| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 47193149000106 | Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 15413826000150 | ENERGISA MATO GROSSO DO SUL - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 33861971000185 | ESB - ENERGIA E SUSTENTABILIDADE DO BRASIL S.A. | 1900-01-01 | R$ 61,0 mil |
| 11224696000156 | CONSTRUTOR DE VENDAS SA | 1900-01-01 | R$ 11,4 mil |
| ***840795** | ALESSIO DE OLIVEIRA REZENDE | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| 13017462000163 | ENERGISA SERGIPE - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A | 1900-01-01 | R$ 2,7 mil |
Plano anual de manutenção da Orquestra Jovem de Sergipe - OJSE, corpo artístico contínuo, com o objetivo de promover o ensino de música clássica, gratuitamente, para população em situação de vulnerabilidade social, proporcionando desenvolvimento pessoal e criando oportunidades de profissionalização, através da inclusão social por meio da arte, cultura e educação para crianças, adolescentes e jovens.
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA ORQUESTRA Sobre as aulas: As aulas acontecem diariamente, de segunda a sexta, nos turnos da manhã e tarde, no Espaço Cuidar e no Cras do Bairro Santa Maria. Ensaios preparatórios para as apresentações acontecem aos sábados. São ofertadas aulas de nível iniciante a avançado, assim como ensaios semanais da Orquestra Principal, com os alunos mais avançados e ensaios da Orquestra Preparatória. Corpo pedagógico: Atualmente temos 12 profissionais atuando nas atividades pedagógicas da OJ. Há duas classificações “professores”, com carga horária de 15h e “instrutores”, com carga horária de 11h, sendo a quantidade de horas dedicadas em sala de aula a motivação pela diferença na remuneração. Cada profissional é responsável por uma especialidade em sala de aula. Existe a demanda de monitores por turma e o planejamento que os alunos mais avançados sejam contratados para exercer essa função, principalmente como forma de proporcionar caminhos de permanência profissional no projeto, porém, devido às limitações recurso essa necessidade vem sendo adiada. No projeto prevemos 6 vagas de instrutores para que possamos ampliar em 2024 a OJ. PROFESSOR - CH 15 HORAS Professor de Violino (15 horas) - Alisson Ancelmo dos Santos Professor de Teoria e Grupo de Câmera (15 horas) - Clodoaldo Nunes Silva Professor de Violino (15 horas) - Carlos Henrique Santos Santiago Professor de Violoncelo (15 horas) - Mário Augusto Alves Peixoto Professor de Contrabaixo (15 horas) - Érik Barbosa Sarmento Professor de sopros (madeiras) (15 horas) - Ricardo Resende Professora de Canto Coral (15 horas) - Ada Alves Da Silva Lacerda Professora de Teoria e Canto Coral (15 horas) - Ana Carolina Schmidt Freitas Professor de Viola (avançado) (15 horas) – Jeffter Mello Professor de Percussão (15 horas) - Kelvin Silva da Cruz INSTRUTORES - 11 HORAS Instrutor de Violino (11 horas) - Emanuel Prado de Oliveira Instrutor de Violoncelo (11 horas) - Clariskennedy dos Santos Monteiro APRESENTAÇÕES E REPERTÓRIO Em relação ao repertório, o projeto orquestra jovem trabalha com peças originais de grandes compositores da música erudita de diversas épocas e de compositores contemporâneos, bem como arranjos de música erudita simplificadas para as orquestras iniciantes e também arranjos próprios de música popular brasileira e internacional. Desde a primeira edição do projeto (2014) até o momento já foram executadas mais de 134 peças orquestrais originais e arranjos próprios. Elas foram organizadas em um livro em formato crescente de dificuldades, divididas em 3 partes: Música Erudita, Música Popular e peças Natalinas. A cada temporada são acrescentadas novas peças originais e arranjos. Dentro dos grupos de base do projeto, a orquestra Experimental e Preparatória, são trabalhados arranjos de obras de grandes compositores da música erudita, tais como: Hino à Alegria (Beethoven); Que lindos Olhos e Rosa Amarela (Villa-Lobos), Lagos dos Cisnes (Thaikovsky) e Minueto em Sol-Maior (Bach). Obras originais de compositores contemporâneos: Serenata para Cordas (Norman Leyden); Petite Tango (C.B. Kriechbaum). Tango Trocadero (M. Issac). Temas de filmes e músicas populares, como: Game of Thrones (Djawadi); Eleanor Rigby (Beatles); Pirata dos Caribe (Zimmer); A Conquista do Paraíso (Vangelis); Variações Brilha-brilha Estrelinha (Suzuki); Greensleeves (Folclore Ingês); Noites Brasileiras e Asa Branca (Luiz Gonzaga); Andar com Fé (Gilberto); Um Amor Puro (Djavan); Aquarela (Toquinho e Vinícius de Moraes) e Too Much Love Will Kill You (Queen). E ainda temas de Natal como: Vem que está chegando o Natal, Oh Holy Night, O Natal é um lindo dia e Bate o Sino. Nos grupos da orquestra principal é dado mais ênfase a peças originais de grandes compositores dos diversos períodos e também da contemporaneidade: Concerto para cordas em Ré Maior, As quatro Estações, Concerto em Ré Maior para 2 Violinos e Violoncelo (Vivaldi); Hallelujah (Handel); Concerto para Viola em Sol Maior (Telemann); Concerto Grosso (Pastorale) (Corelli); 1º movimento da Sinfonia n. 25 (Mozart); 2º movimento da Sinfonia n. 7 (Beethoven); Andante Festivo (Sibelius); Duetto Buffo Di Due Gatti (Rossini); Morning Mood, Anistras Dance e In The Hall of Moutain King (Grieg); Enigma e Nimrod (Elgar); Trenzinho Caipira (Villa-Lobos); Quadrilha (Osvaldo Lacerda). São trabalhados também arranjos orquestrais com propósitos didáticos, a exemplo de: um popurri da História da Música Ocidental, que aborda temas dos grandes compositores que marcaram cada época, desde o século XI até aos dias atuais; temas da era de ouro das Valsas, de diversos compositores; popurri de músicas Contemporâneas e por último O Melhor do Cinema, de diversos compositores, onde aborda os temas mais famosos do mundo do cinema. Outros arranjos são incluídos como: Por una Cabeza (Gardel); Aquarela do Brasil (Ari Barroso); Os Saltimbancos (Chico Buarque). Temas tradicionais nordestinos como: Gonzaguiana (Cyro Pereira); Viver Aracaju (Ismar Barreto); Cheiro da Terra (Claudio de Miguel e José de Gouveia) e Sergipe é o pais do forró (Rogério). E ainda arranjos especiais para a época Natalina como: Adeste Fidelis, de John Wade, The Christmas Song, de Mel Torne, Noite de Paz, de Franz Gruber. Contamos também com peça original, composta pelo professor da OJSE, Erik Sarmento, intitulada Esperança Jovem; Pequena Fantasia n.1 e Suíte Sertaneja. Nos grupos de câmara como a formação de quinteto ou camerata com 15 integrantes são trabalhadas peças originais e arranjos, como: Canon (Pachelbel); Pequena Serenata Noturna (Mozart); Adágio para Cordas (Nepomuceno); Pompa e Circunstância (Elgar); Radetzky March (Straus); Os Toreadores (Bizet); Libertango e Oblivion (Piazzolla); Air on The G String (Bach); Mourão (Guerra-peixe); Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva); Vida Viração (Leandro Maia); Hallelujah (Cohen); Carinhoso (Pixinguinha); Vingadores (Silvestri), entre outros.
Objetivo Geral Dar continuidade a Orquestra Jovem, projeto de formação musical, que está em seu décimo ano de execução, promovendo a inclusão social, cultural e econômica de 270 crianças, adolescentes e jovens, através da realização de aulas de música clássica, atuando na formação de cidadãos conscientes e criativos, expandindo sua percepção intelectual e de incentivo ao acesso a outras expressões artísticas, cumprindo a previsão do inciso VI, do artigo 2, do Decreto 10.755 de 2021 "fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade". Objetivos Específicos No produto "Curso, Oficina" Realizar formação na área de música clássica e popular, buscando desenvolver e potencializar a musicalidade, a percepção musical e o desenvolvimento do trabalho em equipe para 270 crianças, adolescentes e jovens, com idades entre 06 (seis) e 18 (dezoito) anos, ocupando-os com atividades lúdicas e educativas, através da oferta de aulas de música, diariamente, para habitantes das comunidades periféricas do Santa Maria e 17 de Março. No produto "Apresentações musicais" - realizar ao longo da execução do projeto 5 (cinco) apresentações musicais, para proporcionar acesso à cultura tanto dos jovens envolvidos, como da comunidade em geral, através de apresentações em locais públicos como universidades, museus e parques, de forma gratuita. No produto "Apresentações musicais" - levar moradores da comunidade e familiares dos alunos às apresentações públicas do "Orquestra Jovem", em locais representativos da Grande Aracaju, como teatros, através da locação de 5 (cinco) ônibus, com o objetivo de incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, conforme o inciso V, art. 2, do Decreto 10.755, de 2021, além de estimular o orgulho da comunidade por sua produção local. No produto "Contrapartida Social" - treinamento em linguagem de libras, para equipe do projeto e com 20 vagas abertas à comunidade. No produto "plano anual" - manter em funcionamento o projeto de realização contínuo "Orquestra Jovem". Por utilizarmos um espaço cedido para realização das aulas, não é necessário dispor de recurso para pagamento de demandas administrativas como água, energia, etc. e nosso recurso tem como prioridade o pagamento dos professores que são imprescindíveis para execução do projeto.
Justificativa O projeto Orquestra Jovem completa 10 anos de atividade em 2024 e já formou mais de 500 alunos pelo projeto e já executou mais de 134 peças orquestrais originais e arranjos próprios. Os resultados do trabalho desenvolvido pelo projeto são inúmeros: os mais evidentes podem ser notados no palco, nas apresentações com qualidade surpreendente que a orquestra alcançou, outros resultados estão atrás da cortina: jovens com melhora na autoestima e com novas oportunidades. O projeto busca atingir o que prevê a alínea c, do inciso I, do Art 3º da Lei 8313/91, que é a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos, garantindo o incentivado a formação artística e cultural dessas crianças, adolescentes e jovens. A oferta das aulas é totalmente gratuita. Além do disposto na alínea a, do inciso IV, do Art 3º da Lei 8313/91, que é a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, pois as apresentações da orquestra são realizadas de maneira gratuita para o público em geral. Pretendemos em 2024 testar apenas 01 concerto com venda de ingressos, pela primeira vez, com valor popular de até R$30,00, no concerto especial realizado no teatro. O valor arrecadado será revertido para os custos da própria apresentação. Alunos de escola pública e familiares dos alunos serão isentos. Dessa forma, o projeto se enquadra ainda nos dispostos do inciso I do Art 1º da Lei 8313/91, que é contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Bem como o inciso VIII do Art 1º da Lei 8313/91, estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Iniciado em março de 2014, o Projeto Orquestra Jovem de Sergipe ocupa o tempo ocioso de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social dos Bairros Santa Maria e 17 de Março, bairros esses, marcados por altos índices de violência e exclusão social. Ampliando e estimulando o conhecimento dos bens e valores culturais, por meio da disseminação da música e da educação musical, tanto na comunidade local quanto no público em geral, permitindo uma maior visibilidade do talento dos jovens sergipanos que fazem parte da Orquestra Jovem de Sergipe. A Orquestra Jovem começou em 2014 com 100 alunos, com os instrumentos de corda e ao longo da execução foi iniciado um processo de inserção de outros naipes (sopros), que de forma gradativa transformou a Orquestra Jovem numa orquestra completa. Foi inserido os instrumentos da família das madeiras (clarinetes, oboé e fagotes). Bem como ampliação de outros naipes, mediante a oferta de curso no turno da manhã. Reestruturamos o número de outros naipes, para então formar este novo curso. 45 violinos, 28 violas, 20 violoncelos, 10 contrabaixos, 8 flautas doces, 10 flautas transversais, 8 clarinetes, 3 fagotes, 3 oboés, 40 alunos de percussão, 50 de musicalização e coral com 55 vozes. Totalizando 280 vagas de alunos. Em 2023 o projeto oscilou na quantidade de alunos ativos entre 270 e 280. Além das apresentações completas da orquestra, são montados pequenos grupos com formações de quintetos, coro, entre outros. Possibilitando mais acesso cultural para o público em geral, bem como novas possibilidades de aperfeiçoamento das aulas através do estímulo e desafio que essas apresentações representam para todos os alunos. A possibilidade de captação de recursos via dedução fiscal para a realização desse projeto, permite que a instituição possa sensibilizar possíveis patrocinadores, para que seja possível manter o polo Santa Maria/17 de Março e em novas edições ampliar ainda mais sua atuação cultural para outros bairros da capital que também apresentem índices de baixo desenvolvimento econômico e cultural. Garantindo assim a amplitude das suas ações e contribuindo, através de diferentes atividades artísticas culturais e educacionais, para a valorização e promoção da difusão cultural no estado de Sergipe. Desde sua criação, o uso do mecanismo de incentivo à cultura tem sido o principal meio de financiamento do projeto, possibilitando de fato a sua existência.
Atividades complementares O projeto conta com um programa extracurricular de incentivo à leitura, que oferece contação de histórias, leitura comentada, além de empréstimo de mais de 300 livros e diversas mídias audiovisuais. Este programa é desenvolvido em parceria com o programa de extensão da Universidade Federal de Sergipe, através da professora doutora Renata Ferreira Costa. Como forma de complementar o desenvolvimento escolar dos integrantes da orquestra, também é realizado um programa com aulas de reforço das principais matérias do currículo da grade escolar, como português, matemática, inglês e ciências. O projeto cumpre sua reponsabilidade, não só com os alunos da própria instituição como promove também uma ação que beneficia a sociedade como um todo.
PLANO PEDAGÓGICO Programa de Ensino – Prático e Teórico No programa de ensino, será dada continuidade ao mesmo modelo iniciado em 2014, baseado no mais importante projeto de ensino musical da atualidade, o “El Sistema” da Venezuela. Naquele país, mais de 450 mil jovens e crianças tocam um instrumento musical, contagiando programas semelhantes em todo o mundo. As semelhanças são muitas em relação à oferta de aulas individuais, aulas em grupo, ensaios de naipe e ensaio geral semanalmente. Outra importante referência é o programa de ensino, de um dos maiores projetos sociais de ensino de música erudita em território brasileiro, o instituto Baccarelli, com atuação em uma das maiores comunidades da América Latina, em Heliópolis, atendendo mais de 1200 crianças e jovens. As atividades são realizadas semanalmente no Espaço Cuidar, (CRAS – Centro de Referência de Assistência Social - Santa Maria). Esses espaços ficam localizados no próprio bairro Santa Maria, que abrange os conjuntos Valadares, Padre Pedro e o loteamento Marivan. Além de atender aos moradores dessas localidades, o projeto atende ainda às crianças e adolescente do bairro 17 de Março, o bairro mais novo da capital e que fica localizado na Zona de Expansão, vizinho ao bairro Santa Maria. As atividades funcionarão todos os dias da semana, onde os alunos terão suas desenvolverão suas atividades no contra turno escolar. Pela manhã, no horário de segunda a sexta das 08h00 as 11h30 e a tarde das 14h00 às 18h00, em que acontecem aulas individuais, aulas em grupo, aulas teóricas e ensaios de naipe. Aos sábados, das 14h00 às 16h00, acontecem os ensaios gerais, os quais reúnem todo o grupo de ambos os turnos. Os professores, de acordo com a necessidade específica de cada instrumento, utilizam métodos tradicionais de ensino, como: Shinichi Suzuki, Sevcik, Henry Schradieck, Nicolas Lauoreux e F. Dotzauer, tanto nas aulas individuais como em grupo. No ensaio geral, são ensaiadas as peças orquestrais. A bibliografia das aulas teóricas inclui livros de leitura rítmica (Pozzoli) e de teoria musical (P. Hindemith, Maria Luisa de Matos Priolli, e exercícios preparados pelo próprio professor). As avaliações são realizadas trimestralmente na forma prática e teórica, abordando os assuntos realizados em sala de aula sobre as questões práticas, como a execução das lições dos métodos, apresentação de escalas, análise da postura, sonoridade, afinação e musicalidade, bem como a parte teórica, realizada através do ensino/aprendizagem de notação musical, leitura de notas e valores, compassos simples e compostos, unidade de tempo e compasso, dinâmicas de intensidade, intervalos simples e compostos e acidentes, além de uma avalição escrita. Um dos pontos de avaliação é o cumprimento da pontualidade e assiduidade, sendo exigido um mínimo de 70% de presença nas atividades semanais. Para o cumprimento dessa regra, serão convocadas reuniões periódicas com os pais e com os professores, com o objetivo de atingir melhoras consideráveis, no sentido de os alunos entenderem a importância de cumprir suas responsabilidades. Recitais, visitas e participações especiais Como forma de incentivar os alunos a se expressarem perante o público, bem como ter uma apreciação musical, são organizados encontros presididos por convidados externos à OJSE, como o maestro Helder Trefzger da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, o violoncelista francês Antoine Gramont, o maestrina Mônica Gardini, o maestro Marcos Araújo e ainda com mais de 8 participações de alunos destaque da Orquestra Jovem de Sergipe em concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), como parte integrante do ensino e evolução de seu conhecimento e ascensão sociocultural. Desta forma, são organizados recitais e pequenas apresentações dentro do programa “Sextas Culturais” e “Orquestra nas Escolas” nos quais os alunos interpretavam as peças aprendidas na sala de aula para os colegas e também para a comunidade escolar, realizadas na sede do projeto, no Espaço Cuidar e também em escolas públicas da região de Aracaju. Utilizar a Internet como canal para veiculação de videoclipes e/ou concertos online em plataformas não pagas é também uma forma de democratizar o acesso à cultura e à música erudita. Ferramenta essa que em tempos de pandemia, tem sido o melhor meio de ampliar o alcance de público do projeto e despertando o interesse da comunidade em relação a este tipo de arte. Para isto, temos trabalhado na produção de videoclipes/concertos com diversos grupos da Orquestra e realizado postagem dos mesmos, através dos diversos canais que compõe as Redes Sociais do Projeto, bem como em programas locais, como encerramento de telejornais, garantindo através desses produtos a visualização do nosso trabalho pela sociedade sergipana, que testemunha e acompanha o talento dos nossos alunos e alunas, valorizando e enriquecendo a nossa cultura. Produtos do Projeto O principal produto resultante do projeto será a continuidade de formação da Orquestra Jovem de Sergipe, compostas por 270 crianças, adolescentes e jovens da comunidade local. A Orquestra é composta por violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, flautas, clarinetes, fagotes, oboés, percussão, musicalizaçã e coral. Em atividade desde 2014, a Orquestra Jovem de Sergipe já fez apresentações em diversos locais, como nos bairros Santa Maria e 17 de Março, bem como em diversos órgãos dos poderes públicos, parques da cidade, teatros, shoppings, praças e escolas. Podemos mencionar concertos no Museu da Gente Sergipana, Palácio Olímpio Campos, no Parque dos Cajueiros, no Parque da Sementeira, no Teatro Atheneu, no Teatro Tobias Barreto, na Praça de Eventos da Orla de Aracaju, Shopping Riomar, no Asilo Rio Branco, e até algumas cidades do interior do estado, como Carmópolis, Simão Dias e Estância. OFICIAS/CURSOS O projeto contará com um programa de ensino com aulas individuais, aulas coletivas, monitoria, ensaio de naipes e ensaios gerais. Aulas com o modelo individual será aplicado para alunos dos instrumentos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, oboé e fagote. São levados a uma maior desenvoltura de domínio técnico e amadurecimento artístico, proporcionando as ferramentas para uma produção artística de maior qualidade no instrumento. As aulas ocorrem 1 vez por semana, em blocos de 50 minutos. Aulas com o modelo de ensino coletivo será aplicado para alunos das turmas de teoria musical, flauta transversal, clarinete, percussão, flauta doce, canto coral e musicalização. Tem como principal objetivo a construção inicial dos conhecimentos técnicos para potencializar o desempenho no instrumento/voz ou teoria musical. Proporciona uma maior integração social, bem como desperta maior interesse nos alunos iniciantes e incentivo para a continuação dos estudos através da dinâmica estimulante de classe de aula. As aulas ocorrem de 1 a 2 vez por semana, em blocos de 1 hora para cada turma. As aulas de monitoria serão realizadas por alunos mais avançados do projeto. Tem como objetivo o acompanhamento do estudo semanal. Ação importantíssima no desenvolvimento técnico e aplicação do conteúdo passado durante a aula em consonância com o professor responsável. Esta atividade é de extrema relevância para estimular nossos alunos a iniciarem no caminho no ensino da música, dentro da máxima “aprende quem ensina”, fazendo com que o próprio monitor se estimule dentro dos seus estudos, e consigam alcançar um maior grau de excelência musical. As monitorias acontecem 1 vez por semana, de forma coletiva com um quantitativo de 5 alunos em cada turma, em blocos de 1 hora cada. ENSAIO GERAL Participam da Orquestra Principal nas atividades dos Ensaios Gerais alunos avançados dos instrumentos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, fagote, clarinete, percussão. Quando necessário é incluído também o grupo de canto coral, fazendo um total de 80 alunos. Os ensaios são realizados em um único bloco de 3 horas, 1 dia por semana (sábado), entre às 14h e às 16h. A regência é feita pelo coordenador e maestro do projeto. Somam um total de 2 horas por semana de ensaio geral. Participam da Orquestra experimental e Orquestra Preparatória e nas atividades de ensaios gerais alunos iniciantes e intermediários violinos, de violino, viola, violoncelo e contrabaixo e percussão, fazendo um total de 40 alunos em cada grupo. Os ensaios serão realizados em um único bloco de 2 horas, 1 dia por semana (terça e quarta), entre às 14h e às 16h. A regência é feita por 2 professores. Somam um total de 2 horas por semana de ensaio geral. São realizados ensaios de naipe para alunos que participam das orquestras, em bloco de 1 hora e meia, 1 vez por semana, com o objetivo de dar maior Ocoesão nas várias seções e resolver problemas específicos de cada naipe, e assim atingir uma maior desenvoltura no momento dos ensaios gerais. Este modelo de Ensaio gerais e de naipe tem como principal objetivo o aperfeiçoamento da prática orquestral para futuras apresentações perante o público, dando oportunidade ao aluno de aplicar seus estudos, entendendo todos os meandros de um viés coletivo como: entendimento da afinação; ritmo e articulação; harmonia; nuanças fraseológicas musicais; percebendo qual naipe deve estar ou não em evidência; gestual do maestro; entender a função de cada líder (chefes de naipe). Tem ainda objetivo fundamental como: a convivência e troca de experiência entre todos os naipes; cultivar o interesse e prazer pelo instrumento e pela música; elevação da autoestima e formação cultural completa. No conteúdo programático são abordados temas como: escalas; arpejos; variações de arco; estudo das dinâmicas, pulsação rítmica, alterações de andamento, com a abordagem de repertório erudito e popular, tanto originais e arranjos com propósito didáticos de música de orquestral de cordas e canto coral. A avaliação é feita de forma continua observando a performance durante os ensaios, postura, assiduidade e apresentações em concerto durante o ano.
PRODUTO "OFICINA/ CURSO/ ESTÁGIO": ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Ação empregada: O prédio onde as aulas são realizadas é totalmente adaptado para atender as necessidades não só para pessoas com deficiência, mas também para quem tem mobilidade reduzida, como idosos; pessoas que precisam usar muletas; gestantes, etc. O local de aulas tem: rampa de acesso, banheiro pne, corrimão, sinalização e piso. Recurso financeiro aplicado na planilha: Não precisamos realizar mais nenhuma adaptação para o espaço físico, pois o prédio já tem implementados as medidas de acessibilidade (corrimão, piso tátil, banheiro adaptado, rampas de acesso, sinalização). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Ação empregada: Contratação de profissional especializado em audiodescrição durante todo o período de realização das aulas. Curso de formação em audiodescrição para equipe e alunos Recurso financeiro aplicado na planilha: 01 profissional, durante 10 meses; contratação de 01 profissional para realização do treinamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS Ação empregada: Contratação de profissional especializado em libras durante todo o período de realização das aulas. Curso de formação em audiodescrição para equipe e alunos. Recurso financeiro aplicado na planilha: 01 profissional, durante 10 meses; contratação de 01 profissional para realização do treinamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS Ação empregada: Contratação de motores para auxiliar no aprendizado dos alunos. Recurso financeiro aplicado na planilha:No projeto inserimos a contratação de 03 monitores para suporte na formação dos alunos com algum tipo de dificuldade de aprendizado, oferecendo reforço e inclusão. NO PRODUTO "APRESENTAÇÕES MUSICAIS": ACESSIBILIDADE FÍSICA/ ARQUITETÔNICA: A maior parte dos locais onde a Orquestra Jovem de Sergipe realiza suas apresentações são dotados de medidas de acessibilidade, como rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e sinalização. O principal espaço para realização de apresentações externas é o Museu da Gente Sergipana Governador Marcelo Déda. Todo prédio tem adaptação, inclusive elevador e equipe com educador com formação em libras. Recurso utilizado: Não precisamos realizar mais nenhuma adaptação para o espaço físico, pois o prédio já tem implementados as medidas de acessibilidade. ACESSIBILIDADE/ MOBILIDADE: Locação de transporte para apresentações (com acessibilidade*) - atuamos em uma comunidade onde parte da população vive em condições extremas de pobreza e a participação no projeto e nas apresentações só é possível com a oferta de todas as condições básicas, que não gerem a necessidade de despesa para o aluno como o transporte e a alimentação. Recurso utilizado: Locação de transporte. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Em nossas apresentações externas completas teremos a participação de um intérprete de libras, para facilitar o entendimento dos deficientes auditivos. Recurso utilizado: Contratação de profissional habilitado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Realizamos parcerias com entidades como a ADEVISE – Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe, com o intuito de levar a experiência musical, em seus espaços, a portadores de deficiência visual. Também será contratado um narrador em audiodescrição para os principais concertos públicos. NO PRODUTO "CONTRAPARTIDA SOCIAL": ACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades formativas serão realizadas em espaços dotados de medidas de acessibilidade, como rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e sinalização. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As masterclass terão intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As masterclass terão a contratação de um profissional habilitado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: os monitores contratados para o projeto auxiliarão o desenvolvimento dessas atividades. PLANO ANUAL No aspecto arquitetônico, o espaço de atividade é adaptado com os recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação. No aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais e auditivos: Serão realizadas 04 atividades formativas com os professores e equipe com a temática de comunicação e acessibilidade, buscando reduzir a barreira de atendimento e comunicação com o público portador de alguma deficiência. Esse projeto foi iniciado em 2023, onde já realizamos 4 atividades nesse sentido, com carga horária de 20h. Programação da atividade formativa: 1. Inclusão e Acessibilidade da Pessoa com DeficiênciaConceitos fundamentais sobre acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência.Dinâmica interativa: "Eu também tenho dificuldade". 2. Conhecendo o Autismo e a Síndrome de DownExploração e compreensão das nuances do Autismo e da Síndrome de Down.Dinâmica participativa: "Sendo excluído por um dia". 3. Familiarização com a Surdez e a CegueiraAbordagem prática sobre a surdez e a cegueira, promovendo empatia e compreensão.Dinâmica envolvente: "Eu sou capaz! Eu também consigo enxergar!". 4; Introdução à Língua de Sinais (Libras)Aprendizado dos conceitos básicos e essenciais da Libras.
Conforme INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, cumprimos com as seguintes medidas de ampliação de acesso: "II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição". São disponibilizados na Internet vídeos da ORSE. Há um canal no Youtube "Orquestra Jovem de Sergipe", com apresentações, palestras e as MasterClass realizadas integralmente. Na nossa plataforma "Espia a Gente" está disponível o concerto especial de Dia das Crianças e novos conteúdos que serão produzidos serão inseridos nas plataformas. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; É permitida a captação de imagens, bem como é estimulada a difusão da Orquestra nas mídias.. IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: "b) cursos, masterclasses ou Q&A educacionais de 40 horas/aula com certificado de curso livre" Serão realizadas 04 masterclasses como contrapartida social, aberta à comunidade, prioritariamente alunos de escolas públicas e professores. Serão ofertadas 03 oficinas de iniciação musical, em escolas públicas, aberta à comunidade, prioritariamente alunos de escolas públicas e professores. "g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais." O projeto prevê acesso às aulas de música, a alunos de escolas públicas, com toda estrutura para sua permanência (bolsa, instrumento, material). "e) concertos sinfônicos abertos ou sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias". São realizados concertos públicos nas comunidades, gerando acesso da população à música clássica, bem como os pais dos alunos são levados a concertos especiais, como os que acontecem nos principais teatros da cidade, com transporte locado no projeto, permitindo que eles tenham acesso, elevação da autoestima e orgulho de seus filhos e fortalecendo as relações familiares.
A equipe fixa do Instituto Banese é responsável pela apresentação e captação de recursos para o projeto junto aos patrocinadores. Gerencia de maneira administrativa-financeira o projeto, bem como é responsável pelo acompanhamento da sua execução, tanto em sala de aula como em suas apresentações, viabilizando todas as demandas para a plena execução do projeto. A equipe do Instituto Banese não é remunerada por essa atividade. Equipe Instituto Banese Ezio Déda - Diretor Superintendente do Instituto Banese É o Diretor Superintendente da instituição, responsável pela apresentação do projeto a patrocinadores e possíveis parceiros do projeto. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Tiradentes (UNIT), pós-graduado em Desenho, Registro e Memória pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Tiradentes. É membro do Conselho Editorial da Editora do Diário Oficial do Estado de Sergipe. Além de curador de diversas exposições, desenvolve projetos museais mesclando linguagens artísticas multidisciplinares e tecnológicas. Desde 2012 é Diretor Superintendente do Instituto Banese, responsável pela gestão do Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda e ainda de projetos realizados pela instituição. Ademar de Oliveira Ribeiro - Diretor Administrativo e FinanceiroGere toda a execução administrativa e financeira do Instituto Banese bem como dos projetos realizados, no que se refere a contratos, pessoal e financeiro. Celiene Lima - Diretora de Programas e Projetos. Responsável pela concepção e acompanhamento de atividades de projetos executados pelo Instituto Banese / Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, no tocante à realização de atividades culturais e museais. Mestra pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Cinema e graduada em Comunicação Social/Rádio e TV, ambos pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Atuou na área de audiovisual em produtoras e assessoria de comunicação e marketing em órgãos públicos e festival de cinema. Diretora da Aperipê TV, televisão educativa local, filiada à TV Brasil (2008-2011); Foi Analista Técnica em Gestão Cultural no Projeto de Elaboração do Plano Estadual de Cultura de Sergipe, através de convênio firmado entre estados, Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC/FUNJAB (2012- 2013); Diretora do Núcleo de Projetos e Difusão Cultural - na Secretaria de Estado da Cultura - Secult SE (2013- 2015), atuando na coordenação e execução de projetos e eventos, além da articulação institucional e coordenação dos Pontos de Cultura do Estado de Sergipe. É membro do Conselho Estadual de Cultura. Desde junho de 2015 faz parte do quadro da instituição, tendo atuado como Produtora e Coordenadora de Programas e Projetos, em abril de 2021 assumiu a função de diretora da área. Tiara Camera – Coordenadora de Projetos e Convênios Especialista em Gestão Cultural pela Universidade Federal da Bahia, é graduada em Secretariado Executivo pela UFS. Atuou em diversas áreas relacionadas ao campo da cultura, desde a produção ao planejamento. Trabalhou na Secretaria de Estado da Cultura, na Secretaria Municipal de Cultura e hoje é responsável pela gestão de projetos e convênios do Instituto Banese. Equipe Orquestra Jovem - Remunerada Equipe administrativa / Carlos Eder Souza Getirana - Coordenador Geral Atua no desenvolvimento geral das atividades do projeto, atendendo as demandas da equipe no que concerne às atividades cotidianas e nas apresentações em geral, bem como no acompanhamento administrativo do projeto. Assistente social formado pela Universidade Federal de Sergipe-UFS, tem experiência em trabalhos de atendimento social e cultural. Manuella de Miranda Vieira - Coordenadora de Comunicação.Jornalista formada pelo curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), em 2016. Técnica em Rádio e TV pelo curso do SENAC Sergipe, em 2019. Experiência em comunicação de projetos sociais desde 2012, com passagens pelo Instituto Recriando, Projeto Japaratuba em Rede e Projeto Orquestra Jovem de Sergipe. Repórter esportiva de rádio desde 2018. Gerenciamento de redes sociais desde 2018. Coordenador Pedagógico e maestro - Marcio Boer BonifácioIniciou seus estudos musicais através de sua mãe pianista Ester Mirian Bonifácio e aos 8 anos de idade, sob na classe de violino com o professor Denis Polachini (PR). Tem formação em violino pelo Conservatório Nacional de Lisboa (2009) sob orientação da professora polaca Bogumila Burfin. Nos anos de 2008 e 2009, dando continuidade a seus estudos, participou em diversas atividades, como a participação em cursos de música de câmara no norte de Portugal, sob coordenação do maestro francês Jean Marc Burfin e da professora Bogumila Burfin, bem como em concurso de sonatas realizado na Sala dos Espelhos do Palácio Foz e o 3º Concurso de Sonatas e Sonatinas em Lisboa, onde obteve Menção Honrosa. É Bacharel e Mestre em Arquitetura e Urbanismo desde 2013 pelo Instituto da Universidade de Lisboa (ISCTE-IUL), onde desenvolveu dissertação de mestrado em que abordou a relação entre a música e a arquitetura – “Arquitetura e Urbanismo Musical: Leitura de Lisboa em Si do Compositor Pedro Castanheira”, que foi defendida em 2013 e recebida pela banca examinadora com grande distinção. Novamente no Brasil, em 2014 e 2015, atuou como professor de violino do projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”, bem como músico violinista da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Em novembro de 2015, assumiu os cargos de coordenador pedagógico e maestro do projeto “Orquestra Jovem de Sergipe”, desenvolvendo o trabalho com 270 crianças e adolescentes. Janay Alves Costa - Secretária Secretária da Orquestra Jovem desde o início do projeto, em 2014, Janay é técnica em Saúde e Segurança do Trabalho e no projeto desempenha as atividades de auxílio e organização das aulas, logística de apresentações, contato com pais e professores, entre outras atividades de secretariado. Michelle da Silva Batista Santos - Apoio Michele realiza as atividades de limpeza e organização das salas de aula, recepção de alunos e apoio durante as aulas. Professor de Teoria e Grupo de Câmara (15 horas) - Clodoaldo Nunes SilvaNatural de Londrina, iniciou seus estudos de teoria, solfejo e regência com o renomado maestro Othonio Benvenuto. Tendo posteriormente aulas de violoncelo com a professora Maria Salete de Carvalho e Joel Costa. Participou do Festivais de Música com orientação dos professores Zigmunt Kubala, Andre Micheletti, Maria Alice Brandão e Guerra Vicente. Fez ainda masterclasses com Hugo Pilger e Ricardo Santoro e Kirill Bogatyrev. Em 2002 em Maringá, atuou em diversos grupos de cordas. Foi professor de violoncelo do Projeto Guri em Maringá de 2003 a 2006 e do curso de iniciação ao violoncelo do Projeto de Extensão da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Em 2007 e 2008 regeu o Coral Santa Cecília da Catedral Metropolitana de Londrina. Formou-se Bacharel em violoncelo em 2014 pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná com a professora Maria Alice Brandão. Atualmente é integrante do naipe de violoncelos da Orquestra Sinfônica de Sergipe, professor de violoncelo e regente da Orquestra Preparatória na Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição (Itabaiana – SE). É professor de Teoria e regente dos grupos de câmara da Orquestra Jovem de Sergipe. Professor de Violino (15 horas) - Alisson AnselmoNo ano de 1998, inicia os estudos de violino com o professor Fabiano Santana Dias - atual Concertino da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Entre 2010 a 2013, Atuou como violinista na Orquestra Sinfônica da Universidade de Sergipe (OSUFS) e na Orquestra Filarmônica de Itabaiana, dando continuidade aos estudos de violino nesse referido período com o professor Márcio Rodrigues, Spalla à época da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). É Bacharel em Engenharia de Petróleo e Gás pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Em 2014 atuou como monitor de violino e a partir de 2017 com professor de violino no projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professor de Violino (15 horas) - Carlos Henrique Santos SantiagoEstudou no Conservatório de Música de Sergipe (CMS) durante 11 anos onde atuou como solista interpretando o Concerto em Mi Maior, "La Primavera" e o Concerto em Lá Menor, de Vivaldi. Além disso, também teve aulas de violino com o boliviano Eduardo Campadello e buscou aprimorar a técnica tendo aulas com a violinista romena Ana Guitã. Entre 2009 e 2011 foi músico violinista na Orquestra Sinfônica de Itabaiana com a direção do maestro Ângelo Rafael sendo que no ano seguinte se tornaria Spalla e solista na Orquestra Sinfônica Vale do Cotinguiba (OSVC) com a direção do maestro Ion Bressan. Dando continuidade a carreira musical, atuou como músico violinista na Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) no ano de 2013 onde teve aula com o Spalla à época Márcio Rodrigues e o atual Concertino Fabiano Santana. De 2014 à 2016 assumiu o cargo de músico violinista na Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Sergipe (OSUFS) passando dentro desse período a atuar também como Spalla. A partir de 2016 até os dias de hoje atua como professor de violino no Projeto "Orquestra Jovem de Sergipe". Professor de Violoncelo (15 horas) - Mário Augusto Alves PeixotoIniciou seus estudos em violoncelo no ano 1999, no “Projeto de Câmara nas Escolas Públicas” (Escola Viva), em Fortaleza (Ceará). Lá teve suas primeiras aulas de violoncelo, com o professor Jorge Lima, e de formação camerística, com o professor Gutemberg Pereira. Entre os anos 2000 e 2003 participou das edições do “Festival Internacional Eleazar de Carvalho”, sob orientação dos mestres Juarez Johnson (BR), Silvia Games (AR) e Rebeca Patterson (USA). Participou também do "Workshop para Violoncelo” ministrado pelo professor Walter Michael Vollhardt (Friburgo/Alemanha). Busca constantemente ter aulas particulares com grandes violoncelistas, como Calin Campos, Paulo Santoro, Fernando Brum, Samuel Oliveira, Francisco Orrú e Antoine Gramont. Participou ainda de diversas masterclass ministradas por nomes importantes do cenário musical: Antônio Lauro Del Claro, Nelson Campos, Pavel Gomziakov e Johannes Gramsch e outros. Em 2003 integrou a equipe da “Filarmônica do Ceará” (músico cache) e em 2004 passou a fazer parte do quadro de músicos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (músico cache), da qual tornou-se músico titular em 2005. Dá aulas particulares desde 2006 a crianças e jovens. Foi professor na escola CAM (Centro de Aprendizagem Musical) em 2016. É professor de violoncelo desde 2014 no projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professor de Contrabaixo (15 horas) - Érik Barbosa SarmentoIniciou seus estudos musicais no Contrabaixo em 2009 no projeto "Orquestra Vale do Continguiba". A partir de 2010 começou a fazer participação voluntária como contrabaixista da "Orquestra Sinfônica da UFS". Em 2012 Começou seus estudos no curso Licenciatura em Música na UFS, bem como passou a ter aula com Jair Maciel (Chefe de Naipe da Orquestra Sinfônica de Sergipe - ORSSE). Ainda em 2012 passou a fazer estágios regulares na ORSSE. Em 2014 passou a integrar a Orquestra Jovem de Sergipe como Instrutor de Contrabaixo. Em 2015 participou do Festival Internacional de Música de Santa Catarina tendo aula com o Professor Romeno, da Arizona University, Catalin Rotaru, bem como com o Professor francês Thibault Delor. Ainda em 2015 foi aprovado no concurso para contrabaixista efetivo da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Em 2016 passou a integrar o quadro de professores do projeto "Orquestra Jovem de Sergipe" e arranjador do mesmo. Professora de Canto Coral (15 horas) - Ada Alves Da Silva LacerdaGraduada em Letras Português - Licenciatura Plena pela Universidade Tiradentes (2009). Graduada em Música – Licenciatura Plena em Educação Musical (2018) pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Aperfeiçoamento em Pós-Graduação em Pedagogia Musical pela Faculdade Pio Décimo. Formação em curso Básico e Técnico em Piano pelo Conservatório de Música de Sergipe. Desenvolveu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) abordando a criação e desenvolvimento do “Projeto Orquestra Jovem: Uma Experiência no Bairro Santa Maria”. Com experiência e atuação no ensino de Teclado e Órgão (1992 a 2018). Experiência de Ensino de flauta doce aos meninos carentes, pela Prefeitura de Monte Alegre de Sergipe (2008 a 2009). Ministra aulas Particulares de piano, Flauta doce e canto. Participou do coral da UFS (2011 a 2016) com Diversas Apresentações em Aracaju e cidades circunvizinhas. De 2014 a 2017, Atuou como Pianista e Instrutora de Canto Coral e em 2018 assumiu o cargo de Professora, desenvolvendo o trabalho com adolescentes e jovens, no Projeto Orquestra Jovem de Sergipe. Professor de Percussão (15 horas) - Kelvin Silva da CruzGraduado em Licenciatura em música pela Universidade Federal de Sergipe em 2019. Iniciou os estudos de música aos 9 anos de idade, onde teve o primeiro contato com instrumentos de percussão e aulas particulares. Ao longo dos anos vem se profissionalizando, participando de cursos e palestras. Trabalha como músico e professor de música, atuando no cenário orquestral e popular, realizando shows e gravações com artistas locais, além de workshops de bateria e percussão. Em 2015 realizou workshops de música brasileira em Portugal, e desde então, tem desenvolvido pesquisas sobre a área da percussão, publicando artigos e até um livro voltado para o ensino de bateria em grupo para crianças, pela pró-reitoria de extensão da UFS. No ano de 2016 ingressou em várias orquestras do estado, como percussionista, sendo elas: Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Sergipe e Orquestra Sinfônica de Sergipe (músico convidado). Desde 2017 é professor de percussão no projeto “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professora de Teoria e Canto Coral (15 horas) - Ana Carolina Schmidt FreitasGraduada em Licenciatura em música pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 2018 e concludente do último ano do curso técnico de violão clássico no Conservatório de Música de Sergipe. Durante a graduação foi representante de Aracaju no projeto de âmbito nacional “Brasil Musicantes”, coordenado pela Profa. Dra. Marisa Trench Fonterrada. Atua há cinco anos em escolas de ensino regular como educadora musical e na área da musicalização participou de cursos com Margareth Darezzo (SP), Luciana Nagumo (SP) e o integrante do grupo Barbatuques, Maurício Maas (SP). Em 2016, durante o estágio no Programa de Iniciação à Docência (PIBID), organizou o I Festival de Música do Colégio Djenal Tavares de Queiroz no Teatro Atheneu, sob a orientação da Profa. Dra. Maria Joselice e da Profa. Dra. Priscila Gambary. Em setembro de 2018 foi convidada pela coordenadora do Conservatório de Música, Simone Lima, a ministrar a palestra “Práticas musicais com bebês de 0 a 03 anos” e pelo seu orientador, Msc. Alessandro Pereira, a proferir a palestra “Ciranda dos equilibristas: Uma análise de três métodos brasileiros de violão para crianças sob a perspectiva da educação musical”, a qual foi o tema de seu trabalho de conclusão de curso na Universidade Federal de Sergipe. É professora de teoria musical e preparadora vocal no projeto “Orquestra Jovem de Sergipe” desde maio de 2018. Professora de Viola (15 horas) – Jeffter MelloNascido em Aracaju, iniciou o estudo de música em 2013 com o professor Tarcísio Dantas. Seu crescimento musical com a Viola ocorreu ingressando na OSUFS em 2016, junto ao maestro Daniel Nery, participando também em quartetos e quintetos no cenário musical sergipano. Atuou em alguns concertos com a ORSSE, sob regência do maestro Guilherme Mannis e dos maestros convidados Helder Trefzger e Edilson Ventureli, sendo músico estagiário e substituto. Participou de Master Class com o violinista e maestro Jean Reis e foi professor de viola e violino da escola de música Targues, sendo principal viola da orquestra de câmara. Atualmente, é discente na Universidade Claretiano no curso de Licenciatura em música e professor de viola da Orquestra Jovem de Sergipe Professor Ricardo Resende de Sopro(15 horas) Ricardo Instrutor Instrumentista/ Violino (11 horas) - Emanuel Prado de OliveiraIniciou seus estudos de violino em 2012 no CMS (conservatório de música de Sergipe), onde teve como professor Wollner Monte Santo. Em 2013 e 2014 atuou como músico violinista na OSVC (Orquestra Vale do Cotinguiba) sobre a regência do maestro Ion Bressan e teve aula com Marcio Rodrigues spalla da ORSSE (Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe) e Tarcisio Dantas chefe de naipe dos segundos violinos da ORSSE. Em 2015 a 2016 atuou como professor de violino e musicalização na Escola de Música Magia do Som. Em 2016 e 2017 iniciou os estudos de piano com a Professora klese no Conservatório de Música de Sergipe. Neste mesmo ano, atuou como professor de violino e prática de conjunto no IBEM (Instituição Beneficente Emmanuel) e passou a ter aulas de violino com Marcio Boer Bonifácio (Maestro da Orquestra Jovem de Sergipe). Desde 2017 atua como monitor da “Orquestra Jovem de Sergipe”. Instrutor Instrumentista/ Violoncelo (11 horas) - Clariskennedy dos Santos MonteiroIniciou seus estudos de violoncelo em 2014 sob orientação do professor Mário Peixoto no projeto Orquestra Jovem de Sergipe, direção do Maestro e violinista Márcio Rodrigues. Neste período também participou de masterclass com o renomado cellista Antônio Lauro del Claro. Em 2015 participou do primeiro ENVISE (Encontro de violoncelos de Sergipe) onde teve aulas com o violoncelista Francisco Orru. Desde 2016 passou a atuar como monitor da classe de violoncelo no Projeto Orquestra Jovem de Sergipe, mantendo aulas regulares de violoncelo com o professor Clodoaldo Nunes.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.