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PRONAC 234812Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MAPA

João Pacca
Solicitado
R$ 997,8 mil
Aprovado
R$ 997,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-22
Término
2026-10-25
Locais de realização (3)
São Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisBelém Pará

Resumo

MAPA é um festival itinerante de artes visuais que tem como objetivo a promoção da cultura e de artistas que elaboram suas pesquisas e experimentações por meio da videoarte. O projeto vai selecionar e premiar artistas para produção e composição de videoartes que darão origem a instalações artísticas urbanas, em formato de projeção, nas ruas das cidades que compoem a itinerância do projeto. Pensando na democratização e na ampliação do acesso à arte e cultura, as videoartes produzidas pelos artistas selecionados também estarão disponíveis em plataforma virtual e todas as ações do projeto serão gratuitas, acessíveis e amplamente divulgadas.

Sinopse

Ainda não é possível informar. As videoartes serão produzidas pelos artistas selecionados e deverão estar de acordo com o edital de seleção de artistas que será construído para selecionar os artistas participantes do projeto. Classificação indicativa do projeto e videoartes produzidas: Livre.

Objetivos

O festival Mapa tem como objetivo promover a cultura e os artistas que elaboram suas pesquisas e experimentaço~es por meio da videoarte - esse instrumento democra´tico que possibilita o transporte de mensagens em rede e atua em meios presenciais e virtuais. Por meio de um formato de video instalaço~es, o festival se torna presente nas ruas das cidades beneficiadas pelo projeto e em canais virtuais em que redes sociais afluem com conteu´dos de todos os tipos. No campo quantitativo, sa~o objetivos especi´ficos deste projeto:(i) selecionar 15 artistas visuais, sendo 05 por estado beneficiado pelo projeto;(ii) premiar cada um dos 15 artistas pela realização de videoarte que será exibida em festival gratuito;(iii) disponibilizar exibiço~es virtuais, gratuitas, em plataforma digital especi´fica (youtube e redes sociais do projeto), como forma de ampliaça~o de acesso (meta de pu´blico: 4,5mil visualizaço~es);(iv) realizar 03 festivais presenciais com projeções das videoartes, produzidas pelos artistas selecionados, em local de fa´cil acesso para os expectadores (01 festival por estado com 05 dias de projeção cada, acesso gratuito) (meta de pu´blico: 500 visitas por instalaça~o). E´ tambe´m um ponto de significativa relevância para esse projeto o acesso diverso. Para tanto, pretende-se oferecer aço~es de acessibilidade em todas as aço~es e etapas do projeto.

Justificativa

O festival "Mapa" se justifica por se apresentar como um meio promotor de trabalhos para artistas sem estrutura de investimento para promoça~o de suas pesquisas e experimentaço~es. Construi´do de maneira itinerante, simultaneamente realizado em âmbito virtual e presencial, o projeto capitaliza recursos para difusa~o de poe´ticas e convida a reflexa~o e produça~o de discurso em meios de grande acesso. O faz por uma estrate´gia de interrupça~o dos trânsitos urbanos para instigar a observaça~o de sensibilidades alteras ao comportamento vigente e muitas vezes induzido por privile´gios e tradiço~es, de todas as ordens, que promovem a este´tica de certos vi´cios de linguagem e perspectiva social. O festival Mapa e´ um evento inovador que respeita as leis e trabalha em colaboraça~o com as ordens administrativas de cada cidade em que ocorre. O projeto promove mensagens que na~o induzem ao consumo ou articulaça~o poli´tica. E´ expresso pelas fachadas, empenas e locais pu´blicos como uma presença que se opo~e a propaganda de massa e formatos de mensagem que se empenham em persuadir cidada~os. Ocorre sob a premissa da difusa~o de sensibilidades humanas que sa~o opositoras às ideias de concorrência e estipula contatos para gerar campos de dia´logo. O festival Mapa se preocupa em mapear onde esta~o os artistas e deflagrar suas redes. Assistir ao entorno com empatia de sujeitos cujos grupos encontram vivencias particulares aos grandes coletivos urbanos e gerar uma trama de conversas que possam ajudar a expandir conhecimento, elaborar melhores te´cnicas e principalmente: realizar novas sensibilidades. Acrescenta-se ainda, como justificativa, as finalidades do projeto, de acordo com o art. 1, da Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria. E os meios utilizados para o cumprimento destas finalidades expressas no art. 1, atendera~o aos seguintes objetivos, conforme art. 3o da Lei no 8.313:II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante:a) produça~o de discos, vi´deos, obras cinematogra´ficas de curta e me´dia metragem e filmes documentais, preservaça~o do acervo cinematogra´fico bem assim de outras obras de reproduça~o videofonogra´fica de cara´ter cultural; (Redaça~o dada pela Medida Proviso´ria no 2.228-1, de 2001) Tambe´m se justifica nos termos do artigo 25 da Lei no 8.313, no que tange a:II - produça~o cinematogra´fica, videogra´fica, fotogra´fica, discogra´fica e congêneres; IX - ra´dio e televisa~o, educativas e culturais, de cara´ter na~o-comercial. E, por fim, o projeto se justifica por atender as finalidades do Art. 3, do Decreto 11.453, de março de 2023, de acordo com os incisos:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas va´rias matrizes e formas de expressa~o;II - estimular a expressa~o cultural dos diferentes grupos e comunidades que compo~em a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressa~o cultural de todas as regio~es do Pai´s e a sua difusa~o em escala nacional;V - incentivar a ampliaça~o do acesso da populaça~o à fruiça~o e à produça~o dos bens culturais;X - apoiar aço~es arti´sticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribui´das por plataformas digitais; XII - impulsionar a preparaça~o e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produça~o e a difusa~o culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de aço~es que integrem cultura e educaça~o. Por essas razo~es e acredidanto na importância desse tema para registro, memo´ria e debate, o proponente deste projeto faz pleito a este mecanismo de fomento à cultura, nos termos do artigo 18.

Estratégia de execução

-

Especificação técnica

1. Cada videoarte produzida deverá ter como conteúdo de classificação livre, duração de 7 a 10 minutos, terão medidas de acessibilidade inclusas no momento de finalização das obras (libras, legenda e audiodescrição), e serão exibidas por equipamentos e estrutura disponibilizados pelo projeto.

Acessibilidade

Divulgação:· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica audiodescrição (medida #pracegover) · Deficiente auditivo | não se aplica (será virtual)· Deficiente físico | não se aplica (será virtual) Exibição (virtual):· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica legendagem· Deficiente auditivo | Língua Brasileira de Sinais – rubrica intérprete de libras · Deficiente auditivo | Legenda – legendagem · Deficiente físico | não se aplica (será virtual) Instalação Artística (exibição presencial):· Deficiente visual | Audiodescrição – rubrica legendagem + Monitor – rubrica monitor · Deficiente auditivo | Língua Brasileira de Sinais – rubrica intérprete de libras· Deficiente auditivo | Legenda – legendagem · Deficiente físico | será realizada em local com acessibilidade As medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas em no lançamento do projeto e durante a fase de inscrições pensando em maior alcance do público que demanda tais medidas.As medidas de acessibilidade para exibição virtual e instalação artística (exibições presenciais) serão inseridas nas videoartes no momento da finalização, portanto, serão exibidas com acessibilidade completa. Outras síndromes e deficiências: Monitor - rubrica Monitor

Democratização do acesso

De acordo com o artigo 27 da IN 01/23, o projeto deve:II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo.Na realidade, todas as ações do projeto serão gratuitas, contemplando mais do que os 10% sugeridos no inciso. De forma complementar, pelo artigo 28 da IN 01/23:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;As videoartes produzidas serão disponibilizadas no youtube e nas redes sociais do projeto como forma de ampliação do acesso à arte e cultura. Também serão disponibilizados making of das das instalações como forma de evidenciar o processo de execução do projeto, produção e realização do festival. Reforça-se que serão oferecidas medidas de acessibilidade em todas as ações do projeto, como informado em campo acima. De acordo com o Plano de Distribuição, teremos: Artistas selecionados: 15 participantes (atividade gratuita) Exibição virtual: 4500 pessoas (atividade gratuita) Instalação artística: 1500 pessoas (atividade gratuita) Total de participantes: 6015 INDICADORES PARA AFERIÇÃO DO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO: O público on-line do projeto será aferido com o número de visualizações das videoartes a partir das plataformas em que serão alocados (no youtube pelo número de visualizações – dado que essa plataforma gera relatórios quantitativos de acesso e visualizações).No caso do público participante das instalações artísticas (exibição presencial), a aferição se dará por estimativa de presença durante os dias de exibição das videoartes. Tais indicadores seguirão como relatório de comprovação do número de beneficiários na prestação de contas do projeto.

Ficha técnica

JOÃO PACCA (RESPONSÁVEL PELA EMPRESA PROPONENTE E GESTORA) – Coordenador geral, responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Artista e curador independente, trabalha principalmente com a imagem em mídias visuais como vídeo e fotografia. Sua pesquisa no âmbito da imagem técnica contempla questões referentes a auto-imagem, critica idolatria e experimenta o retrato como principal processo de construção de narrativas. É curador e idealizador do festival VideoRio. Elabora performances para apresentações cênicas que se realizam por meio do teatro, da dança e do cinema. Foi palestrante do evento "Creators Industry Festival”, na Universidade de Oxford, Inglaterra e dirigiu o espetáculo de dança “Mudo”. Atua em colaboração com coreógrafos e diretores para projeção de videos-dança e projetos fotográficos para o teatro. Vive entre Rio de Janeiro e São Paulo.Formado em comunicação social, pela Faculdades Integradas Hélio Alonso, seu trabalho conclusivo para graduação apresentou uma pesquisa sobre o mundo das imagens técnicas, orientado pelos estudos de filósofos existencialistas como McLuhan, Walter Benjamim e principalmente, Vilèm Flusser - a quem considera uma grande inspiração para seus estudos sobre temas como a idolatria e o mundo pós-fotografia.Sua carreira como fotógrafo teve início em 2010 ao ingressar na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Enquanto estudante da EAV, Pacca participou de diversas amostras dentro do casarão emblemático na cidade do Rio de Janeiro.Foi convidado para trabalhar como produtor de artistas como Güler Ates (representada pela instituição "Royal Academy of Arts UK"), Dalila Gonçalves (artista representada pela galeria "Kubik Gallery", em Portugual), fez parte da produção da obra "Ring: One with Nature”, de Mariko Mori, e foi produtor da fotógrafa inglesa Jennifer Pattison que veio ao Brasil a convite do Instituto Inclusartiz. Ainda no campo da colaboração fotográfica, atuou nos projetos da artista Regina de Paula.A videoarte tem sido o instrumento de maior experimentação e o suporte mais utilizado na carreira do artista. Suas séries autorais fotográficas foram o início dessa relação, utilizando-se do mecanismo videocliptico para exibí-las em festivais como FotoRio - Brasil, 2011 - com a série Limites, apresentada em coletivo com o grupo Totem Art; o festival Encontro de Imagens de Braga - Portugual, 2013 - e o o Festival Internacional de Fotografia de Cabo Verde - Cabo Verde, 2014 - com seu trabalho Multiverso, ao lado de Marcelo Carrera - na época, parte de um coletivo de fotógrafos.Através de festivais, João teve contato com a equipe idealizadora do festival brasileiro de cinema em Los Angeles. Foi colaborador do "Brazilian Film Festival" dirigindo suas vinhetas nos anos de 2013 e 2018. O contato com a classe cênica lhe rendeu a oportunidade de exercer seu trabalho enquanto retratista, acompanhando atores, diretores e bailarinos em suas narrativas e espetáculos. Entre os principais expoentes, estão os trabalhos com os coreógrafos e bailarinos do Balé da Cidade de São Paulo e os diretor e preparador de atores Juan Carlos Corazza - que assina a formação de atuação de Pedro Almodovar, Javier Bardem e Penélope Cruz (em seus trabalhos vencedores do Oscar).A relação de construção de linguagem trouxe o convite a participar do time de pesquisa da agência "África", em que permaneceu por dois anos, ligado com exclusividade - entre 2019 e 2020 - trabalhando no campo de pesquisa e desenvolvendo de tratamento e linguagens estéticas para os filmes do Grupo Omnicom e mantém um relacionamento freelance até os dias atuais em projetos especiais.Durante o período de 2020, João recebeu o prêmio Funarte pelo VideoArte “ENTRE”, criado em parceria com o indicado ao prêmio APCA de 2016, o coreógrafo Bruno Gregório. O trabalho foi condecorado com o prêmio DançaCine, em 2021 e participou, no mesmo ano do Festival MostraArte120".Em 2021, João Pacca foi condecorado com o fomento de cultura carioca (o FOCA) para realização de seu projeto, o "Festival VideoRio", atuando como curador e idealizador do primeiro festival de videoarte da cidade do Rio de Janeiro. Também foi consultor criativo e diretor de imagem de projetos condecorados pelo programa PROAC, em SP, em sua edição de 2021, com os respectivos projetos “Mercúrio" e "Madames Satãn”. Em 2023, o Festival VideoRio tomou as ruas da cidade sob sua curadoria e coordenação e como artista visual, João atuou em colaboração com diversos talentos realizando a peça o "Dia das Mortes na História de Hamlet” e foi convidado a integrar o painel de palestrantes do festival “Creative Industry Festival”, da Universidade de Oxford, onde recebeu o convite para participação no evento "Ultimate Pictures Palace”- UPP - que ocorre no segundo semestre de 2023. EDSON FILHO - COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃOMestre em Ciências Sociais (ênfase em Sociologia Econômica) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, especializado em Políticas Públicas e Inovação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Visão Holística pela Universidade Holística do Brasil, e graduado em Administração pela Universidade Estácio de Sá. Possui experiências focadas na Gestão de Projetos e Novos Negócios e no Desenvolvimento Estratégico e Sustentável das Organizações, com emprego de planejamento, organização e orientação para inovação; de visão crítica e sistêmica dos processos; e valorização e aplicação estratégica dos recursos (humanos), para organizações públicas e privadas de médio e grande porte.Vivas Cultura e Esporte, Aventura Teatros (Teatro Riachuelo Rio e Teatro Prudential), Experience Rio Carnival (Marquês de Sapucaí/Carnaval Rio), Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, NV Consultoria em Planejamento e Recursos Humanos, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Michelin e Alcoa compõem o conjunto de organizações para as quais já atuou em sólidos serviços. Inclui-se ainda, Universidade Estácio de Sá e Centro Universitário Geraldo Di Biase, por onde lecionou nos cursos de graduação e pós graduação.Nos últimos 03 anos atuou nos seguintes projetos: Juventude em Ação, Arte em Cores (2020, 2022 e 2023), Cultura na Praça (2020, 2021 e 2022), Movimenta Pebas (2020 e 2022), Documentário Em Busca da História do Cruzeiro, Som Câmera e Ação, Centro Cultural Tatajuba, Movimenta Pará (2023) e Retrato (2023). BIA MORGADO - CURADORIAPós-doutora em Comunicação e Cultura ECO-UFRJ (2018-2022) - “Curadoria de Experiências”: modos de expor e de habitar o contemporâneo”. Doutora em Comunicação e Cultura ECO-UFRJ (junho 2017) - “Curadoria de Experiências: estratégias para exibição de obras de arte ‘participativas’ em exposições de arte contemporânea - Parte 2: Hélio Oiticica”. Doutorado-sanduíche no Centro de Estudos Curatoriais da University of Essex, Reino Unido (outubro 2015 a abril 2016). Mestre em Comunicação e Cultura ECO-UFRJ (abril 2012) - “Hélio Oiticica e o não-cinema”. Bacharel em Comunicação Social UERJ (dez 2007). Graduação em Produção Cultural UFF (2003 a 2006).Durante o doutorado-sanduíche, foi pesquisadora-visitante do Centro de Estudos Curatoriais da University of Essex, no Reino Unido, quando pesquisou nos arquivos da Whitechapel Gallery; frequentou palestras sobre arte e curadoria na Goldsmith University, Chelsea College of Arts e na Central Saint Martin, e teve a oportunidade se conectar ao circuito de arte internacional, visitando instituições como The Photographers' Gallery, The Showroom, Delfina Foundation, Raven Row, South London Gallery e LADA.* Currículo completo segue como documento anexo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.