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Realização do Festival de Cultura Popular com apresentação de grupos de cultura popular da Bahia, artistas convidados, feira de rua e ação de mediação cultural.
O Festival de Cultura Popular acontecerá entre os dias 22 e 24 de março de 2024, de forma aberta e totalmente gratuita, no bairro da Barra, em Salvador. Da região do Baixo Sul do estado virão 18 grupos representantes das manifestações populares da Bahia que já estão sendo mapeados e serão escolhidos dentre as seguintes manifestações presentes na região: Trança Fitas, Quadrilhas Juninas, Marujada, Bumba-meu-boi, Barquinha, Chegança, Congos ou congadas, Cordel, Folguedos de boi, Mascarados, Festa de reis, Samba, Teatro de bonecos ou de mamulengos e Teatro de rua ou popular. Além dos representantes do interior, mais três grupos de Salvador integrarão essa curadoria, entre grupos de Capoeira e Hip Hop. Os grupos se apresentarão pelas ruas do bairro da Barra, em formatos de performance e cortejos que percorrerão um trajeto entre o Cristo e o Farol da Barra, onde também se apresentarão num palco para a população presente, exibindo toda a riqueza e beleza de suas tradições traduzidas em suas mais diversas expressões culturais e artísticas, como música, dança, adereços e indumentárias. O palco também receberá as apresentações de três atrações convidadas que fecharão a programação a cada dia: as Ganhadeiras de Itapuã, grupo cultural nacionalmente reconhecido que resgata a tradição das mulheres negras que entoavam cânticos enquanto lavavam roupas às margens da Lagoa do Abaeté; a Orkestra Rumpilezz, bigband de sopros e percussões, formada pelo já saudoso maestro Letieres Leite, que une a harmonização do jazz às raízes rítmicas afro-baianas; e o Balé Folclórico da Bahia, uma das mais importantes, prestigiadas e reconhecidas cias de dança folclórica do mundo. Completa, ainda, a programação do festival a já tradicional Feira da Sé, realizada pelo Instituto ACM. A feira reunirá 40 expositores com o melhor do artesanato e da gastronomia do Baixo Sul e de Salvador. Além das comidas típicas da Costa do Dendê, a feira reunirá peças das mais variadas matérias-primas e técnicas presentes na região, como cerâmica, bordado, corte e costura, tecelagem, peças em madeira, coco, palha, piaçava, dentre outras. A Feira da Sé possui estrutura própria de barracas, que já são sua marca na cidade, e que serão utilizadas para a montagem da área da exposição, na rua. Todo o processo de comercialização dos produtos e serviços - incluindo os resultados financeiros aferidos a partir dessas atividades - dos expositores será de exclusiva responsabilidade deles, não havendo interferência nem intermediação por parte do proponente ou da equipe do projeto. O objetivo da feira é proporcionar espaço de visibilidade para a atividade do artesanato tradicional e ancestral, e fomentar a atividade econômica, oferecendo oportunidade de comercialização para os artesãos e pequenos empreendedores criativos participantes. Na mediação cultural, jovens e crianças de escolas públicas de Salvador participarão de atividades de aprendizagem criativa, sensível e reflexiva das manifestações populares. Com o acompanhamento dos coordenadores culturais, eles terão a oportunidade de compreender e acessar os códigos artísticos das apresentações, desenvolvendo-se como público autônomo, apreciador e participativo. O processo de mediação culminará em uma roda de escuta, na qual os estudantes compartilharão suas impressões e experiências sobre o projeto. O acesso dos alunos a esse processo será promovido pelo projeto que realizará a articulação junto às escolas, planejará as atividades de arte-educação e disponibilizará transporte e lanche para os alunos nos dias das apresentações e nas conversas posteriores.
Objetivo Geral - Realizar o Festival de Cultura Popular, de forma aberta e gratuita, no Farol da Barra (Salvador-BA), nos dias 22, 23 e 24 de março de 2024, a fim de contribuir para a preservação das histórias e memória cultural do nosso povo através das várias manifestações populares, do artesanato e da culinária. Objetivos Específicos - Produto Espetáculo de Artes Cênicas: realizar, durante três dias, apresentações artísticas em formato de cortejos de rua de 24 grupos de cultura popular de Salvador e de cidades do Baixo Sul da Bahia; - Produto Apresentação Musical: realizar apresentações de 03 atrações convidadas, sendo uma apresentação para enceramento de cada dia do festival; - Contrapartida Social: realizar, durante um dia, uma mediação cultural junto a alunos e professores de escolas da rede pública de ensino de Salvador que abordará os aspectos, características e histórias das manifestações de cultura popular da Bahia.
A cultura é o maior patrimônio de um povo, uma verdadeira teia de saberes, costumes e expressões que molda identidades e cria memórias coletivas. Na Bahia, essa riqueza cultural encontra sua máxima expressão nas diversas manifestações da Cultura Popular. Ao longo dos anos, as populações tem preservado suas tradições, transmitindo-as de pais para filhos, em um legado que merece e precisa ser sempre lembrado, visibilizado e celebrado. É neste cenário que surge o Festival de Cultura Popular, uma iniciativa de celebração e difusão do patrimônio artístico e histórico da Bahia. Realizado durante três dias, em março de 2024, no icônico Farol da Barra, em Salvador, o festival se configura como um momento singular para a exaltação da cultura popular baiana. Com apresentações de 27 atrações representantes da rica tradição popular do estado, o evento se torna uma vitrine para o talento e a originalidade dos artistas locais. As raízes culturais da Bahia se estendem por seus espaços urbanos e rurais, nos quais as diversas manifestações populares ganham vida ao longo do ano, encantando não apenas a população local, mas também atraindo visitantes e turistas. Reconhecidas como bens culturais imateriais, essas expressões se tornam fios condutores, unindo as pessoas em torno de suas tradições compartilhadas. É nesse contexto que o Festival de Cultura Popular encontra sua essência, ao reunir grupos folclóricos e artistas representativos do Baixo Sul da Bahia, região conhecida nacionalmente como a Costa do Dendê. A escolha do Baixo Sul como região homenageada reforça o compromisso do projeto em dar visibilidade à diversidade cultural do estado. Composta por 15 municípios, a região possui manifestações tradicionais, como o Boi Bumbá ou Boi Janeiro, Capoeira, Zabelinha, Ternos de Reis, Enrolador, Chegança de Mouros, Marujada, Congo, Burrinha, Pau de Fita, e o artesanato, destacando-se o cerâmico, de Maragogipinho - distrito de Aratuípe, reconhecido internacionalmente -, além do de coco, de madeira, de palha e de piaçava. Ao destacar a riqueza cultural dessa região, o festival reconhece e valoriza as raízes históricas que compõem o mosaico cultural da Bahia. O sucesso da primeira edição do Festival, realizada em 2022 no Centro Histórico de Salvador, foi um prelúdio inspirador para esta segunda edição. Com a participação de 22 grupos e 45 artesãos da região do Recôncavo, o evento conquistou o coração da sociedade, preenchendo uma lacuna desse tipo de inciativa na agenda cultural da cidade. Agora, com a expectativa de receber cerca de 5 mil pessoas por dia, entre moradores da cidade, turistas e visitantes, o festival expande suas fronteiras, tornando-se um marco relevante no calendário cultural da Bahia. Mas mais que um evento, o Festival de Cultura Popular é um espaço de encontro entre a tradição e a inovação, no qual a cultura popular ganha vida e se perpetua. Ao se posicionar como uma iniciativa de rua, com todas as suas atividades sendo realizadas de forma aberta e totalmente gratuita, o projeto, além de reforçar o caráter original e essencial das manifestações populares, democratiza o acesso à cultura e enriquece o tecido social da cidade de Salvador, fomentando o turismo cultural e estimulando a economia local. O projeto abraça também a responsabilidade de preservar e difundir o patrimônio artístico e cultural baiano. Ao promover ações de mediação cultural junto a crianças e jovens da rede pública de ensino, busca-se não apenas estimular o interesse pela cultura popular, mas também fomentar o surgimento de novos talentos e facilitar o acesso a um universo de conhecimento e arte. Destacam-se, ainda, como objetivos do projeto com a finalidade de gerar impactos positivos para seus beneficiários diretos, para a cultura e para a sociedade em geral: - Valorização e reconhecimento dos artistas locais: o festival proporciona um espaço de destaque para os grupos folclóricos vindos do Baixo Sul da Bahia, permitindo que esses artistas se apresentem para um público amplo e diversificado. Isso gera reconhecimento e valorização de suas expressões culturais, estimulando-os a continuarem preservando e compartilhando suas tradições; - Difusão e preservação do patrimônio cultural imaterial: o festival reúne diferentes manifestações culturais, desde cortejos e performances de rua até apresentações no palco, abrangendo uma ampla variedade de expressões artísticas. Essa difusão contribui para a preservação dessas tradições, evitando que se percam ao longo do tempo e consolidando a cultura popular como parte integrante da identidade baiana contemporânea; - Fortalecimento das tradições locais: ao dar visibilidade ao Território de Identidade Baixo Sul, o projeto destaca a diversidade cultural dessa região e reforça o papel fundamental que essas manifestações desempenham na construção da cultura local. O festival é uma plataforma para manter viva a história e os saberes ancestrais, fortalecendo a identidade cultural da Bahia; - Acesso à cultura popular: ao realizar o evento de forma aberta e gratuita, o Festival de Cultura Popular possibilita que pessoas de diferentes origens socioeconômicas tenham acesso à riqueza cultural da Bahia. Isso contribui para a democratização da cultura e seu aprendizado, e para o sentimento de pertencimento da comunidade local; - Fomento ao turismo cultural: o evento, realizado em um dos principais pontos turísticos da cidade, tem um enorme potencial de atração de turistas e visitantes, tornando-se um ativo cultural para a cidade de Salvador e para a região do Baixo Sul, na medida em que visibiliza a diversidade cultural dessa região; - O projeto estimula a economia local, promovendo o comércio de artesanato e a geração de empregos temporários, além de incentivar a valorização do patrimônio cultural baiano; - Incentivo à formação artística e cultural: com ações de mediação cultural junto a crianças e jovens da rede pública de ensino, o projeto oferece oportunidades de aprendizado e vivência cultural enriquecedoras. Essa experiência pode despertar talentos, fortalecer a autoestima dos participantes e motivá-los a se envolverem com atividades culturais e artísticas. Diante do acima exposto, pode-se afirmar que o presente projeto se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91. É possível afirmar também que, referente ao Art. 3º da referida norma, o projeto atenderá aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Ao promover a valorização da cultura popular baiana, a preservação do patrimônio artístico e cultural, e o estímulo à difusão de manifestações tradicionais, o projeto contribui significativamente para a construção de uma sociedade mais rica em conhecimento, identidade e diversidade cultural. Sua realização representa um importante investimento no enriquecimento da cultura da Bahia e no fortalecimento do sentimento de pertencimento e orgulho de sua população.
O Festival de Cultura Popular vai além do seu compromisso com o fomento à produção cultural, a preservação do patrimônio artístico e a promoção do acesso à cultura de qualidade. O projeto visa gerar outros impactos positivos para a sociedade, promovendo também ações de responsabilidade social e de sustentabilidade. Uma das iniciativas é incentivar a prática do voluntariado e a formação de redes colaborativas e solidárias. Os artesãos participantes do projeto doarão uma peça do seu acervo para a loja de artesanato do Hospital Martagão Gesteira. As vendas dessas peças visam à arrecadação de fundos para o atendimento médico e hospitalar da instituição filantrópica que é uma referência no atendimento pediátrico pelo SUS. Essa ação contribui para o fortalecimento da responsabilidade social e a promoção do bem-estar na comunidade, além de valorizar o artesanato local. O projeto também terá uma parceria com a Sotero Ambiental, responsável pela limpeza urbana de Salvador, no Lote I, área de realização do projeto, para implementação de ações sustentáveis durante o evento, de forma aberta e gratuita. A Sotero Ambiental ficará responsável pelo espaço Recicle (que será montado às expensas da empresa), promovendo exposições de produtos reciclados e sensibilizando o público infantil sobre a importância de práticas ambientalmente responsáveis. Também serão realizados bate-papos sobre o tema e implementada a coleta seletiva de resíduos por meio de uma cooperativa de reciclagem. Essa parceria reforça o compromisso com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável da comunidade, promovendo a conscientização sobre a importância da reciclagem e da redução do impacto ambiental. Essas ações complementares destacam o caráter social e sustentável do Festival de Cultura Popular, demonstrando seu papel como agente transformador na comunidade e reforçando seu valor como um evento cultural relevante para a cidade de Salvador. Além de proporcionar momentos de celebração e valorização da cultura baiana, o projeto busca deixar um legado de responsabilidade social e conscientização ambiental para as gerações futuras. Aproveitamos para informar que, de acordo com o parágrafo "§ 4º O Ministério da Cultura poderá permitir o envio dos documentos exigidos no Anexo III em momento posterior, desde que seja viável a análise técnica, condicionando a liberação de recursos captados à sua apresentação", do Artigo 4º da IN 01/2023, nos comprometemos ao envio imediato de quaisquer documentações complementares que se façam necessárias à apreciação da presente proposta. Ressaltamos que, devido a questões operacionais, a nova previsão de realização do projeto é entre 22 e 24/03/2024, tendo o início de sua pré-produção previsto para 22/01/2024.
O Festival de Cultura Popular contará com uma programação diversificada e rica, abrangendo os três dias do evento, totalizando aproximadamente oito horas de atividades diárias e dez apresentações artísticas a cada dia. A programação para o público terá início às 10h da manhã, com o cortejo do primeiro grupo, e se estenderá até às 19h, quando está previsto o término do show da atração convidada. A seguir, serão detalhadas as especificações técnicas dos produtos do projeto: 1. Apresentações Artísticas:- Duração: cada apresentação artística terá aproximadamente 60 minutos de duração.- Material: os grupos e artistas trarão seus próprios instrumentos, adereços e indumentárias, necessários às performances, garantindo a autenticidade e a qualidade das manifestações culturais apresentadas.- Seleção/curadoria dos grupos: a seleção dos grupos populares do Baixo Sul e de Salvador levará em conta a representatividade e relevância cultural das manifestações que trazem. Além disso, a curadoria do evento buscará criar uma programação equilibrada, abrangendo diferentes manifestações populares, estilos musicais e expressões artísticas da Bahia. 2. Feira da Sé:- Duração: a feira ocorrerá durante todo o dia de programação do festival, a partir das 10h da manhã, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer e adquirir produtos do artesanato e gastronomia do Baixo Sul e Salvador.- Material: cada expositor será responsável por trazer e organizar seus espaços, onde exibirão e comercializarão seus produtos. A Feira da Sé, em sua estrutura característica que contempla barracas com cobertura e tampos, proporcionará o espaço ideal para a comercialização das peças e produtos.- Seleção/curadoria dos artesãos: da mesma forma que os grupos, a curadoria privilegiará a diversidade de saberes, matérias-primas e técnicas envolvidos na confecção dos produtos para expressar a riqueza do Baixo Sul e também de Salvador, assim como a qualidade e criatividade dos produtos. 3. Mediação Cultural:- Duração: a mediação cultural será um processo que acontecerá antes, durante e após as apresentações artísticas, englobando um período significativo de interação com jovens e crianças das escolas públicas de Salvador.- Material: os coordenadores culturais envolvidos no projeto conduzirão atividades pedagógicas com materiais diversos, como impressos, recursos visuais e em áudio, a fim de promover o acesso linguístico e sensorial das crianças e jovens às manifestações populares.- Projeto Pedagógico: A mediação cultural terá uma abordagem educativa e lúdica, buscando estimular o interesse, a reflexão e o aprendizado sobre as expressões artísticas e culturais da Bahia. Por meio de atividades interativas, os estudantes terão a oportunidade de compreender e vivenciar as manifestações populares, desenvolvendo uma cidadania cultural que valorize as raízes e tradições do povo baiano. Metodologia: - Reunião com equipe de arte-educação para planejamento pedagógico: antes do início das atividades, a equipe de coordenação pedagógica e coordenadores culturais se reunirá para planejar as estratégias e atividades da mediação cultural. Nessa fase, serão definidos os objetivos educacionais e as abordagens para aproximar os estudantes das manifestações culturais;- Contato com as escolas para agendamento das ações: a equipe entrará em contato com as escolas selecionadas, agendando as atividades de arte-educação que acontecerão antes do festival. Essa interação permitirá uma maior integração entre o evento e o ambiente escolar;- Sensibilização dos professores com relação à temática da cultura popular: antes das atividades de mediação cultural, os professores das escolas envolvidas serão sensibilizados e informados sobre a temática e os objetivos do projeto para que possam estar alinhados e preparados para participar ativamente do processo educativo;- Atividade de arte-educação nas escolas: a equipe realizará atividades criativas e interativas nas escolas, introduzindo os conceitos das manifestações populares e estimulando o interesse e a curiosidade dos estudantes. Essa etapa visa à preparação dos alunos para o momento de fruição artística durante o festival;- Participação dos alunos e educadores no festival: os estudantes e educadores serão convidados a participar ativamente do festival, vivenciando as apresentações artísticas e o ambiente da Feira da Sé. Esse contato direto com as manifestações culturais permitirá uma conexão mais profunda com as tradições da Bahia;- Visita de retorno às escolas para realização de roda de escuta ativa com crianças e educadores com relação às impressões sobre o festival: após o festival, a equipe retornará às escolas para promover uma roda de escuta ativa. Nessa etapa, os estudantes e educadores terão a oportunidade de compartilhar suas impressões, vivências e relatos sobre a experiência cultural proporcionada pelo evento;- Atividade brincante de finalização com protagonismo dos alunos e professores: para finalizar o processo de mediação cultural, será realizada uma atividade brincante com protagonismo dos alunos e professores. Essa atividade será lúdica e interativa, proporcionando um momento de diversão e descontração, ao mesmo tempo que reforçará a importância da cultura popular na formação cultural dos estudantes;- Elaboração de relatório de mediação cultural: ao término das atividades, será elaborado um relatório da mediação cultural, contendo os principais resultados, impressões e aprendizados obtidos ao longo do processo. Esse relatório servirá como base para futuras edições do festival e para o aprimoramento das atividades educativas.
Buscamos garantir que todas as pessoas possam desfrutar plenamente do evento e vivenciar a riqueza das manifestações culturais da Bahia. Por isso, a acessibilidade é uma prioridade. Para assegurar a acessibilidade em todo o seu amplo escpetro, serão adotadas as seguintes medidas: 1. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 1.1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO a) Infraestrutura própria do local: as apresentações serão realizadas na rua, em local turístico da capital baiana que já dispõe de recursos de acessibilidade, a exemplo de pisos com guias táteis. Além disso, o espaço é amplo, aberto e plano, não apresentando barreiras à locomoção de pessoas com deficiência; b) Banheiros acessíveis: haverá banheiros químicos públicos adaptados para atender às necessidades de pessoas com deficiência, garantindo acesso facilitado e privacidade. 1.2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: a) Libras (Língua Brasileira de Sinais): todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras em dupla. Esses profissionais capacitados traduzirão os conteúdos para a Língua Brasileira de Sinais, tornando a comunicação inclusiva para pessoas com deficiência auditiva. 1.3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: o projeto disponibilizará, todos os dias, dupla de Técnicos AEE (Atendimento Educacional Especializado) para identificação, acompanhamento e atendimento a essas pessoas. 1.4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: o projeto disponibilizará, todos os dias, dupla de Técnicos AEE (Atendimento Educacional Especializado) para identificação, acompanhamento e atendimento a essas pessoas. 2. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL 2.1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO a) Rampas de acesso: todas as áreas montadas para o evento, desde o palco até backstage e camarins, serão equipadas com rampas para permitir o deslocamento de pessoas com deficiência física. Essas rampas atenderão aos padrões de inclinação e largura estabelecidos pelas normas de acessibilidade vigentes; b) Banheiros acessíveis: haverá banheiros químicos públicos adaptados para atender às necessidades de pessoas com deficiência, garantindo acesso facilitado e privacidade. 2.2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: a) Libras (Língua Brasileira de Sinais): todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras em dupla. Esses profissionais capacitados traduzirão os conteúdos para a Língua Brasileira de Sinais, tornando a comunicação inclusiva para pessoas com deficiência auditiva; 2.3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: o projeto disponibilizará, todos os dias, dupla de Técnicos AEE (Atendimento Educacional Especializado) para identificação, acompanhamento e atendimento a essas pessoas. 2.4. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: o projeto disponibilizará, todos os dias, dupla de Técnicos AEE (Atendimento Educacional Especializado) para identificação, acompanhamento e atendimento a essas pessoas. 3. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - MEDIÇÃO CULTURAL 3.1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: a) Infraestrutura do local: além do próprio local do evento, a medição cultural acontecerá em escola pública que já conta com estruturas e recursos de acessibilidade, como corrimões, rampas e banheiros adaptados. 3.2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: a medição cultural será realizada em linguagem oral, seja nas interações ao vivo ou através dos recursos em áudio. Além disso, o projeto também disponibilizará Técnico AEE (Atendimento Educacional Especializado) para identificação, acompanhamento e atendimento a essas pessoas. 3.3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: a medição cultural contará com um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para identificar, acompanhar e atender essas pessoas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: o projeto disponibilizará Técnico AEE (Atendimento Educacional Especializado) para identificação, acompanhamento e atendimento a essas pessoas. Dessa forma, o Festival de Cultura Popular se empenha em quebrar barreiras e construir pontes para que todas as pessoas possam participar dessa celebração da cultura baiana.
Para garantir que as manifestações culturais da Bahia alcancem o maior número possível de pessoas, todas as atividades do projeto serão realizadas de forma aberta, ampla e irrestrita, e o acesso será completamente gratuito. O objetivo é promover a participação de toda a sociedade, proporcionando uma experiência cultural enriquecedora para moradores da cidade, turistas e visitantes. Tomou-se também o cuidado de pensar em um plano de comunicação amplo, diverso e inclusivo, reunindo diversos meios de comunicação, como internet, redes sociais, rádios, TV e jornais para disseminar informações sobre o evento. Com isso, nosso objetivo é alcançar os mais variados públicos, levando a mensagem do festival a todas as esferas da sociedade. Além disso, em conformidade ao Art 28 da IN nº 01/2023, o projeto também irá: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; realizar ação de mediação cultural junto a alunos de escola pública de Salvador, levando-os a participar do evento e oferecendo mecanismos que possibilitem sua fruição e entendimento do conteúdo apresentado; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; os registros das apresentações dos grupos de cultura popular serão disponibilizados de forma aberta e gratuita na internet.
O proponente do projeto, o Instituto Antonio Carlos Magalhães de Ação, Cidadania e Memória será responsável pela gestão de processos decisórios do projeto. Claudia Vaz de Carvalho Sampaio – Coordenadora do Projeto Diretora Executiva do Instituto ACM, responsável pela concepção, planejamento e coordenação de programas e projetos estratégicos na área da cultura e do fomento à preservação do patrimônio cultural do estado da Bahia. Elaboração de planejamentos estratégicos, gestão de equipe, controle orçamentário, identificação de oportunidades de articulação para apoio institucional e financeiro para realização de projetos, viabilização de parcerias e captação de recursos e representação aos interesses do Instituto frente a instituições públicas e privadas. É também coordenadora e curadora da Feira da Sé, projeto de fomento ao artesanato e à economia criativa realizado desde 2018 e do Festival de Cultura Popular, realizado desde 2022. Aétio Barbosa Almeida Filho – Diretor de Produção Mestre em Gestão Social e Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Pesquisa sobre governança colaborativa de festas populares. É Produtor Cultural, destacando-se atuação em peças teatrais, projetos musicais e eventos corporativos, com experiência em elaboração, coordenação e gestão de projetos culturais, além de captação de recursos e parcerias. É Parecerista de projetos culturais. Cinthia Pessoa Santiago - Coordenadora de Produção Produtora Cultural com mais de 30 anos de experiência no mercado, foi Coordenadora de Eventos durante 20 anos na Fundação Casa de Jorge Amado e já produziu diversos artistas, projetos e grupos baianos e de outros estados. Dentre os projetos de relevância, destacam-se, dentre outros, a produção executiva e artística da A noite da Beleza Negra, da ópera Lydia de Oxum, do projeto Pérolas Mistas do artista Carlinhos Brown e a Coordenação de produção da primeira edição do Festival de Cultura Popular, realizada pelo Instituto ACM. Renata Mota de Almeida Santos – Cenógrafa Graduada em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia (2008), tem mais de vinte e três anos de experiência na área de cenografia e cerca de mais cem projetos realizados – envolvendo criação de cenários, direção de arte e cenografia para cinema, curadoria, consultoria e realização de workshops. Atuou como diretora do Centro Técnico do Teatro Castro Alves (BA) de 2007 a 2011, e desenvolveu sua base de conhecimento em atividades vinculadas ao teatro e à dança. É responsável pela RMota Cenografia e nos últimos anos se dedica aos próprios projetos, explorando outras linguagens e espaços, em colaboração com artistas e diretores como Elísio Lopes, Lázaro Ramos, Jarbas Bittencourt, Gil Vicente, Luiz Marfuz, Duda Lima e Pazzeto Jr. Ana Paula Santos Carneiro - Coordenadora Pedagógica (mediação cultural) Formada pela Universidade Federal da Bahia em artes cênicas com habilitação em direção teatral. Atualmente é mestranda do Programa de Desenvolvimento em Gestão Social da Escola de Administração da UFBA. É ativista da literatura, produtora cultural, atriz, dramaturga, diretora teatral, mediadora de leitura, e mediadora cultural. A partir de Junho de 2014 passou a integrar a equipe de mediação de leitura e gestão da Biblioteca Comunitária Sete de Abril e em janeiro de 2015, como integrante da Biblioteca Comunitária Sete de Abril, contribuiu com a Fundação da RBCS- Rede de Bibliotecas Comunitárias de Salvador e atuou como articuladora da mesma por 6 anos. Também em 2015 colaborou com a fundação da RNBC- Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias, onde integrou por 3 anos o Conselho Gestor, o GT de mobilização de recursos, de comunicação e o núcleo de Formação Entre Redes. Coordenou a mediação cultural do Projeto Pé de feijão e a mediação cultural do Festival Viladança 2017. É curadora da Flipelô e mediadora cultural do Espaço Infantil Flipelô há três anos.
PROJETO ARQUIVADO.