralíricos, de Felipe Hirsch, lidera a Tum Toin Foin Banda de Câmara e integra o duo Música Menor com o argentino Omar Giammarco. Por 20 anos esteve à frente do Arthur de Faria & Seu Conjunto, com quem lançou seis de seus 20 álbuns, EPs e singles de material inédito e tocou em meia dúzia de países. Ministrou dezenas de cursos sobre música popular brasileira no Brasil, Argentina e Uruguai - o que atualmente faz na Especialização em Literatura Brasileira da UFRGS. Trabalhou 23 anos em rádio.

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade física: todas as apresentações acontecerão na sala de cinema ou no Átrio do Farol Santander, que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD) Acessibilidade de conteúdo: Por se tratar prioritariamente de apresentações com base instrumental, na maioria das vezes não será possível realizar interpretação de libras. Porém, deficientes visuais poderão ser contemplados com a apreciação sonora das apresentações e deficientes auditivos poderão vivenciar a experiência imagética nas apresentações, que trarão a musicalidade em intercâmbio com as artes visuais e o audiovisual. Nas apresentações que tiverem o uso da fala prioritariamente como parte da performance, será contratado intérprete de libras para inclusão de deficientes auditivos. AÇÕES DE CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: as atividades acontecerão em escolas públicas ou instituições sociais de Porto Alegre, garantindo que as mesmas possuam acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador, banheiro para cadeirante). Acessibilidade de conteúdo: No momento da definição do local da atividade, caso haja algum aluno com deficiência auditiva, será contratado intérprete de libras para acompanhamento da atividade.

Democratização do acesso

O projeto realizará um total de 14 apresentações ao longo da sua segunda temporada, comercializadas a preço popular de até R$80,00 (podendo ser comercializado em valores menores), respeitando a meia entrada de até R$40,00 para estudantes, idosos, jovens de baixa renda, PcD e outros beneficiários da lei, ampliando a utilização do benefício para todos os ingressos vendidos. Além disso, todas as apresentações disponibilizarão 20% da bilheteria para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico, estudantes e professores de escolas e instituições públicas. Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Direção geral e curadoria - Gabriel Cevallos (proponente do projeto) Graduado em Cinema pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais pelo PPGAV/UFRGS e mestrando em artes visuais pelo mesmo programa. Idealizador e curador do festival Kino Beat, premiado duplamente no prêmio Açorianos 2020 da prefeitura de Porto Alegre, como destaque em curadoria e destaque em ações de difusão e inovação para o 6˚Festival Kino Beat. Atua há mais de 15 anos na criação, curadoria e produção de eventos ligados a música, audiovisual e arte contemporânea. Fez parte do conselho curatorial da Bienal FAD de Arte Digital (2018). DJ profissional e pesquisador musical há mais de 20 anos. É o idealizador e curador do Farol.live. Direção de Produção - Liége Biasotto Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, tem em seu currículo a produção e a realização de grandes eventos musicais, como Festival Porto Alegrense de Bandas Instrumentais, Festival de Música de Nova Prata, Festival Kino Beat, Festival Avante, Projeto Farol.live e Museu do Hip Hop do RS. Também atua junto a projetos da Orquestra de Câmara da ULBRA e Orquestra Jovem do RS. Produção Executiva - Mauryani de Oliveira Natural de Belém do Pará, atua como produtora executiva no mercado cultural, alinhado a projetos sociais, gestão e tecnologia. Há 6 anos residente em POA, cursa Relações Públicas na Unisinos. Atualmente, trabalha como produtora executiva no projeto Farol Live no Farol Santander, Curadoria e Produção no projeto Frequências Sonoras no Instituto Ling e é Assistente de produção no Festival Avante

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul