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O projeto Wanaki Tohã - Sons e Imagens do Brasil propõe a realização de espetáculo artístico em itinerância que inclui:Exposição fotográfica inédita, Exibição de documentários, Instalação artística indígena, Apresentação musical. Inclui contrapartida social que focará no reconhecimento dos saberes dos povos originários por meio de rodas de conversa tratando questões humanísticas e meio ambiente e oficina de percussão criativa. O projeto reunirá artistas indígenas, negros e brancos.
NAO APLICA
OBJETIVO GERAL Promover e difundir imagens, sons, objetos, práticas e repertório que tratam do Brasil profundo, por meio da itinerância de espetáculo de arte que inclui a integração das linguagens: artes visuais indígenas, audiovisual e música, visando dar espaço para os saberes indígenas e promover o bom debate em torno de temas humanistas, da preservação dos povos originários e quilombolas, do meio ambiente e da tolerância. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) Exposição fotográfica e instalação artística indígena: Realizar exposição fotográfica composta de 14 imagens selecionadas por curadoria e 01 instalação artística indígena em itinerância pelas 4 cidades contempladas no projeto, durante 5 dias por cidade. B) Exibição de documentários:Realizar exibição em sessão única de 7 documentários selecionados por curadoria em itinerância pelas 4 cidades contempladas no projeto, durante os 5 dias de realização do projeto por cidade. C) Apresentação musical:Realizar um espetáculo musical criado conceitualmente para este projeto com ao menos uma apresentação em cada uma das 04 cidades que integram a turnê. D) Contrapartida social:- Realizar 01 roda de conversa sobre questões humanísticas e meio ambiente após o espetáculo em cada uma das cidades - Realizar 01 encontro sobre saberes tradicionais kaingáng em cada uma das cidades E) Oficina de música instrumental: Realizar 01 oficina de percussão criativa em cada uma das cidades do projeto.
O projeto Wanaki Tohã - Sons e Imagens do Brasil se enquadra nos incisos I, II, III, IV, IX do Art. 1º da Lei 8313/91, que contemplam a realização de projetos culturais em todas as áreas artísticas e culturais e a formação de novos talentos em áreas artísticas e culturais, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Através da Lei Rouanet como mecanismo de incentivo, o projeto Wanaki Tohã - Sons e Imagens do Brasil poderá alcançar os objetivos do Art. 3º da lei, como: a democratização do acesso aos bens culturais, o estímulo à produção artística e cultural nacional, a valorização da diversidade cultural brasileira e a promoção da formação cultural dos brasileiros. Além disso, a utilização da Lei Rouanet pode contribuir para ampliar a visibilidade do projeto e atrair mais recursos para sua execução, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
CONTRAPARTIDA ADICIONAL: Propomos a doação das 14 fotografias (tamanho 60cmx 90cm, mínimo) ao final do projeto, para entidade(s) de apoio aos povos indígenas, INDICADA(S) PELO MINC, com o intuito da promoção de um Leilão ou venda destas, por parte da(s) entidade(s) beneficiada(s) que poderá(ão) para arrecadação de recursos em prol dos povos originários ou da floresta. Ex: ISA, APIB, COIAB, etc Projeto Wanaki Tohã – Sons e Imagens do Brasil DOCUMENTÁRIOS / LINKS CANTO WAUJA - Piratá Wauja https://vimeo.com/677898054 senha: cantando Duração: 12 min PINTURA CORPORAL E FACIAL KAINGÁNG - Vangri Kaingáng https://institutokaingang.org.br/audiovisual-pintura-corporal-e-facial-kaingang-contemporanea/ Duração: 12 min Memórias e Cantos para o Amanhã - Henrique Santian https://vimeo.com/701228598 Senha: laroye Duração: 11min Documentário Inkiri Om (amostra) - Maria Rita Stumpf INÉDITO https://www.youtube.com/watch?v=OYx9ym7tvXI Duração do documentário completo: 54 min Show Do Ancestral ao Eletrônico - Maria Rita Stumpf e banda https://www.youtube.com/watch?v=97AQdHr4r5E Duração: 44 min Documentário Do Ancestral ao Eletrônico (amostra) INÉDITO Maria Rita Stumpf e Maycom Motta https://www.youtube.com/watch?v=1wU366CvIFA Duração do documentário completo : 22 minutos Documentário Da Taba às Pistas – Maria Rita Stumpf/ Ana Clara Salomão INÉDITO https://www.youtube.com/watch?v=V_mqtVOATeY Duração: 10min e 16 segundos Clipe a ser exibido no início do espetáculo musical https://www.youtube.com/watch?v=Zow8Ytju0zs Projeto premiado pela FUNARJ Duração: 7min e 52 segundos
OFICINAS DE PERCUSSÃO CRIATIVA Projeto Oficinas O músico multi instrumentista, Paulo Santos co-fundador do grupo Uakti, sempre atuou na área de ensino e didática nos diversos projetos do Uakti no Brasil e exterior . Atualmente, é Diretor Musical do Instituto Kairós, voltado para ações sociais. A abordagem da linguagem musical e didática do Uakti é um dos pontos utilizados para a prática de exercícios e práticas de conjunto, utilizando todo tipo de material sonoro para construção dos temas. Práticas rítmicas utilizando figuras geométricas e “tubos baquetas” elaborando melodias e harmonias compõem a vivência e descoberta de novas possibilidades sonoras e musicais. Outro ponto abordado nas oficinas, trata da experiência musical adquirida nestes anos em que foi musico atuante do grupo Uakti , (shows , viagens Brasil e exterior , trilhas , gravações de Cds e Dvds , participações com outros artistas renomados , festivais , etc.) e sua experiência pessoal como compositor de trilhas para longa-metragem com o diretor Rafael Conde, vídeos, performances e instalações com o diretor Éder Santos, balés para escola do grupo Corpo de dança e também a participação como convidado em outros grupos e bandas conhecidas. Um terceiro ponto a ser visitado é o trabalho infantil com o grupo Curupaco que foi criado para dar suporte as músicas compostas em sua maioria por Paulo Santos e Ana Lúcia Braga , foram três Cds e inúmeras apresentações e oficinas para crianças. Público Alvo: profissionais, estudantes de Música e leigos Numero de participantes : Máximo 20 pessoas Duração: 2 horas, podendo ser adaptada para 1h30minutos.
O projeto prevê as medidas de acessibilidade que são fundamentais para atender aos objetivos do projeto, que incluem a inclusão social, a valorização da diversidade e a garantia do acesso de todas as pessoas à cultura, à arte e à educação. Além disso, ao garantir a acessibilidade física e de conteúdo, o projeto cumpre com os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, que prevê a promoção da cultura como instrumento de inclusão e desenvolvimento social, bem como o fomento à produção cultural brasileira e o acesso da população aos bens culturais. Medidas de acessibilidade POR PRODUTO: A) Exposição fotográfica e instalação artística indígena: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde ocorrerão as atividades serão adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, a exemplo de rampas de acesso, espaço reservado para cadeirantes, e ainda apoio da equipe de produção, caso necessário. • Item da planilha orçamentária: locação de equipamentos (podem contemplar eventuais equipamentos necessários para atendimento deste item) e assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAL: audiodescrição para PcD visuais, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. B) Exibição de documentários: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde ocorrerão as atividades serão adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, a exemplo de rampas de acesso, espaço reservado para cadeirantes, e ainda apoio da equipe de produção, caso necessário. • Item da planilha orçamentária: locação de equipamentos (podem contemplar eventuais equipamentos necessários para atendimento deste item) e assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAL: audiodescrição para PcD visuais, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: legendagem. C) Apresentação musical: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde ocorrerão as atividades serão adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, a exemplo de rampas de acesso, espaço reservado para cadeirantes, e ainda apoio da equipe de produção, caso necessário. • Item da planilha orçamentária: locação de equipamentos (podem contemplar eventuais equipamentos necessários para atendimento deste item) e assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAL: audiodescrição para PcD visuais, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. D) Contrapartida social: ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde ocorrerão as atividades serão adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, a exemplo de rampas de acesso, espaço reservado para cadeirantes, e ainda apoio da equipe de produção, caso necessário. • Item da planilha orçamentária: locação de equipamentos (podem contemplar eventuais equipamentos necessários para atendimento deste item) e assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAL: audiodescrição para PcD visuais, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: intérprete de libras.
IN 01/23 Conforme previsto no Art. 27 da IN 01/2023: o plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os limites estabelecidos no referido artigo. O projeto atende o previsto no artigo citado, a saber: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Ampliação de Acesso: Em relação ao Art. 28 que prevê medidas de ampliação de acesso, o projeto atende o estabelecido na IN 01/2023 por meio de: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; OBS: A COTA DE ATÉ DEZ POR CENTO PARA DISTRIBUIÇÃO GRATUITA ENTRE INCENTIVADORES, PATROCINADORES E DOADORES, CONFORME PARÁGRAFO PRIMEIRO DO ITEM IV DO ART. 27 DA IN 01/2023, PODERÁ SER OFERECIDA EM SESSÃO EXCLUSIVA, CASO NECESSÁRIO. OS RESULTADOS SERÃO APRESENTADOS NO RELATÓRIO FINAL E PRESTAÇÃO DE CONTAS.
Idealização e Direção Artística: Maria Rita Stumpf | Direção Musical: Danilo Andrade e Paulo Santos (Uaktí) | Produção Executiva: Aline de Moraes | Curadoria Mostra Fotográfica: Henrique Santian | Curadoria Cultura Kaingáng: Vãngri Kaingáng MÚSICOS: Voz: Maria Rita Stumpf | Piano, teclados e programações: Danilo Andrade | Percussão: Paulo Santos (Uaktí) e percussionista jovem local convidado | Baixo e programações: Matheus Câmara | Performer e Contadora de estórias: Vãngri Kaingang EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA E DE CULTURA KAINGÁNG: Pirata Wauja e Henrique Santian | Artista Kaingáng: Instalação objetos e pinturas corporais Vãngri Kaingáng PRODUÇÃO: Projeto de Iluminação: Pedro Christo (Espetáculo musical e Exposição) | Projeto Cenográfico: Luiz Alberto de Filippo | Desenho de Som: Matheus Câmara | Coordenação Geral: Antares SP Produções Artísticas MARIA RITA STUMPF Direção Artística, coordenação geral e cantora Compositora e cantora, lançou quatro trabalhos autorais. O LP Brasileira, de 1988, objeto de culto, lhe valeu a indicação naquele ano como Revelação Feminina no Prêmio Sharp. Em 1993 lançou o CD Mapa das Nuvens. Descoberta por DJs e colecionadores de vinil estrangeiros e brasileiros, retomou a carreira em 2017. Lançou digitalmente o álbum Inkiri Om em 2020 em função da pandemia, com excelente repercussão na imprensa brasileira e repercussão na rádio BBC6 de Londres e outros veículos especializados na Europa. Voltou aos palcos em 2017 após lançamento da coletânea Outro Tempo do selo holandês Music From Memory no Red Bull Music Academy Festival, no Teatro Oficina. Apresentou-se nos festivais Kino Beat (2017), Dekmantel (2018) e abriu o Women Music Event (2020). Sua música é tocada em mais de 150 países através das plataformas de streaming. Atuou com grandes músicos como Luiz Eça e o Grupo Uaktí, Laudir de Oliveira, Nelson Ângelo e Ricardo Bordini. Recentemente com Kassin Kamal, Marcos Suzano, Jovi Joviano, Michelle Abu, Matheus Câmara - Entropia Entalpia, Sergio Assad, Lui Coimbra e Danilo Andrade. Realizou os espetáculos Somos Um e Do Ancestral ao Eletrônico no ano de 2021, de forma online. Lançou em 2022 seu quarto álbum Ver Tente e o clipe Kamaiurá Remix premiado no Edital Clipes da FUNARJ. PAULO SANTOS (UAKTÍ) compositor, arranjador e multi-instrumentista Começou os estudos de música na UnB, em Brasília. Integrou como músico convidado a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Uma dos fundadores do renomado Grupo UAKTÍ, que encerrou atividades em 2015, participou da gravação de todos os CDs e DVDs e todas as viagens para apresentações , Workshops e Oficinas em diversos países pelo mundo e Brasil . Durante os 37 anos de atividade do grupo, participou em shows e gravações com Milton Nascimento, Maria Bethania , Skank e outros, e internacionais como Philip Glass, Paul Simon, Stewart Copeland entre outros. Após o final do Grupo Uaktí, seguiu em carreira solo. É compositor de trilhas sonoras para cinema, vídeo e balé (Grupo Corpo), tendo recebido diversos prêmios . É diretor artístico do Instituto Kairós desde a sua fundação, onde desenvolve trabalho de educação artística com foco em música. Em 2016 lançou pelo Selo SESC São Paulo o CD “Curado” em parceria com o Grupo Hurtmold. Está lançando seu novo trabalho solo, “Pílulas Sonoras”. Atua com Maria Rita Stumpf desde 1988. Participou da gravação do álbum Inkiri Om. Atua constantemente com o Palavra Cantada, Benjamim Taubkin, Hurtmold e inúmeros artistas e compositores. VÃNGRI KAINGÁNG Atriz e contadora de saberes indígenas Luciana Belfort que é conhecida no mundo artístico e do ativismo indígena e ambiental como Vãngri Kaingáng nasceu na Terra Indígena Ligeiro, no estado do Rio Grande do Sul. Ajudou na retomada da Aldeia de Alto Recreio Serrinha e mora ali desde abril de 2002 e também no Rio de Janeiro. A Aldeia localiza-se ao norte do Rio Grande do Sul e é sede do Ponto de Cultura Kanhgág Jãre que trabalha a questão da educação e saúde e cultura dentro das terras indígenas Kaingáng. Escritora e artista plástica, desde 2005, trabalhou em muitos projetos culturais, dentro e fora das Aldeias, no Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, e também no Ponto de Cultura Kanhgág Jãre. Educadora e coringa do Teatro dos Oprimidos de Augusto Boal, trabalhou com teatro na comunidade de Serrinha entre o povo Kaingáng e também em outras aldeias com outros povos indígenas, pelo Brasil. É Griô, mestre de tradição Kaingáng, no Projeto GRIÔ, especialista em comida tradicional, música, canto e dança. Vãngri também é contadora de histórias, mitologia e criação do povo Kaingáng. Cultiva e preserva e trabalhos com remédios e ervas tradicionais dos Kaingáng. PIRATÁ WAUJA – Fotógrafo, documentarista, ativista e professor Piratá Waurá, como os brancos escrevem o nome da etnia Wauja, nasceu em 1987 na aldeia Piyulaga, no Território Indígena do Xingu, onde vive até hoje. É professor do ensino fundamental de 1º a 9° ano, atualmente lecionando na Escola Estadual Indígena Topepeweke, dentro da TI do Xingu. Graduou-se na Universidade do Estado de Mato Grasso - UNEMAT concluindo licenciatura intercultural na área de Língua, Arte e Literatura. Estudou Antropologia e posteriormente começou a atuar como fotógrafo e documentarista realizando trabalhos nas diversas comunidades Wauja e também internacionalmente. Seu propósito é mostrar a cultura e a luta de seu povo. Foi responsável pela produção de Kamukuwaká: A história sagrada do povo Alto Xinguano com a Factum Foundation. Durante a pandemia de Covid produziu Povo Wauja em prevenção contra COVID-19. Com apoio da Secretaria de Cultura e Esporte do Estado de Mato Grosso e o Instituto Homem Brasileiro realizou o documentário sobre a arte da música de seu povo Canto Wauja. Integrou projeto do People Palace Project-PPP de intercâmbio de jovens Wauja com jovens de País de Gales, tratando sobre a mudança climática. HENRIQUE SANTIAN – Documentarista e fotógrafo Santian é fotógrafo documentarista, vídeomaker, pesquisador musical. Nascido em 1989 na cidade de Sorriso, norte de Mato Grosso, reside há mais de duas décadas na Chapada dos Guimarães. Trabalha com a fotografia documental e artística há mais de 15 anos, atuando no mercado com 23 exposições, 17 projetos e oficinas de fotografia. Em sua convivência com os povos indígenas, principalmente a nação Wauja da Terra Indígena do Xingu, de raízes tradicionais e afro-brasileiras, desenvolveu uma série de registros áudio/visuais. Mais informações em be.net/santian LUIZ ALBERTO DE FILIPPO – Cenógrafo e multi artista Aos nove anos de idade iniciou sua atividade artística na peça O Auto Da Compadecida de Ariano Suassuna representando o Bispo. Ali começou a conhecer este lugar atemporal que é o palco. Estudou canto lírico com o barítono Paulo Fortes, e na Uni-Rio com a professora Eliane Sampaio, além de teatro com Camila Amado. É sindicalizado no SATED/MG nas funções de produtor, diretor, assistente de direção, chefe de palco (montagem), cenógrafo, iluminador, figurinista, operador de luz, cantor e ator. Atualmente é produtor executivo do Teatro FELUMA, diretor do Instituto João Ayres, em Belo Horizonte e produtor da Orquestra Itiberê e Família. Produziu diversas exposições entre elas Minas das Artes Gerais – Do Barroco à Transparência com diversos artistas mineiros, em 2018 e Carne Crua, de Miguel Gontijo no Teatro FELUMA, em 2021. Em novembro de 2022, produziu a exposição do artista plástico Miguel Gontijo, inaugurando a galeria de arte The House Of Arts, em Miami, com curadoria de Jade Matarazzo. Em 2021 produziu O Festival Internacional de Violão, comemorando seus quinze anos de existência. Assinou a direção geral dos shows “Desde Que o Samba era Semba”, roteiro de Haroldo Costa, arranjos de Eduardo Neves (2016), “Rosário” (2017), com roteiro de Sergio Pererê, e “Mapa das Nuvens”.
PROJETO ARQUIVADO.