| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 32112142000137 | FOSNOR - FOSFATADOS DO NORTE-NORDESTE S/A | 1900-01-01 | R$ 99,0 mil |
Realização de shows de música instrumental.
Sobre as apresentações musicais:Três expressivos músicos brasileiros compartilham com o público um trabalho inspirado pela reverência a mestres que pertencem tanto ao universo da música popular como ao da música de concerto. O Trinca Brasil, formado pelo flautista Toninho Carrasqueira e pelos violonistas Edmilson Capelupi e Guilherme Sparrapan, apresenta, em versões inéditas, um repertório que pode estar presente tanto em salas de concerto como em rodas de choro, com músicas de H. Villa-Lobos, Radamés Gnatalli, C. Guerra-Peixe, J. D. Carrasqueira, Alvaro Carrilho, Mauricio Carrilho e Camargo Guarnieri. Uma flauta e dois violões de sete cordas passeiam por músicas originalmente criadas para outros instrumentos e ilustram uma musicalidade sem fronteiras, apresentada com a naturalidade de quem sente a música como um discurso sem limites, sem demarcações.Sobre a oficina:A oficina-palestra, por sua vez, lança um olhar para a história do Brasil, tão rica e tão desconhecida. Mostra como a história do choro se confunde e mistura com a história da música popular brasileira como um todo. Revela seus mestres fundamentais, compositores e intérpretes, sua árvore genealógica e sua presença na atualidade.Classificação etária de ambas as atividades: Livre para todos os públicos.
Objetivo geral: Nesse projeto o grupo formado pelo flautista Toninho Carrasqueira e pelos violonistas Edmilson Capelupi e Guilherme Sparrapan, apresenta um repertório ao mesmo tempo popular e sofisticado. Ao lado de uma versão inédita da suíte "Retratos" de Radamés Gnattali, ouviremos H. Villa-Lobos, C.Guerra-Peixe, J. D. Carrasqueira, Alvaro Carrilho e Camargo Guarnieri. Essas obras foram gravadas no CD "Trinca-Brasil _ Concerto de Choro" cuja arte gráfica foi realizada pelo saudoso Elifas Andreato. As transcrições apresentadas dão novas cores às composições; os múltiplos fraseados melódicos presentes no choro são distribuídos entre a flauta e os dois violões, criando uma textura contrapontística de fino acabamento que se revela também na abordagem tímbrica diferenciada que cada um dos músicos dá a seu instrumento. Emana daí uma beleza ancorada não somente na grande qualidade das composições mas também na inteligência dos arranjos, na sensibilidade e refinada técnica dos executantes. Levar os ouvintes a uma viagem pela alma brasileira, conduzida pela linda música de alguns de nossos principais criadores/tradutores, apresentada por um trio composto por uma flauta e dois violões, essa formação instrumental tão atual e presente desde o início do Choro, no século dezenove. Ilustrar uma uma musicalidade sem fronteiras, apresentada com a naturalidade de quem sente a música como um discurso sem limites, sem demarcações. Objetivo específico:1 - Serão realizadas duas apresentações em cada uma das seis cidades escolhidas pelos artistas, aos sábados e domingos. 2 - As cidades escolhidas são Manaus, Belém, Fortaleza, Natal, João Pessoa e Aracaju. 3 - O grupo "Trinca Brasil" oferecerá uma oficina de música em cada cidade, cuja primeira parte tratará basicamente da história do choro, com estudantes e pessoas vindas de instituições sociais, com o intuito de interagir com os músicos e realizar uma atividade de vivência musical. Nessa oficina, com o auxílio de uma tela de projeção, será apresentada a história e evolução da primeira música instrumental popular urbana do Brasil, surgida na segunda metade do século 19 e cuja influência se irradiou para praticamente toda a música brasileira, popular e de concerto. Na segunda parte da oficina, os músicos do trio, que também são professores (USP e EMESP) ministrarão uma aula aos interessados e exporão seus procedimentos de trabalho. Estarão disponíveis para um bate-papo descontraído e para tratar de temas propostos pelos presentes; interpretação, arranjos, técnica instrumental e outros assuntos.
Porque essa lei valoriza a inclusão, a democracia, o acesso à cultura e à arte brasileira. Cremos que o direito de cada criança e de cada indivíduo ao acervo cultural acumulado na sociedade é requisito para a formação humana plena. Infelizmente, no Brasil esse é um desafio em todas as áreas da cultura e da educação, entre elas a Música, cuja difusão se faz através de rádios e TVs cujos objetivos são meramente comerciais. Com isso, o espaço reservado à música "artística" é praticamente inexistente. Não fossem as leis de incentivo à cultura e o grande público não teria acesso a uma arte plural e de excelência, que na realidade lhe pertence, mas que não lhe é oferecida pela mídia hegemônica. A importância deste projeto é a possibilidade de fazer chegar a um número expressivo de pessoas o repertório de um álbum primoroso, denominado "Trinca Brasil - Concerto de Choro" onde, três expressivos músicos brasileiros compartilham com o público um trabalho inspirado pela reverência a mestres dessa arte que traduz nosso jeito de ser, dessa música de confraternização, democrática e inclusiva, onde "sempre cabe mais um na roda", e que foi mantida viva não somente por seus expoentes mais conhecidos, mas, sobretudo, e na maior parte de sua história, por nossos pais e avós, músicos anônimos, em quintais, saraus, botecos, lugares de encontro de amigos. Conforme nosso entendimento do Art. 1º e Art. 3º da Lei 8313/91, nosso projeto se enquadra nos seguintes artigos: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no artigo 1º desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do PRONAC atenderão, pelo menos, a um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
N/A
As apresentações musicais, produto principal de nosso projeto, serão realizadas em teatros nas cidades elencadas para a programação, com acesso livre ao público, sem cobrança de ingressos. Pretendemos fazer essas apresentações nos finais de semana, aos sábados e domingos à noite. Duração prevista: 90 minutos.Já as oficinas, produto secundário de nossa proposta, tratarão, em uma primeira parte, da história do choro, com estudantes e pessoas vindas de instituições sociais, com o intuito de interagir com os músicos e realizar uma atividade de vivência musical. Na segunda parte da oficina, os músicos do trio ministrarão uma aula aos interessados e exporão seus procedimentos de trabalho. Estarão disponíveis para um bate-papo descontraído e para tratar de temas propostos pelos presentes; interpretação, arranjos, técnica instrumental e outros assuntos. O tempo previsto para essa atividade será de cerca de duas horas.
PRODUTO – Musical ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os espaços em que os shows ocorrerem estarão de acordo com os padrões de acessibilidade para portadores de necessidades especiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Teremos monitores preparados para a descrição dos eventos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Em todas as apresentações teremos intérpretes de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Teremos monitores preparados para a descrição dos eventos. PRODUTO - AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS (CONTRAPARTIDA SOCIAL) Acessibilidade Física: Para a realização dos eventos de contrapartida social serão escolhidos locais devidamente equipados para atender portadores de necessidades especiais. Acessibilidade Deficientes Visuais: Em todas as ações teremos monitores treinados para atender deficientes visuais. Acessibilidade Deficientes Auditivos: Em todas as palestras, contaremos com intérpretes em libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Monitores treinados para atender portadores de necessidades especiais.
Todas as apresentações e oficinas são gratuitas. Das Medidas de Acessibilidade Art. 25 – IN 1/2023. Os custos com ações de acessibilidade estão previstos no orçamento analítico do projeto. Todo material de divulgação projeto, conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Medidas de Democratização de Acesso, conforme art. 27 – IN 1/2023: 1 - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, proporcional ao investimento efetuado; 2 - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; 3 - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 4 - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta, sendo nessa data o valor do salário-mínimo de R$1.320, o valor limite é de R$39,60. 5 - Meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; 6 - Meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art.23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Medidas de Democratização de Acesso, conforme art. 28 – IN 1/2023: 1 - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; nesse caso, prevemos a gravação da realização da contrapartida social, que será veiculada nas redes sociais de forma gratuita. 2 - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Contrapartidas Sociais, conforme art. 30 – IN 1/2023: Realizaremos encontro músico em escolas da rede pública de ensino, nas cidades em que os shows forem realizados, onde além da apresentação dos shows, ele falará sobre a importância da cultura musical popular.
O dirigente irá cuidar da administração do projeto.Currículos resumidos:- Toninho Carrasqueira - artista Flautista, com vários CDs premiados e apresentações em mais de 40 países, é desses raros artistas que navegam livremente pelos universos clássico e popular, tradicional e contemporâneo.Elogiado pela crítica internacional tocando a música de Bach, Vivaldi, Poulenc, Fauré, Debussy e Piazzolla, sua discografia dedicada a Pixinguinha, Callado, Villa-Lobos, Guinga, Mauricio Carrilho, Flo Menezes e outros mestres brasileiros é considerada primorosa. - Guilherme Sparrapan - artista Formado em Regência pela Universidade de São Paulo, Guilherme Sparrapan começou seus estudos musicais estudando violão popular de choro e violão erudito. Durante dois anos e meio foi Regente Assistente da Orquestra de Câmara da USP, OCAM, sob orientação do Mto. Gil Jardim. Atualmente é pesquisador e estudioso da música brasileira. - Edmilson Capelupi - artista Violonista, compositor, arranjador e produtor. Músico autodidata, foi influenciado desde cedo pelo pai, Haroldo Capelupi, músico “chorão” e pelas rodas de choro. Além de tocar violão de 6 cordas, viola e cavaquinho, especializou-se no violão de 7 cordas. Expandindo sua carreira profissional, nos últimos anos vem atuando como compositor, arranjador, produtor e professor. - Alberto Ranellucci - técnico de som Começou a carreira em Buenos Aires no ano de 1981 como assistente de estúdio gravando orquestras de tango e grupos de música argentina. No Brasil desde 1985, trabalhou nos estúdios Publisol, Comep e Tom Brasil como engenheiro de gravação, e como consultor de acústica, desenho de sistemas, coordenação de projetos e operação de som em estúdios, teatros e casas de show no Brasil e Exterior. - Wagner Amorosino - produçãoFormado em Jornalismo pela Cásper Líbero e em Música pela USP. Atualmente, dedica-se à produção musical. Co-produziu dois CDs de Mutinho, "Meu segredo" e "Casa de Mutinho", e assina a produção dos CDs "Natural", de Nina Ximenes, e "O pianeiro chorão", de Marco Bernardo, lançados pela prestigiosa gravadora Kuarup.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.