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PRONAC 234874Arquivado a pedido proponenteMecenato

Mostra Ecofalante de Cinema no Vale do Paraíba 2024

ECOFALANTE
Solicitado
R$ 499,3 mil
Aprovado
R$ 499,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-05-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (2)
São José dos Campos São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar a 2ª edição da Mostra Ecofalante de Cinema no Vale do Paraíba, na cidade de São José dos Campos (A 1ª edição foi realizada durante a edição da itinerância nacional da mostra ecofalante em 2023), durante 10 dias em locais culturais e educacionais da cidade. A edição acontecerá ao longo de 2024, de acordo com o tempo de pré-produção e produção. A programação incluirá um mínimo de 30 títulos distribuídos em ao menos 3 locais estratégicos de fácil acesso para a população local.

Sinopse

Não cabe.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo do projeto é fornecer cultura com informação de qualidade, gerando uma reflexão sobre o papel de cada um na busca de soluções e alternativas para um mundo mais sustentável, incentivando a produção de cinema ambiental latino-americana e oferecendo um canal de difusão, de troca de informação e de divulgação. Objetivos Específicos O projeto terá 2 produtos: Mostra - Festival/Mostra Meta de público de 10.000 pessoas com exibição de 30 filmes. Debates - Curso/Oficina/Estágio Promover 3 debates entre cineastas e especialistas nas temáticas trazidas pelos filmes selecionados. Ao longo das 12 edições da Mostra, os debates foram aprovados como atividade cultural, uma vez que são realizados com cineastas e especialistas, que discutem a produção e a linguagem e temas que abordam a necessidades de hábitos culturias da sociedade. Entendemos que temas como racismo estrutural, questões de gênero, respeito aos povos originários, insegurança alimentar entre outros, são parte da cultura de uma sociedade. Desta forma, informamos que os debates abrangem a temáticas culturais, uma vez que a cultura envolve todos os hábitos e maneiras de viver da sociedade. A previsão é de que 1000 pessoas participem dos debates.

Justificativa

A Mostra Ecofalante de Cinema é realizada por uma organização sem fins lucrativos e sua programação é totalmente gratuita. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para que o projeto cumpra seu objetivo de democratizar o acesso à cultura e à informação de qualidade, pois permite que a Mostra continue prestando este serviço de forma gratuita e alcance novospúblicos que não teriam acesso a seu conteúdo de outra forma.O sucesso da Mostra Ecofalante de Cinema na cidade de São Paulo e de sua Itinerância no interior faz dela um dos maiores festivaisdo Brasil. A Mostra começou em 2012 com um público de 3 mil pessoas e em 2020 atingiu mais de 200 mil pessoas no formato online. Em 2019, no formato presencial ocupou mais de 60 espaços em 7 cidades no Estado de São Paulo, dentre cinemas, espaços públicos, escolas, universidades, unidades do Sesc e Senac. Além disso, a Mostra desde a sua criação já atingiu um público de mais de 940 mil pessoas e já promoveu mais de 900 debates sobre diversos temas de interesse público.De 2022 a agosto de 2023, a Itinerância da Mostra Ecofalante já atingiu um público de 74 mil pessoas (número parcial, sendo que o projeto se encerra em dezembro de 2023). No Brasil, a relevância e a urgência da questão ambiental ainda hoje não encontram correspondência na realização de grandeseventos que reúnam em sua programação manifestações artísticas de grande apelo popular, como o cinema e a música. Nos órgãosde comunicação de massa, a defesa do meio ambiente vem ganhando cada vez mais espaço, adquirindo importância e atingindoíndices de audiência cada vez mais altos. No entanto, é preciso ampliar o alcance desta temática e estimular a opinião pública paraque a sociedade possa contribuir para a reversão do quadro de destruição ambiental atual. Nessa linha o cinema, a televisão edocumentários podem e devem desempenhar um papel relevante para as mudanças.Por se tratar de um projeto audiovisual, a Mostra Ecofalante de Cinema traz filmes que mostram a cultura, características e temasde vários países além de ser uma janela fundamental para a difusão da produção nacional, uma vez que a maioria das produções nãoentram em salas comerciais. Além disso, também fomenta a formação e descoberta de novos diretores, produtores, roteiristas, etc,ao promover o Concurso Curta Ecofalante, destinado à estudantes da área audiovisual. Assim, o projeto é de suma importância paralevar de forma gratuita, à todas as regiões de São Paulo de forma presencial e à todo o país de forma virtual, produções que nãochegariam no país por outros festivais e levar a produção audiovisual para muitas cidades que não possuem salas de cinema. Art. 1º - Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura ememória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Art. 3° - Lei 8313/91e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Proposta Curatorial O sucesso crescente da realização da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e de sua Itinerância comprovou a pertinência da realização de um festival de cinema e vídeo que propõe um debate voltado às questões de ecologia, meio ambiente, sustentabilidade, cidadania, participação e políticas públicas em outras regiões do país. Desde 2012 à meados de 2018 a Mostra somou um público de mais de 200 mil pessoas no Estado de São Paulo. A experiência acumulada está permitindo o aperfeiçoamento do processo de produção e divulgação. Importante notar a grande aceitação do público do interior do Estado, carente de eventos e informação de qualidade como a Mostra Itinerante oferece. Durante as Itinerâncias da Mostra Ecofalante desde 2013, tivemos um público de mais de 95 mil pessoas assistindo aos nossos filmes e grande participação nos debates. Esse sucesso nos animou a ampliar o trabalho e criar a Itinerância Nacional em 4 capitais. O propósito é democratizar ainda mais o projeto. O conteúdo de sua programação, para atender a tais propósitos, reúne títulos que necessariamente caracterizam-se pela qualidade de suas narrativas, pela inovação de suas linguagens e pelo renome de seus realizadores. A proposta curatorial para a Itinerância Nacional da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental segue nesse sentido. Ela centra-se em uma programação não competitiva e de acesso gratuito ao público, na qual se destaca a exibição dos filmes de longa-metragem que mais fizeram sucesso durante as mostras anteriores em São Paulo. Será selecionada uma série (até 40 filmes) de obras contemporâneas, dentro da produção recente do Brasil e de países da Europa, Ásia e Américas. Esses filmes serão organizados em 3 programas: Panorama Contemporâneo, Panorama Latino-Americano, Circuito Universitário/Mostra Escola. Nossa experiência curatorial – que acumula a programação de eventos de sucesso como o É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul e Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, entre outros – aponta para o bom resultado do formato de programação acima descrito. Sinaliza ainda que a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental está no caminho certo para tornar-se um dos mais importantes festivais de cinema realizados no Brasil. Francisco Cesar Filho Curador

Acessibilidade

Mostra - Festival/Mostra:As exibições de filmes e realização de debates, acontecerão em salas que são adaptadas para receber portadores de necessidades especiais como, por exemplo, cadeirantes. Estes mesmos espaços atendem as necessidades de pessoas com mobilidade reduzida,como por exemplo, rampas e elevadores que facilitam o acesso aos locais da programação.Serão realizadas sessões com acessibilidade:5% das sessões preveem Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE; e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.Todos os filmes de idioma estrangeiro serão devidamente legendados, bem como os trechos em filmes nacionais que possam conter idiomas de povos originários. Debates - Curso/Oficina/Estágio:Os debates acontecerão em salas que são adaptadas para receber portadores de necessidades especiais como, por exemplo, cadeirantes. Estes mesmos espaços atendem as necessidades de pessoas com mobilidade reduzida, como por exemplo, rampas eelevadores que facilitam o acesso aos locais da programação.O registro audiovisual das atividades paralelas, preveem Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE; e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. JUSTIFICATIVA DO MOTIVO DE NÃO SER POSSÍVEL TER ACESSIBIDADE EM 100% DAS SESSÕESConforme o Art. 25 da IN vigente, as propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac devem conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível.Sobre as questões técnicas, salientamos que na edição de 2023 da Mostra Ecofalante, tivemos algumas experiências em que parte do público reclamou ou deixou a sessão em que um filme tinha as 3 acessibilidades simultâneas. Ter audiodescrição, que dependendo da sala, o áudio só é disponibilizado para a sala toda, se misturando com o áudio do filme, legenda descritiva, libras e ainda a legenda da tradução do filme na cópia, atrapalha a experiência do público, pois as acessibilidades simultâneas e legenda em português cobrem parte da imagem. Por experiência em outras edições, as sessões com acessibilidade aconteceram de forma mais acertiva, para não incomodar o público em geral, oferencendo uma acessibilidade de cada vez. Mas mesmo divulgando, é muito dificil termos o comparecimento de pessoas com necessidades especiais nas sessões.Antes da pandemia, fazíamos busca ativa junto às associações da cidade de São Paulo para divulgar e oferecer as sessões programadas com acessibilidade. Poucas vezes tivemos a presença das pessoas atendidas pela associações pois muitas delas não tinham como organizar a ida das pessoas até as sessões, ou seja, a demanda ainda é escassa.Ainda sobre as questões técnicas, poucos filmes possuem alguma acessibilidade. Para cumprir o objetivo da IN vigente, teríamos que ter grande parte dos filmes negociados e as masters dos mesmos recebidas quatro meses antes do início da Mostra, para que aprodução das acessibilidades e posteriormente das cópias de exibição sejam realizadas. E esse período minimamente necessário para produzir as acessibilidades não cabe no cronograma do projeto.Além das questões técnicas, um outro grande gargalo é o impacto orçamentário do projeto. Para que cerca de 100 títulos fossem produzidos com as três acessibilidades, seriam necessários o mínimo de 300 mil reais, sendo que a própria IN limita o orçamento dos projetos. para q e esse valor fosse adicionado ao projeto, seria necessário excluir rubricas de equipe e outros serviços que inviabilizam a realização do projeto e o proponente não possui recursos próprios ou outras fontes de patrocínio para que esse investimento seja realizado.Para cumprir o maior número de atividades com acessibilidades, iremos gradativamente aumentar as atividades com acessibilidade, como viemos fazendo em todas as edições, conforme permitido pelo orçamento.Gostaríamos de salientar que já cumprimos as acessibilidades abaixo:Os espaços escolhidos para realização da Mostra possuem recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas realizem as atividades culturais como elevadores, rampas, banheiros, áreas de alimentação e circulação. São realizadas sessões com as 3 acessibilidades, Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE; e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, sendo cada sessão, com uma acessibilidade disponível.Os debates são gravados e disponibilidados no canal do YouTube da Mostra, com legendagem descritiva ou LIBRAS, O site do evento e folder de programação possuem comunicação sobre as sessões e atividades com acessibilidade.

Democratização do acesso

Todas as sessões e debates serão gratuitos.

Ficha técnica

O dirigente do projeto é também Diretor Geral da Mostra, com rubrica de Diretor Geral destinada ao pagamento do serviço. As funções de Curadoria, Comunicação e Produção totalizam 12 pessoas, sendo estes contratados na fase de pré-produção. O núcleo da Mostra é liderado pelos seguintes profissionais: DIRETOR GERAL: Chico Guariba Há mais de 25 anos vem atuando nas áreas de comunicação, educação, meio ambiente e políticas públicas. Nos últimos anos exerceu cargos de direção em ONGs e fundações de caráter educacional e ambiental, e se dedicou à produção executiva e direção de filmes, vídeos, e programas de televisão de caráter cultural e educativo. Além dessa atividade professional, tem formação em economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e trabalhou por quase 15 anos no setor público, exercendo vários cargos de direção no setor de políticas públicas (Secretarias Estaduais de Meio Ambiente e de Cultura) e participando de várias comissões de avaliação de projetos, como Programa de Controle de Poluição do Estado de São Paulo (PROCOP), financiado pelo BIRD. Atualmente é presidente da ECOFALANTE, organização não governamental, sem fins lucrativos, especializada em projetos socioambientais, e diretor da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental (www.ecofalante.org.br/mostra), que tem como objetivo discutir questões ambientais, de sustentabilidade, cidadania, governança, participação e políticas públicas. A Mostra está na sua quarta edição e acontece em 20 cidades do Estado de São Paulo. É sócio-proprietário das produtoras Guariba Filmes e Lira Filmes e Vídeo e consultor de projetos cinematográficos, já tendo sido membro do júri do Ministério da Cultura e Secretaria do Audiovisual (MINC/SAV) para a seleção de longas metragens de Baixo Orçamento (2009); do PROGRAMA PETROBRAS CULTURAL (Longa metragem Digital – 2010) e Presidente do Júri da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo / TV Cultura para a seleção de Telefilmes 2010. Também já foi vice-presidente da Associação Paulista de Cineastas (APACI). CURADOR: Francisco Cesar Filho Paulistano nascido em 1958, Francisco Cesar Filho é cineasta, curador e diretor de televisão, ex-presidente da ABD-SP e atual presidente do Fórum dos Festivais. Estudou Cinema e Filosofia na Universidade de São Paulo e recebeu, em 1993, Bolsa Intercultural para Cinema e Vídeo das fundações norte-americanas Rockefeller e MacArthur. É criador e organizador da Mostra do Audiovisual Paulista (evento anual realizado desde 1987), diretor e curador do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo e curador da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul e da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Foi director-adjunto do É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários, diretor associado do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo e coordenador executivo do Vivo arte.mov – Festival Internacional de Artes em Mídias Móveis. Ex-membro do Conselho Consultivo do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, tem colaborações com diversos eventos audiovisuais, como a Goiânia Mostra Curtas e a Mostra de Cinema de Tiradentes. É organizador e/ou curador de eventos audiovisuais como o festival Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul e as mostras O Cinema Brasileiro Encarcerado: A Censura no Regime Militar (maio de 2003), SP Música - no cinema, vídeo e na tv (janeiro/fevereiro de 2004), Diretores Brasileiros: Carlos Manga (abril de 2004), Nossa Gente de Rua - filmes, vídeos e debates sobre moradores em situação de rua (novembro de 2004), Embrafilme, filmes e debates (fevereiro/março de 2005), Mostra de Arte Eletrônica (abril de 2005), Diretores Brasileiros: Carlos Reichenbach (maio de 2005), Cine Erótica (dezembro de 2005), 1ª Mostra Sesc Rio de Arte Eletrônica (dezembro de 2006), Panorama da Vídeo-Criação no Brasil (março de 2007), Clássicos e Raros do Nosso Cinema (dezembro de 2007/janeiro de 2008), O Cinema de Aron Feldfman (janeiro/fevereiro de 2008), Chris Marker Bricoleur Multimídia (maio/julho de 2009), Brasil Anos 80: Cinema e Vídeo (fevereiro/março de 2010), Luc Moullet, Cinema de Contrabando (fevereiro/março de 2011) e Cine MPB (janeiro de 2012), entre outros. É coordenador de curadoria convidado da Programadora Brasil (iniciativa do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, Cinemateca Brasileira e Centro Técnico Audiovisual), tendo sido assessor de programação do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, programador do Circuito Brasil de Cinema (iniciativa da Petrobras e do Banco do Brasil de exibição filmes brasileiros nas sedes da Associação Atlética Banco do Brasil), coordenador, junto com Lucas Bambozzi, da programação Rumos Cinema e Vídeo (desenvolvida pelo Itaú Cultural no período 1998/1999) e programador de cinema do Centro Cultural São Paulo (1995/1996), além de responsável pela implantação da área de cinema e vídeo da Galeria Olido, centro cultural paulistano inaugurado em 2004. De 2009 a 2011 foi coordenador executivo de três programas da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura: Nós na Tela, XPTA.LAB e Nossa Onda. É diretor, roteirista e produtor de documentários premiados no Brasil e no exterior, como Rota ABC (1991), um dos principais títulos da chamada Primavera do Curta-Metragem Brasileiro, eleito melhor curta no Festival de Brasília, vencedor de prêmio especial do júri no Festival de Oberhausen (Alemanha) e selecionado para os festivais de Locarno, Roterdã e Nova York. Atualmente prepara o lançamento de seus longas-metragens Augustas e Futuro do Pretérito – Tropicalismo Now! (este último co-dirigido por Ninho Moraes). Dirigiu ainda séries e programas televisivos, como Realidade, Nós na Tela, Vanguardas, Primeiro Plano e Janela Eletrônica (nos dois últimos, também atuou como apresentador). PRODUTORA EXECUTIVA: Daniela de Oliveira Cyrino Guariba Atividades Atuais: Produção executiva de projetos audiovisuais, gerenciamento de projetos culturais. Principais Trabalhos: 2018 – 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Coprodução e Produção Executiva; 2017 – 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Coprodução e Produção Executiva; 2016 – 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Coprodução e Produção Executiva; 2015 – Itinerância 4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Coprodução e Produção Executiva; 2015 – 4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Produção Executiva; 2014 – Itinerância 3ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Coprodução e Produção Executiva; 2014 – Cartografia do Prazer – Longa-metragem - Produtora; 2013/2014 – “Exilados” – Edital de Desenvolvimento de Telefilme do Governo do Estado de São Paulo – Finalizado em agosto de 2014 – 52 min. – Fase de lançamento - Produtora; 2013/2014 – 3ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Coprodução e Produção Executiva; 2013 – Itinerância 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Coprodução e Produção Executiva; 2013 – 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Produção Executiva; 2012 – 1ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental – Produção Executiva; 2011/2016 – Metrópoles – Os Desafios para o Desenvolvimento Sustentável – Longa Metragem - Coprodução com Guariba Filmes; 2011 – Rivellino – Curta Metragem - Coprodução. Prêmio Especial do Júri – Festival de Gramado 2011; 2010 – O Vale dos Quilombos - Uma produção Ecofalante. DVCAM, 48 minutos. - Produção Executiva2009/2010 Prêmio SAV – Secretaria do Audiovisual / MINC para Pesquisa em Cinema e Audiovisual. Realização Ecofalante. Produção Executiva; 2009/2010. Histórias da Imigração Japonesa - 100 Anos. Série de cinco documentários para TV e DVD. HDTV. Em fase de finalização. - Produção Executiva; 2009 – Visita à Aldeia Guarani. Uma produção Ecofalante. DVCAM, 19 minutos – Produção Executiva; 2009 – Os Japoneses no Vale do Ribeira - Uma produção Ecofalante. DVCAM, 52 minutos. - Produção Executiva; 2007/2008 - Pajé Sapaim, O Mensageiro Do Tempo - Documentário premiado com recursos para realização no concurso “Janela Brasil” 2007, realizado pela TV Cultura. Produção Ecofalante/Pequi Filmes, 48 minutos. - Produção Executiva; 2007 – Cinema Brasileiro no Século XXI - Mostra de cinema. Projeto realizado através do Fundo Nacional de Cultura - Produção Executiva 2007 – Os Japoneses no Vale do Ribeira e Sudoeste Paulista - Uma produção Ecofalante. DVCAM, 26 minutos. Julho de 2007. - Produção Executiva; COORDENADORA DE PRODUÇÃO: Cândida Cappello Guariba Formação - Graduação em História na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – FFLCH-USP 2013 - Atual - Domínio da língua inglesa avançado em fala, escrita e leitura: CPE – Cambridge English: Proeficiency - Domínio da língua espanhola avançado em leitura e intermediário em fala e escrita. Experiência Profissional - Coordenação de Produção, Pesquisa de Filmes e Membro da Comissão de Seleção 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2017 - 2018 - Coordenação de Produção, Produção Internacional, Pesquisa de Filmes e Membro da Comissão de Seleção 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2016 - 2017 - Produção Internacional, Pesquisa de Filmes e Membro da Comissão de Seleção 5ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2015 - 2016 - Produção Internacional, Pesquisa de Filmes e Membro da Comissão de Seleção 4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2014 - 2015 - Produção Internacional, Pesquisa de Filmes e Membro da Comissão de Seleção 3ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2013 - 2014 - Produção Internacional, Pesquisa de Filmes e Membro da Comissão de Seleção 2ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2012 - 2013 - Assistência de Produção, Membro da equipe de Pesquisa de Filmes e da Comissão de Seleção 1ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental 2011 - 2012 - Pesquisa e Assistência de Direção do documentário: Histórias da Imigração Japonesa: Os Japoneses no Vale do Ribeira 2010 - 2˚ Assistência de Direção do telefilme: Corpo Presente 2009 - Pesquisa Iconográfica do documentário: Os Japoneses no Vale do Ribeira e Sudoeste Paulista 2007

Providência

PROJETO ARQUIVADO.