| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 12598528000193 | SIMM SOLUCOES SA | 1900-01-01 | R$ 310,0 mil |
| 02258243000150 | Brose do Brasil Ltda | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 59643239000122 | M.H.M. INDUSTRIA E COMERCIO DE BLOCO DE REFRIGERACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 19,7 mil |
| 11340390000165 | ECOFIBRA INDUSTRIA E COMERCIO DE COMPOSITOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 12,6 mil |
| 07872967000102 | AEROFLEX INDUSTRIA DE AEROSOL LTDA | 1900-01-01 | R$ 8,0 mil |
O projeto "Árvores do Brasil edição: Araucária" pretende montar uma exposição de artes sustentável com painéis solares geradores de energia renovável, visitação gratuita, com o objetivo de informar e atentar o público, através da arte sobre a importância da preservação de árvores típicas de cada região. Pretende-se, também, promover ações formativas com alunos da rede pública de ensino relacionadas à produção de obras de arte com materiais sustentáveis. Todo o projeto terá cunho e estética artística.
Não se aplica.
Objetivos : -Gerais Valorizar a arte em si ao realizar uma instalação artística sustentável, na cidade de Curitiba a fim de atentar o público sobre a importância da valorização e preservação de árvores típicas de cada região. A principal finalidade é exaltar a cultura local através da arte. - Específicos - Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: montar uma instalação artistica gratuita. - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: realizar uma semana de oficinas de produção de obras de arte com materiais sustentáveis para 1.000 alunos da rede pública de ensino.
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Porque a lei de incentivo à cultura: Em 2020, segundo o Atlas dos Municípios da Mata Atlântica, estudo realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica com a cooperação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, unidade vinculada ao Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação (INPE/MCTI) o Paraná é o segundo estado do Brasil que mais desmata, totalizando em 2019 e 2020 a destruição de mais de 13.000 hectares de Mata Atlântica, e essa grande porcentagem de desmatamento afeta principalmente as pessoas que ali vivem, deixando as cidades cada vez mais quentes e contribuindo para a crise hídrica, e através da arte o presente projeto pretende contribuir para a diminuição desses números incentivando o uso de energias renováveis com estética artística. O projeto contribui aproximando o público das reais possibilidades práticas da combinação entre arte e sustentabilidade. Como não há nenhum recurso prévio para a contratação de mão de obra especializada em energia sustentável, materiais para a confecção da obra e divulgação da Lei de Incentivo a cultura é a única forma para trazer essa obra de arte ao mundo e promover o acesso à ela e à cultura à população em geral.Por fim, esse projeto precisa da Lei de Incentivo e é relevante pois prioriza o produto cultural originário do país visto que a essência da instalação é uma árvore típica brasileira. A araucária é uma espécie de árvore encontrada no bioma da Mata Atlântica e por ser muito comum no Paraná é tida como símbolo do estado, seu formato base será o ponto de partida para a criação da obra Árvores do Brasil: Edição Araucária, o artista André Baía pretende usar materiais reutilizáveis para a construção da instalação, que em seu topo terá painéis solares para produção energia limpa de utilização pública, o artista pretende através de suas técnicas recriar uma araucária, formas, linhas, cores predominantes da árvore, finalizando em uma instalação interativa. Qual o papel da arte na era do antropoceno? Essa questão foi o ponto inicial para a elaboração da temática do presente projeto, a relação entre produção de arte e natureza, tendo como referência estética o artista plástico Hélio Oiticica, em busca de fundir a arte e vida cotidiana.Antropoceno ( inglês anthropocene ) foi uns dos principais temas em voga na Frieze Art Fair na edição 2021, uma das feiras de arte mais importantes de arte contemporânea do mundo.
Esboço de projeto com especificações técnicas anexado junto com a documentação do projeto.
Em relação à acessibilidade, todos os produtos deste projeto atendem medidas de acessibilidade conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Instalação Artística Acessibilidade física: Área reservada, banheiros adaptados, espaço de circulação e obstáculos nivelados por rampa. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica pois ao se tratar de espaço público os requisitos de acessibilidade fisica estão inclusos no espaço. Acessibilidade para deficientes visuais: Website adaptado, audiodescrição, identificação da obra em Braille. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item identificação da obra e audiodescrição item sonoplasta. Acessibilidade para deficientes auditivos: Equipe orientada, website adaptado. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Verba vem do Item de divulgação. Contrapartidas Sociais Acessibilidade física: Área reservada, banheiros adaptados, espaço de circulação e obstáculos nivelados por rampa. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de espaço já adaptado. Acessibilidade para deficientes visuais: Website adaptado e audiodescrição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item identificação da obra e audiodescrição item sonoplasta. Acessibilidade para deficientes auditivos: Guia intérprete de língua de sinais, equipe orientada, website adaptado. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item guia intérprete lingua de sinais.
Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Coordenação Geral e artista: André Baía Artista visual, designer, proponente e coordenador geral do projeto. André Baía, artista visual, nascido em 1987 em São Paulo, Bacharel em Comunicação Social, especializado em direção de arte, reside e trabalha em Curitiba PR. Já participou de exposições individuais, coletivas e uma internacional. Residiu em Barcelona, Espanha, por um período de cinco anos. Seu trabalho reflexiona sobre a beleza da forma e suas imperfeições. Entre variações de desenhos cegos, observados e pinturas, suas obras desenvolvem uma poética única. Seus contrastes e sobreposições de técnicas, exploram de maneira inusitada os limites da representação. Realiza atividades sociais através de seus métodos de pesquisa e produção. Já conduziu projetos socioculturais visando a inclusão de cegos nas artes visuais. Em 2019 desenvolveu e ministrou um workshop sensorial para cegos no IPC (Instituto Paranaense de Cegos), dando ainda profundidade e potência a seu trabalho. Em 2020 teve participação áudio visual no Edital FCC Digital da Fundação Cultural de Curitiba. Produção Executiva: Camila Rodrigues Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina em 2017 e formada em Direção de Produção pela escola Cena Hum 2019, atuou na área de produção cultural nos seguintes eventos subsequentes: 2016, 2017 e 2018 - Fringe (Dentro do festival de teatro de Curitiba) ; 2019 - Assistência de Produção projeto Cine Móvel; 2020 - Produtora executiva marca DS; 2020 - Produtora executiva da banda projeto Reinventar; 2020 - Assistência de projetos André Baía; 2021- Produção Executiva projeto Mandalas, no compasso e pincel; 2021 - Produção Executiva projeto Feira da Lua; 2021 - Produção Executiva projeto O Vazio; 2021 - Produção Executiva projeto de mãe para filha. Engenheiro Responsável pela parte técnica do projeto: Luiz Fernando Ortega Especialista em Geração e Transmissão de Energia, nas áreas, Subestações de 69kv até 500 kV; Linhas de Transmissão; Estudos Elétricos; Complexos Eólicos; Usinas Solares; Pequenas Centrais Hidrelétricas tendo como experiência 50 Subestações de Alta Tensão; 5 GW em Complexos Eólicos; 10 GW em Usinas Solares; 300 MW em Pequenas Centrais Hidrelétricas, desde 2010 até atualmente sócio da empresa Ecotechne Energia renovável, responsável por diligenciamento, estudos elétricos, projetos básicos e projeto executivo de sistemas de geração e transmissão de energia. Trabalhando em diversos empreendimentos, mas principalmente: - Complexo Eólico Tucano 600 MW, AES Tiete , Desenvolvimento do projeto das redes de média tensão, subestações e linhas de transmissão de 500 kV (chesf); Complexo Eólico Gameleira 79,7 MW; CPFL Desenvolvimento do projeto das redes de média tensão, estudos elétricos e bay de acesso em 230 kV (chesf); Complexo Eólico Campo Largo 360 MW Engie Desenvolvimento do projeto das redes de média tensão; Complexo Eólico Serra da Babilônia144 MW; Rio Energy; Desenvolvimento do projeto das redes de média tensão, subestações, estudos elétricos e todos os almoxarifados dos Aerogeradores; Complexo Eólico Folha Larga330 MW; EDF; Desenvolvimento do projeto das redes de média tensão, estudo de coordenação de isolamento e curto-circuito; Complexo Eólico Ventos da Bahia 116,6 MW; EDF - Desenvolvimento do projeto das redes de média tensão; Subestação Abdon Batista 230 kV Lote 6 do Leilão nº 04/2018 da ANEEL; Subestação Barra Grande 230 kV –Lote 6 do Leilão nº 04/2018 da ANEEL; Subestação Mauá 3 230 kV; Lote 9 do Leilão nº 04/2018 da ANEEL; Subestação Manaus 230 kV; Lote 9 do Leilão nº 04/2018 da ANEEL; SubestaçãoTouros230 kV; Complexo Eólico Gameleiras; Subestação Gentio do Ouro230/138/34,5 kV; Complexo EólicoCapoeiras; Complexo Eólico Renascença 150 MW; Brookfield; Diligenciamento, estudos elétricos, projeto executivo e engenharia do proprietário na reforma do empreendimento. Fotografo: Guto Tarasiuk Formado na Universidade Positivo em publicidade e propaganda, Guto Tarasiuk é um fotógrafo atuante no mercado de fotografia artística, com uma experiência sólida de 11 anos de carreira, entre estes 6 anos cobrindo eventos culturais, festivais e espetáculos renomados pelo Brasil. Com um repertório publicado em diversas mídias, aos 25 anos de idade parecem poucos para a profundidade mostradas nas fotografias e os sentimentos, acredita que a fotografia exerce um papel essencial na vida das pessoas pois nela não se registra apenas o que o olho vê mas representa toda uma história que sentimos. Realiza diversos trabalhos voluntários como ela duas vivências impactantes no Haiti 2018, Quênia 2019, onde agregou com o registro fotográfico e vídeo durante esse período. Oficineiro: Felipe Scandelari O artista participou de significativas mostras coletivas, tais como: O Estado da Arte (Museu Oscar Niemeyer, 2011), Trilhas do Desejo – Rumos Itaú Cultural (Itaú Cultural e Paço Imperial, 2010) e VI Bienal de Curitiba (Casa Andrade Muricy, 2011). Felipe Scandelari tem uma trajetória consolidada na área de artes visuais, sendo um dos expoentes da pintura contemporânea paranaense e brasileira. Suas obras são permeadas por questões referentes à história da pintura, da construção de imagens e da cultura pop, que se dá por meio de referência a colagem e introdução de imagens provenientes da indústria cultural. Em suas pinturas, as imagens inicialmente remetem à fotografia, mas logo em seguida se mostram como ato pictórico (FREITAS;PROLIK;LANDAL, 2011). Esse ato é evidenciado pela corporeidade da fatura pictórica, do suporte muitas vezes deixado de forma aparente e dos elementos que estruturam a composição, como traços do desenho a carvão que aparecem vez ou outra. Por meio dessa confluência de imagens de diversos tempos, marcadas por gestos precisos de pinceladas à óleo, é evidente que as questões principais trazidas pelo trabalho de Scandelari gravitam em torno da discussão em torno da própria pintura e da desorientação dada pelo excesso de imagens que marca o mundo contemporâneo.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.