| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61741690000124 | Cabot Brasil Ind. e Comércio Ltda | 1900-01-01 | R$ 730,0 mil |
| 03642342000101 | Tecon Salvador S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 43410656000195 | BRASKEM GREEN S.A. | 1900-01-01 | R$ 54,5 mil |
O projeto Solta o Som, pretende dar continuidade às atividades do segmento de música oferecidas pelo Instituto SECI desde 2017. Por meio de aulas práticas de instrumentos musicais e oficinas complementares o objetivo de desenvolver os jovens através do ensino da música, democratizando o acesso à cultura e incluindo socialmente jovens da periferia de Santo André que tem pouquíssimo acesso às atividades culturais da cidade. Serão oferecidas aulas de violão, canto, guitarra, bateria, contrabaixo, teclado, teoria musical e edição e captação de áudio, além das oficinas de prática de banda e combo instrumental.
Não se aplica
O objetivo geral do projeto é incentivar a prática musical, o interesse e fazer cultural, incluindo culturalmente e socialmente um público que é marginalizado e excluído e possibilitar seu desenvolvimento na economia criativa, no fortalecimento da autoestima e reconhecimento como um cidadão de direitos culturais. Objetivos específicos qualitativos: · Elevar, através das aulas de música, a autoestima dos participantes · Fazer com que os participantes aprendam a tocar instrumentos que nunca tiveram acesso sejam eles eruditos ou populares · Contribuir no desenvolvimento cultural da comunidade local · Realizar eventos nos quais os participantes das oficinas possam expor seus aprendizados · Possibilitar o acesso a novos conhecimentos e diferentes manifestações culturais · Despertar talentos e quem sabe o interesse em seguir uma carreira musical, acarretando na geração de renda por meio da economia criativa Objetivos específicos quantitativos: · Atender, de forma gratuita, a crianças e jovens de baixa renda do subdistrito do Capuava em Santo André, oferecendo oficinas/aulas de musicais · Atender a um público médio de 355 alunos nas oficinas/aulas pessoas ao longo do projeto · Realizar 03 apresentações oficiais com participação dos alunos, de forma gratuita ao público · Atender a um público médio de 200 espectadores, no total, considerando as 03 apresentações realizadas
O Instituto SECI, oferece desde 2017, com a ajuda de leis de incentivo, aulas musicais por demanda dos participantes que têm um enorme interesse musical de aprender a tocar diferentes instrumentos. E foi a partir desse entendimento e dessa escuta, que ampliamos nossa grade de atividades para que pudéssemos receber e oferecer para os nossos participantes aquilo que faz sentido para eles, já eles têm pouquíssimo acesso à atividades culturais morando na periferia da cidade. O Instituto Socioesportivo Educacional Cultural e Inovador é uma entidade sem fins lucrativos que trabalha de forma democrática e busca proporcionar à inclusão social através de atividades esportivas, educacionais e culturais. Assim, utiliza a cultura na construção de um espaço de troca de experiências, aprendizado e transformação da realidade da comunidade. Por isso é tão importante manter a continuidade do projeto Solta o Som Seci, que é um projeto que há 8 anos consecutivos ensina música em seu contexto prático, técnico e teórico para crianças e adolescentes moradores da periferia de Santo André, de forma gratuita. O público beneficiado pelo projeto no geral é composto por crianças e adolescentes dos 06 aos 19 anos, que nunca tiveram contato com o instrumento, moradores da região do subdistrito do Capuava que envolve as cidades de Santo André, Mauá e zona leste de São Paulo. Destes, 43% são meninas, 55 % negros e pardos e 80% estudantes das escolas públicas da região. O Projeto Solta o Som Seci pretende ampliar o número de beneficiários e atividades oferecidas justamente por termos mapeado que a lista de crianças e adolescentes interessados em participar do projeto cresce e a maioria têm esse perfil descrito, aliado às dificuldades em acessar atividades culturais na própria cidade. O município de Santo André sofre com a falta de espaços e projetos na área cultural nas proximidades da periferia, os equipamentos culturais gratuitos são centralizados, sendo assim de difícil acesso para uma parte da população que naturalmente já se sente excluída da sociedade e sem perspectiva de viver melhor. Alguns dos espaços culturais de maior relevância na cidade como o Teatro Municipal de Santo André, por exemplo, ficam há 5 km de distância, seu acesso a pé levaria pouco mais de 1h com trechos perigosos sem passagem para pedestre, o acesso de transporte público exigiria 2 ônibus. Um outro espaço que costuma receber muitos shows gratuitos é o Parque Central da cidade, a distância entre ele e a região em que estamos é de 7 km de distância, seu acesso a pé levaria cerca de 1h30 com trechos perigosos para o pedestre e enquanto o acesso através do transporte público exigiria 2 ônibus e um trecho de caminhada. E embora a região do ABC conte com a Fundação das Artes em São Caetano, espaço de referência no fazer música, os jovens da comunidade do Capuava nem imaginam que podem através do interesse musical se profissionalizarem e formarem efetivamente através da música, construírem uma carreira. Isso porque antes de integrar o projeto, a maioria nunca viu um instrumento como bateria ou guitarra pessoalmente, ou só viu nas igrejas que frequentam. Nesses anos de projeto, temos um jovem que atualmente é o nosso monitor que começou como aluno de música, foi incorporado a nossa equipe de trabalho e atualmente está cursando Piano popular na Fundação das Artes. Ou seja, a história de um jovem que se encontrou na música, foi desenhando uma carreira para si e atualmente está se especializando na área. A cultura, a música, o incentivo a arte e a criatividade são alguns dos melhores meios de afastar as crianças e jovens da criminalidade, fazendo com que eles se descubram como parte e valorizados, desenvolvam autoestima, percebam suas habilidades e talentos. Essa é a nossa missão e acreditamos que espaços como o nosso, de criação e produção artística são necessários para a construção de uma sociedade mais justa e diversa. Este projeto, é a continuidade de um projeto que já vem sendo executado na difusão da cultura para crianças e adolescentes da região. Este projeto atende aos artigos 1º e 3º da Lei nº 3.313 de 23 de dezembro de 1991, porque contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; incentiva à formação artística e cultural por meio das aulas de musicalização previstas e estimula o conhecimento dos bens e valores culturais por meio da gratuidade total nas apresentações propostas. É só através da Lei de Incentivo à Cultura que a instituição consegue realizar o trabalho de fomentar e democratizar o acesso à cultura, a música, sem este recurso a entidade não conseguiria alcançar os participantes por falta de recursos próprios.
Embora este projeto seja de continuidade ele contém alterações e ampliações em relação aos anos anteriores, como por exemplo, a distinção de aulas para turmas iniciantes e turmas intermediárias e a inclusão de novas aulas: instrumentos de sopro e produção musical. Além disso, de todas as atividades complementares incluídas. É preciso destacar, que justamente por ser um projeto de continuidade, nosso orçamento contém os instrumentos necessários para a inclusão de novos alunos, ou seja, vamos somar os instrumentos que já temos aqui na instituição e para a inclusão das novas aulas e atividades. As inscrições dos alunos serão feitas nos dois primeiros meses, a contratação dos profissionais ocorrerá nos primeiros dias e todos os valores orçamentários são baseados em informações coletadas por meio de cotações de mercado.
Oficinas/aulas: O projeto Solta o Som criou uma metodologia própria a partir do pressuposto de que a música é uma ferramenta para o desenvolvimento humano e preservação de valores culturais. É uma forma de expressão de comunicação universal com grande poder de inclusão, por isso nossas aulas são focadas no aprender com a prática. As aulas são todas coletivas, com o número máximo de 8 alunos por sala de aula, são oferecidas aulas de cordas dedilhadas, sopro, teclado, bateria, canto além das aulas de formação de banda e produção musical. Também temos as aulas de Teoria Musical que é oferecida aos alunos em conjunto com a aula prática instrumental. Todas as aulas possuem planos pedagógicos já utilizados nas edições dos anos anteriores e que são anualmente revistos, a título de informação e melhor entendimento, anexamos aos documentos. No momento, da pré-produção também faremos a revisão do material, se assim for necessário. De toda forma, seguindo a forma de trabalho dos anos anteriores, os primeiros meses de trabalho são de iniciação ao instrumento, nesse momento, entendemos primordial que o aluno se apaixone pelo instrumento e entenda seu funcionamento, é um início menos técnico. A partir do segundo trimestre, os alunos começam a entender conceitos mais técnicos e teóricos da música. A partir de referências teóricas da educação como Piaget e Vygotsky que entendem a música como instrumentos de desenvolvimento na aprendizagem e do método grande pensador da educação musical Jaques-Dalcroze, que foca no aprendizado do fazer e sentir, com exercícios práticos em relação aos instrumentos. A aula de teoria musical parte do tempo em que o som não era reconhecido como música, nossos professores pesquisaram na história do continente africano para ensinar a história de música ao longo dos tempos. Assim, as aulas teóricas são divididas em: história da música, apreciação e rítmica; na primeira parte os alunos voltam no tempo e são convidados a conhecer a música dos povos tradicionais e fundadores da Terra até as músicas da atualidade, na parte de apreciação o exercício principal é o de escutar e compreender as linguagens musicais como as propriedades do com, altura, duração, intensidade e timbre, aos poucos, os participantes vão conseguindo identificar o som de cada um dos instrumentos em uma composição musical. E por último, a rítmica, que ensina aos alunos sobre a estruturação das músicas.
Este projeto terá acessibilidade para a população através das seguintes ações: Oficinas/aulas: (PARA DEFICIENTES EM GERAL) Realização das aulas será em local com acesso facilitado para pessoas com deficiência. O local possui rampas de acesso e pessoas responsáveis por orientar portadores de necessidades especiais. *Conforme termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; (PARA DEFICIENTES VISUAIS) As aulas serão acessíveis para deficientes visuais, caso queiram participar. Teremos pelo menos um professor capacitado para atendê-los, além de monitores que poderão auxiliar o aluno. (PARA DEFICIENTES AUDITIVOS) As oficinas/aulas serão totalmente acessíveis e abertas para deficientes visuais, caso queiram participar. Teremos pelo menos um professor capacitado para atendê-los. O trabalho de musicalização com deficientes auditivos é mais particular, focado na percepção por vibrações. O deficiente auditivo sente a vibração da mesma forma que qualquer outra pessoa, por meio dos graves que sacodem o chão ou batem no peito, desta forma, é trabalhada teoria musical escrita, percussão corporal e percussão com instrumentos. (PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS) As aulas serão acessíveis para deficientes intelectuais e TEA, caso queiram participar. Teremos pelo menos um professor capacitado para atendê-los, além de monitores que poderão auxiliar o aluno. Apresentações: (PARA DEFICIENTES EM GERAL) Realização das apresentações em local com acesso facilitado para pessoas com deficiência. O local possuirá rampas de acesso, pessoas responsáveis por orientar portadores de necessidades especiais e lugares exclusivos reservados. *Conforme termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; (PARA DEFICIENTES VISUAIS) Por tratarmos de apresentações musicais, estas já são automaticamente acessíveis a deficientes visuais. Teremos sempre pessoas responsáveis por auxiliá-los no que for necessário durante as apresentações. (PARA DEFICIENTES AUDITIVOS) A música para deficientes auditivos é “ouvida” (ou sentida) através da vibração proporcionada pelo som, por meio dos graves que sacodem o chão ou batem no peito, desta forma, deficientes auditivos podem ter acesso ao conteúdo trazido nas apresentações através destas vibrações geradas. Teremos sempre pessoas responsáveis por auxiliá-los no que for necessário durante as apresentações. (PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS) Por tratarmos de apresentações musicais, as crianças e os adolescentes estarão acompanhados de seus familiares ou responsáveis. Teremos sempre pessoas capacitadas por auxiliá-los no que for necessário durante as apresentações.
Oficinas/aulas: ● Acesso totalmente gratuito às oficinas/aulas; ● As imagens e áudio também poderão ser veiculadas por redes públicas de televisão e outras mídias, caso haja interesse dos meios. *Em atendimento ao Art. 24, inciso III da Instrução Normativa SECULT/MTUR nº 01/2022 - “permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;” Apresentações: ● Acesso totalmente gratuito às apresentações; ● As imagens e áudio também poderão ser veiculadas por redes públicas de televisão e outras mídias, caso haja interesse dos meios. *Em atendimento ao Art. 24, inciso III da Instrução Normativa SECULT/MTUR nº 01/2022 - “permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;” Público alvo do projeto Para as aulas: crianças e jovens da periferia do subdistrito do Capuava em Santo André. Atendendo principalmente às classes C e D, em uma faixa etária de 06 a 21 anos. Para as apresentações: população em geral da periferia do subdistrito do Capuava em Santo André. Atendendo principalmente às classes C e D, em uma faixa etária de 06 a 60 anos, porém sem restrições. A estimativa de público do projeto é de cerca de 355 alunos nas aulas e 200 de público nas três apresentações, totalizando um número de público final de 555 pessoas atingidas presencialmente + pelo menos 450 atingidas de forma digital por meio do conteúdo produzido para as redes sociais do projeto. Plano de Comunicação: O plano de comunicação prevê a utilização dos seguintes meios: ● Comunicação em redes sociais gerenciada por profissional especializado para alcançar resultados; ● Contratação de serviço de multimidia para que as atividades do projeto sejam gravadas e amplie o acesso; ● Folders distribuídos nas escolas e comunidade local; ● Distribuição de calendários do projeto nas escolas e comunidade local; ● Banners colocados em locais estratégicos para divulgar as apresentações; ● Certificados de conclusão das aulas após os meses de realização do projeto; IMPORTANTE: Todo o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irá informar sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.
· GUILHERME FERREIRA DE SOUSA - Coordenador do Projeto Coordenador do projeto Solta o Som Seci, pós-graduado em Gestão Pública e formado em Relações Internacionais. Formação Acadêmica/Titulação: 2018: Pós-Graduação em Gestão Pública – Faculdade de Sociologia e Política de São Paulo 2016: Graduação em Relações Internacionais. Faculdade Santa Marcelina, FASM, Brasil. Formação Complementar: 2023: Curso de Produção musical 2019: Curso de violão 2017: Curso de Comunicação do 3 Setor 2016: Gestão do Terceiro Setor – FGV 2016: Participação no Fórum Social Mundial – Porto Alegre 2015: Palestrante do Seminário das Cidades Educadoras - AICE 2014: Participação na Feira ONG Brasil 2013: Participação no Fórum Mundial de Direitos Humanos - Brasília 2010-2011: Inglês Fluente – Intercâmbio Austrália Atuação Profissional 2015-Atual: Idealizador e Coordenador do projeto cultural do Instituto SECI · NINO GOMES – Coordenador Técnico Baterista há mais de 20 anos, com a maior motivação no ensino, levando a música não apenas como profissão, mas como uma arte. Sua maior experiência com a música além de tocar com grandes músicos, foi poder gravar e entrevistar renomados bateristas como: Aaron Spears (baterista Ariana Grande), Virgil Donati (Baterista Australiano Planet X), Wilson das Neves (cantor, baterista e compositor brasileiro), Sandro Haick, Cuca Teixeira, entre outros grandes nomes que estão registrados em seu site: youtube.com/baterasbr uma experiência que o levou a vários direcionamentos e conselhos para sua vida como músico e professor. Sem um minuto de pausa nos estudos sua maior busca é resolver falhas no ensino de música, levando ao instrumentista a melhor forma de evoluir. Formação: Fundação das artes - em andamento Impacta Unidade Paulista Aulas AVULSAS Auto cad, 3d max, Ilustrator, Photoshop, Indesing, Laboratório de projetos gráficos e editoriais Cursos Livres: Filmagem e Edição Mixagem e Masterização História da Música Percepção musical Teoria Rítmica Gestão de projetos · FLAVIO DO NASCIMENTO IRINEU - Professor de Contrabaixo Formação musical: Contrabaixista profissional - Instituto musical Guitar World (Professor Gabriel Cont - formado na ULM) Experiência profissional: · Escola de música equalize - 2013 a 2016 · Guitar World - lecionando desde 2009 · Music House - 2018 a 2020 · Amp Estúdio - lecionando desde 2016 · Aulas particulares desde 2009 Formação: · Curso de contrabaixo pelo Instituto musical Guitar Word · Estudo particular com professor Gabriel Cont (formado na ULM) · Curso intensivo de harmonia no Instituto Guitar W Atuou no mercado gospel com os cantores: · Clovis Pinho · Bob Jhonata · Paloma Possi · Coral Soul Livre · Kemuel Além dos cantores do mercado sertanejo: · Roberta Miranda · Leo e Kaique Festivais instrumentais · Workshop com grandes nomes do contrabaixo brasileiro como · Marcelo Mariano · Michael Pipoquinha · Adriano Sambatt · Denis Silva · CARLOS ROBERTO DE ARAÚJO - Professor de Violão e Guitarra (experiência com alunos PcD) Comecei meus estudos de violão, aos 14 anos de idade na Escola Violão&Companhia, que depois veio a ser, Espaço Camerati. Estudei violão clássico e popular, por mais ou menos dois anos. Depois fui estudar no Conservatório André da Silva Gomes, onde estudei guitarra, violão, harmonia e flauta. Em 1984, comecei a lecionar, aos 17 anos de idade, com metodologia própria. Nunca deixei de estudar, fiz cursos com professores particulares, entre eles, destaco Elmer Stocco, onde estudei guitarra durante sete anos, ao mesmo tempo iniciei meus estudos na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Toquei com várias bandas de rock, com uma cantora de MPB e gravei um disco com a Banda Moral e bons costumes. Tive o prazer de preparar e formar vários músicos, alguns com carreiras sólidas, como Baffo Neto, da banda Project46, e alguns, que hoje em dia também lecionam música. Hoje em dia, leciono presencial e algumas aulas online, inclusive de outros países, além de ensinar no Instituto SECI, onde comecei em 2017. Nesses quase 40 anos, vivi exclusivamente da música. Cursos: Aulas particulares de violão e guitarra Ponto de encontro musical Moóca Sete anos (entre 2002 e 2009) Fundação de artes de São Caetano do Sul Violão Clássico e Popular Dois anos (entre 1990 e 1992) Conservatório Musical André da Silva Gomes Violão Clássico e Popular Três anos (entre 1993 a 1996) Espaço Comerati Violão popular e clássico Dois anos (entre 1980 e 1982) Experiência Profissional: Obradec – São Caetano Professor de guitarra Seis meses (no ano de 1987) Leciono desde 1986 violão e guitarra com aulas particulares Leciono desde 2017 no Instituto SECI como professor de violão, guitarra e contrabaixo · DANIELE DE ABREU – Professora de Teoria Musical Experiência: Professora de bateria, musicalização infantil e violão iniciante RIFF Musical - Santo André JAN 2020 – Atualmente Professora de Canto Coral infantil e violão iniciante Associação Innovaação (Santo André) – Maio de 2022 – Atualmente professora de bateria e musicalização infantil Associação Innovaação (Santo André) – Outubro de 2022 – Atualmente Professora de bateria e musicalização infantil Instituto Musical da Comuna - São Bernardo do Campo – Março 2018- Novembro 2022 Formação: Licenciatura em música – Março 2022 – Atualmente - Universidade Uninter Contação de Histórias Online – Outubro de 2020 – Atualmente - Lívia Alencar Música e Bateria (Curso livre) - Concluído em Junho de 2022 - Fundação das Artes São Caetano do Sul BARBATUCANDO online - Fevereiro de 2021 - Sympla - Grupo Barbatuques Baile do Colherim - Concluído Agosto de 2020 - Estevão Marques · Felipe Ferreira Roberto – Professor de bateria ESCOLARIDADE Técnico em Música, com especialização em bateria (Fundação das Artes de São Caetano do Sul, concluído em 2019). Curso Livre de música (Fundação das Artes de São Caetano do Sul, concluído em 2017). Ensino Médio completo (Escola Técnica Estadual Presidente Vargas, conclusão em 2015). EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Aulas particulares e em projeto social de rítmica e instrumento (Bateria); Professor de bateria pela Escola de Música Allegro; Professor de bateria pela Escola de Música Denilson Cléber & cia; Professor de bateria pela Escola de Música Roberta Coentro. Professor de bateria pela Sound Escola de Música; Big Band Salada Mista (Baterista e percussionista); Jazz Sinfônica Jovem da FASCS (Baterista e percussionista); Banda Blue Airlines (Bateria); Ministério de Louvor e Adoração Comunidade Palavra Viva (Bateria); GRUPO DE PERCUSSÃO CONTEMPORÂNEA E REPERTÓRIO FASCS (PERCUSSIONISTA); ORQUESTRA JOVEM FASCS (PERCUSSIONISTA). INFORMAÇÕES ADICIONAIS Prática de banda (Combo) em FASCS – Professores Ogair Junior, Rodrigo Braga, Mário Chechetto e Éder Sandoli. Apresentou pela Big Band Salada Mista e Jazz Sinfônica Jovem da FASCS em locais como Sala São Paulo, Festival de Inverno de Campos do Jordão, Teatro Paulo Machado de Carvalho, entre outros, com os artistas João Bosco, Toquinho, Toninho Ferragutti, Graça Cunha e Fernando Lauria.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.