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O projeto prevê para o ano de 2024, além da manutenção das atividades culturais da Casa de Vidro no sentido de ampliar o acesso ao legado do casal Lina Bo e P. M. Bardi, com foco em visitas guiadas e atendimento a pesquisa, a realização de uma exposição em comemoração aos 110 anos de nascimento de Lina Bo Bardi e a publicação da 5ª edição do Livro com o nome da arquiteta, organizado por Marcelo Ferraz, publicado em 1993, um ano após a morte Lina. A Casa de Vidro, primeira obra de Lina Bo Bardi, conhecida comoicônica residência do casal Bardi, é a sede do Instituto Bardi e abriga mais de 40 mil itens da coleção dos Bardi, tornando-se um espaço relevante para a cena cultural paulista, voltado à arquitetura, design e arte.
- Reedição Livro Lina Bo Bardi. A publicação busca resgatar a contribuição de Lina Bo Bardi à história da arquitetura brasileira, suprindo grande lacuna em relação ao acesso ao pensamento e obra da arquiteta, revelados em mais 300 páginas de inspiração e informação e Facilitar a pesquisa e o acesso conhecimento sobre a arquiteta e sua obra, junto às novas gerações de estudantes e arquitetos do Brasil e Exterior Lina Bo Bardi é uma publicação rica e única sobra vida da arquiteta italiana, que adotou o Brasil como sua pátria, com textos da própria Lina. Alguns textos apresentam projetos, outros foram selecionados entre as inúmeros anotações da arquiteta ao longo de sua vida e mostram a força e a importância de Lina como pensadora. Uma obra impar que a arquiteta não viu concretizar. Editado pela primeira vez em 1993, um ano após a morte de Lina, com tiragem de 11 mil cópias, a publicação esgotou em 1999. Lina Bo Bardi é composto por duas partes, o Livro revela na primeira, o universo de Lina até a sua chegada ao Brasil. Na segunda, mostra os projetos, obras, desenhos de joias, edifícios, museus, móveis, exposições, cenários ...Tudo que Lina considerava arquitetura. As imagens, alinhadas aos textos escritos por Lina, com seu estilo peculiar, revelam o processo criativo da arquiteta, suas reflexões e descobertas, mostrando aos leitores a sensibilidade, poesia e força do sentimento presentes em cada palavra e em cada traço. Lina amava o Brasil, a arquitetura, o povo. Amava a natureza. Amava o contraponto, o questionamento, a profundidade e a leveza. Arquitetura, poesia, amores, vida. Lina Bo Bardi é um livro necessário. Sua contribuição à construção de conhecimento no mundo acadêmico é tão importante e relevante como a leitura curiosa, leiga de uma página ou alguns capítulos. O resultado em ambos os casos é sempre tocante, inspirador, transformador. A atualidade da obra se revela a cada frase: “A influência da arquitetura poderá ser, no futuro, ainda mais essencial do que no passado e, naturalmente, diversa. Arquitetura, como espaço habitado, humano; é uma realidade potente responsável pelo comportamento do homem, responsável até pela sua felicidade...” Em Casas Econômicas – 1951 – pág.86.
Objetivo geral O projeto tem como objetivo regularidade das atividades do Instituto Bardi no tocante à estrutura física, administrativa e cultural no ano de 2024, abrangendo ação educativa e programação da Casa de Vidro, primeira obra construída da arquiteta Lina Bo Bardi e residência do casal Bardi por mais de 40 anos, e busca consolidar a importância do espaço no cenário cultural paulistano e nacional a partir da ampliação do acesso ao legado dos Bardi, com em 2024 nos 110 anos de nascimento de Lina Bo Bardi. Objetivos específicos: 1- Manutenção das atividades do Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, com sede na "CASA DE VIDRO", no bairro do Morumbi em São Paulo, pelo período de 12 meses de 2024. 1.1 _ Conservação:Manutenção do espaço que abrange: Casa de Vidro, Atelier, Garagem, casa do caseiro e do Jardim (7000m2). Manutenção dos acervos, (condições climáticas estáveis, higienização), tratamento técnico das peças: indexação de documentos, ações de conservação e preservação do acervo do casal Bardi.Controle e manutenção de equipamentos de climatização: desumidificadores, calibração de termohigrografos. 1.2 _ Acervo: Atendimento a solicitações de licenciamento de imagens, alimentação da base de dados, atendimento a pesquisadores, empréstimo de obras para exposições no Brasil e no exterior, manutenção e preservação da Biblioteca do Instituto, suporte às ações de curadoria em exposições internacionais, ações de curadoria, revisão e atualização do Plano museológico do Instituto Bardi de 2016. 1.3 _ Administração: Segurança de dados em rede, sistema de segurança externa e alarme. Manutenção de extintores de incêndio e segurança do trabalho, limpeza, manutenção e conservação predial e do jardim/mata, controle do patrimônio e inventário informatizado dos bens patrimoniais, controle contábil e financeiro e auditoria externa. 1.4 _ Comunicação e Divulgação: Site do Instituto Bardi: nova proposta, atualização e produção de conteúdos, desenvolvimento de materiais institucionais com foco na Casa e no casal Bardi, mailing, manutenção e atualização. 2- Ações de Curadoria Em 2024, o tema central da curadoria será os 110 anos de nascimento de Lina Bo Bardi, comemorado em 05 de dezembro 1914. Para marcar a data será realizada uma exposição Lina e Zé - Transgressões. A ideia da exposição, com curadoria de Francesco Perrotta-Bosch, é mostrar a relação entre a arquiteta e José Celso Martinez Corrêa, Zé Celso (1937-2023), que teve início em 1962, quando os dois se conhecem por acaso no Rio de Janeiro. Ele, recém-formado em direito, aos 25 anos e a frente da Companhia Teatral Oficina. Ela, aos 48 anos, em um dos períodos mais desafiadores e criativos na Bahia. O trabalho em conjunto acontece anos depois, após um pedido direto de Glauber Rocha ao diretor e dramaturgo. Em 1969, a peça Na Selva das Cidades, de Bertold Brecht, revela a arquitetura cênica de Lina, que rompe com o formato de palco do antigo casarão do Oficina na rua Jaceguai 520, reerguido e preservado depois de um incêndio em 1966. A parceria entre Lina e Zé extrapola os palcos, abrange também produções cinematográficas. Os dois rompem barreiras. Experimentam transgressões impensáveis em uma época de repressão e tabus. Ousam e reinventam a palavra novo no teatro e nas telas. Para além da produção criativa e do trabalho inovador, a relação entre Lina e Zé alcança outra dimensão: a amizade. A exposição revela dois artistas obstinados com a total liberdade de criar, apesar dos cenários e períodos áridos, desoladores. As transgressões encontram no confronto a força criadora e a genialidade de dois nomes, Lina e Zé. A linguagem expositiva, centrada no videomapping ou projeção mapeada, propõe a ocupação artística de dois espaços, a Casa de Vidro, a residência de Lina, e Teatro Oficina, a casa de Zé Celso. As relações entre os espaços, arquiteturas e a vida desses personagens na cena paulista são traduzidas em pontos e arte, sincronizados nos dois locais. A proposta curatorial explora a partir da técnica contemporânea de videomapping as possibilidades do audiovisual na arquitetura cênica, aliando os conteúdos históricos e relacionais a uma linguagem visual atual e impactante, que desperta a atenção e interesse do público. O conteúdo reúne fotos, plantas arquitetônicas, esboços de arquitetura cênica, textos e gravações dos dois projetos de Lina Bo Bardi que integram a dança de luz, imagens, sons e cores projetados nas grandes janelas de vidro dos dois espaços, tetos e outras superfícies, estabelecendo um diálogo instigante e inovador entre as obras da arquiteta, ao mesmo tempo em que ressalta a importância da preservação dos espaços arquitetônicos e culturais da cidade de São Paulo. 3- Publicações - Reedição do Livro Lina Bo Bardi - 5ª edição em Português, que reúne toda a obra da arquiteta, projetos construídos e não construídos, em oprdem cronológica, com texto da própria Lina, organizados por Marcelo Ferraz. 4- Educativo - formação de público 4.1- Atendimetno de cerca de 8 mil visitantes no ano 2024, com visitas guiadas, realizadas pelo programda educativo do Instituto Bardi, criado em 2015, que conta com três educadores bilingues e atende visitantes do Brasil e exterior de quinta a sábado, em quatro horários: 10h, 11h30, 14h e 15h30.
Justificativa Geral O Instituto Bardi, como é conhecido, foi fundado em 1990 pelo casal Lina Bo e Pietro Maria Bardi para promover o estudo e a pesquisa da cultura brasileira, em especial, nos campos da arquitetura, design e da arte. Em 33 anos de atividades, o instituto tornou-se uma realidade no panorama cultural nacional, como era o desejo de Lina e Pietro, oferecendo ao público acesso a aspectos relevantes e pouco conhecidos do pensamento e da produção artística e cultural do país por meio de exposições, publicações, palestras e conferências. A Casa de Vidro, sede do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, é considerada um marco da arquitetura moderna em São Paulo. Primeira obra construída de Lina Bo Bardi, em 1951, a Casa foi residência do casal por mais de 40 anos. O jardim da casa ocupa terreno de 7.500 m2, com espécies raras da flora brasileira plantadas pela própria arquiteta e que hoje constitui área de interesse ambiental. A relevância desta construção para a arquitetura moderna é atestada pelo CONPRESP ,CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Artístico do Estado de São Paulo), que tombou o imóvel em 1987, pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e tornou se um ponto de visita para arquitetos, artistas e estudantes interessados na arquitetura brasileira. Nos últimos dois anos, o Instituto recuperou o patamar de visitação anterior ao período de pandemia. O número de visitante vem crescendo, passando de 6 mil por ano para 8 mil visitantes. A previsão para 2024, é ultrapassar a marca de 9 mil visitantes no ano. Além das ações na Casa de Vidro, em 2024 o Instituto prevê atividades com foco nos 110 anos de nascimento de Lina Bo Bardi, além de pontuais em Paraisópolis e Real Parque fortalecendo o vínculo com os atores locais e ampliando o acesso desta comunidade não só aos bens culturais, como novas possibilidades de autorrealização pessoal e profissional, envolvendo também a atuação consciente nos espaços urbanos a partir da apropriação do conhecimento. A realização deste projeto, que possibilitará impacto cultural e social positivos para todos os envolvidos, só é possível por meio de incentivo fiscal, assegurados pela Lei Rouanet. Assim o acesso a estes recursos é essencial para manutenção das atividades da Casa de Vidro e sua existência como espaço cultural, capaz de propiciar ao público novas experiências, com qualidade e profundidade, na cidade de São Paulo. A presente proposta, atende de forma plena o artigo 1. da Lei 8313/91, uma vez que contribui para: . Facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; . apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; . proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; . preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; . desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; . estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; . priorizar o produto cultural originário do País. Para o cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, a presente proposta atende ainda os requisitos do artigo 3º da mesma carta em seu inciso II, com firme objetivo de fomentar a produção cultural mediante: . edição de obras relativas às ciências humanas e às artes; . realização de exposições temporárias inéditas e de conteúdos relevantes Atende também o artigo III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) organização e manutenção de espaço cultural, com a tipologia casa Museu e seu acervo b) conservação do espaço tombado desde 1987; c) restauração de obras de artes e bem móvel e imóvel de reconhecido valor cultural; A transformação desta proposta em projeto, via incentivo fiscal assegurado pela Lei de incentivos Fiscais, resultará em impacto cultural e social positivos para todos os envolvidos: patrocinadores, sociedade e a cultura Brasileira, uma vez que o acesso a estes recursos possibilitará a manutenção das atividades da Casa de Vidro, como espaço cultural relevante, capaz de propiciar ao público novas experiências, com qualidade e profundidade, na cidade de São Paulo e ainda ampliar o papel deste espaço no cenário internacional para além de sua importância arquitetônica.
Especificações técnicas: 1- Livro: Lina Bo Bardi - Organização Marcelo Ferraz Tiragem:2 mil exemplares Nº de Páginas: 336 Formato Aberto : 56 x 28 PFormato Final: 28 x 28 Papel: COUCHE FOSCO, BRANCO,LD 150 G/M² Impressão: 4x4 cores Acabamento: CTP, Dobra, Printer Colorida - Miolo: CTP - Computer to Plate Capa: Papel: CARTÃO TRÍPLEX BRANCO LD 350 G/M²Impressão: 4x0 coresAcabamento: CTP, Corte/Vinco, Prova de Cor - Capa, LaminaçãoFosca
Produto: EXPOSIÇÃO Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores denecessidades especiais. Embora a Casa de Vidro ainda tenha acessibilidade total, projeto em análise nos orgãos de tombamento em 2023, o Instituto Bardi adota medidas temporárias alternativas como rampa removível no período de exposições ( lateral e entrada dos fundos) e entrada alternativa ao interior do espaço, autorização de entrada de veículos para embarque e desembarque de pessoas idosas ou com restrição de mobilidade. Escada lateral com corrimão, aprovada em 2023, entre outras ações, visando atender às necessidades de especiais de mobilidade dos visitantes. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidadesespeciais, nos termos do art. 23da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 dedezembro de 1999.Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, o Instituto adotará as seguintes medidas: Deficiente auditivo: o projeto prevê a medida de acessibilidade de interprete de libras para o conteúdo aplicável.Item orçamentário: Interprete de libras Deficiente visual: Haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo.Item orçamentário: O Instituto buscará parceria de profissionais de entidades especialistas em audiodescrição, sendo desnecessário item orçamentárioespecífico. Além disso, a Exposição apresenta com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, com foco em videomapping, permitindo explorar a sensorialidade no espaço e interargir com todos os públicos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEMAS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, os recursos da linguem da expografia permitem que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português.Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. O Instituto reconhece a importância do acesso a arte como forma de socialização e apropriação de conhecimento para todos os públicos, e se empenha em assegurar esse direito de forma proritária, incluindo as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, e se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas. Produto: Livro Deficiente visual: o projeto prevê a audiodescrição como forma de asseguar acesso ao conteúdo.Item orçamentário: R$ 2.500,00 Acessibilidade física: não se aplica Produto Contrapartida Social Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, o Instituto adotará as seguintes medidas: Deficiente auditivo: o projeto prevê a medida de acessibilidade de interprete de libras para o conteúdo aplicável.Item orçamentário: Interprete de libras: R$ 1000,00 Deficiente visual: Haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo.Item orçamentário: A proponente contará com a parceria de profissionais de entidades especialistas em audiodescrição, sendo desnecessário item orçamentárioespecífico. Além disso, a Exposição apresenta com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, com os recursos de videomapping, permitindo explorar a sensorialidade no espaço e interargir com todos os públicos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEMAS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, os recursos da linguem da expografia permitem que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português.Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. O Instituto reconhece a importância do acesso a arte como forma de socialização e apropriação de conhecimento para todos os públicos, e se empenha em assegurar esse direito de forma proritária, incluindo as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, e se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas. Acessibililidade física: A Casa de Vidro de Lina Bo Bardi apresentou propostas de acessibilidade aos órgãos de tombamento, mas em razão de sua singulariade até o presente momento ainda não há consenso entre estes órgãos sobre a forma adequada de acessibilidade para preservar as características arquitetônicas originais com menor impacto no conjunto da construção. Para isso, está sendo realizado um projeto executivo submetido em 2023 aos órgãos de tombamento. Assim até a aprovação de um projeto de acessibilidade, o Instituto Bardi adota medidas temporárias alternativas como rampa removível no período de exposições ( lateral e entrada dos fundos) e entrada alternativa ao interior do espaço, autorização de entrada de veículos para embarque e desembarque de pessoas idosas ou com restrição de mobilidade. Escada lateral com corrimão, aprovada em 2023. Expecionalmente para acesso ao espaço do ateliê, poderá ser utilizada entrada exclusiva existen na Rua Baneirantes Sampaio, adptada para atender pesoas com mobilidade reduzida. Item orçamentário: Não se aplica
Democratização de acesso por produtos: Para atender ao art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto a seguinte memdida: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução doprojeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Será respeitada a distribuição do produto cultural (ingressos para a exposição) prevista na IN nº 1/2023, Art. 27, a saber:a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativoou formação artística;b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores;c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto;d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do vale cultura. Exposição Lina e Zé - Transgressões. Abertura gratuita na Casa de Vidro e Teatro Oficina. Nos dias de visitação, com venda ingressos, serão disponilizadas gratuidades para escolas das comundades locais, jovens estudantes de escola públicas da região, bem como professores e maiores de 60, com residência comprovada em Paraisópolis ou Real Parque. O projeto prevê ainda, durante a exposição, uma roda de conversa, com o curador transmitida ao vivo e gratuita com objetivo de contribuir para difusão e formação de público no campo da arte, arquitetura, incluindo preservação e importância de espaços culturais tombados, nos termos da IN nº 1/2023 Outras medidas : mo democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 1/2023:III ‑ permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; 1- Realizar uma ação durante a exposição, exclusivamente para o público infantil, visando a formação de público. 2- Implantar um dia de gratuidade para o público em geral, com objetivo de ampliar o atendimento e acesso ao espaço, com foco na apropriação cultural, adotando a última quarta-feira do mês. Gratuidades Adolescentes de escolas públicas e professores da rede estadual e municipal têm entrada gratuita. Além disto, a proposta contempla passagens de ônibus, para assegurar o acesso deste público à Casa de Vidro para visitas educativas específicas o que deve ampliar a participação deste público ao espaço. crianças, não é cobrado ingresso de menores até 10 anos de idade, desde que acompanhados dos responsáveis. No tocante à publicação, as bibliotecas do sistema estadual e universidades públicas recebem doação, bem como institutos ligados à arquitetura, design e arte, além de museus e comunidade local, ficando o restante para venda a critério do proponente, de acordo com o plano de distribuição e as normativas em vigor. Beneficiários: Públicos em geral, interessados em arte e culturaEstudantes de ensino superior Escolas da rede públicaProfessoresPesquisadoresProfissionaisArquitetosDesignersIdosos Público estimado: 8 mil pessoas ao anoAcesso: Ingressos ( R$ 58 inteiras e R$ 29 estudantes, professores, terceira idade) Gratuidades: Menores de 10 anos, professores e estudantes da rede pública de municipal e estadual, moradores do enorno comundades: Paraisopolis e Real Parque, Escolas Técnicas, ETCs.
Ficha Técnica: Instituto Lina B e P. M. Bardi - atividades: (Conselho e diretoria- não remunerado) curadoria e gestão geral de projetos Fundadores: P.M.BArdi e Lina Bo Bardi Conselho de Administração Giuseppe d'Anna Presidente Alberto Mayer Vice-Presidente Conselheiros: Renato Anelli, Lucien Belmonte, Eugenia Gorini Esmeraldo, Bruno Simões e Sandra Papaiz Velasco. Conselho Fiscal: Geraldo Alonso, Renzo Regini e Matteo Arcari Diretor Executivo; Lorenzo Gemma / supervisão geral e financeira do projeto, sem remuneração do projeto Curador Renato Anelli Curador convidado: Francesco Perrotta-Bosch Assistente Financeiro: a definir Conservação e Restauro: Diogo Horvath e isadora Porfírio Licenciamentos: Isadora Porfírio Coordenação Excutiva, Comunicação e Projetos: Eloisa Mara Consultoria estratégica: a definir Produção Executiva: Eloísa Mara Auxiliares gerais: Celia Arroio da Silva / José Ribamar/ Danilo Paixão Equipe Educativo: Supervisão/coordenação: Daniel Espirula Museologia:Eugênia Gorini Esmeraldo -Mestre em História da Arte pela Unicamp e Museóloga, foi coordenadora de intercâmbio no MASP. Trabalhou na instituição de 1979 a 2017. Realizou várias curadorias no MASP, sempre abordando a coleção do museu. É doutoranda em História da Arte pela Unicamp. Orientador Prof. Dr. Jorge S. Coli. Membro do Conselho de Administração do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, São Paulo, Membro do Conselho da São Paulo Cia de Dança, São Paulo, Coordenadora de Intercâmbio do Museu de Arte de São Paulo, MASP, Membro do ICOM – Conselho Internacional de Museus e do COREM, Conselho Regional de Museologia, São Paulo – registro 76 e Membro do ICOM, Conselho Internacional de Museus. Curadoria:Renato Luiz Sobral Anelli É doutor pela FAU-USP, tendo realizado pesquisas no Instituto Universitário de Arquitetura de Veneza. Atualmente, é professor titular do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo em São Carlos, diretor do Instituto Lina Bo e P. M. Bardi e coordenador da Área de Arquitetura e Urbanismo da FAPESP. É autor do livro Architettura Contemporanea: Brasile, Ed. Motta, e da publicação Rino Levi: Arquitetura e Cidade Ed. Romero Guerra. Foi Secretário Municipal de Obras, Transportes e Serviços Públicos de São Carlos [2001-2004] e Presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano de São Carlos [2011-2013]. Curador Convidado: Francesco Perrotta-Bosch é arquiteto, curador, escritor e crítico de arquitetura. Autor do livro Lina: Uma Biografia (editora Todavia, 2021), no qual examina extensamente a trajetória de Lina Bo Bardi à luz de uma questão: como a arquiteta foi capaz de enxergar tanto de um país onde não tinha nascido, a ponto de traduzi-lo para os próprios brasileiros? Foi o vencedor da segunda edição do Prêmio de Ensaísmo da revista Serrote, promovido pelo Instituto Moreira Salles, em 2013, com o ensaio “A arquitetura dos intervalos” que discerne as semelhanças e as diferenças entre as noções de liberdade e indeterminação de Lina Bo Bardi no vão livre do Masp, de John Cage e de Michel Foucault. De 2019 a 2024 está desenvolvendo a tese de doutorado “O que os labirintos ainda podem revelarsobre a arquitetura?” dentro do programa internacional de dupla titulação entre a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e a Universidade IUAV de Veneza. Em 2017,ganhou o título de mestre também na FAU USP com a dissertação intitulada “Informes”, com uma catalogação de projetos arquitetônicos, trabalhos artísticos e textos literários que questionam a formaem seus parâmetros geométricos, estabilidade e ordenamento. Em 2012, formou-se como arquiteto e urbanista na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.Foi curador das exposições Diálogo Bardi Bill (Casa Zalszupin, São Paulo, 2022), O Verão de 1945 na Itália: a viagem de Lina Bo nas fotografias de Federico Patellani (Istituto Italiano di Cultura, São Paulo,2022), Irradiações - Fabio Penteado (Casa da Arquitectura, Matosinhos, 2019). Também foi cocurador em outras exposições. Foi professor da pós-graduação “Design Gráfico e a cidade”, na Escola da Cidade, em São Paulo, de 2021 até o primeiro semestre de 2023, além de docente de História do Design na Escola Panamericana, em São Paulo, em 2017 e 2018. É membro do júri do prêmio de arquitetura da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Videomapping: Marcus Vinicius de Arruda Camargo é autor, produtor e diretor teatral, estudou Artes Cênicas na Escola de Comunicações e Artes ECA-USP. Na Televisão escreveu para o programa infanto-juvenil BAMBALALÃO da TV CULTURA na década de 80. Atuou em produtoras de publicidade em filmes comercias. Cursou Cinema na Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP. Formado em Motion Graphics e fotografia começou na carreira do audiovisual há oito anos tendo participado de exposições no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia com a projeção mapeada na exposição Obras-Projeto (O novo acervo do MuBe) com curadoria de Cauê Alves. No mesmo MuBe apresentou o vídeo Por um sopro de fúria e esperança com a curadoria de Galciani Neves. Apresentou seu trabalho em vários festivais de videomapping entre eles o Guará Mapping Festival, festival de Projeção Mapeada do Paraná em Guaratuba – Brasil, no Cerrado Mapping festival em Minas Gerais e Festival de Projeção Mapeada da Praia do Forte na Bahia - Brasil Participou na Galeria ArtLab em São Paulo com fotografias da série autoral Claraboias. Como fotografo atua no registro de obras de arte para catálogos exposições (Amílcar de Castro, Franz Krajcberg, Liuba...) e portfólio de artistas. Trabalhou em diversas áreas artísticas buscando sempre se renovar e procurar novas forma de expressão. Coordenação de acervo: Cecília Fernandes Machado É formada em história pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e pós-graduada em museologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. É especialista em história da arte e em história da indumentária. Trabalha com memória institucional há 20 anos. Exerceu atividades como historiadora e como museóloga em diversas instituições públicas e privadas. É coordenadora de produção museológica e responsável por diversos projetos de implantação de museus e centros de memória. Elabora e executa exposições e publicações em conceituadas instituições culturais paulistas. Trabalhou como museóloga e presta consultoria em diversas instituições. É proprietária da empresa Profissionais da Informação desde 2002.Desde 2008 ocupa o cargo de Diretora do Grupo Técnico do Sistema Estadual de Museus da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Coordenação de Comunicação, projetos e produção Executiva - Eloisa Mara Formada em Jornalismo (Cásper Líbero) e Direito (Universidade Mackenzie), com MBC em Comunicação Empresarial e Institucional pela Universidade Paulista. Atua há 18 anos na área de comunicação com foco em relações públicas, assessoria de imprensa, endomarketing, produção de conteúdo, pesquisa e eventos. Desenvolve projetos e estratégias para fortalecimento institucional, com foco em leis de incentivo e patrocínios diretos. Coordena a area de Desenvolvimento Institucional e Comunicação do Instituto Bardi e também atua na produção executiva de exposições e eventos na Casa de Vidro desde 2014. Coordenação Programa Educativo- Daniel Espirula. Formado em História da Arte pela Unifesp. Iniciou no Instituto Bardi em 2014, como monitor em exposições. De outubro de 2016 a julho de 2020, atuou como educador, respondendo por agendamento de visitas, espontaneas e grupos, realização de visitas em espanhol e produção de conteúdo para roteiros temáticos, pequenas exposições e workshops, realizando também treinamento de novos integrantes da equipe do Instituto. Com passagem pelo Caixa e Instituto Porto Seguro, assimiu a supervisão do educativo do Instituto Bardi em agosto de 2023.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.