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PRONAC 234929Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

100 anos de Helena - Uma flor de guavira

PRODUZENT COMUNICACAO E MARKETING LTDA
Solicitado
R$ 995,9 mil
Aprovado
R$ 995,9 mil
Captado
R$ 298,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33009911000139SOUZA CRUZ LTDA1900-01-01R$ 298,8 mil

Eficiência de captação

30.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2024-01-15
Término

Resumo

Devido a relevância cultural no cenário nacional e até mundial da instrumentista, a proposta trata-se de um vídeo documentário sobre Helena Meirelles através da produção de um media metragem com 50 minutos de duração, gravado em alta definição. O filme documentário pretende contar a história de superação da "Violeira do Pantanal" em formato audiovisual. Este documentário será denominado "100 anos de Helena - Uma flor de guavira".

Sinopse

O projeto consiste em depoimentos de pessoas de vários segmentos que conviveram, participaram e produziram para a obra e a vida da Helena Meirelles; materiais como fotos e imagens e obejtos do acervo pessoal e narração e participação do herdeiro, o filho Francisco Meirelles, permeado por interpretações das músicas de Helena. A classifição indicativa será Livre.

Objetivos

Objetivo geral:Realizar a gravação de um material audiovisual da vida e obra de Helena Meirelles. Objetivos específicos: - Difundir a cultura da música instrumental regional e de fronteira, por meio de intercâmbio cultural com outros artistas, principalmente paraguaios e desta forma celebrar a diversidade da música cultural de fronteira. Levar o material audiovisual para as escolas e universidades promovendo a divulgação e ao mesmo tempo possibilitando o acesso aos alunos, professores e demais colobaradores sobre a obra. Disponibilizando ainda para TVs locais, principalmente comunitárias para promover o debate sobre a importância da música intrumental de fronteira e com isso, incentir novos músicos e músicas a tocarem, comporem e divulgarem a música regional a partir do legado da obra de Helena Meirelles. E ainda, promover eventos em parcerias em espaços públicos de fácil acesso à comunidade e de forma gratuita para exibir o documentário. - Reconhecer e preservar o trabalho dessa grande artista é um dever de todos, por isso após a conclusão do material, será proposta às autoridades locais um projeto de lei para que seja instituido o "Dia da música instrumental de fronteira". Este evento se pretende realizar no dia 13 de agosto, dia do aniversário de Helena, na cidade de Campo Grande/MS onde está localizado uma concha acústica que leva o nome de "Concha Acústica Helena Meirelles", que contará com eventos que possibilitem assistir a este conteúdo audiovisual. A partir disso, será disponiblizado de forma definitiva cópias em DVD e master em formato digital do documentário para o MIS (Museu da imagem e do som do Mato GRosso do Sul), alocado na secretaria de Cultura do estado do Mato Grosso do Sul. - Levar às gerações atuais a conhecerem quem foi Helena Meirelles e seu legado, por isso propomos, incentivar com ações como firmar parcerias com escolas públicas para apresentar a história de Helena Meirelles através de paletras realizadas pelos participantes ativos do projeto (dirigente, diretor, produtor, músicos, etc.) e disponibilizando o material físico em DVD para o acervo da escola. - Incluir, através do uso de mídias sociais (com hashtags específicas, por exemplo) e plataformas de acesso gratuito (como YouTube) para compartilhar informações sobre Helena Meirelles, postando vídeos, fotos, citações e curiosidades, com o intuito de aumentar a visibilidade do documentário "100 anos de Helena Meirelles - Uma flor da Guavira". - Realizar entrevistas com músicos atuais e contemporâneos que foram influenciados por Helena Meirelles e enganja-los para que compartilhem suas experiências e interpretações das composições dela e de suas influências. - Influênciar meninas e mulheres a participarem do cenário musical através de ações com vistas de empoderamento, que promovam a legitimação de que as mulheres podem ser líderes na música instrumental de fronteira ou qualquer ritmo que lhe caiba.

Justificativa

Helena Meirelles é um dos nomes mais representativos da cultura sul-mato-grossense. Nascida em Bataguassu em 13 de maio de 1924, portanto em 2024 completaria 100 anos de sua existência, filha de paraguaio e uma mato-grossense, se tornou reconhecida mundialmente como tocadora de viola caipira. Cresceu entre a peonada e escutando berrantes em comitivas de gado. Desde a infância desenvolveu o dom de tocar a viola e foi uma autodidata, enfrentou durante muito tempo a resistência dos pais a isso. Fugiu de casa aos 15 anos, vindo a ter seu filho aos 17 anos de idade, totalizando 11 filhos em três casamentos. Os locais de suas apresentações eram os bordéis com seu repertório sempre voltado aos ritmos do Mato Grosso do Sul e influências de músicas paraguaias. O seu reconhecimento se deu aos 68 anos, no ano de 1992, vindo a se apresentar em programas de reconhecimento nacional como o de Inezita Barroso no Viola Minha Viola. O ápice de sua carreira deu-se então neste mesmo ano, quando um sobrinho de Helena Meirelles enviou uma fita com gravações amadoras da violeira, tendo enviado para uma revista especializada nos Estados Unidos. Foi então que em 1993, dona Helena Meirelles se tornou uma das 100 melhores instrumentista pela Revista Guitar Player. A grande violeira, assim denominada, veio a falecer em 28 de setembro de 2005, vítima de uma parada cardiorrespiratória, aos 81 anos. O filme documentário "100 anos de Helena - Uma flor de guavira" pretende ser um dos mais importantes registros da grande violeira, reconhecida internacionalmente. Adquirir a obra transferindo seu objeto ao patrimônio do poder público contribuirá para sua preservação como patrimônio de Campo Grande e do Estado de Mato Grosso do Sul. Tal obra para o estado seria de extrema importância, pois faria parte integrante do acervo audiovisual do Museu de Imagem e Som (MIS), já que não existe um material deste formato. Este filme documentário passaria a ser um importante instrumento de pesquisa, educação e informação para todas as gerações. Além disso, mostrar a vida e obra de Helena Meirelles, através de suas lutas e esforços pode se mostrar de grande influência para as novas gerações femininas. Pesquisas apontam que a grande maioria do cenário musical é formado e gerido por homens. A história de Helena pode inspirar mulheres, desde criança, a perceberem que o mundo musical também pode ser para elas e feito por elas. Isso se dá por, além de ter sido reconhecida por seu talento musical pela Guitar Player, a presença feminina inspiradora de Helena Meirelles já foi abertamente premiada pelo Senado Federal do Brasil, ao receber in memoriam o prêmio Bertha Lutz 2019, que busca agraciar mulheres que tenham oferecido relevante contribuição na defesa dos direitos da mulher e questões do gênero no Brasil. Apesar de só ter subido aos palcos aos 68 anos de idade, sua trajetória na música deixou marcas e legado, por isso, além dos depoimentos de amigos e família, o projeto irá contar com depoimentos de artistas que tiveram acesso e/ou influência ao talento da violeira. Durante a vida de Helena, algumas gravações amadoras foram realizadas, o que possibilitou seu reconhecimento pela revista Guitar Player, mas, além desses materiais e algumas participações, a extrema importância dessa grande mulher possui poucos registros e divulgação. Por isso, em nome da rica cultura do Pantanal sul-mato-grossense, demonstrada através da luta de sua gente, e da importância da representatividade para mulheres na música, propomos a gravação deste filme documentário que buscará eternizar a relevância de Helena Meirelles, para que essa inspiração causada por ela não fique apenas nos "causos" contados por sua terra, mas alcance ainda mais o Brasil e, mais uma vez, o mundo. Assim, buscar atender às seguintes finalidades descritas na Lei n° 8.313/91 nos incisos do Artigo 1º na medida em que o projeto tem como objetivo de I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e IX - priorizar o produto cultural originário do País; além de buscar atender aos seguintes objetivos descritos nos incisos e alíneas do Artigo 3º da referida Lei n° 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Estratégia de execução

Buscando clarificar melhor a proposta do projeto, reiteramos aqui como será a sua realização: Depoimento de amigos e família, artistas que conviveram e participaram de sua obra e vida, através de visitação e captação em cidades que fizeram parte da trajetória e de vida e artística. Com trilhas e obra inéditas e existentes no formato instrumental.

Especificação técnica

Duração: 50 minutos; áudio produzido e finalizado em estúdio de 32 canais digitais; captação de imagens em 4K; captação através de GoPro e drone; para a tradução em libras: captação em estúdio, com um tradutor especializado na Linguagem Brasileira de Sinais, que serão inseridos na edição do documentário; para a audiodescrição: o roteiro será adaptado para a versão de audiodescrição, e contará com a narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra, contendo descrições da ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons e vozes.

Acessibilidade

Atendendo ao Artigo 25º da Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023, no que tange ao inciso II, que orienta de que no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto; para isso, o material audiovisual terá: Tradução em LIBRAS: realizada por um profissional intérprete de LIBRAS para tradução do conteúdo do documentário, com a inserção na edição das janelas de exibição da interpretação em LIBRAS. Audiodescrição: narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra, realizada por um narrador profissional em audiodescrição. Legendagem descritiva: inserida para pessoas com deficiência visual, que deverá descrever informações visuais essenciais que não podem ser percebidas apenas com a audição, como ações, expressões faciais, cenários, legendas de texto na tela e outros elementos visuais, para assim possibilitar a melhor compreensão da obra; que será realizado por um narrador profissional de serviços de legendagem e na edição a revisão de qualidade das legendas descritivas será realizada por um revisor profissional desta área específica.

Democratização do acesso

A partir do Art. 27. que orienta que na porposta deve incluir plano de distribuição que deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, que em seus incisos determina: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. A partir dos itens do inciso IV, do Art. 28 da Instrução Normativa 10/04/2023 do Minc, que orienta a disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, o produto resultante do projeto será distribuído gratuitamente em plataformas digitais de acesso gratuito ao público em geral. De acordo ainda com o inciso V do Art. 28, o projeto deve garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; com isso, o produto será autorizado a ser transmitido pela TV Educativa de Mato Grosso do Sul. Em vista do público que porventura não possua acesso a internet e/ou plataformas, serão distribuídos gratuitamente em locais públicos (escola, feiras culturais, bibliotecas públicas e espaço de convivíos sociais, orfanatos, asilos) a quantidade de 2000 exemplares em DVD do material audiovisual finalizado. Sobre a disponibilização em plataforma on-line: produto audiovisual final ficará disponibilizado na plataforma do Youtube (https://www.youtube.com/), que como é de conhecimento do público é de livre acesso e sem necessidade de pagamentos para acessso aos conteúdos ali dispostos, com estimativa de 350 mil visualizações. Serão realizados eventos na "Concha Acústica Helena Meirelles" (Campo Grande/MS) em que será exibido o documentário aberto ao público e de forma gratuita, com estimativa de público de 4250 pessoas (1050 pessoas por exibição, sendo 05 exibições). Como será feito: a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul realiza periodicamente eventos abertos ao público e com conteúdos culturais de audiovisual, música, teatro e demais artes pertinentes à cultura do estado, assim, o documentário será exibido em alguns desses eventos. Exibição na sala de cinema do MIS (Museu da Imagem e do Som/MS): A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul também possui salas de cinemas inseridas no MIS (Museu da Imagem e do Som/MS) e que exibe sessões semanais gratuitamente abertas ao público. Além da entrega dos DVD's físicos à Fundação, serão também exibidas sessões com o documentário. Estimativa de público: 850 pessoas (172 lugares na sala, sendo 05 exibições). Exibição do documentário em rede de TV aberta - TV Educativa do estado, que tem um alcance de 70% do estado com estimativa de alcande de público de mais de 20.000 telespectadores. Serão geradas 2000 mil cópias do documentário, em mídia DVD, sendo distribuído da seguinte forma: parte dessa distribuição se dará através do contato com a coordenação e direção de Escolas e Instituiçoes de Ensino Público, para que este material seja entregue para exibições aos alunos, professores e colaboradores da escola.

Ficha técnica

Proponente e dirigente: deverá acomapanhar todos os processos de produção, desde as escolhas pertinentes à pré-produção; às contratações e captações da produção; às etapas de pós-produção até a entrega final do produto, com as atribuições de, juntamente com a equipe, garantir que a produção esteja de acordo com o que foi aprovado, incluindo a gestão dos processos de trabalho e das pessoas envolvidas. Este trabalho será realizado de forma voluntária durante todo o projeto. Diretor Artístico/produtor: Marcos Antonio Roker Troczinski - Graduado em Marketing e Gestão, produtor musical, diretor de programa de TV, documentário e conteúdos musicais. Deverá gerenciar as atividades de design e concepção artística do produto audiovisual, que inclui planejamento em publicidade, design editorial, internet e colab entre material a ser gravado (depoimentos, gravações) e produto final. Diretor de arte: Wilson Matheus da Silva – Web Designer / Designer gráfico e atualmente de diretor de arte na empresa Ei Elaboração de Ideias. Deverá desenvolver projetos gráficos, layouts e todo o material no que concerne à identidade visual do projeto. Diretora de fotografia e roteirista: Marinete Pinheiro - Especialização em Cinema, Direção de Documentario, pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños/Cuba (EICTV) Jornalista - DRT/MS 182 Posicionar câmera, equipamentos de iluminação e maquinaria de acordo com orientação; além de estruturar a produção audiovisual através da construção dos elementos que deverão permear o documentário. Diretor: Rogério Alexandre Zanetti - Jornalista, editor, arte-finalista e design Deverá ser responsável pelo alinhamento das funções de direção de arte, fotografia, a iluminação, possíveis animações e imagens a serem captadas. Editor de vídeo e cinegrafista: Renato Rocha – cinegrafista, editor e diretor de imagem Deverá atuar na captação e edição de imagens. Produtor musical: Alexandre Subtil Correa – músico, compositor e produtor musical Deverá acompanhar todos os processos de gravação que envolva obras e músicas. Arranjador de trilhas e efeitos: Eduardo Martinelli - Atualmente é maestro da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com a qual tem se apresentado ao lado de solistas brasileiros e de países como EUA, Itália, Coreia do Sul, Argentina, Suíça, Canadá, Trinidad y Tobago,Paraguai, Portugal,Bolívia e Uruguai. Em seu repertório constam obras sinfônicas tradicionais e importantes estreias de destacados compositores, além de diretor artístico dos festivais: Encontro com a Música Clássica, em Campo Grande-MS e Festival de Inverno Cidade das Águas, em Três Lagoas-MS. Compositor de obras e trilhas inéditas: Marcos Antonio Roker Troczinski - músico e produtor musical Deverá compor as trilhas musicais para o documentário.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Campo Grande Mato Grosso do Sul