Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 235028Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Oficinas e Exposição Olhares Negros

LUTA PELA PAZ
Solicitado
R$ 2,20 mi
Aprovado
R$ 2,20 mi
Captado
R$ 721,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
34276448000154GENOA CAPITAL GESTORA DE RECURSOS LTDA1900-01-01R$ 550,0 mil
18483400000160CELER COMERCIALIZADORA DE ENERGIA ELETRICA LTDA1900-01-01R$ 66,0 mil
08928273000102COBRA BRASIL SERVICOS, COMUNICACOES E ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 36,0 mil
17834328000106CAMPSEG SERVICOS DE FACILITIES LTDA1900-01-01R$ 19,7 mil
05208211000138IN-HAUS INDUSTRIAL E SERVICOS DE LOGISTICA LTDA1900-01-01R$ 15,6 mil
02006282000160LOGHIS LOGISTICA E SERVICOS LTDA1900-01-01R$ 14,7 mil
11397672000280PLURAL CAPITAL GESTAO DE RECURSOS LTDA.1900-01-01R$ 10,9 mil
10732233000132ESCOLHERSEGURO CORRETORA DE SEGUROS S.A.1900-01-01R$ 8,2 mil
***038877**MIRTES DA SILVA MARQUES FERREIRA1900-01-01R$ 0,06

Eficiência de captação

32.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O Projeto Olhares Negros vai promover oficinas de fotografia para jovens sem distinção de gênero. As oficinas serão uma oportunidade para que jovens moradores de favelas possam desenvolver habilidades fotográficas e se mobilizem para divulgarem suas próprias histórias e realidades, mostrando a beleza de espaços marginalizados através da fotografia. Ao final, será realizada uma exposição gratuita onde serão expostas as imagens feitas pelos jovens durante as oficinas de fotografia.

Sinopse

Classificação indicativa do Projeto é livre para exposição e 16 anos para as oficinas.

Objetivos

Os OBJETIVOS GERAIS do projeto são: estimular a criatividade e as potencialidades dos jovens através da fotografia, visando empoderá-los e capacitá-los para o empreendedorismo e o protagonismo na sociedade. Além disso, os novos fotógrafos vão exercitar seu olhar artístico sobre a sua comunidade, fortificando os laços e reforçando que a favela pode ser sim um celeiro das artes visuais. Ainda, haverá a promoção da sensibilização dos jovens de comunidades do Rio de Janeiro para o potencial da produção fotográfica como ferramenta de educação e comunicação. Por fim, será realizada uma exposição no Museu de Arte do Rio - MAR e em espaço póblico no Complexo da Maré, com registros feitos pelos alunos nas oficinas para sensibilizar e divulgar o trabalho dos jovens fotógrafos para população em geral. Os OBJETIVOS ESPECÍFICOS do Projeto são: O projeto tem os seguintes objetivos específicos: - Realizar, gratuitamente, 24 oficinas para jovens em situação de vulnerabilidade social do Complexo da Maré. - A turma contará com 25 vagas. - As oficinas terão duração de 1 horas e 30 minutos. - Ao final das oficinas, será promovida uma exposição gratuita de 15 dias no Museu de Arte do Rio - MAR, que também será exposta por mais 30 dias em espaço público no Complexo da Maré. - A exposição pretende atrair cerca de 2.000 pessoas nos 45 dias de exibição nos dois espaços.

Justificativa

O Projeto vai, através das oficinas de capacitação no âmbito da fotografia, desenvolver as formas de expressão, os modos de criar e fazer, os processos de preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro, e os estudos e métodos de interpretação da realidade cultural, bem como contribuir para propiciar meios, à população em geral, que permitam o conhecimento dos bens de valores artísticos e culturais. (Lei nº 8313, de 23 de dezembro de 1991 _ Art. 25, caput) Através da inclusão e valorização social dos jovens marginalizados e moradores de favelas nesta importante iniciativa, será possível contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso I) Com as oficinas de capacitação que visam a formação e fomento em fotografia e a exposição gratuita, o Projeto vai apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso III) Com isso, o Projeto vai estimular e difundir a produção de bens culturais através das atividades desenvolvidas pelas oficinas. Com as atividades culturais propostas, o Projeto aproxima essa população da capacitação na área da cultura e estimula um contato maior com as artes e a cultura brasileira. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso VIII) A exposição final, com fotografias capturadas pelos alunos das oficinas, será totalmente gratuita ao público, o que contribuirá e facilitará, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. (inciso I do Art.1º da Lei 8.313/ 91) Por fim, importante destacar que as atividades do Projeto vão promover a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura. (Lei nº 8.313 - Art. 3° - inciso I, alínea c) Com a realização da exposição, o Projeto fomenta a produção cultural e artística. (inciso II, alínea c, do Art. 3° da Lei 8.313/91)

Estratégia de execução

O presente Projeto está legalmente autorizado a superar o limite de custo per capta no valor de R$ 300,00, por tratar-se de projeto educativo e ação de capacitação cultural, nos termos do Art. 7º, § 7º da IN nº 01/2023.

Especificação técnica

Produto: OFICINAS DE FOTOGRAFIA - Quantidade oficinas: 01 turmas com 24 oficinas de fotografia. - Carga horária: 1 horas e 30 minutos por oficina, totalizando 36 horas. - Quantidade de participantes pretendida: 25. Conteúdo Programático: OFICINA 1 – Olhar Primeiro: fotografar como quem aprende a ver A gente começa devagar, aprendendo a ver, olhar, perceber com calma. Enquadrar a luz, o foco, a sombra. Usar o que temos: o celular na mão, a rua viva, a casa por dentro. Pequenos exercícios nos ajudam a descobrir que fotografar é também se escutar. É começar a dizer com imagem aquilo que às vezes falta em palavra. OFICINA 2 – Retratos de Nós: contar histórias de onde viemos. Nossos rostos, nossas casas, nossas rotinas têm muito a dizer. Aqui, fotografamos o que nos forma: os vizinhos, os encontros, os detalhes do cotidiano que sustentam a vida. É o olhar de dentro, que não vem de fora nem fala por cima. É o registro que respeita e fortalece. OFICINA 3 – Imagem e Edição: cuidar do que se quer mostrar Editar é olhar de novo. Com calma, com intenção. Usamos aplicativos simples para ajustar cor, corte, luz. Cada toque na tela é uma escolha: como quero que vejam o que fotografei? Aqui, entendemos que editar é continuar criando, uma forma de afinar o que se quer dizer. OFICINA 4 – O Que a Imagem Diz: pensar a fotografia como linguagem As fotos falam. Às vezes gritam, às vezes silenciam. Nesta oficina, escutamos o que a imagem carrega de beleza, de violência, de memória. Conversamos sobre como fomos retratados ao longo da história e como podemos contar diferente. A imagem também pode curar. OFICINA 5 – Arquivo Vivo: guardar sem esquecer Toda imagem é memória. E guardar memória é também decidir o que não queremos que o tempo apague. Aqui falamos de arquivos pessoais e coletivos como ferramenta de resistência. Pensamos em como organizar nossas fotos, em como preservar e compartilhar nossas histórias sem perdê-las. OFICINA 6 – Inventar Futuros: fabular outras imagens possíveis A favela também sonha. Aqui, usamos a fotografia para imaginar mundos. Criamos cenas, misturamos realidade e invenção, brincamos com o impossível. Porque a imagem pode ser ponte: do agora para o que ainda não existe, mas já pulsa em nós. OFICINA 7 – Fazer com Imagem: viver daquilo que se cria Como transformar o que amamos em sustento? Nesta oficina, falamos sobre trampo, renda e caminhos possíveis com a fotografia. Como se divulgar, montar um portfólio, pensar propostas. Tudo sem deixar de ser quem somos. Criar e viver com dignidade. OFICINA 8 – Aprender com os Ancestrais: a fotografia como escuta Inspirados por nomes como Pierre Verger e por fotógrafas e fotógrafos negros e indígenas, entendemos a imagem como escuta. Não se trata só de clicar, mas de se aproximar com respeito. Olhar é também saber esperar, acolher, sentir. Um retrato pode ser um abraço. OFICINA 9 – Caminho de Memória: fotografar a Pequena África A rua também ensina. Saímos em caminhada pelos bairros do porto, Saúde, Gamboa e Santo Cristo com os olhos atentos à memória que mora no chão, nas esquinas, nas pedras. Visitamos o Cais do Valongo e o Instituto dos Pretos Novos. Fotografamos como quem conversa com os antigos. OFICINA 10 – Corpo Presente: performar a própria imagem O corpo também fala. Aqui, experimentamos a fotografia em diálogo com o gesto, com o movimento, com o estar presente. Criamos autorretratos e imagens que nos afirmam. O corpo vira linguagem e a imagem, um modo de dizer: eu sou aqui, agora. OFICINA 11 – Montar Junto: criar com outras mãos Edição coletiva. Reunimos as imagens feitas, escutamos o que elas querem contar e montamos juntas e juntos. Misturamos ideias, afinamos sentidos. A fotografia aqui é encontro: entre olhares, entre vozes, entre tempos. OFICINA 12 – Pensar o Espaço Expositivo: a curadoria como cuidado Finalizamos com a montagem da exposição feita por nós. Pensamos em como organizar, mostrar e apresentar nossas imagens ao público. A curadoria é nosso último gesto: alinhar narrativas, dar nome às coisas, acolher as histórias. Mostrar é também partilhar o que vivemos nesse percurso. OFICINA 13 - Luz de Dentro: fotografar o invisível Nem tudo que importa se vê. Aqui, experimentamos luz, sombra e silêncio como matéria de criação. A fotografia vira forma de revelar o que o olho não alcança, aquilo que sentimos, intuímos, lembramos. É aprender a iluminar o que vive dentro. OFICINA 14 – Som da Imagem: a escuta como composição Toda fotografia tem som: o rumor da rua, o riso, o silêncio do quarto. Nesta oficina, exploramos a escuta como parte do olhar. Fotografar é também ouvir as pessoas, o espaço, o tempo. Criamos imagens que ressoam, que têm ritmo e respiração. OFICINA 15 – Fotografia Popular: o olhar da favela Falamos sobre o que chamam de fotografia popular: as fotos da festa, do campo, da favela, do samba, da feira. Aprendemos com quem fotografa com afeto, com criatividade e urgência. Aqui, a técnica nasce da vida, e o olhar é coletivo. OFICINA 16 – Encantamento e Território: o sagrado nas imagens Toda esquina tem uma energia vital e uma força sagrada, toda paisagem tem presença. Fotografamos o que vibra: altares, águas, árvores, rezas, gestos. Aprendemos que ancestralidade também mora na imagem e que cada clique pode ser um ato de reverência. OFICINA 17 – Fotografia e Palavra: escrever a imagem Nem toda imagem fala sozinha. Às vezes, precisa de um texto, uma legenda, uma lembrança escrita. Aqui, experimentamos a escrita como extensão do olhar: poesia, diário, relato. Palavra e imagem se tocam, se escutam, se completam. OFICINA 18 – Retratar o Outro: ética, afeto e presença Fotografar alguém é um encontro. Nesta oficina, falamos sobre consentimento, escuta e cuidado. Aprendemos a construir confiança com quem está diante da lente, para que a imagem seja troca, não captura. O retrato nasce do respeito. OFICINA 19 – Cartas e Imagens: correspondências visuais Fotografar pode ser escrever. Cada imagem é uma carta enviada a alguém do passado, do futuro, do agora. Nesta oficina, criamos séries de fotos que dialogam entre si, como se fossem cartas trocadas entre histórias e afetos. OFICINA 20 – Retratos de Resistência: fotografar quem constrói o mundo Mulheres, mães, trabalhadoras, gente que faz o cotidiano seguir. Fotografamos essas presenças com reverência e escuta. Cada imagem é um reconhecimento um altar erguido para quem, muitas vezes, nunca foi vista com dignidade. OFICINA 21 – Retratos de Futuro: imaginar o que ainda não foi visto Depois de reconhecer quem constrói o mundo, voltamos o olhar para o que ainda pode nascer. Nesta oficina, fotografamos sonhos, desejos e caminhos possíveis, futuros que partem das nossas histórias e resistências. Criamos imagens que projetam esperança, continuidade e transformação. É o exercício de imaginar, através da lente, o amanhã que já começa em nós. OFICINA 22 – Memórias em Foco Esse momento propõe um reencontro entre memória, fotografia e ancestralidade, valorizando as experiências pessoais e coletivas do curso. Por meio da dinâmica A Linha do Tempo Fotográfica, os alunos revisitam afetos e aprendizagens. A fotografia popular é tomada como espelho da identidade e da herança ancestral. Um exercício de reconhecimento do olhar, da história e do pertencimento. OFICINA 23 – Memória e Caminhos A atividade propõe um mergulho no percurso vivido, resgatando memórias e transformações através da fotografia e da ancestralidade. Por meio da dinâmica Pegadas e Rastros, as pessoas da turma refletem sobre as marcas deixadas e os aprendizados levados. A fotografia popular se revela como instrumento de escuta, reconhecimento e resistência. Um convite a olhar para trás com consciência e seguir adiante com pertencimento. OFICINA 24 – Olhar de Antes e Olhar de Agora A atividade propõe revisitar o início do percurso para reconhecer as transformações vividas no olhar e no corpo. Por meio da dinâmica Olhar de Antes e Olhar de Agora, cada pessoa da turma reflete sobre sua trajetória e ancestralidade. A fotografia popular surge como ferramenta de autoconhecimento, memória e resistência. Um exercício de ver-se com profundidade, reverenciar o caminho e afirmar o que se tornou.

Acessibilidade

Produto: Oficinas de FotografiaAcessibilidade física – MantidaO local de realização das oficinas permanece sendo a sede da proponente, que já é plenamente acessível para pessoas com deficiência física, com rampas, elevadores e piso tátil direcional, mantendo-se exatamente conforme previsto no projeto aprovado.Acessibilidade para PCDs visuais – MantidaSegue garantida a disponibilização de monitores para o acompanhamento de pessoas com deficiência visual durante as atividades, conforme previsto inicialmente.Acessibilidade para PCDs auditivos – ReadequadaHaverá disponibilização de monitores sensibilizados para atendimento a PCDs auditivos caso haja demanda.A medida permanece assegurando atendimento inclusivo, adequando-se ao orçamento captado.Produto: Exposição de FotografiaAcessibilidade física – MantidaPermanece o compromisso de selecionar local acessível, com rampa de acesso, corrimão, elevadores e banheiros adaptados. Acessibilidade para PCDs visuais - ReadequadaHaverá disponibilização de monitores sensibilizados para atendimento a PCDs visuais.A medida permanece assegurando atendimento inclusivo, adequando-se ao orçamento captado.Acessibilidade para PCDs auditivos – ReadequadaO projeto aprovado: não prevista medida específica, por se tratar de exposição fotográfica.Readequação: contratação de intérprete de Libras para a abertura da exposição e para os momentos de conversa com o curador, garantindo acessibilidade nos momentos de mediação e interação direta com o público.

Democratização do acesso

As oficinas e as exposições finais, que integram o Projeto, serão realizadas de forma inteiramente gratuita, visando a inclusão cultural irrestrita e a valorização social dos beneficiários. Logo, trata-se de Projeto essencialmente democrático e acessível ao público. Além disso, em cumprimento ao Artigo 28 da IN nº 01/2023, incisos IV e VII, a proponente também vai adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da exposição e das oficinas. Além disso, as turmas de fotografia serão compostas, em sua maioria, por um público infantojuvenil, entre 16 e 29 anos, moradores do Complexo da Maré.

Ficha técnica

Direção Geral: Gabriela Pinheiro Formada em Relações Internacionais pela Universidade Estácio de Sá. É mestre em Direitos Humanos pela Central European University (Budapeste). Gabriela é fellow do Open Society Institute. Diretora de Produção: Juliana Tibau Moreira Graduação em Psicologia - Ênfase em Psicologia Social. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC/RJ - 2000 Universidade Candido Mendes. Pós-Graduação em Gestão de Pessoas na Fundação Getúlio Vargas. Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor Diretora de Arte: Gabriela Peixinho Administradora (UFRJ) com mais de 12 anos de experiência de trabalho na área social. Mestre em Políticas Públicas (UFRJ) e especialista em Sustentabilidade (FGV) com experiência gerencial em programas corporativos de responsabilidade social. Coordenação Pedagógica: Ranni Maria Soares Correia UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Mestrado em Memória Social - Em curso IFRJ – Intituto Federal do Rio de Janeiro – Campus Paracambi - Pós-graduação Lato Sensu em Educação e Diversidade UNIRIO – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Bacharel em Museologia Educadora Social: Fernanda Santiago França Graduação: Bacharelado em Ciências Biológicas. Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ Graduação: Licenciatura em Ciências Biológicas. Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ Formação complementar - Curso de Mediação em Museus de Ciências e Centros de Ciências e Tecnologia. Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). Período: setembro 2014 Formação “Circuito Pequena África” - Grupo Raça e Etnia – Luta Pela Paz. Período: Março 2018. Carga horária: 4 horas Psicólogo: Stallone Pereira Abrantes Doutorado em Psicologia - Universidade Federal Fluminense (em andamento) Mestrado em Psicologia, Universidade Federal Fluminense (2017) Graduação. Bacharel em Psicologia, Universidade Federal de Campina Grande. (2015) Assistente Social: Viviane Carmen da Conceição Santos Pós-Graduada em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos - Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Conclusão em 2014. Pós-Graduada em Gênero e Sexualidade - Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Conclusão em 2011. Pós-Graduada na Área da Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes Universidade de São Paulo. Conclusão em 2006 Bacharel em Serviço Social - Universidade Federal Fluminense. Conclusão em 2002. Assistente: Patrícia dos Santos Silva Especialização em andamento em Psicopedagogia. Centro Universitário Carioca, UNICARIOCA, Brasil. Graduação em andamento em Psicologia. Universidade Veiga de Almeida, UVA/RJ, Brasil. Graduação em Pedagogia. Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil. Extensão universitária em Políticas Públicas. (Carga horária: 80h). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil. 2019 Extensão universitária em Psicopedagogia. (Carga horária: 360h). Centro Universitário Carioca, UNICARIOCA, Brasil. 2015

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-10-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro