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O projeto se refere à realização de apresentações do espetáculo Zoé
O espetáculo "Zoé" é um monólogo que nasceu no ano de 2019 por iniciativa da Nathália Kretschmer, que já residia em Maringá/PR, porém queria que Pedro Ziroldo, seu mestre com quem trabalhou em inúmeros trabalhos desde 2013, assinasse a direção. O texto da peça foi surgindo durante os ensaios a partir dos Fundamentos Corporais Bartenieff: proposta de educação Somática criada pela pesquisadora do movimento e discípula de Rudolf Laban Irmgard Bartenieff, em cima da questão de "Paternidade". O enredo da peça gira em torno da personagem batizada pelo nome de "Zoé" - que significa vida em grego - que é uma jovem jornalista que ao receber uma proposta de trabalho, acaba mergulhando em um espaço de conflito e vazio de sua própria história, conflitos esses que costura toda dramaturgia, visto que ela têm que escrever uma crônica para postar no jornal onde trabalha, com um tema que gira em torno da data comemorativa: "Dia dos pais", que se passa no segundo domingo do mês de agosto, no Brasil. Assunto custoso e político, visto que o abandono paterno é uma realidade no Brasil. A partir desse momento, ela é obrigada a escrever "alguma coisa", pois precisa de dinheiro da matéria, mas não tem vivência nenhuma com a figura de um Pai. Sempre fora ela e a mãe, Eunice, dentro de casa. Não sabia quem era seu pai, não sabia como se comportar em datas como essas. Então, a partir desse momento, ela mergulha na memória, na fantasia, no desejo, no vazio, na dor, nos sonhos e vai desenvolvendo, durante a peça, linha por linha desse trabalho - crônica - que lhe foi solicitado pelo editor chefe, chamado Omar. Durante toda a peça, vemos as personagens: Zoé adulta, Zoé criança, Maria (melhor amiga de infância de Zoé), Euníce (mãe) em recortes feito pela personagem em cena e Omar (editor chefe), por telefone. Omar é usado para inundar o enredo, onde deságua. Também podemos ressaltar a visão do impacto que o trabalho exerce na nossa vida, nas suas mais diversas esferas, aqui usado como um ponto para o mergulho na subjetividade que encontra a escrita como forma de materializar um fato. A mãe é colocada na peça com recortes aparecendo nas indagações de Zoé, em imitações e em chamadas de telefone, onde vai dando aos poucos a notícia da morte desse "talvez pai". A figura desse "Pai" que falta, paira de forma lúdica e lúcida pelo enredo, causando o riso, o choro, a noção de vazio e liberdade dentro do desenrolar do interior da personagem e suas questões... A peça também tem pontos de "desmontagem cênica", pois alguns pontos da peça foram criados em cima da história de vida da dramaturga. Sendo assim, o jogo cênico e/ou estética permeia a vida da personagem e da atriz e, junto ao público, funciona como uma proposta híbrida e coletiva, pois todos são convidados a brincadeira e a questionar suas relações e seus possíveis hi-a-tos.
Objetivos Gerais: - Produzir o espetáculo Zoé e fazer um circuito de 10 apresentações pelo estado do Paraná, priorizando cidades com poucas ações artísticas e culturais; - Promover a reflexão sobre impactos do abandono paterno; - Facilitar o acesso de todos a espetáculos de teatro; - Contribuir com a agenda cultural do estado do Paraná, inclusive do interior; - Divulgar e apoiar o trabalho de profissionais das artes cênicas e do teatro da região; - Permitir acessibilidade por meio do serviço de interpretação de Libras; - Contribuir para o desenvolvimento da cadeia produtiva artística paranaense ao gerar empregos diretos e indiretos. Objetivos específicos: - Realizar 10 apresentações teatrais do espetáculo "Zoé" para um público estimado de aproximadamente 1000 pessoas.
A peça Zoé convida a uma reflexão sobre a falta e como a relação que temos com ela molda nossa vivência, seja na escola, seja com os amigos, na família, na questão de pertencimento, nos laços afetivos, sendo mostrada lapsos da infância, até a vida adulta... O texto surge de uma situação que se dá entre dois pontos: a ideia tradicional que temos de família e a questão do abandono paterno no Brasil. Visto que é uma realidade entre muitos brasileiros e brasileiras que vivem sem a presença do pai durante toda a vida e/ou alguma parte dela. Sendo assim, essa questão é colocada em cena de forma política aos passos que a personagem Zoé vai trilhando, seja na revolta com isso, na irresponsabilidade de como o assunto é tratado socialmente, no amor platônico por esse objeto de desejo, no vazio de não saber de onde vem os próprios traços, no ideal de família "perfeita" e os desdobramentos que essas lacunas se dá na vivência de cada um. A peça trata da memória afetiva, da busca incessante por pertencimento e evidência o sentimento reprimido. Aos poucos também a própria criança vai entrando em cena _ Zoé criança _ jogando com o público a ação de olhar para nossa criança, de acolhe-la. Fala sobre a descoberta de traição e como isso atinge as famílias, pelo viés do olhar das crianças. A relação direta com a mãe, a referência de família e sua relação de amor e ódio, esse jeito ambivalente de sentir pelas pessoas. Do cuidado de se ver uma mãe e se indagar de forma sensível se essa mãe já amou ou foi amada, o que esse ser sente para além de ser mãe. Resumindo, essa peça é sobre as diversas relações entre nós e o objeto, fala sobre relações humanas, familiares, sobre a vida crua rodeada de sonhos, desejos e suas faltas. Fala sobre pessoas, vivências, sendo um grito a respeito da falta de compromisso da figura paterna em nosso meio e como precisamos falar sobre certas responsabilidades. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O espetáculo tem duração aproximada de 50 minutos.
Acessibilidade Física: O local de realização das apresentações será adequado para receber pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, com assentos reservados, banheiros adaptados e rampas de acesso. Acessibilidade visual: Todas as divulgações em redes sociais terão versões para leitores de tela e após o espetáculo faremos um tuor tátil pelo cenário e o público cego poderá tocar o figurino, após o período de circulação do espetáculo será disponibilidado por até 6 meses uma versão online do espetáculo com audiodescrição. Item do orçamento: Audiodescrição. Acessibilidade auditivda: As apresentações contarão com interprete de Libras, e os materiais de divulgação o simbolo indicativo de acessibilidade. Item do orçamento: Interprete de libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes e doenças que geram limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Caso haja público que necessitem desta acessibilidade a produção fará uma mediação, meia-hora antes do início do espetáculo para apresentar as variações de iluminação, variações sonoras que possam gerar desconforto a pessoas com espectros ou síndromes, bem como um bate papo sobre o conteúdo e a linguagem artística usada no espetáculo, essa mediação e bate-papo também contará com interprete de libras. Item do orçamento: Mediador
Todas as entradas para as apresentações serão distribuidas de forma gratuita e entregues na bileteria dos locais de apresentação 1h antes do início do espetáculo para que o maior numero de lugares sejam ocupados. O plano de distribuição da proposta está de acordo com os incisos do art. 27 da Instrução Normativa 01/2023, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. Em complemento, será adotada a seguinte medida de ampliação do acesso prevista no art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Nathália de Araújo Kretschmer (Proponente) FUNÇÕES: DIRETORA GERAL E ATRIZ Atriz (31003 - SATED/PR); - LABORATÓRIO DE MONTAGEM CÊNCICA - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (2023-); - OFICINA COM LUME TEATRO - TREINAMENTO TÉCNICO PARA ATUADORESMINISTRADO: JESSER DE SOUZA. CARGA HORÁRIA: 40 HORAS (UNICAMP/CAMPINAS - 2023); - OFICINA "ATOR COMO ATLETA DE SI MESMO"MINISTRADO: DOUGLAS KODI. CARGA HORÁRIA: 8 HORAS (Maringá/PR - 2022); - ALUNA REGULAR PELA GARALHURA DIGITAL (ONLINE - 2022-); - CONTEMPLADA PELO EDITAL BOLSA QUALIFICAÇÃO CULTURAL (LEI ALDIR BLANC 2021); - OFICINA DE TEATRO: A COMÉDIA DELL'ARTE E SEUS DUPLOS.MINISTRADO: DOUGLAS KODI. CARGA HORÁRIA: 8 HORAS (Maringá/PR); - OFICINA "CORPO ANÍMICO". MINISTRADO: KÊNIABERGO. CARGA HORÁRIA: 7 HORAS (Maringá/PR - 2021); - CURSO DE EXTENSÃO "EXERCÍCIOS DE ENCENAÇÃO TEATRAL"UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ. CARGA HORÁRIA: 85 HORAS (Maringá/PR - 2018); - OFICINA LIVRE DE TEATRO.MINISTRADO POR NENA INOUE / CIA ESPAÇO CÊNICO. CARGA HORÁRIA: 4 HORAS (Maringá/PR - 2018); - CURSO LIVRE DE TEATRO. ESCOLA MUNICIPAL DE TEATRO (Arapongas/PR - 2016); - OFICINA DE TÉCNICA EM ILUMINAÇÃO. MINISTRADO LUIZCARLOS LOCATELLI. LOCAL: CINE MAUÁ. CARGA HORÁRIA: 24 HORAS (Arapongas/PR - 2015); - CURSO DE TEATRO. LOCAL:TECNO HUMAN – CURSOS PROFISSIONALIZANTE. CARGA HORÁRIA: 288 HORAS (Arapongas/PR - 2013-2014); - Atriz na peça "Cooperativa Fuzuê" (PRONAC 203714) que rodou 10 cidades no interior do Paraná em setembro de 2022 - ProduçãoForféu Atividades Artísticas (2021-atual); Atuação e dramaturgia - Peça/projeto: Zoé (monólogo), 2019-. Direção: Pedro José Ziroldo Arapongas/PR e Maringá/PR; Atriz na peça/projeto "Cooperativa Fuzuê"; Atuação e dramaturgia - Peça: Rosalinda, a nenhuma, 2018. Direção: Bruno Tostes. TUM - Teatro Universitário de Maringá; Atriz na peça: Valsa nº6, 2016. Nelson Rodrigues. Direção: Pedro José Ziroldo. Apresentações no FESTAR (Festival de Todas as Artes de Arapongas - Arapongas/PR) e no FESTIBI (Festival de Teatro de Ibiporã-Ibiporã/PR); Atuação e criação coletiva da dramaturgia na peça: Diário de uma barata, 2016. Direção: Pedro José Ziroldo. Integrante do Grupo Atuar. Apresentações no FESTAR (Festival de Todas as Artes de Arapongas - Arapongas/PR) e no FESTIBI (Festival de Teatro de Ibiporã-Ibiporã/PR); Atuação - Peça: Eu severino, 2015. Texto e direção: Pedro José Ziroldo. Integrante do Grupo Municipal de Teatro de Arapongas. Apresentação no FESTAR (Festival de Todas as Artes de Arapongas - Arapongas/PR) - Atuação - Peça: Históricas, 2015. Direção: Pedro José Ziroldo. Integrante da Cia. Delàdecá. Apresentação no SESI, FESTAR (Festival de Todas as Artes de Arapongas - Arapongas/PR) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Londrina/PR; Atuação na peça Amor por Anexins de Artur de Azevedo, 2014-2015. Direção: Aline Salles e Marcos Brido. Integrante do Grupo TH. Apresentações realizadas em Astorga/PR e Arapongas/PR; Principais Trabalhos - Intervenções Artísticas - Online (2021): - "Samba" - Pedro José Ziroldo 2021. Link: https://www.instagram.com/tv/CKC2ATwAeKQ/ - "Sem Medo de Encarar nos Olhos" 2021. Link: https://www.youtube.com/watch?v=jLYXBxJuJSo - "Cântico Negro" - José Régio 2021. Link: https://www.youtube.com/watch?v=jql6iPUUTas ALAN ROGÉRIO GAITAROSSO FUNÇÃO: PRODUÇÃO EXECUTIVA DIRETOR DRT Nº 29158/PRPRODUTOR DRT Nº 19102/PR Graduado em Letras, com especialização em Arte, Educação e Terapia pela Faculdade São Braz de Curitiba (2018) e Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC (2021). Diretor Executivo do Instituto Cultural Ingá, instituição sem fins lucrativo de fomento e incentivo à cultura, que tem como missão promover e preservar a cultura em suas formas de expressão como instrumento de desenvolvimento humano e social. Diretor geral na Forféu Atividades Artística desde 2013 onde produz diversos projetos culturais ligados à arte-educação e acessibilidade em produção cultural. Foi um dos produtores do projeto “Arte na Palma da Mão” que criou o primeiro DVD de poesia surda de Maringá. Dirigiu e produziu o espetáculo “De Tudo Quando é Gente” (2017), primeiro espetáculo 100% acessível de Maringá, que contou com recursos de audiodescrição, legendas, interprete de libras e turtátil. Produziu durante três anos A Mostra de Teatro Estudantil de Maringá, evento que contou com a participação de grupos de teatro formado por alunos de escolas públicas e privadas de Maringá e região (2015, 2016 e 2017). Coordenador do Espaço Cultural Arena das Artes de Maringá, sede artística da Forféu que recebe apresentações artísticas a preços populares de artistas e diversos segmento e regiões do Brasil, além de oferecer oficinas e cursos de iniciações artísticas a preços populares. Pedro José de Freitas Ziroldo FUNÇÃO: DIRETOR - Doutorado em andamento em Educação. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil (2021) - Mestrado profissional em MestradoProfissional em Artes da Cena. Escola Superior de Artes Célia Helena, Brasil. Diretor, ator, dramaturgo, produtor, pesquisador, psicólogo e educador somático. - Diretor, ator e dramaturgo: Grupo Paiol (2015-atual); -Pesquisador: Escola Superior de Artes Célia Helena (2021-atual); - Psicólogo: Clínica de Psicologia Particular (2017-atual); - CoordenadorArtístico-pedagógico: Prefeitura Municipal de Arapongas/PR, Brasil (2017-2020); - Diretor: Escola Municipal de Teatro Atuar (2013-2016). Produção e direção (Arapongas/PR): - Projeto/peça: "ZOÉ" – 2019 - Projeto/peça: ATUAR APRESENTA: "O BEIJO NO ASFALTO" – 2019 -Projeto/peça: "FRAGMENTOS DE SHAKESPEARE" – 2018 - Projeto/peça: ATUAR TURMA I: ESTUDOS CÔMICOS APRESENTA: "AUTODA COMPADECIDA" – 2018 - Projeto/peça: ATUAR APRESENTA: "A SERPENTE" – 201 - Projeto/peça: ATUAR: NÚCLEO DA PRESENÇAAPRESENTA: "O QUARTO DE DESPEJO" – 2017 - Projeto/peça: ATUAR: TURMA II - ESTUDOS TRÁGICOS APRESENTA: "ASTROIANAS" – 2017 - Projeto/peça: ATUAR: TURMA I - ESTUDOS TRÁGICOS APRESENTA: "HIPÓLITO" – 2017 - Projeto/peça: ATUAR:TURMA III - ESTUDOS TRÁGICOS APRESENTA: "ANTÍGONA" – 2016 - Projeto/peça: ATUAR: TURMA I E II - ESTUDOS TRÁGICOSAPRESENTAM: "MEDEIA" – 2016 - Projeto/peça: NATHÁLIA KRETSCHMER" APRESENTA: "VALSA Nº 6" – 2016 - Projeto/peça: GRUPO"FACES" APRESENTA: "PLUFT, O FANTASMINHA" – 2014 Produção, direção e dramaturgia (Arapongas/PR): - Projeto/peça: "LENDASINDÍGINAS" – 2019 - Projeto/peça: DITA, BENEDITA APRESENTA: "TERRAS DE MEDEIA" – 2019 - Projeto/peça: GRUPO PAIOLAPRESENTA:"RASCUNHOS EM MEU CORPO" – 2019 - Projeto/peça: GRUPO PAIOL APRESENTA: "LADINHAS DE ZILÁ" – 2019 -Projeto/peça: ATUAR NÚCLEO DE PRESENÇA APRESENTA:"A SÓS – A NÓS" – 2019 - Projeto/peça: "A QUE FOI DADA POR MORTA" –2019 - Projeto/peça: "A MENINA E O VENTO" – 2019 - Projeto/peça: ATUAR: NÚCLEO DE PRESENÇA APRESENTA: "ARREGALO" –2018 - Projeto/peça: ATUAR APRESENTA:"AM, 950: RÁDIO DOÇURA" – 2018 - Projeto/peça: ATUAR TURMA INFANTIL APRESENTA:"GIRÔ" – 2018 - Projeto/peça: ATUAR: NÚCLEO DE EXPRESSÃO VOCAL APRESENTA: "FLOR E NÁUSEA" – 2017 - Projeto/peça:GRUPO "MAGNIFICAT" APRESENTA: "DOIS" – 2015 - Projeto/peça: GRUPO "PAIOL" APRESENTA: "EU, SEVERINO" – 2015 -Projeto/peça: GRUPO "FACES" APRESENTA: "MEU CHÃO" – 2015 - Projeto/peça: GRUPO "MAGNIFICAT" APRESENTA:"DITA,BENEDITA" – 2014 - Projeto/peça: GRUPO "DELÁDECÁ" APRESENTA: "HISTÓRICAS" – 2014 - Projeto/peça: GRUPO "FACES"APRESENTA: "VOLÚPIAS" – 2014 - Projeto/peça: GRUPO "MAGNIFICAT" APRESENTA: "MISERERE" – 2013 - Projeto/peça: GRUPO"FACES" APRESENTA:"O PALHAÇO E BAILARINA DO SERTÃO" – 2013 - Projeto/peça: GRUPO "VILA DE PÁSSAROS" E "GRUPOPAIOL" APRESENTAM: "O CRAVO E A ROSA, UMA NOVA CANÇÃO" – 2012 e 2016 - Projeto/peça: GRUPO "ALBOR PIMPÃO" EGRUPO "MAGNIFICAT" APRESENTAM: "O PIÁ AZUL" – 2011 e 2013
PROJETO ARQUIVADO.