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PRONAC 235118Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

JACINTA

VELLONI PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 998,2 mil
Aprovado
R$ 998,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-11-01
Término
2024-05-01
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto se refere à realização de apresentações do espetáculo "Jacinta", bem como realização de palestras para membros de instituições públicas de ensino sobre a produção teatral no Brasil.

Sinopse

“O espetáculo narra a jornada da protagonista, a pior atriz de todos os tempos (interpretada por Mariana Santos), em busca de reconhecimento e do aplauso. É sua fé inabalável que a move, metáfora do sonho de tantos artistas que percorrem esse país, em busca de um lugar ao sol. Por isso a encenação vai evocar a imagem das antigas trupes teatrais medievais que percorriam estradas durante muitos dias, sob sol e chuva, para encenar suas histórias. Como verdadeiros trovadores, os atores percorrem os diversos lugares citados na peça, como artistas itinerantes em sua “carroça-palco”, criando a cada mudança de quadro, um novo ambiente. Os elementos cenográficos criados por Marcio Medina irão se transformar pouco a pouco, criando inúmeras configurações espaciais eganhando novos significados na medida em que a trama avança. Já os figurinos criados por Fabio Namatame irão evocar o passado, mas sendo atemporais, mostrando que essa jornada dos artistas atravessa os tempos até os dias de hoje. A iluminação criada por Pajeú Oliveira buscará construir uma narrativa de diversos planos para que ações distintas possam acontecer simultaneamente, criando desse modo um verdadeiro caleidoscópio de imagens dessa grande viagem teatral. Mantendo a tradição das trupes teatrais os cinco atores irão tocar instrumentos, cantar e dançar de acordo com a evolução da trama, sempre ressaltando o caráter popular dessa encenação. A ideia é que o espetáculo seja uma grande homenagem aos artistas, esses seres que se alimentam de um sonho tão belo e potente quanto frágil, emocionando e transformando as pessoas por onde passam. A imagem de uma trupe de atores, lançados à sorte em sua “carroça- palco”, será nosso Norte na construção desse espetáculo.” SERGIO MÓDENA

Objetivos

Objetivos gerais- Difundir a obra de Newton Moreno, um dos principais dramaturgos contemporâneos brasileiros;- Contribuir com o processo de formação de plateia, por meio da democratização do acesso ao espetáculo e cumprimento de contrapartida social por meio de ações sociais em parceria com Instituições não Governamentais, Escolas de Teatro e Escolas da Rede Pública de Ensino;- Democratizar e difundir uma obra teatral de excelência artística para o público brasileiro;- Promover, por meio das ações de contrapartida, o interesse e o conhecimento de jovens da rede pública de ensino sobre a linguagem teatral e sua esfera de produção. Objetivos específicos-Realização de temporada de dois (02) meses em São Paulo, com 24 apresentações para um público previsto de 11.400 espectadores (cerca de 475 pessoas por apresentação); - Realização de temporada de um (01) mês no Rio de Janeiro, 12 apresentações para um público previsto de 5.700 espectadores (cerca de 475 pessoas por apresentação);- Realização de cinco (05) palestras expositivo-dialogadas sobre produção teatral no Brasil, destinadas a jovens da rede pública de ensino, para até 100 participantes cada uma delas, totalizando cerca de 500 beneficiários.

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.Para tanto, será alcançado o seguinte objetivo, previsto pelo Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A montagem do texto teatral JACINTA, de Newton Moreno, com direção de Sergio Módena, produção de Rodrigo Velloni, com Mariana Santos e outros 8 atores / músicos propõe difundir ao público um espetáculo de excelência artística, totalizando 36 apresentações. A proposta é valorizar a dramaturgia brasileira, tão bem representada em Jacinta por Newton Moreno, bem como democratizar e difundir os temas abordados na peça e nas palestras, visando a fruição do público contemplada. Reiteramos a necessidade de subsídio da LIC, uma vez que, sem o mecanismo, não seria possível a realização do projeto.

Estratégia de execução

Os teatros para sediar as temporadas de São Paulo e do Rio de Janeiro serão escolhidos posteriormente, durante a fase de pré-produção, e serão informados ao Ministério assim que definidos.

Acessibilidade

Apresentações teatraisAcessibilidade física: comprometemo-nos a selecionar teatros que tenham estrutura acessível para todos os públicos, especialmente aqueles com mobilidade reduzida e/ou necessidades específicas. Assim, selecionaremos localidades com rampa de acesso e corrimões, assentos preferenciais e banheiros PNE; Rubrica na planilha orçamentária: não se aplica; Acessibilidade de conteúdo: disponibilizaremos na bilheteria dos teatros a versão impressa em braile do programa do espetáculo; haverá intérprete de libras responsável por fazer a tradução simultânea da peça uma vez por mês, durante o período de execução. Tais medidas estarão previstas no material de divulgação. Rubrica na planilha orçamentária: Impressão; Intérprete de Libras. Contrapartidas sociaisAcessibilidade física: comprometemo-nos a selecionar instituições de ensino que tenham estrutura acessível para todos os públicos, especialmente aqueles com mobilidade reduzida e/ou necessidades específicas. Assim, selecionaremos localidade(s) com rampa de acesso e corrimões, assentos preferenciais e banheiros PNE;Rubrica na planilha orçamentária: não se aplica;Acessibilidade de conteúdo: haverá intérprete de libras para realizar a mediação das palestras, em caso de haver participantes surdos ou com audição reduzida; caso haja material de apoio pedagógico ou programação do evento, esse será também impresso em braile; Rubrica na planilha orçamentária: Impressão em braile; Intérprete de Libras.

Democratização do acesso

Realizaremos, enquanto medida de democratização de acesso, dois bate-papos entre elenco, direção e público após o encerramento de duas sessões, sendo um realizado em São Paulo e um no Rio de Janeiro, a fim de debater a peça e elucidar os processos de montagem com a plateia presente. Assim, atenderemos ao seguinte inciso indicado no Art. 28 da IN 01/2023: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Por oportuno, informamos que a comercialização dos ingressos atenderá ao detalhamento previsto pelo Art. 27 da referida Instrução Normativa.

Ficha técnica

RODRIGO VELLONI - PRODUÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA Informamos que o proponente fará a administração financeira do projeto, bem como será responsável pela gestão de todo o processo decisório. Produtor, diretor, ator e arte-educador, fundou a Velloni Produções Artísticas em 1999. Produções: “O Bem Amado” - de Dias Gomes, direção Ricardo Grasson - 2022; “Anjo de Pedra” - de Tennessee Williams, direção Nelson Baskerville - 2022; “Teatro Para Quem Não Gosta” - de Marcelo Médici e Ricardo Rathsam - 2019; “As Cangaceiras Guerreiras do Sertão” - de Newton Moreno, direção Sergio Módena - 2019; “Só de Amor” - de Mariana Santos, direção e produção Rodrigo Velloni - 2019; “A Noite de 16 de Janeiro” - de Ayn Rand, tradução, direção e interpretação Jô Soares - 2018; “Admirável Nino Novo” - monólogo de Cassio Scapin - 2017; “Tróilo e Créssida” - de William Shakespeare, tradução e direção Jô Soares - 2016; “Histeria” - de Terry Johnson, tradução e direção Jô Soares - 2016; “Acorda Pra Cuspir” - de Eric Bogosian, direção Daniel Herz, monólogo com Marcos Veras - 2016; “Pergunte ao Tempo” - de Otavio Martins - 2015; “A Comédia das Maldades” - direção Victor Garcia Peralta - 2015; “Falando a Veras” - texto, direção e atuação Marcos Veras, supervisão Fábio Porchat - 2014; “Atreva-se!” - direção Jô Soares - 2012; “Píramo e Tisbe” - de Vladimir Capella - 2011; “O Meu Amigo Pintor” - de Lygia Bojunga, direção Vladimir Capella - 2010; “O Colecionador de Crepúsculos”, de Vladimir Capella - 2009 (...). VANESSA VELLONI - COORDENAÇÃO GERAL A produtora cultural Calla Produções Artísticas iniciou suas atividades em 2014 vem realizando projetos teatrais e projetos voltados para formação de plateias nas periferias do Brasil. Centralizada na sua proprietária, Vanessa Velloni, com formação superior em Administração de Empresas pela Universidade de Guarulhos, iniciou na área artística como sócia da Velloni Produções Artísticas, fundada em maio de 1999, juntamente com o produtor teatral Rodrigo Velloni. Idealizadora e produtora do premiado projeto “Ensaiando um País Melhor!”, Prêmio ADVB Top Social SP 2008 e Prêmio ADVB Top Social RJ 2009, projeto realizado desde 2006, do projeto “O Futuro está em Jogo!”, desde 2008. No ano de 2009, assinou a produção do espetáculo “O Colecionador de Crepúsculos”, que cumpriu temporada no teatro Popular do Sesi, que foi indicado em 13 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, sagrou-se vencedor em 4, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2009. No ano de 2010, assinou a produção do espetáculo “O Meu Amigo Pintor”, de Vladimir Capella, que foi indicado em 4 categorias do Prêmio Femsa, incluindo Melhor Espetáculo e Melhor Produção 2010. Em 2011, produziu o espetáculo teatral “Píramo e Tisbe”, também de Vladimir Capella, que cumpriu temporada no Teatro Popular do Sesi, que sagrou-se vencedor em 4 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2011. Idealizou e produz o espetáculo “Atreva-se!”, com direção de Jô Soares, que realizou temporada na capital paulista no ano de 2012, no Teatro das Artes do Shopping Eldorado, e cumpriu temporada na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2013, no Teatro do Leblon, e cumpriu turnê nacional por 18 capitais. (...) NEWTON MORENO - DRAMATURGO Dramaturgo, roteirista e diretor teatral. Formou-se Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp (com o espetáculo Primeiras Estórias, adaptado e dirigido por João das Neves, em 1995). Mestre e Doutor em Artes Cênicas pela USP. É autor de “Dentro” (que participou da Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI em 2002) e “A Cicatriz é a Flor”, estes dois textos juntos compõe a primeira etapa do Projeto Body Art; e “Agreste” montado pela Cia Razões Inversas em São Paulo. Por este texto ganhou o Prêmio Shell e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Crı́ticos de Artes) de melhor autor em 2004. Recebeu Bolsa Vitae de Artes em 2003 para realizar livre adaptação teatral do livro “Assombrações do Recife Velho” de Gilberto Freyre. Espetáculo montado em 2005 em São Paulo pelo grupo Os FofosEncenam. Escreveu “As Centenárias”, dirigido por Aderbal Freire Filho, que recebeu prêmio Contigo! e Shell de Teatro no Rio de Janeiro em 2008. É autor também de “Maria do Caritó', “O Livro”, “Jacinta”, e mais, recentemente “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão” (ganhador do APCA de Melhor Dramaturgia em 2019). Lançou seu primeiro livro de contos “Ópera” que foi adaptado para o palco pelo Coletivo Angu de Teatro; e o segundo livro de contos “Cidades Sensíveis” foi lançado em 2021. “Sueño” com seu texto e direção recebeu APCA de Melhor Espetáculo Presencial em 2021. Criou canções originais com Zeca Baleiro para o espetáculo “O Bem-amado” em 2022. Em 2023, estreou o espetáculo “A Divina Farsa” do qual assina a dramaturgia com Alessandro Toller. Roteirista dos filmes “Maria do Caritó” (2019) e “Agreste” com estreia prevista para 2023 Na Rede Globo, desenvolveu alguns trabalhos como a série “AMorteAmo”. SERGIO MÓDENA - DIREÇÃO GERAL Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: “Longa Jornada Noite Adentro”, de Eugene O’Neill, “Copacabana Palace- O Musical”, de Ana Velloso e Vera Novello (direção em parceria com Gustavo Wabner) “As Cangaceiras Guerreiras do Sertão”, musical de Newton Moreno, “Os Grandes Encontros da MPB”, de Pedro Brício, “Diários do Abismo”, de Maura Lopes Cançado, “Estes Fantasmas!”, de Eduardo De Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, “Os Vilões de Shakespeare”, de Steven Berkoff, “O Musical da Bossa Nova”, roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, "O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Politicamente Incorretos”, “Forró Miudinho” “Bossa Novinha- A Festa do Pijama” e “Sambinha”, musicais de Ana Velloso, “A Revista do Ano- O Olimpo Carioca”, de Tânia Brandão, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show “Paletó de Lamê – os grandes sucessos (dos outros)”. (...) . Seus espetáculos receberam mais de quarenta indicações e vinte cinco prêmios nas principais premiações do país. MARIANA SANTOS - ATRIZ Atua profissionalmente há 25 anos. Realizou diversos cursos na área com destaque para: Escola de Teatro Martins Pena; Casa de Cultura Lima Barreto; Teatro de Arena; Oficina de Musicais e interpretação para TV, com direção de Cininha de Paula, além de cursos de dança e canto. Formada em Pedagogia, desenvolve projetos ligados a teatro e educação. Dentre os seus trabalhos mais recentes, destacam-se os espetáculos: " Ópera As Malibran", com direção de Jocy de Oliveira; O musical" Crioula”, com direção de Stela Miranda; " O Riso de Karl& Marx, com direção de Eduardo Loyola; " The Rock Horror Show”, Sweet Charity" com direção de Carlos Leça, entre outros. Em 2004, foi convidada para integrar o espetáculo " No Conjugado" que se tornou sucesso de publico e mídia por ser encenado dentro de um apartamento de verdade, ficando três anos em cartaz. Passou pelos principais teatros do Rio de Janeiro. No fim de 2006, integra o elenco de solos de humor" PoutPouRir " com duração de Afra Gomes e Leandro Goulart, passando a escrever alguns solos. PoutPouRir também passou pelos principais teatros da cidade e terminou sua temporada comemorando três anos em cartaz, no Canecao e fazendo turnê pelo Brasil. Em janeiro de 2010, Mariana Santos estreiou o espetáculo " Fofoca" no teatro Clara Nunes, com direção de Marcelo saback. Integrou também o projeto Clube da Cena, e ficou um ano e meio no espetáculo "Surto" (...).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.