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Realização de 24 apresentações do espetáculo A Aforista da Cia.Stavis-Damaceno na cidade de São Paulo/SP. Além das apresentações, haverá 01 sessão com intérprete de libras, 01 ensaio aberto com realização de bate-papo após a apresentação e 01 palestra de teatro para estudantes de teatro e atores amadores com duração de 02 horas sobre o processo da encenação da Companhia.
O espetáculo A AFORISTA traz à cena uma mulher (Rosana Stavis), caminhando sem parar em direção ao enterro de um antigo amigo da faculdade de música. Enquanto caminha, lhe vêm pensamentos acerca de sua própria vida, e os caminhos escolhidos por ela e seus antigos amigos, todos “promessas da música”. Caminhos que vão da plenitude da realização ao fracasso fatal. A peça, abre ao público a mente dessa mulher, a aforista, na qual se sobressaem a confusão como linguagem, o ritmo vertiginoso, o excesso de informações, as digressões, além de boas doses de ansiedade e perturbação. Trata-se de uma obra teatral por vezes angustiante, frequentemente hilariante. A narradora verbaliza em um estado próximo ao devaneio – ou, melhor, da loucura – onde seus pensamentos, lembranças e imaginação fluem líricos em certos momentos, pesarosos em outros, tornam-se pouco imaginativos e medianos em certos trechos, para logo em seguida flertarem com a filosofia e o sublime, tornando-se expansivos, contraditórios e, principalmente, com confusões e associações próprias da mente humana em nossos dias. É uma arquitetura mental em espiral, de pensamentos entrecortados por outros pensamentos que se interrompem e são retomados em um looping sem fim. São narrativas densas e sôfregas que ficam hilariantes. Pensamentos sublimes e elevados que escorregam para o grotesco, assim como é a vida da gente. Classificação indicativa: indicado para maiores de 16 anos.
OBJETIVO GERAL: - Realização de 24 apresentações do espetáculo "A Aforista" da Cia.Stavis-Damaceno em São Paulo/SP. Estima-se um público aproximado de 6.576. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Dar continuidade ao trabalho considerado de relevância que vem sendo feito pela Cia.Stavis-Damaceno na área das artes e da cultura, nos últimos 20 anos ininterruptamente.- Proporcionar à população em geral a fruição de espetáculo de excelência, realizado por profissionais de renome do teatro brasileiro.- Manutenção das atividades da Cia. e do trabalho de seus integrantes. - Realização de 1 apresentação com a participação de um intérprete de libras (medida de acessibilidade)- Realizar 1 ensaio aberto para alunos da rede públicas de São Paulo/SP, seguido de debate com os artistas (democratização de acesso/contrapartida social)Estima-se atender um público de 274 estudantes da rede pública de ensino- Promover 1 palestra gratuita com duração de 02 horas para estudantes de teatro e alunos da rede pública em geral. (contrapartida social) Estima-se atender um público de 274 entre estudantes de teatro e atores amadores
O projeto se justifica pelas seguintes contribuições à Cultura: - Disponibilização de peça teatral capaz de contribuir para o desenvolvimento cultural e humano da sociedade em geral; - Valorização da criação artística contemporânea, capaz de suscitar novas percepções, provocações e questionamentos acerca da vida, da realidade, das relações entre as pessoas e do mundo em que vivemos; - Sensibilização e formação de novas plateias para espetáculos teatrais, através de ações formativas, que incluem a realização de apresentações didáticas gratuitas para alunos do ensino público, acrescidas de debates após as apresentações; - Contribuição para o desenvolvimento profissional do setor artístico e cultural do país. - Valorização da manutenção das companhias teatrais brasileiras; - Difusão e valorização de bens artísticos-culturais realizados por companhias teatrais de destacada qualidade. O espetáculo pretende destinar-se a todas as camadas da população, pois acreditamos que é fundamental no país, aliar a produção cultural de qualidade com a democratização do acesso aos bens culturais por todos, não apenas como forma de contribuição social, mas também como parte de um processo contínuo de formação de novas plateias consumidoras/apreciadoras de bens artístico-culturais e o desenvolvimento da sociedade através da arte e da cultura. "É preciso armar a população com educação, cultura e ciência" - Ministro L.R.Barroso Assim o referido projeto necessita dos mecanismos de incentivo de projetos culturais por se enquadrar no inciso III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores), VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) e IX (priorizar o produto cultural originário do País.) do Artigo Ida Lei 8313/91. Entre os objetivos apontados no Artigo III da Lei 8313/91, a proposta se enquadra aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Medidas de acessibilidade arquitetônica: * O teatro selecionado possui plataformas elevatórias para acesso de cadeirantes * As poltronas têm identificação em braile para acesso * O espaço permite o acesso a cão-guia - Acessibilidade de Conteúdo: * Será realizada uma sessão com a participação de um intérprete de libras
Em relação ao projeto proposto, serão adotadas as seguintes medidas, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: - VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
TEXTO E DIREÇÃO: Marcos Damaceno COM: Rosana Stavis DIREÇÃO MUSICAL: Gilson Fukushima MÚSICOS: Sergio Justen e Rodrigo Henrique ILUMINAÇÃO: Beto Bruel FIGURINOS: Karen Brustollin Realização Cia.Stavis-Damaceno ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ TEXTO E DIREÇÃO: Marcos Damaceno Diretor e dramaturgo, é um dos principais nomes do teatro de Curitiba, formado pela Faculdade de Artes do Paraná. Idealizou e coordenou o Núcleo de Dramaturgia do SESI-PR, em Curitiba, responsável pela formação e aperfeiçoamento de dramaturgos, em uma série de oficinas regulares, workshops intensivos e palestras com importantes nomes do teatro nacional e internacional. Criou, junto com a atriz Rosana Stavis, a Cia.Stavis-Damaceno. Ganhou o Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia pela peça Homem ao Vento, também indicada ao APCA e ao Aplauso Brasil. Ganhou o Prêmio Governador do Estado do Paraná (Troféu Gralha Azul) de Melhor Diretor e de Melhor Cenógrafo pela peça Antes do Fim e o prêmio de Melhor Texto pela peça Pedro, Pedrinho, Pedreco, entre diversas outras indicações. Foi destacado pela revista Bravo! como um dos principais jovens dramaturgos do país. Recentemente também vem se dedicando a oficinas para atores com foco na palavra, na fala, no trabalho do ator em dramaturgias contemporâneas. COM: Rosana Stavis Reconhecida por ser uma atriz de imensos recursos e versatilidade, capaz de transitar com igual profundidade entre os mais variados papéis e gêneros dramáticos. Frequentemente é apontada pela crítica especializada e por profissionais diversos como umas das melhores atrizes do teatro brasileiro. Formou-se pela PUC-PR em 1989, ano em que ganhou o Troféu Gralha Azul de Atriz Revelação por A Vida de Galileu, de Brecht, com direção de Celso Nunes e protagonizada por Paulo Autran. Protagonizou espetáculos que marcaram a história do teatro curitibano, como Lulu, de Frank Wedekind, A Ópera dos Três Vinténs, de Brecht e New York de Will Eisner, todas produções do Centro Cultural Teatro Guaíra. Dentre seus trabalhos mais recentes, destacam-se Árvores Abatidas ou Para Luis Melo, indicada aos prêmios Shell, o da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Aplauso Brasil; Psicose 4h48, com mais de 300 apresentações por todo país; Antes da Coisa Toda Começar, com a Armazém Companhia de Teatro; Estado de Sítio e Hoje é Dia de Rock, ambas dirigidas por Gabriel Villela. É atriz cofundadora da Cia.Stavis-Damaceno e cantora cofundadora, ao lado de Alexandre Nero e outros amigos, da badalada banda curitibana Denorex 80. Possui 6 Prêmios Governador do Estado do Paraná (Troféu Gralha Azul) de Melhor Atriz, entre diversas outras indicações. DIREÇÃO MUSICAL: Gilson Fukushima Iniciou sua carreira profissional em 1993. Atuou, como músico, em várias apresentações, tanto de música instrumental como acompanhando cantores e solistas. A partir de 1996, passou a integrar o Grupo Fato, com o qual gravou os CDs “Fogo mordido” e “Oquelatá quelateje”. Em 1997, foi contemplado com o Prêmio de Honra ao Mérito do Festival de Teatro da FAP, pela criação da trilha sonora da montagem da peça “O anjo negro”, de Nélson Rodrigues. Suas peças já foram apresentadas por diversos instrumentistas em recitais de música erudita, incluindo peças para piano solo, grupo de câmara e coral, entre outras modalidades. Em 1998, participou, como compositor, do Encompor (Encontro de Compositores Latino-Americanos), evento realizado a cada dois anos em Porto Alegre (RS). Cursa composição e regência na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). MÚSICOS: Sergio Justen e Rodrigo Henrique SERGIO JUSTEN Atua como pianista e arranjador na Orquestra do Conservatório de MPB de Curitiba, regida por Roberto Gnatalli. É arranjador e integrante do grupo Allegro Ma Non Presto. Atuou, como pianista acompanhante, em diversas Oficinas de Música, tanto em corais regidos pelo Maestro Marcos Leite, quanto em cursos de interpretação da canção, ministrados por Regina Lucatto. Participou, como pianista, da gravação de CDs de vários artistas paranaenses, como “Camaleão”, de Alexandre Nero, “Reinaldo Godinho”, “Orquestra do Conservatório”, “Curitiba canta o Natal”, “Anna Toledo”, bem como de shows de Selma Batista, Anna Toledo, Oswaldo Rios, Salgado, Maurílio Ribeiro, Lydio Roberto e Tao do Trio. Como integrante da Associação dos Compositores da cidade de Curitiba, participou dos projetos “Dois no palco”, “Santo de casa” e “Feira do compositor”. Atuou, como pianista convidado, em recitais do Coral da PUC/PR e do Coral de MPB da Ufpr, para o qual escreveu arranjos vocais. Em 2000, lançou seu primeiro CD solo, “Novos ares”, contendo 16 composições e arranjos próprios. O disco registrou a participação especial de Cristóvão Bastos. Nesse mesmo ano, apresentou-se no Teatro Paiol de Curitiba. É professor do Conservatório de MPB de Curitiba, onde ministra os cursos “MPB para piano” (desde 1997) e “Conjunto de teclados” (desde 1999). RODRIGO HENRIQUE Graduado Composição e Regência pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Rodrigo é um dos únicos na América Latina a compor esse gênero de virtuosa execução e lecionou Masterclass e oficinas na Austrália durante a turnê da banda Klezmorin, que foi custeada pela lei federal de incentivo à cultura. Além de integrar como maestro e arranjador o projeto Broadway com os espetáculos "O Grande Circo Místico", entre outros. ILUMINAÇÃO: Beto Bruel Com mais de 40 anos de carreira, o iluminador Beto Bruel nasceu na cidade de Lapa, no Paraná, em 1950. Representou o Brasil no Congresso da OISTAT (Organização Internacional de Cenógrafos, Técnicos e Arquitetos de Teatro), realizado em Praga, na República Tcheca, em 2007,2011. Criou a iluminação da peça “Viver Sem Tempos Mortos”, com Fernanda Montenegro, direção de Felipe Hirsch em 2009. No mesmo ano, participa com a peça “Avenida Dropsie”, do Festival de San Sebastian, na Espanha, e ganhou medalha de ouro no World Stage Design, em Seul (Coreia do Sul). Medalha de Ouro no World Stage Design – International Organization of Scenographers, Theatre architects and Technicians (Seul, Coreia), Prêmio Shell, Troféu Gralha Azul, Premio Governador do Estado do Paraná, Troféu Poty Lazzaroto, Questão de Crítica, Festival de Teatro da Amazônia, FENATA-Festival de Teatro de Ponta Grossa, são alguns dos muitos prêmios conquistados por esse grande iluminador brasileiro. FIGURINOS: Karen Brustollin Karen Brusttolin se dedica às carreiras de figurinista, comunicadora e consultora de moda e estilo há mais de 15 anos. Como consultora de moda assinou vários editoriais e capas de revistas nacionais. Na TV Globo foi consultora de moda do programa "É de Casa", e responsável pelos figurinos dos programas “O País do Cinema“, com apresentação da atriz Andreia Horta no Canal Brasil, “Iupi” com apresentação da atriz Débora Secco para o canal Gloob -tvGlobo.Como figurinista teatral assinou mais de 30 peças , sendo premiada com o Prêmio Shell de Teatro em São Paulo pelo espetáculo "O Grande Sucesso". Recentemente assinou o figurino da remontagem da peça “"O mistério de Irmã Vap"“, com Luis Miranda e Matheus Solano, com indicação aos Prêmios Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Aplauso Brasil , com o espetáculo “Iolanta a princesa de vidro” foi indicada ao prêmio de melhor figurino pelo Cbtij e com o espetáculo Gaslight uma relação tóxica dirigida por Jô Soares recebeu a indução de melhor figurino pelo Prêmio Shell de teatro de São São Paulo. No áudio visual assinou o longa metragem “ninguém entra, ninguém sai” direção Hsu Chien, o documentário musical “Revendo amor” direção Alam Raffo, Curta metragem “De Fino Gosto” direção Marco Bravo, os clipes “Galante Love Club”- Maurício Oliveira - direçao André Aquino, “Caçadora” - Lucy Alves - direção Felipe Sassi, entreoutros... Na área de consultoria de moda e estilo, um de seus trabalhos mais requisitados é o projeto "Encontros", batizado com este nome por definir muito bem o formato de suas palestras, pois, leva de forma customizada até às participantes sua experiência dentro e fora do provador, ajudando cada vez mais suas clientes a terem uma identidade visual além dos espelhos. Karen idealizou também o projeto "Encontre seu melhor figurino", oficinas com base no conceito de moda como uma expressão cultural, focado na criação de soluções sustentáveis para a moda e sua utilização de forma consciente. Seja em seu trabalho como figurinista, comunicadora ou consultora de moda, Karen busca uma relação sinergética com cada projeto conduzindo a criação pautada na descoberta da identidade e potencialização da personalidade existente em cada pessoa ou personagem. Realização Cia.Stavis-Damaceno Em 2023 a Cia.Stavis-Damaceno completa 20 anos de atividades ininterruptas que incluem a criação de espetáculos de extensa trajetória e repercussão. A Companhia foi criada em 2003, em Curitiba, pelo diretor e dramaturgo Marcos Damaceno e pela atriz Rosana Stavis, com o objetivo de se dedicarem a um processo de trabalho contínuo e consistente. De lá para cá firmou-se como uma das mais sólidas e representativas companhias teatrais da região sul do país, com destaque no cenário nacional, sendo Rosana Stavis frequentemente apontada pela crítica especializada e por profissionais diversos como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro. Dentre as principais produções da Companhia estão os espetáculos: PSICOSE 4h48, com mais de 300 apresentações por todas as regiões do país; ÁRVORES ABATIDAS, apresentado em aproximadamente 100 cidades de todas as regiões do país e indicado aos principais prêmios do teatro brasileiro, na categoria melhor atriz (Shell, APCA, Aplauso Brasil) e o espetáculo mais recente, HOMEM AO VENTO, ganhador do Prêmio Shell de dramaturgia, e também indicado ao APCA e ao Aplauso Brasil, além de ser apontado pela Folha de São Paulo como um dos melhores espetáculos do ano (2018). São características comuns dos espetáculos da Cia.Stavis-Damaceno, a encenação de peças que se passam mais na mente dos personagens, do que propriamente no mundo externo, ou real; o apreço pela dramaturgia contemporânea, que trazem ao público novos olhares sobre o ser humano em nossos dias; a excelência do trabalho do elenco, trazendo ao público espetáculos que impactam quase que exclusivamente pela força dos atores e da palavra.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.