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Realizar a primeira edição do Festival Cine ArtePraia, em 8 dias de duração, no litoral da cidade de Fortaleza, com entrada gratuita para público geral. O festival tem como foco fomentar a difusão, fruição e democratização de acesso ao audiovisual brasileiro, fortalecendo seu aspecto de experiência social coletiva, além de promover ações educativas como debates com os(as) realizadores(as).
O Festival será composto das seguintes atividades: a) sessão pôr do sol: essa sessão será composta pela exibição de dois filmes, sendo o primeiro um curta metragem e o segundo um longa metragem, ambos com classificação etária indicativa livre, ou seja, uma sessão para todas as idades, abrangendo desde crianças a idosos. O espaço pretendido para tal atividade é o aterro da praia de Iracema. b) sessão luau: essa sessão será composta pela exibição de dois filmes, sendo o primeiro um curta metragem e o segundo um longa metragem, ambos com classificação etária indicativa a partir de 16 anos, ou seja, uma sessão para adolescentes, jovens, adultos e idosos. O espaço pretendido para tal atividade é o aterro da praia de Iracema. c) debates com realizadores: serão diálogos entre os realizadores (ou representantes da equipe) dos filmes exibidos e integrantes do comitê de seleção, a afim de abordarem o processo criativo e produtivo das obras cinematógraficas. Tais debates terão limitação de público presencial, por pretensão de que ocorram em auditório ou sala fechada, a ser locada. No entanto, como descrito no item "Democratização do acesso", os debates serão filmados e disponibilizados posteriormente na internet de forma gratuita.
Objetivo Geral Realizar a primeira edição do Festival Cine ArtePraia no litoral da cidade de Fortaleza, a fim de difundir e fortalecer a linguagem audiovisual nacional. O projeto tem como meta principal fomentar a experiência social do cinema, democratizando-a como partilha coletiva, tanto por meio da exibição dos filmes como pelos debates com realizadores (as). Objetivos Específicos a) Possibilitar a realização de um festival com uma programação democrática, em 8 dias, gratuita e plural que consiga difundir a importância da cultura para o desenvolvimento econômico, social e humano; b) Promover a difusão artístico-cultural do audiovisual por meio da exibição de 24 filmes; c) Contemplar uma programação diversa e plural, priorizando-a com a participação de 100% de filmes nacionais (incluindo coproduções nacionais-internacionais), garantindo, ainda, a participação de um terço de filmes de realizadores (as) cearenses e/ou produtoras cearenses, no mínimo; d) Priorizar em 100% profissionais do setor audiovisual nacional para compor a curadoria e o júri, garantindo, ainda, a contratação de um quinto de profissionais cearenses nessa composição; e) Promover a difusão cultural por .meio da realização de 6 debates com realizadores audiovisuais; f) Prospectar um público direto de 8.700 pessoas entre as atividades de exibições dos filmes (8.400 pessoas) e debates (300 pessoas).
O Festival Cine ArtePraia será um festival de cinema com o objetivo de democratizar o acesso à linguagem audiovisual nacional, considerando-se que no período da pandemia (2020-2023) as exibições dos filmes, em sua maioria, ocorreram no formato on-line e, por esse motivo, a experiência artístico-sensorial em tela grande foi prejudicada. Visando a promover uma partilha coletiva do público espectador, os filmes serão exibidos de forma gratuita em dois finais de semana consecutivos, com 6 dias de exibição, além de promover 6 debates com os (as) realizadores(as) dos filmes contemplados, totalizando 8 dias de Festival. O projeto, portanto, enquadra-se no inciso I do artigo 1 da Lei 8.313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura. Alcança-se, desta forma, o cumprimento do objetivo do inciso II do artigo 3 da supracitada norma, pois fomenta a produção cultural mediante a realização de um festival de arte. No que diz respeito ao incentivo a projetos culturais, a produção do festival audiovisual em voga, uma vez promovendo a difusão de obras cinematográficas, enquadra-se no parágrafo terceiro do artigo 18 da Lei de Incentivo à Cultura: "As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1 o , atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual. " O Cine ArtePraia reivindica, desse modo, a experiência do cinema enquanto prática cultural e social a ser vivida de maneira inclusiva, democrática e partilhada, ou seja, como experiência do "vi-ver junto". De modo que, em primeiro lugar, intenciona-se como uma ação cultural que visa, em sua amplitude, a promover acesso físico, econômico e intelectual para a vivência artística cinematográfica. No recorte curatorial, serão contemplados filmes brasileiros (e aqui, não abdicando das coproduções nacionais-internacionais) que tenham circulado em festivais (nacionais e internacionais) no período de 2020 a 2023, no contexto pandêmico. Destaca-se, assim, o enquadramento do inciso IX do artigo 1 da Lei 8.313/91, porquanto prioriza-se o produto cultural originário do país. Além disso, o "Cine Arte Praia" contratará profissionais do setor audiovisual tanto para compor a curadoria como o júri, garantindo o mínimo de um quinto de profissionais cearenses nessa composição. Importante salientar que os filmes selecionados respeitarão o crivo mínimo de um terço de produções cearenses. Acrescenta-se, ainda, que grande parte dos filmes exibidos em festivais já enfrentava dificuldades quanto à democratização do acesso antes do período pandêmico, por não se tratarem de "blockbusters", não integrando, assim, o grande circuito das salas de cinema comerciais dos "shoppings". Festivais de Cinema são, destarte, espaços oportunos para o fortalecimento de tais filmes, uma vez que os aproximam do público, ratificando-se, mais uma vez, a captação de recursos para o projeto em voga com a finalidade de "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", inciso I do artigo 1 da Lei de Incentivo à Cultura. Reitera-se, sobre a relevância de tornar a produção cinematográfica acessível ao maior número de pessoas, que o projeto apresenta consonância com a meta 21 do Plano Nacional de Cultura, a qual frisa aumentar o número de filmes brasileiros nos cinemas. Contempla-se, também, a meta 30 do mesmo plano, uma vez que "Exibir filmes e outras atividades artísticas e promover o debate sobre o seu conteúdo ajuda a formar público para as artes." Por fim, lastreado pelos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU no Brasil, no que diz respeito à meta de número 10, a saber, "Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles", o festival empodera e promove a inclusão social de todos (as/es), uma vez que sua programação será gratuita. Sabe-se que, infelizmente, o acesso às salas de cinema no país, até o presente, é majoritariamente da população mais privilegiada, restando excluída parcela considerável da sociedade, o que aprofunda a demarcação social historicamente construída no Brasil.
Lista de anexos - Um anexo composto de Currículos Completos e Cartas de Anuência do integrantes do Comitê de Seleção e Jurados; - Um anexo contendo Plano Curatorial, Plano de Exibição e Minuta de Chamada Pública para a inscrição dos filmes no Festival (essa versão passará por revisão textual e legal durante a pré-produção na etapa de Preparação Técnica); Remuneração do próprio proponente São rubricas de remuneração deste proponente: Diretor de Projeto: 6 meses x R$3.500,00: R$ 21.000,00 Coordenação Técnica : 5 meses x R$ 2.500,00 : R$ 12.500,00
EQUIPAMENTOS E OPERADORES TELA E PROJETOR Contaremos com uma projeção e lente de alta definição (Projetor Christie CP2000-XB) com qualidade 2K (2048 X 1080 pixels) e brilho de 30.000 Lumens, acompanhadode um sistema de áudio Dolby com processador e servidor sonoro integrado à ilha deprojeção. Tela frontal de 14mx8m para exibição em grande escala. Operando omaquinário, contaremos com um técnico de cinema DCP e um auxiliar técnico, assimcomo quatro assistentes carregadores para transportar e instalar o equipamento. SOMOs equipamentos de sonorização foram pensados para trazer a experiência imersivado cinema no espaço litorâneo, buscando uma cobertura em stereo com a propostade executar um áudio 5.1 Dolby. Ao todo serão utilizadas 8 (oito) caixas acústicasLine Array RCF TT33 e 6 (seis) caixas acústicas Versa VSL218 mixadas por umamesa de som Behringer Digital X32 Full e operadas por dois técnicos presentes. SALA DE PROJEÇÃO (HOUSE MIX)Para a segurança e o funcionamento dos equipamentos de projeção e som,contaremos com uma estrutura metálica em octanorm (6mx4m), com revestimentopara isolamento espacial e climatização, garantindo um bom funcionamento, bemcomo a evitação do superaquecimento dos equipamentos de projeção, assim como aexposição no ambiente da praia. PALCOFornecendo a base para a Tela, contaremos com uma estrutura de 14mx8m em vigasmetálicas. Anexado frontalmente a ele, será instalado um tablado de 14mx3m naaltura de 80cm que contará com duas escadas laterais (lados direito e esquerdo) parao acesso dos apresentadores e demais convidados do festival. ILUMINAÇÃOContaremos com 5 (cinco) postes duplos de iluminação cercando a entrada principaldo festival. Nas laterais, contaremos com luzes de suporte para iluminar e viabilizar aevacuação ao fim de cada sessão. A tela contará com iluminação superior parasinalização e visualização do palco, sendo 7 (sete) pontos de luz distribuídos a cada2m do comprimento da estrutura. Não haverá iluminação decorativa, com exceção daque ficará ao redor da escultura temática perto da entrada. Para operação,contaremos com uma mesa de iluminação Grand MA Light, um operador de luz e umassistente.
PRODUTO: Festival Cine ArtePraia Em consonância com o inciso I do Art. 25 da Instrução Normativa MINC N°1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, e com a Lei LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, o Festival Cine ArtePraia compromete-se com medidas de acessibilidade descritas detalhadamente logo abaixo, em toda a sua programação, a qual compreende: a) sessão pôr do sol; b) sessão luau; e c) debates com realizadores. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO O espaço físico previsto para o Festival Cine ArtePraia é o Aterro da Praia de Iracema, o qual possui, no calçadão da Beira-mar de Fortaleza, acessibilidade arquitetônica, com largas vias que respeitam a distância mínima para a circulação de pessoas com mobilidade reduzida. Em relação à realização do Festival, a arquitetura efêmera construída especialmente para a ocasião também garantirá recursos para o acesso de todos, todas e todes, tais como esteiras para cadeirantes, rampas, barras de apoio, placas de sinalização em braille, entradas largas, além de espaços livres e assentos reservados para pessoas com deficiência que garantam, consoante letra de lei, “boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas”. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL E COMUNICACIONAL Todos os produtos audiovisuais exibidos na programação do festival contarão com recurso de legendagem acessível e intérprete de libras nos debates promovidos pós-exibições. As redes sociais do projeto também disporão de legendas nos vídeos institucionais, legenda alternativa e descrição de imagem nas demais publicações. Destacamos, ainda, que a comunicação deste projeto contará com boas práticas de design em suas peças gráficas e marketing digital. Haverá um treinamento para toda a equipe envolvida na produção do Cine ArtePraia realizada por um profissional Assessor em Inclusão e Acessibilidade, a fim de educar e sensibilizar a equipe para o tratamento às pessoas com deficiência. Ações de abordagem e mesmo de como oferecer ajuda quando for necessário e de resoluções, além de medidas a partir de cada caso de deficiência serão de conhecimento da equipe. Haverá garantia de direitos quanto à prioridade em filas e atendimentos. Haverá agendamento ativo em associações e institutos voltados a pessoas com deficiência para garantir a presença de tais grupos no Cine ArtePraia. Boas práticas de Comunicação inclusiva em toda a divulgação do evento serão adotadas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Em toda a programação prevista para o Festival, haverá intérprete de libras, bem como reserva de lugar frontal para pessoas surdas, para garantir maior contato visual com os filmes e realizadores(as)/palestrantes, promovendo-se assim a visualidade corporal/labial, além de legenda acessível. Em caso de surdocegueira, haverá confluência atitudinal com a acessibilidade para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Além do espaço arquitetônico que prevê piso tátil e placas de sinalização em braille, a equipe do Cine ArtePraia, treinada por meio de um profissional Assessor em Acessibilidade, terá conhecimento sobre especificidades como o sentido da cor da bengala. Estarão disponíveis para comunicação: dispositivos multimídia com audiodescrição do espaço físico, com vozes digitalizadas, além de comunicação/sinalização com caracteres ampliados, cores com altos contrastes ou em negativo, linguagem escrita e oral, legenda descritiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS Além de garantir acesso prioritário e locais reservados também ao(s) acompanhante(s), contaremos com um profissional da área de Psicologia por dia disponível para auxílio. Os profissionais da equipe Cine ArtePraia passarão pelo treinamento de um profissional Assessor em Inclusão e Acessibilidade, a fim de garantir acessibilidade atitudinal na abordagem e tratamento pessoal sobre a necessidade ou não de ajuda. Para acessibilizar a comunicação, será indicado o uso de linguagem simplificada, ou seja, uso de frases com períodos curtos, orações em ordem direta, priorizando as ideias principais, acompanhadas de imagens e símbolos universais.
A entrada do Festival Cine ArtePraia durante a exibição dos filmes será gratuita para todos, todas e todes, a saber: público geral são os moradores de Fortaleza ou turistas da cidade, de diversas gerações (crianças, adolescentes, adultos e idosos), pessoas interessadas na linguagem audiovisual, pessoas em situação de vulnerabilidade social, pessoas de todos os gêneros, identidades sexuais, corpos e raças. Cumpre assim o Inciso II do Art. 27 da Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023 - a saber: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, uma vez que 100% da distribuição dos ingressos será gratuita. Intenciona-se um público direto de 8.700 pessoas sendo 8.400 para as exibições dos filmes e 300 para os debates com os realizadores, conforme Plano de Distribuição. A democratização do acesso será feita pelas ações de divulgação e mobilização em escolas públicas para educadores e educandos, bem como: 1) divulgação e mobilização em instituições, institutos e comunidades voltadas a pessoas com deficiência indicando as ações de acessibilidade do projeto; 2) divulgação e mobilização em instituições, institutos e comunidades que acolhem pessoas em situação de vulnerabilidade social; 3) divulgação e mobilização em instituições, institutos e comunidades que defendem direitos LGBTQIAP+; 4) divulgação e mobilização em instituições, institutos e comunidades de pessoas negras; 5) divulgação e mobilização em instituições, institutos e comunidades que acolhem idosos; 6) divulgação e mobilização de público interessado em cinema/audiovisual; 7) divulgação em grande escala em mídias digitais abrangentes voltadas aos públicos citados. Quantos aos debates, conquanto tenham limitação de público no âmbito presencial, haverá gravação para disponibilização on-line posteriormente, garantido a promoção do caráter educativo do festival, no que cumpre assim com o Art. 28, inciso IV, da supracitada norma: "disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal".
Direção de Projeto - HOUSE CULTURA Nome Completo: Gustavo Tomé Wanderley / Nome artístico: Gustavo Wanderley Função: Proponente, responsável pela total gestão do processo decisório do projeto (decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras). Produtora dedicada ao design de experiências, implementa e desenvolve projetos culturais e de educação. Criada em 1999, apresenta soluções inovadoras e estratégias focadas na ética e identidade de seus clientes. Atualmente, tem escritórios nas cidades de São Paulo (SP), Natal (RN) e Fortaleza (CE). A direção da House Cultura é de Gustavo Wanderley, especialista em Gestão Cultural, formado em Psicologia com aperfeiçoamento em responsabilidade social corporativa e negócios sustentáveis. Atua há 24 anos na criação e no desenvolvimento de projetos e ações culturais. Gustavo é também curador e realizador independente em artes-visuais e cinema. Em cinema, realizou os filmes Renascente (2022, curta), Estrábica (2021, média) e está em deselvovimento do média de animação O presente de Cecília. Direção de Produção - ARBÓREA CULTURAL Nome Completo: Sara Síntique Cândido da Silva / Nome artístico: Sara Síntique Produtora desde 2017, com direção da gestora e produtora cultural, escritora e atriz Sara Síntique Cândido da Silva. A Árborea Cultural realiza coordenações de produção e produções executivas, com ações culturais focadas na área de Literatura, Cinema, Teatro e Música. Na área de Cinema, a gestora, Sara Síntique, atuou nos filmes/projetos audiovisuais: Mundo Suspenso (Andreia Pires), Ossos (Helena Ignez), Quitéria (Márcio Câmara), Vando Vulgo Vedita (Andreia Pires e Leonardo Mouramateus), IRACEMA, MON AMOUR (César Teixeira), entre outros. Produziu o Documentário “Mecânicas da Reinvenção”, de Manoela Elias (2016). Cursou “Curso Básico de Roteiro de Cinema”, por Marcelo Muller; “História e Teoria dos Movimentos de Câmera”, por Philippe Dubois, e “Teoria e Crítica Cinematográfica”, por Marcelo Ikeda, na Escola Lume de Cinema. Ministrou o minicurso “O Lugar da Paixão: Literatura e Cinema de Marguerite Duras”, na Escola Vila das Artes. Fez Mestrado em Letras da UFC, com pesquisa em Literatura Comparada sobre a obra literária e cinematográfica de Marguerite Duras. COMITÊ DE SELEÇÃO Nome Completo: Rúbia Mércia de Oliveira Medeiros / Nome artístico: Rúbia Mércia Função: Curadora Cearense, realizadora, pesquisadora, curadora, educadora audiovisual e gestora de projetos. Desde 2010 denvolve pesquisa em formação artística no audiovisual. Curadora da Mostra Cine Caratapa. Coordenadora do Programa de Audiovisual da Escola de Cultura e Artes do CCBJ. Doutoranda no Programa de Pós em Comunicação do Instituto de Cultura e Artes (UFC), com a pesquisa "Gesto, Corpo e Cena: processos de formação em filmes realizado por mulheres). Integrante do grupo de pesquisa LEEA – Laboratório de Estudos e Experimentações em Artes e Audiovisual(ICA/UFC) e Poéticas Femininas- Políticas Feministas (PPGCOM/UFMG). Atua em diversos projetos de formação audiovisual no Ceará e no Brasil. Faz parte do coletivo/produtora Caratapa, um coletivo de artistas mulheres que desenvolve trabalhos em cinema com intercâmbio de outras linguagens artísticas. Foi convidada do Seminário Nacional de Cultura e Educação (MINC/MEC) no grupo de trabalho - "Audiovisual nas Escolas"(junho-2023-Brasília). Nome Completo: Pedro Diógenes Parente Coelho / Nome artístico: Pedro Diógenes Função: Curador Cearense, dirigiu e roteirizou 8 longas-metragens, realizou 11 curtas e trabalhou como técnico de som em mais 60 filmes. Seus longas foram distribuídos nas salas de cinema do Brasil, além de terem sido exibidos e premiados em importantes festivais. Pedro dirigiu os longas: A Filha Do Palhaço (2022), Pajeú (2020), Inferninho (2018), O Ultimo Trago (2016), Com Os Punhos Cerrados (2014), No Lugar Errado (2011), Os Monstros (2011) e Estrada Para Ythaca (2010). Formou-se na primeira turma da Escola de Audiovisual de Fortaleza em 2008, integrou o coletivo Alumbramento entre 2010 e 2016 e atualmente faz parte do grupo Marrevolto Filme. Nome Completo: Ulisses Arthur Bonfim Macedo / Nome artístico: Ulisses Arthur Função: Curador Nasceu em Viçosa-Alagoas, e atualmente vive e trabalha na capital Maceió. É formado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e atua nas áreas de roteiro, direção e coordena projetos de formação em cinema. Possui uma diversa produção de curtas-metragens entre eles: CorpoStyleDanceMachine(2017), As Melhores Noites de Veroni (2017) e Ilhas de Calor (2019). Em 2020 foi um dos artistas selecionados para o Programa IMS Convida do Instituto Moreira Salles, desenvolvendo a obra Encanto Desencanto Encanto, durante a pandemia do Covid-19. Atualmente dedica-se ao desenvolvimento do seu primeiro projeto de longa-metragem Não Estamos Sonhando. Ulisses Arthur é sócio fundador da produtora de cinema Céu Vermelho Fogo Filmes. JURADOS Nome Completo: Fernanda Brasileiro Costa / Nome artístico: Wara Função: Jurade Diretora e roteirista especializada em Direção de Ficção na Escola Internacional de Cinema e Tv (Cuba) e graduada em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Ceará (UFC/Brasil). Sua tese, “Soberane”, é ganhadora do Pardino D'oro de melhor curta-metragem internacional no 75° Festival de Locarno. Seu curta “Quem te deu nome?” foi nomeado como melhor filme no FESAALP 2021 na categoria de Videominuto. Seu projeto de longa-metragem “Quem deu nome à Terra?” ganhou o Prêmio TFL Next, Pop Up Film Residence e Cinéma en Développement no 12° BrLab. Atualmente, desenvolve o “Projeto Âmbar”: uma série de obras audiovisuais que, partindo da perspectiva de um corpo racializado, queer, em um meio estrangeiro e/ou inóspito, buscam pertencer ou assumem o “não-lugar” como seu verdadeiro espaço e ponto de partida, explorando o gênero da ficção científica." Nome Completo: Larissa Goes de Moraes da Silva / Nome artístico: Larissa Goes Função: Jurada Atriz e cantora cearense. Sua carreira perpassa experiências no cinema, no teatro e na tv. Participou das peças “Barracal” (dir. Andréia Pires), “A Hora da Estrela, o musical” (dir. André Gress), "Por um triz" (dir. Joca Andrade); dos longas-metragens “Fortaleza Hotel” (de Armando Praça), “Cabeça de Nêgo” (de Déo Cardoso), “A Praia do Fim do Mundo” (de Petrus Cariry), "Quando eu me encontrar" (de Michelline Helena e Amanda Pontes); do média-metragem "Corte" (de Andréia Pires); novela “Velho Chico” (dirigida por Luiz Fernando Carvalho); telefilme “Baião de dois” (de Alan Debberton); série “Meninas do Benfica” (de Roberta Marques e Luciana Vieira), série "Cine Holliúdy" (dirigida por Patrícia Pedrosa, Renata Porto D'ave e Halder Gomes). Nome Completo: Lucas Coelho de Carvalho / Nome Artístico: Lucas Coelho Função: Jurado Cearense, é realizador audiovisual formado pela Escola de Audiovisual de Fortaleza - Vila das Artes - e Sonidista egresso do curso regular (2012-2015) da EICTV - Escuela Internacional de Cine y Tv de San Antonio de los Baños - Cuba. Trabalha em todas as etapas da criação sonora para audiovisual: som direto, edição de som e mixagem, além de contribuir com obras de artes visuais e artes instalativas. Mixador no Atelier Rural, tem um estúdio de edição de som 5.1 e mixagem para broadcast em Fortaleza. Os filmes em que trabalhou participaram em alguns dos principais eventos cinematográficos do Brasil e do mundo, como o Festival de Cinema de Brasília, Festival do Rio, Mostra de Cinema de Tiradentes, Janela Internacional de Recife, Tribeca Festival, Berlinale, IFRR-Rotterdam, Locarno Film Festival, FIDMarseille, Cínema du Réel, IndieLisboa, Festival del Nuevo Cine Latino-americano de La Habana, Festival de Cartagena entre outros. No eixo de formação, ministrou oficinas de som para audiovisual na Vila das Artes, Porto Iracema, Unifor, UFC, Porto Mídia e SP Escola de Teatro.
PROJETO ARQUIVADO.