| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 1,40 mi |
O projeto "ARTE EM CORES - 5ª EDIÇÃO" consiste na realização de oficinas formativas gratuitas de artes visuais a partir da utilização de técnicas de grafitti, que irão resultar em uma Mostra de arte urbana. A proposta é a partir das oficinas capacitar, promover e transformar a realidade dos artistas e dar visibilidade aos seus trabalhos.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL Realizar o "ARTE EM CORES - 5ª EDIÇÃO", projeto que consiste na realização de oficinas formativas de artes visuais a partir da utilização de técnicas de grafitti. A proposta prevê a capacitação, promoção e transformação da realidade de artistas residentes nos estados do Maranhão, Pará e Minas Gerais, buscando dar visibilidade aos seus trabalhos. A seleção para as oficinas acontecerá através de edital, sendo que os artistas que mais se destacarem receberão premiação. A Mostra final será realizada em galeria virtual e também através de painéis urbanos instalados em locais públicos de cidades dos estados do Maranhão, Pará e Minas Gerais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL/MOSTRA - Fomentar e promover a carreira dos 75 artistas contemplados (25 em cada estado), por meio de ampla divulgação da mostra expositiva virtual e disponibilização de uma minibiografia de cada um dos contemplados; - Produzir 3 grandes painéis urbanos coletivos, em 3 diferentes municípios (sendo um painel coletivo em um município do Pará, um painel coletivo em um município do Maranhão e um painel coletivo no município de Betim, Minas Gerais). As obras serão executadas por 15 artistas participantes das oficinas formativas (5 artistas em cada estado), contando com tutoria dos professores das oficinas. PRODUTO SECUNDÁRIO: EXPOSIÇÃO - Realizar 01 mostra expositiva em galeria virtual com imagens das 75 obras produzidas especialmente para o projeto por artistas do Pará, Maranhão e Minas Gerais residentes em municípios situados no eixo entre Arari-MA a Tucumã-PA, e na cidade de Betim (MG) durante as oficinas formativas. PRODUTO SECUNDÁRIO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO (VER PLANO PEDAGÓGICO) - Beneficiar 75 alunos residentes no Pará, Maranhão e Minas Gerais em municípios situados no eixo entre Arari-MA a Tucumã-PA, num total aproximado de 1.700 km e na cidade de Betim (MG); - Realizar 06 vídeoaulas para 75 alunos nos estados do Pará, Maranhão e Minas Gerais, selecionados através de Edital, com participação de artistas de reconhecida atuação que irão abordar posicionamento de carreira, mercado das artes visuais, novas técnicas, entre outros assuntos pertinentes a arte urbana; - Distribuir 75 kits para que cada um dos 75 artistas selecionados possa produzir 01 obra individual; - Distribuir 75 prêmios para os artistas selecionados na 1ª seletiva, e 15 prêmios para os artistas que se destacarem na 2ª seletiva. MAIS SOBRE O PROJETO As possibilidades do universo artístico _ neste caso das artes visuais _ estarão disponíveis para jovens e adultos através de oficinas e mostra de arte urbana, cuja mobilização ocorrerá através de edital e contará com capacitação e promoção de artistas plásticos através de oficinas de artes plásticas online, a partir da utilização de técnicas de grafitti para artistas residentes em cidades dos estados do Maranhão, do Pará e de Minas Gerais. O projeto abrirá inscrições para artistas do PA, MA e MG, para municípios no eixo entre Arari-MA eTucumã-PA, num total aproximado de 1.700 km, tendo como base para produção do projeto as cidades de Imperatriz/MAe Canaã dos Carajás/PA e inscrições para o projeto na cidade de Betim (MG). Após a publicação do edital, serão selecionados 75 artistas para a participação das oficinas de capacitações online (VER PLANO PEDAGÓGICO), e na etapa final das oficinas serão produzidas 75 obras que serão expostas em uma galeria virtual. Entre os artistas participantes, serão escolhidos os 15 artistas que mais se destacaram, e os mesmos receberão uma premiação especial e serão convidados para a realização dos painéis urbanos, nos estados do Pará, Maranhão e Minas Gerais. A seleção será realizada por uma comissão composta pelo curador, professores e instrutores do projeto que possuem conhecimento técnico e artístico. A definição das cidades que irão receber os painéis urbanos nos estados do Pará e Maranhão (01 cidade em cada estado) depende de um mapeamento prévio a ser realizado na fase de pré-produção do projeto. Em Minas Gerais, o projeto será realizado na cidade de Betim. Importante destacar que nos dias de oficinas, com foco no universo do grafitti, ícone da arte urbana, os participantes terão contato com a história da arte, e com técnicas e referências de arte contemporânea e sua relação com os espaços e as dimensões urbanas, entre outros conteúdos. E durante a produção dos painéis urbanos os artistas irão definir, coletivamente, a temática que será utilizada nas intervenções, planejar sua execução e realizar a pré-produção da obra, o que envolve a escolha de técnicas associadas ao grafitti e materiais a serem utilizados. A linguagem artística escolhida para o desenvolvimento do projeto é o grafitti, uma plataforma jovem, alegre e urbana. De origem contestadora, muitas vezes confundido com a pichação, o grafitti também se ressignificou como manifestação artística contemporânea, ganhou as ruas e outros espaços das grandes cidades e consagrou novos artistas. As técnicas de grafitti são facilmente apreensíveis para o público iniciante e permitem o desenvolvimento de um trabalho coletivo em curto espaço de tempo. Com o objetivo de envolver os artistas participantes na atmosfera da arte urbana, durante a execução dos painéis uma apresentação musical embalará os trabalhos, e uma equipe de filmagem acompanhará toda a produção para a criação de um making off de todas as etapas do painel, para divulgação nas redes sociais do projeto. A organização vai oferecer suporte para os participantes em todas as etapas do projeto. Os inscritos receberão kits para a produção de seus trabalhos durante as oficinas, e serão certificados ao final do projeto. No dia da produção do painel de grafitti, os artistas terão um instrutor, água e tendas à disposição, bem como materiais e equipamentos para a construção dos painéis. Como resultados, o projeto quer proporcionar à juventude novas perspectivas, através desta experiência única que combina o elemento artístico à construção coletiva. Entre as implicações deste encontro destacam-se a troca de informações e experiências, o respeito à diversidade, o trabalho em equipe, a empatia e o reconhecimento ao esforço alheio. A inserção da juventude local no universo das artes incentivará a formulação de manifestações que valorizem a cultura local daquela comunidade. Colorir a cidade renova o olhar, rejuvenesce a estética. E pode, também, significar a oportunidade de imprimir cores que resgatem valores da ancestralidade, de tradições coletivas apagadas pelo tempo, que poderão ressurgir numa parede, num muro ou num viaduto. Expressões que podem aflorar o imaginário coletivo submerso e se transformar em base para a construção de um inventário do patrimônio imaterial dessas regiões. Um colorido especial de pertencimento e identidade.
O projeto ARTE EM CORES - 5ª EDIÇÃO, consiste na realização de oficinas formativas de artes visuais, que resultarão em uma mostra de arte urbana. O proponente acredita no caráter transformador do projeto ARTE EM CORES e no efeito multiplicador de suas ações. Os resultados obtidos nas primeiras edições comprovam que essa natureza de projeto, que visa, principalmente, revelar e valorizar os novos artistas das localidades, são essenciais para fomentar a continuidade das produções artísticas, principalmente num momento crítico como o que vivemos. Porém, para execução adequada de suas atividades, o projeto precisa contar com fontes de recursos incentivados, pois envolve a contratação de serviços especializados e de infraestrutura logística, materiais para a confecção das obras, premiação, dentre outras necessidades inerentes às ações propostas, tais como oficinas, execução das obras de arte e mostra final de resultados. Definido como projeto específico, conforme §5º do art. 7ª da IN 01/2023, por ser um projeto de cunho educativo, o mesmo se enquadra na área de artes visuais, segmento ações educativas. Conforme o art. 1º, da Lei nº8.313, de 23 de dezembro de 1991, e tem por finalidade: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E os meios utilizados para o cumprimento destas finalidades expressas no art. 1, atenderão aos seguintes objetivos, conforme art. 3º da Lei nº 8.313: - incentivo à formação artística e cultural; - fomento à produção cultural e artística; - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Em suas primeiras edições o projeto ARTE EM CORES obteve resultados muito positivos, onde foi possível observar um ótimo engajamento do público, da mídia espontânea e dos artistas atuantes nos municípios beneficiados. Por esse motivo, o proponente encontra um ótimo ambiente para continuidade das ações, onde será possível dar oportunidade a novos talentos, compartilhar conhecimentos e promover a arte. A arte transforma e ressignifica. Aperfeiçoa os sentidos do ser humano. Seus múltiplos efeitos podem transformar a vida de pessoas e de comunidades inteiras. Podem redesenhar o semblante de uma cidade. A arte tem o poder da inclusão social, de desenvolver habilidades e talentos. A arte pode, simplesmente, ser apreciada. Pensando nestas premissas, a prática artística escolhida como condutora do projeto Arte em Cores foi o grafitti, uma das linguagens mais populares da denominada arte urbana (street art), uma arte contemporânea, de cunho popular, produzida intencionalmente para interferir em espaços externos da cidade, sobre o mobiliário urbano. A arte urbana reúne outras expressões artísticas difundidas nas ruas, como estêncil, colagem, teatro, dança e música, entre outras. A arte urbana tem raízes em outra importante linguagem que se constituiu no final da década de 1960, nas periferias de Nova Iorque: o Hip-Hop. Seu criador, Afrika Bambaataa, estabeleceu quatro bases principais da cultura hip hop, são elas: o rap (músicas rítmicas com rimas e poesias), o DJ (artista que seleciona e conduz as batidas), a breakdance (dança específica do rap e hip hop, geralmente improvisada) e o grafitti (pintura/escrita artística). Os grafittis utilizados pelo Hip-Hop são particularmente coloridos. A escrita estilizada, denominada de throwm up, se utiliza de recursos em 3D. Os desenhos refletiam as próprias atividades do movimento, em especial a dança e a música. De origem marginal e contestadora, as linguagens da arte urbana foram sendo assimiladas pelo mercado. Na década de 1980 a arte urbana ganha destaque pela primeira vez em galerias e impulsionou artistas de rua como Jean Basquiat e Keith Haring. O reconhecimento pelos espaços institucionalizados da arte só se ampliou desde então, e a arte urbana ganhou legitimidade também nos espaços públicos. As bases estilísticas dos grafittis norte-americanos passaram a influenciar a Europa e a América Latina, adquirindo, assim, expressão mundial. No Brasil, a arte urbana se desenvolve a partir da segunda metade da década de 1970, através do grafitti de estilo livre ou pela pintura através de máscaras (moldes vazados). Surgiram as primeiras referências, como Alex Vallauri, Carlos Matuk, John Howard, Waldemar Zaidler, Hudinilson Júnior, entre outros. Esses artistas passam a ser reconhecidos e popularizam o grafitti no país. Os expoentes da primeira geração de grafiteiros ganham espaços em galerias e em exposições de repercussão internacional, como as Bienais de Arte. Em 1990 é realizada a Mostra Paulista de Grafitti, a primeira do Brasil. Hoje o grafitti brasileiro é reconhecido internacionalmente como uma expressão de particular qualidade. Ele tem características próprias, como a valorização da identidade nacional no trabalho de diversos artistas como Derlon, Criola, Nunca, Os Gêmeos e Highraff, entre outros, que resgatam tradições regionais, como a literatura de cordel, lendas e folclores, as origens étnicas do povo brasileiro e o sincretismo religioso, tão característico do país. Cidade, poesia e identidade Atualmente, multiplicam-se as iniciativas que colorem espaços públicos e privados das ruas das cidades brasileiras. Isto acontece pelo impacto do grafitti na paisagem urbana. Ele transforma o olhar urbano, modifica tudo o que está ao redor do painel ou do mural. Induz o apreciador a percorrer o olhar por locais que nunca foram vistos. Trata-se, nas palavras do pioneiro Carlos Matuk, "de um recurso de transformar a própria cidade em arte, não utilizá-la como suporte, de convidar as pessoas a criar territórios poéticos, sair desse território da rigidez e objetividade e ir para um território poético". A transformação da cidade é outra premissa do projeto Arte em Cores. Entende-se que a arte pode inspirar as pessoas a refletir sobre novas soluções para questões coletivas, debater abordagens surpreendentes e a vislumbrar futuros possíveis. A arte pode atuar com enorme relevância na transformação urbana. O projeto Arte em Cores acredita que as oficinas vão contribuir para essa transformação, independente das características próprias de cada cidade atendida. Alguns núcleos urbanos são mais densamente povoados, outros não. Algumas cidades são mais jovens, outras mais antigas. Algumas refletem a presença de imigrantes em sua arquitetura e planejamento urbano. Outras se mantêm ligadas às suas origens locais e únicas, com antigas referências indígenas e caboclas. A construção coletiva da identidade local O que garante a unidade do projeto diante das diversidades urbanas é a capacidade de construção coletiva da releitura das cidades através da linguagem artística proposta. Esta é outra premissa do Arte em Cores. O grafitti é uma plataforma universal de arte e, como tal, pode expressar as mais diversas manifestações coletivas. A participação da comunidade nas oficinas estabelecerá conexões, colaborações e construções em rede. Essas características são as novas ferramentas para direcionamento, de maneira mais ampla, de participação do cidadão na sua relação com o ambiente em que vive. Valores como compartilhamento, colaboração, democratização do espaço público e direito à cidade serão alguns dos assuntos abordados nas oficinas. É preciso destacar que em cidades de pequeno e porte médio como as que sediarão o projeto, o efeito multiplicador de eventos como este é muito relevante. As oficinas envolvem familiares, amigos, vizinhança, transeuntes, artistas locais, cadeia de fornecedores, etc. E, neste contexto, as oficinas vão explorar, a partir de um debate sobre os conceitos de bem material e imaterial, a construção de temáticas relacionadas à memória coletiva dos grupos envolvidos no projeto. Ao final das oficinas, o tema selecionado deve representar, sempre que possível, o passado comum aflorado pelo debate com o grupo, que será conduzido de forma pedagógica pela equipe do projeto. Esta linha conceitual está em consonância com as orientações do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). De acordo com a publicação do órgão, Patrimônio Cultural Imaterial: para saber mais, "as pessoas de cada grupo social compartilham histórias e memórias coletivas, visões de mundo e modos de organização social próprios. As pessoas estão ligadas por um passado comum e por uma mesma língua, por costumes, crenças e saberes comuns, coletivamente partilhados". O documento do Iphan afirma ainda que "a cultura e a memória são elementos que fazem com que as pessoas se identifiquem umas com as outras, ou seja, reconheçam que têm e partilham vários traços em comum. Nesse sentido, pode-se falar da identidade cultural de um grupo social". Ao estimular a comunidade a exercitar sua memória coletiva através da técnica do grafitti, o Arte em Cores pretende também garantir que o patrimônio imaterial dos grupos envolvidos adquira visibilidade. Para a UNESCO, órgão das Nações Unidas responsável pela educação e cultura, uma das formas mais eficazes de preservar o patrimônio imaterial é garantir que os portadores desse patrimônio possam continuar produzindo-o e transmitindo-o. Ainda no campo do patrimônio imaterial, a professora e pesquisadora Vera Pallamin, da Universidade de São Paulo (USP), especialista em arte urbana e processos de estetização contemporâneos, afirma que "fazer reviver as origens é também uma forma de lidar com o risco de seu desaparecimento. O trabalho com esta memória social liga-se a uma reconstituição - que é, ao mesmo tempo, uma certa reinvenção - de referências anteriores (acontecimentos, modos de vida), de memórias coletivas". Desta forma, todo o resultado dos murais e painéis produzidos pelas comunidades do projeto Arte em Cores, ainda que não reproduza a totalidade de uma manifestação cultural imaterial, será sempre uma legítima atualização dela. A professora explica ainda que a "força desta memória tem por suporte um conjunto de pessoas, cujas distintas lembranças tecem-se umas nas outras, ou seja, a rememoração do passado de uns apela à lembrança dos outros". Por fim, é preciso lembrar a importância que a estética adquiriu na sociedade contemporânea. Para o filósofo alemão Wolfgang Welsch, da Friedrich Schiller University, um dos acadêmicos mais respeitados sobre o tema, "nos últimos duzentos anos, verdade, saber e realidade foram assumindo contornos estéticos. Enquanto antes se acreditava que a estética só teria a ver com realidades secundárias, ulteriores, hoje nós reconhecemos que o estético já pertence à camada fundamental do conhecimento e da realidade". Estampar as cidades renova a paisagem urbana, apresenta novas perspectivas estéticas para o olhar, provoca a redescoberta do imaginário coletivo e sugere novas reflexões sobre o passado e o presente das comunidades. Através da arte, o projeto Arte em Cores quer contribuir para inspirar vidas.
Prezados(as), Segue resposta à diligência recebida em 08/09/2023, item 1. a) O PLANO DE DISTRIBUIÇÃO deve refletir TODOS os produtos citados na proposta, principalmente os descritos no campo RESUMO e OBJETIVOS ESPECÍFICOS.Obs.: Cadastrar produto secundário - EXPOSIÇÃO, conforme informado no campo objetivos. RESPOSTA: Informamos que o produto secundário do projeto é a realização de uma MOSTRA onde serão expostas as obras realizadas pelos alunos e alunas das oficinas de artes visuais (produto principal do projeto) em uma galeria virtual, além de contemplar, também, a criação de painéis urbanos coletivos pelas cidades. Os itens orçamentários do produto EXPOSIÇÃO não contemplam as necessidades do projeto e não refletem as ações que serão executadas durante a realização da MOSTRA. Dessa forma, retiramos qualquer menção feita anteriormente ao item "exposição" no projeto e solicitamos a manutenção do produto secundário FESTIVAL/MOSTRA. Informamos, ainda, que o item 2 da diligência foi corrigido no campo "Resumo" do projeto conforme solicitação. Certos da sua compreensão, agradecemos e nos colocamos à disposição. Atenciosamente, Equipe Vivas ........................................................................................................................................................................................... Prezados(as), Em atendimento à diligência enviada em 27.09.23, o produto Festival/Mostra passou a ser o produto principal do projeto Arte em Cores - 5ª edição e foi incluído o produto Exposição de Artes. Na planilha orçamentária do produto FESTIVAL/MOSTRA estão contidas somente a previsão das despesas estruturais do evento e na planilha orçamentária para os demais produtos secundários estão contidas as despesas pertinentes às suas especificidades. Em caso de dúvidas, estamos à disposição. Atenciosamente, Equipe Vivas
PLANO PEDAGÓGICO - ARTE EM CORES Duração dos vídeos: até 15 minutos cada (06 videoaulas). Carga horária: Até 80 minutos de videoaulas + 1 hora semanal de suporte online para cada aluno (grupo whatsap), durante o período de execução da primeira fase do projeto (da 1ª aula até a entrega da obra individual). Nº de vagas (máximo de aluno por oficina): 25 alunos (sendo o total de 75 no projeto) Apresentação / Objetivo Geral Em todo o mundo as cidades estão em permanente transformação. Elas são os espaços de convívio e problematização da sociedade contemporânea. O espaço público é sempre dinâmico e indefinido. É local de disputa permanente, construído pela coletividade, que pode ser ressignificado e requalificado a partir das mais variadas iniciativas. A arte pode intervir nesse processo, inspirando as pessoas a pensar em novas soluções para questões coletivas, discutindo abordagens surpreendentes e ajudando a enxergar futuros possíveis. A arte pode atuar com enorme relevância na transformação urbana. O projeto ARTE EM CORES propõe que ressignificações sejam dadas a partir de manifestações artísticas com identidade local, realizadas com o uso de elementos da arte de rua – grafitti, colagens, muralismo, pintura, stencils – sendo aplicados na realização de obras bidimensionais com suporte pictórico definido, para todos os artistas participantes, em telas de 1 metro X 1,5 metro. A produção de obras artísticas dentro de casa é a principal linha delimitadora desse projeto, desafio colocado aos(às) artistas que venham a participar do ARTE EM CORES. Arte e espaço público Vivemos o momento para repensarmos a construção – e reconstrução - de nossas cidades a partir da participação mais ativa das pessoas. Toda arte que é colocada no espaço público deve, de alguma maneira, dialogar com a comunidade em sua área de abrangência. A interferência artística em espaços urbanos é importante ferramenta de redescoberta da própria cidade em que se vive. Há uma relação direta entre arte em espaços públicos, autoestima dos moradores, senso de pertencimento e valorização de elementos da cultura local. A arte ajuda a mobilizar e inspirar a população a trabalhar unida em prol de cidades melhores. Monumentos normalmente são colocados nas cidades com pouquíssimo diálogo com a comunidade, praticamente sem troca com as pessoas que ali vivem. São intervenções no espaço comum que provavelmente ficarão por um período bastante longo naquele lugar. A arte pública compila uma série de intervenções provisórias, transitórias, diversas e efêmeras, que permite um diálogo mais aberto com a comunidade local. Uma das funções da arte pública é criar um meio de expressão que abra diálogo com a população, aproximando as pessoas e discussões que as obras propõem. Grafite, colagens, projeções de vídeo e outras possibilidades artísticas que utilizam a paisagem urbana como superfície discutem os problemas do espaço urbano de maneira direta. O encontro de artistas proposto pelo projeto ARTE EM CORES estabelecerá conexões, colaborações e construções em rede. Essas características são as novas ferramentas para direcionamento, de maneira mais ampla, de participação do artista na sua relação com o ambiente em que vive. Valores como compartilhamento, participação, colaboração, democratização do espaço público e direito à cidade serão alguns dos assuntos abordados ao longo da primeira edição do ARTE EM CORES. Abrangência: A abrangência do projeto ARTE EM CORES é ampla, variada e com especificidades que buscarão evidenciar variados perfis da arte produzida por realizadores paraenses e maranhenses. As especificidades regionais, de linhas de criação artística, de suporte pictórico e uso de variadas técnicas estarão representadas no diversificado mosaico que resultará do encontro das produções dos artistas selecionados na primeira edição desse projeto. PROFESSOR 1 / COORDENADOR PEDAGÓGICO – funções: a) Criação e implantação de todo o plano pedagógico do projeto, em parceria com as equipes de coordenação e curadoria do projeto ARTE EM CORES. b) Interação com o coordenador artístico do projeto e planejamento de atividades ao longo de todos os meses de realização do ARTE EM CORES. c) Organização e criação de conteúdo dos materiais a serem utilizados durante o período das oficinas à distância e oficinas presenciais: pesquisas sobre a história da arte e sua relação com a arte de rua (street art / arte urbana), vídeos, pesquisa iconográfica etc. d) Definição, em parceria com a equipe de coordenação do projeto ARTE EM CORES, de iniciativas, orientações e decisões relacionadas às especificidades de execução de cada uma das obras dos(as) artistas selecionados(as) para as oficinas à distância e também dos projetos a serem executados nas oficinas de arte urbana presenciais. e) Desenvolvimento e aperfeiçoamento de métodos de estudo de natureza qualitativa, observacional e participante a serem estabelecidos entre os(as) artistas selecionados(as) e obras a serem produzidas. f) Desenvolvimento dos roteiros dos 6 vídeos que serão produzidos especialmente para o projeto ARTE EM CORES, funcionando como material didático complementar ao processo de oficinas à distância. g) Também estão previstas conversas constantes com o Professor/Coordenador Artístico para acompanhamento de casos e eventuais correções de rotas. PROFESSOR 2 /COORDENADOR ARTÍSTICO – funções: a) Acompanhamento periódico da evolução e desenvolvimento dos projetos artísticos dos(as) participantes do ARTE EM CORES ao longo do período de realização do projeto. b) Estabelecer ampla rede de troca de informações e conhecimentos com os(as) artistas selecionados(as), orientando-os(as) em suas demandas e necessidades técnicas. O coordenador artístico fornecerá links para referências de obras relacionadas às produções que estiverem em desenvolvimento e poderá sugerir alternativas criativas aos(às) realizadores(as), contribuindo para a ampliação de seus universos de conhecimento. O Coordenador Artístico fará uma espécie de diário de campo com acompanhamento da trajetória dos(as) participantes do ARTE EM CORES. c) O Coordenador Artístico terá encontros virtuais semanais com os(as) realizadores(as) selecionados(as) para participarem das oficinas presenciais através de videochamadas – encontro virtual com os artistas divididos em grupos, de acordo com a cidade em que produzirão o painel coletivo. d) Planejamento, junto aos(às) artistas selecionados(as), das obras coletivas a serem produzidas nas áreas urbanas. Através de videoconferências, trocas de mensagens e variadas comunicações entre todos(as) os(as) envolvidos(as), variadas etapas da produção da obra coletiva poderão ser adiantadas. Objetivos / Atividades – Oficinas artísticas coordenadas à distância: - Produzir, em parceria com cada um(a) dos(as) realizadores(as) selecionados(as) do ARTE EM CORES, uma breve linha do tempo da trajetória do(a) artista e entender as suas expectativas em relação ao seu futuro criativo. Isso ajudará a entender o processo que levou cada realizador(a) à proposta que será desenvolvida e o que cada uma busca com esse novo trabalho. - Através do uso de vídeos e referências bibliográficas os(as) artistas selecionados(as) terão contato com o panorama da arte urbana e o envolvimento de cada vez mais pessoas no fortalecimento de laços de identidade, pertencimento e na transformação do espaço público num lugar melhor para todos. . Produção de 6 vídeos apresentando os seguintes assuntos: a) Discussão de temas como o direito à cidade, o urbanismo tático, redes projetuais, open design e ocupação do espaço público. b) Apresentação de exemplos e do conceito de Site Specific: a obra de arte produzida especialmente para determinado local, de acordo com o ambiente e com um espaço determinado. Trabalhos com essas características são planejados em um local determinado e seus elementos dialogam com o meio circundante para o qual a obra é elaborada. A noção de site specific liga-se à ideia de arte ambiente, que sinaliza uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço, incorporando-o à obra e/ou transformando-o, seja ele o ambiente natural ou áreas urbanas. c) Apresentação da história da arte urbana no Brasil e no mundo e análise de um amplo conjunto de iniciativas de intervenções artísticas em espaços públicos que se relacionam com o desenvolvimento de núcleos urbanos de variados portes e perfis socioculturais. d) Abordagem de temas como grafitti, a tecnologia e os limiares existentes entre arte e vandalismo. e) Apresentação de casos históricos e atuais que serão relacionados com situações locais onde a arte pode atuar com relevância na transformação das cidades e também do cotidiano de seus moradores. Objetivos / Atividades – Oficinas Presenciais de produção dos painéis: a) Realizar o primeiro encontro presencial entre os(as) artistas selecionados(as), coordenadores e equipe do ARTE EM CORES. b) Visita ao local que receberá a obra coletiva. c) Aprimoramento de técnicas de produção artística dos(as) realizadores(as) e entendimento final em relação à melhor maneira de usar o talento específico de cada um(a) dos(as) presentes. d) Conversas com artistas sobre posicionamento de carreira. e) Produção e finalização da obra coletiva. Materiais de apoio pedagógico - Vídeos produzidos especialmente para o projeto e disponibilizados gratuitamente no Youtube, apresentando elementos da história da arte relacionados à história da arte de rua / Street Art. - Links para vídeos, sites e páginas de artistas que apresentam uma grande variedade de trabalhos de arte de rua produzidos no Brasil e exterior. - Links para vídeos no Youtube que apresentam e explicam variadas técnicas artísticas para uso de spray, tinta, intervenção em espaços públicos etc. - Referências bibliográficas e pesquisa iconográfica. Planejamento das atividades de pintura dos painéis coletivos: Dia 0• Primeiro encontro entre a equipe do Arte em Cores (professor, coordenadores, produtores etc.) e os 5 artistas selecionados para a pintura do painel coletivo.• Oficina presencial - apresentação de variadas técnicas de produção artística ligadas à arte urbana e street art; aprimoramento de técnicas de uso de spray, tinta acrílica, stencil, colagens etc.• Definição de funções e atividades a serem desenvolvidas por cada artista selecionado. Dia 1• Produção da obra coletiva – reprodução de rascunhos e realização de marcações de referência. Dia 2• Produção da obra coletiva. Dia 3• Produção da obra coletiva. Dia 4• Finalização da obra coletiva realizada pelos artistas selecionados e acompanhada pelo Professor 1/Coordenador Pedagógico e Professor 2/ Coordenador Artístico.• Encerramento do ARTE EM CORES.
- Produto: Festival/Mostra (criação de 3 painéis em área urbana) Acessibilidade física: os locais escolhidos para criação dos painéis urbanos contam com acessibilidade do público Pessoas com deficiência auditiva e Pessoas com deficiência visual: ao lado de cada painel será disponibilizado um QR code que levará ao site do projeto onde estarão disponíveis as informações acessíveis sobre as obras (intérprete de libras e audiodescrição). - Produto: Exposição de Artes (mostra expositiva virtual) Acessibilidade física: não se aplica por se tratar de ação virtual Pessoas com deficiência auditiva: Libras no filme de making off do projeto disponibilizado na galeria virtual e site acessível. Rubrica: Intérprete de libras (por cidade) Pessoas com deficiência visual: Audiodescrição no filme de making off do projeto disponibilizado na galeria virtual Rubrica: Narrador de audiodescrição (por cidade) - Produto: Curso/Oficina/Estágio: Acessibilidade física: Em caso de participante (artista) portador de necessidade especial, o ambiente de realização do painel urbano será adaptado com todas as medidas de acessibilidade física. Rubrica: Montagem e Desmontagem/Festival (por cidade) Pessoas com deficiência auditiva: Libras nas vídeo aulas. Rubrica: Intérprete de libras (por cidade) Pessoas com deficiência visual: Audiodescrição da vídeo aula. Rubrica: Audiodescrição (por cidade)
Todas as ações previstas no projeto serão gratuitas, com ampla divulgação, e realizadas em locais de fácil acesso. COMPLEMENTAÇÃO DO ACESSO (art. 28, IN01/23): Item IV – Serão disponibilizados na Internet, registros audiovisuais das obras (painéis urbanos) produzidas pelos participantes das oficinas vencedores da 2ª premiação, como medida de complemento de acesso; PLANO DE DISTRIBUIÇÃO (art. 27, IN01/23): Curso/Oficina/Estágio: 75 alunos Festival/Mostra: 2.250 pessoas Exposição de Artes: 3.000 visualizações TOTAL: 5.325 CONTRAPARTIDA SOCIAL (não se aplica a projetos totalmente gratuitos e de ações educativas conforme IN 01/23)
VIVAS CULTURA E ESPORTE LTDA – GESTOR DO PROJETO FUNÇÃO: GESTOR DO PROJETO A VIVAS é uma empresa de planejamento, gestão e produção cultural. Desde sua criação, em 2015, a empresa atende importantes instituições culturais do país como o Cine Theatro Brasil Vallourec, Casa Fiat de Cultura, Centro Cultural Usina do Gasômetro, entre outras. Com equipe multidisciplinar, experiente e qualificada, a VIVAS também desenvolve projetos culturais próprios, que expandem sua atuação para outras localidades do país. ALGUNS PROJETOS PRÓPRIOS DESENVOLVIDOS: - Exposição Absurdos: Murilo Rubião 100 anos, realizada na Biblioteca Pública do Estado de Minas Gerais, em junho e julho de 2017, onde desenvolveu também trabalho EDUCATIVO CULTURAL com alunos das escolas públicas e particulares de Belo Horizonte. - Cultura na Praça, projeto realizado em cidades do interior dos estados do Pará e do Maranhão, através de Lei Federal de Incentivo à Cultura, onde desenvolveu, em 2017, 2018 e 2019, OFICINAS GRATUITAS DE CINEMA E EVENTOS CULTURAIS EM ESPAÇOS PÚBLICOS DAS LOCALIDADES. Abaixo, resumo do currículo das sócias-diretoras: Solanda Steckelberg Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte, com mais de 20 anos de atuação profissional na área de cultura. Ex-secretária adjunta de Cultura e Turismo do Estado de Minas Gerais (2019). De agosto/2013 a 2015 foi Superintendente de Negócios Culturais e Esportivo do Grupo Bonsucesso. De 2011 a julho/2013, foi presidente da Fundação Clóvis Salgado- FCS, onde também trabalhou, entre 1998 e 2003, como Superintendente de Comunicação e Diretora de Programação e Promoção. Na Prefeitura de BH, foi diretora executiva e diretora de ação cultural da Fundação Municipal de Cultura, gerente do projeto sustentador Rede BH Cultural, conselheira e presidente da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, membro da Comissão Permanente de Eventos de Belo Horizonte, membro da Comissão do Planejamento Estratégico e Modelagem da COPA 2014 em Belo Horizonte, coordenadora do FIT – Festival Internacional de Teatro, FAN – Festival de Arte Negra e FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos. No Governo Federal, foi assessora de patrocínios da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e assessora de eventos presidenciais. Atuou também como gestora e produtora de vários empreendimentos independentes e institucionais, entre eles na implantação do Memorial da Imigração Japonesa no Parque Ecológico de Belo Horizonte e na elaboração do projeto Centro Cultural Minas Tênis Clube. Formada em Jornalismo e Relações Públicas pela PUC Minas, possui especializações em Comunicação e Gestão Empresarial e Gestão do Patrimônio Cultural pelo IEC – Instituto de Educação Continuada. Além de cursos na ENAP - Escola Nacional de Administração Pública em Brasília-DF, onde concluiu um curso de extensão na área de planejamento e gestão pública. Em agosto de 2013, ganhou pela revista Mercado Comum, na 7° edição do Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico, a medalha Governador Israel Pinheiro – Destaque do Empreendedorismo de Minas Gerais. Também recebeu pelo Governo de Minas a Medalha da Inconfidência. Luísa Rubião Resende Sócia e diretora da Vivas Cultura e Esporte. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pelo Centro Universitário de Belo Horizonte – UNI-BH, pós-graduada em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA e Curso de Extensão de Média Duração pelo IBMEC em Planejamento e Gestão de Marcas em Redes Sociais. Experiência desde 2006 na área cultural onde atuou como Gerente de Produção e de Desenvolvimento de Projetos na empresa Imago Produtora de Vídeo, sendo responsável por idealização, gerenciamento e inscrição de projetos culturais em Leis de Incentivo à Cultura e em editais públicos de captação de recursos. Atuou como Gestora de Projetos Culturais pela empresa Drummond Consultores e Associados – Artmanagers, sendo os principais clientes atendidos: Comida di Buteco, Fundação Tancredo Neves, Minas Tênis, Clube Atlético Mineiro, Fundação Dom Cabral, Prefeitura de Nova Lima, entre outros. De 2009 a 2015 atuou como Supervisora de Negócios Culturais no Departamento de Negócios Culturais e Esportivos do Banco Bonsucesso, coordenando as atividades de elaboração de projetos, desenvolvimento e controle da execução dos projetos, captação de recursos e assessoramento em investimentos, bem como acompanhamento do planejamento estratégico do setor. GILBERTO SCARPA – CURADOR e COORDENADOR GERAL Atua no mercado audiovisual desde 1998 como diretor, roteirista e produtor. Artista plástico formado pela Universidade Estadual de Minas Gerais / Escola Guignard, estreou nas salas de cinema em 2008 com o média-metragem OS FILMES QUE NÃO FIZ, que recebeu mais de 40 prêmios em festivais do Brasil e no exterior. É idealizador e coordenador de diversos projetos culturais tais como Cultura na Praça, Arte em Cores, Movimenta Pebas. EXPERIÊNCIA COMO CINEASTA Em 2009, dirigiu e produziu o média O FILME MAIS VIOLENTO DO MUNDO que, dentre outros prêmios, recebeu o de melhor direção no 33º Guarnicê. Co-produziu o média-metragem BALA NA CABEÇA, de Cristiano Abud, que participou da mostra competitiva do Festival de Havana. Em 2010, realizou o curta UM U.R.S.O NA MINHA RUA, foi finalista do ART.MOV. Apresentou, dirigiu e co-produziu duas temporadas do programa GENIAL!! (2010/2011) para o Canal Brasil e produziu e dirigiu o documentário de 52 minutos, O PODER E O BANG-BANG, para TV CULTURA, em 2011. Co-produziu o documentário SILÊNCIO 63, de Fábio Nascimento, sobre o violento embate entre grevistas da Usiminas e o exército brasileiro. EXPERIÊNCIA COMO PRODUTOR E GESTOR CULTURAL Alguns projetos: Arte em Cores: Projeto de arte urbana que está em sua segunda edição, é realizado em 15 municípios do Pará e do Maranhão. Transforma a paisagem das cidades realizando mais de 50 painéis e murais artísticos. Movimenta Pebas: Em sua segunda edição, o projeto é dedicado à valorização da cultura e dos artistas da cidade de Parauapebas, oferece atividades de formação e fruição em artes plásticas, teatro, dança, audiovisual e música. Cultura na Praça: Festival itinerante de cinema, oferece formação prática em audiovisual por meio de oficinas a jovens de 13 a 19 anos. Atua em diversos estados brasileiros como Pará, Maranhão, Minas Gerais e Espírito Santo Série Didática: Documentário audiovisual em formato de minissérie. Ela será composta por 04 (quatro) episódios que terão como foco a introdução ao mundo das orquestras sinfônicas, seus instrumentos e seu repertório. Pare e Siga: Filme sobre o amor, um roadmovie para um casal de atores negros, com participação de Adyr Assumpção e Zora Santos. BH 150: O projeto tem por finalidade a produção de um documentário de longa-metragem que aborde o olhar sobre a cidade de Belo Horizonte de hoje, com 120 anos, e de 2047, quando completará 150 anos. Serão ouvidos artistas, cientistas, cidadãos comuns, políticos, líderes religiosos, arquitetos, crianças e adultos, abordando todos os temas pertinentes às áreas específicas de cada entrevistado, formando assim uma rede de ideias e percepções sobre a realidade atual e os desejos e projeções futuras. ANDRÉ AMPARO – PROFESSOR Formação profissional Graduado em Comunicação Social pela UFMG. Pós-graduado em UX Design (Processos de Experiência do Usuário) pela PUC-MG. Cursos de especialização na Holanda (Cinema Digital – Rotterdam International Film Festival), França (Multiskilling e Audiovisual – Institut National de l'audiovisuel, Paris) e Estados Unidos (Automação e sistemas de arte regenerativa – Harvestworks, NY). Cursos de especialização na Escola de Belas Artes (UFMG) e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFMG. Experiência profissional Atua na área artística há 30 anos com trabalhos desenvolvidos no Brasil e exterior, possui ampla experiência em concepção, planejamento, coordenação, gestão e implementação de projetos culturais que abrangem o audiovisual, a arte experimental e também intervenções urbanas ligadas às tecnologias contemporâneas. Filmes documentários, curtas-metragens, trabalhos em videoarte, performances com som e imagem ao vivo e videoinstalações foram apresentados em mais de 40 países em centros culturais como o Palais de Tokyo (Paris), Museu de Artes de Niigata (Japão), MoMA (Nova Iorque), Centro Georges Pompidou (Paris), ItauCultural SP, Festival Internacional Videobrasil (SP), Oi Futuro (RJ/BH), Palácio das Artes (BH), Videoformes Clermont Ferrand (França), Overtoom (Amsterdam, Holanda), Instituto Artes Alameda (Cidade do México), Bauhaus (Alemanha – obras no acervo permanente). Diretor, roteirista e produtor vídeo instalações, transmissões ao vivo, ambientação audiovisual para museus, teatro, shows musicais e eventos de grande porte. Trabalhos exibidos em rede internacional pelos canais CNN, HBO, HBO Max, Al Jazeera e Bloomberg Television. Plataformas HBOGo e Dekkoo. Trabalhos audiovisuais com veiculação nacional pela TV Cultura, Canal Futura, Rede Globo, Canal Brasil, MTV Brasil, Rede Minas, TV Brasil, dentre outros. Trabalhos MAIS RECENTES: 2018 / 2019 – Série documental BABEL SP (7 episódios / 60 minutos cada) apresentando o universo da Ocupação Leila Khaled, prédio da cidade de São Paulo em que convivem brasileiros sem teto e refugiados palestinos de origem síria. HBO Latinoamerica / Filmegraph (São Paulo / Belo Horizonte). Criação, roteiro e direção. Exibições nos canais Max, HBO Signature e plataforma HBO Go para mais de 70 países. Estreia: agosto de 2019. 2018 / 2019 – Série de ficção SOU AMOR (13 episódios / 26 minutos cada) tendo como proposta a desmistificação de questões de gênero, relacionamento e sexualidade do público jovem. Projeto vencedor do Edital Prodav – TVs Públicas - Região Sudeste – 11/2015. DAVI DE MELO SANTOS – PROFESSOR E INSTRUTOR Nascido em 1982, artista brasileiro, Davi de Melo Santos começou sua jornada com o graffite em 1998, em sua cidade natal, Belo Horizonte. Nestes ultimos anos, colaborou com instituiçoes e empresas para criaçao de murais , design , ilustraçoes de livro, cenàrio para teatro e televisao, além de exposiçoes solo e coletivas no Brasil, Palestina, Italia, Alemanha, Inglaterra, Tailandia e Taiwan. Curriculum artista Davi de Melo Santos: Setembro 2019: Realizaçao de mural para Faculdades Arnaldo. Maio 2019: Pintura em instalaçao da Multiplan ,15 anos Patio Savassi. Março 2019: Realizaçao de mural para a rede Materdei Fevereiro 2019: Realizaçao de mural para Greco Design. Janeiro 2019: Realizaçao de mural interno no Banco Mercantil do Brasil Dezembro 2018: Exposiçao individual ?Universos Interiores? na galeria Quarto Amado. Outubro 2018: Realizaçao de workshop e pintura no espaço Fernando Sabino Mercado distrital do Cruzeiro.BH/MG Maio 2018: Exposiçao coletiva ?Art Revolution Taipei?. Taipei/ Taiwan Abril 2018: Exposiçao coletiva Galeria Viaduto das Artes. Barreiro.BH Março 2018: Realizaçao de pinturas nas esculturas presentes do Elephante Parade 2018 BH. Fevereiro 2018: Realizaçao de mural ao interno do CFA (conselho Federal de administraçao) Brasilia.DF FERNANDO DOS SANTOS (FHERO) Função: Professor e Instrutor Fernando dos Santos, FHERO, nasceu em São Paulo em 1984. Deu início a sua carreira no graffiti em 1997. E desde sempre as letras estiveram recentes em suas criações, por influência das tags – tipografia originária do Graffiti. Além disso FHERO usa imagens para compor seus trabalhos junto com as letras dando unidade a sua produção. Tudo isso mesclado com uma paleta de cores fortes e contrastantes! Para o artista o graffiti é o meio mais certo de chegar até as pessoas com quem ele gostaria de conversar. Seus trabalhos buscam dialogar com o cotidiano das pessoas. Para isso sempre que pode busca pintar em locais mais afastados dentro da cidade, nas periferias ou em lugares que são negligenciados. Tem em seu currículo exposições solos e exposições coletivas. FHERO faz parte de um dos grupos mais influentes do cenário nacional e internacional de graffiti, a “PDF CREW” e com ela tem murais e exposições espalhadas pelo Brasil. Participou de eventos de graffiti no Chile e na Colômbia. E no início de 2019 pintou a fachada de um shopping popular do centro de Belo Horizonte, o Xavantes, totalizando 1200 metros quadrado de pintura. Atualmente o artista reside em Belo Horizonte – Minas Gerais; divide seu tempo entre produzir, ministrar workshops e oficinas.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.