| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 2,80 mi |
| 02328280000197 | ELEKTRO REDES S.A. | 1900-01-01 | R$ 913,0 mil |
| 08324196000181 | COMPANHIA ENERGETICA DO RIO GRANDE DO NORTE COSERN | 1900-01-01 | R$ 444,0 mil |
| 90627332000193 | Distribuidora Meridional de Motores Cummnis S/A | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
O projeto busca fomentar as ações de manutenção de atividades do Museu da Cultura Hip Hop do Estado do RS, realizando exposições, ações de organização e conservação de seu acervo, ações educativas, visitas guiadas, eventos de promoção a cultura Hip Hop e pesquisa de avaliação de impacto.
APRESENTAÇÕES MUSICAIS - EVENTOS ARTISTICOS Será lançado um edital para cadastramento de artistas do RS interessados em integrarem a programação dos seis eventos culturais do plano anual. Em cada evento, a curadoria selecionará duas atividades de cada elemento: MC, DJ e Breaking, para realização de apresentações.
Objetivo Geral Garantir o desenvolvimento das atividades formativas e culturais do Museu Museu da Cultura Hip Hop do Estado do RS e a manutenção do patrimônio e recursos humanos necessários para a gestão e atendimento do público no espaço, garantindo suas ações de acessibilidade e democratização do acesso. Objetivos específicos Garantir os recursos humanos necessários para o pleno funcionamento do Museu da Cultura Hip Hop RS, gerando 40 empregos diretos, incluindo profissionais de acessibilidade para garantir o atendimento de todos os públicos; Atender anualmente mais de 10.000,00 pessoas anualmente com visitas gratuitas ao acervo e exposições do Museu; Realizar pelo menos 50 visitas guiadas gratuitas, voltadas para escolas públicas, universidades e instituições sociais ao longo de dezoito meses; Realizar 6 eventos culturais gratuitos e ao ar livre, com apresentações dos elementos MC, DJ e Breaking, voltadas para a comunidade em geral, contemplando cerca de 1800 pessoas; Viabilizar duas exposições sobre a cultura Hip Hop, que serão definidas pela curadoria, ficando em cartaz cada uma pelo período de 6 meses, abertas de segunda a sexta, das 10h às 18h, com entrada franca, contemplando cerca de 5.000 pessoas em cada no primeiro ano de visita; Realizar 30 atividades formativas gratuitas ligadas aos cinco eixos do Hip Hop (grafite, MC, DJ, Breaking e conhecimento), ao longo de 18 meses, realizando uma oficina a cada dois meses de cada elemento, com carga horária total de 24h cada, e contemplando até 600 pessoas por ano com as atividades; Realizar uma pesquisa de avaliação de impacto e monitoramento das atividades realizadas pela instituição, a ser publicada ao final do projeto, avaliando os resultados pretendidos.
O Museu da Cultura Hip Hop do RS (MUCHRS) está localizado na Rua Parque dos Nativos, 5,45, na Vila Ipiranga em Porto Alegre, em um prédio cedido pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre da antiga EEEF Dr. Oswaldo Aranha (fechada em 2018 pelo Governo do Estado do RS) para a implantação do Museu, que vem sendo realizada pela Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, com o objetivo de constituir um espaço físico digno para celebração, preservação e resgate histórico do Hip Hop desenvolvido no estado do RS, tal como está sendo construído no Bronx em Nova York o Universal Hip Hop Museum (UHHM), que será inaugurado em agosto de 2024. O projeto parte de um contexto já existente, uma vez que a A.C.H.E., é a idealizadora e gestora da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, em um projeto pioneiro que é, atualmente, o maior centro independente e sustentável da Cultura do Hip Hop na América Latina. A associação executou o projeto de reforma e adaptação do espaço em Esteio, para atividades com aplicação de tecnologias sociais inovadoras de impacto em local de vulnerabilidade e risco pessoal e social, atendendo e sensibilizando, anualmente, mais de 4000 jovens das periferias da cidade de Esteio e de todo Estado. A preocupação com o equilíbrio territorial do desenvolvimento é um desafio que devemos nos impor cotidianamente no processo de planejamento e implementação das políticas públicas e, não por acaso, foi eleita como um objetivo estratégico constituinte do projeto Museu do Hip Hop. Para tanto, é necessário que se empreendam vários esforços, que vão desde o ordenamento das regiões que concentram grandes contingentes populacionais atuantes e consumidores da cultura Hip Hop, até o estímulo ao desenvolvimento das potencialidades regionais, passando pela promoção da desconcentração do desenvolvimento econômico, pela melhoria da infraestrutura das cidades, pela qualificação da rede logística, dentre outros. Para que esses esforços em prol da construção do primeiro Museu do Hip Hop da América do Sul se viabilizem com maior qualidade, primeiramente temos que conhecer cada vez mais nossas regiões, suas histórias, sua realidade e suas potencialidades, o que vem sendo feito por inúmeros atores e atrizes da cultura Hip Hop, acadêmicos e de diferentes instituições regionais, com foco principal nas periferias. Visamos sintetizar diagnóstico, de estratégias e de proposições apresentados pelos estudos realizados acerca da cultura Hip Hop nas últimas décadas, tanto pelos municípios, quanto pelas regiões. Não se constituem, assim, em uma visão acabada sobre a realidade regional, mas sim em um ponto de partida, uma provocação, que vem sido levada para a construção coletiva desse espaço de extrema importância em nosso estado. Essa construção iniciou ainda em 2021, através do projeto Pesquisa Histórica do Museu do Hip Hop RS, financiado via Pró-Cultura RS, que realizou fóruns nas nove regiões funcionais do estado do RS, mobilizando uma equipe de 30 pesquisadores e articuladores da Cultura Hip Hop, e envolvendo diretamente mais de 200 agentes culturais na realização de debates e no resgate histórico do que vem sendo produzido em nosso estado, abrangendo as diferentes linguagens do Hip Hop, buscando levantar dados e itens de acervo que constituirão o objeto principal do Museu da Cultura Hip Hop do RS: a preservação histórica da cultura e o fortalecimento da cena local. A partir desse projeto, foi realizado o projeto MUCHRS NA ESTRADA, com apoio do Ministério Público do Trabalho, que viajou para as nove regiões funcionais do estado do RS recolhendo mais de 3.000 itens de acervo para compor as exposições permanente e temporárias do Museu do Hip Hop RS. Paralelamente as primeiras ações de construção simbólica e histórica do MUCHRS, em 2022 foram financiadas com recursos do Pró-Cultura RS, a primeira etapa do projeto de ocupação física do espaço, contemplando reformas emergenciais (hidráulica, elétrica, telhados), bem como a elaboração do Projeto Arquitetônico de restauro e complementares, incluindo projeto estrutural, hidráulico, elétrico, design de interiores e PPCI. Focados na urgência de ocupação e consolidação do espaço, o MUCHRS realizou em 2023 três eventos gratuitos na parte externa do complexo, contemplando mais de 40 coletivos e artistas dos cinco elementos do Hip Hop (grafite, mc, dj, breaking e conhecimento) que realizaram apresentações artísticas e a grafitagem externa do espaço. A previsão de abertura do Museu para o público é em dezembro de 2023, através da inauguração de sua exposição permanente, realização de atividades formativas e visitas guiadas, até a metade de 2024, quando iniciaremos a execução dessa nova proposta de plano anual. A partir dessa proposição de Plano Anual, será possível mantermos toda a equipe de recursos humanos necessária para viabilizar o atendimento e os projetos executados no espaço, garantir a continuidade de digitalização do acervo recolhido, viabilizar a realização de duas novas exposições, realizar atividades formativas gratuitas continuadas ligadas aos cinco elementos da cultura HIP HOP, garantindo o acesso democrático à história e a cultura produzida nas últimas décadas em nosso estado, realizar eventos de promoção a cultura Hip hop, e por fim, uma pesquisa de avaliação de impacto gerado pelo projeto.. Não existe um espaço digno dedicado exclusivamente à preservação e celebração dessa cultura, e o Museu da Cultura Hip Hop RS nasceu com essa missão, visando garantir que as histórias possam ser contadas com precisão pelas pessoas que as criam. O Hip Hop é um movimento de cultura juvenil que surgiu nos Estados Unidos, nos últimos anos da década de 1960, unindo práticas culturais dos jovens negros e latino-americanos nos guetos e ruas dos grandes centros urbanos. O movimento é constituído pela linguagem artística da música (RAP _ Ritmo e Poesia, pelos Rappers e DJ ´s), da dança (o Break) e das artes visuais (o Graffiti). O Museu da Cultura Hip Hop RS visa oferecer aos visitantes uma "explosão do passado", com uma experiência submersa no rap e hip-hop dos anos 70 e início dos anos 80, onde começaram batalhas de rap, breaking e festas de bloco de DJ no Estado do Rio Grande do Sul, tendo como ponto de partida a Esquina Democrática, localizada no cruzamento da Avenida Borges de Medeiros com a Rua dos Andradas, no coração da cidade de Porto Alegre. Atualmente, o Hip Hop tem sido trabalhado em diversos projetos sociais e educativos por todo país, enfocando seus mais variados aspectos dentro das Casas da Cultura Hip Hop, que hoje somam 30 em todo país, sendo a de Esteio, gestionada pela Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, à primeira do Estado e a mais sustentável da América Latina. Esses novos espaços criados pelos jovens que constituem o movimento Hip Hop brasileiro ajudam a construir uma, outra visão sobre a vida dos adolescentes, jovens e adultos, permitindo que eles se vejam como protagonistas de ações propositivas que contribuam para soluções dos problemas de nossa sociedade ou para transformação da ordem social. O Museu da Cultura Hip Hop do RS, será inaugurado na Rua Parque dos Nativos 515, na Vila Ipiranga em Porto Alegre, uma das regiões mais desassistidas da Capital no que tange políticas públicas e mecanismos de cultura, mas que por outro lado, é histórica e privilegiada, composta por uma área social e comercial vibrante, detentora de um grande potencial cultural e econômico. O projeto prima pela excelência em sua execução, elevando o nível de qualidade da produção e aplicação de experiências sensoriais, tecnológicas e pedagógicas da cultura Hip Hop, o que fomenta o aumento exponencial da profissionalização da produção artística, social e cultural ligada a este gênero. O que por sua vez, agrega valor e destaca o produto cultural proveniente da periferia do estado do Rio Grande do Sul perante outras regiões do Brasil, América Latina e do Norte, Europa e do continente Africano, que atuam fortemente na cultura Hip Hop. O projeto Museu da Cultura Hip Hop RS estabelece conexões com outros estados brasileiros e países da América Latina e do Norte, Europa e África, a exemplo do Universal Museum Hip Hop do Bronx em Nova York (EUA), possibilitando promover e fomentar a cultura Hip Hop do estado do Rio Grande do Sul para além de suas fronteiras, trazendo benefícios como o intercâmbio cultural com outros grupos e coletivos, a fim, de colocar os artistas da região sul do país e suas produções em evidência nacional e internacional, conquistando de fato força na disputa de mercado e reconhecimento através da arte. Além disso, este projeto visa à geração de emprego e renda para profissionais das diversas manifestações culturais do movimento Hip Hop, proporcionando assim parte do ciclo sustentável de sua arte. Por vivenciarmos esta realidade, visamos potencializar o trabalho de projeção profissional dos produtos culturais e intelectuais provenientes da juventude do estado do Rio Grande do Sul para o mundo. O projeto Museu da Cultura Hip Hop do RS fará com que as comunidades do Hip Hop nacional e internacional se conheçam melhor, uma vez que convivem em um mesmo local ou uma mesma cidade e região, mas não necessariamente interagem entre si, gerando oportunidade de estreitar as relações sociais cotidianamente e estabelecer uma convivência harmônica em um ambiente digno. A realização do projeto celebra e preserva a história da música e cultura hip-hop locais e globais para inspirar, capacitar e promover a compreensão do mundo que vivemos e queremos, apresenta ainda como proposta uma integração comunitária entre os atores sociais que favoreçam uma mudança no meio em que vivem, uma vez que, existe uma lacuna que deverá ser preenchida com tal proposta. Em sua abertura, o projeto pretende promover a visitação e inclusão social de mais de 5.000 jovens das redes municipais e estaduais anualmente, visando instigar a exercerem uma nova profissão na ótica da Cultura Hip Hop, por meio de novas experiências adquiridas e também pela nova perspectiva de vida que a exposição dará, buscando trazer maior dignidade e a prática do exercício da cidadania na vida destes jovens. Ainda, o espaço expositivo a ser criado terá seu acesso gratuito, democratizando o acesso à história da cultura hip hop no estado do RS, além de promover ações educativas e culturais fomentando a cultura e ampliando o acesso ao conhecimento. Ainda, o projeto contempla todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E contempla os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;
OFICINA DE MC Número de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h Aproximar a escrita do rap, da música e da periferia. A proposta da oficina de MC tem o objetivo de provocar as juventudes e despertar interesse na vida que os cercam, com um olhar poético, tanto em versos quanto em prosa rimada ou não. A oficina será um passeio pela história da música Rap, contado e experimentado através desta linguagem. Reconhecendo a evolução da escrita e da Cultura Hip Hop na história da civilização: mídias contemporâneas, atos históricos, movimentos sociais, direitos humanos, dentre outros temas de suma importância. Como produto final, objetiva-se uma produção musical autoral, desde a composição literária, bem como aprofundamento na produção musical. OFICINA DE BREAKING Número de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A oficina de dança Breaking traz o conhecimento na prática sobre a dança que deu origem às danças relacionadas ao Hip Hop, e abordará fundamentos da dança como: Top Rock, Drop, Foot Work Freezes, Power Moves e Stance, utilizando dinâmicas de grupos e trabalho individual, de modo inclusivo e acolhedor, abrindo espaço para debates como a profissionalização do Breaking que também é modalidade olímpica, com estreia marcada para 2024 em Paris na França. OFICINA DE GRAFFITI Número de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A oficina de Graffiti visa aprofundar os conhecimentos dos participantes sobre a arte do grafite na ótica da Cultura Hip Hop, transformando em arte o cotidiano que estão inseridos. Serão concebidas atividades nas quais os participantes irão conhecer um pouco da história do grafite, seus diferentes estilos e técnicas, suas principais características, seus principais representantes a nível local, estadual, nacional e internacional, além de vivenciarem a grafitagem na prática, desde a criação do esboço no papel até a sua aplicação na parede. OFICINA DE DJ Número de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A Oficina de DJ busca gerar oportunidade para quem quer aprender a tocar como hobby ou se lançar no mercado, utilização de equipamentos, técnicas de mixagem, além de apresentar a diferença entre as versões de músicas e mídias utilizadas pelos DJs. As juventudes aprendem em aulas práticas sobre disparo, volume, ganho, compasso, contagem de compasso, harmonia musical, loop, Master Tempo, mixagem usando Pitch, Pitch Bend, Modo Vinyl, Break, além de introdução à mixagem em computador: Pitch X Sinc. Também serão dadas orientações sobre como se comportar no mercado da música, abordando temas como ética, postura e público Buscando gerar oportunidade para que os alunos entrem no mercado de trabalho, possibilitando assim a geração de renda na economia criativa da cultura. Ensinando teoria e prática, abordando também o trabalho na montagem e conexão de diversos equipamentos, afinação, controle de pitch, regras, batidas por compasso, equalização, práticas e gravação de uma mixtape. OFICINA DE CONHECIMENTO Número de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total Público alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para população em situação de vulnerabilidade social Duração: 24h A oficina de Conhecimento, o 5º elemento da Cultura Hip Hop, é um âmbito de reflexão e ação no qual se pretende superar a separação que existe entre a teoria e a prática, entre conhecimento e trabalho e entre a educação e a vida. A oficina é uma metodologia de trabalho que prevê a formação coletiva. Ela prevê momentos de interação e troca de saberes a partir da uma horizontalidade na construção do saber inacabado. Sua dinâmica toma como base o pensamento de Paulo Freire no que diz respeito à dialética/dialogicidade na relação educador e educando. Sendo assim, é uma dinâmica democrática, participativa e reflexiva que toma como fundamento do processo pedagógico a relação teoria-prática, sem enaltecer a figura do educador como única detentora dos conhecimentos.
PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possuirá acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu e suas exposições garantirão a acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a contratação de audiodescrição para exposições. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. PRODUTO: ACERVO BIBLIOGRÁFICO ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possuirá acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possuirá acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades de oficina. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades formativas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades formativas. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possuirá acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e suas atividades culturais ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades culturais ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades culturais. PRODUTO: PESQUISA ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O Museu possuirá acessibilidade para deficiêntes físicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acessível; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o processo de pesquisa. A pesquisa será publicada ao final do projeto em PDF e poderá ser acessada também por deficientes visuais através de aplicativos e softwares de leitura utilizados por esse público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação mensal de um intérprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. A pesquisa será publicada ao final do projeto e poderá ser acessada também por deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O projeto prevê a contratação mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e suas ações.
Toda a programação prevista neste projeto será gratuita. O projeto contempla os seguintes inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A ASSOCIAÇÃO DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIO - proponente, gestora administrativa e financeira do projeto A Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), criada em 2012, é gestora da maior Casa da Cultura Hip Hop independente e sustentável da América Latina na cidade de Esteio-RS. Atende e sensibiliza 4.000 jovens de 15 à 24 anos anualmente, através das Oficinas 5 Elementos do Hip Hop, Programa Consumo Consciente, Estúdio Musical, Shows e mais de 3.000 famílias anualmente por meio do Programa Hip Hop Alimentação, metodologia própria de sucesso na emancipação crítica e econômica das chefes de família atendidas. A atuação da ACHE se dá ainda no desenvolvimento social e cultural com protagonismo estadual e nacional, como gestora do primeiro Museu da Cultura Hip Hop do continente Sul Americano na cidade de Porto Alegre-RS, a ser inaugurado em 2022, com perspectiva de 15 mil visitações ano no complexo cultural; e da Universidade Popular dos Movimentos Sociais Vozes da Periferia em toda região sul do Brasil em aliança com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal, por meio do maior sociólogo de língua portuguesa vivo atualmente, Boaventura de Sousa Santos. Compõe a Corporação Brasileira das Casas de Hip Hop, tendo vasta experiência na área cultural, educacional, ações de garantia dos direitos das juventudes e, articulada com os(as) artistas MV Bill, Thaíde, Eliane Dias. A ACHE é parceira da Secretaria de Justiça, Sistemas Penal e Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Sul, gestora dos seis Centros da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos financiados pelo BID, desde implantação desta importante política pública até a construção do plano de sustentabilidade pós contrato com o Banco, experiência que subsidiou a construção dos Centros de Referência da Juventude no Estado do Espírito Santo. Conta também no hall de parcerias com o Ministério Público do Trabalho, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, além de agências das Nações Unidas, como a Organização Internacional do Trabalho, Unesco e HeForShe da ONU Mulheres. GEOVANI NEVES - Presidente da associação, responsável pela coordenação administrativa e financeira Geovane Neves é gerente de projetos e atua na produção executiva e gestão de projetos culturais. Gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, a novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares. Atualmente reside no em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, é co-fundador e está como coordenador geral e administrativo na Associação da Cultura Hip Hop da cidade de Esteio/RS, entidade que gestiona a Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e o Museu da Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul. Principais projetos: - Produção Executiva Evento “Semana da Cultura Hip Hop de Esteio ” – Esteio/RS – Edições 2011, 2012, 2013, 2014, 2016, 2017 e 2019; - Coordenação Geral e Administrativa Projeto "Oficinas 5 Elementos Hip Hop" - Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Esteio/RS - 2018 (Financiado por Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul) - Coordenação Geral e Administrativa Projeto "Oficinas 5 Elementos Hip Hop" - Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Esteio/RS - 2019 (Financiado por Organização Mundial do Trabalho - OIT/ONU) - Coordenação Geral e Administrativa Projeto "Oficinas 5 Elementos Hip Hop - Online 2020/2" - Brasil - 2020 (Executado junto ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Sapucaia do Sul) - Coordenação Geral e Administrativa Projeto "A Rua Tá em Casa" Online - Brasil - 2020 (Financiado por Fundação Oswaldo Cruz - FioCruz) - Coordenação Geral e Administrativa Projeto "Oficinas 5 Elementos Hip Hop - Online 2022" - Brasil - 2022 (Executado junto ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Sapucaia do Sul) - Coordenação Geral e Administrativa Curso Universidade Popular dos Movimentos Sociais - “Pedagogias do Sul Global: Aportes para o Diálogo entre movimentos sociais e saberes insurgentes” RAFAEL DIOGO DOS SANTOS (Rafa Rafuagi) - Coordenação Geral Rafael Diogo dos Santos, vulgo Rafa Rafuagi, jovem negro de 33 anos de idade, nascido no dia 13 de setembro de 1988 em Porto Alegre/RS. Morador de Esteio/RS, completa em 2021 dezenove anos de atuação artística e social em âmbito nacional e internacional. É MC (mestre de cerimônias) do grupo de rap Rafuagi, premiado nome da Cultura Hip Hop do Brasil, reconhecido internacionalmente em países do continente americano e europeu, através dos Festivais Hip Hop Al Parque na Colômbia e Paris Hip Hop na França, onde é parceiro desde 2014, atualmente uma das principais referências da Cultura Hip Hop nacional em atividade, registrando mais de 1.000 shows em 300 cidades. Com 26 prêmios na carreira, destacam-se o Prêmio Hutúz 2006/2009, da Cufa; Prêmio Estadual de Direitos Humanos 2013 na categoria Garantia dos Direitos da Juventude, promovido pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil; Medalha Zumbi dos Palmares 2017, promovido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul e Prêmio Destaque Bom Exemplo na Educação 2021 do Grupo Sinos. Membro do Comitê Gaúcho Impulsor do HeForShe (Eles Por Elas) da ONU Mulheres, atuou como Consultor de Articulação Social e Mobilização Comunitária do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Programa de Oportunidades e Direitos (POD). É fundador e atual coordenador de Autogestão e Sustentabilidade da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, gestora do projeto da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, equipamento que se configura como a maior casa independente da América Latina e primeira do Estado do Rio Grande do Sul, atendendo 4000 jovens anualmente. É também fundador do projeto Museu da Cultura Hip Hop RS, o primeiro da América Latina, a ser inaugurado em Porto Alegre no dia 14 de maio de 2022. É fundador e educador popular da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia. Criador do projeto Partiu Aula nas escolas gaúchas, ganhou selo de parceiro da Organização Internacional do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul. Formado no curso de Epistemologias do Sul pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/Portugal em 2018, desde 2012 é técnico em Publicidade e Propaganda pelo Colégio Cristo Redentor em Canoas/RS e, atualmente, é acadêmico de Direito na Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul. É idealizador do projeto de lei que institui a Semana Hip Hop em sete municípios do estado do Rio Grande do Sul (Esteio, Canoas, Pelotas, Cidreira, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Montenegro) como eventos oficiais no período de 2011, 2012 e 2013. Foi o delegado mais jovem e único representante da Cultura Hip Hop na delegação gaúcha presente na III Conferência Nacional de Cultura, realizada em 2013 na cidade de Brasília/DF. Também foi delegado gaúcho na Conferência Nacional da Igualdade Racial realizada em 2017 na mesma cidade. Elaborou e desenvolveu de 2010 à 2013 os projetos Observatório Comunitário de Editais e Incubadora Social, na Casa da Juventude nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, ambos no Território de Paz do Pronasci em Canoas/RS, atendendo mais de 800 jovens da região metropolitana de Porto Alegre. Também atuou como educador social de comunicação comunitária no projeto Guardiões da Água do Semae, da Prefeitura Municipal de São Leopoldo/RS em 2021. É militante do movimento negro nacional, por meio das ações do grupo Rafuagi e do grupo Unir Raças, do qual sua mãe, Maria Odete Diogo dos Santos, é fundadora e está como presidenta. É ministrante do Curso Antirracismo, como identificar e combater o racismo estrutural para professores da rede pública de ensino, e um dos idealizadores do projeto Caravana Antirracista, levando verdade e consciêcia nos Estados brasileiros. Entre parcerias musicais, destacam-se nomes como Emicida, Rashid, Daniel Drexler, MV Bill, RAPadura Xique Chico, Rappin Hood, Thaíde, Lica Tito, Nitro Di, SNJ, Vitin Onze:20, a atriz Denise Fraga e o sociólogo Boaventura de Sousa Santos, entre muitos outros, já tendo dividido palco com Wu Tang Clan, Mos Def, Gavlynn, Afu-Ra, DJ Premier, Caetano Veloso, Jorge Drexler, dentre outros. Autor do Livro Teoria Prática, a história das juventudes na engenharia social com Prefácio de Boaventura de Sousa Santos e Posfácio de Emicida, lançado dia 10 de dezembro de 2021. RAFAEL MAUTONE - KALUNGA PRODUÇÕES - Coordenação Pedagógica Rafael Mautone, músico e produtor cultural, a mais de 15 anos, já tendo realizado diversos shows e eventos por todo país com a Banda Kalunga. É Professor de História na rede municipal de Sapucaia do Sul/RS. Atua também como Coordenador Pedagógico e de Oficinas da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade gestora da maior Casa independente e sustentável da Cultura Hip Hop da América Latina, em Esteio, do qual desenvolve oficinas e capacitações profissionalizantes para jovens de toda região metropolitana de Porto Alegre/RS. Como produtor, organizador e artista venceu o Prêmio FUNARTE de Artes na Rua 2014 pela montagem da peça "Sepé Guarani KueryMbaraeté", PROCULTURA/RS 2012 para realização do festival de artes integradas "Neunderground" na cidade de Alvorada e o edital Estúdio Geraldo Flach 2015 da Prefeitura de Porto Alegre para gravação do álbum "Na Trilha e no Rítmo do Negro" da banda Kalunga. Atua como formador na Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia, em Porto Alegre/RS. Mestre em Educação pela Unilassale, sua dissertação versa sobre a utilização das Educabilidades da Cultura Hip Hop no Ensino de História no Ensino Fundamental. LIÉGE BIASOTTO - CUCO PRODUÇÕES - Coordenação de Produção Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção Festival Kino Beat, Festival Cuida Natura RS, Museu do Hip Hop do RS, Festival de Música de Nova Prata, projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular e projetos da Associação Cultural Vila Flores. Em 2019 foi a produtora responsável pelo 21 Congresso Brasileiro de Arquitetura que aconteceu em Porto Alegre. NITRO DI - ADVERSUS PRODUTORA - Curadoria Após sua saída do Da Guedes, em 2001, Nitro Di montou o estúdio chamado de “Adversus” e deu início à produção e assessoria aos grupos de Rap da Região Sul. Montou também o primeiro portal de Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul, o www.adversus.com.br, projeto que reúne diversos colaboradores e é feito pelos próprios artistas que utilizam as ferramentas oferecidas e compartilham deste espaço. Atualmente a Adversus Produtora mantém ativa o estúdio Adversus no Partenon em Porto Alegre e prepara um documentário especial sobre a história do coletivo, além de estar conectada e somando a construção do primeiro Museu da Cultura Hip Hop da América Latina em Porto Alegre, o Museu da Cultura Hip Hop RS. ELEONORA RAQUEL JORIS - NONÔ JORIS ARTE PRODUTORA - Produtora Executiva das Exposições Eleonora Joris é jornalista/produtora/curadora/gestora cultural independente, com experiência em projetos de artes visuais - foi coordenadora de projetos da Fundação Vera Chaves Barcellos (2004 a 2010) nos primeiros 6 anos de existência da instituição -, produziu uma série de exposições no Santander Cultural Porto Alegre (Miguel Rio Branco, José Damasceno, Vik Muniz, Luiz Zerbini, Barrão e Albano Afonso, Brennand, Karin Lambrecht, RS XXI, Fernando Pessoa - minha arte é ser eu, RS Contemporâneo, entre outras) e no Instituto Ling (Carlos Vergara, Carlos Fajardo, Gisela Waetge). Em 2019, fez a implementação do projeto Clube Iberê, na Fundação Iberê Camargo e fez parte do grupo curatorial que atuou no Centro Cultural LINHA - um centro de artes visuais independente voltado para residência de artistas. Entre 2019 e 2020 fez a produção local acompanhamento de montagem e desmontagem em Porto Alegre e São Miguel da Missões (RS) para a exposição 7 povos - Retratos de um Território, da produtora Casaplanta/SP. 2021 iniciou com a produção local da exposição Revoada,de Flávia Junqueira, no Farol Santander Porto Alegre, seguido pela coordenação de produção do projeto MEME Incubadora Cultural e produção de agenda de visitação de contrapartida social da exposição Tarsila para crianças no Farol Santander Porto Alegre. Sua formação é na área da Comunicação - Jornalismo na PUCRS (1988-1991), pós-graduação em Gestão de Projetos pela ESPM (2004/2005) e Pós-Graduação Lato Sensu em Práticas Curatoriais no Instituto de Artes da UFRGS (2019/2020). FULVIO BOTELHO DICKEL - MUSEÓLOGO Tem por premissa a interdisciplinaridade, sendo aficionado por vivenciar toda a forma de cultura. Influenciado pelas mais diferentes escolas de arte, desde as mais clássicas às mais contemporâneas, vem experimentando, pesquisando e estudando estas últimas desde muito cedo. Participa desde o ano de 2001 de oficinas, cursos, mostras e eventos de arte urbana onde pôde aprender e conviver com os artistas gaúchos mais representativos desta manifestação artística. No ano de 2009 passa a dedicar-se aos trabalhos manuais e esculturais obtendo seu registro como artesão pela Casa do Artesão Gaúcho. Em 2015 graduou-se em Museologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul onde apresentou como trabalho de conclusão de curso uma monografia original evidenciando o mal entendimento e falta de compreensão acerca das diferentes vertentes da arte urbana no Brasil obtendo nota máxima. Vem atuando principalmente nos temas referentes à Documentação Museológica; Artes e Paisagens Urbanas; Organizações Sociais; Memórias do Esporte. Durante sua formação pôde atuar como mediador em diferentes exposições e assinar duas curadorias conjuntas nas exposições "Brinquedo é Coisa Séria", 2012 e "Cem Anos de Inezil Penna Marinho", 2015, além de uma curadoria individual com a exposição "Contrastes", 2015, pelo Centro de Memória do Esporte - ESEF ? UFRGS, um dos centros de maior referência no Brasil se tratando de memória esportiva, onde atuou como estagiário, museólogo e pesquisador nos anos de 2015 e 2016, podendo vivenciar e desenvolver pesquisas e projetos em âmbito nacional como "Garimpando Memórias", "Gaúchos Olímpicos" e "Memórias do Programa Segundo Tempo", projeto este desenvolvido em parceria com o Ministério dos Esportes. Ainda como integrante do CEME produziu pesquisa museológica e expográfica em diferentes tipologias de acervo, além de investigar as contribuições proporcionadas pelo livre acesso à informação dentro da esfera museal. Sob os aportes da História Oral atuou na transcrição de entrevistas em áudio as convertendo em fonte documental escrita. Paralelamente dedica-se ao estudo dos aspectos culturais das sociedades alternativas e movimentos Contracultura dos séculos XX e XXI, bem como às formas e fazeres artísticos não consagrados em seu tempo e espaço. Desde de então dedica-se de forma autônoma ao empreendedorismo digital e formalização de um instituto de pesquisa museológica pelo qual elabora seus estudos, projetos e pesquisas em áreas como artes, esportes, permacultura e sustentabilidade. Recentemente fez parte do projeto "Na estrada" integrando a equipe de recolha do acervo para constituição do primeiro museu de Hip Hop da América Latina ALAN BITELLO - Coordenador técnico Alan Bitello, brasileiro, natural de Sapucaia do Sul RS, MC, Beatmaker, produtor cultural,militante, ativista social e um dos fundadores da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio. Ocupou a coordenação finaceira da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade que gestiona a Casa da Cultura Hip hop de Esteio e também o Museu do Hip Hop do RS. Atualmente ocupa a coordenação de projetos, eventos e produção cultural na entidade. Amante da música e imerso na Cultura Hip Hop desde o final dos anos noventa, MC desde o ano dois mil já produzia eventos, festivais e ações comunitárias alusivas e diretamente lincadas a Cultura Hip Hop e seus artifícios. No ano de dois mil e onze começou trabalhar inteiramente com a produção cultural, projetos e eventos realizando, articulando e produzindo celebrações com dimensões significativas tanto com número de público como relevância,importância e notoriedade de artistas. MARY NICE BRANCHI - BIBLIOTECÁRIA Mary Nice Branchi de Souza é Bacharel em Biblioteconomia, Especialista em Tecnologias em Educação e em Leitura e formação de leitores. É a atual diretora técnica na gestão do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10a Região. Atua como bibliotecária há 10 anos, com experiência em bibliotecas escolares, especializadas, públicas e comunitárias. Promove a gestão através do planejamento, organização e melhores práticas. Possui domínio dos softwares i10, Pergamum, Aleph, PHL, Sophia e Totvs. Conhecimento e experiência em RDA, CCAA2 (AACR2) em MARC21. CDU. CDD. Normatização e revisão de documentos (ABNT). Arquivos documentais e iconográficos. Organização e recepção da visita do MEC. Conhecimento avançado da legislação em Educação e Biblioteconomia vigentes. Palestrante dos temas “Fontes de Informação para Pesquisa na Internet”, “Processo de seleção de materiais no contexto da Biblioteca escolar”, “O mercado de trabalho no âmbito da Biblioteca Escolar” (Aula inaugural do curso de Biblioteconomia UCS 2017/1), “A leitura na infância e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Agenda 2030 da ONU.”, “Projetos para formação de leitores: novos formatos para novos tempos”, Cultura e literatura: tecendo memórias e práticas leitoras”. Ministra há mais de seis anos oficinas de dinamização de bibliotecas, bebetecas, alfabetização literária e digital, BNCC e a formação de leitores, professores, leitores e novas tecnologias para o livro e a leitura. Experiência em projetos de leitura e formação de professores na Educação básica, bibliotecários, técnicos em biblioteconomia, agentes culturais e leitores. Promove há seis anos encontros anuais de bibliotecários em parceria com a editora Paulus. Acredita no poder do livro, da leitura e das bibliotecas na construção de um mundo mais justo e inclusivo. ALINE KERBER - INSTITUTO FIDEDIGNA - Pesquisa de monitoramento e avaliação de impacto O Instituto Fidedigna, sediado em Porto Alegre, atua desde 2007 com pesquisas sociais aliadas às causas das juventudes e das populações negras e periféricas, vulneráveis às violências, na América Latina e Caribe, avaliando projetos sociais e realizando diagnósticos propositivos – a exemplo dos trabalhos realizados para a Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), proponente. Site: www.ifidedigna.com.br Aline Kerber é Diretora-executiva e Sócia-fundadora do Instituto Fidedigna. Ela é Socióloga, Especialista em Segurança Pública e em Políticas Públicas. É pesquisadora e leciona no Núcleo de Segurança Cidadã da Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA). Associada Plena do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (desde 2011) e Conselheira da ACHE (desde 2017). Autora de 5 livros sobre juventudes, cultura e prevenção às violências como “Muitas Cabeças Muitas Sentenças” (PRONASCI em Canoas), coordenou campanhas nacionais e internacionais de segurança cidadã (Instinto de Vida, Conexões Fidedignas, Protocolo Latinoamericano de Investigação de Mortes Violentas de Gênero) e pelo direito à educação junto à Associação Mães e Pais pela Democracia. Implementou, entre 2010 e 2016, diversos observatórios, pesquisas e planos de segurança pública municipais em Prefeituras do RS (Canoas, Esteio, Rio Grande, Novo Hamburgo e Bagé) e coordenou a Academia Estadual de Guardas Municipais do RS (2012-2013) pela FADISMA.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.