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O projeto "Caminhos da Educação" se refere à realização de circulação dos espetáculos "Que Mundo Deixaremos para Keith?" e "A Casa e o Mundo lá fora - Cartas de Paulo Freire para Nathercinha", produção de conteúdo audiovisual de média metragem, uma cartilha e oficinas de ação de contrapartida social de capacitação e treinamento de pessoal.
CIRCULAÇÃO DOS ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS “Que Mundo Deixaremos para Keith?” Sinopse: Parte do espaço de uma escola em ruínas para reconstruir o universo escolar, com seu mundo de possibilidades e limitações, onde dois atores se revezam no papel de educadores e educandos, criando um jogo de reconstrução do espaço geográfico e afetivo da escola. Sua dramaturgia foi construída coletivamente a partir da memória dos artistas envolvidos e de entrevistas com professores e professoras. Classificação etária: Livre “ A Casa e o Mundo lá fora - Cartas de Paulo Freire para Nathercinha” Sinopse: Parte da história real da troca de cartas de Paulo Freire com uma menina de 9 anos para investigar os desdobramentos do experimento de Angicos, quando toda a cidade foi alfabetizada em 40 horas. A dramaturgia é feita a partir das cartas, além de um conjunto de relatos e documentos históricos. Soma-se a isso uma pesquisa de campo realizada em 2021 pela En La Barca, na cidade de Angicos, que coletou depoimentos dos antigos alunos alfabetizados em 1963. Classificação etária: Livre CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINAS 1. Oficina: O que é Educação? Une educadores e educandos e conta com a participação especial dos artistas da circulação, realizando, como elemento disparador dos debates, intervenções teatrais com trechos dos espetáculos. “O que é Educação?” será realizada em duas escolas públicas de cada cidade. Carga horária: 3h Classificação etária: Livre 2. Oficina - Educação Popular: Transbordos e Possibilidades Essa oficina é destinada apenas para os educadores de cada cidade. Nela serão trabalhadas as estratégias e ferramentas que podem ser acessados por estes educadores para tratar com novo olhar os dilemas estruturais que permeiam o espaço da escola pública. Carga horária: 3h Classificação etária: Livre CARTILHA Cartilha será feita a partir da pesquisa sobre a síntese do pensamento de Paulo Freire sobre o processo educativo, os marcos históricos vividos por ele e o seu aprendizado no período de exílio. A cartilha será criada por um conselho editorial formado pelos artistas-pesquisadores deste projeto e por profissionais da educação. DOCUMENTÁRIO O documentário “Caminhos da Educação", criado a partir de depoimentos coletados com os estudantes e professores da rede pública de ensino de cada cidade, além dos relatos dos artistas e oficineiro do projeto.
Objetivos Gerais - Fomentar a circulação de espetáculos teatrais de grupos, companhias e coletivos de trabalho continuado;- Resgatar as ideias, as ações e a atualidade do pensamento de Paulo Freire; - Ampliar a reflexão sobre a importância imaterial do espaço da escola pública na vida do povo brasileiro; - Estimular o estudo e o conhecimento da história recente brasileira e o consequente impacto gerado no nosso sistema de ensino pelos constantes abalos sofridos nos nossos processos democráticos; - Incentivar projetos de parcerias entre grupos, companhias e coletivos teatrais com trabalhos de temáticas sociais que geram debates que interessam a toda sociedade; - Art. 2 da lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991 I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão uma vez que difunde a memória do povo brasileiro; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais ao proporcionar a circulação de dois espetáculos teatrais e difundi-los em território nacional para além dos grandes centros;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade ao proporcionar uma série de oficinas que pretendem também debater as especificidades de cada território, com direito a distribuição de cartilha especialmente preparadas para esse projeto e a coleta de depoimentos com cidadãos de cada local para o documentário;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura uma vez que promove empregos diretos e indiretos nas cidades contempladas; Objetivos Específicos - Considerando a capacidade média dos equipamentos culturais brasileiros das capitais dos estados e dos espaços culturais do interior, estimamos atingir um público de 250 espectadores em cada uma das 32 sessões nas apresentações teatrais; - O público total atingido diretamente pelas apresentações teatrais será de 8000 espectadores aproximadamente; - Os ingressos serão disponibilizados a preços populares no valor de R$20.00 (meia) e R$40.00 (inteira); - Será contingenciado, de forma gratuita, cerca de 30% dos ingressos para estudantes e professores da rede pública de cada município. Isso gera um número de 2.400 ingressos gratuitos para esse público-alvo específico; - Além dos 10% destinados a divulgação e 10% destinados ao patrocinador; - As oficinas ministradas nas escolas públicas, reunindo educadores e educandos pretendem reunir cerca de 60 pessoas por escola. Isso gera um total de aproximadamente 800 estudantes e professores da rede pública de ensino sendo atingidos diretamente; - As oficinas destinadas aos professores terão um limite de 30 professores por oficina. O número total de trabalhadores da educação atingidos é de 240; - Prevê-se a distribuição gratuita de cerca de 10.000 cartilhas sobre a trajetória e o pensamento de Paulo Freire entre espectadores dos espetáculos, integrantes das oficinas, trabalhadore(a)s de cada equipamento cultural utilizado e trabalhadore(a)s de cada escola pública visitada, bibliotecas públicas e secretarias de educação; - O documentário "Caminhos da Educação" , que encerra as ações do projeto, será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital. Estima-se que ele atinja um público mínimo de 8.000 espectadores nos primeiros meses do seu lançamento.
"Que mundo deixaremos para Keith?" e " A Casa e o Mundo lá fora - Cartas de Paulo Freire para Nathercinha" são dois trabalhos surgidos próximos do centenário de Paulo Freire e de um conjunto de retrocessos na educação pública brasileira que teve seu ponto culminante representado pelo movimento "Escola Sem Partido" e pela recente reforma do ensino médio, que alijou do ensino médio todas as disciplinas voltadas ao pensamento crítico e ao estudo histórico das sociedades. O marco do centenário de Paulo Freire não é aleatório. Ele sintetiza o que poderia ser a educação pública brasileira e o que ela se tornou. O retrocesso gerado pelo golpe de 1964 gerou, ainda hoje em 2023, contradições estruturais que não foram superadas pelos governos democráticos que surgiram com o fim da ditadura. Unir em um mesmo projeto, dois trabalhos distintos sobre a educação brasileira, com abordagens e linguagens próprias, surge como um recurso para potencializar os debates que cada trabalho já realiza individualmente. Procuramos pensar para além da circulação de espetáculos e temos como principal objetivo a reflexão da educação pública brasileira; a partir do (re)conhecimento da trajetória do nosso maior educador e de uma análise do papel da escola pública no processo de formação do povo brasileiro. Darcy Ribeiro sintetizou essa complexa questão com a frase "A crise na educação pública brasileira não é uma crise. É um projeto". É preciso, portanto, pensar um novo projeto de educação pública para que a "crise" deixe de ser o projeto hegemônico. O debate é de toda a sociedade. Partimos da rara iniciativa de um coletivo e uma companhia teatral viajarem juntos em um projeto comum, organizado coletivamente pelos seus integrantes, criando uma programação de intenso debate a partir do recorte crítico de cada espetáculo e dos diálogos possíveis entre trabalhos e abordagens tão distintas sobre a educação. Se a experiência é rara no histórico de circulação de grupos e companhias brasileiras, acreditamos que ela será ainda mais singular e produtiva para os espectadores que participarem dessa caravana. Juntos, os dois espetáculos já contabilizam mais de 100 apresentações nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte e Brasília. Nos dois trabalhos há o cuidado com a manutenção do projeto ao longo dos anos e a busca por diferentes mecanismos de circulação. Nesse contexto, já temos apresentado nas nossas últimas circulações, diferentes propostas para a democratização do acesso à cultura de diversas camadas sociais que, historicamente, ficaram à margem do que é o seu legítimo direito. Trabalhamos na perspectiva da inclusão com a criação de um público heterogêneo, plural e popular, com a presença de diversos segmentos sociais e étnicos representados, além da presença regular de um número significativo de educadores e educandos da rede pública de ensino. A consciência da relevância do debate social proposto foi determinante para que cada projeto buscasse formas de se manterem vivos durante o isolamento causado pela pandemia, ressignificando e recriando seus trabalhos. A abertura desses "caminhos" é uma primeira iniciativa para que, juntos, possamos construir um debate ainda maior do que já fizemos individualmente. A presença do tema da Memória nos dois espetáculos é mais um elemento unificador no diálogo que propomos coletivamente construir numa experiência conjunta com o público. Não por acaso, a Memória aparece como elemento norteador no título do projeto. Não há retomada de caminhos que resgatem conquistas históricas e projetos de reconstrução social que não passem por um ajuste de contas na memória coletiva de um povo. O trabalho com a memória para nós, portanto, não é elemento efêmero. É a pedra fundamental para o Brasil que queremos reconstruir. Dentro do projeto "Caminhos da Educação" há um conjunto robusto de ações culturais, pedagógicas e documentais que o distanciam do formato de uma circulação teatral tradicional. Para que esse conjunto de ações seja, não somente viável e exequível, mas, executado em sua máxima potência, é necessário a criação de uma rede de suporte que, hoje, no Brasil, só pode ser viabilizado a partir dos mecanismos das leis de incentivo a cultura que criam a legitimidade necessária para a busca de parcerias com empresas e instituições conscientes da responsabilidade social que o tema do nosso projeto aborda. O projeto se enquadra no art. 1 da Lei nº 8.313 de 27 de Julho de 1998 nos objetivos expressados, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além de, também, abranger o art. 3 da mesma lei, nos pontos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;
DESLOCAMENTOS: Os deslocamentos que serão realizados por passagem aéreas e terrestres são: Rio de Janeiro - RJ > Belo Horizonte - MG Belo Horizonte - MG > Ouro Preto - MG Ouro Preto - MG > Mariana - MG Mariana - MG > Diamantina - MG Diamantina - MG > Rio de Janeiro - RJ Rio de Janeiro - RJ > Vitória - ES Vitória - ES > Colatina - ES Colatina - ES > , Rio de Janeiro - RJ Rio de Janeiro - RJ > Belém - PA Belém - PA > Marabá - PA Marabá - PA > Rio de Janeiro - RJ Os 12 beneficiários das passagens aéreas e terrestres previstos acimas são: 1 diretora de produção, 1 assistente de produção, 4 atores do espetáculo, 1 técnico geral, 1 operador de som, 1 operador de luz e projeção, 1 oficineiro, 2 integrantes da equipe da captação de audiovisual para entrevistas a fim de produzir o documentário LINKS IMPORTANTES: * Teaser do espetáculo “Que mundo deixaremos para Keith?” https://www.youtube.com/watch?v=TXhHMcrDFkA * Youtube da Íntima Cia de Teatro criadora do espetáculo “Que mundo deixaremos para Keith?”Link: https://www.youtube.com/@IntimaCiaDeTeatro * Instagram do espetáculo “Que mundo deixaremos para Keith?” Link: https://www.instagram.com/quemundodeixaremos/ * Teaser do espetáculo “A casa e o mundo lá fora” Link: https://www.youtube.com/watch?v=DaDzoictF5k&feature=youtu.be * Instagram do Coletivo En la Barca Jornadas Teatrais criador do espetáculo “A casa e o mundo lá fora” Link: https://www.instagram.com/enlabarcajornadasteatrais/ * Site do Coletivo En la Barca Jornadas Teatrais criador do espetáculo “A casa e o mundo lá fora” Link: https://www.enlabarcajornadasteatrais.com/
ESPETÁCULOS TEATRAIS Dois trabalhos serão apresentados: Nome: “Que mundo deixaremos para Keith?” e “ A Casa e o Mundo lá fora - Cartas de Paulo Freire para Nathercinha” Duração: 70 min Vagas: 250 Público Alvo: Professores, educadores e estudantes da rede pública de ensino beneficiados pela ação principal e ações paralelas do projeto; homens, mulheres, LGBTQIAP+, das classes B, C, D, de todas as faixas etárias; pedagogo e estudantes de pedagogia e áreas afins; comunidade surda e pessoas com espectro autista; público em geral interessado em debates sobre a educação pública brasileira CONTRAPARTIDA SOCIAL - Plano Pedagógico OFICINA 1 Tema: O que é Educação? Conteúdo: Conta com a participação especial dos artistas da circulação, realizando, como elemento disparador dos debates, intervenções teatrais com trechos dos espetáculos. Duração: 3h Vagas: 30 Público Alvo: Professores da Escola Pública de cada cidade Oficineiro: Igor Federici Minicurrículo: É educador popular, educador ambiental e ator. Trabalha e pesquisa há doze anos projetos formativos ligados a participação popular, controle social e teatro político, com ênfase em Teatro do Oprimido e discussões sobre conflitos territoriais e comunidades tradicionais. É bacharel em comunicação social e possui pós-graduação stricto-sensu em educação pela UERJ, atuando como pesquisador no NetEdu (Núcleo de Etnografia em Educação). Trabalhou por quatro anos como arte educador no Projeto de Educação Ambiental Observação, dentro do licenciamento ambiental federal, atuando junto a comunidades quilombolas, de pescadores artesanais e agricultores familiares no norte fluminense. Trabalhou como educador popular no projeto Enter Jovemn e junto ao grupo de Teatro do Oprimido Maremoto, ambos no Complexo da Maré; também atuou como educador no projeto Terra Preta no sul da Bahia e na área de comunicação da Fundação Amazonas Sustentável, junto a comunidades ribeirinhas na Amazônia Legal. Nos últimos dois anos integrou a Companhia Ensaio Aberto, como ator e pesquisador do projeto Teatro dos Trabalhadores, atuando também como planejador pedagógico e de conteúdo do projeto Rede Cultura Comunitária em parceria com a secretaria de cultura de Niterói. OFICINA 2 Tema: Educação Popular: Transbordos e Possibilidades Conteúdo: Conta com a participação especial dos artistas da circulação, realizando, como elemento disparador dos debates, intervenções teatrais com trechos dos espetáculos. Duração: 3h Vagas: 30 Público Alvo: Professores da Escola Pública de cada cidade Oficineiro: Igor Federici Minicurrículo: É educador popular, educador ambiental e ator. Trabalha e pesquisa há doze anos projetos formativos ligados a participação popular, controle social e teatro político, com ênfase em Teatro do Oprimido e discussões sobre conflitos territoriais e comunidades tradicionais. É bacharel em comunicação social e possui pós-graduação stricto-sensu em educação pela UERJ, atuando como pesquisador no NetEdu (Núcleo de Etnografia em Educação). Trabalhou por quatro anos como arte educador no Projeto de Educação Ambiental Observação, dentro do licenciamento ambiental federal, atuando junto a comunidades quilombolas, de pescadores artesanais e agricultores familiares no norte fluminense. Trabalhou como educador popular no projeto Enter Jovemn e junto ao grupo de Teatro do Oprimido Maremoto, ambos no Complexo da Maré; também atuou como educador no projeto Terra Preta no sul da Bahia e na área de comunicação da Fundação Amazonas Sustentável, junto a comunidades ribeirinhas na Amazônia Legal. Nos últimos dois anos integrou a Companhia Ensaio Aberto, como ator e pesquisador do projeto Teatro dos Trabalhadores, atuando também como planejador pedagógico e de conteúdo do projeto Rede Cultura Comunitária em parceria com a secretaria de cultura de Niterói. CARTILHA Tema: Paulo Freire Conteúdo: Síntese do pensamento de Paulo Freire sobre o processo educativo, os marcos históricos vividos por ele e o seu aprendizado no período de exílio. Quantidade: 10.000 Distribuição gratuita Público alvo: Espectadores dos espetáculos, integrantes das oficinas, trabalhadore(a)s de cada equipamento cultural utilizado e trabalhadore(a)s de cada escola pública visitada, bibliotecas públicas e secretarias de educação DOCUMENTÁRIO Tema: “Caminhos da Educação” Conteúdo: Criado a partir de depoimentos coletados com os estudantes e professores da rede pública de ensino de cada cidade, além dos relatos dos artistas e oficineiro do projeto. Distribuição gratuita em plataforma digital Público: 8.000 espectadores
ACESSIBILIDADE FÍSICA Locação de espaços teatrais acessíveis com rampas de acesso e/ou elevadores; Contratação de equipe capacitada a dar suporte ao atendimento de tal público; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 2 sessões de libras por cidade totalizando 16 apresentações; O projeto “Caminhos da Educação” propõe-se a capacitar 50% da equipe de produção, que estará envolvida diretamente com a recepção do público, com o objetivo de acompanhar e promover o suporte necessário ao público autista durante as sessões; além de reservar um espaço de regulação sensorial para receber esse público durante as apresentações. Outras medidas são a inclusão do símbolo do espectro autista nas peças de divulgação para comunicar que o projeto possui soluções acessíveis para esse público, e também o anúncio prévio a cada sessão informando que o espetáculo é acessível a todos os públicos.
Ao abordar o tema da educação pública, o projeto “Caminhos da Educação” pretende levar para os espaços de apresentação estudantes e professores da rede pública de ensino por meio de ingressos gratuitos, além de disponibilizar transporte gratuito a grupos de escolas públicas em regiões periféricas; 20% dos ingressos serão distrubuidos a preço popular; 30% dos ingressos serão distribuidos gratuitamente para divulgação, patrocinador e público geral estudantes e professores de escolas públicas; O projeto prevê a contratação de 50% da equipe de produção sendo composta por grupos minoritários como pessoas negras, mulheres e/ou LGBTQIAP+; Serão oferecidas 2 Oficinas de educação popular; Contratação de profissional de assessoria de acessibilidade para capacitar os produtores do projeto nas questões relativas à acessibilidade; 16 apresentações com intérprete de libras, sendo 1 apresentação de cada espetáculo por cidade Produção da Cartilha e distribuição gratuita tanto no formato impresso, quanto no formato digital Criação do documentário - Caminhos da Educação - criado a partir de depoimentos coletados com os estudantes e professores da rede pública de ensino de cada cidade, além dos relatos dos artistas e oficineiro do projeto. O documentário será lançado após o fim da circulação dos espetáculos. Além disso, tal projeto prevê no produto “Espetáculos Teatrais”, a execução plena do Art. 27. da IN 01/2023, no qual diz: “O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.” Já os demais produtos serão todos disponibilizados de forma gratuita. Em complemento, serão abrangidas algumas ações do art 28 da mesma normativa como: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; A disponibilização acontecerá na plataforma Youtube; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
FICHA TÉCNICA PROJETO Coordenação: Bruno Peixoto e Sérgio Medeiros Dir. de Produção: Tayara Maciel PEÇA: Que mundo deixaremos para Keith? Dramat. :Leonardo Corajo, Eduardo Nunes e Sergio Medeiros Direção:Denise Stutz Ator: Leonardo Corajo e Sergio Medeiros PEÇA: A casa e o mundo lá fora - Cartas de Paulo Freire para Nathercinha Dramat. e Dir.: Bruno Peixoto Atriz: Anna Fernanda e Nady Oliveira Dir. do Documentário: Eduardo Nunes Coord. das Oficinas (Contrapartidas sociais): Igor Federici MINICURRíCULOS: BRUNO PEIXOTO - COORDENADOR DO PROJETO, DRAMATURGIA E DIREÇÃO Ator, dramaturgo, e diretor com 25 anos de experiência. Na sua formação, trabalhou com grupos com décadas de trabalho continuado como os grupos Galpão, Moitará, Creche na Coxia e a Companhia Ensaio Aberto. Desde 2014, coordena o coletivo EN LA BARCA onde assina dramaturgia, direção e atuação dos trabalhos ANTÔNIO DE GASTÃO - MEMÓRIA É TRABALHO, LUGAR DE CABEÇA LUGAR DE CORPO, A CASA e o MUNDO lá fora - CARTAS de PAULO FREIRE para NATHERCINHA. e ENTRADA FRANCA AOS VISITANTES. Um dos idealizadores da revista digital JACUBA– Cultura Popular – Teatro – Memória, e também da 2a edição da revista JACUBA – Lugar de Cabeça, Lugar de Corpo, Lugar de Memória. Assinou o roteiro dos documentários UM CERTO SENHOR GABRIEL e ROSA , ambos produzidos pela En La Barca em formato audiovisual. Dirigiu e atuou no experimento documental UM HOMEM SEM IMPORTÂNCIA. Atuou e produziu a Ocupação Artística O TEATRO COMO DOCUMENTO (2023) contemplado no Edital de Ocupação dos Espaços Artísticos da Funarte (Teatro Dulcina/RJ). Desde 2014, também é integrante da Companhia Ensaio Aberto, atuando nos espetáculos SACCO e VANZETTI, QUE TEMPO SÃO ESSES?, 10 DIAS QUE ABALARAM O MUNDO, O DRAGÃO, MORTE e VIDA SEVERINA, EXPERIMENTO OLGA e A EXCEÇÃO e a REGRA; todos com direção de Luiz Fernando Lobo. Foi diretor do Teatro Municipal de Cabo Frio entre os anos de 2018 e 2019. Autor de O LIVRO DOS PEQUENOS MISTÉRIOS, série de contos fantásticos publicado pela Editora Multifoco em 2012. EDUARDO NUNES - DIR. DO DOCUMENTÁRIO Estudou na Escola de Cinema da UFF e trabalhou em diversos filmes como assistente de direção, produtor e montador. Em 1994 dirigiu seu primeiro curta: SOPRO (co-dirigido por Flávio Zettel). Seguiram outros quatro curtas: TERRAL (1995), A INFÂNCIA DA MULHER BARBADA (1996), TROPEL (2000) e REMINISCÊNCIA (2001). Juntos estes filmes ganharam mais de 40 prêmios e foram exibidos emimportantes festivais, como Rotterdam, Berlim, Clermont-Ferrand, Havana, Biarritz, Brasília, Gramado, etc.. Nunes também trabalhou como diretor de documentários para a TV durante quinze anos. Foi convidado em julho de 2012 para fazer parte da RIO OCCUPATION LONDON, residência de 30 artistas na cidade de Londres, onde realizou o filme-instalação PORTRAITS OF LONDON, inspirado no escritor húngaro Sándor Márai. Também foi professor de cinema na Universidade Estácio de Sá, Escola de Cinema Darcy Ribeiro, Academia Internacional de Cinema e, entre 2004 e 2014, ministrou a oficina de adaptação literária para cinema na Universitat Salzburg (Austria), como professor convidado. Em 2018, finalizou seu segundo longa-metragem de ficção, UNICÓRNIO, adaptado da obra da escritora brasileira Hilda Hilst. O filme teve sua première brasileira no Festival do Rio, e a estreia internacional no Festival de Berlim – 68o Berlinale. Atualmente, prepara seu terceiro projeto de longa-metragem de ficção: CINCO DA TARDE, através de recursos do FSA. IGOR FEDERICI - COORD. DAS OFICINAS É educador popular, educador ambiental e ator. Trabalha e pesquisa há doze anos projetos formativos ligados a participação popular, controle social e teatro político, com ênfase em Teatro do Oprimido e discussões sobre conflitos territoriais e comunidades tradicionais. É bacharel em comunicação social e possui pós-graduação stricto-sensu em educação pela UERJ, atuando como pesquisador no NetEdu (Núcleo de Etnografia em Educação). Trabalhou por quatro anos como arte educador no Projeto de Educação Ambiental Observação, dentro do licenciamento ambiental federal, atuando junto a comunidades quilombolas, de pescadores artesanais e agricultores familiares no norte fluminense. Trabalhou como educador popular no projeto Enter Jovemn e junto ao grupo de Teatro do Oprimido Maremoto, ambos no Complexo da Maré; também atuou como educador no projeto Terra Preta no sul da Bahia e na área de comunicação da Fundação Amazonas Sustentável, junto a comunidades ribeirinhas na Amazônia Legal. Nos últimos dois anos integrou a Companhia Ensaio Aberto, como ator e pesquisador do projeto Teatro dos Trabalhadores, atuando também como planejador pedagógico e de conteúdo do projeto Rede Cultura Comunitária em parceria com a secretaria de cultura de Niterói. SÉRGIO MEDEIROS - PROPONENTE, COORDENADOR DO PROJETO E ATOR Atua no teatro desde 1992. Em 1995 participou da peça “Dedo Volúvel do Destino”, texto e direção de Cleide Piaseck, recebendo o prêmio de ator revelação do Estado do Paraná. Em 1996, cria a Íntima Cia de Teatro. Em 1999, atua em “Alice da Através do Espelho”, marcando o início de sua trajetória na Cia Armazém de Teatro. Atuou também nos espetáculos: “O Ateliê Voador”, de Valère Novarina, direção Thomas Quillardet, 2009. “Tentativas contra a Vida Dela”, de Martin Crimp, direção Felipe Vidal, 2010. “Ana e o Tenente”, de Rafael Camargo, direção Joelson Medeiros. Produz “Histórias de Jilú”, de Rodrigo De Roure, direção Renato Carrera, 2012/13. “República da Felicidade” de Martin Crimp, direção Felipe Vidal, 2014. Entre 2011 a 14 exerceu a função de Coordenador de Produção da TV Brasil. Em 2016 produz e atua no espetáculo “Ludi na Revolta da Vacina”, direção de Renata Mizhari, no espetáculo “VIL”, direção de Renato Carrera e em “Cabeça, um documentário Cênico”, direção Felipe Vidal. No cinema atua no curta-metragem “O Monstro” de Eduardo Valente, filme selecionado na competição de Curtas de Cannes de 2006, em 2010, no filme “Sudoeste”, de Eduardo Nunes, onde atua e faz a preparação do elenco infantil. Em 2016 participa do filme “Unicórnio”, de Eduardo Nunes. Entre 2011 a 2014 exerce a função de Coordenador de Produção da TV Brasil, e de Gestor Cultural de Teatro da Sala Baden Powell, responsável pela programação teatral e pelos projetos ligados a artes cênicas, e na residência Artística “Toda Essa Bossa”, assinada pelo músico João Donato. Como Gestor Cultural, além da curadoria artística da Sala desenvolve diversos projetos, como oficinas de música e teatro, Cine Club Ricamar, Piano Bike, contações de histórias – projetos que revitalizaram as atividades da Sala Baden Powell. Também concebe uma sala multiuso no Teatro Baden Powell, A Sala Espelho, proporcionando novas possibilidades e condições para realização de peças teatro e dança, que tenham como mote principal a pesquisa. Atualmente é o diretor artístico da Íntima Cia de Teatro. TAYARA MACIEL - DIRETORA DE PRODUÇÃO É produtora cultural, atriz, cantora, faz acrobacia aérea com especialidade em tecido, é pernalta e multi instrumentista. Formada em Turismo na UNIRIO, em Artes Cênicas na Escola Técnica de Teatro Martins Penna e em Canto Lírico - MezzoSoprano na Escola de Música Villa Lobos. Trabalhou e cursou oficinas com diversos grupos representativos como Grupo Galpão, Caravan Maschera, Moitará, Amok Teatro, Troupp pas D'argent, Companhia Ensaio Aberto.De 2018 a 2022, atuou como Atriz da Companhia Ensaio Aberto, Produtora Cultural e Assistente Operacional do Espaço Cultural do Armazém da Utopia. Em 2022 foi produtora da montagem e desmontagem e produtora do backstage artístico no Festival Revide realizado no Museu do Amanhã e no Riocentro assumiu a produção geral da exposição "Illumination no Rio". Atualmente atua como Marketing e Produção de Eventos na Tec Educação, como produtora do Íntima Cia Teatral e como Gestora de Público no Projeto Trajetória, na Armazém Cia de Teatro e no Coletivo En la Barca Jornadas Teatrais.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.