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PRONAC 234723Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

CASA DOS SENTIDOS

MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO PRODUCOES & EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 2,94 mi
Aprovado
R$ 2,94 mi
Captado
R$ 275,1 mil
Outras fontes
R$ 180,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
79379491000183HAVAN S.A1900-01-01R$ 200,0 mil
75055772000120Unimed Curitiba - Sociedade de Médicos1900-01-01R$ 45,0 mil
75802041000109Famiglia Zanlorenzi S.A.1900-01-01R$ 20,0 mil
22439993000135STULZ BRASIL AR CONDICIONADO LTDA1900-01-01R$ 10,0 mil
***167747**CARLOS ROBERTO DE SIQUEIRA CASTRO1900-01-01R$ 100,00

Eficiência de captação

9.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2023-09-01
Término

Resumo

Criar uma exposição de Artes Visuais que traga representados cômodos e elementos de uma casa sob aspectos lúdicos e artísticos em que cada espaço seja dedicado um ou mais aspectos sensoriais. Com isso, a exposição busca despertar perspectivas emocionais, artísticas e do campo das memórias principalmente em relação ao público de crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Sinopse

Com 120 metros quadrados de área expositiva, a obra será representada por uma construção cenográfica simbólica e lúdica, que tem como objetivo a conexão da arte com propostas que gerem inclusão, relevância e transformação social. Os ambientes, distribuídos em cinco cômodos distintos, trazem assinaturas de artistas neurotípicos e atípicos, designers e arquitetos que conduzirão a experiência com ferramentas que estimulam os 5 sentidos do visitante, em leituras sensoriais e poéticas. Esse projeto, cria um novo conceito de aplicação artística construída a partir de um recorte da comunidade e suas particularidades. Para chegar nesse resultado, a equipe técnica passará por pesquisas e treinamentos práticos e vivências sensoriais, acompanhados por especialistas em psicologia, pedagogia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. Todos os processos e intervenções serão validados por profissionais da área. O projeto tem apoio dos maiores institutos de pesquisa especializados no Transtorno do Espectro do Autismo: a Tismoo e o The Muotri Lab (da Universidade de San Diego, Estados Unidos), que investiga os mecanismos fundamentais para o desenvolvimento do cérebro e de transtornos como o autismo. A proposta arquitetônica será apresentada em caixas acústicas, cujo projeto encontra-se anexo, e cada uma das caixas trará a representação de um dos cômodos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Criar uma exposição de Artes Visuais que traga representados cômodos e elementos de uma casa sob aspectos lúdicos e artísticos em que cada espaço seja dedicado um ou mais aspectos sensoriais. Com isso, a exposição busca despertar perspectivas emocionais, artísticas e do campo das memórias principalmente em relação ao público de crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em conexão com artistas visuais. Objetivos específicos: 1. Promover uma exposição de arte, durante 90 dias, para um público de 12 mil pessoas, nas cidades de Araraquara/ SP, Belo Horizonte/ MG, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/ RJ, Horizontina/ RS, Goiania/ GO. 2. Realizar como ação de formação de plateia encontros ONLINE entre artistas e professores da rede pública de ensino sobre importância do desenvolvimento artístico na expressão de comportamentos, ideias e hábitos, com público beneficiado de 2000 pessoas; 3. Trabalhar diferentes manifestações artísticas como instrumentos de expressão e autoconhecimento; 4. Aproximar o universo das pessoas com transtorno do espectro do autismo (TEA) da sociedade; 5. Criar uma instalação artística interativa e sensitiva inspirada pela arte e visão de mundo das crianças autistas;6. Incentivar o fomento à produção de artes visuais;7. Instigar a interação do público com as obras;8. Estimular o debate e a formação crítica a partir de mensagens apresentadas na exposição. 9. Proporcionar liberdade de percepção artística aos expectadores e de suas expressividades, de forma segura e acolhedora; 10. Gerar, com a exposição, uma imersão interativa entre espaço e participantes, em que gestos, movimentos e vocalizações sejam naturalizados, e com abertura para que as impressões dos visitantes sejam captadas;11. Proporcionar um espaço e momento que contemplem o público autista adolescente e adulto também, universalizando o acesso à arte para além da infância das pessoas com TEA;

Justificativa

De acordo com a Lei No 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1o, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E para cumprimento das finalidades expressas no art 3o desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintesobjetivos:II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O projeto Casa dos Sentidos se constitui em uma instalação cenográfica de espaços internos do ambiente doméstico concebidos enquanto uma instalação de artes visuais. Assim como em suas edições anteriores, a Casa dos Sentidos segue com a proposta de levar artes visuais para além da passividade na relação entre objetos artísticos e participantes espectadores, extrapolando esses limites afim de ser imersiva e interativa. Contar com a participação dos visitantes para dar sentido, som e movimento a uma peça exposta é o que traz propósito aos conteúdos desenvolvidos pelos artistas. Ainda mais se tratando do público alcançado por este projeto: jovens e crianças inseridas no Espectro Autista. Como se vê em Ameal (2016) 1 a arte pode ser entendida como um lugar de reconhecimento do caráter humano, ou seja, um espelho ou retrato daquilo que nem sempre está visível: os sentimentos, as memórias, ou aflições e revoltas. E nesse ponto, a arte se mostra uma ferramenta fundamental para que pessoas com divergências comunicativas e de sociabilidade revelem como percebem o mundo e se encaram como parte dele. Por isso, a Casa visa colocar a pessoa autista como protagonista da mostra, ou seja: o ser humano que sente, pensa e percebe o mundo com uma perspectiva particular. Ao longo das duas experiências anteriores, a Casa dos Sentidos procurou mergulhar no universo de percepções possíveis a partir do contato entre artes visuais e pessoas com TEA trazendo o ambiente doméstico para dentro do campo artístico e usando esse mesmo ambiente como espaço confortável o suficiente para gerar interações entre arte e corpos de pessoas com TEA. Assim como ser uma experiência inédita de imersão artística onde a acessibilidade é central. Nessa Terceira Edição, propomos esse mesmo caminho, com o complemento de entender a Arte para além do espaço educacional ou escolar, e o Autismo para além das rotinas terapêuticas. Ou seja, nossa preocupação não é com desempenho ou com um desenvolvimento escalonar da pessoa, mas sim em promover despertar ou despertares, no plural mesmo. Pois, se conforme o aspecto formal nossa mostra se enquadra em Artes Visuais, nosso objetivo consiste em instigar os outros sentidos também, dentro de uma linguagem confortável para as pessoas com TEA. Tais como memórias olfativas que possam ser resgatadas; conforto tátil para compreensão e expressão corporal e a relação dos corpos autistas com o espaço; a percepção de ruídos que provoquem emoções; e mesmo a imagem de algum alimento que desperte apetite ou saudade do seu sabor. A Casa dos Sentidos busca principalmente um exercício conjunto dos sentidos: a sinestesia sensorial. Portanto, a relação que se busca estabelecer quando alguém visita a Casa dos Sentidos não é a de obra e aluno ou paciente. Ao contrário, ele é participante, elemento humano ativo da mostra. O diálogo entre arte e pessoas com TEA aparece de uma forma bastante interessante no artigo de Muñoz (2022) 2 sobre a interação entre palhaços e crianças e adolescentes autistas. A autora destaca aspectos de memória e jogos de corpo nas brincadeiras propostas pelos artistas, que as ações com o corpo, como toda uma corporeidade viabilizam o pensamento, concretizando emoções dos e das participantes. Além de perceber que há interação facilitada por meio da máscara dos palhaços, ou simplesmente o nariz pintado de vermelho. Ela explica como sua experiência na arte cênica com palhaços aguçou nos pré-adolescentes e adolescentes autistas uma maior vontade de desenvolver comunicação e socialização: "Tivemos a oportunidade de desenvolver nosso trabalho com adolescentes no espaço da Casa Sapucaia, um casarão antigo e aberto localizado no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro, cercado de plantas, texturas, cheiros, espaços abertos e amplos, dois cães e dois gatos. Ali construímos nossos encontros todas as sextas-feiras, durante cinco meses com uma equipe de seis palhaços e quatro adolescentes autistas, de níveis distintos de necessidade de suporte. (...) Obtivemos indicativos extremamente relevantes no sentido do desenvolvimento de habilidades de comunicação e interação social nessas pessoas, observando-se e respeitando-se sempre sua condição de autista." (MUÑOZ, 2022, p. 132-133). Acreditamos neste tipo de experiência artística: na fruição, na liberdade criativa e sensorial, desprendido de funções terapêuticas sem negar seu caráter enriquecedor para o intelecto humano. Porque assim como a autora acima mencionada faz refletir, concordamos que a arte propicia a expansão dos limites impostos socialmente aos corpos autistas. As percepções do público da Casa dos Sentidos ganham lugar central na narrativa da exposição, pois ao longo das edições anteriores pudemos obter experiência quanto ao lugar ocupado pelo visitante da mostra: o lugar de agente colaborador. A mostra então se torna um experimento para esse participante. E é observando a forma como cada espaço da mostra gera um tipo de percepção ou de emoção para os diferentes corpos autistas e como cada participante da exposição terá a liberdade para apreender e transmitir essas sensações proporcionadas a cada espaço e momento da visita é que podemos jogar luz sobre esse protagonismo. Sem que movimentos, gestos ou vocalizações sejam tolhidos ou formatados a fim de promover algum enquadramento aos da sociedade neurotípica.

Estratégia de execução

AÇÕES FORMATIVAS CULTURAIS Ao atender ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto prevê atividade complementar com professores da rede pública, a realizada, distinta da programação contemplada pelo produto principal, além de não coincidir com aquelas previstas nos incisos III e V do art. 21 da IN nº 02/2019. OBJETIVO: O foco da sua realização é incentivar a conscientização para a importância da arte e da cultura relacionadas com a linguagem do produto cultural principal do projeto.Os encontros terão como objetivo a condução de um melhor aproveitamento de talentos e potenciais em sala de aula utilizando processos artísticos, gerando a conscientização para a importância da arte e da cultura relacionadas com a linguagem do produto cultural principal desse projeto. Público Alvo: professores da rede pública de ensino Carga horária: os encontros serão realizados com duração total de 40horas em conteúdos gravados e conteúdos apresentados ao vivo de forma online. CONTEÚDO ABORDADO: 1. Fundamentação Teórica 2. Criatividade - História do Conceito/ Definição3. Inteligência e Variações Individuais4. Criatividade e Ensino5. Etapas do Desenvolvimento da Criatividade 6. Experiências Sensoriais 7. Desenvolvimento de técnicas em sala de aula.

Especificação técnica

De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA No 2, DE 23 DE ABRIL DE 20193o, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber: Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de:I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas;II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis;III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; eIV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais

Acessibilidade

O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei no 13.146, de 2015 e Decreto no 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível;Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoacom deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento.§ 1o Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores,devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade.§ 2o No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3o Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário.§ 4o Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência.§ 5o Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor.§ 7o O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade do projeto expositivo:1. Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados.2. Comunicação em audiobook3. Equipe orientada4. Guia intérprete de língua de sinais5. Website adaptado 6. Sessões monitoradas para autistas e disponibilização de cordões de girassóis a abafadores de ouvido 7. Criação de materiais para auxiliar no planejamento da visita: a Narrativa Visual mostra, por meio de imagens e textos curtos, o que se pode esperar, e o Mapa Sensorial indica quais são os estímulos sensoriais mais comuns. Acessibilidade das ações de formação de platéia - PALESTRAS ONLINE PARA PROFESSORESGuia intérprete de língua de sinaisComunicação em audiobook Na PLANILHA ORÇAMENTÁRIA as RUBRICAS DE INTÉRPRETE DE LIBRAS E LEGENDAGEM, referem-se ao cumprimento das medidas de acessibilidade que serão adotadas.

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; APLICAÇÕES PRÁTICAS:1. 30% (trinta por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter educativo para pesquisas do TEA.2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores;3. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;4. Desenvolvimento de plataforma online para divulgação dos conteúdos apresentados nas exposições;5. Realização de palestras para educadores em escolas públicas. 6. 50% (cinquenta por cento) dos ingressos para divulgação gratuita do público visitante.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Coordenação Artística: Carolina Montenegro Tyrka Guanabara - EMPRESA MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO & EVENTOS (portfolio anexo) O proponente desempenhará a coordenação geral/ artística / administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, educação e economia criativa. Há 11 anos administra a Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba, responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 80 projetos desenvolvidos e aproximadamente 300 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais executados: • I , II e III Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Exposição Interafetividade/ Exposição Poty por ti. Projetos culturais em execução: Bibliotecarte/ Mapa da gastronomia/ Pakuá/ Exposição Vida/ III Conversarte/ III Festival de Teatro Infantil Era uma vez, eram duas...eram três/ Casa dos Sentidos PRODUÇÃO EXECUTIVA: CAMILA GUANABARA Comprova sua experiência em trabalhos em produção cultural, executiva e consultoria técnica para projetos artísticos. Atuou como produtora executiva em 3 edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, nas 3 edições do Festival de Teatro Infantil - Brinque, Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Eu vejo assim. Atua na gestão executiva de projetos em captação, tais como Pakuá - Prêmio de fotografia aérea e Conversarte - Geração Z. DESIGNER GRÁFICO: CAIO VITORIANO Atualmente é doutorando em design e lecionou, como substituto, a cadeira de Estética Contemporânea para o Mestrado em Criação Artística Contemporânea na Universidade de Aveiro (UA), em Portugal. Foi professor da graduação e pós-graduação da Universidade Potiguar (UnP) e Estácio (RN). É ex-diretor de criação da Pandora Comunicação (agência que trabalhou por 10 anos), colabora como designer para o selo cultural DoSol, o escritório Z3 Design, dentre outros parceiros culturais e empresas pelo mundo. É graduado em Jornalismo (UFRN, 2000), Publicidade e Propaganda (UnP, 2000), especialização em Design Estratégico (Uni-RN, 2004) e Mestre em Design (UFRN, 2016). Possui prêmios acadêmicos e de mercado publicitário nacionalmente e internacionalmente. CURADORIA: ALEXANDRE ORION Artista visual, muralista e fotógrafo brasileiro. Autor dos projetos Metabiótica e Ossário. Orion trabalhou na direção de arte de revistas, até que em 2002, abriu mão de tudo e retornou para as ruas, onde iniciou um projeto denominado “Metabiótica”, no qual ele escolhe um local da cidade, realiza uma pintura na parede e depois, com uma câmera preparada, aguarda o momento para registrar a interação das pessoas que vão se tornar personagens da fotografia, chegando ao resultado final do trabalho. A série, com quase 20 imagens foi exposta em vários países e virou livro. Em 2004, Orion graduou-se em Artes Visuais na Faculdade Montessóri – Famec , em São Paulo. Em 2005, participou das mostras “Amalgames Brésilliens”, em Mantes-La-Jolie e “Reencontres Parallèles”, no Centre d’Art Contemporain de Bass-Normandie, em Hérouville Saint-Clair, na França. Em 2006, Alexandre Orion iniciou uma intervenção urbana, nas paredes laterais do túnel Max Feffer, sob a Avenida Faria Lima em São Paulo, denominada Ossário. O projeto surgiu após ele descobrir que as paredes eram amarelas, mas estavam impregnadas de fuligem. Com o objetivo de despertar a atenção para a poluição que pinta de preto os túneis da cidade, e o descaso do poder público na manutenção do túnel, com a técnica que chamou de grafite reverso, usando apenas um pano úmido, desenhou imagens de caveiras humanas limpando a fuligem e exibindo as linhas de seu desenho. A intervenção artística teve grande repercussão na mídia e nas redes sociais, mas não durou muito tempo. Após 17 madrugadas de trabalho, em 300 metros de túnel, a prefeitura resolveu lavar apenas as paredes ondes foram realizados os trabalhos. O artista resolveu reproduzir seu trabalho na exposição “Ossário”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Segundo Alexandre Orion, a exposição foi documental, sem intenção de recriar nada. Nela foram expostas fotos, textos, e o vídeo que foi um dos mais vistos no YouTube por um bom tempo. O túnel foi reproduzido e pintado com carvão vegetal para que o artista criasse sua arte transmitindo a sensação do local onde o trabalho havia sido realizado. PESQUISADORA: JOCIAN MACHADO BUENO Jocian Machado Bueno, é mestre em Educação, Psicomotricista titulada pela sociedade brasileira de psicomotricidade, especialização em Exercício e Saúde, especialização em Educação especial, especialização em psicomotricidade, didata e formadora da psicomotricidade aquática, psicomotricista relacional. Graduada em Educação Física; professora universitária e coordenadora de Formação em Psicomotricidade. Acadêmica-fundadora da Academia Brasileira de Natação Infantil - ABPNI, Proprietária do Centro Água&Vida em Curitiba/PR. COORDENAÇÃO TÉCNICA: RENATO HOLLANDA CAVALCANTI Formação artística pela Belas Artes do Paraná, em uma interminável pesquisa de técnicas e materiais que alavanca o potencial construtivo do Ateliê Miniart a mais de 20 anos de pesquisas e resultados práticos. ARQUITETO RESPONSÁVEL: NONNIE FENIANOS Arquiteta e urbanista pela Universidade Tuiuti do Paraná, Nonnie Fenianos Kotowey atua há oito anos com projetos residenciais e comerciais, projetos culturais, arquitetura cenográfica e interiores. Sua história na arquitetura começou com pequenos cursos ligados à área e ao restauro de móveis e, desde então, não parou mais de atuar no ramo. Com mais de 90 projetos consolidados, entre eles 70 executados, sua atuação se consolida ano a ano no mercado.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-10-16
Locais de realização (3)
Goiânia GoiásHorizontina Rio Grande do SulAraraquara São Paulo