Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 234717Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Gaivota Entremundos

BERNARDO DUGIN MONNERAT DE AZEVEDO
Solicitado
R$ 992,1 mil
Aprovado
R$ 992,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-05
Término
2024-06-30
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto é realizar a montagem e temporadas do espetáculo de teatro Gaivota Entremundos, com trechos do texto de A Gaivota, de Anton Tchekov, direção de Antonio Karnewale

Sinopse

Sinopse Gaivota Entremundos Espetáculo teatral com trechos de A GAIVOTA, de Anton Tchekov, que faz uso da projeção de um filme a partir de outros trechos da mesma obra. Durante a peça, o filme é comentado por duas personagens que ficaram “de fora” do filme. Em meio a hipóteses sobre o porquê de terem sido excluídas, vão dando vida, diante da plateia, às “suas partes” e a uma reflexão sobre o sentido geral da obra e sobre os trânsitos entre ficção e realidade e também entre o teatro e o audiovisual. O fato de o filme ter sido produzido durante a pandemia do coronavírus, confere, para esta adaptação brasileira da obra de Tchekov, uma dose adicional de desencanto aos personagens que, como os russos do início do século XX retratados pelo autor, sonham em deixar o passado em nome de um futuro mais otimista. Os dois atores presentes em carne e osso na peça são os portugueses Joana de Veronna e Ricardo Pereira, o que instaura uma camada de leitura adicional ao espetáculo, já que estes simbolizam, ali, um olhar português (e, por extensão, europeu), levando a cabo o exame de um certo Brasil por nós (re)visitado. Sinopse Palestra "O clássico e o contemporâneo: como a Gaivota, de Theckov, se relaciona com os dias de hoje" de 30 minutos, após o espetáculo, ministrada pelo diretor Antonio Karnewale. A partir da análise do clássico A Gaivota, de Theckov, Antonio Karnewale faz uma análise profunda e atual sobre temas latentes da nossa sociedade. Desde a contextualização da época à realização de um paralelo entre os russos do início do século XX com o Brasil e o mundo de hoje.

Objetivos

Oferecer e apresentar ao público brasileiro o espetáculo Gaivota Entremundos, com trechos do clássico A Gaivota, de Anton Tchekov, com dramaturgia e direção geral de Antonio Karnewale. Gaivota Entreatos convida o espectador a uma reflexão sobre o sentido geral da obra clássica do russo e também sobre os trânsitos entre ficção e realidade no teatro. Objetivo Específico: - Oferecer ao público brasileiro a oportunidade de recepção do espetáculo teatral Gaivota Entremundos, em particular junto a segmentos sociais importantes: público jovem, público adulto, pela relevância cultural, público de idosos, amantes de arte. - Realizar o total de 12 sessões no Rio de Janeiro em teatro com capacidade para 250 pessoas estimando um público de 3.000 espectadores- 01 Apresentação com acessibilidade em Libras no Rio de Janeiro; - Realizar 01 palestra sobre "O clássico e o contemporâneo: como a Gaivota, de Theckov, se relaciona com os dias de hoje" de 30 minutos ministrada pelo diretor Antonio Karnewale no Rio de Janeiro; - Realizar o total de 12 sessões em São Paulo em teatro com capacidade para 250 pessoas estimando um público de 3.000 espectadores - 01 Apresentação com acessibilidade em Libras em São Paulo; - Realizar 01 palestra sobre "O clássico e o contemporâneo: como a Gaivota, de Theckov, se relaciona com os dias de hoje" de 30 minutos ministrada pelo diretor Antonio Karnewale em São Paulo;- Frase de conscientização educativa/ambiental nos materiais digitais ou gráficos do espetáculo. - Fomentar a cultura brasileira; - Gerar um total de 30 empregos diretos (elenco e equipe) e 60 indiretos.- Contribuir para o setor cultural brasileiro produzindo e revisitando uma obra clássica, mas que se faz atual e que abrangerá um público amplo.

Justificativa

Gaivota Entremundos é um projeto de um espetáculo teatral com trechos de A GAIVOTA, de Anton Tchekov, que faz uso da projeção sobre um filme produzido a partir de outros trechos da mesma obra. Durante a peça, o filme é comentado por duas personagens que ficaram "de fora" do filme. Em meio a hipóteses sobre o porquê de terem sido excluídas, vão dando vida, diante da plateia, às "suas partes" e a uma reflexão sobre o sentido geral da obra e sobre os trânsitos entre ficção e realidade e também entre o teatro e o audiovisual. O fato de o filme ter sido produzido durante a epidemia do coronavírus, confere, para esta adaptação brasileira da obra de Tchekov, uma dose adicional de desencanto aos personagens que, como os russos do início do século XX retratados pelo autor, sonham em deixar o passado em nome de um futuro mais otimista. Os dois atores presentes em carne e osso na peça são os portugueses Joana de Veronna e Ricardo Pereira, o que instaura uma camada de leitura adicional ao espetáculo, já que estes simbolizam, ali, um olhar português (e, por extensão, europeu), levando a cabo o exame de um certo Brasil por nós (re)visitado. A Lei de Incentivo incentiva a criação e a inovação, nos permitindo apresentar um espetáculo com qualidade artística e técnica, uma vez que os recursos investidos são fundamentais para a produção de excelência. A Lei apoia e fortalece a produção cultural, permitindo que a produtora disponibilize o acesso de mais pessoas ao espetáculo. O projeto se enquadra nos seguintes Incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto se enquadra nos seguintes Objetivos do Art. 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

não se aplica.

Especificação técnica

Produto Cultural: Peça teatral Duração: 1:10h Faixa etária: 14+ Palestra Tema: "O clássico e o contemporâneo: como a Gaivota, de Theckov, se relaciona com os dias de hoje" de 30 minutos ministrada pelo diretor Antonio Karnewale Duração: 30 minutos após o espetáculo

Acessibilidade

Acessibilidade física: Rio e São Paulo salas de apresentação que sejam acessíveis, com rampas e poltronas especiais. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes auditivos: 01 sessão com intérprete de libras no Rio de Janeiro e 01 sessão com intérprete de libras em São Paulo

Democratização do acesso

Para Democratização de Acesso será disponibilizado para a cidade do Rio de Janeiro: - Distribuição de ingressos gratuitos conforme Plano de Distribuição - 300 ingressos - 01 palestra sobre "O clássico e o contemporâneo: como a Gaivota, de Theckov, se relaciona com os dias de hoje" de 30 minutos ministrada pelo diretor Antonio Karnewale no Rio de Janeiro; - 250 ingressos gratuitos. - Disponibilização do registro audiovisual (Teaser nas redes sociais do projeto) para divulgação da peça no Rio e em São Paulo. Para Democratização de Acesso será disponibilizado para a cidade de São Paulo: - Distribuição de ingressos gratuitos conforme Plano de Distribuição - 300 ingressos - 01 palestra sobre "O clássico e o contemporâneo: como a Gaivota, de Theckov, se relaciona com os dias de hoje" de 30 minutos ministrada pelo diretor Antonio Karnewale em São Paulo; - 250 ingressos gratuitos. - Disponibilização do registro audiovisual (Teaser nas redes sociais do projeto) para divulgação da peça no Rio e em São Paulo. Art. 28. Em complemento, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

O proponente exercerá no projeto as funções de coordenador do projeto e diretor de produção Diretor de produção e coordenador do projeto Bernardo Dugin Bernardo Dugin dirigiu e foi diretor de produção dos espetáculos Alta Tensão, A Busca, Eros, Cinquentânias, 78 musical, O Patinho Feio, Old&Gold, O Despertar da Primavera e foi diretor assistente de As Cadeiras, de Eugene Ionesco, com Camilla Amado e Marco Nanini. Diretor assistente da Ópera do Menino Maluquinho e do Theatro das Virtudes. Diretor assistente e produtor assistente do 14º e 15º Prêmio APTR de Teatro. Dirigiu o documentário Terra Nova e o curta-metragem Cinquentânias. Na Globo atuou em Todas As Flores, Éramos Seis, Em Família, Malhação e Além do Horizonte. Na Record TV, Reis, Gênesis, Topíssima e Jesus. Fez os seriados Baile de Máscaras, Brasil Imperial, Era Uma Vez Uma Históriaa e De Volta pra Pista. Atuou nos longas Deixe-me Viver, M8 e Missão Cupido. E nos curtas S2, Charlotty, Lente de Aumento, Gravidez Precoce e SINAIS. Formado em Comunicação Social (Puc-Rio) e professor de teatro. Diretor Antonio Karnewale Antonio Karnewale, é ator e diretor de Teatro e Televisao, graduado em Comunicação Social com especialização em Jornalismo pela Universidade Gama Filho e pós-graduado em Cinema e Linguagem Audiovisual pela Universidade Estacio de Sá, onde também habilitou-se como tecnólogo Autor e Roteirista. Formou-se ainda em Teatro pela Escola de Teatro Martins Pena e em Dança Clássica pela Escola de Danças Maria Olenewa. Como ator e/ou bailarino, em Teatro, Ópera, Dança, Cinema e TV, trabalhou com diretores e coreógrafos como: Maurice Bejàrt, Geene Foote, Paulo José, Marília Pera, Diogo Vilela, Sergio Britto, Aderbal Freire Filho, Luiz Fernando Carvalho, Moacir Chaves, Antonio de Bonis, Luiz Antonio Martinez Correa, Andre Paes Leme, Regina Miranda, Alberto Renault, Andre Heller-Lopes, Karen Accioly, Luiz Fernando Lobo, Jaime Monjardim. Na direção teatral, realizou espetáculos no Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, dentre eles: A Pomba Enamorada (de L. Fagundes Teles), Samba da Minha Terra (de Marília Barboza), Qualquer Coisa Conta História (baseado em obra de M. Ravel), O Mambembe (de Artur Azevedo), Dona Rosita, a Solteira (de Federico Garcia Lorca), Grande Othelo, Eta Moleque Bamba (de Douglas Dwait), Sussunè (de Emanoel Aragão), Flor Tapuya (de Pixinguinha), Histórias de Alexandre (de Graciliano Ramos), Ryokai e o Lugar onde não se morre (autoria própria, premios Funarte e ABL de Dramaturgia). E também as óperas O Pescador e Sua Alma (original de Oscar Wilde) e O Pescador de Pérolas (de Bizet). Em televisão, vem desde 1993 atuando como ator e dublador na Rede Globo de Televisão. Na mesma emissora, desde 2010, atua como assistente de direção e preparador de elencos em telenovelas e minisséries. Foi diretor nas novelas Meu Pedacinho de Chao e Velho Chico. Como preparador, seu trabalho mais recente foi a telenovela Todas as Flores (2022-23), sob direção geral de Carlos Araújo. Atualmente cursa o Mestrado em Artes Cênicas da Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO). É professor na faculdade de Artes Cênicas da Fundação Cesgranrio. Elenco Joana de Verona - atriz protagonista Intérprete/ Diretora Luso-Brasileira, 1989, iniciou a sua formação em teatro em 1998 e a prática profissional em cinema em 2004. Estudou teatro no Chapitô com Bruno Schiappa, fez o curso de criação performativa "Zonas" sob orientação de Joana Craveiro. Licenciou-se em Teatro, pela Escola Superior de Teatro e Cinema.Frequentou cursos com outros formadores na área de teatro e dança, como: Norman Taylor, (Discípulo de Jacques Lecoq), João Brites, Luca Aprea, John Mowat (Técnica de clown), Dança Butoh (Companhia de Dança Olga Roriz), Peter Michael Dietz, Miguel Moreira, Mathilde Monnier, Marina Kaptijn (Jan Fabre teaching group) John Romão, Márcia Milhazes, Miguel Seabra, Deborah Hay Technique, (a partir do solo "Joy & Sorrow"), Alexander Technique-Kristof Konrad, Peter Michael Dietz, John Romão, Victor Hugo Pontes.Em Teatro trabalhou com: Gonçalo Amorim, Vânia Rovisco, Carlos Avillez, Marco Martins, Luís Miguel Cintra, Mónica Garnel e Mónica Calle com quem tem vindo a cooperar desde 2008 em espetáculos da Casa Conveniente. Estudou realização de cinema, na escola Ateliers Varan, em Paris, onde realizou o seu primeiro filme, o documentário "Chantal" que estreou no Indie Lisboa e esteve presente no festival FACA, entre outros festivais.Em cinema trabalhou na Alemanha e Itália e mais frequentemente entre Portugal, França e Brasil, com: João Botelho, Marco Martins, Solveig Nordlund, Catarina Ruivo, Raúl Ruiz, Valeria Sarmento, Denis Côté, Carlos Conceição, Miguel Clara Vasconcelos, João Salaviza, Gabriel Abrantes, Jorge Cramez, Pierre Edouard Dumora, Maxence Vassilyevitch, Miguel Gomes, Fanny Ardant, António Ferreira, Lúcia Murat, Larissa Figueiredo, Renata Belo Pinheiro, Sérgio Oliveira, Estevão Ciavatta, Carlos Araujo, Gregório Graziosi, entre outros.Entre outras nomeações e distinções em Festivais Nacionais e Internacionais o mais recente é o prémio de melhor atriz, atribuído pela SPA, pelo filme "As Mil e uma Noites" de Miguel Gomes.Como criadora co-encenou “Sexos” de Doroty Parker no Teatro Municipal São Luíz - Ciclo novos atores em 2008.Foi co-fundadora da companhia de teatro Fiasco em 2009 onde co-criou os espectáculos, “Silêncio pós secador” e “Puta de Vida” no âmbito das "curtas" no Teatro Primeiros Sintomas. Criou em 2011 a performance “C ́est ma Première Fois” na Casa Conveniente. Em 2014 co-criou o monólogo “7 Pecados” a partir de "Os sete pecados mortais dos pequenos burgueses" de Bertold Brecht na Casa Conveniente/Polo Cultural Gaivotas. Em 2014 realiza o videoarte “Cara” (Festival FUSO). Em 2015 produz o filme “Yulya”. Em 2020 realiza o videoarte "KALI". Em 2021 estreia a co-criação Performance-Instalação "MappaMundi". Ricardo Pereira - ator protagonista Ricardo Pereira é um ator a apresentador português que se destacou no Brasil ao dar vida ao primeiro protagonista estrangeiro em uma novela da TV Globo – ele viveu Daniel em "Como uma Onda". Devido ao sucesso, em 2011 se mudou com a família para o Brasil e desde então, integra os elencos de várias produções da Rede Globo. Em 2013, atuou em “Joia Rara”, trama que ganhou o Emmy Internacional de melhor telenovela.Ricardo também trabalhou como apresentador de TV, em Portugal e no Brasil se destacou na “Dança da Galera” no Domingão do Faustão, da Rede Globo. No cinema participou de grandes produções. Estreou em 2001 em "Um Homem não é um Gato", produzido pela SIC, e fez outros filmes como "O Milagre Segundo Salomé", de Mário Barroso; "O Crime do Padre Amaro", de Marcelo Santiago; "Viúva Rica Solteira Não Fica", de José Fonseca e Costa; "Amália", de Carlos Coelho da Silva e "Mistérios de Lisboa", de Alberto de Magalhães Raoul Ruiz , "Cosmos", de Andrzej Zulawski; "Meu Passado Me Condena 2", de Júlia Rezende; "Amor Impossível", de António-Pedro Vasconcelos, e "Cartas da Guerra", de Ivo Ferreira.Em “Cara e Coragem”, foi o vilão Danilo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.