| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 59105999000186 | WHIRLPOOL S.A | 1900-01-01 | R$ 551,0 mil |
| 68149228000181 | Brascabos Componentes Elétricos e Eletrônicos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 39,8 mil |
| 56369549000102 | Àpia Comércio de Veículos Ltda | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
Promover a manutenção e realização da temporada de concertos da Orquestra Filarmônica de Rio Claro, objetivando manter as atividades da orquestra, bem como viabilizar a referida temporada, da qual participarão solistas e regentes convidados de renome. Além dos concertos regulares, a OFRC promoverá uma apresentação didática, com um conjunto de câmara e também o ensino gratuito de instrumentos de cordas.
Repertório a ser definido. Classificação: livre.
Objetivo Geral O objetivo deste projeto é manter as atividades da orquestra, bem como viabilizar a referida temporada, da qual participarão solistas e regentes convidados de renome. A OFRC realizará 18 concertos, na cidade de Rio Claro e em outras cidades do interior paulista. Sendo 12 (doze) concertos na cidade de Rio Claro e 6 (seis) em outras cidades e um dos concertos na cidade sede contará com convidados especiais. Todos os concertos ocorrerão em espaços como igrejas, teatros, auditórios e centros culturais, abertos ao público em geral. Objetivos Específicos - Promover a manutenção da Orquestra Filarmônica de Rio Claro _ OFRC; - Realizar um total de 18 apresentações de música erudita da OFRC, contemplando aproximadamente um total de 5.400 pessoas; - Contribuir a democratização do acesso à cultura, à arte e à música erudita e popular brasileira, através de apresentações gratuitas; - Colaborar com o desenvolvimento e as práticas de músicos locais; - Difundir a obra de grandes compositores; - Contribuir com a formação de público para música erudita; - Difundir a música erudita instrumental; - Promover a união entre o popular e o erudito; - Promover o ensino gratuito de instrumentos de cordas para alunos e professores de instituições públicas de ensino, contemplando um total de 30 pessoas; - Além dos concertos regulares, como contrapartida social e ação formativa cultural, a OFRC promoverá uma apresentação didática, com um conjunto de câmara (quarteto de cordas ou similar) para 540 alunos e professores de uma escola pública em Rio Claro.
A Orquestra Filarmônica de Rio Claro surgiu, em 1995, como forma de colocação em prática de um projeto de orquestra que viesse a valorizar o estudante de música e a troca de experiências com o maior número possível de professores e maestros do cenário nacional e internacional. Com boa parte de seus integrantes sendo natural de Rio Claro, conta hoje com colaboradores de outras cidades interioranas próximas, o que lhe dá conotação de uma orquestra regional. O trabalho vem conquistando espaço, respeito e admiração por parte do grande público e, paulatinamente, tem recebendo ajuda financeira daqueles que acreditam no investimento em projetos culturais como forma de resgate e preservação da cultura brasileira. Logicamente que isso decorre do trabalho sério desenvolvido pela Filarmônica dentro de seu meio de atuação, especialmente as dezenas de concertos realizados anualmente, sob várias formações, além da gravação de dois CDs, um contendo músicas populares brasileiras arranjadas para Orquestra e outro com músicas do compositor rio-clarense Odival Luciano Barbosa Filho, tudo isso sendo reforçado pela insistente busca de popularização de seu trabalho diante de toda a comunidade local. Mais do que os concertos oficiais em Teatros e Igrejas, nos quais a Filarmônica exibe-se formalmente composta de dezenas de integrantes, são quase que semanais as aparições de grupos menores da Orquestra em eventos sociais, culturais, científicos e beneficentes, o que acaba por engrandecê-los sobremaneira. Soma-se a isso os festivais de música de câmara e os diversos recitais promovidos pela Filarmônica, o que deixa transparecer a finalidade maior da entidade, qual seja, a de promover a música, seja popular ou erudita, entre as diversas camadas da sociedade. A Orquestra Filarmônica de Rio Claro tem um grande valor cultural e patrimonial para a cidade de Rio Claro e região. Suas atividades visam, sobretudo, divulgar a música erudita e a cultura musical para todas as camadas da população, valorizar o estudante de música e a troca de experiências com o maior número possível de professores e maestros do cenário nacional. A orquestra se esmera na colaboração com profissionais de outras cidades para colaborar com o desenvolvimento regional da música erudita, ampliando seu público e valorizando os seus profissionais. A relevância de sua atuação no interior paulista é inquestionável. Outro destaque para a Filarmônica é que não há regentes ou maestros fixos, havendo sistema de rodízio de profissionais da área. Sendo assim, a Orquestra também proporciona inúmeras oportunidades a instrumentistas que procuram orquestras para apresentarem-se como solistas. Na Filarmônica encontram a chance de exporem seus trabalhos ao grande público e tornarem-se conhecidos dos regentes convidados a cada temporada. Entidade de utilidade pública municipal, a Filarmônica é mantida por subvenção pública da Prefeitura Municipal de Rio Claro e contribuições mensais de associados, além de patrocinadores esporádicos. É também de grande relevância o trabalho educacional promovido pela Filarmônica, por meio de seus músicos que ministram aulas em escolas públicas e entidades espalhadas por Rio Claro, tais como a Guarda Mirim, o Colégio Estadual Chanceller Raul Fernandes, o Centro Social do Jardim Guanabara, a Escola Agrícola de Ajapi e Escola Municipal de educação infantil Maria Marroti, onde se ensina violino, flauta doce e violão a dezenas de crianças, adolescentes e também familiares. O presente projeto se justifica, principalmente, porque promove a união entre o popular e o erudito, divulgando e difundindo a música erudita e instrumental para todas as camadas sociais, além de contribuir para a formação de público, divulgar a obra de grandes compositores e colaborar com o desenvolvimento e as práticas de músicos locais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Continuação da Ficha Técnica: Carlos Lima:Carlos Lima atua como compositor, arranjador, violonista, regente de orquestra e de corais. Também tem experiência didática como professor, orientador e diretor. É graduado (1991) e mestrado (1999) em música pela UNICAMP, onde também atuou como professor colaborador da disciplina de orquestração. (2002 a 2004). Foi maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Americana (1998 a 2005) e convidado das orquestras Filarmônica de Rio Claro e Sinfônica Villa-Lobos de Moji Guaçu. Dono de uma versatilidade incomum, Carlos Lima transita com facilidade pelas mais diversas estéticas: clássico, popular, ópera e musicais. Já atuou em importantes salas de concerto como Sala São Paulo, Teatro Sérgio Cardoso, SESC Pinheiros e Teatro São Pedro. Regeu inúmeros concertos com solistas brasileiros e internacionais tais como os cantores líricos Niza Tank, Kalinka Damiani, Cyrene Paparoti (França), Richard Bauer, Rodolfo Giugliani, Solange Siqueroli, Silviane Belato; a pianista Eudóxia de Barros e as violinistas Lorenza Borrani (Itália) e Laura Gorna (Itália). Seu repertório clássico inclui várias sinfonias e concertos, óperas (Carmen e La Traviata) e ballet (O Quebra Nozes de Tchaikovsky). Como maestro-arranjador já atuou com grandes nomes tais como Cidade Negra, Boca Livre, João Bosco, Danilo Caymmi, Nana Caymmi, Guinga, Moraes Moreira, Chico César, Mônica Salmaso, Na Ozetti, Toninho Horta, Alceu Valença, MPB4, entre outros. Regeu e fez arranjos de orquestra para os CD’s “Sá & Guarabyra ao vivo” (Indie Records, 1999) e “Caipira Clássico” (Independente, 1999) com participação dos violonistas Paulinho Nogueira e Laércio Ilhabela. Como violonista já dividiu o palco com renomes como Ulisses Rocha, Renato Teixeira, Pena Branca, o violeiro Mazinho Quevedo e Lô Borges. Desde 2006, junto à Banda Musical Lyra Mojimiriana, uma instituição cultural sem fins lucrativos da qual é fundador (1988) vem trabalhando com corais, grupo de seresnta e na criação da Orquestra Sinfônica Jovem, bem como na coordenação de programas educacionais em música para crianças. Em novembro de 2009 participará do lançamento do DVD do Laércio Ilhabela, onde atuou como arranjador e violonista. É natural de Adamantina/SP (1963). Andreas Knut:Desde 1998 Knut Andreas é diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Collegium musicum Potsdam (OSCMP) e desde 2014 regente titular da Orquestra Sinfônica Jovem de Berlim. Estudou educação musical, musicologia, regência e fagote nas Universidade de Potsdam, Leipzig e Munique. Seus mentores em regência incluem Ronald Reuter, Dorian Wilson e Werner Andreas Albert. Na Universidade de Munique regeu o coro e a orquestra do Instituto de Musicologia desta universidade, onde trabalhou com Steve Reich e Paul Hillier. Em 2008 obteve o título de doutor pela Universidade de Munique, onde realizou uma pesquisa sobre o compositor alemão Paul Graener. Com a OSCMP, criou programas de educação musical para crianças e jovens. Também elaborou um projeto de concertos voltados para pessoas idosas que vivem em asilos, com o objetivo de conectar o público de qualquer idade com a música erudita. Há seis anos desenvolve o projeto de intercâmbio cultural “Brandenburgo-Brasil”. Como regente convidado Knut Andreas tem atuado em diversas orquestras na Alemanha, nos Países Baixos, com a Orquestra Sinfônica da Rádio e TV da Eslovênia, e no Brasil. Em 2012 e 2013 foi convidado pelo festival de música antiga “Musikfestspiele Potsdam Sanssouci” e pelo festival de ópera de Potsdam para reger “O Messias” e “Jephta” do Händel. Em 2015 regeu a Kammerakademie Potsdam no “Wiener Festwochen” (Festival de Viena, Áustria). No Brasil trabalhou com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, a Orquestra Sinfônica da UNICAMP, a Orquestra Sinfônica de Americana, a Orquestra de Câmara OPUS Belo Horizonte, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, a Orquestra Sinfônica de Piracicaba e em projetos socioculturais e educacionais como o projeto “Criar & Tocar” no bairro de Campo Limpo em São Paulo. Em 2018 lançou um disco com obras contemporâneas para trompete e orquestra de compositores brasileiros e brandenburguenses. O disco foi gravado em Campinas com a Orquestra da UNICAMP e com o solista Paulo Ronqui (trompete). Selecionado como “CD da semana” a rádio Cultura FM São Paulo apresentou-o em novembro de 2018. Em turnês internacionais Knut Andreas regeu a Orquestra Sinfônica Jovem de Berlim na Albânia, na França, no Brasil, em Taiwan e na Itália onde foi premiado melhor regente de orquestra e, com a Orquestra de Câmara da Sinfônica Jovem, melhor orquestra no festival internacional “Michelangelo” na cidade de Firenze em 2017. Recentemente realizou um turnê à Suiça com a Orquestra Sinfônica de Potsdam. Na “Volksbühne Berlin” regeu a ópera “3 Bilhões Irmãs”, peça que foi premiado melhor ópera da última temporada 2018/19 em Berlim. Em 2012 Knut Andreas foi premiado pela Academia de Letras e Artes de Paranapuã, Rio de Janeiro, com a medalha “Austregésilo de Athayde” por seu trabalho intercultural entre Brasil e Alemanha. No mesmo ano recebeu da cidade de Potsdam um premiou por seu desempenho junto à OSCMP, devido às atividades culturais realizadas em prol da população daquela cidade. Desde junho de 2017 também atua como professor honorário de história da música e gestão musical na Universidade de Ciências Aplicadas de Potsdam, Alemanha. A temporada da orquestra receberá dois concertos especiais, com a participação de artistas convidados a serem definidos, como o Ivan Lins e a Zizi Possi em cada um deles, em concertos que contarão com arranjos especialmente elaborados para a Orquestra Filarmônica de Rio Claro. Ambos receberão conforme planilha orçamentária, item "solista".
Cada concerto terá duração total de, em média, 60 minutos e todos possuem classificação indicativa livre.
Produto principal - apresentações (plano anual): As apresentações serão realizadas em locais mantidos e fiscalizados por órgãos públicos que seguem todas as medidas de acessibilidade previstas na lei federal. Os locais são adaptados com rampas de acesso, corrimões e espaços destinados a cadeirantes, contemplando deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida, além de idosos e deficientes visuais. Os concertos serão realizados em teatros projetados e adaptados e também ao ar livre, garantindo o acesso a todos. Como medida de acessibilidade a pessoas com deficiência visual, o roteiro e sinopses, além de detalhes como nome das músicas, compositores, instrumentos utilizados e nome dos executores será anunciado oralmente durante as apresentações. Além disso, de início, será descrito oralmente o ambiente de circulação dos eventos, com detalhes sobre corredores, assentos, palco e saídas de emergência. Já aos deficientes auditivos, por se tratar de apresentação de música instrumental, torna-se inviável a acessibilidade ao produto completo, não cabendo medidas. Neste caso, não serão necessários acréscimos de custos no orçamento para que a acessibilidade seja garantida. Produto secundário - aulas gratuitas: Como medida de acessibilidade a pessoas com deficiência visual, durante as aulas professores e monitores darão atendimento específico e assistência aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. As partituras e apostilas para os alunos, caso haja, serão traduzidas e impressas por meio de gráfica especializada em braile (remuneração conforme planilha orçamentária para o produto em questão). Produto - contrapartidas sociais: Como medida de acessibilidade ao produto, na apresentação didática oferecida haverá acessibilidade a surdos por meio de Intérprete de LIBRAS (remunerado conforme planilha orçamentária para o produto "contrapartidas sociais"), além do espaço onde ocorrer for completamente acessível a deficientes físicos e receber as mesmas medidas aos deficientes visuais – descrição do espaço.
Produto Principal: Apresentações O projeto garante a democratização, uma vez que seu público é diversificado, composto por pessoas de todas as faixas etárias e de todas as classes sociais. A entrada dos concertos terá um valor muito acessível, com ingressos entre R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada). As apresentações serão divulgadas na mídia das respectivas localidades e também por material gráfico (flyers, cartazes etc), além das redes sociais. O projeto buscará atingir todo e qualquer público, sem distinção de classe social ou idade. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso V do artigo 28 da IN nº 01/2023 do MinC, a saber: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Produto Secundário: Aulas gratuitas Levar aulas gratuitas de instrumentos de cordas para 30 alunos e professores das escolas públicas. Para tanto, quatro professores de música (músicos integrantes da própria orquestra) promovem aulas e oficinas gratuitas regularmente. Como medidas de democratização de acesso para esse produto, adotaremos o exposto no inciso IV do artigo 28 da IN nº 01/2023 do MinC, a saber: IV - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal
Orquestra Filarmônica de Rio Claro - Proponente do projeto, responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e principal executor das apresentações musicais. Orquestra não receberá nada pelo projeto, somente os músicos que serão remunerados conforme planilha orçamentária. A Orquestra Filarmônica de Rio Claro surgiu, em 1995, para pôr em prática de um projeto de orquestra que viesse a valorizar o estudante de música e a troca de experiências com o maior número possível de professores e maestros do cenário nacional e internacional. Com boa parte de seus integrantes sendo natural de Rio Claro, conta hoje com colaboradores de outras cidades interioranas próximas, o que lhe dá conotação de uma orquestra regional. Vem conquistando espaço, respeito e admiração por parte do grande público e, paulatinamente, vem recebendo ajuda financeira daqueles que acreditam no investimento em projetos culturais como forma de resgate e preservação da cultura brasileira. Logicamente que isso decorre do trabalho sério desenvolvido pela Filarmônica dentro de seu meio de atuação, especialmente as dezenas de concertos realizados anualmente, sob várias formações, além da gravação de dois CDs, um contendo músicas populares brasileiras arranjadas para Orquestra e outro com músicas do compositor rio-clarense Odival Luciano Barbosa Filho, tudo isso sendo reforçado pela insistente busca de popularização de seu trabalho diante de toda a comunidade local. Mais do que os concertos oficiais em Teatros e Igrejas, nos quais a Filarmônica exibe-se formalmente composta de dezenas de integrantes, são quase que semanais as aparições de grupos menores da Orquestra em eventos sociais, culturais, científicos e beneficentes, o que acaba por engrandecê-los sobremaneira. Some-se a isso os festivais de música de câmara e os diversos recitais promovidos pela Filarmônica, o que deixa transparecer a finalidade maior da entidade, qual seja, a de promover a música, seja popular ou erudita, entre as diversas camadas da sociedade. De grande relevância é o trabalho educacional promovido pela Filarmônica, por meio de seus músicos que ministram aulas em escolas públicas e entidades espalhadas por Rio Claro, tais como a Guarda Mirim, o Colégio Estadual Chanceller Raul Fernandes, o Centro Social do Jardim Guanabara, a Escola Agrícola de Ajapi e Escola Municipal de educação infantil Maria Marroti, onde se ensina violino, flauta doce e violão a dezenas de crianças, adolescentes e também familiares. Não há regentes ou maestros fixos, havendo sistema de rodízio de profissionais da área. Outro destaque para a Filarmônica são as inúmeras oportunidades proporcionadas a instrumentistas que procuram orquestras para apresentarem-se como solistas. Na Filarmônica encontram a chance de exporem seus trabalhos ao grande público e tornarem-se conhecidos dos regentes convidados a cada temporada. Entidade de utilidade pública municipal, a Filarmônica é mantida por subvenção pública da Prefeitura Municipal de Rio Claro e contribuições mensais de associados, além de patrocinadores esporádicos. MAESTROS CONVIDADOS: (remunerados conforme planilha orçamentária) Parcival Módolo: Completou seus estudos de regência na Westfälische Landeskirchenmusikschule, Alemanha, onde obteve grau de mestrado com especialização em música dos séculos XVII e XVIII. Enquanto lá esteve, regeu várias orquestras como maestro convidado e tornou-se titular da Orquestra de Sunden, Westfalia. Foi discípulo de Nikolaus Harnoncourt, Zubin Metha, M. Stefani e Sergiu Celibidache. Em 1989, a convite da University of San Diego, Califórnia, foi aos Estados Unidos lecionar naquela universidade e recebeu bolsa de estudos para o doutorado na University of Southern California, em Los Angeles. Como professor tem sido convidado para aulas especiais, bancas de pós-graduação e palestras em diferentes universidades brasileiras e do exterior. É Coordenador Geral da Divisão de Arte e Cultura do Instituto Mackenzie, em São Paulo, e membro da ACDA (American Choral Directors Association). Dirige regularmente diferentes orquestras brasileiras e, no exterior, é Gastdirektor da Orquestra do Teatro da Ópera de Bielefeld, Alemanha, e Maestro visitante da Orquestra Sinfônica de San Diego, USA. Em 2003 foi nomeado consultor oficial do Festival Internacional de Música de Cusco e, em 2004, maestro permanente das orquestras Jovem e Juvenil de Lima, Peru, bem como professor de regência orquestral e diretor da orquestra do Festival Internacional de Arequipa. Em 2006, convidado para dirigir o encontro anual de regentes e o festival de música em Santa Cruz de La Sierra, Bolívia, foi nomeado coordenador do encontro e diretor da orquestra e do coral para todas as próximas edições do festival. Atualmente é o Maestro Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Odival Luciano B. Filho:Formado em piano erudito pelo conservatório Dramático e Musical Dr. "Carlos De Campos" de Tatuí-SP. Estudou estilos de piano na história do Jazz na Unicamp, Arranjo com o Maestro Ciro Pereira, harmonia com Ricardo Goldenberg, MPB Jazz no Conservatório de Tatuí, Orquestração com Jaques Morellianbaumm (Ex-Arranjador de Tom Jobim e produtor de trilhas cinematográficas). Trabalhou na Rede Bandeirantes junto ao Maestro Záccaro, produziu vinhetas para a Rede Globo, Rede TVA e Rádios FM da região, produziu vários CDs e é Arranjador do Beat Estúdio e professor de música do Colégio Integrado. Foi tecladista da dupla Christian e Ralf, tendo lançado em agosto de 2003 seu primeiro CD com músicas inéditas de sua autoria. Atualmente é professor de música e regente de coral, além de atuar em estúdios de gravação. Álvaro Peterlevitz:Graduou-se em Composição e Regência pela Universidade Estadual de Campinas, onde estudou com Damiano Cozzela e Henrique Gregori. Foi violinista spalla da Camerata Novo Horizonte, de São Paulo, regida por Graham Grifiths, e da Orquestra Armonico Tributo, de Campinas, dirigida por Edmundo Hora. Participou, como compositor e intérprete, de importantes festivais e eventos ligados à produção musical contemporânea no Brasil, tais como o Festival Música Nova em São Paulo e o Ciclo de Música Contemporânea de Belo Horizonte. É regente interino da Orquestra Sinfônica de Americana e atua frequentemente como instrumentista convidado junto à Orquestra Sinfônica de Campinas. [continuação da Ficha Técnica no campo 'Outras informações']
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.