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PRONAC 234859Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

MAPA DA CULTURA ALIMENTAR - O DOCE BRASIL

GUANABARA PRODUCOES E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 4,73 mi
Aprovado
R$ 4,73 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2023-09-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste na realização de exposição de arte, utilizando a gastronomia com linha condutora e prevê um mapeamento da tradição doceira do Brasil: a abundância das frutas em nossa natureza pelas diferentes regiões e a fartura do açúcar como ingrediente base e também como motor econômico em um período bastante relevante são os primeiros passos para essa nova viagem em que se conhecerá a história, os locais de origem, os rostos e mãos fazedores dessas histórias _ quando possível _ e os ingredientes que compõem a base de cada preparo, notando se existem particularidades de uma região para outra.O resultado desse trabalho será apresentado ao público por meio de uma mostra exposição de artes visuais e um livro de distribuição gratuita, que farão a representação desse trabalho aos visitantes, garantindo a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico brasileiro.

Sinopse

EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS O resultado do trabalho de pesquisa será apresentado em uma exposição de artes visuais, utilizando os referenciais da pesquisa, materiais sustentáveis e característicos das regiões estudadas para construção de instalações inéditas. A curadoria desenvolverá seu trabalho com base na estética visual dos resultados por meio de plataformas sensoriais que estimularão a experiência do usuário. Serão 8 instalações que trarão os temas: 1. Brasil colonial e a produção de cana de açúcar 2. A influência negra o Brasil e o país pós-alforria 3. Brasil República e a doutrina positivista francesa: Rio de Janeiro/Confeitaria Colombo4. Formação da fronteira Sul e os estancieiros - Doces de Pelotas 5. O Brasil do Ouro, dos diamantes e dos doces e tacho 6. Desbravando a Amazônia/Transamazônica 7. Interiorização do Brasil e os doces de milho/Construção de Brasília 8. A escassez e a Ditadura Militar O projeto exposigráfico utilizado como referenciais encontra-se anexado em documentos da proposta.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Estudar, pesquisar e mapear a gastronomia doce brasileira, compreendendo que se trata de uma das bases do patrimônio cultural imaterial do povo brasileiro e apresentar esse resultado ao público por meio de uma Exposição de Artes Visuais e um livro, garantindo uma experiência cultural imersiva e educativa com vistas à preservação deste segmento do patrimônio cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Pesquisar através de documentos _ publicados, ou de uso familiar, livros ou cadernos de receitas _ e demais elementos, sejam eles ingredientes, utensílios, receitas e demais tradições que componham a estrutura da doceria brasileira, constituindo assim importante faceta da arte culinária nacional e, portanto, sendo parte fundamental do patrimônio imaterial nacional; Realizar uma exposição de artes visuais com o resultado da pesquisa que tenha capacidade para 30 mil pessoas; Produzir um livro a partir da pesquisa, com registro em conteúdo editorial e fotográfico e distribuído gratuitamente para bibliotecas públicas, tiragem 1000 exemplares. Incentivar o fomento à produção de artes visuais; Incentivar a pesquisa histórica e patrimonial no Brasil; Possibilitar a fruição artística; Realizar como ação de formação de plateia junto aos professores da rede pública, produção de material digital de estudo sobre a história apresentada no livro com participação de historiadores e chefs de cozinha.

Justificativa

Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, esse projeto cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá os seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; A conservação de alimentos com base no açúcar ou no mel que transforma frutas, legumes ou tubérculos em compotas e geleias contém técnicas e histórias que refletem fortemente sobre os aspectos culturais de uma população. Conhecer como um ou mais grupos de pessoas em uma determinada região ou período histórico elaboram e desfrutam deste setor da gastronomia é um papel dos agentes culturais, e essa é a proposta do Mapa da Cultura Alimentar _ segunda edição. Historicamente, o Brasil teve na monocultura do açúcar uma fonte de riqueza econômica gigantesca e que durou pelo menos dois séculos, tendo sido responsável por desenvolver cidades principalmente do nordeste do país, como o caso de Recife e Olinda, por exemplo. Para além da riqueza econômica, o açúcar também foi responsável por elevar uma cultura alimentar muito marcante no Brasil todo, traduzida em alimentos como o bolo de rolo, o quindim, o suspiro, o pé de moleque, o doce de abóbora em formato de coração, presentes em festas juninas, festas de fim de ano, aniversários, batizados e casamentos. Mas também em expressões do vocabulário cotidiano brasileiro, como quando alguém percebe uma armação ou trapaça, diz-se que "isso é marmelada!"; ou quando uma pessoa se refere a alguém que gosta muito se diz: "você é um docinho de coco"; ainda quando uma pessoa se refere às dificuldades da vida, pode-se escutar o ditado: "rapadura é doce, mas não é mole, não!". Isso também é cultura alimentar: o uso popular de expressões que fazem alusão ao doce, uma estrutura cultural que extrapola o espaço da cozinha e das mesas. Esse caminho entre a cozinha, os segredos familiares, as diferenças entre doces de confeitaria, doces de festa e doces vendidos nas ruas e as expressões populares usando termos doces precisa ser melhor estudado e divulgado como arte e patrimônio cultural: esse é o propósito do Mapa da Cultura Alimentar segunda edição! Gilberto Freyre, em Açúcar (2007) faz uma reflexão dentro do campo sociológico, sobre a relação entre o nordeste do Brasil e o a cultura do açúcar. Para a segunda edição do Mapa da Cultura Alimentar temos esta obra como importante referência, contudo devemos considerar que depois de mais de oito décadas desde a primeira edição de Açúcar é necessária uma atualização com aprofundamento para demais regiões _ indo além do nordeste _ e que tenha o olhar artístico aqui proposto: no campo visual e com a interatividade proposta nas oficinas, por exemplo. A estrutura doceira do Brasil compreende uma rede extensa, variada e profunda, tal qual as próprias características geográficas do país. Com isso queremos dizer que nem todo doce se faz de forma igual em todas as regiões, nem tudo o que se come em uma região se produz em outra, assim é importante estabelecermos que essa edição do Mapa não visa pesquisar ingredientes universalizantes, importados ou de industrialização massiva, como por exemplo os cremes de avelã, o leite em pó ou mesmo o chocolate. Queremos dar destaque ao que é regional e tradicional: as frutas locais como prioridade, os demais ingredientes regionais presentes nas docerias pelo país, e os fazeres tradicionais e que foram transmitidos ao longo das gerações por meio de documentos escritos _ cadernos de receitas que eram herdados sendo usado durante décadas _ como também por transmissões orais, em que se ensina contando e fazendo e se memoriza isso ao praticar. Outro aspecto importante que se deve observar aqui, é como a doceria, ou nas palavras de Freyre "a arte do doce" tem protagonismo feminino tanto nas figuras das doceiras e quituteiras que vendiam doces nas ruas das cidades, como na autoria e elaboração dos cadernos de receitas que mencionamos acima, como sendo tradicionalmente "receitas de vó", segredos de família: da parte feminina das famílias. Mais uma face desse saber feminino é a forte atuação das freiras que criaram inúmeras receitas dentro de conventos, aproveitando ingredientes abundantes, um capítulo à parte da influência católica ao longo da história do Brasil, trazida com a colonização portuguesa. Exemplo disso são alguns preparos cujos nomes trazem referências celestiais, como o Papo de Anjo, o Manjar dos Deuses e o bolo Toucinho do Céu, que mesmo sendo de origem portuguesa tem bastante popularidade na rotina doceira e nas confeitarias brasileiras.

Estratégia de execução

De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 20193º, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber: Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas; II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis; III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; e IV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais

Especificação técnica

ROTEIRO DE PESQUISA PARA PRODUÇÃO DO LIVRO E EXPOSIÇÃO 1. Brasil colonial e a produção de cana de açúcar - Os doces de engenho no BrasilColônia: Recife e Zona da Mata (Bolo de rolo, Bolo de mandioca)2. A influência negra o Brasil e o país pós-alforria - O tabuleiro da baiana e o Brasil:Salvador (cocadas, pé-de-moleque, arroz doce e canjica)3. Brasil República e a doutrina positivista francesa: Rio de Janeiro/Confeitaria Colombo(Pudim de leite e rabanada)4. Formação da fronteira Sul e os estancieiros - Doces de Pelotas (quindim, frutascristalizadas e doce de abóbora)5. O Brasil do Ouro, dos diamantes e dos doces e tacho - Ouro Preto/Belo Horizonte(Doce de leite, goiabada cascão)6. Desbravando a Amazônia/Transamazônica - Belém (bombom de cupuaçu e doce deBacuri)7. Interiorização do Brasil e os doces de milho/Construção de Brasília - Goiânia (Pamonhae bolo de milho)8. A escassez e a Ditadura Militar - (São Paulo) Brigadeiro

Acessibilidade

Como sugestão de local, a exposição está prevista para acontecer no MON, em Curitiba, local que atende os pré-requisitos de acessibilidade físical e oferece suporte para o atendimento das acessibilidades visuais e auditivas. O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade do projeto: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS Acessibilidade física: 􀂋 Área reservada 􀂋 Banheiros adaptados 􀂋 Obstáculos nivelados por rampa 􀂋 Vagas de estacionamento reservadas Acessibilidade auditiva: intérprete de libras Acessibilidade visual: audiodescrição Acessibilidade do livro Opção em audiodescrição Disponibilização do conteúdo online com intérprete de libras

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 - conforme descrição abaixo. APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. 20% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 3. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 4. Desenvolvimento de plataforma online para divulgação dos conteúdos apresentados nas exposições e debates; 5. 100% do livro com distribuição gratuita para bibliotecas, escolas, patrocinadores e imprensa.

Ficha técnica

Coordenação Geral - EMPRESA GUANABARA PRODUÇÕES - portfolio anexo CAMILA GUANABARA Comprova sua experiência em trabalhos em produção cultural, executiva e consultoria técnica para projetos artísticos. Atuou como produtora executiva em 3 edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, nas 3 edições do Festival de Teatro Infantil - Brinque, Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Eu vejo assim. Atua na gestão executiva de projetos em captação, tais como Pakuá - Prêmio de fotografia aérea e Conversarte - Geração Z. Produção executiva e Coordenação Artística: Carolina Montenegro O proponente desempenhará a coordenação geral/ artística / administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, educação e economia criativa. Há 11 anos administra a Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba, responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 80 projetos desenvolvidos e aproximadamente 300 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais executados: • I , II e III Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Exposição Interafetividade/ Exposição Poty por ti. Projetos culturais em execução: Bibliotecarte/ Mapa da gastronomia/ Pakuá/ Exposição Vida/ III Conversarte/ III Festival de Teatro Infantil Era uma vez, eram duas...eram três/ Casa dos Sentidos DESIGNER GRÁFICO: CAIO VITORIANO Atualmente é doutorando em design e lecionou, como substituto, a cadeira de Estética Contemporânea para o Mestrado em Criação Artística Contemporânea na Universidade de Aveiro (UA), em Portugal. Foi professor da graduação e pós-graduação da Universidade Potiguar (UnP) e Estácio (RN). É ex-diretor de criação da Pandora Comunicação (agência que trabalhou por 10 anos), colabora como designer para o selo cultural DoSol, o escritório Z3 Design, dentre outros parceiros culturais e empresas pelo mundo. É graduado em Jornalismo (UFRN, 2000), Publicidade e Propaganda (UnP, 2000), especialização em Design Estratégico (Uni-RN, 2004) e Mestre em Design (UFRN, 2016). Possui prêmios acadêmicos e de mercado publicitário nacionalmente e internacionalmente. ARTISTA CONVIDADO: GUSTAVO KRELLING Gustavo Krelling é formado em Educação Artística – Artes Plásticas pela Universidade Federal do Paraná (2010) e Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Positivo (2010). Atuou na criação e execução de mais de 10 óperas e peças teatrais. Seus figurinos já foram tema de 4 exposições. Destacam-se em seu currículo o prêmio de jovem figurinista pelo Núcleo de Traje de Cena da USP e a participação de seu trabalho na Quadrienal de Praga de 2015. Além do trabalho de figurinista, Gustavo também é sócio proprietário da Tutu Ateliê de Sapatilhas em Curitiba ARQUITETO CONVIDADO: GIVAGO FERENTZ Givago Ferentz é arquiteto formado pela Universidade Positivo (UP), de Curitiba, com pós-graduação em Obras Públicas de Edificações, pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), e em Gestão de Escritório de Arquitetura, pela Universidade Positivo. Atualmente, além de nomear e encabeçar os principais projetos da Givago Ferentz Arquitetura, assume a posição de Coordenador na Câmara Técnica de Arquitetura de Interiores no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU PR).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.