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O projeto se refere à realização de apresentações do espetáculo "Trancelim" e de oficinas do grupo Ponto Br,coletivo formado por diversos mestres e pesquisadores de tradições populares.
ESPETÁCULO TRANCELIM Entrelaço, Rede, Trancelim. Trancelim é o novo ofício e desejo do Ponto br. Show e oficinas, aprofundam o diálogo iniciado no álbum Na Eira com os fazeres e entendimentos das nossas tradições populares. Cantado por seus mestres geração após geração, este repertório se funde, se adapta, se particulariza, e tem como resultado ‘hits’ atemporais, filtrados pelo tempo, esculpidos pela memória. São melodias e ritmos matrizes da nossa música urbana, e por terem influenciado a formação de gêneros como samba, forró e outros, são facilmente assimilados.
Objetivo Geral O projeto prevê a circulação do grupo Ponto Br com a apresentação de música regional "Trancelim", através de ações gratuitas e integradas que promovem a formação de público, apresentando em ações complementares (show, oficinas e web), e com alta qualidade técnica e artística, um olhar de salvaguarda sobre nossas tradições brasileiras, trazendo a oportunidade de convivência direta com seus mestres e aproximando estas tradições do público. Cada brasileiro que se depara com essas manifestações experimenta uma redescoberta da própria identidade cultural, social e política. Objetivo específico - Circular por 7 cidades brasileiras com a Apresentação Musical "Trancelim", inédito em 6 delas (exceto São Paulo). - Realizar em cada cidade oficinas de Maracatu Nação; Caixa do Divino; Rabeca e Bumba Meu Boi ministradas pelos mestres destas tradições. Num total de 28 oficinas. - Revelar o valor estético indiscutível de nossas tradições populares, afirmando-as como arte contemporânea e atemporal, fornecendo elementos e referências para uma formação cultural mais abrangente e diminuindo o pensamento etnocêntrico alimentado pela desinformação sobre nossas culturas tradicionais. - Fomentar a continuidade desses acervos vivos, oferecendo em ações complementares um painel significativo das tradições brasileiras, aproximando estas tradições do público urbano através de um olhar contemporâneo sobre estes gêneros. - Promover a descentralização territorial das atividades, buscando atingir um público cada vez maior e mais amplo. - Contribuir para a valorização da salvaguarda e valorização do nosso patrimônio imaterial, inclusive apresentado diversos bens imateriais registrados como por exemplo o Bumba Meu Boi, Maracatu de Baque Virado, Festa do Divino Espírito Santo, Carimbó, Tambor de Crioula, entre outras.
A convivência continuada com os mestres trouxe ao Ponto br uma bagagem estética onde seu repertório já dialoga naturalmente com essas tradições. Não só nos repertórios, riquíssimos, mas no entendimento da função social da arte, a composição ligada à memória, o modo de transmissão oral guiado pela experimentação direta, a funcionalidade da construção formal, apontam em Trancelim uma pesquisa patrimonial de extrema importância para o folclore brasileiro. O vigor dos terreiros e batuques, a luminosidade das melodias e sua relação inseparável com uma prosódia rítmica e contundente fazem desse trabalho uma experiência particular que poderá ser compartilhada com o público. O encontro de diversos mestres tradicionais traz uma nova proposta para as pesquisas do patrimônio, fomentando o protagonismo dos mestres, sabedores vivos destas tradições. INCISOS DA LEI 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Melhor grupo regional pelo Prêmio da Música Brasileira, o grupo reúne alguns dos principais guardiões da nossa cultura tradicional como Mestre Walter do Maracatu Raízes de África (PE), Mestra Zezé de Iemanjá da Casa Fanti Ashanti (MA) e Ribinha de Maracanã, amo e cantador do Bumba Boi de São Luís (MA), tendo como convidados a paulistana Renata Amaral, o pernambucano Eder O Rocha, o suíço Thomas Rohrer e o maranhense Henrique Menezes, músicos, residentes em São Paulo. Formado em 2002, ponto br se apresentou em diversos espaços e festivais no Brasil, Cuba e Turquia. Desde o primeiro álbum, Na Eira (2010), Ponto Br se tornou referência no diálogo com nossa cultura tradicional, recebendo diversos prêmios e aprovações em editas públicos de empresas como Petrobras, Caixa e Natura, se firmando como um dos principais coletivos da cena musical contemporânea. Em 2017 realizou o festival Ponto Br – de Jardim a Jardim, em São Paulo, que ocupou centro e periferia da cidade com shows, oficinas e cortejos, reunindo cerca de 4 mil pessoas. De 2017 a 2019 realizou o show Trancelim no Encontro de Culturas Populares da Chapada dos Veadeiros e na capital paulista nos palcos do Sesc Pompeia e Sesc Paulista. Em 2021 realizou atividades de formação e difusão cultural de maneira online com apoio dos Proac Editais e Fomento à Música da cidade de São Paulo, lançando um espetáculo online e uma web série em suas redes sociais. Com público crescente, vem desenvolvendo um novo repertório em shows desde 2011, circular com o novo show é uma demanda constante desse público.
Serão realizadas: 7 apresentações de maracatu - ESPETÁCULO TRANCELIM - Duração: 1 hora REPERTÓRIO DO ESPETÁCULO Pedimos proteção / Meu Jesus / Aê Bahia/ No mei das mata (Doutrinas de Tambor da Mata Tradicionais cantadas na Tenda São José - Pirapemas/MA) O rio encheu / quero atravessar (Cocos tradicionais) Reis da Maresia / Desperta Maracanã (Bumba meu Boi: Ribinha de Maracanã / Humberto de Maracanã) Vocês não viram / Ita com a maré (Doutrinas de Tambor de Mina Tradicionais cantadas na Casa Fanti Ashanti - São Luis/MA) Badauê / Estrela (Maracatu de Baque Virado: Mestre Walter França / Henrique Menezes) Jurei Maria / Vem Caixeira (Cantigas do Divino Tradicionais cantadas na Casa Fanti Ashanti - São Luis/MA) Oxalá (Cantiga de Candomblé Tradicional cantada na Casa Fanti Ashanti) Cobrinha Verde / Cabocla de Pena / Marinheiro / Mãe Dágua (Tradicionais cantadas na Tenda São José - Pirapemas/MA e na CAsa Fanti Ashanti - São Luis/MA). Nasci no Canjerê / Quem quiser me chamar feiticeiro (Zezé Menezes de Iemanjá / Doutrina Tradicional cantada na Tenda São José - Pirapemas/MA). DESCRIÇÃO PEDAGÓGICA DAS OFICINAS (Duração: 1 hora) Oficina de Maracatu Nação, manifestação remanescente dos cortejos de coroação dos reis de Congo, uma das principais expressões da tradição pernambucana. Ministrada por Mestre Walter França, chefe do baque centenário do Maracatu Estrela Brilhante do Recife, um dos maiores do estado. A oficina de Bumba Boi é oferecida por Mestre Ribinha de Maracanã, considerado um dos maiores compositores e cantadores de Bumba Boi de todos os tempos, e líder do Boi de Maracanã, comunidade centenária que é o mais conhecido grupo tradicional do estado. A oficina de Caixa do Divino, ministrada pelas Mestras Zezé Menezes e Dindinha, caixeiras régias de diversos festejos no Maranhão, oferece a vivência dos toques e cânticos de uma das expressões mais populares da influência portuguesa em nossa cultura tradicional. Na oficina de Rabeca serão tratados assuntos como história(s) e origens da rabeca no Brasil; rabecas e rabequeiros; regiões e sonoridades pelo país; parentes da rabeca em outros lugares do mundo; raízes medievais; dicas para pequenos ajustes para tocar com mais facilidade; encordoamentos possíveis. E claro, tocar juntos!
PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A circulação do projeto será em teatros e equipamentos culturais, de modo que todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A apresentação contará com serviço de Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A apresentação contará com Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A apresentação tem um caráter interativo e é fundamentado nas tradições das culturas tradicionais e populares, que tem no seu fundamento a inclusão dos diferentes púlbicos, faixas etárias e condições. A cultura popular no seu fazer e saber é inclusiva e tem as ferramentas para lidar com o público neurodivergente e suas multiplicidades. PRODUTO - OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A circulação do projeto será em teatros e equipamentos culturais, de modo que todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os oficineiros tem a experiência de conduzir a atividade com diferentes públicos e nessa relação conseguem conduzir a experiência para deficientes visuais através do tato e da fala. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A oficina contará com Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A oficina é fundamentada nas tradições das culturas tradicionais e populares, que tem no seu fundamento a inclusão dos diferentes púlbicos, faixas etárias e condições. A cultura popular no seu fazer e saber é inclusiva e tem as ferramentas para lidar com o público neurodivergente e suas multiplicidades.
As ações de Democratização de Acesso adotadas serão as seguintes: - Realização de 7 espetáculos gratuitos com acesso irrestrito a toda a população; - Realizar 28 oficinas de gêneros populares gratuitas; - Reserva de 10% dos ingressos dos shows e oficinas para estudantes e professores da rede pública; - Reserva de 10% dos ingressos para ações e distribuição dos patrocinadores; - Realização de atividades em horários e locais compatíveis com acesso via transporte público; - Divulgação voltada para a descentralização do acesso e democratização do público; Assim o projeto atende aos seguintes incisos/medias do Art. 28 da IN nº 01/2023:: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Vale ressaltar que muitas das medidas previstas nesse artigo não são aplicáveis ao projeto já que ele tem todas as suas ações gratuitas para o público.
COORDENAÇÃO DO PROJETO / PROPONENTE - RENATA AMARAL - Responsável Legal pela Maracá Produções Artísticas e Culturais LTDA - Responsável pela coordenação geral do projeto, articulação da equipe, supervisão das ações da equipe técnica. PRODUÇÃO EXECUTIVA / ALINE FERNANDES – CPF: 404.511.418-14 – Produtora Executiva da Maracá Produções Artísticas e Culturais LTDA - Responsável pela gestão do projeto, pagamentos, contratação de fornecedores e articulação dos artistas e locais de realização. ANDRÉ MAGALHÃES – CPF: 118.678.778-30 – engenheiro de áudio ARTISTAS - PONTO BR MESTRE WALTER FRANÇA – Percussão e voz MESTRA ZEZÉ DE IEMANJÁ – voz e caixa do Divino RIBINHA DE MARACANÃ – voz e maracá DINDINHA - voz e participação especial RENATA AMARAL – baixo e voz / direção EDER “O” ROCHA – bateria e percussão THOMAS ROHRER – rabeca e saxofones HENRIQUE MENEZES – percussão e voz CURRICULOS RESUMIDOS DA EQUIPE TÉCNICA Mestre Walter França: Um dos principais mestres da Cultura Popular de Pernambuco é Chefe do Baque e compositor das loas do Maracatu Nação Raízes de África, e foi chefe do baque do Maracatu Estrela Brilhante do Recife por mais de 30 anos, desde 1986, um grupo centenário fundado em 1906 e inúmeras vezes campeão do carnaval de Recife. Apresentou-se em cidades da Europa como Hannover (Expo 2000), Lisboa (Parque das Nações), Paris, Amsterdã, Colônia e Aechen, e África (1991). Ministra oficinas e vivências em todo o país tendo fundado diversos grupos de maracatu pelo Brasil. Mestra Zezé Menezes: Caixeira do Divino, e primeira ekedi da Casa Fanti Ashanti, uma das principais casas de culto afro religioso do Maranhão, há mais de 50 anos em atividade. Conhece profundamente o Tambor de Mina, Tambor de Crioula, Candomblé, Carimbó de Caixa, Pajelança, Baião de Princesas, Canjerê, Samba Angola, Bumba Boi, Festa do Divino e outras das quais ministra oficinas pelo Brasil. Realiza há 11 anos a Festa do Divino em São Paulo, na Associação Cachuêra! Gravou os CDs Caixeiras Cantam para o Divino (Itaú Cultural), Baião de Princesas, Tambor de Mina na Virada Pra Mata, Tambor de Mina Raiz Nagô e Tambor de Crioula de Taboca. Ribinha de Maracanã: Principal herdeiro de Mestre Humberto de Maracanã, ícone da cultura maranhense e um dos maiores compositores e cantadores de Bumba Boi, Ribinha dá continuidade à tradição deixada como legado pelo pai estando à frente do Bumba Boi de Maracanã, comunidade centenária das maiores e mais tradicionais do MA selecionado no prêmio Rumos do Itaú Cultural, com vários CDs e DVDs gravados. Mestra Dindinha é a matriarca da família de brincantes Menezes, primeira ebomi e yakekerê da Casa Fanti Ashanti, Caixeira Régia do Divino Espírito Santo e conhecedora de muitas tradições populares como o Tambor de Mina, Candomblé, Pajelança, Bambaê de Caixa, Tambor de Crioula, Carimbó, Baião de Princesas, Canjerê, Boi de Encantado e muitas outras. Recebeu prêmios como o Culturas Populares (MinC), Vozes de Mestres e participou de diversos discos e documentários como Pedra da Memória, Atlântico Negro, Na Rota dos Orixás, 10 Pedras – Ancestralidade e outros. Éder “O” Rocha: Formado em percussão pelo Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife. Tocou nas principais orquestras do Nordeste como Sinfônica do Recife, Sinfônica do Rio Grande do Norte, de Olinda, Banda Sinfônica do Recife e Orquestra de frevo do Maestro Duda. Percussionista do grupo Mestre Ambrósio, trabalhou com artistas como Herbert Vianna, Zélia Duncan, DJ Dolores, Nação Zumbi, etc. Henrique Menezes: natural de São Luís - MA é Ogãn, cantor, músico, compositor, educador, diretor artístico e coreógrafo. Pertencente à uma tradicional família de artistas populares. De notório saber, iniciou sua aprendizagem desde criança na Casa Fanti - Ashanti, o mais importante Centro Afro Religioso em atividade no Maranhão. Possui vivências e pesquisas aprofundadas na cultura do Tambor de Mina, Candomblé, Cura, Pajelança, Baião de Princesas, Samba Angola, Tambor de Crioula, Bumba meu Boi e Festa do Divino. Integrante do Grupo Cupuaçu, Ponto BR, Banda Bom Q Dói, Pé no Terreiro, Henrique Menezes e os Alabês e Família Menezes. É educador no Centro de Convivência Gracinha e Ateliê Escola Acaia. Thomas Rohrer: Suiço, radicado há 25 anos no Brasil. Seu trabalho é norteado pelo improviso, usando rabeca e sax soprano, e busca explorar as diferentes sonoridades dos instrumentos. Ele faz parte do Coletivo Abaetetuba, Black Cube SP com Rob Mazurek, Goatface, Ponto Br e toca com Juçara Marçal. Atualmente, mantém parcerias com Philip Somervell, Hans Koch, Ute Wassermann, Michael Vorfeld, Marina Tenório (dança), entre outros. Idealizou o projeto Tradição Improvisada, onde, junto a Panda Gianfratti, dialoga com a música de Nelson da Rabeca e D. Benedita. Renata Amaral: Formada em Composição e Regência, mestre e doutoranda em Performance Musical pela UNESP, tem se apresentado como contrabaixista em todo o Brasil, América Latina e Europa ao lado de artistas como A Barca, Ponto br, Tião Carvalho, Sebastião Biano, Orquestra Popular do Recife e outros. Pesquisadora e contrabaixista, desde 1991 reúne um dos mais significativos acervos de tradições populares brasileiras, o Acevo Maracá, tendo produzido mais de 30 CDs e 14 documentários de gêneros tradicionais que receberam diversos prêmios de cultura nacionais e internacionais, como o Latin Grammy (2019), Rodrigo Melo Franco de Andrade, do IPHAN (2012 e 2017), Rumos Itaú Cultural, 23o Prémio da Musica Brasileira Prémio Cláudia, Petrobras Cultural, Troféu Guarnicê e outros. Recebeu por duas vezes o prêmio Interações Estéticas da Funarte, realizando residências artíticas no Maranhão e no Benin, que resultaram em livros, mostras e documentários. Autora de Pedra da Memória e Nganga, com seus grupos A Barca e Ponto br, gravou 5 CDs e realizou mais de 500 apresentações em projetos de circulação, registro e arte educação. Ministra cursos e oficinas com foco em Cultura Tradicional em escolas e universidades no Brasil e exterior. Aline Fernandes: Atua na produção da Maracá Cultura Brasileira em projetos como Ponto br, Pedra da Memória e Sebastião Biano, com aprovações em diversos editais como Petrobrás, Caixa, ProAC, Funarte, entre outros. Atua também de forma independente com artistas como Marquinho Mendonça, Ana Maria Carvalho entre outros. É integrante do grupo Cupuaçu – Centro de Danças Populares Brasileiras junto do qual realiza intensa pesquisa de danças e ritmos e produzindo projetos aprovados e editais como ProAc Culturas Populares, Prêmio de Culturas Populares, Funarte Artes de Rua, VAI, entre outros. André Magalhães: André Magalhães é músico, compositor, produtor musical e cultural, pesquisador de cultura tradicional e engenheiro de áudio especializado em gravações acústicas. Integrante do grupo A Barca. Produtor Musical de parte da trilha para encerramento das Olimpíadas 2016 com o grupo Barbatuques e do vencedor do Oscar Rio. Um dos principais artistas da cena independente, gravou de Hermeto a Dominguinhos, Benjamin Taubkin a Siba, Naná Vasconcelos a Metá Metá, Foli Griô Orquestra, Agô –Cantos sagrados de Brasil e Cuba, Mestre Sapopemba entre outros discosque receberam 3 Prêmios da Música Brasileira e dois Latin Grammys. Também produtor de alguns filmes como "O Piano que conversa", "Música pelos Poros" e "Guriatã". Em 2019 lançou seu primeiro disco solo "Parati".
PRORROGAÇÃO DO PERÍODO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS AUTORIZADA. Aguardando a elaboração e a publicação de portaria no Diário Oficial da União.