Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 235049Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Plano Anual do Instituto Zuzu Angel

Instituto Zuzu Angel de Moda da Cidade do Rio de Janeiro
Solicitado
R$ 8,69 mi
Aprovado
R$ 7,51 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano trienal
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Plano plurianual (Plano Anual) visa a digitalização e preservação dos acervos do Instituto Zuzu Angel através da reunião, catalogação, conservação, digitalização e disponibilização on-line de documentos e indumentária (Preservação de Acervo Cultural). Também prevê reforma e adequações de espaço (Bem Imóvel - Restauração / Preservação), ampliação e atualização de repositório digital (Sítio de Internet), produção de mostra do acervo (Exposição de Artes), realização de cursos (Curso/oficina/estágio) e produção de catálogo (Livro).

Sinopse

É através das atividades de documentação que um acervo ganha sentido e conta uma história. Ela é a responsável por transformar peças e documentos em fontes de pesquisa e informação. Para que o trabalho seja mais bem estruturado, os acervos foram classificados em indumentária (formado por peças de vestuário em geral) e documental (formado por fotografias, documentos textuais, desenhos originais, áudios e vídeos). A digitalização é um instrumento eficaz de preservação, pois auxilia na conservação, visto que há uma diminuição na manipulação de originais. Atende às demandas de identificação, registro e controle de peças ao fornecer imagens fiéis e multiplica as possibilidades de difusão ao adotar o conceito extramuros, isto é, com a digitalização e a disponibilização dos arquivos via internet, o acervo pode ser visualizado, consultado e pesquisado fora dos limites da instituição que o abriga. Os arquivos gerados através da digitalização dos acervos Zuzu Angel, Museu da Moda e História da Sociedade Brasileira serão disponibilizados ao público via internet através de um sistema adaptado especialmente para os acervos, criando assim acervos virtuais que poderão ser consultados por pesquisadores e interessados em geral de qualquer parte do mundo. Além dos acervos digitalizados, o público poderá ter acesso ao livro que será feito sobre a estilista Zuzu Angel, escrito pela jornalista Hildegard Angel com a designer de moda Luiza Marcier, apresentando as diferentes facetas da Zuzu e ilustrado com as roupas, imagens e documentos do acervo Zuzu Angel. Ao final de cada ano, uma exposição será montada, dando ênfase a um acervo em especial. A Expo Zuzu Angel inaugura a série das exposições anuais. Com parte do acervo já documentado e tratado, será o ponto de partida curatorial da Casa Zuzu Angel. Nesta exposição, em que investigaremos três principais pontos: (1) Zuzu Angel e sua importância na criação de uma moda brasileira, (2) Zuzu Angel e os fundamentos da brasileira narrados a partir da obra de Zuzu, ou seja, como a partir de sua obra podemos relacionar diversos elementos que vão fundar a ideia de “uma moda brasileira”, tais como as rendas brasileiras, o uso de estamparia, os bordados, o uso de determinados tecidos, entre tantos outros (3) Zuzu Angel e a significação da moda como ação política, em que a moda surge como forma de se constituir sujeitos políticos, ativos no pensamento de uma visão de país. Expo Museu da Moda: nesta exposição pretendemos tecer uma constelação da moda, a partir de seus inúmeros atores, que compõem a coleção “Museu da Moda” da instituição. De acervos de importantes nomes da moda brasileira como Lino Villaventura e Isabela Capeto a acervos de moda internacional, como a Coleção Carmen Mayrink Veiga, passando por itens raros de personalidades brasileiras e do mundo, do figurino do Chacrinha a um vestido da Princesa Diana, a moda se apresenta como fenômeno plural, aberto a múltiplas tessituras e narrativas, a partir de seu registro material. O objeto “roupa” se compõe como um caleidoscópio ou, nas palavras de Hildegard Angel, fundadora do Instituto Zuzu Angel, Casa Zuzu Angel/ Museu da Moda brasileira: “como um mosaico da vida brasileira a partir do vestir”. Expo “Tudo junto e misturado”: esta exposição é resultado do 3 anos de trabalho do Instituto Zuzu Angel no projeto da Casa Zuzu Angel/ Museu da Moda Brasileira dará conta de revelar o próprio processo de criação, documentação, conservação e restauração, empreendido a partir da instituição. Aos 50 anos. De história social narrados por Hildegard Angel, documentados e conservados a partir do projeto, se juntará a própria história de criação e implementação do Instituto e do museu em sua sede na Usina. Nesta exposição, os resultados dos cursos de 03 anos com as comunidades do entorno também aparecerão, em registros e proposições de novos suportes. Artistas visuais serão convidados a contribuir com releituras a partir de peças do acervo. E, em parceria com universidades, recursos de acessibilidade serão implementados nas exposições. A ideia dos cursos da Casa Zuzu Angel é integrar a pluralidade de um acervo têxtil ímpar com a tradição e pioneirismo do Instituto Zuzu Angel no ensino da moda no Brasil, em uma ponte que reúne memória e repertório, reflexão e criação, em um exercício constante de se pensar moda e pensar museu ao fazer museu e fazer moda. No projeto trazemos a compreensão de que todo trabalho a partir de acervo é conteúdo de formação. A ideia é uma ocupação, uma “obra em progresso”, uma museologia viva, ao mesmo tempo em que se empreendem as reformas. O museu se faz pelas pessoas, a comunidade do entorno, em um exercício de fazer-com, e se constrói no dia a dia, tecendo laços entre a comunidade local e a cultura da museologia e da moda. Ao mesmo tempo em que as peças de cada acervo serão documentadas, conservadas e cuidadas, propomos uma contextualização com o território, ampliando em diálogo para construção de futuros, em cursos formativos na área de moda, museu e design para os moradores das comunidades do entorno do instituto - Borel, Formiga e Salgueiro. Desse modo, as exposições serão construídas a partir dos acervos em diálogo: uma escola aberta para pensar as próprias exposições.

Objetivos

Objetivos Gerais Este plano anual pretende ampliar o entendimento da Casa Zuzu Angel/ Museu da moda brasileira como plataforma de diálogo e produção de linguagem; propor meios de traçar planos de subjetividade e ação estético-política a partir do campo da moda e projetar, por meio de práticas de design, uma instituição plural, aberta e inclusiva. O projeto dará ênfase à atuação política de Zuzu Angel, através da representação de um momento da política brasileira - a ditadura de 64 - através da moda. O Instituto guarda esse acervo de grande importância para história social e política brasileira, pois Zuzu foi a primeira estilista no mundo a expressar um protesto político e a busca de seu filho, Stuart Angel Jones, através de uma coleção de moda, da qual guardamos suas peças. Bem como farta documentação histórica que comprova e ilustra a atuação de resistência política da estilista no Brasil e no exterior. O Plano prevê a digitalização e preservação dos acervos do Instituto Zuzu Angel com a reunião, catalogação, conservação, digitalização e disponibilização on line de documentos e indumentária; a modernização e equipagem da Casa Zuzu Angel, sede do instituto, com a construção de quatro novas reservas técnicas além de uma área para restauro de documentos e indumentária; a atualização e ampliação da plataforma digital e a publicação de um livro sobre o acervo do Instituto. Ao final de cada ano do projeto acontecerão exposições que utilizarão e contextualizarão as peças dos acervos.· O Plano Plurianual de Atividades do Instituto Zuzu Angel está de acordo com os incisos abaixo, do art. 3° do Decreto 11.453/2023, conforme transcrição a seguir: Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; Objetivos Específicos A digitalização e preservação dos acervos pertencente ao Instituto Zuzu Angel, visa dar continuidade à cruzada iniciada por Zuzu Angel pela difusão de uma moda genuinamente brasileira, cultivando nossos valores, raízes, materiais, artesania, mão de obra, expressando nossa cultura e nossa História. Outro propósito do projeto é valorizar a memória da história cultural, política e social brasileira, da segunda metade do século 20, pois os acervos constituem um mosaico da vida brasileira através do vestir. A digitalização dos acervos também ampliará seu impacto junto a pesquisadores e estudantes de moda de todo país e do exterior. Para realizar os objetivos do Plano Plurianual serão desenvolvidos os seguintes produtos: (1) Plano Anual - Realização de Plano Plurianual com duração de três anos, visando a preservação e digitalização dos acervos. (2) Bem Imóvel - Restauração / Preservação - construção de 4 (quatro) reservas técnicas _ 03 para indumentária e 01 para documentos -, 01 área de higienização e restauro e 01 área expositiva. (3) Preservação de Acervo Cultural - reunião, catalogação, conservação, digitalização e disponibilização on-line de 3.000 itens de documentos e indumentária, dos acervos Zuzu Angel , Museu da Moda e História da Sociedade Brasileira da Moda. (4) Sítio de Internet _ ampliação e modernização da plataforma existente; (5) Exposição de Artes _ realização de 3 exposições, sendo uma ao final de cada ano do Plano Plurianual. (6) Livro - Produção de uma publicação baseada no acervo Zuzu Angel, com textos de: Hildegard Angel, Luiza Marcier, 2 convidados (7) (Curso/oficina/estágio) - Realização de cursos formativos na área de moda, museu e design para os moradores das comunidades do entorno do instituto - Borel, Formiga e Salgueiro.

Justificativa

O Instituto Zuzu Angel de Moda tem como característica principal preservar a moda com base na identidade e na cultura brasileira. Zuzu Angel, que viveu numa época em que só homens eram estilistas famosos, valorizava a cultura brasileira usando rendas cearenses e jogos de cores em estampas. Suas roupas tinham características baseadas no tropicalismo brasileiro com estampas de chita, vestidos inspirados em Maria Bonita e Lampião, padrões singelos de cores e formas, pássaros e florais com releituras naif. Tudo isso em vestidos, saias e blusas volumosas com modelagem simples como as "mulheres rendeiras", características da zona rural brasileira. No auge da Alta-Costura, na década de 60, a estilista criava modelos personalizados para artistas e para a sociedade como a atriz Joan Crawford e Liza Mineli e começava a elaborar modelos de vestidos repetidos, dando a ideia do que hoje chamamos do prêt-à-porter. Atualmente estilistas como Ronaldo Fraga e Tufi Duek homenageiam a estilista em suas coleções, fazendo releituras de sua moda com o objetivo de mostrar a cultura brasileira na veia. Após o desaparecimento de seu filho Stuart Angel durante a ditadura militar, suas peças ganharam teor político e Zuzu se transformou em um dos símbolos da luta contra a ditadura. Promoveu um desfile em Nova York apresentando o que chamou de "primeira coleção de moda política do mundo", com estampas de tanques, anjos engaiolados, balas de canhão e quepes militares. Toda essa atuação profissional e política produziu um rico acervo que é mantido desde 1993 pelo Instituto Zuzu Angel e que em parte já foi catalogado e digitalizado em um projeto anterior via lei Rouanet. Criado por sua filha Hildegard Angel, o instituto intenciona preservar sua memória através da difusão de sua obra. Atualmente se ocupa da produção da estilista e da preservação da produção brasileira de moda, compondo acervos de importância histórica, tendo em vista que a moda no Brasil passou a ser valorizada como expressão artística. Além disso, a produção de Zuzu Angel está concentrada em um período de mudanças importantes na vida política e cultural brasileira e suas coleções refletem esses momentos políticos. O projeto é a continuação e ampliação do projeto de digitalização do acervo Zuzu Angel, realizado de 2015 a 2018, que instrumentalizou e equipou a residência de Hildegard Angel, transformando-a na Casa Zuzu Angel, um espaço estruturado para preservar, abrigar e difundir a memória da moda no Brasil. Este plano plurianual visa a digitalização, preservação e divulgação dos acervos do instituto _ Acervo Zuzu Angel, Acervo Museu da Moda e o Acervo História da Sociedade Brasileira. Eles ilustram a história da sociedade, da cultura e da política brasileira na segunda metade do século 20. O acervo do Museu da Moda reúne coleções de grandes nomes da moda brasileira, como Lino Villaventura, Isabela Capeto, Dener, Clodovil, Casa Canadá, Glorinha Pires Rebello e outros. Dentre os itens da alta costura internacional, destaca-se um vestido de baile da princesa Diana, e a Coleção Carmen Mayrink Veiga. Um conjunto de peças que formam um mosaico da vida brasileira no século 20, provenientes de artistas, atletas, empresários e personalidades desse tempo. O Acervo História da Sociedade Brasileira reúne os 50 anos de produção jornalística de Hildegard Angel, com colunas diárias nos jornais O Globo, Última Hora, Jornal do Brasil, TV Globo, juntamente com fotos e vídeos. Um recorte preciso e precioso da vida brasileira social e cultural a partir do Rio de Janeiro. Para que o objetivo de divulgação dos acervos e de fomento à pesquisa seja cumprido, será necessária a ampliação do espaço de preservação com todos os requisitos técnicos necessários para a efetiva salvaguarda das peças e documentos. Para isso, a residência da família de Zuzu Angel, localizada no bairro da Tijuca na cidade do Rio de Janeiro, atual casa Zuzu Angel, passará por uma série de adequações infra estruturais para que os acervos possam ser armazenados e as atividades técnicas realizadas. O projeto de arquitetura da Casa Zuzu Angel consiste na adequação dos espaços, a fim de criar condições para receber o acervo, bem como para realizar as atividades de documentação, higienização, armazenamento e digitalização, criando condições ideais de manutenção e preservação do acervo. Serão realizados, ao longo de três anos, a reunião, catalogação, conservação, digitalização e disponibilização online dos acervos, além de reforma e equipagem da Casa Zuzu Angel com a construção de quatro novas reservas técnicas, uma área expositiva, além de uma área para restauro de documentos e indumentária; e a atualização e ampliação da plataforma digital. Ao final de cada ano do projeto acontecerão eventos - exposição, seminário, ocupação - que utilizarão e contextualizarão as peças dos acervos. Também será publicado um livro com a parte mais relevante dos 3 acervos. Ao mesmo tempo em que as peças de cada acervo serão documentadas, conservadas e cuidadas, propomos uma contextualização com o território, ampliando em diálogo para construção de futuros, em cursos formativos na área de moda, museu e design para os moradores das comunidades do entorno do instituto - Borel, Formiga e Salgueiro. Desse modo, as exposições serão construídas a partir dos acervos em diálogo: uma escola aberta para pensar as próprias exposições. Assim, a preservação e a digitalização dos acervos do Instituto Zuzu Angel é fundamental para divulgar essas histórias ao grande público e para cumprir com o potencial que esses acervos possuem para a pesquisa sobre a moda e a sociedade brasileira. O uso da Lei Federal de Incentivo à Cultura é um dos poucos mecanismos existentes hoje no Brasil que viabilizam a produção e execução de projetos culturais. As atividades propostas neste projeto se enquadram nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I- Contribuem para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- Promovem e estimulam a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- Apoiam, valorizam e difundem o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V- Salvaguardam a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI- Ajudam a preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII- Estimulam a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX- Priorizam os produtos culturais originários do Brasil. O projeto também atende aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, através das seguintes ações: III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) Preservação de acervos que ilustram a história social, cultural e política do país. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública do acesso à Casa Zuzu Angel, aos acervos, à plataforma digital e à programação cultural e artística; b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

O ACERVO ZUZU ANGEL se caracteriza por uma formação híbrida, onde é possível encontrar tanto as criações de Zuzu, quanto documentos originários de sua atuação profissional, de sua vida pessoal e de sua atuação política na busca por seu filho desaparecido. As criações de Zuzu Angel formam o acervo de indumentária, composto por cerca de mil peças de vestuário, entre elas vestidos, saias, blusas, casacos, sapatos, bolsas, lenços, xales, rendas, camisolas e lingeries; tratam‐se de peças originais pertencentes à família da estilista ou coletadas pelo IZA. Complementam o acervo de indumentária criações surgidas sob a influência de Zuzu, sendo as principais a coleção Isabela Capeto, formada por aproximadamente 200 peças, e a coleção Marco Rica, formada por cerca de 20 peças. Ambos, Isabela Capeto e Marco Rica, são importantes nomes da moda brasileira, de diferentes gerações, que tiveram em Zuzu Angel sua principal referência. O acervo documental é formado por fotografias; reportagens de jornais e revistas de circulação nacional e internacional; correspondência, cartões e memorandos relacionados ao caso Stuart Angel; estudos para estampas e estampas diversas; croquis e desenhos originais; embalagens e estudos para logomarcas, também compõem o acervo documental registros em áudio e vídeo de entrevistas e desfiles. O ACERVO MUSEU DA MODA tem peças predominantemente de indumentária: vestidos da casa Canadá pioneiros da moda no RJ, coleção Carmem Mayrink Veiga que era vestida pelos maiores estilistas de sua época, faixa de miss Brasil da Martha Rocha, vestido alta costura Clodovil, vestido alta costura e Biquínis Denner, vestido de gala da Lady Diana que foi adquirido em leilão pelo IZA a partir de pool do apoio de pessoas ligadas à moda. A última cartola do Chacrinha, vestidos de cantoras da era do rádio como Marlene e Elizeth Cardoso, a coleção Isabela Capeto, coleção Lino Villaventura com peças icônicas de seu desfile marcante no Canecão nos anos 80. Também inclui peças de estilistas internacionais e nacionais de renome e grande importância no cenário da moda. A HISTÓRIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA é o tema do acervo composto de fotografias e recortes de jornal da época. O acervo reúne os 50 anos de produção jornalística com colunas diárias nos jornais O Globo, Última Hora, Jornal do Brasil, TV Globo, da colunista Hildegard Angel, juntamente com fotos, negativos e vídeos. Um recorte preciso e precioso da vida carioca social e cultural. Seguem alguns exemplos de documentos e peças do acervo: 1) Carta ao Secretário de Estados dos EUA, Henry Kissinger, escrita menos de dois meses antes da morte de Zuzu. 2) Desenhos base para os bordados dos vestidos exibidos no desfile protesto no consulado brasileiro de NY em 1971 3) Peças da coleção Maria Bonita, inspirada em motivos nordestinos 4) Coleção Carmem Mayrink Veiga que era vestida pelos maiores estilistas de sua época 5) Vestidos da casa Canadá pioneiros da moda no Rj 6) Vestido de Gala da Lady Diana que foi adquirido em leilão pelo IZA a partir de pool do apoio de pessoas ligadas à moda 7) Última cartola do Chacrinha 8) Vestidos de cantoras da era do rádio como Marlene e Elizeth Cardoso

Especificação técnica

Livro: ZUZU ANGEL - EU SOU A MODA BRASILEIRA Idioma: Bilíngue, português e inglês, Número de páginas: 224; Formato fechado: 21,0 cm X 28,0 cm; Miolo e impressão: papel couché 150g fosco com impressão 4 cores; Capa dura com impressão 4 cores com laminação fosca e verniz UV reserva na frente; Sobrecapa em papel couche fosco 170g com impressão 4 cores com laminação fosca e verniz UV reserva na frente; Guardas em papel Colorplus 180g (cor a definir); Acabamento: costurado + PUR Shrink individual. Tiragem: 3 mil exemplares. Cursos Os cursos serão divididos em 3 módulos anuais, cada qual seguindo a temática da exposição do ano, em 10 sessões de 4 horas a acontecer em um sábado de cada mês. O curso será de 20 a 30 pessoas com duração de 40h por ano. A cada ano, as inscrições serão renovadas, podendo cada alune participar do ciclo dos 3 anos (120h), ou de apenas 1 ou 2 anos. As inscrições serão realizadas por edital aberto às comunidades do entorno, e serão avaliadas pela comissão curatorial do Instituto Zuzu Angel, composta por 2 membros da equipe do Instituto Zuzu Angel e 3 membros convidados. Exposição de Artes: As exposições irão usar os acervos da Casa Zuzu Angel, cada uma fechará um ano das atividades previstas no plano plurianual e terão duração de 30 dias. Acontecerão na área expositiva da Casa Zuzu Angel. Além das exposições, destacamos a importância do Instituto Zuzu Angel como centro do pensamento cultural, histórico e político. A jornalista e escritora, presidente do Instituto Zuzu Angel, Hildegard Angel convidará para compor rodas de conversa “Café com Zuzu” nomes como a historiadora Isabel Lustosa, o jornalista e político Roberto Amaral, a cineasta Rosane Svartman, entre outros. As rodas de conversa acontecerão durante as exposições. Site: O site será uma plataforma versátil e informativa sobre os acervos da da Casa Zuzu Angel, projetada para atender às variadas necessidades dos visitantes. Descrição Funcional: Página Inicial: A página inicial é a porta de entrada para site, apresentando uma visão geral do conteúdo, com acesso rápido aos recursos mais populares. Navegação Intuitiva: O site oferecerá uma navegação intuitiva com um menu claro que direcionará os visitantes para diferentes seções, como "Sobre", "Busca a todo acervo", "Blog" e "Contato" entre outras informações relevantes. Recursos Interativos: integração dos recursos interativos, como formulários de contato, áreas de comentários e um blog onde os visitantes podem participar ativamente e compartilhar suas opiniões. As informações constantes no site ficarão disponíveis tanto em português quanto em inglês. Descrição Técnica: Plataforma: O site será desenvolvido usando tecnologias web como HTML5, CSS3 e JavaScript, para garantir uma experiência de usuário responsiva e compatível com dispositivos móveis. Gerenciamento de Conteúdo: Será utilizado um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) para facilitar a atualização de informações e garantir que o site permaneça relevante ao longo do tempo. Segurança: Serão implementadas medidas de segurança rigorosas, incluindo certificados SSL para proteger os dados dos visitantes e garantir uma navegação segura. SEO: O site será otimizado para mecanismos de busca (SEO) para melhorar sua visibilidade nos resultados de pesquisa, tornando mais fácil para os usuários encontrarem seu conteúdo. A segurança dos acervos digitais, bem como dos registros dos acervos físicos, estará garantida por um sistema de backup realizado em Data Center contratado para prestar o serviço de hospedagem (hosting) do sistema de registro, gestão e difusão dos acervos. Além do backup em Data Center, também será realizado um backup interno onde os arquivos produzidos pela digitalização, e todas as atualizações realizadas no sistema de gestão do acervo, serão gravados em um servidor, localizado na Casa Zuzu Angel, e regravados em fitas de backup que ficarão armazenadas em local seguro, fora da casa Zuzu Angel. O tempo de desenvolvimento do site está estimado entre 6 e 8 meses. Produto Bem Imóvel - Restauração / Preservação: A casa Zuzu Angel localiza-se em uma antiga casa no bairro da Usina, no Rio de Janeiro. É composta por uma casa principal, cujo acesso se dá pela rua Rocha Miranda, e uma segunda construção de acesso pela rua Dr. Catrambi. Entre os anos de 2014 e 2015 foi realizada uma primeira etapa de projetos e obras com o objetivo de adequar os espaços da casa principal ao acondicionamento do acervo, bem como sua catalogação e conservação. Após oito anos desta intervenção, além da necessária manutenção em fachadas e telhado, busca-se também recuperar os ambientes da casa principal que não foram objeto de intervenção, criando espaços com as características adequadas para acondicionamento de peças de indumentárias, documentação e local para a restauração de peças têxteis. A casa, contará ainda com espaços expositivos, dedicados à Zuzu Angel, biblioteca aberta ao público, escritório e um pequeno bistrô. A segunda construção abrigará espaços amplos para cursos, residência artística e sala multiuso sobre o terraço que receberá nova cobertura. Faz parte ainda do projeto a proposta de um pequeno edifício a ser construído com a finalidade de depósito. Para que o acervo de Zuzu Angel mantenha-se em segurança e preservação, a casa deverá ser equipada com todos os seus cômodos com sistema de ar-condicionado, segurança e combate contra incêndio. Além disso, será realizado um projeto de iluminação específico para a sala de exposição e reservas técnicas. As salas de acervo receberão camadas de isolamento térmico e contra a umidade. Os banheiros passarão por reformas, principalmente sob o ponto de vista da infraestrutura hidro-sanitária. As varandas contíguas às salas de exposição no térreo receberão cortinas de vidro, aumentando com isso a área de recepção ao visitante. O projeto de arquitetura se desenvolverá em quatro etapas principais: Levantamento arquitetônico dos espaços existentes na casa; Estudo preliminar: Desenvolvimento do conceito do projeto bem como as plantas preliminares de layout. Anteprojeto de arquitetura: Desenvolvimento do projeto a partir da solução aprovada na etapa anterior. Serão entregues plantas de pontos (instalações em geral), iluminação, materiais, layout e cortes, além de memorial descritivo. Projeto Executivo: consiste na elaboração de um único documento de arquitetura com as informações necessárias para se realizar a construção. Este documento deve compilar todas as informações dos projetos complementares (instalações elétricas, hidrossanitárias, dados, climatização, etc.). Para a execução do projeto, deverá ser contratada empreiteira para realizar as obras civis necessárias de adequação dos espaços existentes, bem como empresas especializadas para o controle de pragas, ar condicionado, instalações e esquadrias. Produto Preservação de Acervo Cultural Os acervos sofrerão os seguintes procedimentos: Conservação - preventiva e corretiva, nas quais as peças e documentos serão higienizados, acondicionados e armazenados em salas climatizadas equipadas com mobiliário específico e terão os os danos ocorridos reparados. Os procedimentos específicos para a conservação do acervo de indumentária serão: higienização mecânica de roupas e objetos, acondicionamento de objetos em caixas, acondicionamento de roupas em capas de tyvek e reparos em danos já instalados. As ações específicas para o acervo de documentação serão: higienização mecânica, desmetalização, retirada de pontos de oxidação, retirada de fitas adesivas, retirada de resíduos de cola, costura de documentos encadernados (brochuras), pequenos reparos em documentos e fotografias rasgados e/ou com perdas, acondicionamento em envelopes cruz feitos com papel neutro (documentos), acondicionamento em jaquetas de poliéster (ampliações fotográficas), acondicionamento dos envelopes e jaquetas em caixas. As atividades de conservação serão mantidas durante todo o período de salvaguarda, assim enquanto a instituição mantiver a custódia do acervo ela deverá se responsabilizar por sua conservação. Digitalização: será pela digitalização que o público terá acesso aos acervos. Dois procedimentos serão adotados no processo de digitalização: a. Registro fotográfico digital do acervo de indumentária: serão fotografadas as peças de vestuário, o que garantirá uma alta definição de imagem, além de fidelidade às cores das peças originais. As imagens receberão tratamento digital especializado e serão gerados dois tipos de arquivo, um arquivo TIFF em alta resolução (300 dpi) e um arquivo JPEG em baixa resolução (72 dpi). b. Digitalização do acervo documental: os documentos textuais e as fotografias serão digitalizados em scanners profissionais. A digitalização gerará arquivos no formato PDF‐A1, apropriado para a preservação a longo prazo de documentos digitais, como resolução de 300 e 72 dpi. Áudios e vídeos gravados em fitas magnéticas, serão digitalizados e gerarão arquivos em WAV e MP3 no caso de áudios, e AVI e MP4 no caso de vídeos, a diferença das extensões está na compactação, ou não, dos arquivos.

Acessibilidade

Acessibilidade (1) Plano Plurianual Acessibilidade Arquitetônica: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica Acessibilidade Para Deficientes Visuais: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica Acessibilidade intelectual: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica (2) Bem Imóvel - Restauração / Preservação Acessibilidade Arquitetônica: Espaço adaptado a PCD, com eliminação de barreiras físicas, rampas, mobiliário à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas Item da Planilha Orçamentária: Itens variados da obra, como alvenaria, demolição manual e retirada de esquadrias Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica Acessibilidade Para Deficientes Visuais: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica Acessibilidade intelectual: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica (3) Preservação de Acervo Cultural Acessibilidade Arquitetônica: Espaço adaptado a PCD, com eliminação de barreiras físicas, rampas, mobiliário à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas. Item da Planilha Orçamentária: Itens variados da obra, como alvenaria, demolição manual e retirada de esquadrias Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica Acessibilidade Para Deficientes Visuais: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica Acessibilidade intelectual: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica (4) Sítio de Internet Acessibilidade Arquitetônica: Não se Aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se Aplica. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica Acessibilidade Para Deficientes Visuais: Audiodescrição. Item da Planilha Orçamentária: Audiodescrição Acessibilidade intelectual: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. (5) Exposição de Artes Acessibilidade Arquitetônica: Espaço adaptado a PCD, com eliminação de barreiras físicas, mobiliário à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas. Item da Planilha Orçamentária: Itens variados da obra, como alvenaria, demolição manual e retirada de esquadrias Acessibilidade para Deficientes Auditivos: As peças expostas terão placas de sinalização. Item da Planilha Orçamentária: Placas de sinalização Acessibilidade Para Deficientes Visuais: As peças expostas terão placas de sinalização em braile. Item da Planilha Orçamentária: Placas de sinalização em braile Acessibilidade intelectual: pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência mental e múltipla, bem como às pessoas idosas. Item da Planilha Orçamentária: Monitores (6) Livro Acessibilidade Arquitetônica: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Audiobook. Item da Planilha Orçamentária: Locutor de audiobook Acessibilidade intelectual: Não se aplica. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica. (7) (Curso/oficina/estágio) Acessibilidade Arquitetônica: Espaço adaptado a PCD, com eliminação de barreiras físicas, mobiliário à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas. Item da Planilha Orçamentária: Itens variados da obra, como alvenaria, demolição manual e retirada de esquadrias Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de libras. Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade Para Deficientes Visuais: Linguagem falada. Item da Planilha Orçamentária: Não se aplica Acessibilidade intelectual: Monitores. Item da Planilha Orçamentária: Monitores

Democratização do acesso

As atividades propostas pelo Instituto Zuzu Angel serão distribuídas em conformidade com o art. 27 da Instrução Normativa n° 1/2023: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Instituto Zuzu Angel - Proponente do Projeto. Criado em outubro de 1993, o IZA é uma entidade civil sem fins lucrativos. Idealizado pela jornalista Hildegard Angel, filha da estilista que dá o nome à instituição, tem como objetivo principal preservar a memória da estilista Zuzu Angel, sua obra e sua luta, através da difusão de suas realizações e reivindicações. Através de ações em diferentes áreas – acadêmica, cultural, social –, promove a cruzada iniciada por Zuzu Angel por uma moda genuinamente brasileira, cultivando valores, raízes, materiais, artesania e mão de obra nacionais. Também objetiva prestigiar a memória da produção cultural brasileira, por meio da moda, preservando nossas raízes e resgatando nossa História. Pioneiro na criação do I curso superior de moda com parceria da Universidade Veiga de Almeida e também no MBA em produção de moda – Stylist, o IZA mantém como um dos pilares da casa a multiplicação de saberes promovendo cursos e ações relacionados à preservação e conservação de acervos da moda e sua memória. Hildegard Beatriz Angel Jones – Direção Geral e a Curadoria Sua formação, desde a infância, foi na direção das artes dramáticas. Estreou em 1965 no teatro, aos 15 anos, no teatro profissional, por indicação de Maria Clara Machado, na peça “As feiticeiras de Salém”, de Arthur Miller, dirigida por João Bethencourt, no Teatro Copacabana, cumprindo uma carreira teatral que incluiu o teatro de resistência política, com peças como Gracias Señor, do grupo Oficina, em 1972, interrompendo a carreira em 1976 com o assassinato de sua mãe. Paralela a isso iniciou a carreira de jornalista aos 18 anos, em 1968, no jornal O Globo, onde se manteve, com algumas interrupções, até 2003. Trabalhou também nos jornais Ultima Hora e Jornal do Brasil. Colaborou para as revistas Vogue, Manchete, Amiga, Cartaz, Status, Interview, Contigo, entre outras publicações brasileiras. No exterior colaborou para os grupos Fairchild e Condé Nast, nos Estados Unidos; a revista Vogue, na França; revistas do grupo Mondadori, na Itália. Manteve durante quatro anos, de 1984 a 1988, inclusive, seu programa de entrevistas, “As Pessoas”, na rede de televisões educativas. Apresentou o quadro de entrevistas em toda primeira fase do programa “TV Mulher”, da Rede Globo, sob direção de Nilton Travesso. Participou do programa de entrevistas “Roleta Carioca” da TV Tupi. Participou dos júris dos programas “Flávio Cavalcante” e “Buzina do Chacrinha”. No cinema foi dirigida por Miguel Borges, Domingos de Oliveira, entre outros nomes emblemáticos do cinema novo nacional. No teatro por Ziembinski, Aderbal Jr., Amir Haddad, José Celso Martinez Corrêa, João Bethencourt, Claude Régy. Cursou o Conservatório Nacional de Teatro. Teve como mestres na arte da interpretação Fauzi Arap, Nelson Xavier, Henriette Morineau, Eugenio Kusnet, Sergio Viotti, Roberto de Cleto, Nelly Laport (corpo), a já citada Maria Clara Machado. Recebeu do Governo brasileiro a Ordem do Rio Branco por sua atuação na área cultural. Do governo da França a Ordem das Artes e das Letras nos graus de Officier e Chevalier. Fundou e preside a Academia Brasileira da Moda com a finalidade de cultivar e manter viva a memória dos grandes nomes da moda brasileira, traçando a biografia dos 50 titulares que nomeiam as respectivas 50 cadeiras acadêmicas. Fundou em 1993 o Instituto Zuzu Angel de Moda, o qual preside, com o fim de manter viva a memória de Zuzu Angel e de seu filho Stuart Angel, bem como valorizar a atividade moda em nosso país em seus diversos aspectos, conferindo-lhe o devido reconhecimento. Lema: “A moda brasileira só pode ser internacional se for legítima” – Frase de Zuzu Angel. Formatou e fundou em 1995 o primeiro curso superior de moda no Estado do Rio de Janeiro, através do Instituto Zuzu Angel de Moda, como sua presidente, numa parceria com a Universidade Veiga de Almeida. Estúdio Guanabara - Arquitetura e coordenação dos projetos complementares Fundado em 2009 por arquitetos formados pela FAU-UFRJ, para o desenvolvimento de projetos de arquitetura, urbanismo e design, com foco em processo participativo e tecnologias construtivas. Mais recentemente o foco tem sido direcionado para o desenvolvimento de projetos em territórios indígenas, áreas de conservação e zonas rurais o que nos exige atenção redobrada à cada etapa e tomada de decisão, do interior do Rio ao interior do Pará, Mato Grosso e Bahia. O Estúdio Guanabara coordenou em 2014 os projetos de arquitetura e complementares para a estruturação inicial da Casa Zuzu Angel. André Daemon (Estúdio Guanabara) Formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ em 2009, com Pós-graduação em Arquitetura Bioclimática e Certificações pela EPSEB - Escola Politècnica Superior d'Edificació de Barcelona – UPC. Sócio Fundador do Estúdio Guanabara. Especialização em Design de Mobiliário - Istituto Europeo di Design IED-RIO. Atuação com foco em tecnologias construtivas e materiais, prototipação e arquitetura bioclimática. Experiência em todas as etapas de desenvolvimento de projetos, tais como: residências unifamiliares urbanas e rurais, habitação indígena (kikré kayapó), urbanização em favelas (Morar Carioca), hotelaria (Hotel Container), Museu Casa Zuzu Angel, centros culturais, entre outros. Sócio Fundador da associação Goma, um laboratório interdisciplinar de gestão compartilhada. Danilo Filgueiras (Estúdio Guanabara) Formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ em 2009, com Mestrado em Urbanismo – no Programa de Pós Graduação em Urbanismo - PROURB/UFRJ; Especialização em Especialização Geografia, Cidade e Arquitetura - Programa ”Civilização América - Um novo olhar através da arquitetura” Escola da Cidade - AEC/AU. Sócio Fundador do Estúdio Guanabara, com foco em metodologias participativas e construção sustentável. Experiência em todas as etapas de desenvolvimento de projetos, tais como: residências unifamiliares urbanas e em áreas de preservação ambiental (Rio de Janeiro e Bahia), assessoria técnica em habitações, casas de cultura e de turismo indígenas (Pará), assessoria técnica para construção de escola comunitária e requalificação de moradias na Ocupação Solano Trindade (Duque de Caxias), urbanização de favela, Diques Urbanos, Hotel Container, Museu Casa Zuzu Angel. Assessoria técnico-pedagógica para a Associação Cultural Lanchonete <> Lanchonete com a facilitação de oficinas de projeto de arquitetura e de construção como parte do programa de promoção da cultura arquitetônica e do direito à moradia e à cidade com as mulheres e crianças membros da associação. Sócio Fundador da associação Goma, um laboratório interdisciplinar de gestão compartilhada. Luísa Bogossian (Estúdio Guanabara) Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela École Nationale Supérieure Architecture Versailles, ENSAV e em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - FAU UFRJ; Doutorado em urbanismo – UFRJ; Estágio doutoral EHESS - École des hautes études en sciences Sociales. Professora no Curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Santa Úrsula Disciplinas: Ação, no Ateliê Terra, Tradição e Território. Proposta de desenvolvimento de projetos e intervenções no Morro Azul, através de processo participativo. Sócia Fundadora do Estúdio Guanabara com atuação em todas as etapas do desenvolvimento de projetos como kikré kayapó (habitação indígena), Morar Carioca (urbanização em favelas), Museu Casa Zuzu Angel, Diques Urbanos (programas pré-desastres), edifícios mistos, entre outros. Membro fundador da associação Goma, um laboratório interdisciplinar de gestão compartilhada. Luiza Marcier - Diretora do projeto de digitalização Designer de moda, Luiza Marcier se interessa por relações múltiplas estabelecidas a partir da moda, reunindo o fazer e o pensar. Mestre e doutoranda em Comunicação e Cultura pela ECO UFRJ [2022], mestre em Design pela PUC Rio [2022], graduada em Desenho Industrial pela ESDI UERJ [1997]. Já elaborou mais de 20 coleções desde 1998, primeiro para a marca À Colecionadora (1998-) e agora também para a marca Luiza Marcier. Como figurinista, trabalha desde 1995 com audiovisual, teatro, dança e música, tendo como trabalho mais recente os figurinos do Musical Pré-Fabricado | Los Hermanos, dirigido por Michel Melamed (2023). Foi consultora de moda do Projeto Arte-Indústria da FIRJAN [2004, 2005] e atuou como diretora do Projeto do Museu da Moda na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro [2009-2014]. Também participou do Colegiado Setorial de Moda do Ministério da Cultura, na vaga suplente de Hildegard Angel [2010-2012]. É uma das organizadoras da plataforma Saturnalia, que reúne moda, arte e carnaval. Desde 2007, é professora no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde no momento supervisiona o projeto Ressignificar a Prática e o eixo Teoria e História, ambos na graduação em Design Simone Costa - Coordenadora de Documentação Arquivista e conservadora, profissional da área de organização da informação e gestão de arquivos com habilidade na gestão de processos com foco em resultados. Liderança em projetos de organização de novos ambientes para logística e armazenamento de acervos.Experiência em projetos de preservação de conteúdo através da digitalização de documentos em diversos tipos de suporte e organização do conhecimento. Vivência na gestão de acervos com foco na preservação e conservação visando garantir a manutenção da memória e acesso seguro ao conteúdo do acervo. Bacharel em Arquivologia pela Universidade Federal Fluminense, atuou como coordenadora do Arquivo de Conteúdo da empresa Globosat nos anos de 2005 a 2014 coordenando a migração analógico para digital; Arquivista na Funarte em 2015 na descrição e identificação de metadados, padronização e pontos de acesso para dicionário controlado; Consultora Arquivista na Essilor Brasil, implementação de gestão Arquivística e na documentação dos setor de RH e gestão Arquivística e digitalização nos processos da área Jurídica; Foi Coordenadora de Documentação no Projeto Digitalização do Acervo Zuzu Angel atuando como líder da equipe documental nas atividades de tratamento documental: triagem,seleção, higienização, catalogação indexação, digitalização acondicionamento e armazenamento, realizando ações de conservação preventiva quando necessário para realização da digitalização do acervo. Atualmente está à frente da administração da Casa Zuzu Angel, coordenando o funcionamento da Casa. Manon Salles - Coordenadora de Indumentária Doutora pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde defendeu a tese sobre conservação de acervos têxteis de figurinos e roupa social (moda). Mestre em Ciências da Comunicação pela mesma Universidade, onde coordenou o Núcleo de Pesquisa Centro de Estudos da Moda na ECA USP. Graduada em Artes Plásticas, com cursos técnicos de moda e história da arte realizados na França e na Itália. Atua como docente nos cursos de moda e artes em diversas universidades brasileiras nos últimos vinte e cinco anos. Os temas que aborda são desenho, processos criativos, historia da moda, história da arte, cultura material e conservação de acervos históricos de roupas .Como consultora na área acadêmica desenvolve programas pedagógicos, congressos nacionais e internacionais, como também exposições. Especializou-se em museologia da moda, documentação e conservação de acervos de vestimentas, a partir dos estudos e pesquisas realizados durante o Doutorado. Atuou como coordenadora responsável pela documentação e conservação das coleções têxteis do Instituto Zuzu Angel no Rio de Janeiro (2016-2019). Como professora convidada no Museu Histórico Nacional (RJ), já ministrou vários cursos desde 2015 e realizou um trabalho de conservação em um traje do século XIX. Idealizou e coordena o Comitê Científico do Seminário Moda uma abordagem Museológica, realizado anualmente, desde 2018, pela Fundação Casa Rui Barbosa em parceria com a Escola de Museologia da UNIRIO e o Curso de Conservação e Restauração da UFRJ. Durante a pandemia criou o perfil educacional museologia da moda no Instagram para realização de cursos online, palestras e visitas virtuais aos museus brasileiros que possuem acervos têxteis. Joanna Savaglia - Produção Executiva Jornalista formada pela PUC/SP trabalha como consultora cultural desde 2005. Prestou serviços de Captação de Recursos e Atendimento a Parceiros na Flip - Festa Literária Internacional de Paraty e na FLUP – Festa Literária das Periferias. Em 2015 revitalizou a Biblioteca de Caraíva, distrito de Porto Seguro (BA) e produz o Festival Caju de Leitores, focado em literatura indígena infanto-juvenil na Aldeia Xandó, também em Porto Seguro (BA). É parecerista/avaliadora de projetos culturais desde 2015, quando passou a integrar a equipe de pareceristas da Secretaria Especial de Cultura. Já avaliou projetos para o Fundo de Apoio à Cultura – FAC do Governo do Distrito Federal, para a Lei Aldir Blanc na cidade de São Paulo e para os editais do Proac Icms. Desde 2019 é conselheira de literatura do CBEC – Conselho Brasileiro de Entidades Culturais. Foi responsável, junto com Marina Vieira, pela Coordenação Administrativa e pela Coordenação do projeto de Digitalização do Acervo Zuzu Angel de 2014 a 2017. Marina Vieira - Coordenação de projeto Jornalista, com pós-graduação em Marketing, Responsabilidade Social e Terceiro Setor. Idealizadora e realizadora de festivais como Tangolomango – Festival Internacional da Diversidade Cultural, com 20 edições realizadas nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, Fortaleza, Buenos Aires, Bogotá e Santiago do Chile; Criei, Tive Como! – Festival Multimídia de Cultura Livre, com duas edições em Porto Alegre. É parecerista/avaliadora de projetos culturais desde 2010, quando passou a integrar a equipe de pareceristas de diferentes editais: prêmio Cultura Viva (MinC), Cultura Digital para o Programa Petrobras Cultural, Aplicativos para Cultura para a Fundação Cassiano Ricardo, Literatura para a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e SESC Rio (Pulsar). Foi coordenadora de Diversidade Cultural da SEEC RJ, responsável pelas áreas de Diversidade Cultural, Pontos de Cultura e de Projetos de Cultura Urbana/Periféricas. Foi responsável, junto com Joanna Savaglia, pela Coordenação Administrativa e pela Coordenação do projeto de Digitalização do Acervo Zuzu Angel de 2014 a 2017.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.