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PRONAC 235167Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

SRA KLEIN

OS JAVALIS SELVAGENS COMUNICACAO E PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 894,5 mil
Aprovado
R$ 894,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-12-01
Término
2024-05-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto se refere à realização de apresentações do espetáculo "Sra Klein" abordando o tema da psicanalise, com foco na humanidade, a partir de um teatro forte, com uma carpintaria dramatúrgica potente, com início, meio e fim. Além, é claro, de apresentar ao público uma personagem fantástica, porém ainda pouco conhecida: Melanie Klein.

Sinopse

O projeto Sra. Klein, com texto do dramaturgo britânico Nicholas Wright, tradução de Thereza Falcão e direção de Victor Garcia Peralta, pretende apresentar ao público um triângulo formado pela personagem baseada na psicanalista austríaca Melanie Klein; sua filha, Melitta, que exerce o mesmo ofício e se opõe às teorias de Klein; e Paula, outra discípula da intelectual. Ana Beatriz Nogueira, Natália Lage e Kika Kalache compõem o elenco desse espetáculo sem pretensão biográfica ou de apresentação da obra completa da psicanalista, que expõe fragilidades e potências da mulher e da profissional Klein, fundadora da psicanálise infantil. O pano de fundo é a morte de Hans, filho de Klein, num acidente. Melitta credita a morte a avalanches do passado. A filha acha que o irmão cometeu suicídio e culpa a mãe pela educação pragmática, distante na infância. Paula é espectadora, cúmplice, e por vezes mediadora, dos conflitos, não deixando de expor também suas dores.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS * Realizar apresentações na cidade do Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2024. * Oferecer ao público um espetáculo de qualidade, comum a narrativa de tirar o fôlego e que conta com equipes de criação e técnica de referência para o teatro nacional. * Apresentar ao grande público a personagem Melanie Klein: fundadora da psicanálise infantil. * Trazer à cena a potência da figura feminina, representada pelas personagens Melanie Klein, Melitta e Paula, 3 mulheres judias refugiadas em Londres à época do Nazismo. * Convidar o público para uma reflexão sobre alguns embates como: psicanálise x humanidade, prática x formação, ações pessoais x ações profissionais condicionadas sempre às relações interpessoais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar, no primeiro semestre de 2024, 12 sessões do espetáculo no Estado do Rio de Janeiro. Da contrapartida social / ação formativa: - Realizar gratuitamente, 2 palestras no estado do Rio de Janeiro, com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino). A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Justificativa

Embora pouco conhecida do público e criticada por utilizar as técnicas de psicanálise em seus próprios filhos, a personagem-título da peça, a austríaca Melanie Klein viveu entre 1882 e 1960, foi discípula de Sigmund Freud e tornou-se referência para a psicanálise infantil, apesar de não ter formação em medicina. Em 1916, em Budapeste, teve o primeiro contato com a obra de Freud e fez análise com Sándor Ferenczi. Estimulada por ele, iniciou o atendimento de crianças. Em 1919 tornou-se membro da Sociedade de Psicanálise de Budapeste. No ano seguinte conheceu Freud e Karl Abraham, no Congresso Psicanalítico de Haia. Abraham convidou-a para trabalhar em Berlim. Em 1921, o marido se transferiu para a Suécia e Melanie permaneceu em Berlim com os filhos. A partir de 1923, passou a dedicar-se integralmente à Psicanálise e, aos 42 anos, iniciou uma análise de 14 meses com Abraham. Em 1924, no VIII Congresso Internacional de Psicanálise, Klein apresentou o trabalho A técnica da análise de crianças pequenas. Em 1927, Anna Freud publicou o livro O tratamento psicanalítico de crianças e Melanie criticou suas ideias, dando início a um subgrupo kleiniano na Sociedade Britânica de Psicanálise. No mesmo ano tornou-se membro da Sociedade. De 1929 a 1946, Melanie Klein realizou a análise em Dick, um menino autista com cinco anos. Em 1930 começou as análises didáticas e o atendimento de adultos. Em 1932 publicou a obra A psicanálise da criança, simultaneamente em inglês e alemão; em 1936 realizou conferência sobre O desmame; em 1937 publicou Amor, ódio e reparação, com Joan Rivière; entre 1942 e 1944 elaborou, com discípulos, a sua teoria. Em 1945, a Sociedade Britânica de Psicanálise foi dividida em três grupos: annafreudianos (freud contemporâneo), kleiniano e independente. Em 1947, aos 65 anos, publicou Contribuições à psicanálise. Em 1955 foi inaugurada a Fundação Melanie Klein. No mesmo ano foi publicado o artigo A técnica psicanalítica através do brinquedo; sua história, sua significação, escrito a partir de uma conferência de 1953. Em 1960, morreu aos 78 anos de idade. Pela importância da personagem-título do espetáculo, bem como de todos os assuntos a serem tratados na encenação, o projeto Sra. Klein se justifica. A lei rouanet é de suma importância no contexto cultural, pois se trata da ferramenta mais eficaz na busca de patrocínios a fim de viabilizar as produções teatrais do nosso país.

Estratégia de execução

O projeto SRA. KLEIN não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto SRA. KLEIN pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo SRA. KLEIN não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo SRA. KLEIN não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto SRA. KLEIN se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.

Especificação técnica

Epetáculo com 90 min de duração. Palestras com 60 min de duração.

Acessibilidade

Todos os teatros serão devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, assim como assistência pessoal, atendendo assim, as regras básicas afim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência. Também ofereceremos um tradutor em linguagem em libras e audiodescrição do espetáculo em duas apresentações na cidade do Rio de Janeiro. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo deverão, necessariamente, ser equipados com rampas de acesso, e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”.detalhar quais serão as medidas adotadas. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilizaremos fones de ouvido com a audiodescrição de cenário e figurinos do espetáculo para os deficientes visuais em 2 sessões da peça no Rio de Janeiro, todas devidamente informadas no material de divulgação. Item orçamentário - audiodescrição e locação de equipamentos ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Ofereceremos um tradutor de linguagem em libras em sessões da peça 2 sessões à escolher, ambas devidamente informadas no material de divulgação. Item orçamentário - Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o espectador até o seu local na plateia e reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item orçamentário - Monitor PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os teatros serão devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia e de seu acompanhante. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Também ofereceremos um tradutor de linguagem em libras nas 2 palestras oferecidas na contrapartida social que ocorrerão no Estado do Rio de Janeiro, devidamente informadas no material de divulgação. Item do orçamento: Intérpretes de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o participante das palestras até o seu local na plateia. Item do orçamento: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de palestras com apenas falas, não vimos a necessidade da audiodescrição, mas o palestrante mencionará como estará situado no palco. O monitor também conduzirá o espectador até seu local na plateia, assegurando a reserva de lugar no corredor, , perto da saída de emergência; igualmente priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item do orçamento: Monitores Dessa forma, atenderemos as regras básicas dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015, art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999 e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, a fim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência.

Democratização do acesso

A fim de alcançar um público heterogêneo, advindo de diversas regiões da cidade, de variadas condições socioeconômicas e diferentes níveis educacionais, disponibilizaremos conforme plano de distribuição: Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. V – 50% dos ingressos comercializados a valores de R$ (inteira) e R$ (meia entrada) E atendendo a IN nº 1 de 10 de abril de 2023: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Como ampliação de acesso, para que todos tenham direito a cultura, realizaremos um ensaio aberto gratuito para a camada social mais desfavorecida economicamente da nossa sociedade.

Ficha técnica

VICTOR GARCIA PERALTA - DIRETOR Diretor argentino, formado no “PICCOLO TEATRO DI MILANO” (Itália) sob direção de Giorgio Strehler. Estudou direção de cinema “ESCUELA DE CINE DE ELISEO SUBIELA” (Buenos Aires/Argentina). Na Argentina, recebeu o Prêmio Molière de melhor direção por LAS LÁGRIMAS AMARGAS DE PETRA VON KANT, de R. W. Fassbinder, e o Prêmio Maria Guerrero de melhor direção por LA SEÑORA KLEIN, de N. Wright. No Brasil, com OS HOMENS SÃO DE MARTE, E É PRA LÁ QUE EU VOU!, de Mônica Martelli, recebeu o Prêmio Qualidade Brasil.Por TEBAS LAND, de S. Blanco, recebeu o Prêmio Botequim Cultural de melhor direção. EDUARDO BARATA - PRODUTOR E ASSESSOR DE IMPRENSA O produtor e jornalista Eduardo Barata - diretor da Barata Produções, vencedor do prêmio FAZ DIFERENÇA, na categoria Segundo Caderno / Teatro / O Globo e do CARIOCA NOTA 10, da Veja Rio -atua no mercado de produção teatral e comunicação cultural há mais de três décadas. Acumula mais de 50 peças produzidas e em torno de 1.000 espetáculos assessorados para a imprensa. MARIDO DO DANIEL: direção Gilberto Gawronski, com Bruno Cabrerizo, Ciro Sales, Alexandre Lino, Dedina Bernardelli e José Pedro Peter.FULANINHA E DONA COISA: direção Daniel Herz, com Nathalia Dill, Vilma Melo e grande elenco.ESTÚPIDO CUPIDO: direção Gilberto Gawronsky, com Françoise Forton, Carla Dias e grande elenco.ZÉ TRINDADE: direção João Fonseca, com Paulo Mathias Jr, Alice Borges e grande elenco.JIM: direção Paulo de Moraes, com Eriberto Leão e Renata Guida.NÓS SEMPRE TEREMOS PARIS: direção Jacqueline Laurence, com Françoise Fortone Aloísio de Abreu.MINHA VIDA DARIA UM BOLERO: direção Rubens Camelo e Paulo Denizot, com Françoise Forton e Aloísio de Abreu.ZEZÉ: A VINGANÇA DO ESPELHO: direção Amir Haddad - com Betty Gofman THEREZA FALCÃO - TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO Thereza iniciou sua formação na Faculdade de Teatro da Universidade do Rio de Janeiro e em cursos do Teatro Tablado. Participou como atriz em alguns espetáculos infantis. Foi diretora, por 5 anos, do espaço cultural Casa de Ensaio, no bairro Humaitá (Rio de Janeiro), onde dirigiu seus primeiros espetáculos, com textos de August Strindberg ("Simum") e Agatha Christie ("O Caso dos Dez Negrinhos"). Escreveu e dirigiu peças infantis como "A Arca de Noé", "Misssão Super Secreta" (em São Paulo remontada com o título de "Brincando na Chuva", com Marco Ricca) e "A História de Topetudo". Por este último, recebeu o Prêmio Coca-Cola de melhor texto e melhor espetáculo de 1997. Desde 1999 é roteirista da Rede Globo de Televisão, onde já escreveu para vários programas, como os especiais de fim de ano "Dom" e "Correndo Atrás", as telenovelas infantis "Sítio do Picapau Amarelo" e "Bambuluá", os programas "O Pequeno Alquimista", "O Jogo", "TV Globinho", "Garotas do Programa" e "Turma da Mônica" e para a telenovela "O Profeta". Em 2017 escreve em parceria com Alessandro Marson, a telenovela Novo Mundo.[1] Para o Canal Futura escreveu "Um Pé de Quê" e "Escola Digital". ANA BEATRIZ NOGUEIRA - ATRIZ Ana Beatriz Soares Nogueira (Rio de Janeiro, 22 de outubro de 1967) é uma atriz e produtora brasileira. Artista profícua, foi laureada ao longo de sua carreira de quatro décadas com várias premiações, incluindo dois Prêmios Qualidade Brasil, um Molière e o festejado Urso de Prata do Festival de Berlim, além de ter recebido indicações para dois Prêmios Guarani e um Prêmio APTR. Nogueira iniciou sua carreira no Teatro Amador ao lado de grandes nomes do teatro nacional. Sua estreia profissional foi em Ubu Rei (1984), no mesmo ano em que estreou na televisão na minissérie Santa Marta Fabril S.A., da extinta Rede Manchete.[1] No entanto, foi no cinema em 1987 que ela conseguiu sua primeira consagração artística ao interpretar a personagem principal em Vera, pelo qual ela foi amplamente elogiada, vencendo prêmios de melhor atriz em festivais pelo mundo, em especial o renomado Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival Internacional de Cinema de Berlim. No cinema, Nogueira ainda se destacou em muitas produções durante a década de 1990 e os anos 2000. Ela esteve em personagens importantes nos filmes Matou a Família e Foi ao Cinema (1991), pelo qual foi eleita Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado; no drama jornalístico Jenipapo (1995) como a jornalista "Márcia"; na cinebiografia Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão (2000), onde interpretou a pianista Lucília Guimarães e recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Guarani de Melhor Atriz Coadjuvante; no suspense Querido Estranho (2002) como "Teresa"; e, na adaptação da obra de Nelson Rodrigues O Vestido (2004), pelo qual novamente foi indicada ao Prêmio Guarani de Melhor Atriz Coadjuvante. Na televisão, se destacou nas telenovelas. Ela é lembrada por suas atuações em O Rei do Gado (1996), como a integrante do MST "Jacira", e Celebridade (2003), como a ambiciosa "Ana Paula", papel que lhe rendeu dois Prêmios Qualidade Brasil. Nos anos recentes, passou a ser requisitada para personagens mais marcantes em produções da TV Globo, onde se especializou, sobretudo, em interpretar mães possessivas e controladoras, e se tornou uma das atrizes mais populares da teledramaturgia. Entre os seus destaques, incluem-se Caminho das Índias (2009), A Vida da Gente (2011), Saramandaia (2013), Em Família (2014), Além do Tempo (2015), Rock Story (2016), Um Lugar ao Sol (2021) e Todas as Flores (2022). NATALIA LAGE - ATRIZ Aos quatro anos de idade, incentivada pelo pai, um administrador de empresas, Natália Lage participou de diversos comerciais. Depois do primeiro, para a Caixa Econômica Federal, foi muito requisitada, anunciando desde refrigerantes a creme dental. Aos nove anos, era da escola direto para os estúdios da Rede Globo, para gravar episódios do seriado Tarcísio & Glória, exibido entre abril e dezembro de 1988 e protagonizado por um famoso casal da TV brasileira, Tarcísio Meira e Glória Menezes. Natália faz novelas desde os dez anos - quando estreou em O Salvador da Pátria. Foi a protagonista da novela O Amor Está no Ar, em 1997. Em 1999 interpretou Marina em Malhação, uma das personagens principais da temporada, onde permanece na temporada seguinte também, saindo do seriado com bastante popularidade entre os adolescentes. Em seguida fez participações especiais nas novelas A Padroeira, Kubanacan e Da Cor do Pecado. Foi a vilã Beatriz na novela A Lua Me Disse, de Miguel Falabella com a personagem que disputa o amor do galã Wagner Moura. No teatro, encenou diversos espetáculos como Zastrozzi, montagem de Selton Mello e Daniel Herz para texto do canadense George Walker, Orlando com o texto de Virginia Woolf na direção de Bia Lessa e Eu Nunca Disse que Prestava com texto de Adriana Falcão e Lu Pessanha, dirigida por Rodrigo Penna. No cinema, participou dos filmes O Homem do Ano, adaptação de José Henrique Fonseca, para o romance O Matador, de Patrícia Melo. É esteve no elenco de 2 Filhos de Francisco e de Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida. Esteve no espetáculo teatral Quando Se é Alguém, baseado no texto de Luigi Pirandello (1867-1936) traduzido pela diretora e pesquisadora Martha Ribeiro. Em 2010, esteve no elenco do filme Como Esquecer interpretando Lisa, nesse mesmo ano ela esteve no teatro com a peça Comédia Russa, escrito por Pedro Brício e a direção é de João Fonseca. Natália fez parte do elenco de A Grande Família até 2011, quando deixou o seriado. Natália fez parte do elenco do seriado Tapas & Beijos, interpretando a dançarina Lucilene. Em 2013, participou do elenco do filme Vai que Dá Certo como Jaqueline,personagem que voltou a interpretar em uma continuação em 2016. KIKA KALACHE - ATRIZ Christiana Kalache, também conhecida como Kika Kalache, nasceu em 24 de março de 1972 no cidade do Rio de Janeiro. Começou no teatro fazendo curso de interpretação com o diretor Carlos Wilson. Fez curso de formação em Teatro na Faculdade da Cidade. Em 1993 foi para Paris estudar Teatro no Sorbonne Nouvelle Paris III. Como atriz, atua no teatro profissional desde 1989, participando de montagens de autores consagrados, como Os Gigantes da Montanha, de Luigi Pirandello, dirigida por Moacyr Góes; O Pedido de Casamento, de Anton Tchecov, sob a direção de Marcus Alvisi; O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, dirigida por Enrique Diaz; O Mundo é um Moinho, de Fauzi Arap. Também está no elenco de Divinas: Uma Comédia Politicamente Incorreta, de Paula Cohen e Lu Grimaldi, com direção de Camilla Amado; Os Vermes, adaptação de Walter Daguerre para o livro homônimo de Marcus Aurelius Pimenta e Jose Roberto Torero, com direção de Marcelo Valle e Vinícius Arneiro; Sonho de Outono, de Jon Fosse, direção de Emílio de Mello, entre outras. Com a peça Melodrama, de Filipe Miguez, direção de Enrique Diaz, viajou para temporadas em Miami, Nova York, Porto Rico e Portugal. No cinema, estreia, em 2001, no filme Lavoura Arcaica, de Luiz Fernando Carvalho. Na televisão ganhou destaque na televisão após interpretar a Maria Breteira Bebela da novela América da Rede Globo. A personagem e suas primas viviam atrás dos peões nos rodeios, e por ficarem sempre próximas à breta, onde ficam os peões antes de entrarem na arena, ganharam esse apelido. Mas, esse não foi seu primeiro trabalho na televisão. Sua carreira começou na novela O Clone quando interpretou a personagem Aninha. A atriz participou ainda de um dos episódios das séries Sob Nova Direção e Casos e Acasos. Na novela Cobras & Lagartos ela foi Kika Padilha. Em 2010, está no elenco da novela Ti Ti Ti da Rede Globo. Em 2012, é uma da empregadas domésticas da novela Cheias de Charme.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.