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Cine à Tardinha é um projeto de ocupação do espaço público, utilizando diversas abordagens artísticas, em Minas Gerais. Será realizada 1 edição, com duração de dois dias. A programação conta com exibição de curtas-metragens brasileiros, filmes clássicos do cinema mundial, além de intervenções artísticas com apresentações de música instrumental e circo. Tudo com entrada franca.
Não se aplica. Toda programação do Cine à Tardinha será definida em fase de pré-produção. O conceito curatorial do projeto parte da intenção de fazer do evento uma atividade cultural acessível para toda família, para todas as idades. Logo, os filmes a serem exibidos, bem como as demais apresentações artísticas, terão classificação livre. O foco será na potência agregadora da arte, de nos situar no mundo como pessoas que vivem umas com as outras e em sociedade. O horário do fim da tarde e início da noite, entre 16h e 20h, também é uma estratégia para incentivar a presença de pessoas de diferentes idades, incluindo famílias com crianças e idosos, já que esse é um período que atende às particularidades de cada faixa-etária: não é nem cedo, nem tarde demais. O objetivo é sensibilizar segmentos de diferentes classes sociais e faixas etárias. Serão três sessões, uma sexta, uma sábado e outra domingo, em localidade de Belo Horizonte, a ser definida na fase de pré-produção, junto aos parceiros e patrocinadores, de acordo com as demandas técnicas e datas.
Cine à Tardinha é uma experiência de bem-estar, lazer e cultura. Encontrar amigos, estar em contato com a natureza, brincar com as crianças, ir ao cinema, assistir a apresentações artísticas. Em sua segunda edição, sessa vez em Belo Horizonte (MG), o público será convidado a viver uma experiência inédita, tendo uma tela de cinema de led como elemento central. Entre sexta e domingo, serão realizadas exibições de filmes de curta e longa-metragem, apresentações de música e circo. Tudo com entrada franca ao público. Não se trata de mais um evento de cinema ao ar livre. O Cine à Tardinha se propõe a ser uma plataforma de programação que usa da linguagem audiovisual para promover uma experiência compartilhada com o público, com conforto e qualidade nas atrações. Quanto aos filmes, abrindo cada sessão, haverá exibição de curta-metragem brasileiro, seguido de algum grande clássico do cinema mundial, ambos com classificação livre, atendendo a toda família. MOSTRA/FESTIVAL - Programação da edição - Exibição de 2 (dois) filmes de longa-metragem, clássicos do cinema mundial - Exibição de 2 (dois) curta-metragens nacionais - 1 apresentação música instrumental - 1 apresentação de música - 1 apresentação de circo Em 2022, foi realizada a primeira edição do projeto, na cidade de Divinópolis (MG), por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Na ocasião, mais de 4 mil pessoas participaram das atividades gratuitas, com imenso sucesso de público e crítica. Por que à tardinha? O fim de tarde é um momento do dia particularmente adequado para um evento voltado a pessoas de diferentes idades. É um período que atende às singularidades de bebês, crianças, jovens, adultos e idosos. O momento de queda da luz natural também favorece a projeção audiovisual, tema no projeto. Além disso, o pôr do sol favorece a produção de imagens incríveis que se somam à atmosfera aconchegante do Cine à Tardinha. Cenografia A cenografia e ambientação serão pensadas de modo a se integrarem à paisagem local, com iluminação conforme necessidade. A ideia é criar uma atmosfera cinematográfica, que inspire conforto e aconchego. Estrutura e conforto O maior diferencial do Cine à Tardinha será a possibilidade de assistir aos filmes deitados em centenas de cadeiras de praia, além de uma estrutura cenográfica temática. Tudo isso tendo como elemento central uma enorme tela de LED de 50 metros quadrados. Objetivo Geral: · Viabilizar mais do que um cinema ao ar livre no fim de tarde, mas uma plataforma de programação que parte da linguagem audiovisual para promover uma experiência sensível compartilhada com um público plural, permitindo que as pessoas, junto com suas famílias, possam celebrar a cidade de Belo Horizonte, em uma iniciativa que integra arte e espaço público. Objetivos Específicos: · Realizar uma edição do Cine à Tardinha, com programação diferente no sábado e domingo; · Fazer uso de espaço público arborizado, como ruas, praças e parques da região Centro-Sul de Belo Horizonte, que permita realizar montagens em harmonia com o dia a dia de quem frequenta esses lugares (local será definido junto à curadoria na fase de pré-produção); · Criar uma atmosfera cinematográfica, que inspire conforto e aconchego, através de projeto de cenografia, com mobiliário diferenciado, a fim de transformar o espaço público em um verdadeiro refúgiosno meio do centro urbano, atraindo público diverso; · Realizar programação artística com apresentações descentralizadas nos locais de evento, antes e após a sessão de cinema, contando com apresentações de música instrumental, intervenções circenses; · Difundir o cinema brasileiro e a história do cinema mundial, através de sessões com classificação livre que contemplem exibição de um curta-metragem brasileiro, seguido de um grande clássico do cinema mundial, exibindo filmes diferentes por dia, em cada local de realização do evento.
Belo Horizonte não tem esse nome à toa: é quase que um convite para experimentar a cidade ao ar livre e para apreciar suas vistas e cenários tão particulares. Essa vivência em espaços públicos possibilita aumentar conexões sociais e senso de comunidade. Arte e cultura também são expressões fundamentais para criação e estreitamento de laços sociais, principalmente em uma vizinhança, pois convidam as pessoas a experimentarem, em um mesmo momento e local, uma vivência sensível compartilhada. Através do contato com atividades culturais, podemos nos situar no mundo como pessoas que vivem em sociedade. No entanto, significativa parte da população de Belo Horizonte ainda não possui como hábito a participação em atividades culturais, mesmo que gratuitas. Tanto é que, segundo estudo recente da consultoria J. Leiva(*), aproximadamente 733 mil pessoas não saíram nenhuma vez de casa para esse fim em 2017. Vale observar que a decisão de ir ou não a peças de teatro, ao museu ou ao cinema, não se restringe à excelência da programação. Condições de acesso, como preço, local do evento e horário, bem como a certeza de um ambiente seguro para a diversidade e segmentação da programação são fatores que atravessam o consumo cultural. Nesse movimento, observa-se que é cada vez mais comum a opção por escutar músicas, visitar virtualmente exposições e assistir filmes no reduto de casa, onde é possível ter controle total do ambiente, inclusive de quem o frequenta. Se por um lado isso pode gerar uma maior sensação de segurança e conforto, por outro, limita a experiência social e a vivência na cidade. Com a intenção de promover o consumo cultural no espaço público e junto ao tecido social de Belo Horizonte, foi idealizado o projeto Cine à Tardinha, com programação pensada em detalhe para incentivar a presença de amplo público, de diferentes classes sociais e faixa etária. O projeto parte da linguagem audiovisual como um recurso, já que na mesma pesquisa da J. Leiva, mencionada anteriormente, o cinema aparece como a atividade cultural que mais motiva o consumo externo, tendo sensibilizado cerca de 66% da população local, ou seja, algo como 1,4 milhões de moradores da capital mineira. Em alguma medida, a experiência de ir a uma sala de cinema para assistir um filme perpetua um ritual coletivo fundamental que atravessa gerações, desde que as pessoas começaram a se juntar ao redor de uma fogueira. Considerando que grande parte do público consome filmes em cinemas de grandes centros comerciais, o Cine à Tardinha se apresenta como uma alternativa a essa lógica, oferecendo a oportunidade de uma vivência ao ar livre, em locais públicos e sob a luz do fim da tarde. Desse modo, a sessão de cinema ganha outras camadas de significação, pois desloca a experiência imersiva audiovisual para um ambiente menos controlado, possibilitando identificar um espaço com características próprias, bem como as pessoas ao redor, diferente do que acontece no cubo hermético e escuro das tradicionais salas de projeção. Importante mencionar que o Cine à Tardinha, justamente por acontecer à tarde, demanda a instalação de telão de LED, junto com um excelente sistema de sonorização. O horário da programação, entre 16h e 20h, foi pensado como uma estratégia, dado que é um momento do dia particularmente oportuno para um evento voltado ao encontro de pessoas de diferentes idades. É um período que atende às singularidades de cada faixa etária, permitindo a presença de bebês, crianças, jovens, adultos e idosos no evento. Ainda, o visual do pôr do sol, reforça a ideia de conforto e aconchego, características que são cada vez mais valorizadas pelo público na hora de optar por um evento cultural. O cinema é uma arte que integra todas as demais: artes visuais, literatura, artes cênicas e música são todas reunidas em um filme com o objetivo de se contar uma história. Transportando esses elementos também para fora do espaço fílmico, o Cine à Tardinha contará com apresentações de música instrumental, intervenções circenses, sarau poético e exibição de fotografias de artistas mineiros no telão de LED a ser instalado para o evento. Quanto aos filmes, abrindo cada sessão, haverá exibição de curta-metragem brasileiro, seguido de algum grande clássico do cinema mundial, ambos com classificação livre, atendendo a toda família. Através da criação de uma atmosfera cinematográfica por meio de cenografia e ambientação para transformar ruas, praças e parques em um refúgio no centro urbano de Belo Horizonte, a missão do Cine à Tardinha é mais do que difundir o cinema brasileiro e a história do cinema mundial. Trata-se de proporcionar experiências inusitadas com arte e espaço público, incentivando que mais pessoas façam uso da cidade e de sua oferta cultural. A proposta é reforçar as atividades culturais como algo simultaneamente acessível, coletivo, prazeroso e, claro, constituinte de um bem-estar social. (*) Fonte: "Cultura nas capitais - COMO 33 MILHO~ES DE BRASILEIROS CONSOMEM DIVERSA~O E ARTE", J. Leivas (2018). Para a realização do projeto CINE À TARDINHA", inteiramente gratuito, é preponderante o apoio do Governo Federal através da chancela via Lei Rouanet, mecanismo de viabilização financeira junto à iniciativa privada. Referente ao Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento das finalidades do Art. 1º, o projeto se enquadra no Inciso II - alínea "e"; e no Inciso IV - alínea "a" do Art. 3º, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
- Declaramos, para os devidos fins, que obteremos autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto, conforme determina a legislação vigente. - Declaramos para os devidos fins que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente para os eventos realizados em espaços públicos, conforme legislação vigente. - O projeto contará com mídia espontânea nos veículos de comunicação (programas voltados a entretenimento, rádios, cadernos culturais, sites especializados) e, além disso, o proponente possui uma lista de endereços eletrônicos para divulgação ao público especializado. - A planilha orçamentária proposta para o projeto prevê verba para contratação de um eficiente plano de divulgação a fim de garantir a visibilidade e repercussão do projeto e atrair o maior número possível de espectadores para suas edições.
Não se aplica.
O projeto CINE À TARDINHA acontecerá em espaço público de Belo Horizonte, na região Centro-Sul, a fim de facilitar o acesso irrestrito do público – podendo acontecer em ruas, praças e parques da cidade. Quanto ao atendimento de idosos e pessoas com deficiência, são áreas de grande circulação de pessoas, onde existe uma preocupação de governos municipais para a questão acessibilidade. Desde já, assumimos o compromisso de construir, quando não houver estrutura prévia, rampas de acesso para idosos e portadores de deficiências, bem como sanitários químicos adaptados. Além disso, todas as equipes de atendimento serão treinadas para acolherem o público na sua diversidade, estando aptas a qualquer necessidade específica. O projeto prevê ainda a adoção de medidas de inclusão do público portador de deficiência auditiva, com atendimento de monitores com conhecimento de Libras. Visando promover a inclusão de pessoas com necessidades especiais ao projeto, e em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 05/2017 do MinC: - Audiodescrição (pelo menos 1 sessão): narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. - Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE (pelo menos 1 sessão): consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (todas as sessões): forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. NA DIVULGAÇÃO · Linguagem simples e direta, letras aumentadas, serviços e gratuidade em destaque. · Na distribuição e mailing, inclusão de associações de pessoas com necessidades especiais, com convites de fomento à participação Todo material de divulgação deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas NO EVENTO · Escolha de logradouro público de grande circulação e fácil acesso. · Espaço dos eventos adaptados com rampas e sinalização adequados. · Sanitários para pessoas com deficiência. · Espaços delimitados na plateia para pessoas com deficiência · Espaços delimitados na plateia para idosos. · Tradução de libras durante todo o evento. · Audiodescrição e legendagem de pelo menos 01 sessão durante o evento.
Todas as atividades previstas no projeto terão entrada gratuita. O Cine à Tardinha se fundamenta na ideia de que arte e cultura emergem de toda sociedade e, por isso, devem estar acessíveis a todas as pessoas através de atividades gratuitas, pensadas para o público, na sua diversidade. Com classificação livre, a estrutura de programação foi especialmente pensada para estimular o público a sair de suas casas, a se conectar com o espaço público e com a comunidade de Belo Horizonte. O horário do fim da tarde e início da noite, entre 16h e 20h, também é uma estratégia para incentivar a presença de pessoas de diferentes idades, incluindo famílias com crianças e idosos, já que esse é um período que atende às particularidades de cada faixa-etária: não é nem cedo, nem tarde demais. Com ingressos disponibilizados gratuitamente, a expectativa é reunir 1.500 pessoas por data, totalizando 4.500 pessoas. Para garantir a presença de um público realmente diverso, serão estabelecidas parcerias com agentes comunitários, de modo que esse grupo possa divulgar o evento nos locais onde vivem e/ou atuam, bem como contribuir para um plano de comunicação do projeto que realmente consiga chegar nas comunidades periféricas da cidade. Em consonância com a “Seção II - Das Medidas de Democratização de Acesso” do Decreto nº 11.453/2023, a democratização do acesso aos bens e serviços culturais deste Projeto, fomentado pelo mecanismo de incentivo fiscal, se dará com a gratuidade de todas as ações para o público. Para atender o Art. 28, como forma de ampliação do acesso, propomos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); - O projeto é inteiramente gratuito e será realizado em locais de fácil acesso. Atendendo o Inciso I. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - O horário proposto para realização do evento (16h – 20h) e a escolha do conteúdo (classificação livre) foi pensado para atingir também este perfil de público.
EQUIPE PRINCIPAL ÁRVORE DE COMUNICAÇÃO (Proponente) – COORDENAÇÃO GERAL E GESTÃO ADMINISTRATIVO FINANCEIRA | ASSESSORIA DE IMPRENSA - O proponente/dirigente da instituição é o responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. JANAINA MAGALHÃES – COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO CLAC GESTÃO E CRIS GAZZINELLI – CONTROLLER| PRESTAÇÃO DE CONTAS CURRÍCULO ÁRVORE DE COMUNICAÇÃO PRODUÇÕES PROPONENTE Criada em 2001, a Árvore de Comunicação e Produções tem a missão de promover e desenvolver ideias nas áreas de cultura, educação e turismo, sempre utilizando a comunicação como ferramenta de promoção e mobilização social. Durante três anos, foi responsável pela gestão da Casa do Conde de Santa Marinha, importante centro cultural de Belo Horizonte, até a sua migração para a Representação Regional da Funarte em Minas. Também trabalhou na mobilização da classe artística local para receber essa importante Fundação que acabara de chegar ao estado. Por seis anos, atuou na coordenação de comunicação e no desenvolvimento de projetos com novas mídias do Programa Sempre Um Papo, um dos mais importantes projetos de incentivo ao hábito da leitura no país. Desde 2009, atua na comunicação de diversas organizações e projetos culturais de Minas Gerais, como o Cine Theatro Brasil Vallourec, Casa Fiat de Cultura, Centro Cultural Banco do Brasil, Fundação Clóvis Salgado, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Sesi, Grupo Giramundo, Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival Mundial de Circo e Conexão BH. Em 2010, idealizou e realizou o Festival Julho no Vale do Piranga, com um público direto de 12.000 pessoas. Prestou serviços de Assessoria de Imprensa para eventos como o FIT – Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte; Festival Nacional SESI Música; e de espaços como a Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte e a reinauguração do espaço Funarte, em Belo Horizonte. Em 2016, 2017 e 2018 realizou o projeto Meu Vizinho Cultural, viabilizado por meio de Lei Federal de Incentivo à Cultura, em Belo Horizonte, Betim, Ibirité, Santa Luzia, Contagem, Lagoa Santa e Sete Lagoas, reunindo público superior a 50 mil pessoas. CURRÍCULO RAFAEL ARAÚJO SÓCIO-DIRETOR | COORDENADOR GERAL Jornalista, pós-graduado em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral. Diretor Executivo da Árvore de Comunicação, empresa de comunicação empresarial e relacionamento institucional. Dentre os clientes já atendidos estão SESI/FIEMG, Prefeitura de Belo Horizonte, Governo de Minas, Fundação Clóvis Salgado, Circuito Cultural Praça da Liberdade, UniBH e Hermes Pardini, além de dezenas de eventos culturais em Minas Gerais. De 2003 a 2009, foi Coordenador de Comunicação e Novas Mídias e apresentador do “Sempre Um Papo”, um dos maiores projetos de incentivo à leitura do país, com atuação em nove estados brasileiros. Realizou trabalhos de planejamento, assessoria de imprensa, elaboração de projetos para leis de incentivo e relacionamento com patrocinadores. Também foi produtor executivo do projeto social “Biblioteca Sempre Um Papo”, de um programa semanal de literatura em rede nacional (TV Câmara) e de Séries de DVDs educativos para escolas públicas. Por meio de um programa de intercâmbio cultural, trabalhou por três meses na Universal Studios Flórida, segundo maior parque temático do mundo, em busca de conhecimentos sobre produção, organização empresarial e fluência no idioma local. Entre 2002 e 2003, fez parte das equipes de comunicação e marketing das empresas de um dos maiores grupos de educação privada do país. Participou da produção de eventos, do relacionamento com agências de publicidade, desenvolveu projetos de comunicação interna e reportagens para os sites do colégio e faculdade Pitágoras JANAÍNA MAGALHÃES COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO Jornalista, graduada pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (2005); pós-graduada em Gestão de Políticas Públicas pela Fundação João Pinheiro (2010). Atua, há 10 anos, com Comunicação e Relacionamento com Comunidade, como funcionaria da AngloGold Ashanti, maior mineradora de ouro do Brasil, além da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais, Belo Horizonte Convention e Visitours Bureau e na Representação Regional do Ministério da Cultura em Minas Gerais. CLAC CULTURAL | CRIS LIMA CONTROLLER | PRESTAÇÃO DE CONTAS Graduada em Contabilidade pela Universidade Presidente Antônio Carlos, em Barbacena (1994). MBA em Gestão de Negócios no Contexto do Empreendedor – PUC Minas Gerais (2008). • Sócia-Diretora da Clac Cultural, empresa prestadora de serviços de consultoria e auditoria cultural, elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais (desde janeiro de 2009). • Gestora Cultural da Cria Cultura Produção e Desenvolvimento Cultural nas áreas administrativa, financeira e de projetos (2008). • Prestadora de Serviços para o Grupo Carona Brasil e Associação Cultural Sempre um Papo, ambos de Belo Horizonte, na área de elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos de lei de incentivo (desde 2009) • Diretora de Programação da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes (2007). • Prestadora de Serviços para a Cia. SeráQuê?, de Belo Horizonte, na área de gestão financeira e prestação de contas dos projetos de lei de incentivo (desde 2007). • Prestadora de Serviços para o Grupo de Dança Primeiro Ato, de Belo Horizonte, na área de gestão financeira e prestação de contas de projetos de lei de incentivo e consultoria na formação de grupos (dese 2006). • Prestadora de Serviços para a produtora Camisa Listrada, de Belo Horizonte, na área de prestação de contas de projetos de lei de incentivo (desde 2007). • Elaboradora e Gestora Administrativa Financeira dos projetos de lei de incentivo da preparadora vocal Babaya (desde 2006), do violonista Gilvan de Oliveira (desde 2004) e da Cia. Elas por Elas (desde 2006). • Diretora de Produção do Grupo Ponto de Partida (2003 a set/2006). • Produtora do Coro dos Meninos de Araçuaí (2001 a set/2006). • Diretora de Produção e Gestão Financeira da Bituca – Universidade de Música Popular, em Barbacena (2004 a set/2006). • Produtora Executiva do Grupo Ponto de Partida (1999 a 2003).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.