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PRONAC 235076Indeferido - não atendimento à diligênciaMecenato

Livro Os Colonos Alemães de Santa Cruz e a Fumicultura

Rafael Henrique de Oliveira Santini da Cunha
Solicitado
R$ 119,4 mil
Aprovado
R$ 119,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Vera Cruz
Início
2023-12-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (3)
Lajeado Rio Grande do SulSanta Cruz do Sul Rio Grande do SulSão Leopoldo Rio Grande do Sul

Resumo

Em 1824 colocaram os pés em terras gaúchas os primeiros imigrantes alemães. Opovo contribuiu com o desenvolvimento de muitas cidades no Brasil. Em 2024 o protagonismogermânico completa 200 anos. Em especial, a região de Santa Cruz do Sul, cultua muito da tradição edos costumes do povo alemão. O presente projeto pretende resgatar, sobre três aspectos tidos comofundamentais, a história do um povo que se fortificou e ganhou notoriedade a partir do árduo trabalho,principalmente ligado a cultura da fumicultura, que a anos transpassa gerações como fonte exclusivade renda. A publicação do livro Os Colonos Alemães de Santa Cruz e a Fumicultura pretende aindahomenagear o aniversário da colonização alemã no Brasil, servindo dereferência para futuros estudos relacionados ao tema.

Sinopse

O livro engloba três aspectos fundamentais: a realidade do país de origem dos imigrantes, no caso a Alemanha do século XIX; a realidade do país de destino, focalizado, no estudo, a partir do Rio Grande do Sul e finalmente, contextualizado pelos dois primeiros, o próprio núcleo colonial, a Colônia de Santa Cruz. O livro destaca não só o início da colonização, como também o início do trabalho voltado a uma economia que é, quase totalmente, responsável pelos recursos dos municípios locais. O tabaco não é apenas uma cultura que sai do campo para ser beneficiada na indústria. O fumo é também geração de renda e cultura para um povo, que ligado diretamente, deve ultrapassar a marca de 500 mil pessoas. O livro procura definir ainda de que forma é encaminhado o processo de colonização em Santa Cruz, dirigido pelo governo provincial, representante dos interesses da elite agropecuária local através da Assembleia Legislativa Provincial e dos interesses do governo Imperial através da Presidência da Província, cujo titular é nomeado para tal fim. O estudo, retratado no livro, busca acima de tudo contribuir com a cultura da região. É prova vida de como o povo chegou às terras gaúchas e de que forma trabalhou para alcançar sustento. Sendo assim, se torna um elemento importante de pesquisa para historiadores, comunidade e estudantes.

Objetivos

Objetivo Geral Documentar materiais capazes de contar parte importante da história da colonização alemã no Brasil, responsável pelo povoamento de uma das regiões mais pujantes do Rio Grande do Sul, fazendo com que o material seja disponibilizado de forma fácil à comunidade, mantendo viva as memórias e a história de Santa Cruz do Sul e do Vale do Rio Pardo. Objetivos específicos # Documentar materiais que mantenham viva a memória e a história;# Comemorar os 200 anos da imigração alemã no Brasil;# Incentivar a produção de materiais que possibilitem o acesso a cultura;# Democratizar o acesso a estudos que ampliem os horizontes culturais;# Facilitar o acesso à cultura;# Proporcionar ferramenta de pesquisa a estudantes e pesquisadores;# Estimular a formação de novos leitores e a prática da leitura;# Promover a integração entre escritores e público;# Movimentar o mercado literário do país, do estado, da região e da cidade.

Justificativa

A colonização estrangeira é reconhecida como um fator decisivo no que diz respeito à evolução socioeconômica do Rio Grande do Sul. Santa Cruz do Sul é resultado direto do processo de colonização estrangeira do século XIX, particularmente da colonização alemã. O livro engloba três aspectos fundamentais: a realidade do país de origem dos imigrantes, no caso a Alemanha do século XIX; a realidade do país de destino, focalizado, no estudo, a partir do Rio Grande do Sul e finalmente, contextualizado pelos dois primeiros, o próprio núcleo colonial, a Colônia de Santa Cruz. Berço da colonização alemã no Estado, a história começa sendo contada no Vale dos Sinos, a partir do qual surgem os primeiros povoados germânicos que ganhariam o território gaúcho. A história segue para os Vales do Rio Pardo e Taquari contando a história de famílias e povoados que se fortificaram e ganharam notoriedade a partir do árduo trabalho da abnegada e resiliente descendência. Um povo que modificou com o passar dos anos, mas jamais deixou de lado o orgulho e o trabalho, características que fazem deste um dos mais importantes povos para a colonização do Rio Grande do Sul. Ciente da importância do povo germânico para o desenvolvimento da região, seguindo os preceitos de vanguarda e credibilidade, o objetivo é eternizar esses momentos deixando em evidência o resgate cultural que envolve a comunidade no Rio Grande do Sul. Isso sem falar na economia da região que está baseada na produção agrícola e industrial. A chegada deu um povo a Santa Cruz do Sul, retratada no livro em questão, destaca não só o início da colonização de uma das mais pujantes regiões do Rio Grande do Sul, como também o início do trabalho voltado a uma economia que é, quase totalmente, responsável pelos recursos dos municípios locais. O tabaco não é apenas uma cultura que sai do campo para ser beneficiada na indústria. O fumo é também geração de renda e cultura para um povo, que ligado diretamente, deve ultrapassar a marca de 500 mil pessoas. O livro procura definir ainda de que forma é encaminhado o processo de colonização em Santa Cruz, dirigido pelo governo provincial, representante dos interesses da elite agropecuária local através da Assembleia Legislativa Provincial e dos interesses do governo Imperial através da Presidência da Província, cujo titular é nomeado para tal fim. O estudo, retratado no livro, busca acima de tudo contribuir com a cultura da região. É prova vida de como o povo chegou às terras gaúchas e de que forma trabalhou para alcançar sustento. Sendo assim, se torna um elemento importante de pesquisa para historiadores, comunidade e estudantes. Mais do que democratizar o acesso ao conhecimento a proposta compreende o oferecimento de matéria-prima de qualidade a estudantes e pesquisadores. Viabilizar o conhecimento é mais do que apenas entregar conteúdo. Viabilizar o conhecimento é formar profissionais e cidadãos do futuro com aptidão e entendimento necessários para entender o porquê das coisas. É ainda e, sem dúvida, gerar cultura, atrelando-a a educação. Para tanto, a presente proposta pretende disponibilizar e democratizar o acesso a cultura, tornar público e de fácil acesso materiais que possam contribuir com a formação qualificada. A cultura do tabaco é mola propulsora da região e está presente na imensa maioria das propriedades interioranas. A relação fica ainda mais evidente quando o assunto é cultura alemã, festas e costumes locais estão presentes nas casas, nas ruas e até mesmo nos comércios da cidade. Falar de agricultura, fumicultura e colonização alemã é rememorar, sem dúvida a história de um povo que trabalhou e miscigenou para a formação da comunidade local. Sendo assim, o presente projeto atende, pelo menos aos incisos I, II, III, IV e IX, do Art. 1º da Lei 8313/91. Contribuindo assim para o acesso livre às fontes da cultura; promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e priorizando o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto está alinahdo com o fomento cultural, por meio da edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; bem como para a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a ampliação e atualização de acervos de pesquisa em bibliotecas. Alinhados nos incisos II e III, itens b e a, respectivamente do Art. 3º da Lei 8313/91.

Especificação técnica

O livro "Os Colonos alemães de Santa Cruz e a fumicultura" contou na sua primeira versão, impressa em 1988, com 204 páginas, tendo como recorte o período entre 1849-1881. A dissertação foi apresentada para obtenção do título de Mestre em Histeria do Brasil, opção História Social, no setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná. O projeto atual contempla ainda uma atualização da capa, prefácio e capítulo remetendo aos 200 anos da imigração alemã no Brasil, o que pode valorar em número de páginas a publicação a ser feita.

Acessibilidade

Tratando sobre a peça principal desse projeto, por se tratar de um livro, não se aplica a necessidade de acessibilidade a deficientes auditivos. No entanto, o mesmo não ocorre com deficientes visuais, para tal público o livro contará com versões em braile e audiolivro. Contudo, o projeto contempla também eventos de lançamento. Tais ações estão sendo pensadas em locais que sejam equipados com rampas de acessibilidade, banheiros acessíveis e pisos táteis para facilitar a locomoção. Há ainda a atenção para a necessidade da inclusão de algumas ferramentas, se não nativas, tais como espaços destinados a idosos, cadeirantes e acentos para obesos. Por entender a relevância do tema, os espaços receberão a visita e vistoria do proponente deste projeto para alinhamentos necessários. Além disso, os eventos contarão com transcrição por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Democratização do acesso

A proposta destina-se a levar conhecimento e cultura a população, independente da cor, credo ou classe social. Este projeto tem como principal finalidade democratizar o acesso a materiais que remontem a história da origem de povoados, por isso, toda e qualquer ação do projeto será gratuita, não haverá cobrança de ingresso e as obras serão distribuídas gratuitamente.

Ficha técnica

Autoria - Jorge Luiz da Cunha - professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Integra o quadro docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE/UFSM, mestrado e doutorado; Programa de Pós-Graduação em História - PPGH/UFSM, mestrado e doutorado; docente do Mestrado Profissional em Ensino de História - ProfHistória /UFSM (UFRJ). É coordenador do Núcleo de Estudos sobre Memória e Educação - CLIO, criado em 1996, e registrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. Coordenação Geral do Projeto - Rafael Henrique da Cunha – Formado em Comunicação Social e Administração de Empresas, tem especialização em Rádio e Mídias Audiovisuais e em Gestão e Organização de Eventos. Atua no segmento cultural desde os 15 anos de idade passando por cargos ligados a cultura em entidades representativas de classe. Atuou ainda na organização e gestão de eventos em diversos municípios do Rio Grandedo Sul. Responsável pela Divulgação - Letícia Taís Dhiel – Formada em ComunicaçãoSocial, com especialização em Gestão de Mídias Digitais. Atua na área de criação gráfica e divulgação há mais de 10 anos com atividades desenvolvidas em diversos municípios do Rio Grande do Sul.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.