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PRONAC 234761Apresentou prestação de contasMecenato

3 Maneiras de Tocar no Assunto

FULMINANTE PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 972,4 mil
Aprovado
R$ 999,5 mil
Captado
R$ 970,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 970,0 mil

Eficiência de captação

97.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Chamada Instituto Cultural Vale 2023
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-05
Término

Resumo

Realização de circulação do espetáculo "3 Maneiras de Tocar no Assunto".

Sinopse

“3 Maneiras de Tocar no Assunto” aborda a questão da homofobia na sociedade moderna através de três solos curtos. No primeiro, O Homem de Uniforme Escolar, o público assiste a uma aula de bullying homofóbico. O segundo, O Homem com a Pedra na Mão, é o depoimento de um dos participantes da Revolta de Stonewall, que aconteceu em junho de 1969, em Nova York. O terceiro, O Homem no Congresso Nacional, é o pronunciamento de um deputado gay e ativista na tribuna da Câmara. Com texto e atuação de Leonardo Netto, e dirigido por Fabiano Dadado de Freitas, o espetáculo foi vencedor do 7º Prêmio Cesgranrio (Texto Nacional Inédito, Ator e Categoria Especial, pela direção de movimento de Marcia Rubin), do 14º Prêmio APTR-RJ (Autor e Iluminação) e do 20º Prêmio Cenym de Teatro Nacional (Melhor Monólogo), acumulando quase 20 indicações em premiações teatrais.

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Realizar circulação do espetáculo teatral "3 Maneiras de Tocar no Assunto" nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil, alcançando 6 estados na Região Norte e 5 estados no Nordeste, totalizando 11 estados e 18 cidades: BA - Salvador e Feira de Santana; PE - Recife e Petrolina; RN - Natal e Mossoró; CE - Fortaleza e Juazeiro do Norte; MA - São Luís e Alcântara; PA - Belém e Santarém; TO - Palmas; AM - Manaus e Parintins; RR - Boa Vista; AC - Rio Branco; RO - Porto Velho. Serão realizadas 2 sessões em cada capital e 1 sessão em cada cidade do interior, somando ao final da circulação 29 apresentações _ todas gratuitas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Oferecer entrada franca ao público em todas as 29 apresentações da circulação, com o intuito de promover amplo acesso ao produto cultural. - Apresentar em estados e cidades onde o espetáculo ainda é inédito. - Realizar todas as 29 sessões da circulação com acessibilidade para o público com mobilidade reduzida e pessoas com deficiências auditiva, visual, intelectual. - Alcançar a máxima quantidade de espectadores conforme capacidade dos teatros de realização. - Entregar uma produção de excelente qualidade artística e técnica, com renomados profissionais em todas as áreas.

Justificativa

Homofobia pode atingir todo mundo: o pai que teve a orelha arrancada por beijar o filho, os irmãos que foram linchados por andarem abraçados. São fatos que a mídia revela e que denunciam que qualquer cidadão não está livre da intolerância, mesmo não se enquadrando entre as pessoas LGBTQIA+. "3 Maneiras de Tocar no Assunto" é um espetáculo urgente por tratar da homofobia e da intolerância. Colin Spencer, em seu livro Homossexualidade _ Uma História, aponta o século XIV como um momento de transformação desta visão de naturalidade e aceitação. O espetáculo investiga faces do Estado Homofóbico conceituado por Spencer: a escola, a repressão policial e a política governamental na sociedade contemporânea. Quem já sofreu qualquer tipo de discriminação ou violência motivada pelo preconceito conhece o terrível sentimento de solidão que acomete a vítima. E é uma experiência pela qual todo homossexual passou pelo menos uma vez na vida. Isto se ficou vivo para sentir alguma coisa já que o Brasil é o país que mais mata LGBTQIA+ no mundo. A contemporaneidade nos provoca a produzir narrativas que dêem conta de diversas existências. A personagem homossexual _ e, mais adiante, a superação desta personagem (mas a incorporando) na desconstrução do gênero _ precisa estar em cena, mas sombreada pelo tempo presente. O homossexual, sempre esteve no rol das personagens arquetípicas e estigmatizadas preferidas no teatro. Trazer a personagem homossexual para cena marca nosso comprometimento com a produção de uma presença e com o levante de um corpo que ainda precisa de escuta. "3 Maneiras de Tocar no Assunto" é um ato de escuta sobre vozes silenciadas. Ainda, a população LGBTQIA+ no Brasil está alijada de quase 70 direitos previstos na Constituição. São inúmeras as maneiras de tratar de assuntos que ainda são de vida e morte. E é sobre isso, sobre carne, sobre matéria, sobre voz e sobre presença que nos debruçamos nessa cena. É tudo urgente.

Especificação técnica

Detalhamento técnico do espetáculo teatral “3 Maneiras de Tocar no Assunto”: CENOGRAFIA: » Fundo do teatro: necessariamente preto para projeção. » Piso do teatro: preferencialmente linóleo preto. » Itens de cenário [material próprio]: 01 banco de metalon desmontável, 01 pia de metalon desmontável e 01 bacia de acrílico transparente. EQUIPAMENTO NECESSÁRIO PARA SONORIZAÇÃO E PROJEÇÃO: 01 microfone dinâmico sem fio (com bateria) com receptor 01 pedestal de microfone 01 mesa de pelo menos 12 canais 02 caixas de pa (compatível com o espaço) 02 monitores (compatíveis com o espaço) 01 projetor compatível com o espaço (mínimo 4000 ansi lumens preferivelmente) com suporte e cabo HDMI, com comprimento para sair do projetor e chegar na cabine operação, do lado da mesa de som (pois o operador de som opera também os vídeos). As imagens são projetadas no fundo do palco - necessariamente preto - podendo ser parede preta, rotunda preta bem esticada (não pode ser cortina, plissada) ou ciclorama preto. EQUIPAMENTO NECESSÁRIO PARA ILUMUNAÇÃO: 16 PAR #5 06 PAR #2 6 PCs 04 ELIPSOS ETC 26º (COM IRIS) 18 ELIPSOS ETC 36º (15 COM IRIS E 3 COM GOBO) 04 PEAN BEANS 01 MÁQUINA DE FUMAÇA HAZE COM FLUIDO FOLHAS GELATINA L128 GOBOS RAIADOS

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: locais que possuam estrutura como corrimões, rampas, banheiros adaptados e iluminação adequada. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitor profissional para auxiliar esse público em todas as sessões.

Democratização do acesso

Conforme Art. 28 da IN nº 01/2023, em complemento, o proponente prevê: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) O projeto propõe realizar todas as apresentações com entrada franca, com o intuito de promover amplo acesso da população ao produto cultural igualmente em todas as cidades da circulação.

Ficha técnica

Texto e atuação: Leonardo Netto* Direção: Fabiano Dadado de Freitas Direção de Movimento: Marcia Rubin Direção de Produção: Luísa Barros Iluminação: Renato Machado Figurino: Luiza Fardin Cenário: Elsa Romero Visagismo: Marcio Mello Trilha Sonora: Rodrigo Marçal e Leonardo Netto Realização: Fulminante Produções Culturais** *Responsável legal Leonardo Netto - Remuneração pelas funções: autor da obra; ator do projeto. LEONARDO NETTO - Ator, diretor e dramaturgo. Estreou profissionalmente em 1989, dirigido por Amir Haddad. Integrou por três anos o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, companhia dirigida por Aderbal Freire-Filho. Trabalhou com diretores atuantes do teatro carioca, como Gilberto Gawronski, Ana Kfouri, Jefferson Miranda, João Falcão, Luiz Arthur Nunes, Enrique Diaz, Celso Nunes e Christiane Jatahy. Seus trabalhos mais recentes incluem “Conselho de classe” (direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro), “A Santa Joana dos matadouros” (direção de Marina Vianna e Diogo Liberano) e “Entonces bailemos” (direção de Martín Flores Cárdenas). Em TV, integrou o elenco das séries “Magnífica 70” e “Me chama de Bruna”, entre outras. Seu trabalho mais recente é a minissérie “Assédio”, da Rede Globo. Em cinema, trabalhou no longa “Em nome da lei”, de Sérgio Rezende e “Três verões”, de Sandra Kogut. Dirigiu os espetáculos “Para os que estão em casa” e “A ordem natural das coisas”, ambos de sua autoria e indicados. FABIANO DADADO DE FREITAS - Mestre em Artes pela UERJ. Estreou 3 maneiras de tocar no assunto (Teatro Poeira – Rio 2019 / SESC Ipiranga – SP / FIT Rio Preto / Circulação FUNARJ 2022 ), indicado aos Prêmios Cesgranrio e APTR de melhor direção. Dirige Teatro de Extremos: O Homossexual ou a dificuldade de se expressar (2015), 13 indicações aos Prêmios Shell, Cesgranrio, APTR e Questão de Crítica; Balé Ralé (SESC Copacabana / Espaço Sergio Porto 2017 / SESC Ipiranga - SP / SESC Porto Alegre 2018). Realizou residências artísticas e intercâmbios na África do Sul e na Holanda, destaque para BR_NL Drama tradução dramaturgos inéditos (2012). Em 2021 dirigiu A Doença do Outro (Centro Cultural SP / SESC Ipiranga / Festival de Garanhuns); dirigiu os projetos Arqueologias do Futuro e Sem Título para uma Radiocoreografia, do Museu dos Meninos. Roteirizou e dirigiu as séries de radiodrama A Mulher do Início do Mundo e O Viaduto (2021) e a série de teleteatro Tônia, um corpo político (2022), para o Itaú Cultural. MARCIA RUBIN - Coreógrafa e bailarina, Marcia Rubin é uma artista que transita entre variados segmentos artísticos. Além de sua trajetória na dança, Marcia é reconhecida por seu trabalho em cinema, teatro e televisão. Foi indicada para o Prêmio APTR de Teatro em 2011 e 2015, e para o Prêmio Shell de Teatro em 2005, 2008 e 2011, quando foi premiada na categoria especial pelo seu trabalho de Direção de Movimento. Foi indicada para o Prêmio Cesgranrio de Teatro pela Direção de Movimento das peças Incêndios, direção de Aderbal Freire Filho, em 2013; Krum, direção de Marcio Abreu, em 2015 e em 2020 ganhou na categoria especial pela Direção de movimento da peça 3 Maneiras de Tocar no Assunto, de Leonardo Netto, direção de Fabiano Dadado de Freitas. Participou da criação de vários espetáculos de destaque na cena carioca atual ao lado dos diretores Aderbal Freire Filho, Marcio Abreu, Fabiano de Freitas, Kike Diaz, Monique Gardemberg e Sergio Modena. LUÍSA BARROS - Produtora cultural e pesquisadora de cultura popular. Formada em Comunicação Social - Relações Públicas (PUC-RS) e pós-graduanda em Gestão do Entretenimento (ESPM-RJ). Iniciou carreira em 2008 e contabiliza a produção de mais de 80 projetos culturais e espetáculos. Destacam-se em sua trajetória as produções de três edições do TEMPO_FESTIVAL (dir. Bia Junqueira, Cesar Augusto e Marcia Dias), do 16º Festival Multiplicidade (dir. Batman Zavareze) e da plataforma de intercâmbio internacional Complexo Sul (dir. Daniele Ávila Small, Felipe Vidal e Paulo Mattos). Produtora de premiadas peças teatrais como “Conselho de Classe” (Cia. dos Atores; texto Jô Bilac; dir. Bel Garcia e Susana Ribeiro), “CABEÇA - um documentário cênico” (texto e dir. Felipe Vidal), “3 Maneiras de Tocar no Assunto” (texto Leonardo Netto; dir. Fabiano de Freitas), “Mata teu Pai” (texto Grace Passô; dir. Inez Viana), “A Mulher Arrastada” (texto Diones Camargo; dir. Adriane Mottola), Repertório Shakespeare (idealização Thiago Lacerda; dir. Ron Daniels), além de produções locais como a turnê Tom Zé 80 anos - "Canções Eróticas de Ninar" e a montagem “Adeus Palhaços Mortos” (Academia de Palhaços; dir. José Roberto Jardim).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-10-05
Locais de realização (18)
Rio Branco AcreManaus AmazonasParintins AmazonasCamaçari BahiaSalvador BahiaCrato CearáFortaleza CearáAçailândia MaranhãoSão Luís MaranhãoBelém ParáSantarém ParáPetrolina PernambucoRecife PernambucoCaicó Rio Grande do NorteNatal Rio Grande do NortePorto Velho RondôniaBoa Vista RoraimaPalmas Tocantins