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PRONAC 234963Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Anual de atividades da Associação Cultura Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê - 2024

ASSOCIACAO CULTURAL BLOCO CARNAVALESCO ILE AIYE
Solicitado
R$ 4,63 mi
Aprovado
R$ 4,33 mi
Captado
R$ 430,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
61557039000107ITAU SEGUROS S/A1900-01-01R$ 250,0 mil
14380200000121IFOOD.COM AGENCIA DE RESTAURANTES ONLINE S.A.1900-01-01R$ 180,0 mil

Eficiência de captação

9.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O projeto pretende a manutenção das atividades do Associação Cultura Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê durante o ano de 2024. O Instituto é um centro de referência da cultura afro que existe há mais de 50 anos, realiza ações culturais que buscam afirmar a identidade afro-brasileira e sua declarada luta contra o racismo. O Ilê Aiyê busca através do projeto a manutenção do corpo técnico e artístico, a realização da nova edição da Noite da Beleza Negra, e a realização do carnaval em 2024.

Sinopse

Desfile Festivo - CARNAVAL 2024 Vovô e Popó, com a benção de Mãe Hilda Jitolu. A invenção do Bloco Afro. Ah, se não fosse o Ilê Aiyê! No ano de 2024, o Ilê Aiyê, e consequentemente, o movimento cultural Bloco Afro, irão completar 50 anos. Foram os blocos afro que mudaram a face da música baiana e reafricanizou o nosso carnaval. A direção do Ilê Aiyê resolveu contar novamente essa história, abordando outras perspectivas. Após contar e cantar essa narrativa nos 40 e nos 45 anos, vamos encerrar essa trilogia expondo os resultados alcançados ao longo desses 50 anos. Vamos levar para o Carnaval do próximo ano os ideais de Vovô e Popó, a influência de Mãe Hilda Jitolu e as histórias dos vários blocos que sucederam a criação do mais Belo dos Belos tanto aqui na Bahia quanto em outros Estados do país. Blocos como Melô do Banzo, Olodum, Afreketê, Malê Debalê e Muzenza, aqui de Salvador. E também o Agbara Dudu, Orunmilá, Coisa de Nego, Lamento Negro, dentre outros. ANTONIO CARLOS VOVÔ Vovô do Ilê, como é internacionalmente conhecido, idealizou, criou e fundou, juntamente Popó, Jailson, Aliomar, dentre outros, em 1974, a Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê. Fez os estudos primário e ginasial na Escola Parque, cursando e concluindo, posteriormente, os cursos de Patologia Clínica e Engenharia Eletromecânica. Foi comerciário e operador da CEMAN e da COBAFE, no Polo Petroquímico da Bahia, de 1976 a 1981. Desta data até os dias atuais, dedica-se exclusivamente ao trabalho de presidir e administrar o Ilê Aiyê, coordenando, junto com o grupo de diretores da entidade, as atividades pedagógicas, artísticas, culturais e carnavalescas. Há mais de 49 anos, Vovô do Ilê Aiyê tem desenvolvido uma série de atividades voltadas, exclusivamente, para a conscientização da população negra acerca de seus direitos civis. Sua atuação inclui ações pedagógicas e político-culturais, como o Bloco Afro Ilê Aiyê, a Band’Aiyê, a Escola Mãe Hilda, o Projeto de Extensão Pedagógica, a Escola de Música e Percussão Banda Erê, a Escola Profissionalizante e outras. Por conta desse percurso, vem acumulando prêmios e reconhecimento na Bahia, no Brasil e no exterior. Inúmeras são suas contribuições para o resgate e a afirmação da cultura de origem africana no Brasil. APOLÔNIO DE JESUS POPÓ Apolônio Souza de Jesus Filho nasceu no dia 18 de março de 1952, no bairro do Curuzu. Popó, como era conhecido, foi idealizador de movimentos de dança e música da cultura Afro na Bahia, especificamente, das comunidades do Curuzu, Baixa da Alegria, Santa Mônica, Fazenda Grande do Retiro, São Caetano e Liberdade. A dedicação de Popó Culminou com a criação, em 1974, do primeiro Bloco Afro do mundo, o “Ilê Aiyê”. Para ele “o carnaval era uma manifestação pública que socializava e integrava o ser humano dentro de sua comunidade. Em 1974, Popó, ao lado de Vovô, Jailson, Aliomar, dentre outros, criou o Ilê Aiyê, iniciando a mobilização e discussão dos problemas dos negros na Bahia e no Brasil. Partidário de ideias polêmicas, defendia uma luta direta, objetiva e prática na preservação da cultura negra. Após a sua saída do Ilê Aiyê, na década de oitenta, Apolônio foi o responsável pela criação de mais dois blocos de carnaval, o Orumila e o Afoxé Ojuobá. Veio a falecer em 16 de novembro de 1992 no bairro da Liberdade, aos 40 anos de idade. COM AS BÊNÇÃOS DE MÃE HILDA JITOLU Em 1923 nasce uma liderança sócio-cultural-religiosa predestinada, a um especial lugar no mundo. Ela fez história, preservou culturas, educou gerações: Hilda Dias dos Santos Jitolu, Mãe Hilda, senhora de saberes, senhora de Ilês. Em 1950, ela casou-se com Waldemar Benvindo dos Santos, dessa união nasceram cinco filhos: Antônio Carlos Vovô, Hildete Valdevina – Dete Lima, Vivaldo Benvindo; Hildemaria Georgina, Hildelice Benta – todos dos Santos, por nascimento e por escolha da região do candomblé. Em 1942 Mãe Hilda se torna yaô iniciada pelo seu Pai de Santo, o Babalorixá Cassiano Manoel Lima, que lhe confere a sua digina de origem do Gêge. Essa história tem suas raízes desde longos tempos, partindo do tradicional Terreiro Cacunda de Yayá, de onde após a partida do seu Babalorixá Sr. Cassiano Manoel Lima, ela se torna filha religiosa da Yalorixá Constância, Mãe Tança. É nesse contexto de sabedoria, acolhimento, lições de vida e religiosidade, que se fortalecem as interações entre Mãe Hilda e seus antepassados e ancestrais. A INVENÇÃO DO BLOCO AFRO Por seu claro posicionamento em favor da comunidade afrodescendente, os blocos afro possuem um forte viés político, levantando a bandeira da luta contra o racismo e pela afirmação da identidade negra. A maioria desses blocos, hoje, amplia as atividades para além do Carnaval, promovendo ações educativas e de formação profissional para a população de bairros periféricos e realizando atos políticos contra o preconceito e a discriminação racial. Um dos maiores representantes dos blocos afros é o Ilê Aiyê, criado na Bahia, em 1974. Nascido no Curuzu, no bairro da Liberdade, onde se concentra o maior contingente de afrodescendentes fora do continente africano, o bloco sofreu, desde sua primeira apresentação, com manifestações de preconceito. Mas o Ilê persistiu em sua trajetória e, de modo pioneiro, abriu as portas para que se formassem outras entidades com objetivos semelhantes, como o Olodum, o Malê Debalê, Muzenza, dentre muitos outros Brasil a fora. O primeiro bloco afro, o Ilê Aiyê, foi fundado no ano de 1974, quando Salvador iniciava mudanças na sua economia graças os novos empreendimentos no ramo industrial, a exemplo do Pólo Petroquímico de Camaçari. Até este período, o carnaval baiano contava com os blocos de classe média e maioria branca e também os afoxés mais antigos e tradicionais. de maioria negra. Havia também os blocos de índios, formados na sua maioria por jovens negros e mestiços. Porém, o Ilê Aiyê foi o primeiro a abordar o tema étnico-racial e a luta política nos blocos. Ah, se não fosse o Ilê Aiyê! O Ilê Aiyê foi fundado no Curuzu, na região da Liberdade, um dos bairros mais populosos de Salvador, de maioria negra e proletária, tendo como referencial o vínculo histórico com a África para uma construção de identidade negra e uma conscientização política para a população local. Foram os primeiros a manifestar sinais da consciência negra, procurando demonstrá-la através das vestimentas. O bloco prepara a composição de suas roupas a partir de pesquisa sobre povos e regiões da África ou temas afro-brasileiros que representem a temática de cada ano. O bloco saiu à rua de Salvador pela primeira vez, no Carnaval de 1975, contrariando padrões seculares estabelecidos, um bloco só de negros, tendo por tema a canção “Que bloco é esse?”, que cantavam: “Que bloco é esse que eu quero saber é o mundo negro que vamos mostrar pra você”. (Ilê Aiyê, de Paulinho Camafeu). O Ilê Aiyê foi o primeiro bloco afro a lançar disco no mercado baiano, em 1984. A musicalidade do bloco se caracteriza pelo uso dos tambores percutidos por uma banda ou bateria que faz o samba duro, onde se insere a batida Ijexá, inspiradora de uma variedade de ritmos percussivos, responsáveis pela ascensão da música afro-baiana. Em 1995, o bloco Ilê Aiyê começou a desenvolver nas Escolas do Ilê (Escola Mãe Hilda e Escola de Percussão Banda Erê) e nas escolas públicas o Projeto de Extensão Pedagógica. Este projeto, idealizado e coordenado pelo Ilê Aiyê, fundamenta-se nos seguintes pressupostos: 1) que ao longo de 22 anos de atividades culturais e educativos o Ilê Aiyê produziu um extenso material informativo que pode ser utilizado em práticas educacionais; 2) que a utilização deste material, ao privilegiar o mundo cultural afro-brasileiro, torna o fazer educativo mais produtivo e mais próximo.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: A Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê, entidade cultural atuante na defesa das manifestações afro-brasileiras, em Salvador/BA, há mais de 50 anos exerce atividades em prol da manutenção das tradições afro brasileiras, pretende, através do projeto, a manutenção do corpo diretivo, necessário para a operação da Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a realização de suas atividades culturais no ano de 2024. O Ilê Aiyê é um dos blocos mais antigos e influentes do Brasil, que tem como principal objetivo promover e preservar a cultura afro por meio de suas tradições, músicas e outros temas. O Ilê Aiyê, cria a cultura da reflexão de forma a contribuir significativamente para a pauta da Cultura Afro na região baiana. Sob a Direção de Antônio Carlos Vovô (Vovô) o projeto traz à pauta a preservação das tradições afro, que contribuem para a promoção e para o desenvolvimento da cultura local e nacional. Ilê Aiyê é mais que um bloco de carnaval de Salvador, Bahia, Brasil. É a manifestação da cultura afro há 50 anos, tendo sido fundado em 1974 por Antônio Carlos "Vovô" e Apolônio de Jesus, tornando-se o mais antigo bloco afro-brasileiro. Está localizado no bairro Curuzu/ Liberdade, a maior área populacional afrodescendente de Salvador. O Ilê Aiyê trabalha para elevar a consciência da comunidade negra baiana. O grupo foi pioneiro com temas de culturas negras e história globais, e celebrando a beleza estética dos negros. O grupo inclui centenas de músicos percussionistas que executam a música regional afro-baiana, além de dezenas de dançarinos e milhares de membros participantes. Tradicionalmente, incluem o candomblé em suas manifestações, misturando música percussiva regional (só instrumental) e saberes tradicionais. Marcam a importância da cultura e religião africana e afro-brasileira. Ilê Aiyê foi responsável por uma enorme revolução cultural no Brasil. Até sua fundação, homens e mulheres negros nunca usavam vestidos coloridos, não entravam pela porta da frente, não usavam penteados afro, e as mulheres negras não usavam batom. Ilê Aiyê garantiu e garante os processos de empoderamento através da música percussiva, dos figurinos, da mistura sincrética com a religião de matriz africana, e através da divulgação da cultura e da história africanas. É patrimônio imaterial da cultura negra afro, tanto na música percussiva afro, quanto na preservação e manutenção da história, manifestações, religiosidades e cultura negra, sendo assim reconhecido pelos pares e pela população brasileira, conforme Declaração do Fórum de Entidades Negras da Bahia - anexa aos documentos da proposta. Com o passar do tempo, o Ilê Aiyê se transformou em instituição muito maior que o Bloco, sendo responsável por diversos projetos, eventos, formações, e ações culturais incluídas no presente Plano Anual OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto - Plano Anual 2024: - Manutenção da Instituição Cultural, de seu corpo diretivo e cultural. Produto - Desfile festivo - Carnaval: - Realização de desfile festivo (carnavalesco) durante 3 dias- Elaboração e realização dos blocos afro, carnavalescos realizados pela Instituição- Promover a cultura afro Produto - Concurso - 44° Noite da Beleza Negra: - Realizar o Concurso da 44ª Noite da Beleza Negra; - Eleger uma mulher da comunidade negro-mestiça baiana como a Deusa do Ébano; - Apresentar ao grande público durante a Noite da Beleza Negra diversas Formas de Expressão da cultura afro-brasileira através de manifestações de dança, cênicas e musicais; - Valorizar a identidade afro-brasileira e elevar a auto-estima da população negro-mestiça; - Divulgar e despertar o interesse da população em geral, para conhecer mais sobre a cultura e manifestações afro-brasileiras, contribuindo para a preservação da identidade cultural do Brasil; - Realizar como atividade complementar uma apresentação da band'Aiyê e convidados para chamar a atenção para a Noite da Beleza Negra e homenagear a Deusa do Ébano que apresenta sua dança, seus trajes e sua beleza ao ritmo do Ilê Aiyê; - Manter a tradição do Ilê Aiyê de resgatar, preservar e difundir a influência da cultura negra na formação econômica, social e cultural do Brasil. - Promover a geração de renda e a dinamização do mercado cultural de Salvador, beneficiando direta e indiretamente profissionais e trabalhadores autônomos, entre artistas, instrumentistas, artesãos, costureiras, produtores, dentre muitos outros profissionais que terão seus trabalhos valorizados e remunerados através deste projeto; - Dar continuidade às atividades culturais e sociais da entidade que contribuem para a valorização e resistência da cultura afro-brasileira; Produto Ação Formativa Cultural (Contrapartida Social) - Oficina de artes cênicas aplicadas ao carnaval, contando com a presença de especialistas conhecedores da história e tradição do bloco Ilê Ayiê, a fim de transmitir conhecimentos básicos sobre a estrutura e formação do bloco e também de suas performances; - Oficinas de amarração africanas para turbantes, visando a promoção do conhecimento dessa ferramenta estética como símbolo de resistência negra e como adereço cênico;

Justificativa

Desde a sua fundação em 1974, o Ilê Aiyê se firmou como um dos principais agentes no fortalecimento da identidade afro-brasileira, no resgate da auto-estima e elevação da consciência da população negra de Salvador, atuando através da cultura e da educação. A Associação Cultura Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê visa fortalecer e propagar a cultura afro por meio de suas ações culturais, principalmente os desfiles realizados no carnaval. Como principais justificativas para o incentivos fiscal temos: O projeto atende ao Art. 1º da Lei 8313/91 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto ainda atende ao Art. 3º da Lei 8313/91, nos incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

Os profissionais indicados no campo ficha técnica e os artistas que irão participar do projeto poderão sofrer alteração face à disponibilidade de sua contratação no momento de realização do projeto, ou em decorrência dos valores a serem aprovados para seu pagamento. Nos comprometemos, no caso de substituições, em manter o perfil e qualificação do profissional que for substituído, respeitando a qualidade técnica e histórico profissional, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto. Os valores e trechos declarados no corpo do projeto durante sua inscrição são estimados e provisórios, bem como poderão ser alterados conforme necessidades reais do projeto, uma vez que as origens e destinos das passagens podem sofrer alteração face a definição final dos profissionais e sua disponibilidade no momento de execução do projeto. Foram lançados no sistema apenas para cumprir as formalidades exigidas por esta Secretaria. As informações de detalhamento da Oficina, foi levantadas por estimativa já que, neste momento, não há material suficiente para se estabelecer os horários, carga horária, cronograma, linha pedagógica, projeto pedagógico, profissionais, palestrantes a serem realizados. Então, trata-se de detalhamento provisório e que será alterado ao longo da execução do projeto.

Especificação técnica

Produto - Concurso O Projeto 44º Noite da Beleza Negra trata-se de um concurso entre mulheres negras onde a vencedora é nomeada Deusa do Ebano e representará o Bloco Afro Ilê aiyê durante todo o ano de 2025. Porém antecedendo ao concurso existe toda uma preparação cênica entre as concorrentes (que são de 10 a 15 mulheres) e a seleção é feita avaliando a Dança, Figurino, coreografia e performance que são elementos cênicos. Antecedendo o concurso é realizado um desfile em formato de cortejo por dançarinos do Ilê Aiyê, abrindo a noite do evento e após o concurso é realizado show de música festejando a vencedora. Entendemos que o produto principal é o concurso e que a Dança é o Segmento principal deste projeto Informamos que a parte musical do evento é uma programação que compõe a trilha sonora executada ao vivo para o desfile das Concorrentes se apresentarem no concurso e para a confraternização da vencedora do concurso e por isso não entendemos como produto principal. Para ilustrar nosso argumento segue abaixo dois links do Youtube com a abertura do concurso onde todas as concorrentes se apresentam juntas. Após essa abertura elas se apresentam individualmente que é o momento que são avaliadas pela comissão julgadora que é o que ilustra o segundo vídeo. http://www.youtube.com/watch?v=8iTCFRG9Yug http://www.youtube.com/watch?v=d4Mrgp514K8 Produto - Ação Formativa Cultural (Contrapartida Social) - O público alvo será composto 100% de alunos e professores de escolas públicas - O evento será totalmente gratuito e beneficiará, no mínimo, 230 pessoas, após realizadas todas as oficinas - O projeto visa encontrar as escolas que mais se adéquam aos tipos de atividades propostas, onde haja alunos com deficiências físicas, visuais e auditivas. As informações disponibilizadas neste campo são estimadas e foram lançadas no sistema apenas para cumprir as formalidades exigidas pela Instrução Normativa vigente. Cabe ressaltar que será contratado profissional específico para o desenvolvimento dos produtos, ou seja, as informações poderão sofrer alteração para atendimento às necessidades curatoriais ou técnicas necessárias para sua produção e fruição.

Acessibilidade

Produto - Plano anualAcessibilidade Física: Produto incompatível com medida de acessibilidade Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: Produto incompatível com medida de acessibilidade Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: Produto incompatível com medida de acessibilidade Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Produto incompatível com medida de acessibilidade Produto - Desfile festivoAcessibilidade Física: O desfile é realizado na rua, portanto contará com acessibilidade disponível nos endereços Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: Produto incompatível com medida de acessibilidade Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: Produto incompatível com medida de acessibilidade Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Não se aplica Produto - ConcursoAcessibilidade Física: o local onde será realizado contará com espaço para deficientes, cadeirantes, gestantes e idosos. Esses locais serão devidamente sinalizados e atendidos por recepcionista. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: o evento contará com descrição audiovisual para grupos de 10 pessoas agendadas previamente. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: tradução em libras na apresentação do evento. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: não se aplica. Produto - Ação Formativa Cultural (Contrapartida Social) Acessibilidade Física: as oficinas serão realizadas em local de plena acessibilidade, com reserva de vagas para deficientes e com o apoio de recepcionista para atendimento especializada em atendimento especial. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: atendimento com serviço de audiodescrição nas oficinas. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: tradução em libras na realização das oficinas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: não se aplica.

Democratização do acesso

Ampliação de Acesso: Art. 28 da IN nº 1/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Antônio Carlos dos Santos Vovô – Direção Geral Antônio Carlos dos Santos Vovô idealizou, criou e fundou em 1974, a Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê, juntamente com Apolônio de Jesus – já falecido. Fez os estudos primário e ginasial na Escola Parque, cursando e concluindo, posteriormente, os cursos de Patologia Clínica e Engenharia Eletromecânica. Foi comerciário e operador da CEMAN e da COBAFE, no Polo Petroquímico da Bahia, de 1976 a 1981. Desta data até os dias atuais dedica-se exclusivamente ao trabalho de presidir e administrar o Ilê Aiyê, coordenando, junto com o grupo de diretores da entidade, as atividades pedagógicas, artísticas, culturais e carnavalescas.Inúmeras são suas contribuições para o resgate e a afirmação da cultura de origem africana no Brasil. Entre outras, listamos:• Participação na produção dos quatro discos do Ilê Aiyê;• Coordenador do Carnaval da Liberdade, de 1989 a 1992;• Coordenador do Carnaval de Salvador, em 1996;• Produtor de artistas nacionais e estrangeiros nos eventos do Ilê Aiyê;• Membro da Comissão Organizadora da vinda de Nelson Mandela ao Brasil;• Membro da Comitiva Oficial de Intercâmbio Cultural Bahia-Benin;• Consultor para a criação de blocos afros no Rio de Janeiro, Maranhão e São Paulo;• Responsável pelo Projeto de Extensão Pedagógica e pela Escola Profissionalizante do Ilê Aiyê;• Membro do extinto Grupo de Trabalho Interministerial para Valorização da População Negra (GTI) em Brasília;• Membro da Coordenação do Fórum Intermunicipal de Cultura;• Membro do Conselho Consultivo da Comunidade da XXIV Conferência Geral de População da International Union for the Scientific Study of Population (IUSSP) – Bélgica. FIGURINISTA - DETE LIMA Em 1974, surge o Ilê Aiyê e como uma das diretoras fundadoras da entidade, consegui realizar o meu sonho, reinventar os trançados nos cabelos a partir dos modelos africanos tradicionais, amarrações nos corpos e torços nas cabeças dos foliões do primeiro bloco afro do Brasil. Hoje reúno toda esta vivencia como artista plástica, estilista e figurinista, reproduzindo imagens de Orixás, personagens do mundo negro, bonecas de pano, painéis e criando modelos de roupas mantendo assim vivo o colorido do Bairro da Liberdade - Salvador (maior concentração de negros no Brasil) com as tradições africanas. Atuando na diretoria da Associação Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê como estilista, figurinista, educadora e coordenando: Grupo de Dança: durante todo o ano, orientando nas coreografias, para mantê-las fieis as dança africana e dos orixás. Oficinas e Workshop de trançados, amarração e torço realizadas para Ongs, comunidades, instituições públicas e privadas no Brasil e no exterior. Equipe de trançado, maquiagem e de costura para as fantasias do carnaval. Membro da coordenação e figurinista responsável pela “Noite da Beleza Negra” Estilista e Figurinista AFRO: -Fantasias de 3000 foliões, Rei e Rainha e dançarinas do Bloco Afro Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 1974 até presente data. -Noite da Beleza Negra e os Cortejos, Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 1979 até presente data. -Festival de Dança, Ilê Aiyê, Miami – EUA 1993. -Festival de Dança e Carnaval da Martinica - EUA 1994. -Spoleto Festival, Ilê Aiyê, Charleston, South Carolina – EUA 1998. -Desfile no Shopping Center Lapa, Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 1999. Intercambio Cultural Brasil – Alemanha e França com Banda Erê, Turnê Internacional 2000. Conferencia Internacional de Dança no Centro de Convenções da Bahia, Associação de dança da Bahia, Salvador, Ba – Brasil 2002. Turnê Internacional da Band Aiyê e o grupo de dança, Barcelona – Espanha 2004. Desfile na Semana da Mãe Preta, Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 2006. Raimundo Souza dos Santos CENÓGRAFO FORMAÇÃO TÉCNICA: Desenhista Arquitetônico, Desenhista Mecânico, Desenhista Cartográfico. Dançarino, percursionista, pesquisador cultural e folclorista, compositor com duas músicas gravadas pelo bloco Muzenza e 2º colocado no festival de músicas do Ilê Aiyê. Como artista plástico, desenvolve desde 1968, criações para blocos de carnaval, estampas, abadas, camisas, cartazes, Pintura de trio elétrico, etc. COREÓGRAFA - Amélia Vitória de Souza Conrado Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Educação (PPGE-UFBA). Especialista em Coreografia pela Escola de Dança da UFBA. Licenciada em Educação Física pela UFPE. É Professora Adjunta do Departamento de Educação Física da Faculdade de Educação da UFBA. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Pluralidade e Diversidade Cultural, Politicas Publicas e Prática Pedagógica. As sub-áreas de estudo e pesquisa envolve relações raciais e cultura negra; antropologia da dança afro-brasileira e danças populares; capoeira angola. É dançarina e professora de dança afro e danças populares brasileiras. CADERNO 2 PRODUÇÕES ARTÍSTICAS COORDENAÇÃO de produção A Caderno 2 Produções Artísticas é uma produtora cultural que atua no mercado baiano e nacional desde 1991. São 32 anos de experiência e profissionalismo na realização de eventos, produção de shows, elaboração e execução de projetos de marketing cultural, captação de recursos e administração de projetos especiais. Respeito e eficiência fazem parte do dia a dia da empresa, que busca oferecer um tratamento diferenciado aos seus clientes, parceiros, funcionários e público em geral. Os projetos desenvolvidos primam pela qualidade dos serviços oferecidos e refletem a imagem de uma empresa cidadã, que tem entre suas metas oferecer um produto cultural de qualidade e acessível à população da cidade. Arte em suas mais diversas expressões, em lugares públicos, com entrada franca, ou em teatros, a preços populares. Isto é um diferencial que repercuti favoravelmente no mercado, dando visibilidade aos resultados conseguidos. BANDA AIYÊ O movimento rítmico musical deflagrado pelo Ilê Aiyê na década de 70 foi responsável por uma verdadeira revolução no carnaval baiano. A partir desse movimento, a musicalidade do carnaval da Bahia ganha força com os ritmos oriundos da tradição africana, favorecendo o reconhecimento de uma identidade peculiar baiana, marcadamente negra. Artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil foram os primeiros a gravarem músicas do Ilê Aiyê e enaltecerem a importância do bloco afro para o Carnaval e a musicalidade baiana. Dentro desse contexto, o Ilê Aiyê resolveu criar a própria banda do bloco: a Band’Aiyê, que já revelou vários artistas de sucesso, como Beto Jamaica e Lazzo. E deixou também sua marca em participações nos Cds de artistas consagrados no mundo, como Bjork (Finlandia), Yerba Buena (Cuba - EUA), Nass Marraketh (Marrocos), Daniela Mercury (Brasil), Arto Lyndsay (EUA), Cheikh Lô Lamp Fall (Senegal), Martinho da Vila (Brasil) e Salvador Negro Amor (Brasil). A Band’Aiyê realiza apresentações durante todo o ano, não só no Brasil como no exterior. Já participou de festivais importantes na Europa e Estados Unidos, incluindo o consagrado Festival de Herança Africana, de Nova Orleans, edição de 2009. Na Bahia, as performances da banda tornam-se mais constantes durante o verão, quando ela se torna a grande anfitriã dos ensaios semanais realizados na Senzala do Barro Preto, que contam com a participação de artistas convidados da Bahia e do cenário artístico nacional.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia