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PRONAC 234865Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz

CDM Produções Culturais Ltda
Solicitado
R$ 2,94 mi
Aprovado
R$ 2,94 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-12-01
Término
2025-12-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e produção em formato de teatro musical do espetáculo inédito, "VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz" com musicas do Gonzaguinha, cantor e compositor de enorme sucesso e cujas músicas estão no imaginário do povo brasileiro, com temporada de 3 meses na cidade de São Paulo totalizando 36 apresentações. Contrapartida Social com ensaio aberto para estudantes e professores de escolas pública seguido de debate e ação formativa em região periférica da cidade de Sao Paulo com1 Master Class sobre a importância do Teatro Musical genuinamente Brasileiro e a história da MPB.

Sinopse

Espetáculo "VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz": Partindo das músicas de Gonzaguinha, cantor e compositor de enorme sucesso e cujas músicas estão no imaginário do povo brasileiro, “VIVER - e não ter a vergonha de ser feliz" conta a trajetória de uma escola de samba. Faltando alguns meses para o carnaval, a escola enfrenta uma crise em vários níveis: sem dinheiro para bancar os ensaios, uma disputa pela quadra, a dúvida sobre o enredo do próximo carnaval, e é claro, as confusões amorosas que envolvem os integrantes da escola.

Objetivos

Montagem e temporada do musical "VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz", com musicas do cantor e compositor Gonzaguinha, com uma temporada de 3 meses na cidade de São Paulo, com realização de 36 apresentações, sendo 3 por semana. "VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz" chega em um momento que as pessoas estão carentes de encontros e a peça aborda exatamente o tema da nossa rede de afetos, a comunidade em que nos inserimos e que nos faz sentir fortes, acolhidos, pertencentes a algo maior. Afinal, como dizia o artista, eu sei / eu sei / que a vida devia ser bem melhor e será / mas isso não impede que eu repita / é bonita / é bonita / e é BONITA! Objetivos Gerais: Decreto nº 10.7555/21Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; pois o espetáculo pretende além de homenagear Gonzaguinha, um dos maiores compositores brasileiros com mais de 200 canções compostas, visa valorizar a diversidade da cultura brasileira tendo como pano de fundo o universo do carnaval. O desenvolvimento de uma dramaturgia própria, visa fomentar a produção de musicais brasileiros originais, divulgando o que temos de melhor, nossa cultura. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; pois o espetáculo musical "VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz" estimula e fomenta a criação e fruição de musicais originais brasileiros, possibilitando a distribuição gratuita de ingressos e cobrança de preços populares sem perder a qualidade técnica e artística. Os atores/ cantores se revezam entre protagonismo e coro, a trilha propõe um experimento sonoro com a sonoplastia executada ao vivo e em cena por músicos profissionais, o cenário preza a praticidade e ludicidade da cena, e a magia se materializa em cena. Este formato já foi experimentado e concretizado diversas vezes pela idealizadora e diretora artística Fezu Duarte, tendo como um dos principais exemplos "Saltimbancos" que ficou em cartaz por mais de 10 anos no Teatro Folha, com grande sucesso de crítica e público. Objetivos Específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: • Realizar 36 apresentações teatrais da peça "VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz" em 3 meses de temporada, com ingressos a preços populares (R$80,00) e 40% de distribuição gratuita. Sendo 3 apresentações por semana, totalizando 12 apresentações por mês durante os 24 meses de execução do projeto. A Temporada terá ingressos a preços populares e espera alcançar um público de aproximadamente 21.600 pessoas. Como contrapartida social faremos 1 ensaio aberto gratuito da peça de teatro Musical "VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz" seguido de debate para estudantes e professores da rede pública de ensino com público estimado de 500 pessoas e 1 Master Class em equipamento público de cultura em região periférica da d=cidade de São Paulo sobre a importância do Teatro Musical Genuinamente Brasileiro e a história da MPB, com público estimado de 120 pessoas. Sendo assim, propomos realizar 3 meses de temporada a preços populares em consonância com as normas da lei incentivo, em teatro de médio porte (cerca de 600 lugares), gerando cerca de 100 empregos diretos e indiretos,

Justificativa

"VIVER - E não ter a vergonha de ser feliz" se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, ao realizar ensaio aberto gratuito, disponibilizar ingressos gratuitos e a preços populares. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao homenagear Gonzaguinha e sua vasta criação tão importante para a música popular brasileira. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, ao realizar um casting de elenco diversificado inclu=indo pessoas negras, pessoas com deficiiencia, pessoas trans, e na mistura da música popular brasileira com novas ferramentas da música experimental. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, ao propor um musical de baixo orçamento, fortalecendo o trabalho de artistas da cena independente. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, ao ter como pano de fundo uma escola de samba de carnaval, considerado patrimônio cultural imaterial. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, quando trazemos para cena nossa história, nosso povo, nossas canções, nossa cultura, tão importantes para a formação da identidade de uma nação. E finalmente o artigo IX - priorizar o produto cultural originário do País, quando nos propomos a criar um musical originalmente brasileiro, com dramaturgia própria, inspirado na música brasileira, e tendo como pano de fundo um dos maiores ícones da nossa cultura: o carnaval. O projeto se propõe a alcançar os seguintes objetivos do artigo terceiro: II - fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas, do gênero teatro Musical. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

CURRÍCULOS ELENCO - CLODD DIAS, Poetisa e Artista de teatro e cinema. Atuou, entre outras peças: Entrega Para Jezebel sob direção de Rodolfo Lima; Luz Negra- direção de Paulo Faria; F.A.L.A. do Coletivo Negro sob direção de Flávio Rodriguesl; Nos Campos De Piratininga (Musical sobre o Futebol) sob a direção Imara Reis; Camino Real, texto de Tennessee Williams sob direção de Nelson Baskerville; F.E.S.T.A sob direção de Valéria Marchi e Érika Bodstein. No cinema atuou na série original Manhãs de Setembro pela Amazon Prime Video, no longa-metragem Lili e as Libélulas de René Guerra e também no longa Dois mais Dois sob direção de Marcelo Saback, em curtas como: Lugar Pra Ninguém direção de Fabiana Carlucci e argumento de João Fábio Cabral, premiado no festival DIGO e com exibição na 12 Mostra De Cinema Latino Americano Em São Paulo; Preto sob direção de Elton de Almeida e o longa- metragem The Crossword Monologues de Hideaki Takaoka. Participou do infanto-juvenil História De Brinquedos, texto e direção de Tathiana Valério na plataforma Recreio Nas Férias pela Cooperativa Paulista de Teatro. Atualmente é também membro integrante do coletivo Amigas do Samba na cidade de São Paulo. MARCELO DIAZ - Atua profissionalmente desde 1996. Atualmente na Série Sintonia Segunda Temporada na Netflix.Esteve em cartaz com Casa Submersa texto e direção de Kiko Marques com a Velha Companhia. Protagonizou Michel Lll Uma Farsa à Brasileira,direção de Marcelo Varzea. Esteve em Sinthia, texto e direção de Kiko Marques. Valéria E Os Pássaros de Kiko Marques. Cais Ou Da Indiferença Das Embarcações, texto e direção de Kiko Marques, todos da Velha Companhia. Entre 2008 a 2017 esteve em cartaz com o musical – Os Saltimbancos com direção de Fezu Duarte; entre outros,somando mais de 30 espetáculos profissionais. ROSY ARAGÃO, uma mulher incansável pela busca da arte e do canto. Iniciou na carreira desde cedo, quando montou sua primeira banda com seu irmão, na garagem de casa onde ensaiavam. Logo que passou a maior, aceitou convite de ir para o Japão cantar em uma banda de Bossa Nova, cantou, vozes Brasileiras como Marisa Monte, Djavan e Betânia. Desde então nunca mais parou, segue sempre cantando e atuando pelas tardes e noites de São Paulo. Principais trabalhos: O Banheiro - De: Pedro Vicente, direção de Nilton Bicudo. Seis Personagens À Procura De Um Autor - De: Pirandello, direção de Olair Coan. A Sessão Da Tarde Ou Você Não Soube Me Amar - De: Marcos Ferraz, Dir: de Fezu Duarte, Marcos Okura e Fábio Ock. O Lado B - (Indicação ao Prêmio Qualidade Brasil: Como Melhor Atriz de teatro musical). De: Marcos Ferraz, Direção de Fezu Duarte, Marcos Okura e Fábio Ock. Garota Glamour (Prêmio Qualidade Brasil) Texto E Direção De Wolf Maya. A Borboleta Sem Asas - Infantil da TV Cultura e TV Rá Tim Bum, texto de Marcos Ferraz, Dir: de Fezu Duarte, Marcos Okura e Fábio Ock. Versos De Hollanda - De: Chico Buarque e Dir. Marcio Azevedo. Capricho De Colores Fridas Em Cena - Direção e Texto De Adriana Rodrigues e Antônio Benega. A Sogra Que Eu Pedi A Deus - De: Wilson Coca Santos, Direção de Sebastião Apollônio. Os Saltimbancos - De: Chico Buarque, com produção Teatro Folha e direção de Fezu Duarte. Zeca Baleiro - Atuou como Backing Vocal no Baile do Baleiro. BIA TOLEDO - Atriz formada pelo INDAC. Atuou nos seguintes trabalhos: Minha Mãe, de George Bataille, monólogo com adaptação livre Elzemann Neves, direção Inês Aranha. Querô, uma Reportagem Maldita, Plínio Marcos, direção Marco Antonio Rodrigues. Cândida, direção Zé Henrique de Paula. Casting, direção Marco Antonio Rodrigues. Os Três Porquinhos, direção Le Plat du Jour. Abajur Lilás ou Uma Medeia Perdida na Augusta, direção Joaquim Goulart. E Se Não Tivesse Amor no Título, direção Renato Andrade. O Mundo lá fora, direção Andrea Tedesco e Daniela Schitini. Josefina Canta, direção Elzemann Neves. Quase uma Adaptação, direção: Tatiana Bueno. Dois a Duas, direção de Erica Montanheiro. “Codinome Madame” monólogo com texto e direção de Tatiana Bueno. No cinema e tv fez A mulher que não sabia de si, Daniela Smith, o Diabo da Guarita de João Tenório, Seriado “9mm”, Canal Fox/Moonshot Pictures , Direção de Murilo Pasta e Michael Ruman. WILL ANDERSON - iniciou sua carreira como dançarino na Cia de Performance, dirigida por Tati Sanchis, dançando e atuando em eventos, peças publicitárias e ministrando aulas de Street Dance na academia Runner, Ballet Carla Perotti e Casa da Dança. Em 2001 , inicia sua carreira de ator no musical Les Miserables, passando por South American Way (Miguel Falabella), Grease (Cristina Trevisan), O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá , Zorro , Os Saltimbancos, Grandes Pequeninos, Avenida Q, A Madrinha Embriagada, As Bruxas de Eastwick, A Família Addams, Garota de Ipanema, Ayrton Senna o musical , Forever Young e Kiss me Kate (Moeller e Botelho) no qual foi indicado aos prêmios APTR e Reverência como ator coadjuvante. TV: Melhor do Brasil (Record) – Esquetes de comédia, MTV : Copa do Caos , Multishow : Xilindró (segunda temporada) Cinema: OS Saltimbancos Trapalhões Rumo a Hollywood. DIEGO RODDA - PRODUÇÃO MUSICAL E ATOR - Diego é ator, engenheiro de som e cenógrafo. Iniciou seus estudos em Artes Cênicas em 2001, com Myrian Muniz. No mesmo ano, atua em “A Lenda do Quebra-Nozes”, com direção de Telma Dias, sendo indicado como Ator Revelação. Em 2009 usa seus conhecimentos em Marcenaria e inicia seus estudos em Cenografia. No mesmo ano atua em "Os Saltimbancos", com direção de Fezu Duarte, indicado com Melhor Espetáculo Infantil, ficando 10 anos em cartaz. Ainda em 2010, integra à Cia. de Teatro Rock, nos espetáculos “A Sessão da Tarde ou Você Não Soube Me Amar”, “Lado B - Mudaram As Estações” e “Se Essa Rua Fosse Minha - O Amor Nos Anos De Chumbo”, com direção de Fábio Ock, Marcos Okura e Fezu Duarte. Texto de Marcos Ferraz. Em 2011 assina a cenografia de “Bailei na Curva”, adaptação de Jair Aguiar, pela Cia das Artes. Desde 2013 integra a Cia. Viradalata, de Alexandra Golik. Atua nos espetáculos “Medinho Medão”, “Vilcabamba” e Viralatas - O Musical”. Em 2014 forma-se em Engenharia de Som e Produção Musical pela IM&T e estreia o espetáculo “Comédia Futebol Clube”, com direção de Anselmo Vasconcelos e Trilha Sonora Original de Moraes Moreira. Em 2017 estreou o Musical “Na Laje”, pela “A Extinta Companhia”, indicado como melhor espetáculo pelo Prêmio Bibi Ferreira. No mesmo ano, assina a cenografia de “A Tempestade”, adaptação de Nívio Diegues, pela Cia. dos Atores. Em 2018 estreia o espetáculo “Nossas Trilhas”, de Caio Salay. Em 2019 estreou, pela Cia. Viradalata, “História do Brasil”. Estreia, também, "O Mágico Di Ó'', de Vitor Rocha, atuando e assinando a Trilha Incidental. Em 2020 integra-se ao espetáculo “Se Essa Lua Fosse Minha”, de Vítor Rocha e Elton Towersey; assina a Cenografia e integra-se ao elenco como percussionista. Em 2021 assina a direção de câmera, fotografia, iluminação e edição audiovisual do manifesto “Brasa”, de Victoria Ariante.

Especificação técnica

Espetáculo de Teatro Musical com duração de até 1h30 e classificação indicativa livre.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CENICAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA - Acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Com rampas, elevadores de acesso, espaço para cadeira de rodas na plateia, banheiros adaptados. com atendimento prioritário para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida como idosos, obesos, mulheres grávidas, com crianças no colo e que estejam amamentando tem prioridade na fila e na entrada no teatro. os itens descritos acimas estarão na estrutura do teatro locado, portanto sem onerar o projeto além da locação da sala. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - Pessoas com baixa visão: Os materiais impressos disponibilizados em letra ampliada (fonte arial: tamanho 20) Todas as sessões terão equipamentos disponíveis com audio descrição, mediante agendamento prévio. Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - Todas as sessões terão tradução em libras. Tradução e 37 Interprete de libras para as sessões. CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FISICA: Ensaio aberto: Acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Com rampas, elevadores de acesso, espaço para cadeira de rodas na plateia, banheiros adaptados. com atendimento prioritário para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida como idosos, obesos, mulheres grávidas, com crianças no colo e que estejam amamentando tem prioridade na fila e na entrada no teatro. Palestra: o equipamento público selecionado para a realização da ação formativa conta com todas as condições para acessibilidade fisica. ACESSIBLIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Ensaio aberto: equipamentos disponíveis com audio descrição, mediante agendamento prévio. Palestra: Auto-descrição de todos os palestrantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS. Ensaio aberto: Interprete de Libras. Palestra - Interprete de Libras.

Democratização do acesso

Serão realizadas 36 apresentações em temporada de 3 meses, sendo 40% distribuídos gratuitamente como medida de ampliação do acesso, com ingressos distribuídos da seguinte forma: 10% de distribuição gratuita , com caráter social, educativo ou formação artística, priorizando pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior., coforme Art. 29. Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023. Ainda conforme a IN MINC Nº 1 DE 10/04/2023: 5 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 5 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 20% para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente (R$38,00); 50% de ingressos com Valores de R$ 80,00 (oitenta reais), sendo 40% destinado a meia entrada (R$40.00) e 60% valor integral (R$80,00). Ampliação de acesso doação de 10% (dez por cento) de ingressos para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27 tptalizando 20% (vinte por cento)

Ficha técnica

A proponente Clube do Mecenas (CDM Produções Culturais LTDA ME) é uma empresa constituída por 3 sócios que realizarão as seguintes atividades: Direção de produção, responsável pelo controle do orçamento, relação com captador e patrocinadores, coordenação de toda a equipe e gestão administrativa do projeto. Atriz. Assistente de produção, gestão do espaço de ensaio. FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO: Direção: Fezu Duarte; Dramaturgia: Elzemann Neves e Marcos Ferraz; Direção Musical: Ivan Parente; Produção Musical: Diego Rodda; Sonoplastia: Rodrigo Florentino; Coreografia: Juliana Sanches; Cenografia e Figurinos; Kleber Montanheiro; Direção de Produção: Tatiana Bueno; Elenco confirmado: Rosy Aragão, Marcelo Diaz, Diego Rodda, Clodd Dias, Will Anderson, Bia Toledo e Gustavo Ferreira. CURRÍCULOS DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES: FEZU DUARTE - DIREÇÃO - Formada em Artes Cenicas pela Universidade São Judas Tadeu. Foi responsaÌ?vel pela revitalização do T.B.C Teatro Brasileiro de Comédia em 1998 e tambeÌ?m responsaÌ?vel pela administração e Direção Artística até 2003 onde ocorreu o seu fechamento por falta de verba incentivada. A sua Revitalização rendeu o prêmio A.P.C.A. Fundou ao Lado de Fabio Ock e Marcos Okura a Cia de Teatro Rock realizando como diretora os espetaÌ?culos Q.A.P Um Espetaculo Multimidia em 2001, A Borboleta sem Asas de Cezar Cavelagna , Marcos Okura e Marcos Ferraz em 2002 ganhando premio Panamco de melhor Produção e Trilha original , e Na Cama com Tarantino de Marcos Ferraz em 2003. Revolução Urbana em 2004 , o primeiro musical aprovado pela Banda Legião Urbana a ser realizado A Sessao da Tarde ou Você não Soube me Amar em 2006 ganhando o Prêmio Femsa de melhor espetaÌ?culo Jovem. Lado B Mudaram as Estações em 2007 e Se Essa Rua Fosse Minha em 2011 com indicações de Melhor espetaÌ?culo jovem, melhor trilha sonora e melhor ator para Artur Bergues. Em 2008 é convidada para Dirigir os Saltimbancos com produção do Teatro Folha onde fica em cartaz por 11 anos aleÌ?m de 5 indicações para o Prêmio Femsa .Em 2012 integra como Diretora a Cia La Mariquita onde realiza os infantis Deu a Louca na Dona Baratinha, A menina e o Mostro, O Passaro e o Principe e o Gato de Botas uma Aventura no Brasil, todos com adaptação de Caru Ramos e Flavia Maria. Em 2017 estreia o Musical Na Laje de sua autoria e de Marcos Ferraz com indicações ao prêmio Bibi Ferreira de melhor espetaÌ?culo popular e melhor atriz para Paula Flaiban. KLEBER MONTANHEIRO - CENÁRIO/ FIGURINO/ ILUMINAÇÃO - Criou cenário, figurino e luz do espetáculo Misery, com Marisa Orth e Luis Gustavo; Cada um com seus ‘pobrema’, de Marcelo Médici; cenário e iluminação de Madame de Sade, direção de Roberto Lage, Macbeth, direção de Regina Galdino, entre muitos outros. Dirigiu O Doente Imaginário, de Molière; Sonho de uma Noite de Verão, de Shakespeare; e A Odisséia de Arlequino, uma commedia dell’arte inspirada nos canovaccios italianos. Ganhou o prêmio APCA 2008 por Sonho de Uma Noite de Verão e o prêmio FEMSA 2009 por A Odisséia de Arlequino, ambos de melhor diretor. Foi vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de A História do Incrível Peixe Orelha. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: Crônicas de Cavaleiros e Dragões, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Recebeu o prêmio São Paulo pelos figurinos da peça Carmen, a Grande Pequena Notável. Em 2018 foi indicado ao prêmio Shell de melhor figurino e ao prêmio Bibi Ferreira de melhor cenografia pelo espetáculo Um Beijo Em Franz Kafka, de Sérgio Roveri, direção de Eduardo Figueiredo. Em 2019 foi indicado ao prêmio Shell de melhor cenografia por Visceral, de Nanna de Castro, dirigido por Dan Rosseto. Está indicado ainda ao prêmio Aplauso Brasil 2019 pelo figurino de Frida - Viva La Vida, de Humberto Robles, direção de Cacá Rosset. Recebeu o prêmio de melhor figurino e visagismo pelo filme “Ser ou Não Ser” no VI FBCI Festival Brasil de Cinema Internacional, direção de Elder Fraga. Dirigiu ainda Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Hollanda (2014/2015), Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo (2016), inspirado no clássico de Henrik Ibsen, Carmen, a Grande Pequena Notável (2018/2019), musical com Amanda Acosta sobre a vida e obra de Carmen Miranda e O Canto de Ninguém (2020), de Luccas Papi. É diretor artístico da Cia. da Revista. IVAN PARENTE - DIREÇÃO MUSICAL - Ator, cantor, compositor e diretor. Dirigiu os espetáculos O Mágico di Ó de Vitor Rocha e O Menino de Lugar Nenhum da Cia Teatro de Panela. Dirigiu musicalmente os espetáculos: A Sessão da Tarde, Lado B, Se Essa Rua Fosse Minha da Cia de Teatro Rock. Também foi diretor musical de: Os Saltimbancos e Na Laje com direção de Fezu Duarte. Como ator viveu Lindomar Gomes na novela do SBT, “As Aventuras de Poliana” e nos musicais Les Misérables, Silvio Santos Vem Aí, A Ópera do Malandro, A Madrinha Embriagada, O Homem de La Mancha, entre outros. JULIANA SANCHES - COREÓGRAFA - 1992- Formada em Ballet Clássico pela Royal Academy of Dance de Londres, ministrada na Academia de Ballet Elisa, São Bernardo do Campo, SP; 1995- Formada em Interpretação Teatral pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, SP; 1998- Formada em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo; Criadora do grupo XIX de teatro; Coreógrafa dos espetáculos: “Sessão da Tarde, ou Você não Soube me Amar”, “Lado B”, “Se essa Rua fosse Minha”, “A Borboleta sem Asas”- da Cia. De Teatro Rock, Coreógrafa e Assistente de Direção dos espetáculos: “Os Saltimbancos” e “Na Laje”- direção Fezu Duarte; Diretora dos espetáculos: “Pronto para Mudar”, “América Vizinha”, “In Cômodos”, “A Corda, Alice”, “Monga”, “O Tempo me Revirando dentro de Casa”. RODRIGO FLORENTINO - SONOPLASTIA/ OPERAÇÃO DE SOM - Rodrigo é compositor de trilha sonora para teatro, cinema, dança contemporânea e performance. Desenvolve o projeto de música experimental N0X3O (noxtrinta), utilizando recursos tecnológicos não convencionais na criação e execução ao vivo de suas músicas autorais. Seu trabalho nas artes do palco se estende a assistência e operação técnica, consultoria para operação de som e montagem de projeto para operação técnica no software Ableton Live. Além do trabalho artístico, desenvolve um trabalho pedagógico, ministrando oficinas e aulas sobre produção musical, operação técnica para peças teatrais e artes do palco, usando Ableton Live desde 2016, em aulas particulares e com parceiros como a SP Escola de Teatro e o Terraço Ateliê Compartilhado. ELZEMANN NEVES - DRAMATURGO - Roteirista e dramaturgo, mestre em Direito do Estado, professor de roteiro e dramaturgia do Centro Universitário Belas Artes e da Academia Internacional de Cinema – AIC, onde também coordena o curso de Formação Livre em Roteiro. Integrou a comissão de seleção de projetos do BrLab em 2020 e 2021, maior laboratório de roteiro e projetos da América Latina e Península Ibérica. Recebeu os prêmios de melhor roteiro no Festival de Paulínia (2010) e no Brazilian Film Festival de Miami (2010) pelo filme Depois do Almoço, além de ter sido exibido no Festival de Berlim – Berlinale (2010). O filme Lia e o Anjo foi selecionado pelo Festival da Cultura Inglesa (2013), e o documentário Anhangabaú da Feliz-Cidade, sobre o Teatro Oficina, integrou a Quadrienal de Arquitetura Cênica de Praga, em que o Brasil venceu a Triga de Ouro. Na Alemanha concluiu residência artística pela ZK/U Zentrum für Kunst und Urbanistik, cuja videoinstalação People Like You Appear To be Multiplying foi exibida na Berlin Art week-2013. No teatro escreveu e dirigiu as peças Josefina Canta, Mão e Pescoço (eleita uma das dez melhores peças do ano pela crítica especializada) e Quando Eu Era Bonita. Em 2019 assinou a dramaturgia (em parceria) da peça Ossada, e desenvolveu bíblia e roteiro da minissérie Sob Influência, para a Marginal Filmes, projeto contemplado com edital de desenvolvimento PRODAV 05 do Ministério da Cultura. MARCOS FERRAZ - DRAMATURGO - Autor e roteirista, formado no Teatro Escola Célia Helena e na Oficina de teledramaturgia da Globo, tem como principais trabalhos no teatro “Na Laje”, comédia Musical sobre o pagode dos anos 90, “A Vida”, co-autoria com Nelson Baskerville, “A Porta Secreta”, adaptação de “Coraline” de Neil Gaiman,vencedora APCA 2015, “Se Essa Rua Fosse Minha – O amor nos anos de chumbo” a 2, prêmios Femsa/ Coca-Cola, “Lado B – Mudaram as Estações”, prêmio Qualidade Brasil, “A Sessão da Tarde Ou Você Não Soube Me Amar”, indicada a 5 prêmios Femsa/ Coca-Cola, “A Borboleta Sem Asas” em parceria com Carlos Alberto Soffredini, vencedora de 2 prêmios Coca-Cola, “Na Cama com Tarantino”, O Direito de Cantar”, “A Droga da Obediência” (adaptação da obra de Pedro Bandeira), “R- Evolução Urbana”, “17X Nelson” – Nelson Rodrigues co-adaptador com Nelson Baskerville. No cinema realizou, “Clube da Anittinha” (chefe de roteiro),Produzida pela Globoplay/Gloob e Birdo (2020), “Gênesis”, Novela produzida pela RecordTv (2020), “Escola de Gênios” (chefe de roteiro) produzido por Globoplay, Gloob e Mixer (2017/ 2019), “A Incrível Expedição”, produzido pela Conspiração Filmes (2018), “Era Uma Vez Uma História” – série documental, produzido pela Eyeworks/Cine/Band (2017), com Lília Schwartz e Dan Stulbach, “Irmão do Jorel”, produzido pela Copa Estúdio/Glaz/ Cartoon (2016)“Os Juacas”, produzido pela Cinefilm e Disney Channel (2015/2018),indicada ao Emmy Kids Awards 2020,“Sítio do Picapau Amarelo”, produzido pela Mixer e Rede Globo (2014), “Zica e os Camaleões” (chefe de roteiro), animação produzida pela Cinema Animadores e Tv Brasil (2013/2015), indicado ao APCA 2015, “Quintal da Cultura”, programa infantil de ficção da TV Cultura (2011/2015), vencedor do APCA 2015. “Mothern” série de ficção da GNT/Mixer , indicada ao Emmy Awards (2008), “A Borboleta Sem Asas”, Especial Tv Cultura (2007).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.