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O projeto se refere a apresentações do show UMA FESTA EM MIM.
O projeto UMA FESTA EM MIM faz uma homenagem ao centenário do compositor, sambista e pintor Guilherme de Brito, através de shows musicais com repertório exclusivamente montado com obras de autoria do homenageado, em arranjos originais. O grupo musical Toque de Linha, nesta proposta representado pelo MEI do seu cantor e percussionista Léo Amaral, já realizou duas homenagens similares a centenários de compositores de samba: - 100 Anos de Geraldo Pereira (2018), selecionado no edital de ocupação do Espaço Cultural BNDES (playlist de vídeos de registro neste link: https://www.youtube.com/watch?v=0HXcUcpWEvg&list=PL3EwA81NK_b45YuPmy0hx6BhLZ2PnB9GK); - O POETA ERA EU: tributo a Zé Keti (2022), selecionado no edital Retomada Cultural RJ 2, promovido pela SECEC/RJ (playlist de vídeos de registro neste link: https://www.youtube.com/watch?v=d3O6SYhK0_g&list=PL3EwA81NK_b6K35DnG8JwhAQGJAB5NGwl). Shows Musicais: Estão previstos 4 shows musicais. A classificação etária dos shows é livre. O grupo musical Toque de Linha terá 9 integrantes no palco, que são: Léo Amaral (voz e pandeiro), Alcides Sodré (voz), Michele Agra (voz), Pedro Menezes (piano e vocal de apoio), Leandro Cardoso (violão de 7 cordas e vocal de apoio), Jéssica Marinho (flauta), Rafael Ramos (violão de 6 cordas), Adriano Fernandes (cavaquinho e bandolim) e Heverton Rodrigues (percussão geral). O cenário será virtual, através de vídeo projetado em telão. Os arranjos originais criados por Pedro Menezes, Rafael Ramos e Adriano Fernandes seguem o estilo da época em que as canções foram compostas. O figurino sóbrio também compõe o estilo de época. O repertório do show inclui as seguintes parcerias de Guilherme de Brito com Nelson Cavaquinho: Folhas Secas; Minha Festa; Pranto de Poeta; A Flor e o Espinho (coautor Alcides Caminha); Miragem; Nome Sagrado (coautor José Ribeiro de Souza); Depois da Vida (coautor Paulo Gesta); Quando Eu Me Chamar Saudade; Tio Sam No Choro; Choro do Adeus; Quero Alegria; Tenha Paciência; Consciência; Gotas de Luar; Meu Caminho; Palavras Malditas; Voltei; Saudade Minha Inimiga; Se Você Me Ouvisse; e O Dia de Amanhã. O repertório também inclui: Canção Pra Conservatória (Tito Madi e Guilherme de Brito); e Intriga (Monarco e Guilherme de Brito). Palestras - contrapartidas sociais: Estão previstas 4 palestras, em duas escolas públicas diferentes, sendo que, em cada escola, haverá uma palestra para alunos do turno da manhã e outra para alunos do turno da tarde. As palestras serão direcionadas a alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e alunos do ensino médio, de escolas públicas municipais ou estaduais. O palestrante contará a história da nossa música, através de cada um dos gêneros musicais populares, desde a modinha e o lundu-canção, no século XVIII, até os gêneros musicais da segunda metade do século XX, como a bossa nova e a tropicália. Além do papel informativo, as palestras visam apresentar aos alunos esses gêneros musicais populares genuinamente brasileiros. As palestras acontecerão nas próprias escolas públicas, em pátios ou auditórios, em horário escolar. Os horários das palestras serão previamente acordados com as diretorias das respectivas escolas, bem como a liberação dos alunos de suas classes, nesses horários. As palestras serão musicadas. Para cada gênero musical apresentado pelos palestrantes, além de informarem a origem do gênero musical e o contexto histórico de seu surgimento, os palestrantes tocarão uma obra representativa daquele gênero musical, para ilustrarem a informação. A classificação etária das palestras é livre. Repertório das palestras musicadas: Modinha - Beijo A Mão Que Me Condena, de José Maurício Nunes; Lundu-Canção - Isso É Bom, de Xisto Bahia; Valsa - Danúbio Azul, de Johan Strauss (apenas para ilustrar sua influência no surgimento do choro); Choro - Carinhoso, de Pixinguinha; Maxixe - Odeon, de Ernesto Nazareth; Baião - Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira; Marchinha de Carnaval - Ô Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga; Samba Amaxixado - Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida; Samba Canção - A Voz do Morro, de Zé Keti; Bossa Nova - Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes; Canção de Protesto - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, de Geraldo Vandré; Tropicália - Alegria, Alegria, de Caetano Veloso; Rock Brasil - Whisky A Go-Go, de Sullivan e Massadas (apenas para mostrar a roupagem que as bandas brasileiras dos anos 80 deram ao rock norte-americano).
Objetivo Geral: Resgatar a importância do Guilherme de Brito e de suas composições musicais para a música brasileira, de forma a contribuir para reparar um erro frequente de omissão por parte da mídia, em consonância com os incisos I, IV, V, XIV e XV do artigo 3º do Decreto 11.453 de 2023. Nelson Cavaquinho é frequentemente lembrado pela grande mídia, sem que seja conferido o devido mérito ao seu parceiro mais habitual, Guilherme de Brito. A maioria das pessoas sabe que Nelson Cavaquinho é o autor de Folhas Secas, por exemplo, mas não sabe que ele compôs aquela obra prima em parceria com Guilherme de Brito. Tamanha injustiça histórica merece reparo e temos o objetivo de dar a nossa contribuição nesse resgate. Objetivos Específicos: A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 4 apresentações do show musical UMA FESTA EM MIM, em 2 dias, sendo 2 sessões por dia, num mesmo mês, com cobrança de ingressos a preços populares e distribuição de gratuidades para alunos de escolas públicas. B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar 4 palestras gratuitas, para alunos de escolas públicas, em auditórios e/ou anfiteatros, dentro das próprias escolas, como contrapartidas sociais do projeto. Cada palestra terá uma hora de duração e atenderá a cerca de 80 alunos, somando um total de 320 alunos contemplados nas 4 palestras. Os resultados serão mensurados através de listas de presença.
O projeto UMA FESTA EM MIM tem seu foco no gênero musical popular samba canção, nascido de manifestações culturais afro-brasileiras. No final do século XIX, os músicos que tocavam choro, como Ernesto Nazareth, começaram a adaptá-lo a um estilo de dança afro-brasileiro chamado maxixe e criaram o choro amaxixado, também conhecido como tango brasileiro. Cabe lembrar que o próprio choro já tinha origem afro-brasileira, posto que surgira da tentativa dos praticantes de lundu-canção de adaptarem melodias europeias ao ritmo africano. Poucos anos mais tarde, a maestrina Chiquinha Gonzaga compôs a primeira marchinha de carnaval. Entramos no século XX sob o efeito dessas duas vertentes e, por isso mesmo, o samba também nasceu por dois caminhos. Os músicos mais afeitos ao choro amaxixado, como Pixinguinha, Donga, João da Baiana e Sinhô, criaram o samba amaxixado, que ficou conhecido como "samba para dançar". O primeiro samba registrado era um samba amaxixado: Pelo Telefone, composto por Donga e Mauro de Almeida. Na outra vertente, os sambistas mais ligados ao carnaval, como Noel Rosa, Ismael Silva, Nelson Cavaquinho e Cartola, inspirados nas marchinhas, criaram o "samba para sambar", que acabou evoluindo para o samba canção revisitado em nosso projeto. Um destes pioneiros do samba canção, Nelson Cavaquinho, foi o mais constante parceiro do nosso homenageado, Guilherme de Brito, que estava nascendo nesta época. No final do século XX, o samba canção perdeu espaço na mídia, de modo que, hoje, em pleno século XXI, seria muito difícil levar adiante um projeto de aproximação do samba canção às novas gerações, sem um apoio financeiro público ou privado. Sendo a Lei Federal de Incentivo à Cultura o principal instrumento público nacional de fomento da cultura, é natural que esse instrumento seja utilizado para apoiar o projeto UMA FESTA EM MIM. Entendemos que o projeto UMA FESTA EM MIM se enquadra em todos os 7 incisos transcritos abaixo do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também atenderá aos três objetivos transcritos abaixo do Artigo 3º da mesma Lei: II - c) - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (através das apresentações musicais); III - d) - proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais (através da difusão do samba canção para as novas gerações); IV - a) - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (através das cotas de gratuidades oferecidas aos alunos nas apresentações musicais). Por que resgatar a obra de Guilherme de Brito? A resposta a essa pergunta constitui a própria justificativa para a realização do projeto UMA FESTA EM MIM. Vamos responder em partes. Primeiramente, vamos falar da importância de Guilherme de Brito para a música brasileira. Guilherme de Brito Bollhorst nasceu em 03/01/1922, no Rio de Janeiro, de modo que teria completado 100 anos em 2022. Começou a compor em 1938, mas somente conheceu seu maior parceiro, Nelson Cavaquinho, nos anos 50. Guilherme de Brito teve 156 composições registradas, das quais 67 foram feitas em parceria com Nelson Cavaquinho. Tais parcerias fizeram sucesso nas vozes de grandes nomes da música brasileira, como Beth Carvalho, Clara Nunes, Alcione, Nelson Gonçalves, Emílio Santiago, Elis Regina e Elza Soares, entre outros. Por conta de tamanho sucesso, Nelson Cavaquinho é frequentemente festejado e relembrado pela mídia, com pouca ou nenhuma menção a Guilherme de Brito, seu parceiro mais tímido. A não ser pela cidade fluminense de Conservatória, que sempre reconheceu e valorizou a importância de Guilherme de Brito, quase nenhuma homenagem foi feita a Guilherme de Brito no restante do Brasil. Quando Guilherme recebeu uma homenagem no Japão, onde é reconhecido também como pintor, Dona Nena, sua esposa, disse: "Isso tudo que está acontecendo aqui tinha que acontecer no Brasil. Aqui eles estão vendo o seu valor. Será possível que no Brasil eles não vão ver?" Vivemos num país que não valoriza adequadamente a cultura e a memória, muito embora saibamos que isso prejudica significativamente o desenvolvimento da própria sociedade, posto que a história e a cultura de um povo são alicerces sobre os quais se constrói uma sociedade e se direciona o desenvolvimento da mesma. O momento presente de qualquer sociedade deve se pautar, entre outras coisas, pela importância de tudo o que já fora realizado antes. Na letra do samba "Quando Eu Me Chamar Saudade", Guilherme dizia que queria "flores em vida". Essas flores ele recebeu da cidade de Conservatória, que inaugurou placas e até um museu em seu nome. Para nós, cariocas, esta proposta é uma oportunidade de quitar parte desse grande débito. UMA FESTA EM MIM levará as novas gerações numa viagem fascinante pela obra de Guilherme de Brito. Para quem já conhece, será uma oportunidade de ouvir novamente aquelas lindas composições, que são muito pouco veiculadas nos meios de comunicação hoje em dia. O projeto UMA FESTA EM MIM também oferece, como contrapartidas sociais, palestras musicadas para alunos de escolas públicas sobre a história da música popular brasileira. As palestras apresentarão aos alunos os gêneros musicais populares brasileiros, desde o século XVIII, com as primeiras modinhas, até a segunda metade do século XX, com a bossa nova e a tropicália. A cada gênero musical apresentado, além do contexto histórico que propiciou aquela manifestação cultural popular, o palestrante e os músicos de apoio apresentarão uma música exemplificativa daquele gênero musical. As palestras apresentarão, pela ordem, os seguintes gêneros musicais populares: modinha, lundu-canção, choro, maxixe, baião, marchinha de carnaval, samba (nas suas duas vertentes iniciais), bossa nova, canção de protesto e tropicália. Muitos desses gêneros musicais são desconhecidos para os alunos das escolas públicas, visto que quase não são mais tocados nas rádios populares. As crianças de famílias de baixa renda dificilmente teriam uma oportunidade de conhecer esses gêneros musicais, se não fosse através de projetos incentivados como o nosso. Ninguém pode gostar daquilo que não conhece. Para que as crianças e adolescentes de famílias de baixa renda possam decidir se gostam ou não do choro instrumental, por exemplo, é necessário primeiramente que elas tenham a oportunidade de conhecer esse gênero musical. A preservação da nossa própria memória cultural, na área da música, depende disso: de que o interesse dos jovens seja despertado para as manifestações culturais populares dos músicos brasileiros de destaque de séculos passados. Ao fim das palestras do projeto, se dez por cento dos alunos se interessarem por conhecer melhor algum dos gêneros musicais populares brasileiros, seja como apreciadores ou como praticantes, nossa missão estará cumprida, no que diz respeito à preservação das raízes culturais brasileiras na memória das novas gerações.
O projeto UMA FESTA EM MIM é uma homenagem ao centenário do compositor, sambista e pintor Guilherme de Brito. Já realizamos no passado recente dois projetos homenageando centenários de compositores de samba: 100 Anos de Geraldo Pereira (2018) e O POETA ERA EU: tributo a Zé Keti (2022). Aproveitaremos este espaço para discorrermos sobre tais experiências anteriores e apresentarmos alguns links para vídeos de registro destes projetos no Youtube. 100 Anos de Geraldo Pereira O projeto 100 Anos de Geraldo Pereira foi selecionado no edital de ocupação do Espaço Cultural BNDES, em 2018. Foram realizados 3 shows, no mesmo ano, em teatros diferentes: Centro da Música Carioca Artur da Távola (23/02/2018), Memorial Municipal Getúlio Vargas (01/06/2018) e Espaço Cultural BNDES (08/11/2018). Links para vídeos do show no Centro da Música Carioca Artur da Távola: - https://www.youtube.com/watch?v=tC3lzN8YLP4 - Alcides Sodré canta Acertei no Milhar, de Wilson Batista e Geraldo Pereira; - https://www.youtube.com/watch?v=X4zkxvwqE8s - Interpretação instrumental do grupo Toque de Linha para Bolinha de Papel, de Geraldo Pereira, com Adriano Fernandes no bandolim e Jéssica Marinho na flauta. Links para vídeos do show no Espaço Cultural BNDES: - https://www.youtube.com/watch?v=oXir-a-yi8s - Michele Agra e Alcides Sodré cantam, em dueto e em pot-pourri, Escurinho, de Geraldo Pereira, Escurinha, de Geraldo Pereira e Arnaldo Passos, Resignação, de Geraldo Pereira e Arnô Provenzano, e Você Está Sumindo, de Geraldo Pereira e Jorge de Castro; - https://www.youtube.com/watch?v=ED77g68qAzs - Léo Amaral canta, em pot-pourri, Polícia no Morro, de Geraldo Pereira e Arnaldo Passos, e Cabritada Mal Sucedida, de Geraldo Pereira e Jorge Gebara; - https://www.youtube.com/watch?v=IduEwGd9EP4 - Alcides Sodré canta Falsa Baiana, de Geraldo Pereira. O POETA ERA EU: tributo a Zé Keti O projeto O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti foi selecionado no edital Retomada Cultural RJ 2, promovido pela SECEC/RJ, em 2022. Foram realizados 4 shows, no mesmo ano, em teatros diferentes: Centro da Música Carioca Artur da Távola (03/09/2022), Teatro Arthur Azevedo (12/10/2022), Teatro Firjan SESI Caxias (21/10/2022) e Teatro Firjan SESI Jacarepaguá (22/10/2022). A filha do homenageado, Geisa Keti, fez participações especiais em dois desses shows. Links para vídeos do show no Centro da Música Carioca Artur da Távola: - https://www.youtube.com/watch?v=xPnAKlpci2M - Diz Que Fui Por Aí, de Zé Keti e Hortêncio Rocha, com Alcides Sodré na voz; - https://www.youtube.com/watch?v=tUvV68TCrmE - Vestido Tubinho, de Zé Keti, com Léo Amaral na voz e no pandeiro; e - https://www.youtube.com/watch?v=edCMUXkzdFo - Opinião, de Zé Keti, cantada pela convidada especial Geisa Keti, filha do homenageado. Link para vídeo do show no Teatro Arthur Azevedo - https://www.youtube.com/watch?v=aqH9INDr7Hs - Bola Branca, de Zé Keti, em arranjo instrumental, com solos de Jéssica Marinho na flauta, Rafael Ramos no violão e Pedro Menezes no piano. Link para vídeo do show no Teatro Firjan SESI Caxias - https://www.youtube.com/watch?v=DkHRFyHXddw - As Moças do Meu Tempo, de Zé Keti, com Alcides Sodré na voz e Pedro Menezes no piano, em arranjo do próprio Pedro. Links para vídeos do show no Teatro Firjan SESI Jacarepaguá: - https://www.youtube.com/watch?v=I8d4p55LGiQ - Madrugada, de Zé Keti, com Alcides Sodré na voz; - https://www.youtube.com/watch?v=r-0d2OOV_Fo - Coisa Com Coisa, de Zé Keti, com Léo Amaral na voz e no pandeiro; e - https://www.youtube.com/watch?v=aMy6NlT5lDg - Acender as Velas, de Zé Keti, com Michele Agra na voz.
Shows Musicais: - Local - teatro ou lona cultural (a princípio, propomos o Teatro Firjan SESI Jacarepaguá, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ); - Datas - a serem agendadas com o teatro; - Horários - a serem agendados com o teatro; - Público - aberto ao público em geral, a preços populares, com 20% de gratuidade para alunos de escolas públicas; - Duração - cerca de 90 minutos cada; - Quantidade - 4 shows; - Sonorização - o projeto complementará o som do teatro; - Equipe - 9 músicos/intérpretes, 1 técnico de som, 1 técnico de luz, 1 assistente de produção e 2 assistentes de palco; - Abrangência - considerando 210 pessoas por show (70% da capacidade do teatro), em 4 shows, atingiremos 280 pessoas; - Músicos e Intérpretes - Léo Amaral (voz e pandeiro), Alcides Sodré (voz), Michele Agra (voz), Pedro Menezes (piano e vocal de apoio), Leandro Cardoso (violão de 7 cordas e vocal de apoio), Jéssica Marinho (flauta), Rafael Ramos (violão de 6 cordas), Adriano Fernandes (cavaquinho e bandolim) e Heverton Rodrigues (percussão geral). O repertório dos shows já foi apresentado no campo referente à sinopse. Podemos acrescentar aqui alguns detalhes adicionais: - As músicas Tio Sam No Choro e Choro do Adeus serão apresentadas em arranjos instrumentais, com solos de flauta, bandolim, piano, cavaquinho e violão; - A música Quando Eu Me Chamar Saudade será apresentada em arranjo para voz e piano; - A música Canção Pra Conservatória será apresentada em arranjo para voz e violão; - As músicas Se Você Me Ouvisse, Voltei e Meu Caminho serão apresentadas num pot-pourri. Palestras - contrapartidas sociais: - Local - pátios ou auditórios das escolas públicas selecionadas; - Datas - a serem agendadas com as diretorias das respectivas escolas; - Horários propostos - 9:00 às 10:00 (turno da manhã) e 14:00 às 15:00 (turno da tarde), a confirmar com as diretorias das respectivas escolas; - Público - alunos de escolas públicas do ensino médio e do ensino fundamental; - Duração - cerca de 60 minutos cada; - Quantidade - 4 palestras (2 por dia em 2 dias); - Sonorização - o projeto fornecerá; - Equipe - 1 palestrante, 4 músicos de apoio e 1 assistente de produção; - Abrangência - considerando 80 alunos por palestra, em 4 palestras, atingiremos 320 alunos. - Músicos e Intérpretes de Apoio - Léo Amaral (voz, pandeiro e cavaquinho), Alcides Sodré (voz), Pedro Menezes (violão e teclado) e Jéssica Marinho (flauta). Projeto pedagógico das palestras: O conteúdo programático é a história da música popular brasileira, desde meados do século XVIII, quando surgiram as primeiras modinhas, até a bossa nova e a tropicália, na segunda metade do século XX. Em ordem cronológica, a palestra apresenta a modinha, o lundu-canção, o choro, o maxixe, o baião, a marchinha de carnaval, o samba, a bossa nova, a canção de protesto e a tropicália. A cada gênero musical apresentado, o palestrante explicará o contexto histórico e cultural que resultou naquela manifestação cultural específica e os músicos de apoio executarão uma obra exemplificativa daquele gênero.
Produto: SHOWS MUSICAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: É nossa intenção realizar as apresentações de samba canção do projeto UMA FESTA EM MIM no Teatro Firjan SESI Jacarepaguá, que está situado em local de fácil acesso e já dispõe de todos os requisitos necessários para receber pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, obesos e portadores de deficiência, o que nos permitirá atender integralmente o disposto no Decreto 9.404, de 11 de junho de 2018, e no artigo 44 da Lei 13.146, de 6 de julho de 2015, sem a necessidade de previsão orçamentária para a instalação de adaptações específicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Deficientes visuais são perfeitamente capazes de assistirem a shows musicais, sem a necessidade de medidas adicionais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não é tecnicamente possível apresentar música a deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Pessoas com deficiência intelectual são perfeitamente capazes de assistirem e apreciarem apresentações musicais, a seu modo, sem a necessidade de medidas adicionais. Produto: PALESTRAS - Contrapartida Social ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para as palestras, o público alvo é constituído pelos alunos das escolas públicas contempladas no projeto. O acesso desses alunos está garantido, uma vez que tais atividades ocorrerão nas dependências das próprias escolas (auditórios e/ou anfiteatros), em horário escolar, conforme acordo prévio com os diretores das respectivas escolas. Não há necessidade de medidas adicionais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Deficientes visuais são perfeitamente capazes de assistirem a palestras, sem a necessidade de medidas adicionais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não é tecnicamente possível apresentar música a deficientes auditivos. Nossas palestras são musicadas, de modo que, de qualquer forma, os deficientes auditivos, se presentes, perderiam mais de 50% do conteúdo, a despeito de quaisquer medidas atenuantes que pudéssemos propor. Por outro lado, o próprio objetivo das palestras é despertar nos alunos das escolas públicas o interesse pela música genuinamente brasileira. Não obteríamos nenhum resultado positivo, se tentássemos despertar tal interesse em alunos com deficiência auditiva, uma vez que os mesmos não poderiam futuramente aprender música, nem poderiam praticar música, nem poderiam sequer apreciar música. Por todas essas razões, entendemos que a inclusão no orçamento dos serviços de tradução simultânea em Libras, para o conteúdo não musical das palestras, seria um uso inadequado do recurso financeiro da Lei Federal de Incentivo. Não previmos tais medidas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Pessoas com esses quadros são perfeitamente capazes de assistirem a palestras, sem a necessidade de medidas adicionais. Mesmo que alguns não sejam capazes de acompanhar todas as informações históricas, eles serão capazes pelo menos de apreciar o conteúdo musical das palestras.
O projeto UMA FESTA EM MIM tem como produto principal quatro (4) shows musicais com cobrança de ingressos e oferece, como contrapartida social, quatro (4) palestras musicadas gratuitas a alunos de escolas públicas. Para os shows de samba canção, estão previstas as seguintes distribuições gratuitas de ingressos: - 10% para os eventuais patrocinadores, conforme limite previsto no inciso I do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023; - 20% para alunos das escolas públicas contempladas no projeto, atendendo simultaneamente ao inciso II do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023 e ao inciso I do artigo 28 da mesma Instrução; - 5% para ações de divulgação, o que nem chega ao limite previsto no inciso III do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023. Por outro lado, nenhum ingresso será vendido por valor superior a 3% do salário mínimo vigente na data do show. Com isso, estaremos atendendo também, com bastante folga, ao disposto no inciso IV do artigo 27 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023. Das medidas sugeridas no artigo 28 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023, além daquela do inciso I, acima mencionada, também vamos atender as seguintes: - A meia entrada estará disponível para 100% das pessoas elegíveis (inciso II); - Serão disponibilizados registros em vídeo dos shows musicais e das palestras (inciso IV); - Serão realizadas, paralelamente aos shows, como já mencionado, palestras gratuitas (inciso VI); - As palestras mencionadas no item anterior são direcionadas ao público infanto-juvenil (inciso VII). Entendemos que as palestras atendem também com folga ao artigo 30 da Instrução Normativa n° 1, de 10/04/2023, visto que o quantitativo de público previsto para essas atividades chega a cerca de 30% do total, no plano de distribuição. O público alvo das palestras é composto de alunos de escolas públicas. Estas atividades serão realizadas nas próprias escolas, de modo que não serão atividades abertas ao público externo. Para essas atividades, não haverá cobrança de ingresso. Considerando nossa experiência anterior, esperamos atender a cerca de 80 alunos em cada palestra, somando 320 alunos nas 4 palestras. Com base em nossa experiência em projetos anteriores similares a este, estimamos ocupar 70% dos assentos, em cada show musical, já incluídas nesse montante as gratuidades para os alunos, para o patrocinador e para as ações de divulgação. Sendo assim, esperamos atingir um público total de 840 pessoas na soma dos 4 shows musicais.
LEONARDO AMARAL DE SOUZA - Proponente Funções do proponente no projeto: Gestor do Processo Decisório, Cantor e Músico da Banda Formação: aulas de pandeiro com Jorginho do Pandeiro e de canto com Júlio Queiroga. Experiência: - Produtor, cantor e percussionista no projeto O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti (2022) e na live Toque de Linha Ao Vivo (2021); - Produtor do espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); - Percussionista e assistente de produção no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018), que realizou shows, palestras e oficinas de música; - Cantor e percussionista no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); - Cantor e percussionista do grupo Toque de Linha, desde 2008, com shows no Rio Scenarium, no Centro da Música Carioca, no Hotel Copacabana Palace e no Centro Cultural Carioca, entre outras casas, além de uma temporada de 4 meses no Centro Cultural Memórias do Rio. JORGE SABA PISCITELLI - Produtor Executivo e Palestrante Formação musical: estudo da história da música popular brasileira e em especial das obras do jornalista José Ramos Tinhorão (2017); aulas de teoria musical com Rafael Ramos e Júlio Queiroga (2015). Experiência: arranjador, gestor financeiro e diretor musical no projeto O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti (2022); coordenador e diretor musical da live Toque de Linha Ao Vivo (2021); coordenador, arranjador e diretor musical do espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); produtor executivo, palestrante e professor de música no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); produtor executivo e diretor musical do show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); produtor musical do grupo Toque de Linha, desde a sua criação, em 2001. ADRIANO CARLOS FERNANDES VIEIRA - Músico da Banda e Arranjador Formação: Licenciatura em Música e Bacharelado em Bandolim na UFRJ; aulas de música e de Ensino e Monitoria na Escola de Música da AMC, São João de Meriti. Trabalhos recentes: instrutor de música no projeto Toque E Se Toque, do CAP/UFRJ, desde 2015; professor de Musicalização Infantil na Creche Escola Bambalalão, Jacarepaguá, desde 2016; músico nos shows de Lucas de Moraes, desde 2019; músico no projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti (2022); músico na live Toque de Linha Ao Vivo (2021); músico no espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); professor de música, músico e arranjador no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); músico e arranjador no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); músico do grupo Toque de Linha, desde 2011, atuando em casas como Rio Scenarium e Hotel Copacabana Palace. PEDRO RAMOS MENEZES - Músico da Banda e Arranjador Formação: cursando o 6º período de Licenciatura em Música na Uni-Rio; aulas de harmonia musical com Rafael Ramos (2017 a 2020). Experiência: professor particular de teclado desde 2019; pianista do grupo musical Toque de Linha desde 2021, com o qual participou da live Toque de Linha Ao Vivo (2021) e do projeto cultural O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti (2022); pianista em 3 recitais da Uni-Rio (2022 e 2023); arranjador de 10 músicas para o repertório dos shows do projeto O POETA ERA EU (2022); arranjador e pianista no espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); instrutor assistente nas oficinas de música da última edição do projeto cultural Naquele Tempo (2018). LEANDRO SOUSA CARDOSO - Músico da Banda Formação: aulas de violão de 7 cordas com Lúcio Rodrigues e Patrick Angello, de teclado com Waninho Amaral, de canto e violão na Escola Dó-Ré-Mi e de teclado, violão e harmonia musical na Escola Musiart. Trabalhos recentes: violonista de 7 cordas nos shows do projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti (2022), no show É Mais Um Samba Que Eu Faço (2022), na live Toque de Linha Ao Vivo (2021), nas duas edições do projeto Naquele Tempo (2015 a 2018) e nas apresentações do espetáculo 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); músico do grupo Toque de Linha, desde 2002, atuando como violonista e tecladista em várias casas, entre as quais Rio Scenarium (2014), Centro da Música Carioca Artur da Távola (2014) e Hotel Copacabana Palace (2013), entre outras. JÉSSICA MARINHO SILVA - Flautista da Banda Formação: Licenciatura em Música e Mestrado em Processos Criativos, na Uni-Rio; aulas de flauta e percepção musical na FAETEC e de flauta e Curso Básico de Música na Escola de Música Chiquinha Gonzaga, Itaguaí/RJ. Trabalhos recentes: professora na Escola de Música e Cidadania da Agência do Bem (Vargem Grande), no projeto Geração de Sons, do IBME (Santa Cruz e Caxias), no Programa Integração Pela Música (Vassouras/RJ) e no Coro Juvenil da Rocinha; flautista do grupo Toque de Linha no projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti (2022), na live Toque de Linha Ao Vivo (2021), nas duas edições do projeto Naquele Tempo (2015 a 2018) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); professora particular de flauta desde 2009. ALCIDES SODRÉ PEÇANHA FILHO - Cantor da Banda Formação musical: música e canto na Escola de Música Vila Lobos; aulas de canto com Arlete Candian, Jonas Travassos, Anabel Albernaz, Sérgio Ferreira, Cris Delano, Clara Sandroni, Mirna Rubin e Marco Dantônio. Cantor do grupo Toque de Linha desde 2010, com o qual se apresentou no Rio Scenarium e no Hotel Copacabana Palace, entre outras casas. Trabalhos recentes: cantor no projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti (2022); cantor e apresentador nas lives da série 80 Homenagens Áureas (2020 a 2022); idealizador, produtor e cantor nas lives da série Áureos Tempos (2020); ator e cantor no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); cantor no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); ator, cantor e produtor no espetáculo musical Noite Ilustrada, Perfil de Um Sambista (2015). MICHELE ANTUNES AGRA SODRÉ - Cantora da Banda Formação: Escola Estadual de Teatro Martins Pena - Atriz - 1999; UFRJ - Bacharel em Dança - 2003; Escola de Música Vila Lobos - Curso Básico de Canto - 1999. Trabalhos recentes: cantora no projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti (2022); cantora e apresentadora nas lives da série 80 Homenagens Áureas (2020 a 2022); idealizadora, atriz e cantora no espetáculo infantil Balaio de Ideias (2021); cantora nas lives da série Áureos Tempos (2020); atriz, cantora e diretora de cena no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); cantora no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018); atriz e cantora no espetáculo musical Noite Ilustrada, Perfil de Um Sambista (2015). HEVERTON RAMOS RODRIGUES - Músico da Banda Formação: aulas de cavaquinho e canto na Escola de Música Chiquinha Gonzaga (Itaguaí/RJ), de canto com o professor Júlio Queiroga e de cavaquinho, percussão e harmonia na Escola Musiart (Osasco/SP). Músico do grupo Toque de Linha desde 2002, com o qual já atuou em casas como Rio Scenarium, Centro da Música Carioca Artur da Távola e Hotel Copacabana Palace, entre outras, além de uma temporada de 4 meses no Centro Cultural Memórias do Rio. Trabalhos recentes como percussionista: projeto O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti (2022); live Toque de Linha Ao Vivo (2021); musical infantil Balaio de Ideias: Aprendendo Com Música (2021); projeto Naquele Tempo (2015 a 2018); show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018). RAFAEL RODRIGUES RAMOS - Músico da Banda e Arranjador Violonista do grupo Toque de Linha desde 2009, com o qual já atuou em casas como Rio Scenarium e Hotel Copacabana Palace, entre outras. Formação: Licenciatura em Música, na UNICBE; Escola Portátil de Música, na Urca; cursos e aulas diversas de violão e harmonia. Trabalhos recentes: violonista no projeto O POETA ERA EU: Tributo a Zé Keti (2022), na live Toque de Linha Ao Vivo (2021) no projeto Naquele Tempo (2015 a 2018) e no show 100 Anos de Geraldo Pereira (2018), para o qual também criou arranjos; arranjador de shows para os grupos de samba Tô Kerendo e Ki-Situação e para o cantor Diennes; professor de música na Escola de Música Chiquinha Gonzaga (2005 a 2017). Discos independentes de violão solo: Diálogo (2006) e Encontros (2001).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.