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O Festival Nacional de Hip-Hop do Recôncavo (FENAHR) é um evento cultural voltado às danças urbanas e a cultura Hip-Hop que será realizado na cidade de Cachoeira-Ba, durantes 3 (três) dias. Com objetivo de auxiliar na formação técnica dos artistas e fortalecer a rede cultural por meio de atividades artísticas, como workshops de dança e graffiti, exposição de arte urbana, rodas de conversa, feira cultural de economia solidária, pockets shows, oficinas de capacitação e batalhas de dança, além disso, criar espaços de trocas de experiências e formação com profissionais locais e de diversas regiões do Brasil.
A) PALESTRAS As palestras tem por objetivo de oportunizar aos participantes espaços de diálogos e de informações; que exponham os desafios, problemáticas, oportunidades, ferramentas e instrumentos capazes de auxiliar na formação técnica dos agentes da cultura Hip-Hop dimensionando as fundamentações ideológicas que englobam este movimento cultural. TEMÁTICAS: 1. ENGAJAMENTO DA CULTURA HIP-HOP NAS MÍDIAS SOCIAIS 2. O MOVIMENTO HIP-HOP COMO UMA FERRAMENTA ANTIRRACISTA3. EMPREENDEDORISMO DENTRO DO HIP-HOP4. MOVIMENTO HIP-HOP NO INTERIOR NA BAHIA CLASSIFICAÇÃO LIVRE B) FEIRA CULTURAL A Feira Cultural de Economia Solidária será um espaço aberto para todos aqueles que fazem parte do terceiro setor e tenham interesse em expor os seus trabalhos. Todavia, para esta ação buscaremos o apoio do CESOL (Centro de Economia Solidária), juntamente com agentes da economia solidária e expositores com trabalhos voltados para a cultura Hip-Hop e que tenham interesse estabelecer uma parceria com o intuito de facilitar a construção deste espaço de geração de renda e valorização dos pequenos produtores, artesãos e outros. CLASSIFICAÇÃO LIVRE C) EXPOSIÇÃO DE ARTE A proposta da exposição é destacar obras artesanais criadas pelo artesão, graffiteiro e escultor Jaygrafites, que em sua trajetória criou diversas peças com matérias recicláveis e outros com predominância de materiais de metal e madeira. Essas obras têm forte apelo aos elementos da cultura Hip-Hop ,ao empoderamento negro, representação feminina, regionalidade e outros aspectos. Assim está exposição serve para da espaço a um dos artistas da cidade de Cachoeira que possuem uma produção relevante, mas ainda não teve oportunidade de demonstrar os seus trabalhos dentro do município. E diante de um festival que possuem uma abrangência nacional torna-se um espaço de vitrine para que este possa assim alcançar outros espaços do país. Artista local: Jadilson Oliveira da Conceição (Jaygraffites) CLASSIFICAÇÃO LIVRE D) POCKET SHOW As apresentações artísticas tem como objetivo dar visibilidade e gerar renda aos artistas locais e grupos da vertente do Hip Hop baiano. Serão convidados 10 grupos e coletivos de RAP, MC, DJ's e Dançarinos da região, sendo 3 deles de âmbito nacional. CLASSIFICAÇÃO LIVRE E) BATALHAS DE DANÇA As batalhas são competições que são tradição na cultura Hip-Hop nas suas linguagens artísticas. É uma ferramenta de encontro de diversos artistas a desafiar suas habilidades praticadas através dos treinos, uma das principais vitrines de diversos dançarinos pelo Brasil, que buscam seu reconhecimento através de vários eventos que participam e uma das formas de geração de renda para a cultura, além do ensino da dança. CLASSIFICAÇÃO LIVRE F) COMPETIÇÃO DE GRUPO DE DANÇA A mostra coreográfica competitiva tem por objetivo valorizar as crews e grupos que possuem trabalhos com as vertentes das danças urbanas da cultura Hip-Hop. Será criado regulamento para inscrições dos grupos, que serão selecionados a partir de vídeos enviados no prazo a ser definido pela curadoria em conjunto com a direção do projeto. CLASSIFICAÇÃO LIVRE G) WORKSHOPS WHORSHOP DE DANÇA: Serão oferecidos workshops de danças urbanas da cultura Hip-Hop com foco nos estilos (Breaking, Popping, Dancehall, Krumping, Locking, Hip-Hop Kids e Hip-Hop Coreografias) com módulos iniciantes para inserção de novos adeptos da dança e formação de público. e módulos avançados para aprimoramento das técnicas dos dançarinos presentes, entendendo a importância das fundamentações teórico-prática acerca das danças urbanas, em que os oficineiros utilizarão de referencial bibliográfico de livros, filmes, apostilas que serão indicadas aos participantes e cada oficineiro terá sua própria dinâmica metodológica de condução das oficinas. Cada oficina terá capacidade de 20 a 25 participantes. WHORKSHOP DE GRAFFITI: O Graffiti é um elemento da cultura Hip-Hop, que através da escrita, desenho, pintura e outras técnicas afins é como forma de comunicação visual, expressão identitária e expressão artística que pode ou não retratar a realidade, com a possibilidade de criatividade ampla. Nas oficinas que serão propostas no festival, especificamente para o público infantil tem por objetivo estimular a ludicidade no mundo infantil e conhecimento da cultura Hip-Hop através de personagens criados, representando o tema do festival. CLASSIFICAÇÃO LIVRE
Objetivo geral: Decreto nº 10.7555/21Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Pois o projeto visa valorizar a produção local através do movimento hip-hop com a musicalidade, artes plásticas e as danças, além de conectar essa cultura com as manifestações artísticas regionais, principalmente as de matriz africana como capoeira, dança afro e outros. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; Pois a proposta pretende promover a formação técnica das danças do Hip-hop no recôncavo baiano, através do intercâmbio cultural entre os artistas nacionais. XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; pois o objetivo é realizar a criação de espaços de troca e valorização de ações culturais através de palestras, oficinas, feira de economia solidária, exposição de arte e apresentações de diferentes grupos/cantores. Objetivo Específico: A) Produto FESTIVAL - OFICINA/WORKSHOP • Realizar 7 aulas gratuitas de 2h para cada modalidade das danças urbanas, sendo elas: (breaking, popping, dancehall, krumping, locking, hip-hop kids, Hip-hop coreografia) durante 3 dias, para 175 pessoas, em um total de 14h aulas. • Realizar 2 aulas de 2h/a de oficina gratuita de técnicas de graffiti durante 2 dias para 50 pessoas, em um total de 4h aulas. • Realizar 4 palestras de 2h/a, durante 3 dias de evento com acesso gratuito para um público de 200 pessoas, totalizando 8h de atividades. B) Produto FESTIVAL - CONCURSO • Realizar 4 batalhas de dança com 2h cada, nas modalidades Breaking Dance, Popping, Openstyle e Coreografia (grupo), durante 3 dias para um público de 500 pessoas, totalizando 8h de atividades. C) Produto FESTIVAL- EXPOSIÇÃO DE ARTES • Realizar 1 Exposição de Arte com tema sobre o Hip-hop com 8h por dia, que irá acontecer durante 3 dias com acesso livre, totalizando 24h e um público de 500 pessoas. • Realizar 1 Feira cultural de Economia solidária com 8h por dia, que irá acontecer durante 3 dias, ficará disponível para visitação durante todo o evento com acesso livre, totalizando 24h e um público de 500 pessoa. D) Produto FESTIVAL - APRESENTAÇÃO MUSICAL/ARTÍSTICA / POCKET SHOWS • Realizar 10 Apresentações culturais (música, dança, performance e etc), com 4h por dia, que irá acontecer durante 3 dias, com total de 12h para um público de 1500 pessoas. E) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar oficina de formação em danças urbanas de 40h/aula com emissão de certificado para 300 alunos de escola pública;
Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Pode-se perceber que os artistas da cultura Hip-hop estabelecidos na Bahia como um todo, tem driblado as dificuldades impostas, no que tange ao acesso a formações e o enfrentamento de marginalização da cultura, que não inviabiliza, mas dificulta a inserção em algumas dinâmicas. Devido a isso, acredita-se que o Festival Nacional de Hip-hop no Recôncavo (Fenahr), irá aumentar a visibilidade do cenário do hip-hop (dança, graffiti, música) na região, tecendo importantes conquistas em termos técnicos e colaborativos, reduzindo os distanciamentos presentes entre artistas do movimento que são reconhecidos no mercado e destacam trabalhos consagrados, ampliando a visão dos agentes que ainda sentem essa necessidade de um espaço para demonstrar sua performance, promovendo um fortalecimento identitário dos agentes culturais locais, durante a programação do evento, disponibilizando uma rentabilidade através das premiações nas batalhas de dança e na competição coreográfica, onde R$20.000,00 será direcionado para apoiar esses artistas nas diversas modalidades das danças do Hip-hop, além de desafiá-los para o contato com outros artistas do Brasil e do mundo. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; Através da realização das batalhas de dança, com 4 modalidades diferentes para competição, todas terão incentivo de premiação para os 3 primeiros colocados, tornando esses prêmios um estímulo para que os artistas de diferentes locais do Brasil venham a cidade sede, e que os próprios dançarinos locais tenham um espaço ainda mais acessível para tal feito além de valorizar seus trabalhos ao longo do ano. c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; O Hip-hop tem se mostrado uma importante ferramenta socioeducativa na inserção dos jovens de vulnerabilidade socioeconômica, estabelecendo a capacitação nas diversas áreas que o movimento abrange, de forma inclusiva, autônoma e participativa. E as danças do hip-hop tem alcançado desde o seu surgimento um número expressivo de adeptos em distintos espaços do mundo, ditando uma pluralidade artística, com constante evolução e difusão de elementos criativos e inovadores, destaca-se ainda as experiências do Projeto ABW (Associação de bboys e bgirls para o mundo) que atua desde 2006 em Cachoeira-BA, e tem promovido importantes resultados em termos de fomento às práticas da cultura Hip-hop, agregando mais de 200 jovens em atividades de formação técnica em danças, nos diversos espaços onde o grupo atuou diretamente. Portanto, os cursos de formação artística do evento, com profissionais de âmbito nacional, irão agregar e potencializar o trabalho realizado pela ABW e de outras instituições da Bahia. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A importância de dar visibilidade e gerar renda aos artistas e grupos da vertente do Hip-Hop em Cachoeira e região, através de apresentações culturais ao longo do evento, tecendo conquistas relevantes em termos técnicos e colaborativos, reduzindo os distanciamentos presentes entre artistas do movimento que são reconhecidos no mercado e destacam trabalhos consagrados e ampliando a visão dos agentes que ainda sentem essa necessidade de um espaço para demonstrar sua performance, promovendo um fortalecimento identitário dos agentes culturais locais, durante a programação do evento, disponibilizando uma rentabilidade, além de desafiá-los para o contato com outros artistas do Brasil e do mundo. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O município e outras cidades do recôncavo guardam em seus domínios restrições de formação para os artistas que de forma independente vem sobrevivendo das suas atividades ainda de forma limitada, sobressaindo poucos trabalhos desenvolvidos, e utilizando-se do fazer artístico manual, como o artesanato, onde a Feira Cultural de Economia Solidária e a Exposição de Hip-hop apresentará durante o evento, com o intuito de divulgar e gerar renda através dessas tradições populares. Além disso, comprova-se essa realidade através da pesquisa monográfica sobre economia da cultura em Cachoeira, realizada pela economista Renaildes Cintra "[...] os setores culturais que possuem maior participação cultural no município é o Artesanato com 25%, Música com 23%, 18% e 16%, respectivamente para os segmentos de Cultura Popular e Artes Plásticas." (p.70, 2017). IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos Visando a formação crítica, intelectual e política dos jovens, a ABW criou o DEPD - Departamento de Estudos, Pesquisas e Desenvolvimento para a cultura hip-hop, realizando ações que cobrem estes três eixos da extensão, de modo a proporcionar aos integrantes uma maior vivência, facilitando o ensino-aprendizado a partir de diversas ações, inclusive através de palestras e workshops onde se levanta diversos temas importantes para a comunidade. Assim, com as palestras que serão realizadas no FENAHR, podemos realizar novos levantamentos e pesquisas nesse intercâmbio cultural com as diversas áreas que abrange a cultura hip-hop, dialogando e compartilhando esses conhecimentos durante o projeto.
PLANO DE CURADORIA Plano de curadoria referente à programação do Projeto FENAHR - Festival Nacional de Hip-Hop do Recôncavo: A Curadoria juntamente com a Coordenação Geral do evento FENAHR - Festival Nacional de Hip-Hop do Recôncavo, fará a seleção dos artistas participantes que irão compor a programação no evento, dos oficineiros e palestrantes, indicação dos jurados das competições e elaboração do cronograma da programação, bem como suporte na estruturação de todos as ações que integram a programação do festival. Os profissionais que ministrarão as oficinas, palestras e jurados das competições serão scolhidos por possuírem experiência e notório saber no mercado da dança, através de companhias e escolas de dança, pesquisa e ensino na área, com o objetivo a formação técnica dos artistas das danças do Hip-Hop no recôncavo baiano, e novos conhecimentos a novos adeptos e simpatizantes, a nível do estado da Bahia e nacionalmente, através do intercâmbio cultural com esses artistas nacionais. O festival também irá fomentar as diversas áreas da cultura Hip-Hop, com a inclusão das linguagens que compõem essa cultura na programação do evento, através das apresentações artísticas de MCS e Djs, grupos de dança, oficinas de graffiti e exposição de artes, feiras solidárias e palestras, incentivando o empreendedorismo e geração de renda, gerando interseccionalidades entre as mesmas, com o foco na dança. WORKSHOPS DE DANÇAS URBANAS Serão oferecidos workshops de danças urbanas da cultura Hip-Hop com foco nos estilos (Breaking, Popping, Dancehall, Krumping, Locking, Hip-Hop Kids e Hip-Hop Coreografias) com módulos iniciantes para inserção de novos adeptos da dança e formação de público. e módulos avançados para aprimoramento das técnicas dos dançarinos presentes , entendendo a importância das fundamentações teórico-prática acerca das danças urbanas, em que os oficineiros utilizarão de referencial bibliográfico de livros, filmes, apostilas que serão indicadas aos participantes e cada oficineiro terá sua própria dinâmica metodológica de condução das oficinas. As inscrições serão realizadas através de formulário disponibilizado nas redes sociais do festival a serem criadas pela equipe de comunicação do evento. Cada oficina terá capacidade de 20 a 25 participantes, com duração de 2horas/aula cada modalidade. WORKSHOPS DE GRAFFITI O Graffiti é um elemento da cultura Hip-Hop, que através da escrita, desenho, pintura e outras técnicas afins são como forma de comunicação visual, expressão identitária e expressão artística que pode ou não retratar a realidade, com a possibilidade de criatividade ampla. Nas oficinas que serão propostas no festival, especificamente para o público infantil tem por objetivo estimular a ludicidade no mundo infantil e conhecimento da cultura Hip-Hop através de personagens criados, representando o tema do festival. Cada oficina terá capacidade de 20 a 25 participantes, com duração de 2horas/aula cada modalidade. TEMA: A magia dos pincéis A proposta desta oficina é trabalhar com elementos lúdicos e que exponha a criatividade dos participantes, por meio da utilização de desenhos e pinturas do universo infantil de modo a despertar o interesse pela pintura. Público alvo: Crianças Faixa etária: de 7 a 11 anos TEMA: Colorindo Muros e Representatividade no Hip-Hop Essa oficina terá a função de disseminar conhecimentos técnicos introdutórios para a prática de graffiti nos muros utilizando personagens criados com inspiração nas linguagens artísticas do Hip-Hop com foco nas suas danças urbanas. Público alvo: adolescentes Faixa etária: a partir dos 12 anos CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DAS BATALHAS/COMPETIÇÃO E PREMIAÇÕES - Processo de inscrição; O processo de inscrição online, ficara aberto durante 1 mês, encarrando o prazo 2 meses antes da execução das atividades, no site do Festival para os artistas na modalidade de Popping, Breaking, Openstyle e coreografias em que haverá um edital de seleção descrevendo os regulamentos, contendo a apresentação do evento e a ficha de inscrição, além de informações adicionais sobre todo o processo de seleção. - Avaliação dos inscritos; Essa fase compreende a avaliação dos inscritos para as modalidades de breaking, popping e open style e danças coreográficas. No qual a comissão julgadora que é composta pela coordenação de dança e o curador do Festival, terá a função de avaliar se as propostas apresentadas dialogam com a finalidade do Festival e especificações técnicas para o processo de pré-seleção expostas no Edital. O meio de avaliação dos grupos será realizado com o envio de material em vídeo ou por endereço eletrônico expondo os domínios técnicos e concepções de danças dentro do Hip-Hop, além de informações de funcionamento do grupo. Após avaliação será enviado a confirmação de seleção aos participantes com os requisitos básicos para a participação via e-mail e postagens da lista dos trabalhos aprovados nas midias sociais - Pré-seleção; Esta etapa ocorrerá durante o Festival, no qual os jurados selecionados pela coordenação e o curador do evento terão a função de analisar tecnicamente os dançarinos do Hip-Hop nas modalidades descritas durante o período de inscrição (Popping, Breaking e Openstyle). Selecionando 08 duplas de cada modalidade para a batalha final. Deve-se destacar que para os grupos de dança a pré-seleção será feita durante o processo de inscrição e serão selecionados 10 trabalhos coreográficos. - Batalhas e Competição Coreográfica / Premiação Nesta etapa os jurados farão a análise da performance em dança dos artistas que se inscreveram para as batalhas e competições em grupo, destacando os artistas que serão premiados nas três colocações de cada modalidade. O repasse do valor da premiação será realizado durante a pós produção do evento - Premiação Total de premiação será no valor de R$ 20.000,00 distribuído da seguinte forma, para cada modalidade: 1° colocação R$ 3.000,00 2° colocação R$ 1.500,00 3° colocação 500,00
A) FESTIVAL DE HIP HOP: Oficinas e palestras, apresentações culturais, batalhas de dança, exposição e feira Acessibilidade física: O local de realização das oficinas será adequado a pessoas com deficiências físicas e/oumobilidade reduzida (banheiros adaptados, rampas de acesso, assentos reservados, corredores largos).Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Nas oficinas e palestras, haverá a presença de um intérprete de libras,para tradução simultânea das atividades e conteúdos.Item na planilha: Intérprete de libras.Acessibilidade para PcD Visuais: Nas oficinas, haverá presença de monitor especializado.Item na planilha: Monitores. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aosconteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Nas oficinas, haverápresença de monitor especializado.Item na planillha: Monitores. B) Contrapartida Social Acessibilidade física: O local de realização das oficinas será adequado a pessoas com deficiências físicas e/oumobilidade reduzida (banheiros adaptados, rampas de acesso, assentos reservados, corredores largos).Item na planilha: Não se aplica. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Nas oficinas, haverá a presença de um intérprete de libras,para tradução simultânea das atividades e conteúdos.Item na planilha: Intérprete de libras. Acessibilidade para PcD Visuais: Nas oficinas, haverá presença de monitor especializado.Item na planilha: Monitores. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aosconteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Nas oficinas, haverápresença de monitor especializado.Item na planillha: Monitores.
Democratização de Acesso Produto: Festival Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; O acesso aos Workshop, palestras, exposição de arte, feira cultural e as oficinas serão totalmente gratuitas para todas as faixas etárias. No entanto para as atividades de shows, batalhas de dança e competição coreográficas serão cobrado a entrada social no valor de R$ 5,00 para cada atividade, sendo meia entrada para os adolescentes e adultos (comprovação de estudante), já as crianças e idosos terão livre acesso. A estratégia de divulgação para este projeto concentra-se no site da ABW - Association of B-boys and B-Girls to the Word, e nas utilização das mídias sociais (facebook, instagram, whatsapp, youtube e etc). Serão utilizados também outros mecanismos como as rádios locais das cidades do recôncavo, distribuição de materiais informativos impressos em diversas cidades, além de divulgação em sites e redes sociais de parceiros e de veículos de comunicação que tratam também sobre a cultura Hip-hop e seus elementos. Será realizado ações pontuais que auxiliem na mobilização local, como divulgação em escolas, ongs e espaços culturais da cidade e outros municípios. Ampliação de Acesso: Produto: Contra partida Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; • Pois realizaremos oficinas gratuitas em escolas publicas após o festival, compartilhando os conhecimentos adquiridos. Produto: Festival II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; • Pois divulgaremos os registros dos resultados realizados durante as atividades do projeto para acesso de todos os participantes. IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como:a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre;
RENAILDES DÓREA SILVA DE CINTRA Função no projeto: Coordenadora Geral Informações profissionais: Mestra em Economia e Políticas Culturais e Indústrias Criativas pela UFRGS e Bacharel em Ciências Econômicas pela UEFS.É Fundadora e Coordenadora executiva do Ponto de Cultura -ABW desde 2006 e também é idealizadora do FENHAR (Prêmio Jorge Portugal), Secultba em 2020. Atuou como Coordenadora geral do projeto cultural Cachoeira “Dança Cachoeira-2019''. E ganhou o Prêmio Inspirar para lideranças femininas, realizado pelo Instituto Neoenergia em parceria com a Baluarte Cultura em 2022. Possui experiência em produção cultural, coordenação geral de projetos, coreografia,dançarina, e no ensino da dança em instituições culturais como o Cuca/UEFS. Atuou no Conselho de Políticas Culturais de Cachoeira, sendo membro do Comitê Gestor Municipal das Ações Emergenciais destinadas ao setor cultural. A proponente será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, será remunerada pela rubrica de Coordenação Geral GISELLI FERREIRA DE OLIVEIRA Função no projeto: Coordenadora de Palestras Informações profissionais: Mulher preta e pessoa com deficiência. Envolvida em causas sociais relacionadas a questões raciais e da pessoa com deficiência, tendo participado de diversos eventos como palestrante. Foi uma das fundadoras do extinto, Núcleo de Estudantes Negros e Negras da UFRB (Akofena). Graduada em ciência social na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e graduanda do curso de direito. Artesã e empreendedora com a marca Quilombelas, tendo experiências em organizações de feiras e eventos voltados para essa temática. Escritora, única mulher que participante da coletânea, Canoas do Paraguassu, da editora UFRB e co autora do HQ, As Aventuras de Lurdinha. Poetisa, com participações em saraus e eventos como FLICA e Caruru dos Sete Poetas. Coordenadora Cultura do Projeto Escolas Culturais do Governo do Estado entre 2018 à 2019. Oficineira de turbante, estética Negra e escrita criativa, atuando nesse segmento em diversas escolas, eventos e no projeto, irmandade da Palavra. Trabalha como produtora de Amana e Naíma. Membro do Conselho Municipal de Cultura de Cachoeira no segmento artesanato. Ocupa a coordenação sociocultural na Associação ABW. SIBELE SUDRÉ PEREIRA Função no projeto: Coordenadora de Arte e Comunicação Bacharel em Artes Visuais pela UFRB. Diretora de Arte e Comunicação do ponto de cultura ABW, sobre o movimento Hip-hop na cidade de Cachoeira-BA. Arte educadora com foco em técnicas de desenho e pinturas urbanas em diferentes projetos sociais. Realiza produções audiovisuais para grupos de RAP do Recôncavo Baiano, atuando como videomaker/fotografia; ganhou premiações de Melhor Videoclipe no II Festival de CinemaNegro em Ação, com a música Falo D’Mais. Idealizadora da marca artística Coração de Quipá, onde atua também como designer gráfica/ilustradora, grafiteira e fotógrafa. Mantêm-se produzindo e pesquisando de maneira independente, trabalhos nas diversas linguagens artísticas, como Grafitti e ilustração. ANDRESON LUIS DÓREA DA SILVA DE CINTRA Função no projeto: Produção Executiva Anderson Dórea é técnico em produção cultural (Desenvolvimento Artístico), empreendedor, graduado professor de capoeira pela Associação Cultural Capoeira Aaça, graduando do curso de licenciatura em matemática (UNICESUMAR), cofundador e diretor financeiro da associação ABW (Association of Bboys and Bgirls to the World), também, foi representante do segmento de dança do conselho municipal de políticas culturais de cachoeira 2016 a 2021. Atuou como produtor nos projetos Minerva - Oficina de Luthieria, Soprando um Sonho e Charanga da Minerva (lei Aldir Blanc) (2020 -2021), Projeto Raízes do Ébano online (lei Aldir Blanc) (2020-2021), do Festival Nacional de Hip hop do Recôncavo online (lei Aldir Blanc) (2020-2021), Feira Literária Internacional de Cachoeira (2017-2022), A Rua em Movimento (2017), Projeto Hip-hop Dance nas Comunidades Rurais de Cachoeira (2017) e Festival Dança Cahoeira (2014-2022). JANDERSON JESUS SANTOS Função no projeto: Coordenador de Oficinas Janderson Jesus Santos é Produtor Cultural, pesquisador e graduado em Serviço Social pela UFRB. Possui experiência em eventos culturais e desde 2015 participa na produção e fomentação da cultura local da cidade de Cachoeira/BA e região. Atuou como Assessor de Comunicação no renomado projeto da Quarta dos Tambores até seu término em 2016, em que foi membro ativo da Comunidade do Tambor. No projeto atuou na articulação e participação dos terreiros de candomblé, dos grupos culturais e demais artistas da região no centro histórico da cidade de Cachoeira/BA. Desde 2017 vem atuando no setor sociocultural da Associação de Bboys e Bgirls para o Mundo- Projeto ABW, operando na realização do “Projeto Hip-Hop Dance nas Comunidades Rurais de Cachoeira” e “A Rua em Movimento”, ambos em 2017; no “Festival Dança Cachoeira” em 2019 a 2022 e do “Festival Nacional de Hip Hop do Recôncavo” que ocorreu em 2021 de forma online. No Projeto ABW coordena o Departamento de Estudos e pesquisas sobre a cultura e Movimento Hip-hop e oferecendo aulas de Inglês para os jovens da comunidade de Cachoeira-Ba
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.