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PRONAC 234689Expirado o prazo de captação totalMecenato

Oficinas de Música (Musicoterapia) promovendo Humanização e acesso a Cultura na unidade de Queimaduras do Hospital HUGOL.

JEFFERSON PEREIRA DA SILVA
Solicitado
R$ 38,5 mil
Aprovado
R$ 38,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 466,50

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2023-12-01
Término

Resumo

O projeto refere- à realização de oficinas de música (musicoterapia), para pacientes vítimas de queimaduras e seus acompanhantes. O projeto prevê ainda, relaização de uma apresentação musical e uma palestra como contrapartida social.

Sinopse

1. Classificação etária Livre; 2. Oficinas: Música e Musicoterpia São atividades oferecidas para despertar e estimular a capacidade criativa e cognitiva, impactando o sucesso de acesso a arte e cultura com foco na linguagem musical, bem como qualidade de vida. Promovendo a interação social.

Objetivos

Objetivos: geral: a. Despertar as habildades artísticas em pessoas vítimas de queimaduras que estão hospitalizadas e seus familiares/acompanhantes; b. Utilizar a música (musicoterapia) como instrumento de inclusão; c. Ofertar serviços e produtos culturais de forma livre, gratuíta e democrática. Objetivos específicos: a) Realizar 80 (oitenta) oficinas de música (Musicoterapia, para 27 pacientes vítimas de queimaduras e seus acompanhates e familiares, com carga horária de 16 horas mensais durante 10 (dez) meses; durante duas vezes na semana com carga horária de 2 (duas) horas cada encontro; b) Como contrapartida social Realizar uma palestra sobre Música e Musicoterapia Hospitalar em um Hospital público e Realizar uma apresentação Musical em um CMEI - Centro Municipal de Educação Infantil da região metropolitana de Goiânia; c) Realizar a oficina com a tématica voz e expressão, utilizando técnicas de canto e respiração.

Justificativa

Todas as pessoas planejam e tem expectativas quanto ao futuro de suas vidas e das pessoas que as rodeiam. No entanto, se algum imprevisto surge, é necessário que esse indivíduo consiga se adaptar à sua nova realidade, para que possa prosseguir ainda planejando e tendo expectativas, adequando-se às possibilidades de realização, a partir das consequências de um acontecimento súbito que pode mudar sua vida radicalmente. Um acidente intencional ou não, que gera queimaduras em alguém, com certeza trará grandes mudanças na rotina e no planejamento de quem passa por essa condição, desde o momento do início do tratamento, que, neste caso não é rápido, até o momento de voltar à rotina e às atividades que desenvolvia, incluindo o enfrentamento do olhar, dos comentários e das diferentes reações das pessoas quanto à sua condição atual. Percebe-se que as manifestações artísticas têm demonstrado ao mundo suas belezas, mesmo nos tempos mais remotos, mas não tão sedimentada como no momento atual. É de suma importância para o indivíduo que tem o foi vítima de queimaduras ter o contato com a arte, seja ela plástica, cênica, musical, etc., assim ele estará desenvolvendo o seu potencial e expressando suas emoções, sensações e percepções. O principal objetivo do ensino da arte para a pessoa vítima de queimaduras é oferecer-lhes oportunidade de desenvolver suas potencialidades através da criatividade, raciocínio, percepção e domínio motor, tendo o acompanhamento de pessoas e profissionais esclarecidos de sua importância, compreendendo os resultados e efeitos provenientes das práticas sugeridas. Este projeto se justifica, pois, de acordo com a Lei 8.313, ele: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: oferta de oficina de caráter artístico cultural, de forma livre e gratuita. Embora a pele queimada não seja considerada uma Deficiência, as sequelas de queimaduras podem trazer algumas deformidades, limitações funcionais, motoras, de modalidade, que pode ser caracterizada por uma Deficiência definitiva e/ou temporária. Assim o projeto também se enquandra na Lei LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Ressalta-se capítulo IX DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível. Art. 43. O poder público deve promover a participação da pessoa com deficiência em atividades artísticas, intelectuais, culturais, esportivas e recreativas, com vistas ao seu protagonismo, devendo: I - incentivar a provisão de instrução, de treinamento e de recursos adequados, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas; II - assegurar acessibilidade nos locais de eventos e nos serviços prestados por pessoa ou entidade envolvida na organização das atividades de que trata este artigo; e III - assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas, inclusive no sistema escolar, em igualdade de condições com as demais pessoas.

Estratégia de execução

Como é um projeto interno exclusivo para pacientes internados que sofreram queimaduras. O Folder digital com logomarca dos patrocinadores será divulgado em mídias sociais, bem como na propria instituição.

Especificação técnica

Oficina de Voz e expressão: EmentaCaracterísticas fisiológicas, funcionais e acústicas do componente vocal;conceituação de voz, fala e linguagem; a correta utilização e controle davoz falada e cantada: coordenação pneumo- fono- articulatória,ressonância, impostação, emissão controlada e higiene vocal; utilização davoz falada e cantada em suas possibilidades expressivas como uminstrumento efetivo na intercomunicação.Bibliografia Básica:DINVILLE, Claire. A tecnica da voz cantada, Enelivros, 1993OITICICA, Vanda. O bê-a-bá da técnica vocal, MusiMed, 1992SUNDBERG, Johan.. he science of the singing voice, Northern Illinois Univ,1987ALMEIDA, Berenice& PUCCI, Mágda. Outras Terras Outros SonsCaderno de Partituras e CD. Primeira Edição Impressa, em offset 90/m2.,Callis, 2003 BLAUBIL, Alain& SHOEMBERG, Michel. Les MisérablesPiano/ Vocal Selections., Wise Publication, 1997BUARQUE, Chico; PONTES, Paulo. Musical Gota D’Água com reduçãofeita por LUCATTO, Regina, Festival Goiânia, 2005LEITE, Marcos. Método de Canto Popular Brasileiro- Para Vozes MédioAgudas., Lumiar, 2001JONNSON, Rosamond. Album of Negro Spirituals., M. Edward B. MarksMusic Company, 1940 Oficina de Sensibilização Musical: Ementa: Escuta e Escuta sensível. Criatividade. Funções daMúsica. Introdução aos aspectos culturais em música. Gostos musicais. Conceitos de música e Saúde. Bibliografia: MATEIRO. T; ILARI B.. Pedagogias em educação musical., InterSaberes,2012 SCHAFER, M.. O Ouvido Pensante., Unesp, 1991BARRAUD, H.. Para Compreender as Músicas de Hoje., Perspectiva,1983 BEYER E,; KEBACH P.. Pedagogia da música: experiências deapreciação musical, Mediação, 2011LOURO V S.. Educação musical e deficiência: propostas pedagógicas., Ed. doautor, 2006ZAMPRONHA, M L S.. Da música seus usos e recursos., Unesp, 2007ZAGONEL B.. Brincando com a música em sala de aula., Ibpex, 2011______. Revista Brasileira de Musicoterapia., http://www.revistademusicoterapia.mus.br/,

Acessibilidade

Acessibilidade Para as Oficinas: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades propostas são de livre acesso aos que se encontram na unidade de queimaduras. O Hospital oferece lugares adaptados a pessoas idosas, com mobilidade reduzida, portadores de deficiência física, sensorial e cognitiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será utilizado o software Musibraile destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Serão utilizados pranchas de comunicação alternativa - CAA com linguagem pragmática e imagens que contém itens como: conversas, perguntas, sentimentos, opinião, inteeração soical, paavras essenciais e verbos essenciais. Que serão adaptadas para cada indivíduo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS e AUTISMO: Será utilizado a metodologia PECS. O PECS é um sistema único de comunicação alternativa / aumentativa desenvolvido nos EUA em 1985 por Andy Bondy, PhD, e Lori Frost, MS, CCC-SLP. O PECS foi implementado pela primeira vez com alunos de pré-escola diagnosticados com autismo no Programa de Autismo de Delaware. Desde então, o PECS foi implementado com sucesso em todo o mundo, com milhares de alunos de todas as idades que têm várias dificuldades cognitivas, físicas e de comunicação. O protocolo de ensino do PECS é baseado no livro de B.F. Skinner, Comportamento Verbal, e análise de comportamento aplicada do amplo espectro. Estratégias específicas de estímulo e reforço que levarão à comunicação independente são usadas em todo o protocolo. O protocolo também inclui procedimentos sistemáticos de correção de erros para promover a aprendizagem se o erro ocorrer. Dicas verbais não são usados, construindo iniciação imediata e evitando dependência. Acessibilidade Contrapartidas Sociais ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades propostas são de livre acesso aos que se encontram na unidade de queimaduras. O Hospital oferece lugares adaptados a pessoas idosas, com mobilidade reduzida, portadores de deficiência física, sensorial e cognitiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será utilizado o software Musibraile destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. Na palestra será usado descrição alternativa que é caracterizada como: uma técnica de fornecer informações visuais sobre uma imagem, vídeo ou cenário para pessoas com deficiência visual. Essa descrição é feita através de palavras e serve para transmitir os detalhes visuais importantes, permitindo que as pessoas cegas visualizem mentalmente o que está sendo descrito. Essas descrições geralmente incluem informações sobre cores, formas, texturas, expressões faciais, ações e qualquer outro elemento visual relevante na imagem ou cena. É uma forma inclusiva de comunicação visual que visa garantir que pessoas com deficiência visual possam ter acesso a conteúdo visual de forma equivalente. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Serão utilizados pranchas de comunicação alternativa - CAA com linguagem pragmática e imagens que contém itens como: conversas, perguntas, sentimentos, opinião, inteeração soical, paavras essenciais e verbos essenciais. Que serão adaptadas para cada indivíduo. Para Palestra será utilizado um tradutor de LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS e AUTISMO: Será utilizado a metodologia PECS. O PECS é um sistema único de comunicação alternativa / aumentativa desenvolvido nos EUA em 1985 por Andy Bondy, PhD, e Lori Frost, MS, CCC-SLP. O PECS foi implementado pela primeira vez com alunos de pré-escola diagnosticados com autismo no Programa de Autismo de Delaware. Desde então, o PECS foi implementado com sucesso em todo o mundo, com milhares de alunos de todas as idades que têm várias dificuldades cognitivas, físicas e de comunicação. O protocolo de ensino do PECS é baseado no livro de B.F. Skinner, Comportamento Verbal, e análise de comportamento aplicada do amplo espectro. Estratégias específicas de estímulo e reforço que levarão à comunicação independente são usadas em todo o protocolo. O protocolo também inclui procedimentos sistemáticos de correção de erros para promover a aprendizagem se o erro ocorrer. Dicas verbais não são usados, construindo iniciação imediata e evitando dependência. Todos os custos com assebilidade serão custeados pelo proponente (exceto o interprete de libra) pois ele já possui todos os maetrias de comunicação alternativa e o software musibraile.

Democratização do acesso

As atividades oferecidas são gratuitas, não geram custos para o hospital e estão abertas ao público-alvo sem distinção de condição social, etnia, deficiência, gênero e domicílio e ocupação. Como contrapartida social será realizada uma apresentação musical em um CMEI - Centro Municipal de Educação Infantil. Assim, indo ao aencontro do inciso VII do artigo 28 da IN N° 01/2023 "realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. O projeto também prevê uma palestra em hospital público falando sobre a Música (Musicoterapia) em hospitais. Assim, informando sobre a tématica de forma gratuíta.

Ficha técnica

Jefferson Pereira da Silva: Graduado em Musicoterapia pela Universidade Federal de Goiás (2016). Mestre em Música pela Universidade Federal de Goiás, na linha de Pesquisa: Música, Educação e Saúde (2019/Bolsista CNPq). Pesquisa de Mestrado. “Musicoterapia e Vítimas de Queimaduras um estudo sobre níveis de dor e ansiedade”. Pós Graduando em Analise do Comportamento pelo IGAC e Pós Graduando em Psicomotricidade Neurofuncional pela Faculdade Medicina do ABC paulista. Trabalhou como Produtor Cultural No centro de Cultura Cuca Fresca (2016-2017). Musicoterapeuta supervisor clínico na Clinica Evolui kids Espaço Terapêutico especialista em tratamento para desenvolvimento atípico. Musicoterapeuta CAPS Noroeste (Centro de Atenção Psicossocial) 2018 a 2022. Lara Teixeira Karst: Graduada em Musicoterapia pela Universidade Federal de Goiás (2004). Mestre em Música pela Universidade Federal de Goiás, na Linha de Pesquisa: Música, Educação e Saúde (2015 / bolsista FAPEG). Pesquisa de Mestrado "A musicoterapia na assistência domiciliar aos cuidadores de criança em cuidados paliativos oncológicos". Professora Substituta do Curso de Bacharelado em Musicoterapia da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (2015 a 2017). Musicoterapeuta do Setor de Oncologia Pediátrica do Hospital de Câncer Araújo Jorge da Associação de Combate ao Câncer em Goiás (desde 2005). Supervisora clínica do estágio curricular em Musicoterapia Hospitalar (PROGRAD/UFG / IEP/ACCG). Musicoterapeuta em atendimento domiciliar a idosos. Membro da equipe de produção do Projeto Cultural Cultura também Cura (2023), do Programa Goyazes. Durante a graduação realizou pesquisa sobre humanização em UTI Neonatal e cuidados ao familiar. Jefferson Pereira da Silva Será responsável pela gestão e administração doprojeto. Tamém realizará oficina uma vez na semana com carga horaria de 2 (dua) horas semanais. Lara Teixeira Karst realizará oficina uma vez na semana com carga horaria de 2 (dua) horas semanais.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.

2026-04-25
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás