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PRONAC 234727Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FÁBULAS NO NOSSO TEMPO

YURI CANDIDO DA SILVA DE FRANCO PRODUCOES INCOMUNS
Solicitado
R$ 715,3 mil
Aprovado
R$ 715,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Literário
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término
2026-02-28
Locais de realização (4)
Cuiabá Mato GrossoMandaguari ParanáSumaré São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Publicação e distribuição da coleção de livros inéditos Fábulas no Nosso Tempo, visando incentivar o hábito da leitura, através da revisitação de fábulas clássicas, colocando-as em diálogo com questões dos dias de hoje. Também realizaremos oficinas de contação de estórias para incentivo à leitura.

Sinopse

Os livros serão inéditos e ainda não foram escritos, pois os temas ainda serão definidos em conjunto com escolas e patrocinadores, conforme a necessidade. Segue abaixo exemplos apenas como referência, em caso de 4 temas específicos, e que podem sofrer alterações: - A Lebre e a Tartaruga (Educação no trânsito): A Lebre, celebrando a aquisição de sua nova motocicleta, desafia a Tartaruga e sua modesta bicicleta a uma corrida pela floresta. A Tartaruga, corajosa que é, aceita. Partindo do alto da montanha, deveriam chegar até a toca do tatu. Simples assim, quem chegar antes, leva como prêmio o sabor do triunfo. E a corrida se inicia. A Lebre, esnobando sua concorrente, dá sua vitória como certa e, já no início resolve descansar um pouquinho embaixo da sombra de uma árvore. A Tartaruga, na persistência, segue devagar e sempre com a sua bicicleta. Entre acidentes e atrapalhações, a Lebre se distrai e, vejam vocês, a Tartaruga cruza a linha de chegada e ganha a disputa. Será que a Lebre aprendeu alguma coisa com isso? Não sei. Mas ela vai ter muito tempo para refletir enquanto se recupera dos machucados sofridos. - A Cigarra e a Formiga (Lixo): Quem é que não gosta de curtir o verão à toa? Descansar e fazer o que quiser na hora que quer. A Cigarra, nesse período, resolveu aproveitar o seu tempo e curtir a vida, montou uma rede no tronco de duas árvores e ali ficou, cantarolando, comendo, descansando, assobiando. A Formiga, pelo contrário, prevendo as fortes chuvas e clima hostil nas estações que se seguiam, decidiu por trabalhar duro na construção de uma casa resistente e sustentável e estocar o máximo de comida que pudesse. Mas a Cigarra produzia muito, mas muito lixo. Já a Formiga, o lixo que gerava, dava o destino correto. E assim foi o verão. Enquanto uma descansava, a outra trabalhava. Enquanto uma sujava, a outra limpava o que conseguia. Chegado o inverno, as fortes chuvas vieram com ele, a Cigarra se viu só, desprotegida e, pior, com todo aquele lixo acumulado pela sua displicência, se viu presa, num emaranhado de água e sujeira. Da janela a formiga via tudo. Só que, a sujeira era tanta que logo começou a entrar na casa da formiga também, entupir as passagens de água e criar uma grande enchente. As duas se agarraram num pedaço de madeira e esperaram a chuva passar. Quando passou, viu-se o prejuízo. A casa da Formiga estava destruída. E assim recomeçou a construção. Agora, com ajuda da Cigarra, que não quer mais só descansar no verão. - O Ratinho e o Leão (Cuidados com eletricidade): Pela sua destreza o ratinho era o encarregado a levar luz àquela floresta. Muito cuidadoso, vestia-se todo para essa tarefa e ia ao trabalho. Levava cabos para cima e para baixo, entrava nos menores buracos das árvores e, assim, iluminava aquela pequena comunidade de bichos. Mas os perigos da floresta são muitos. Certo dia o Ratinho, distraído, acabou topando com um leão esfomeado. Com sua pata, o Leão agarrou o Ratinho que implorou para não ser comido. Depois de pensar e pensar, ouvindo a insistência do pequeno animal, o Leão recuou e deixou que o Ratinho escapasse. O Ratinho ficou muito agradecido e foi-se embora. Dias depois, o Leão se viu em uma caçada eletrizante e perigosa pela floresta. Caçada essa que teve um final não muito feliz para o rei da selva. O Leão se viu entrelaçado nos fios elétricos. Os bichos todos da floresta não queriam nem saber. Mas o Ratinho, comprometido e agradecido, lançou mão dos seus aparatos, e, com muita cautela, tirou o Leão em segurança. Os dois ficaram bons amigos? Nem tanto. Mas hoje se respeitam muito. Todos da floresta, aliás, respeitam o Ratinho que salvou o Leão, o dia e a boa relação daqueles vizinhos. E agora, uma vez na semana, todos se juntam a volta da fogueira para ouvir as dicas de proteção daquele bicho sabido. Até porque, se aqueles fios foram capazes de assustar o Leão, é preciso ter muito cuidado mesmo. - O Patinho Feio (Bullying): Na escola dos patos, desde cedo a festa começa. É quack! quack! pra cá, quack! quack! pra lá, até o sinal tocar. Hora de entrar. No corre-corre do dia-a-dia, os patos se aglomeram na lagoa para ouvir a professora Pata. Os amigos se juntam, ficam lado a lado. Encontram o melhor lugar. Todos igualmente fofos, bonitos, se enfileiram. Exceto por um. O PATINHO FEIO! Sempre sozinho, ninguém o quer por perto. Ninguém o reconhece como... Pato, pelo simples fato de ser diferente. Nessa triste vida, o Patinho Feio tenta encontrar sentido, mas como? Se todos os dias ele só se sente triste. Cada vez que o tempo passa, o Pato fica mais esquisito. Na verdade, ele só fica mais diferente. Mas os outros patos não aceitam. E o tempo continua a correr. Até que, passado um ano, quando os patinhos atingem o seu tamanho de pato, ele, o Patinho Feio, se mostra muito diferente mesmo. Lindo, elegante, como nenhum outro, afinal, pato ele não é, ele percebe que é, na verdade, um GANSO!! Todos ficam surpresos, admirados com a beleza daquela criatura. Mas, depois de tantos anos sofrendo, como será que ele vai reagir agora? O Ganso, então, se torna professor na escola dos patos, e passa a ensinar os pequenos patinhos sobre todas as coisas que são diferentes no mundo e que devemos respeitá-las sempre! Classificação etária: os livros tem indicação livre e são indicados para crianças até 10 anos.

Objetivos

Objetivo Geral _ Incentivar o hábito da leitura através da edição, publicação e distribuição de coleção com 3 livros infantis inéditos para alunos de escolas públicas, Bibliotecas públicas, centros comunitários, ONGs ou outras instituições de interesse público, além de realizar oficinas de contação de estória. Objetivos específicos: Produto principal Livro: - Edição de 3 livros inéditos com 3.000 exemplares cada totalizando 9.000 exemplares Produto Oficinas: - Realização de 36 oficinas de Contação de Estórias para um total de 3.600 crianças

Justificativa

Este projeto foi desenvolvido com base no principal objetivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) que é "formar leitores, buscando de maneira continuada substantivo aumento do índice nacional de leitura (número de livros lidos por habitante/ano)". O projeto ainda valoriza outros objetivos e metas do PNLL como: -Práticas sociais: A leitura e a escrita são encaradas como práticas essencialmente sociais e culturais, expressão da multiplicidade de visões de mundo, esforço de interpretação que se reporta a amplos contextos; a leitura e a escrita são duas faces diferentes, mas inseparáveis, de um mesmo fenômeno. -Cidadania: A leitura e a escrita constituem elementos fundamentais para a construção de sociedades democráticas, baseadas na diversidade, na pluralidade e no exercício da cidadania; são direitos de todos, constituindo condição necessária para que possam exercer seus direitos fundamentais, viver uma vida digna e contribuir na construção de uma sociedade mais justa. -Diversidade cultural: A leitura e a escrita são, na contemporaneidade, instrumentos decisivos para que as pessoas possam desenvolver de maneira plena seu potencial humano e caracterizam-se como fundamentais para fortalecer a capacidade de expressão da diversidade cultural dos povos, favorecendo todo tipo de intercâmbio cultural; são requisitos indispensáveis para alcançar níveis educativos mais altos; apresentam-se como condição necessária para o desenvolvimento social e econômico. Esse projeto visa revisitar fábulas clássicas colocando-as em diálogo com questões atuais, dos dias de hoje. Desde, pelo menos, o século VI a.C. as fábulas são contadas. O que as define é o uso de animais com características humanas para contar histórias com temáticas diversas, além de um final com uma "moral", isto é, algo a ser "concluído" com aqueles acontecimentos narrados. Clássicos nunca são clássicos por acaso. O forte diálogo das histórias _ aparentemente ingênuas à primeira vista _ com questões humanas profundas, a faz perpetrar por gerações. São narrativas que, na simplicidade, tocam em aspectos fundantes de nosso ser social. Sendo assim, não envelhecem porque, afinal, se temos algo em comum com quem veio antes de nós, é o fato de sermos humanos e termos que lidar com tudo que essa condição nos impõe. Colocar animais humanizados para protagonizar as histórias é algo genial. É uma maneira de levar os leitores a uma análise "distante" dos aspectos colocados pelas histórias, mas, ao olhar com mais atenção, percebemos que não são tão distantes assim. Pelo contrário. Crianças e adultos se reconhecem nas histórias e, a partir disso, é possível dialogar, fazer relações com nosso cotidiano e refletir sobre muitas questões. Em "Fábulas no nosso tempo" vamos trazer essas histórias para os dias de hoje. Utilizar dessas narrativas que, naturalmente, estão no nosso imaginário e somar com alguns aspectos da nossa sociedade atual. Com isso, podemos dialogar com temas que estão fervilhando em nossa sociedade, como o meio ambiente, respeito, direitos iguais, Bullying, segurança no trânsito e etc. O conceito de democratização da arte é pleno neste projeto, uma vez que privilegiará a distribuição gratuita de livros para Bibliotecas de escolas públicas e diretamente para crianças através de Oficinas gratuitas de contação de estória, sendo que a Lei de Incentivo à Cultura é a única forma que possibilita a entrega totalmente gratuita de livros para as comunidades carentes e bibliotecas de escolas públicas. O projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei 8313/91 através dos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nosso projeto será realizado de forma gratuita, com distribuição de livros para Bibliotecas Públicas de diversas cidades. Para o cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, conforme Art. 3º da referida norma, este projeto atenderá ao seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Além de contribuir para a formação de leitores e para o incentivo à leitura, os livros inéditos a serem produzidos são educativos, visando contribuir para a vida e a realidade do povo brasileiro, em suas diversas regiões, com temas de interesse e utilidade pública, para o bem-estar das pessoas.

Estratégia de execução

- Com a impressão de 3.000 exemplares, o projeto terá o custo per capita aproximado de R$ 79,50 por beneficiário, que representa 26,5% do valor per capita máximo de R$ 300,00 estabelecido no Artigo 7, § 6º. Não estamos considerando nesta conta que os livros em bibliotecas públicas e de escolas beneficiam mais do que uma pessoa por exemplar, pois os professores poderão utilizar todos os anos para suas classes de alunos, fazendo com que este custo per capita seja bastante reduzido. - Já entramos com pedido de inclusão de CNAEs no CNPJ proponente e estamos aguardando o OK da JUCESP para os próximos dias.

Especificação técnica

Segue a especificação prevista, que pode sofrer pequenos ajustes pois os livros são inéditos e ainda não foram escritos. Produto Livro: Tiragem total de 9.000 exemplares sendo 3.000 para cada livro Capa : Papel: Supremo Alta Alvura LD 250g/m² Cores: 4 x 4 (, X , ) , 1 Página(s) Formato: 275 x 200 mm Acabamento: Prova Digital A4, CTP, Corte Inicial, Impressão, Prova Cor Epson, Refile Intermediário, Laminação Fosca Frente Miolo : Papel: Couche Fosco LD 150g/m² Cores: 4 x 4, 40 a 48 Página(s) Formato: 275 x 200 mm Acabamento: Prova Digital A4, CTP, Corte Inicial, Impressão, Dobra Cadernos Acabamento Final: Shirink, Embalagem, Intercalação + Colagem PUR, Produto Oficinas de contação de estórias: - previsão de 36 oficinas com duração de 30 a 40 mim cada - faixa etária: público de 5 a 10 anos

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL LIVRO: Acessibilidade física: não haverá evento de lançamento sendo que o livro será entregue para as bibliotecas e instituições públicas, que já contam com acessibilidade. Acessibilidade de conteúdo para deficientes visuais: será feita e disponibilizada versão dos livros em Audiolivro (no orçamento como audiodescrição) Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos: não se aplica. Os deficientes auditivos poderão ler o livro normalmente. Acessibilidade de conteúdo para espectros e síndromes: não se aplica. Pela linguagem simples o livro é de fácil entendimento para todos. PRODUTO: OFICINAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS Acessibilidade física: as oficinas serão realizadas para crianças de escolas públicas em seus próprios ambientes, que já contam com acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: a contação de estórias é falada, permitindo a participação e deficientes visuais. Adicionalmente, teremos a versão dos livros em audiolivro para este público. Acessibilidade para deficientes auditivos: teremos a presença de tradutor de libras sempre que necessário e solicitado pelas escolas participantes nos agendamentos. (no orçamento como intérprete de libras). Geralmente as escolas tem seus próprios intérpretes. Acessibilidade de conteúdo para espectros e síndromes: Pela linguagem simples da contação de estórias, todos os portadores de síndromes poderão participar normalmente.

Democratização do acesso

O projeto tem caráter social, buscando beneficiar prioritariamente as crianças estudantes das escolas públicas dos municípios em situação de vulnerabilidade. Desta forma, será 100% gratuito. Conforme o Artigo 27 da IN n° 01/2023: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Como medida de ampliação de acesso, conforme Artigo 28 da IN n° 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). Estamos garantindo que o produto principal “Livro” terá a distribuição gratuita de no mínimo 20% para alunos e bibliotecas de Escolas Públicas, de forma gratuita. Todos os alunos participantes das oficinas de contação de estória ganharão um exemplar do livro.

Ficha técnica

A proponente, através de seus sócios será responsável pelas seguintes atividades, conforme orçamento: Oficineiro, Produção Executiva, Editor, Editoração Eletrônica e Texto, além de ser o responsável pela coordenação administrativa e financeira do projeto Yuri de Francco, proponente, é ator, músico, produtor cultural e autor de livros ilustrados para crianças. Em 2020 publicou o livro “O menino que virou chuva” (Editora Caixote) em parceria com Renato Moriconi, livro finalista do Prêmio Jabuti 2021, premiado pela Revista Crescer através da lista dos 30 melhores livros do ano de 2021, com o selo Altamente Recomendável da FNLIJ e o selo Cátedra UNESCO de Leitura da PUC-Rio. É fundador e diretor da Cia. Teatro InComum e da banda infantil Caixa de Música. Graduado em Comunicação e Multimeios pela PUC-SP. Pós-graduado em Literatura para Infância pel’A Casa Tombada. Dentre os diversos trabalhos dos quais realizou, atuou na série “Traquitana” (2014) da TV Cultura. Trabalhou em diversos projetos com a premiada artista plástica Anna Maria Maiolino desde 2009 onde atuou na obra “Estado de Exceção” criada para exposição no MASP (2012) e, posteriormente, no “Pivô - Arte e Pesquisa” (2018). Profissionais a serem contratados conforme disponibilidade de agenda: Tereza Grimaldi será a designer responsável pela identidade visual e diagramadora dos livros deste projeto. É artista plástica, designer, professora e empresária. Formada em Artes Visuais, é sócia-fundadora e gestora da Livraria Miúda - uma livraria especializada em literatura para infância na cidade de São Paulo. Responsável pela identidade visual da livraria, desenvolve um importante e reconhecido trabalho de comunicação com o seu público nas redes sociais, criando um espaço de diálogo necessário sobre o livro para crianças, trazendo discussões importantes e colocando opiniões que contribuem, e muito, para a valorização dessa literatura. Em sua caminhada também passou pela escola "GIS – International School of São Paulo", atuando como atelierista com os grupos Early Ears I e II (faixa etária de 3 a 5 anos) e professora de artes do Primary (faixa etária de 6 a 9 anos), pela escola "Estilo de Aprender", atuando como professora de sala dos grupos 1 (faixa etária de 1 a 3 anos) e 5 (faixa etária de 4 a 6 anos), pela "Babel - Somando Diferenças", atuando como educadora das oficinas: Foto&Vídeo, para adolescentes e jovens adultos, Projeto Pessoal, Ateliê para crianças de 0 a 6 anos e Babel Pê para crianças de 0 a 6 anos, pela escola "Ateliê Carambola", atuando como professora de sala do grupo 3 (faixa etária de 3 a 5 anos) e pelo "Museu de Arte Moderna de São Paulo", atuando como arte-educadora, responsável pelos programas Escolas Parceiras, Contatos com a Arte (formação de professores) e Cursos. Flavio Kauffmann será o ilustrador responsável pelas artes dos livros deste projeto. É formado em Design Gráfico e trabalha como ilustrador há mais de 15 anos. Atuou nos mais diversos nichos de mercado, como instituições culturais, financeiras, start ups, agências de publicidade, escritórios de design e na indústria farmacêutica. Na área editorial ilustrou inúmeros livros, didáticos e paradidáticos. Escreveu e ilustrou o livro Tufã não gosta de Fagá (Selecionado pela Cátedra UNESCO/PUC-Rio e adotado pelo ensino público de Santana do Parnaíba) e Tchau Mixirica (contemplado em edital de aquisição para bibliotecas e escolas públicas de São Paulo). Ricardo Gramani de Magalhães fará a prestação de contas e atuará no apoio administrativo. Com formação em Administração de Empresas e pós-graduação em Finanças e Marketing, Ricardo acumulou 25 anos de experiência em empresas multinacionais nas áreas de Controladoria, Planejamento, Marketing e Compras. Atuou como Diretor Geral em empresa nacional de médio porte antes de fundar a Núcleo Cultural em 2013, onde dedica-se ao desenvolvimento de projetos culturais, produção executiva, criação e textos e roteiros, captação de recursos, prestação de contas e criação e materiais para divulgação.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.