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PRONAC 234946Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Plano Trienal - Museu Bispo do Rosario 2024-2026

BISPO DO ROSARIO ASSOCIACAO CULTURAL
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 950,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43644285000106ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
52815131000120ITAU-BBA TRADING S/A1900-01-01R$ 300,0 mil
33958695000178UNIPAR CARBOCLORO S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil

Eficiência de captação

63.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano trienal
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término

Resumo

Manutenção das atividades, projetos e recursos humanos do Museu Bispo do Rosario no ano de 2024, prevendo a utilização dos recursos para as seguintes áreas e ações: A) ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DO ACERVO: manutenção de banco de dados; custeio de ações de preservação do acervo; aquisição de materiais de consumo/equipamentos, manutenção de canais de comunicação. B) PROGRAMAÇÃO, EXPOSIÇÕES E EDUCAÇÃO: realização de duas exposições temporárias e a realização de uma exposição permanente; realização de programa de residência artística; realização de apresentações artísticas, com periodicidade bimensal e; manutenção do programa de mediação para visitantes. C) POLO EXPERIMENTAL DE CONVIVÊNCIA, EDUCAÇÃO E CULTURA: manutenção de oficinas artístico pedagógicas para a comunidade local e do Bloco Império Colonial.

Sinopse

SINOPSE DAS EXPOSIÇÕES REGRESSO AO SERTÃO Em O Sertão Carioca, livro publicado em 1936 por Armando Magalhães Corrêa, tem-se um Rio de Janeiro rural registrado por heranças culturais, religiosas e paisagens campesinas do início daquele século. Corrêa detém-se sobre práticas agrícolas de uma Zona Oeste voltada para o cultivo da banana, a produção de carvão e outras atividades extrativistas da época.Englobando mais especificamente a Baixada de Jacarepaguá e as elevações do Maciço da Pedra Branca, a ideia de Sertão Carioca diz respeito ao caráter rural da região e, nas palavras da antropóloga Luz Stella Rodríguez Cáceres, ?como lugar mítico, preservado em seu passado e, como tal, mais próximo de um estado natural ou original, como consequência do seu ?isolamento’ e distância da Zona Sul e Centro da cidade do Rio de Janeiro.?A exposição coletiva proposta neste projeto pretende reunir dez artistas visuais oriundos da Zona Oeste do Rio de Janeiro para discutir através de suas poéticas e interesses a ideia de Sertão Carioca. Elaborada para o espaço expositivo do Museu do Bispo do Rosário (MBRAC), a exposição propõe uma perspectiva de retorno desses artistas (em sua maioria já expondo nacional e internacionalmente) a um dos espaços culturais mais importantes do Estado do Rio e situado na própria Zona Oeste. Acompanhando a exposição, o projeto prevê ações culturais itinerantes em equipamentos de cultura da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro e a produção de um catálogo com recursos de acessibilidade para deficiêntes visuais.TRAMAS NÁUTICASO projeto apresenta uma exposição coletiva, a ser realizada no Museu Bispo do Rosario, promovendo o diálogo entre o acervo de Arthur Bispo do Rosario, tombado como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo IPHAN e INEPAC, obras de 14 artistas do Ateliê Gaia, projeto de acompanhamento artístico desenvolvido na instituição com pessoas que têm suas trajetórias vinculadas aos serviços de saúde mental, e por pelo menos dez artistas convidados de grande projeção que sejam referência no pensamento afro-brasileiro, como Rosana Paulino, Aline Motta e Eustáquio Neves, além de acervos históricos e documentais. A partir da trajetória de Bispo como marinheiro, a mostra pretende levantar questões referentes à saúde mental e agência, focando nos gestos de liberdade da diáspora negra. A mostra também pretende trazer diálogos com importantes figuras históricas que implementaram atos de emancipação, como o almirante negro João Cândido, que liderou a Revolta da Chibata, e o psiquiatra Juliano Moreira, que agiu contra sua internação manicomial.Além de uma grande exposição, o projeto também contará com um seminário nos campos da arte, da cultura e da saúde mental sobre o protagonismo negro nos movimentos pela liberdade, uma formação presencial para educadores conduzida pela equipe de Educação e Arte, o desenvolvimento de um programa educativo em parceria com as escolas da região, oferta de ônibus para visitação mediada de escolas municipais e estaduais, e a publicação de um catálogo impresso que também será disponibilizado online. O projeto contará com ações de acessibilidade, tais como a audiodescrição das obras apresentadas na exposição, tradução em libras no seminário, assim como uma equipe com experiência na atenção psicossocial.O público-alvo abrange pessoas de todas as idades, em especial moradores da Zona Oeste; estudantes, professores e pesquisadores; artistas e frequentadores de museus.SINOPSE FESTA POPULARO Mostra + Bispo do Rosario 2026 é um evento multilinguagem que acontecerá em edições bimestrais no Museu Bispo do Rosario. Este festival celebra a diversidade artística, ampliando as possibilidades de fruição cultural no museu ao explorar múltiplas linguagens artísticas além das tradicionais exposições de artes visuais.Serão apresentando espetáculos de artistas locais e convidados, além de promover reflexões sobre a arte e acolhimento aos usuários dos serviços de saúde mental através de atividades artísticas e culturais, possibilitando a convivência entre este público e a comunidade local.O festival também dialoga com manifestações culturais tradicionais da região, integrando eventos como o Baile de Carnaval, Dia da Mulher Negra, Latinoamericana e Caribenha e o Arraiá Agostino às atividades do museu. Todas as edições serão gratuitas, acessíveis e abertas a todos os públicos, destacando artistas contemporâneos da Zona Oeste do Rio de Janeiro.Outro destaque do Mostra + será a feira de economia criativa, que reunirá empreendedores e artesãos locais, oferecendo uma vitrine para as produções culturais da região e fomentando o desenvolvimento da economia criativa.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:O presente Plano Trienal visa a manutenção das atividades do Museu Bispo do Rosario, bem como busca garantir, através de seu funcionamento, a promoção do acesso à arte e à cultura para a população da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro através de seus 4 eixos de ação : 1) Administração e Gestão do Acervo, 2) Programação, Exposições e Educação e 3) Polo Experimental de Convivência, Educação e Cultura e 4) Viabilização do bloco de Carnaval Império Colonial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Eixo 1:1.1. Garantir o funcionamento do museu e a manutenção das suas atividades, dando condições para que os setores administrativos possam atender as demandas permanentes de outros setores do museu, além de garantir a manutenção do banco de dados, a manutenção de website e redes sociais;1.2. Garantir a continuidade das ações de preservação do acervo;Eixo 2:2.1. Realizar 1 (uma) exposição temporária coletiva de 6 (seis) meses. A exposição será concebida por uma curadoria especializada a ser escolhida na ocasião do desenvolvimento da exposição e com a inclusão do acervo do Museu Bispo do Rosario;2.2. Realização de 1 (uma) exposição temporária, com duração de 6 meses , como resultado das residências artísticas e com tem[atica sobre o território;2.3. Requalificação de exposição permanente do Museu Bispo do Rosario;2.4. Realizar exposição coletiva, com duração de 8 meses, no Museu Bispo do Rosario reunindo obras de Arthur Bispo do Rosario e artistas convidados; ampliar a produção de pesquisa e conhecimento acerca da obra desses artistas; promover o reposicionamento do acervo de Arthur Bispo do Rosario na cena cultural nacional e internacional.;2.5. Realizar 1 (um) seminário presencial e virtual, para debater temas relacionados às exposições;2.6. Manutenção do programa de mediação, com o desenvolvimento de atividades educativas vinculadas às exposições;2.7. Desenvolvimento de ações educativas continuadas junto às escolas do território;2.8. Realização de 1 edição do programa de residência para artistas visitantes que visa proporcionar uma imersão no universo de Bispo e da Colônia Juliano Moreira. Os artistas selecionados farão parte da Casa B em 2026, para desenvolvimento de projetos artísticos que dialoguem com a comunidade e os demais programas do museu, o que culminará na produção de obras que farão parte da exposição;2.8. Publicar e distribuir gratuitamente 500 catálogos como produto da exposição;2.10. Realizar 4 (quatro) apresentações do programa Mostra +: programação de cunho inclusivo para os vizinhos do Museu e composta por apresentações e ações das mais diversas linguagens artísticas, afirmando a atuação do museu no território e sua importância para a Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro; 2.11. Manter as atividades do Ateliê Gaia, espaço de arte e criação que estimula a prática artística e profissional de seus frequentadores e o ingresso de seus artistas no circuito da arte. É composto majoritariamente por artistas que outrora foram internos do antigo sistema manicomial e hoje vivem de maneira autônoma.Eixo 3: 3.1. Garantir a continuidade dos 8 cursos livres e 6 oficinas de geração de renda oferecidos pelo Museu Bispo do Rosario, através do Polo Experimental de Convivência, Educação e Cultura. Eixo 4:4.1 Garantir a viabilidade da apresentação do bloco de carnaval Império Colonial, que consiste em um movimento popular com usuários do serviço de saúde mental.

Justificativa

Arthur Bispo do Rosario, artista negro, nordestino e esquizofrênico, viveu ao longo de 50 anos internado em instituições psiquiátricas e nelas constituiu sua obra, que figura como uma das mais importantes produções artísticas brasileiras do século XX, reconhecida nacional e internacionalmente. Bispo criou uma grande quantidade de objetos para compor sua catalogação do mundo.Sua extensa produção possibilita uma infinidade de leituras, abordagens e relações poéticas e através de cada nova abordagem ampliamos e aprofundamos os olhares sobre a vida e obra deste artista, sobre a sociedade e sobre nós mesmos. Este acervo, considerado um dos mais importantes patrimônios artísticos da contemporaneidade, é integralmente público, tombado pelo INEPAC e pelo IPHAN em 2018.O projeto tem o desafio de ampliar a oferta e a garantia do acesso à arte e à cultura fora dos eixos convencionais do Rio de Janeiro e tornar o museu uma referência museológica e cultural para a Zona Oeste. Único museu público da região, tem o compromisso de preservar e difundir seu acervo para as gerações futuras, atuar na preservação da memória material e imaterial referente à antiga Colônia Juliano Moreira e promover a discussão da relação entre arte e loucura.Estar inserido no que fora outrora uma instituição manicomial abre um leque de possibilidades para pensar o papel do Museu e sua vocação cultural e educacional nesse território. Através da proposição de espaços de criação e colaboração, integrando artistas, estudantes, moradores, usuários e trabalhadores dos serviços de saúde mental, novas formas de pertencimento podem ser vivenciadas.Situado no Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira (IMASJM), na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro, o museu é responsável pela preservação, conservação e difusão da obra de Arthur Bispo do Rosario e seu Plano Trienal pretende valorizar a cultura local e a memória da Colônia Juliano Moreira e de Bispo. Com suas ações, o museu busca promover o resgate da memória coletiva dessa região, estimulando nas novas gerações a apropriação da história local para possibilitar a construção identitária e favorecer laços de pertencimento.O projeto, de acordo com os objetivos descritos, visa captar e canalizar recursos de modo a atender os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 citados abaixo: I - CONTRIBUIR PARA FACILITAR, A TODOS, OS MEIOS PARA O LIVRE ACESSO ÀS FONTES DA CULTURA E O PLENO EXERCÍCIO DOS DIREITOS CULTURAIS: Visto que o acesso ao Museu às suas atividades são totalmente gratuitos e a classificação de faixa etária é livre; II - PROMOVER E ESTIMULAR A REGIONALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO CULTURAL E ARTÍSTICA BRASILEIRA, COM VALORIZAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS E CONTEÚDOS LOCAIS: Em razão de sermos o único museu de arte contemporânea de Jacarepaguá, temos o compromisso de estimular a produção cultural e artística na região; III - APOIAR, VALORIZAR E DIFUNDIR O CONJUNTO DAS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS E SEUS RESPECTIVOS CRIADORES; V - SALVAGUARDAR A SOBREVIVÊNCIA E O FLORESCIMENTO DOS MODOS DE CRIAR, FAZER E VIVER DA SOCIEDADE BRASILEIRA: Através das oficinas do Polo Experimental e outros programas do museu, tem-se garantido que esse florescimento seja uma constante nas práticas e fazeres propostos; VI - PRESERVAR OS BENS MATERIAIS E IMATERIAIS DO PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO BRASILEIRO: Um dos objetivos principais da Bispo do Rosario Associação Cultural (BRASS) e do museu é a preservação do seu acervo e da obra de Arthur Bispo do Rosário, tombada pelo IPHAN e INEPAC; a preservação da cela onde todo esse acervo foi criado; e a preservação da memória desse lugar, e de toda história da Colônia Juliano Moreira; VII - DESENVOLVER A CONSCIÊNCIA INTERNACIONAL E O RESPEITO AOS VALORES CULTURAIS DE OUTROS POVOS OU NAÇÕES; VIII - ESTIMULAR A PRODUÇÃO E DIFUSÃO DE BENS CULTURAIS DE VALOR UNIVERSAL, FORMADORES E INFORMADORES DE CONHECIMENTO, CULTURA E MEMÓRIA: Objetiva-se a difusão do acervo, acesso à pesquisadores, artistas, curadores e público em geral, também através das mídias sociais, IX - PRIORIZAR O PRODUTO CULTURAL ORIGINÁRIO DO PAÍS.Tendo em vista ainda o alcance dos objetivos referentes ao Art. 3°, conforme segue: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE CURSOS DE CARÁTER CULTURAL OU ARTÍSTICO, DESTINADOS À FORMAÇÃO, ESPECIALIZAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DA ÁREA DA CULTURA, EM ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SEM FINS LUCRATIVOS; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) EDIÇÃO DE OBRAS RELATIVAS ÀS CIÊNCIAS HUMANAS, ÀS LETRAS E ÀS ARTES; c) REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES, FESTIVAIS DE ARTE, ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS, DE MÚSICA E DE FOLCLORE; d) COBERTURA DE DESPESAS COM TRANSPORTE E SEGURO DE OBJETOS DE VALOR CULTURAL DESTINADOS A EXPOSIÇÕES PÚBLICAS NO PAÍS E NO EXTERIOR; e) REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES, FESTIVAIS DE ARTE E ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS OU CONGÊNERES; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) CONSTRUÇÃO, FORMAÇÃO, ORGANIZAÇÃO, MANUTENÇÃO, AMPLIAÇÃO E EQUIPAMENTO DE MUSEUS, BIBLIOTECAS, ARQUIVOS E OUTRAS ORGANIZAÇÕES CULTURAIS, BEM COMO DE SUAS COLEÇÕES E ACERVOS; b) CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE PRÉDIOS, MONUMENTOS, LOGRADOUROS, SÍTIOS E DEMAIS ESPAÇOS, INCLUSIVE NATURAIS, TOMBADOS PELOS PODERES PÚBLICOS; c) RESTAURAÇÃO DE OBRAS DE ARTES E BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DE RECONHECIDO VALOR CULTURAL; D) PROTEÇÃO DO FOLCLORE, DO ARTESANATO E DAS TRADIÇÕES POPULARES NACIONAIS; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) DISTRIBUIÇÃO GRATUITA E PÚBLICA DE INGRESSOS PARA ESPETÁCULOS CULTURAIS E ARTÍSTICOS; b) LEVANTAMENTOS, ESTUDOS E PESQUISAS NA ÁREA DA CULTURA E DA ARTE E DE SEUS VÁRIOS SEGMENTOS.

Especificação técnica

Catálogo:Formato final fechado: A5Número de páginas: 292 páginasCapaPapel: Cartão Triplex 250 g/m² (ou 300 g/m², dependendo da disponibilidade e da necessidade de rigidez)Acabamento: Aplicação de Verniz UV localizado (frente)Impressão: 4x4 cores (frente e verso)Encadernação: inclusa no sistema brochura capa duraMioloPapel: Offset 120 g/m²Impressão: 4x4 cores (CMYK, frente e verso)EncadernaçãoBrochura Capa Dura Lombada quadrada

Acessibilidade

Como medidas de acessibilidade para a realização do Plano Trienal de Atividades, o Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea investirá em sua exposição nos seguintes recursos: Eixo 1:Acessibilidade Atitudinal:Capacitação de equipe para promover acessibilidade atitudinal em suas ações e oficinas à pessoas neuroatípicas. Eixo 2:Acessibilidade de Conteúdo: Serão adotadas legendas para as obras em QR-Code, disponibilizando a audiodescrição dos trabalhos expostos nos catálogos das exposições. Site do museu com ícone de acessibilidade para pessoas com baixa visão. Serão contratados mediadores habilitados na língua brasileira de sinais (LIBRAS) com capacitação para realizar atividades educativas na exposição. Todos os conteúdos em vídeo online do museu terão tradução simultânea em LIBRAS.Acessibilidade Atitudinal:Capacitação de equipe para promover acessibilidade atitudinal nas exposições à pessoas neuroatípicas.Eixo 3:Acessibilidade Atitudinal:Capacitação de equipe para promover acessibilidade atitudinal em suas ações e oficinas à pessoas neuroatípicas.

Democratização do acesso

TODAS AS ATIVIDADES DO PROJETO SÃO GRATUITAS. 5.1. O público-alvo do projeto inclui pessoas de todas as idades do Rio de Janeiro, principalmente da Zona Oeste, grande Jacarepaguá e bairros adjacentes ao Museu; estudantes e professores dos cursos de artes e humanas do ensino superior e de escolas públicas e privadas de ensino fundamental e médio; artistas, críticos, produtores e demais profissionais da rede de cultura; frequentadores do Museu e usuários dos programas de saúde do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira. EXPOSIÇÃO: (art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, inciso II - será oferecido transporte para as escolas públicas do Município do Rio de Janeiro; inciso III - serão disponibilizados na internet, através do site do Museu e das redes sociais, tour virtual, imagens fotográficas e vídeos realizados durante o transcorrer da Exposição; inciso IV - será autorizado a captação de imagens do espaço expositivo, pelos frequentadores da Exposição, mediante cumprimento de regras pré estabelecidas pela museologia (proibido uso de flash e tripés); inciso V - A exposição e programação serão gratuitas; inciso VII - A classificação etária das Exposições é livre. E as programações e produtos possuem ações e mediações específicas voltadas para atender o público infantojuvenil; 5.2. Catálogo - art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, inciso I - O projeto prevê a doação de 20% dos catálogos produzidos para Escolas da rede pública, Museus, Bibliotecas e equipamentos culturais. Também será disponibilizada gratuitamente versão digital do catálogo no site do museu.

Ficha técnica

Carolina Rodrigues Historiadora da arte (EBA/UFRJ) e mestre em Artes Visuais, linha de Imagem e Cultura, pelo PPGAV/UFRJ e pesquisadora integrante do Núcleo de Antropologia, Patrimônio e Artes/CNPq. Atualmente, é curadora geral do Museu Bispo do Rosario e articula questões relacionadas às fronteiras do sistema da arte, relações étnico-raciais, territorialidade e gênero a partir da Zona Oeste do Rio de Janeiro.Recentemente, contribuiu com o desenvolvimento da concepção curatorial do Museu do Comércio do Sesc RJ enquanto curadora adjunta e pesquisadora, desenvolveu projetos na Gerência de Cultura e Arte Firjan SESI e realizou mentoria curatorial no programa de residência Territórios Curatoriais, no MAM Rio.Roger AlmeidaGraduado em História pela PUC-Rio, pós-graduando em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação pelo IFRJ, possui certificação em Qualificação Profissional em Produção Cultural pelo Polo Educacional Sesc.Participou de cursos, fóruns e debates do movimento Articulação Nacional de Emergência Cultural conduzido pela Escola de Políticas Culturais/SENAC para gestores de cultura da sociedade civil.Foi gestor de projetos culturais aprovados na Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS), PNAB, Lei Paulo Gustavo, Sesc Pulsar, Edital Apoio à Arte-Educação – Fazendo Arte RJ, Conexôes Urbanas e Territórios Fluminense da SECEC-RJ. Atualmente está como Coordenador de Projetos do Museu Bispo do Rosario.Vinicius José Caldas LopesMuseólogo formado pela UNIRIO, mestrando no Programa Educação, Cultura e Comunicação (PPGECC) UERJ-FEBF. Dedica-se há duas décadas no campo da cultura e, na área de museus, exclusivamente, há 11 anos. Tem experiência na Gestão e Democratização de Acervos, Conservação e Educação museal tendo atuado em Instituições como o MNBA, Oi Futuro/ MUSEHUM, Cinemateca do MAM. Atualmente é Coordenador de Acervo do Museu Bispo do Rosario.Cecília Estella Graduada em Dança (UFRJ) e Psicologia (IBMR), atua na Rede de Atenção Psicossocial carioca há 10 anos. É especialista em saúde mental e atenção psicossocial (Fiocruz) e fundadora/diretora do Coletivo 22, um coletivo artístico que performa através da dança e do teatro, uma trilogia artística sobre a loucura. Atualmente é coordenadora do Centro de Cultura e Convivência Pedra Branca (Museu Bispo do Rosario/IMASJM) e representante do Bloco Império Colonial.Marcos Vinicius PinheiroFormado em Produção Cultural pelo IFRJ - Campus Nilópolis. Atuou em produtoras como Ártemis Negócios Culturais e em algumas instituições como Parque Lage, Sala Cecília Meireles, Museu Bispo do Rosario onde está como Coordenador de Produção.Marcelle SouzaGraduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNESA), Especialização em Gestão de Projetos Ambientais (IFRJ), Especialização em Ciências da Natureza, suas Tecnologias e o Mundo do Trabalho (IFPI), mestranda em Tecnologias para o Desenvolvimento Social (NIDES/UFRJ). Tem experiência de mais de uma década em projetos socioambientais e articulação com Movimentos Sociais da Zona Oeste do Rio de Janeiro, atuando nos seguintes temas: agroecologia com ênfase em agricultura urbana, economia popular e solidária, circuito curto de comercialização, sistema participativo de garantia - SPG, gestão de projetos socioambientais, gestão de resíduos sólidos, tecnologias sociais, educação ambiental crítica, educação popular e metodologias de gestão participativa. Renato CostaFormado em Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA), pós-graduado em Marketing e Design Digital pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ), certificado no curso de Qualificação Profissional em Produção Cultural pelo Polo Educacional SESC. Passou por veículos de Comunicação como Jornal O Dia e LANCE!; foi gestor nas agências 3Mais, IN Press Porter Novelli e Bamba; e também trabalhou para organizações como o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), e.Life e MultiRio. Gerenciou projetos de comunicação e marketing para ONU Mulheres Brasil, AMBEV, Conservação Internacional, IDEC, PretaHub e SOS Mata Atlântica, além ter atuado em projetos culturais como Babu Santana e os Cabeças de Água Viva, Coreto, Bloco Que Pena, amor, Santa História e Entrelace. Atualmente é coordenador de Comunicação do Museu Bispo do Rosario.Diana KolkerDiana Kolker é educadora museal e curadora. Interessada nas convergências entre as práticas artísticas, educativas, curatoriais e clínicas. Graduada em história, (PUCRS, 2008), especialista em pedagogia da arte (UFRGS, 2012) e mestra em estudos contemporâneos das artes (UFF, 2018), cursa a Formação Livre em Esquizoanálise (FLEA). Responsável pelo projeto político pedagógico e artístico do Museu Bispo do Rosario, desde 2017. Há 20 anos atua em projetos educativos, formações de artistas e de educadores em parceria com diversas instituições do país. Compôs a curadoria de exposições, com destaque para "Pequenas Cosmogonias: Como Brotar Mundos? " (2023), "Stella do Patrocínio: Me mostrar que eu não sou sozinha. Que tem outras iguais, semelhantes a mim e diferentes" (2022), realizadas no Museu Bispo do Rosario e "Bispo do Rosario - Eu vim: Aparição, Impregnação e Impacto", realizada em 2022, no Itaú Cultural (SP).Marianna CrespoGraduada em Ciências Contábeis pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pós-graduada em Controladoria e Finanças pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie-Rio. Com mais de 10 anos de experiência na área contábil, administrativa e financeira, atuando em empresas de diferentes setores, como audiovisual, logística, comércio e saúde.Minha trajetória profissional inclui passagens por empresas como CASA & VIDEO Rio de Janeiro S/A e LABORATÓRIOS MÉDICOS DR. SERGIO FRANCO LTDA.Atualmente, sou Coordenadora Administrativa e Financeira no Museu Bispo do Rosário, onde sou responsável pela gestão de processos financeiros e administrativos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro