| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 30680829000143 | NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | 1900-01-01 | R$ 20,00 mi |
| 10456016000167 | SHELL BRASIL PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 9,48 mi |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 8,00 mi |
| 10573521000191 | MERCADOPAGO.COM REPRESENTAÇÕES LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
Este Plano Pluriuanual enseja a realização das atividades do biênio 2024-2025 da Bienal das Amazônias, o qual envolve os seguintes itens: a) Plano Anual: manutenção e demais cuidados com a sede da Bienal das Amazôniase equipe fixa no desenvolvimento de suas atividades contínuas; 2) Exposições de Arte: Programa 2a edição da Bienal das Amazônias 2025, que envolve pesquisa, exposições em sua sede e residência artística de artistas da Panamazônia; 3) Ações Pedagógicas e educativas da Bienal das Amazônias; 4) Encontro internacional entre gestores de instituições socioculturais do Sul Global a fim de constituir agenda de trabalho a partir da Amazônia; 5) Catálogos e publicações.
Exposições de Arte - PROGRAMA BIENAL 2025. A segunda edição da Bienal das Amazônias e suas iniciativas de residência e exposições que precedem a sua realização em 2025, incluídas neste plano plurianual, ainda não têm a curadoria definida nem arquitetos responsáveis pelo projeto expográfico. A escolha desses elementos será feita a partir das propostas submetidas por profissionais convidados. O processo de concepção do design arquitetônico de cada uma dessas ações é sempre guiado por um estreito diálogo com o projeto curatorial. Assim, ele se adapta às diretrizes delineadas pelos conceitos que moldam o programa em questão e procuram criar um projeto expográfico que explore as potencialidades dos espaços expositivos, as características únicas das obras e a intenção concebida, visando atender, ampliar e aprimorar esses elementos. Programa Educativo BIENAL DAS AMAZÔNIAS - 2024 – 2025 Todas as atividades do Programa, que abrangem a facilitação da cultura e a disseminação de conteúdos produzidos em cada ação pensada no programa expositivo cultural deste plano plurianual da Bienal das Amazônias, são isentas de custos, quer sejam presenciais ou online. Com durações variáveis, essas atividades são direcionadas a estudantes, professores, educadores e diversos públicos. A equipe de Educação da Bienal das Amazônias supervisionará essas atividades, com a possibilidade de participação eventual de especialistas convidados. Elas se apresentarão em diversos formatos, como palestras, workshops, práticas, encontros, pequenos cursos, atendimentos personalizados no local da exposição e visitas orientadas durante as mostras. Todas essas iniciativas serão apoiadas por materiais educativos. Estão planejadas as seguintes iniciativas: Difusão: Baseando-se nos conteúdos do programa expositivo e artístico da Bienal das Amazônias, está previsto um conjunto de atividades de divulgação que se estenderá até o final de 2025. Essas atividades são destinadas a professores, educadores, estudantes e profissionais de diferentes campos, visando a experimentação e reflexão coletiva sobre a Bienal das Amazônias e a arte contemporânea produzida na região. Esses eventos ocorrerão em parceria com instituições como museus, organizações culturais, secretarias de educação, diretorias de ensino e universidades, usando como base a sede da Bienal das Amazônias. Mediação: Com base nos conteúdos do programa expositivo e artístico da Bienal das Amazônias, serão realizadas várias atividades de mediação. Inclui um curso de treinamento para a equipe de mediação, voltado para estagiários e mediadores que participarão do programa cultural da Bienal, com uma carga horária de até 150 horas para cada ação planejada neste plano plurianual, divididas entre estudo à distância e preparação presencial. Além disso, serão realizadas visitas orientadas em diversos formatos, como visitas programadas para grupos, visitas temáticas, visitas para crianças, visitas acessíveis, visitas em inglês e espanhol, bem como mediações para visitantes não agendados. Publicação educativa: Essa publicação é a ferramenta principal da equipe e é sempre a primeira a ser produzida em cada nova edição da Bienal das Amazônias. Com uma tiragem de 15.000 exemplares, ela serve como guia para o programa de atividades de divulgação realizadas antes da exposição, sendo distribuída gratuitamente aos participantes das atividades e aos professores e educadores que participam das visitas orientadas nas atividades propostas pela Bienal das Amazônias.Itinerância da primeira edição da Bienal das Amazônias em Medellin e Bogootá - 2025Como parte do Programa do Plano Plurianual da Bienal das Amazônias 2024-2025, a Bienal das Amazônias expandirá sua atuação internacional com a realização de duas exposições em Medellín e Bogotá, apresentando um recorte da primeira edição do evento. Esta iniciativa está alinhada ao compromisso da Bienal em fortalecer a visibilidade da produção artística amazônica e ampliar o diálogo com públicos e instituições na Amazônia Internacional.A itinerância integra o plano plurianual da Bienal das Amazônias e está diretamente conectada às diretrizes curatoriais e expográficas que orientam o programa geral de exposições. A concepção das mostras será desenvolvida a partir do diálogo entre a curadoria e a arquiteta responsável pelo projeto expográfico, buscando potencializar a interação entre os espaços expositivos, as obras e o público.Exposições em Medellín e BogotáMedellín – A primeira exposição ocorrerá a partir de julho de 2025 no Museo de Arte Moderno de Medellín (MAMM). O espaço, reconhecido por sua atuação na cena artística latino-americana, proporcionará um ambiente ideal para apresentar a produção amazônica em um contexto de intercâmbio cultural e reflexão crítica.Bogotá – A segunda mostra acontecerá no Museo de Arte Moderno de Bogotá (MAMBO), a partir de novembro de 2025. Como uma das principais instituições culturais da Colômbia, o MAMBO oferecerá um cenário propício para ampliar a difusão da arte contemporânea da Amazônia brasileira e seus diálogos com a América Latina.Ambas as exposições serão compostas por um conjunto significativo de obras que representam as principais questões abordadas na primeira edição da Bienal das Amazônias, destacando a diversidade de linguagens e narrativas dos artistas participantes.Programa EducativoA itinerância da Bienal das Amazônias em Medellín e Bogotá contará com um Programa Educativo gratuito e acessível, visando aproximar diferentes públicos das questões artísticas e socioambientais levantadas pelas exposições. Essa iniciativa reafirma a Bienal das Amazônias como uma plataforma de intercâmbio e fortalecimento da arte amazônica no cenário latino-americano, promovendo conexões entre territórios, artistas e instituições.
OBJETIVO GERAL Construir conexões entre o vasto território amazônico, tanto a nível nacional quanto internacional, buscando fortalecer e capacitar a região por meio da arte produzida na Amazônia, bem como ampliar e difundir as artes e melhorar o acesso a bens culturais no norte do país. A Bienal das Amazônias objetiva ser plataforma de promoção a cultura e a arte da Amazônia, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento cultural e econômico da região e, por conseguinte, do Brasil. OBJETIVO ESPECÍFICO 1) PLANO ANUAL relacionado à manutenção e cuidados com a sede da Bienal das Amazônias, na cidade de Belém, Pará, bem como suas atividades contínuas, a fim de garantir a infraestrutura adequada para o seu funcionamento contínuo e a execução de suas atividades culturais; trata-se de novo aparelho cultural com quase 8 mil metros quadrados, localizado no centro comercial da cidade, importante espaço de requalificação do centro histórico, sem sua gentrificação, importante ferramenta de engajamento da comunidade local; possibilitar, também, a sua manutenção estrutural gerencial. 2) EXPOSIÇÃO DE ARTE Apresentar exposições de arte, em 2024, na sede da Bienal das Amazônias, como parte do projeto de pesquisa que prepara sua segunda edição. Isso envolve a pesquisa artística, curadoria, seleção de artistas e obras, além de planejamento e organização das exposições. O propósito é alinhar as exposições às temáticas relevantes da região amazônica e da arte contemporânea, enquanto coleta feedback para enriquecer a pesquisa e a preparação da segunda Bienal, promovendo assim a cultura e a expressão artística amazônida; Realização de residência artística para artistas panamazônicos na sede da Bienal das Amazônias, em 2024, com o propósito de desenvolver projetos artísticos que contribuirão para o projeto de pesquisa preparatório da segunda edição da Bienal. Isso envolve a seleção e suporte a artistas visuais, o desenvolvimento de obras e projetos significativos, sua integração à pesquisa, acompanhamento e orientação, bem como a promoção do impacto cultural na região amazônica, fortalecendo assim a expressão artística e a conexão entre a residência e a Bienal; Realização da segunda edição da Bienal das Amazônias, abrangendo desde a pesquisa e conceituação curatorial até a seleção de artistas e obras, o desenvolvimento de projetos expográficos e luminotécnicos, bem como a coordenação das etapas de montagem e desmontagem. 3) EDUCATIVO/PEDAGÓGICO. A Bienal das Amazônias é um evento cultural e educacional de grande importância, e como parte de seu compromisso, a entidade organizadora promove um programa educativo abrangente que visa enriquecer a experiência dos visitantes e incentivar a disseminação do conhecimento e discussões em torno da arte contemporânea e suas temáticas. PROGRAMA DE MEDIAÇÃO: Para garantir o acesso diversificado à arte contemporânea, a equipe de mediação oferece uma gama de serviços que atendem a diversos públicos. Isso inclui ações de mediação que adaptam a experiência artística para diferentes formas de interação com as exposições. Além disso, são realizados cursos de formação destinados aos educadores que desempenharão um papel essencial no atendimento às exposições e programações da Bienal. FOMENTO E DISSEMINAÇÃO: A Bienal das Amazônias promove a difusão do conhecimento artístico por meio de uma série de atividades, como palestras, encontros temáticos e minicursos. Essas iniciativas abordam os conteúdos das programações pela Bienal desenvolvidas. MATERIAL DE APOIO: Um elemento fundamental do programa educativo são as publicações educativas. Elas são concebidas e utilizadas como ferramentas essenciais para o desenvolvimento das atividades educativas relacionadas à Bienal das Amazônias. Essas publicações são disponibilizadas gratuitamente para professores e participantes das ações, contribuindo assim para a disseminação do conhecimento e aprofundamento das discussões em torno da arte contemporânea. 4) ENCONTRO GESTORES SUL GLOBAL O objetivo da Bienal das Amazônias em promover um encontro com gestores de eventos e instituições socioculturais do Sul Global é estabelecer uma plataforma de compartilhamento e aprendizado mútuo. Nesse encontro, cada participante terá a oportunidade de apresentar seus cases de sucesso relacionados às tecnologias sociais desenvolvidas para manter suas atividades plenamente funcionais. Essas tecnologias abrangem questões críticas como financiamento, tradução, circulação de obras e conhecimento. A ideia é que, por meio dessas experiências, um intercâmbio de boas práticas seja fomentado, resultando em uma agenda de trabalho colaborativa que se origina na Amazônia, mas se estende globalmente. Dessa forma, a Bienal busca fortalecer a comunidade de eventos e instituições culturais, estimulando inovações e soluções conjuntas para enfrentar os desafios enfrentados em contextos socioculturais diversos. 5) CATÁLOGO Publicações que pretendem catalogar todas as obras apresentadas na segunda edição da Bienal das Amazônias, com textos sobre obras, artistas e equipe curatorial, e 1.500 unidades bilingues; edições para demais projetos expositivos artísticos com informações sobre obras, artistas e equipe curatorial, 1.000 unidades bilingues; até 04 publicações sobre temas afins, com textos comissionados, 04 publicações com tiragem igual a 1.000 unidades cada.6) ITINERANCIA 1a EDIÇAO DA BIENAL DAS AMAZONIAS NAS CIDADES DE MEDELLIN E BOGOTÁ, COLOMBIA. Realizar-se-a itinerância de recorte expositivo com 50 artistas da primeira edição da Bienal das Amazônias nas cidades de Medellin (Museo de Arte Moderno de Medellin) e Bogotá (Museo de Arte Moderno de Bogotá) no segundo semestre de 2025, incluindo programa público educativo a ser desenvolvido junto a estas instituições.
A manutenção da Bienal das Amazônias é de extrema importância para a cultura e sociedade amazônica, nortista e brasileira como um todo. Sua missão abrange diversos aspectos que convergem para o fortalecimento da identidade e vitalidade cultural da região, bem como para o seu desenvolvimento econômico e social. A Bienal busca, antes de mais nada, promover a rica e diversificada cultura amazônica, proporcionando um espaço de destaque para a expressão artística local. Isso é de particular relevância, considerando a vastidão do território e a diversidade de culturas presentes na Amazônia, incluindo as comunidades indígenas e afro-amazônicas. Através da arte contemporânea, o projeto preserva e celebra essas tradições, reforçando sua importância e contribuindo para a sua valorização. A arte também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento econômico da região. Ao criar um espaço para artistas exibirem seu trabalho, a Bienal gera oportunidades de emprego e atrai o turismo cultural. Além disso, a residência artística promovida pelo projeto contribui para o desenvolvimento de elos e articulações nesta região de proporções continentais significativos que não apenas enriquecem a cena cultural, mas também têm o potencial de impactar positivamente a economia da cultura em toda a região norte e além. A educação desempenha um papel crucial no projeto da Bienal. Seu programa educativo não apenas enriquece a experiência dos visitantes, mas também capacita os educadores locais a desempenharem um papel essencial na promoção e disseminação do conhecimento sobre a arte contemporânea e suas temáticas. Isso contribui para uma compreensão mais profunda da arte e seu valor cultural, para além do fortalecimento das identidades amazônicas. Além disso, a Bienal busca promover a colaboração global ao estabelecer um encontro com gestores de eventos e instituições culturais do Sul Global. Isso cria uma plataforma de compartilhamento de boas práticas e inovações, que podem ser adaptadas e aplicadas globalmente. Isso fortalece não apenas a comunidade cultural local, mas também coloca a região amazônica no cenário internacional. A catalogação das obras e artistas envolvidos na Bienal é uma maneira de preservar o legado artístico da região e torná-lo acessível a um público mais amplo. Ao documentar e compartilhar informações sobre as obras e artistas, o projeto contribui para a preservação do patrimônio artístico e cultural da Amazônia. Finalmente, a escolha de localizar a sede da Bienal no centro histórico de Belém é uma estratégia inteligente para a revitalização urbana. Isso evita a gentrificação, preserva o caráter autêntico da área e contribui para a melhoria da qualidade de vida da comunidade local, ao mesmo tempo em que promove a cultura e a arte. Assim, a Bienal das Amazônias desempenha um papel multifacetado na promoção da cultura, desenvolvimento econômico, educação, colaboração global e preservação do patrimônio artístico e cultural da região, fortalecendo a identidade cultural amazônica e contribuindo para seu reconhecimento e valorização nacional e internacional. Dito isto, a Bienal das Amazônias enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Cujos objetivos, conforme artigo 3º da Lei 8313/91, são:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Catalogos: Miolo: 400 páginas em couché mate 170 gr, 4x4 cores, no formato 20x28 aberto. Capa em em 230 gr. Costurado, colado, com lombada quadrada colada na capa, acabamento tipo verniz de reserva.Publicacões: Capa: 26x67cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Couche Brilho L2 170g. Saida em CTP. Prova Digital. Miolo: 152 págs, 22x31.5cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Base D'agua F/V em Couche Fosco L2 150g. Saida em CTP. Prova Digital. Folha Guarda: 4 págs, 22x63cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco L2 250g. Saida em CTP. Prova Digital. Reforço Capa: 2 folhas, 22x63cm, sem impressão em Cartão Paraná. Material de apoio educativo: 28 páginas(7 lâminas), sendo CAPA: em papel AP 240g alta alvura, 4x4 cor(es) de impressão e o miolo(6 lâminas) em papel AP 120g alta alvura, 4x4 cor(es) de impressão
PLANO ANUAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Em conformidade com o Artigo 48 do Decreto 3.298 de 1999 e a Lei 13.146 de 2015, a Proponente se compromete a assegurar a acessibilidade para idosos e pessoas com deficiência. Isso inclui a disponibilidade de elevadores e escadas rolantes no prédio da sede da Bienal das Amazônias, banheiros adaptados e um sistema de sonorização de emergência. Além disso, que porventura venham a ser desenvolvidas fora das instalações da Bienal, serão realizadas em locais que cumpram as determinações previstas em lei, para além do fato de estarmos trabalhando diretamente com uma consultoria especializada em acessibilidade e inclusão para implementar medidas acessíveis em áreas como arquitetura, expografia, sinalização, comunicação, curadoria e mediação, incluindo treinamento para a equipe. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Para deficientes visuais e cegos: Fornecimento de audiodescrição e textos em braile. - Para deficientes auditivos e surdos: Disponibilização de intérpretes de Libras. - Para deficientes intelectuais: Implementação de medidas para acessibilidade cognitiva, como percursos mais simples e clara comunicação, além da disponibilização de fones antiruído para pessoas autistas. EXPOSIÇÕES DE ARTE ACESSIBILIDADE FÍSICA: Em conformidade com o Artigo 48 do Decreto 3.298 de 1999 e a Lei 13.146 de 2015, a Proponente se compromete a assegurar a acessibilidade para idosos e pessoas com deficiência. Isso inclui a disponibilidade de elevadores e escadas rolantes no prédio da sede da Bienal das Amazônias, banheiros adaptados e um sistema de sonorização de emergência. Além disso, que porventura venham a ser desenvolvidas fora das instalações da Bienal, serão realizadas em locais que cumpram as determinações previstas em lei. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Para deficientes visuais e cegos: Textos de parede com fontes ampliadas e audioguia acessível. - Para deficientes auditivos e surdos: Produção de vídeos em Libras. - Para deficientes intelectuais: Espaço de descanso para pessoas do espectro autista e medidas para acessibilidade cognitiva. CATÁLOGO E PUBLICAÇÕES: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O catálogo estará disponível para download em formato PDF, permitindo o acesso a pessoas com dificuldades de locomoção. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Para deficientes visuais e cegos: Recursos de acessibilidade no site, como alteração de contraste, ajuste de fonte e descrição de imagens. - Para deficientes auditivos, surdos e intelectuais: Não aplicável. OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Bienal das Amazônias garante acessibilidade física para idosos e pessoas com deficiência, incluindo elevadores, rampas, banheiros adaptados.a. Atividades fora das instalações são realizadas em locais acessíveis. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Para deficientes visuais e cegos: Material de apoio em fonte ampliada e Braile, além de maquetes táteis. - Para deficientes auditivos e surdos: Intérpretes de Libras e vídeo em Libras. - Para deficientes intelectuais: Medidas para acessibilidade cognitiva e fones anti-ruído. SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades públicas acontecem em espaços expositivos acessíveis, com textos de parede em fontes ampliadas e equipe de mediação preparada. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Contratação de intérpretes de Libras quando necessário. - Monitores capacitados para áudiodescrição. - Medidas para acessibilidade cognitiva e fones anti-ruído. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão disponibizados ôbinus adpatáves que permitam o fácil acesso a pessoas com deficiência e baixa mobilidade.
Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; EXPOSIÇÃO DE ARTE programa de exposição e culturais da Bienal das Amazônias e seu plano plurianual, poderá ser visitada de maneira online e gratuita, por meio das redes sociais do projeto e site, com todos os recurso de áudio, vídeo e legendas disponibilizados pele tecnologia que será empregada. Todas as atividades expositivas propostas por este projeto terão acesso gratuito nos espaços expositivos envolvidos pelo projeto nas cidades. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIOS todo o programa formativo e educativo a ser desenvolvido pr este plano plurianual serão de participação gratuita, respeitando o número de espectadores disponíveis pelo evento, conforme distribuição apresentada neste projeto. Algumas destas atividades serão. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.
FICHA TÉCNICA O Instituto Cultural Amazônia do Amanhã foi criado com o intuito de desenvolver ações que preservem e promovam o patrimônio cultural da região da Amazônia, uma das mais importantes do país, cobrindo 61% do nosso território e abrigando mais de 24 milhões de brasileiros. Porém, a mesma região, mesmo diante de tamanha diversidade e riquezas naturais e culturais, enfrenta grandes dificuldades nos indicadores de Desenvolvimento Humano, com esse índice chegando à 0,667 na região Norte no país, comparado à 0,754 da média brasileira. Além disso, os dez municípios com os piores IDH estão na região Norte. Diante desse cenário, o ICAA busca agir através da colaboração e engajamento de diferentes atores da sociedade para promover a cultura da região Amazônia, contribuindo para um melhor amanhã para a região e seu povo. Seus principais projetos são o "Gastronomia do Amanhã", "Irradiando cultura: com pipas e outras artes", já em sua segunda edição e a “Bienal das Amazônias”, importante ação em arte contemporânea que acontece em Belém, Pará, até o dia 05 de novembro de 2023 e que assume novo aparelho cultural no centro comercial da cidade. Será dele a responsabilidade de gerenciar financeira e executivamente o plano-plurianual aqui apresentado. Liane Gaby produtora executiva. Atua no mercado empresarial há 23 anos. Possui vasta experiência nas áreas de Comunicação cultural e empresarial; assessoria de imprensa; eventos corporativos; marketing político; media training; gerenciamento de crises e consultoria em comunicação. Com habilidades em formação de equipes de alta performance, é diretora do Departamento de Ação Cultural da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel). Fez parte do Comitê Belém 400 anos, responsável por planejar, organizar e captar recursos, durante 12 meses, para a realização das festividades que marcaram os 400 anos de Belém, em 2015. Atuou como coordenadora regional da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), diretora da Gaby Comunicação, empresa referência no Estado do Pará com extenso e significativo portfólio de clientes atendidos; com destaque para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA); Petrobras; Transpetro; Vale; Alcoa; Boulevard Shopping; Parque Shopping; Associação Comercial do Pará (ACP); Mc Donalds; Agropalma; Sebrae Pará; Banco da Amazônia; Banco do Brasil; Caixa Econômica Federal; Cyrela Brazil Realty; OI; Claro; TIM; Natura e Listel. A todos os clientes são oferecidos serviços de consultoria na área de projetos culturais; consultoria e assessoria em responsabilidade social; assessoria de imprensa; eventos corporativos; publicidade; produção de conteúdo; interatividade, além de redes sociais e endomarketing. Lívia Condurú – Diretora Geral Idealizadora e diretora executiva da Bienal das Amazônias, é Mestre em Artes, pela Universidade Federal do Pará, onde desenvolveu pesquisa sobre políticas públicas para a cultura no norte do Brasil. Atua há quase duas décadas como produtora cultural na Amazônia, elaborando e desenvolvendo ações socioculturais e em comunicação para e em parceria com as empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Mercado Livre, Vivo, Claro, Hydro, Vale, MRN, Fundo Vale e Natura. Keyna Eleison - Diretora Artística Keyna é curadora, atual curadora da 1ª edição da Bienal das Amazônias, foi diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Keyna é curadora. Pesquisadora, herdeira Griot e xamãnica, narradora, cantora, cronista ancestral. Mestre em História da Arte e especialista em História da Arte e da Arquitetura pela PUC – Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e bacharel em Filosofia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Membro da Comissão da Herança Africana para laureamento da região do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial (UNESCO). Curadora da 10ª Bienal Internacional de Arte SIART, na Bolivia
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.