| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03237583000167 | COPA ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 535,6 mil |
| 19527639000158 | Energisa Minas Gerais - Distrbuidora de Energia S/A | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
Projeto de formação e difusão com ênfase em música de concerto, voltado à jovens matriculados na rede pública de ensino , onde serão ministradas gratuitamente aulas de instrumentos de orquestra, canto coral com praticas de apresentação em grupo.
-Concerto com grupo de referencia de coral e Orquestra da Fundação Zahran; Será realizado por alunos diversos de todas as unidades do projeto, para realização de concerto/mostra musical do que é realizado na ação; Instrumentos utilizados na apresentação: Cordas, sopros, percussão e grupo vocal; Número de participantes na apresentação: 30 alunos Obras apresentadas: Musica Brasileira, Musical Regional de MS e obras didáticas estudadas nos cursos oferecidos pelo projeto. Concerto a ser realizado em: teatro, auditório e evento culturais na cidade de Campo Grande As apresentações podem ser realizadas com os grupos de instrumentos juntamente com coral e /ou separados. Serão realizados 2 concertos em espaços culturais e um concerto a APAE Campo Grande ou em instituição que trabalha com pessoas portadoras de necessidades especiais.
Objetivo Geral: Articular toda a expertise de patrimônio técnico e humano acumulados durante mais de vinte anos pela Fundação Ueze Elias Zahran na prestação de serviços à comunidade através de diversos segmentos, e coloca-los estrategicamente à disposição da realização de um projeto de "educação musical" que tem como foco utilizar a eficácia do ensino musical como ferramenta de desenvolvimento humano. Esse projeto em particular, objetiva em alcançar o público alvo através de estratégias e táticas que partem do conceito de núcleos em comunidades específicas onde haja demanda, núcleos esses que serão instalados em sedes e geridos em parcerias com instituições do terceiro setor (associações de bairro, igrejas, centro espiritas, Ong’s), e prosseguem com a elaboração e prática de aulas com conteúdo embasado na música de concerto, porém com linguagem acessível, com apresentações regulares dos grupos nas suas próprias comunidades, e com a integração de todos os grupos na formação de uma orquestra que irá fazer apresentações em espaços públicos, em caráter inteiramente gratuito, para plateias heterogêneas e diversificadas, num processo de integração entre artista, público e formação de plateia. Objetivos específicos: Produto: Curso / Oficina / Estágio - Atender 300 crianças e adolescentes com aulas de música (168 projeto coral e 132 projeto de orquestra) -Desenvolver parceria direta para realização do projeto no espaço com 8 instituições de Campo Grande sem fins lucrativos, com vocação social e cultural, utilizando seus espaços físicos e em contrapartida atendendo a demanda da comunidade local. -Instalar 8 núcleos em bairros diferentes e com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, tendo cada núcleo a capacidade para atender entre 30 e 40 alunos. -Atender 1 ou 2 núcleos (no mínimo), instalados em aldeia indígena, e/ou, comunidade quilombola -Atuar durante 10 meses em cada um dos núcleos, ministrando aulas, realizando ensaios de naipe e ensaios gerais. -Instalar em cada um dos 8 núcleos 1 oficina, sendo de Canto coral ou instrumentos de orquestra, totalizando 8 oficinas. - Ministrar 2 aulas por semana para cada aluno com duração de uma hora cada aula, perfazendo 600 horas semanais, 2400 horas mensais e aproximadamente 24000 (vinte e quatro mil) horas no todo do projeto. -Realizar um ensaio (aberto ao público) por mês em cada um dos núcleos, totalizando 8 ensaios por mês e 80 ensaios no todo projeto -Realizar 4 ensaios gerais durante o projeto com todos os grupos reunidos. -Fornecer um Kit lanche para cada aluno em dia de aula (considerando que é contra turno), totalizando 300 por mês e 3000 no todo do projeto -Disponibilizar como forma de contra partida a sessão de direito de uso de 90 instrumentos (Cordas, sopro e percussão), de propriedade da "FUNDACAO UEZE ELIAS ZAHRAN", para utilização nas aulas e apresentações do projeto. -Fortalecer a cadeia produtiva do setor musical contratando de forma remunerada, composta por 11 profissionais sendo 1 coordenador técnico, 1 diretor artístico, 4 professores de canto coral e 5 professores de intrumento musical. -Atender portadores de necessidade especiais, preferencialmente com deficiências relativas à membros inferiores e deficiência visual. - Oferecer bolsa incentivo a 20 alunos que serão selecionados conforme critérios pré-estabelecidos e descritos no campo "colocar campo" Produto: Apresentação musical -Realizar 7 apresentações, sendo 5 apresentações da orquestra e 2 do coral. -Atender à uma média de 500 expectadores através de cada apresentação Master, perfazendo um total de 3.500 espectadores e ouvintes nas três edições. -Contemplar 1 das 7 apresentações Masters para a APAE de Campo Grande como estratégia de formação de plateia e fomento à política de acessibilidade. -Garantir que a presença do público das apresentações masters seja composto de no mínimo 10% de oriundos de comunidades indígenas e remanescentes quilombolas.
Enunciado: Entendendo ser nosso projeto um instrumento de cunho cultural, de interesse social e, de responsabilidades moral e legal, vimos justificar e embasar nossa proposta através de uma relação direta entre os conceitos e ações nela contida e os dispositivos legais federais que disciplinam o setor cultual produtivo. Ao final das exposições de cunho legais, faremos um breve descritivo sobre o histórico de nossa instituição e de nosso olhar para a importância da realização desse projeto na contribuição da melhora do tecido social, especialmente na camada onde se pretende atender. Esperamos sermos felizes em nossa dissertação e, que ela traduza todo nosso compromisso com a missão que aqui propomos, e que tal felicidade se complete com a aprovação deste, que pra nós, é um significativo pleito. Embasamento legal De acordo com o que com o que preconiza o artigo 1° da lei 8313/91, seguem abaixo os incisos aos quais o presente projeto contempla, seguidos das ações correlatas, ações essas, detalhadas nos campos pertinentes (identificação da proposta, responsabilidade social, detalhes técnicos e outras informações), identificadas no plano de distribuição e quantificadas monetáriamente por meio de valores expressos nas rubrícas do orçamento do projeto: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; " Todas as ações do projeto foram pensadas para que o mesmo seja um facilitador ao acesso à música de concerto, seja por meio do processo educacional, onde o público que se pretende atender tem pouco, ou nenhum, acesso a a bens culturais, ou no processo de difusão, onde as platéias a serem contempladas são heterogêneas e, em grande parte, de classes sociais menos privilegiadas, pertencentes a grupos com estigmas de exclusão social ( indígenas, remanescentes quilombolas, portadores de nescessidades especiais etc.)" II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; " O projeto é fortalecedor da cadeia produtiva do setor de música de orquestra na medida em que os diretores artísticos, os coordenadores técnicos e professores são de corpos estáveis do município de Campo Grande e região, e a remuneração prevista reforça seus orçamentos, impedindo assim que eles partam para outros mercados urbanos (do sudeste por exemplo) onde o movimento é mais pungente. Outro aspécto que reforça esse conceito é a opção por instalar dois polos em aldeias indígenas e propor a adoção de temas indígenas e folclóriocos da região do Mato Grosso do Sul (juntamente com obras clássicas óbviamente) na construção do repetório que será executado, tanto nas aulas, quanto na apresentações referentes ao projeto". V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; " Vide teor do item,anterior, que se complementa com as ações previstas no projeto com relação as comunidades remanecentes quilombolas que serão atendidas tanto pelas oficinas, quanto na influência de construção de repertório" VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; "Vide teor das argumentações dos itens anteriores" VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; "Vide teor dos itens anteriores, pois mencionamos o trabalho a ser feito com povos indígenas locais" VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; "Vide teor das argumentações dos itens anteriores", e também vale acrescentar que musica, por sí só já é um bem de valor universal, e o conteúdo, tanto das aulas, quanto do repertório das apresentações, é em grande parte composto por obras classicas e eruditas que, além de patrimôno global, estão encrustradas na memória do inconciente coletivo universal. IX - priorizar o produto cultural originário do País. "Vide teor das argumentações dos itens anteriores", Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; " É um projeto de formação cultural, com foco em música de concerto, voltado à crianças e jovens matriculados na rede pública de ensino, realizado em espaço de instituições sem fins lucrativos e oferecidos de forma inteiramente gratuíta". II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; "O projeto prevê diversas apresentações de espetáculos musicais, com ingresso inteiramente gratuito, com temas folclóricos das culturas pantaneira, quilombola e indígena traduzidos e interpretados a partir de arranjos para orquestra." d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; "Vide teor das argumentações dos itens anteriores" A Fundação Ueze Elias Zahran nos seus mais de 20 anos de atuação realizou diversas ações culturais, de cidadania no estado de MS. Por entender que a construção de nosso futuro depende da valorização das crianças e jovens, vimos buscando parcerias e desenvolvendo ações de formação cultural direcionadas ao público em situação de vulnerabilidade social busca essa, que tem nos levado a realizar projetos continuados na área da musica dos quais destacamos os projetos Orquestra Infantil Indígena de Campo Grande (que já atendeu mais de 200 pessoas desde o início da ação em 2015), Orquestra Infantil (realizada no Jardim Centenário em Campo Grande e já atendeu mais de 300 pessoas), Projeto Pontos Cardeais (que já atendeu mais de 250 crianças nos bairros Jardim das Perdizes, Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, Nova Lima e Copavila II), além de apoiar diversos outros projetos de difusão cultural, destacando os especiais do Moinho Cultural de Corumbá, Festival Encontro com a Música Clássica, FesMorena, etc. Temos plena consciência, não apenas pela via conceitual, mas pela prática, que o contato da criança/adolescente com atividades culturais auxilia no desenvolvimento intelectual e da personalidade, despertando curiosidades, promovendo o conhecimento, aguçando os sentidos sensoriais humanos e que esses contatos aliados à promoção da integração com cultura local, promovem um sentimento de pertencimento e valorização do que está a sua volta, e esssa alquimia abre um caminho de possibilidades, dantes inimagináveis, e transforma realidades individuais e coletivas. Compromisso com a qualidade musical no papel de ferramenta de apoio aodesenvolvimento individual e, construção de um tecido social mais promissor. Sim, essa é maior justificativaque temos para o presente pleito e, para tanto, nos empenhamos para a elaboração de uma proposta digna, tanto do ponto de vista conteúdista, quanto orçamentário. Agradecemos a oportunidade da propositura e ansiamos positivamento pelo deferimento em questão.
-Projeto pedagógico Ensino Musical Coletivo e Conteúdo Programático 1- Breve explanação A adoção do estudo dirigido como técnica metodológica em oposição ao ensino explanatório e dissertativo. Assim sendo, o professor impõe e controla a disciplina de trabalho que com frequência falta ao aluno em seu estudo solitário. Interação entre os alunos Em grupo o aluno tem seu rendimento aumentado ao observar seus colegas, isso ocorre através de dois processos distintos e complementares: No primeiro, o aluno percebe que a maioria dos colegas padece das mesmas dificuldades. No segundo, supera suas dificuldades ao imitar os procedimentos de um companheiro vizinho. Resultado musical O resultado musical concreto acontece em menor tempo para um grupo que para um estudante solitário. Após aprender uma simples escala o grupo estará apto a executar arranjos harmonizados, o que é bastante estimulante. Processos do trabalho do professor Conseguir a atenção constante dos alunos. Portar-se desde o início como um misto entre regente e professor. Dirigir-se igualmente a todos os alunos. Falar sempre objetiva e claramente. Falar o essencial; o tempo de trabalho é precioso. Exigir disciplina com elegância e cordialidade. 2-Conteúdo detalhado a ser aplicado: Prática de Canto Coral Etapa 1 Classificação vocal dos alunos Noções de técnica vocal aplicada ao Canto Coral Exercícios de vocalize ascendentes e descendentes em grau conjunto em escala diatônica. Etapa 2 Prática da música vocal em conjunto. Estudo de repertório Coral a capella e/ou com acompanhamento instrumental Execução de uma peça para coral. Etapa 3 Exercícios de arpejos ascendentes e descendentes. Realização de mais uma obra Coral. Etapa 4 Vocalizações, Articulações. Realização de mais 2 obras Corais de estilos distintos. Etapa 5 Vocalizações, Articulações. Realização de mais 1 obra Coral. Etapa 6 Execução do repertório aprendido Orquestra – Cordas turma iniciantes: Sentar-se adequadamente Segurar o instrumento Conhecer as cordas soltas Tocar as cordas soltas em pizzicato Tocar as cordas soltas em pizzicato ou com arco com durações de 1/4; 1/2; 1, 2, 3, 4 e notas com ligados. Trabalho com o dedo 1,2 e 3 para violino e 1,3 e 4 para violoncelo Escala de Ré e Sol Maior e Lá menor com duração de de 1/4; 1/2; 1, 2, 3, 4 e notas com ligados. Exercícios de arco inteiro e meio arco, 1/4 de arco. Exercícios de retomada de arco Melodias a ser aprendidas Tonalidade de Ré - Brilha Brilha Estrelinha, Remando Suavemente, Antiga Canção Francesa, Asa branca, Ode Alegria, May Song, Perpetual Motion, Além do Arco Iris, Allegro. Tonalidade de Sol - Rigadoon, Ode Alegria em G, Valsa do Imperador, Adeste Fidelis e Mercedita Chalana e Tema do filme Rei Leão. Orquestra de Cordas turmas avançadas: Estudo de escalas e arcadas: Escala de Ré duas oitavas, escala de Sol em duas oitavas, escala de Lá Menor duas oitava, escala de Fá em duas oitavas, estudo de ligados (arco) de 2, 3 e 4 notas, técnica de arco tremulo, estaca, detachê. Inícios de obras a 4 vozes (violino 1 e 2, viola e violoncelos e baixo) Musica estudas: : Dança Caiçara, Canto dos Índios Coroado, Canto paraibano, Minueto e trio de Haendel, Yesterday, Canon, Mercedita, Trem do Pantanal. Minueto 1 e 2 Bach. Orquestra – Sopros (turma iniciante): Conhecendo o instrumento, Flauta, Fagote e Oboé; Cuidados com o instrumentos (limpeza e montagem) Estudo dirigido para instrumentos de sopro; Estudo de escala de dó em uma oitava; Estudo de escala de Sol em uma oitava; Melodias aprendidas: Brilha Brilha Estrelinha, Remando Suavemente, Antiga Canção Francesa, Asa branca, Ode Alegria, May Song, Perpetual Motion, Além do Arco Iris, Allegro,
PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade Física: - Vagas sem limites de números para portadores de deficiência físicas. Acessibilidade para Deficientes Visuais: - 10% das vagas dos cursos de percussão e canto voltada para deficientes visuais. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: - Será divulgada a oferta de uma oficina direcionada a deficientes auditivos, que caso haja demanda será realizada uma aula palestra por mês voltada ao segmento que incluirá os músicos de cada um dos instrumentos do curso que proporcionarão experiências vibracionais acompanhadas de um professor de libras (constante na planilha orçamentária) que fará uma interação entre os alunos e os instrutores musicais com a missão de descrever o histórico e função dos instrumentos, bem como transmitir dúvidas e curiosidades dos participantes. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade Física: - Nos comprometemos em utilizar parte da verba de divulgação para confecção de sinalização de espaço prioritário para portadores de necessidades especiais, sinalização essa que será utilizada nas apresentações dos concertos; Acessibilidade para Deficientes Visuais: - Monitoramento especial por parte dos professores à portadores de deficiência visual. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: - Contratação de interprete de libras para transmitir simultânea das apresentações. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: - Das três apresentações Masters previstas no produto de "Apresentação Musical", uma é exclusiva para alunos e membros da APAE de Campo Grande.
Projeto de formação e difusão musical com ênfase em música de concerto a ser desenvolvido em núcleos. Serão ministradas aulas de instrumentos de orquestra, bem como de canto coral para jovens matriculados na rede pública de ensino, preferencialmente em situação de vulnerabilidade, sendo que em especial atenderemos através de dois dos núcleos comunidades indígenas. Como resultado, o projeto objetiva a formação de grupos musicais compostos em cada núcleo e a fusão desses grupos em uma "Orquestra Jovem" que irá circular difundindo o resultado do trabalho através da execução de um repertório que parte do universo da música indígena e passeia por obras da música folclórica, nacional e internacional, além de temas clássicos consagrados e com arranjos eruditos. Entendemos que o projeto em si seja uma ferramenta de democratização de acesso, na medida em que foi pensado para levar o ensino musical de qualidade para comunidades, caracteristicamente, com pouco ou nenhum acesso à bens, equipamentos e serviços culturais. Tais afirmações são facilmente constatadas tanto no teor dos textos da identificação da proposta, quanto no próprio formato da estrutura orçamentária e, se confirma através do plano de distribuição. Podemos afirmar, sem medo de engano, que o presente projeto foi construido por sobre pilares de conceitos da democratização de acesso e, esse fato é constatável pelo próprio principio da ideia que, se baseia na oferta gratuita de educação musical para crianças e jovens de bairros com população de baixa renda, objetiva o a atendimento de uma população de vulnerabilidade social e tem uma estratégia que conclama a participação das comunidades onde as ações se pretendem. Além das afirmações aqui declaradas, temos abaixo uma lista de dados aos quais o projeto se compromete e que, certamente ratificam o teor do nosso discurso. -Acesso totalmente gratuito à todas as ações e atividades do projeto, sejam elas formativas ou de difusão -Previsão de atendimento à um público direto de 300 crianças e jovens nas oficinas -Atendimento a cerca de 900 espectadores nas apresentações dos concertos musicais -Atendimento a cerca de 800 espectadores nas apresentações dos gupos em sua comunidades -Ao todo será um atendimento gratuíto a cerca de 2300 pessoas entre aulas e apresentações -Parceria direta com 8 instituições sem fins lucrativos de diversos seguimentos -Atuação em 8 bairros periféricos de Campo Grande -Instalação de núcleo em 2 aldeias indigenas urbanas -Instalação de núcleo em um comunidade remanecente quilombola
Fundação Ueze Elias Zahran - Proponente Função no projeto: Coordenação geral (voluntária), administração do plano de divulgação e contabilidade do projeto com verba específica na planilha orçamentária. A Fundação Ueze Elias Zahran- instituição sem fins lucrativos que compõe o terceiro setor da economia do Brasil, reconhecida como utilidade pública no âmbito municipal, estadual e federal. Fundada pelo empresário Sr.Ueze Elias Zahran em 1998 em Campo Grande/MS por acreditar que era necessário promover o desenvolvimento humano como fator preponderante, oferecendo oportunidades para o indivíduo transformar seupotencial em habilidades produtivas.Sua Missão: Gerar e apoiar programas sociais nas áreas de Educação, Cultura, Esporte e Desenvolvimento Sustentável junto às crianças e adolescentes, portadores de necessidades especiais e da melhor idade.Sua Visão de Futuro: Ser referência estadual em desenvolvimento de projetos e ações sociais, proporcionando competências e habilidades aos participantes para atuarem no mercado do trabalho.A Fundação busca parcerias com entidades públicas e privadas que atuem em consonância com a sua missão, propiciando a soma de recursos humanos, tecnológicos e financeiros, contribuindo para o fortalecimento do capital social. Eduardo Martinelli - Diretor Artístico Atualmente é maestro da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com a qual tem se apresentado ao lado de solistas brasileiros e de países como EUA, Itália, Coreia do Sul, Argentina, Suíça,Canadá, Trinidad y Tobago,Paraguai, Portugal,Bolívia e Uruguai.Em seu repertório constam obras sinfônicas tradicionais e importantes estreias de destacados compositores. Desde 2005 atua no desenvolvimento de diversos projetos de ensino musical voltados para instrumentos de orquestracom foco em crianças e jovens em situação de risco ou vulnerabilidade social, como:Orquestra Jovem da Fundação Barbosa Rodrigues, Orquestra daCidade de Três Lagoas, Orquestra Infantil da Fundação Zahran e Orquestra de Cordas do Ponto deCultura do Governo Federal - Viver Bem. Bianca Dazi - Professor Coral Atua como professora de coral no CICA (Centro de integração da criança e do adolescente) antendendo em torno de 250 alunos com idade de 6 aos 15 anos. E também atua como profesora de coral e instumentos de oquestra da instituição ACA ( Amigos da criança e do adolescente). Ao logo de sua carreira atuou como professora em diversos projetos como: Projeto SESI Musicalidade, projeto Orquestra Indígena da Fundação Zahran, Projeto Pontos Cardeais de Campo Grande na Fundação Zahran. Em 2013 foi a 1ª colocada no Prêmio Campo Grande de Música de Concerto. Elouise Miranda - Professor Coral Acadêmica do curso de licenciatura em música da UFMS, é violinista e estudante de canto lírico. Iniciou seus estudos em 2012 através da Fundação Barbosa Rodrigues, onde teve aulas de violino e teoria musical sob a tutoria do maestro Eduardo Martinelli Danzi, neste período teve a oportunidade de realizar viagens em cidades dentro e fora de Mato Grosso do Sul para tocar com a orquestra jovem da FBR, paralelamente fazia aulas de canto coral na escola “Escala- Educação musical” com o então regente Marcos Aves. Jorge Caceres - Professor Coral Iniciou seus estudos em música no ano de 2008 em uma ONG em Campo Grande. Em 2011, passou a realizar atividades musicais juntamente com a Orquestra Jovem da Fundação Barbosa Rodrigues sob regência do maestro Eduardo Martinelli . Participou dos festivais de inverno realizados na Cidade de Três Lagoas em 2011, 2012 e 2013, onde participou de oficinas e concertos, com músicos de outros Estados e até do exterior. Patrícia Martins - Coordenação Coral Graduada em administração de empresas (ano de formação 2008), atuou por 14 anos (2007 a 2020) junto a instituição financeira Bradesco S/A na cidade de Campo Grande, sendo o último cargo ocupado de Gerente Prime. Desde 2021 desenvolve atividades de produção e coordenação de projetos culturais junto a empresa MS-ART atuando nos projetos: Oficinas de Canto junto a Fundação Ueze Elias Zahran, festival Encontro com a Música Clássica junto a Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado de MS e Fundação Universidade Federal de MS. Rafael Moraes - Professor Orquestra Concluiu o curso de Violoncelo na Fundação Barbosa Rodrigues entre os anos de 2008 á 2013, com as seguintes disciplinas:Teoria Musical – 120 Horas.Violoncelo - 240 Horas.Percepção Musical – 120 Horas.História da Música – 120 Horas.Cidadania/Estudos Sociais – 120 Horas. Monica Bucelli - Professor Orquestra Em 2009, aos 12 anos de idade iniciou os estudos de violino na cidade de CampoGrande MS. Por meio de uma instituição não governamental (ONG - Viver Bem)passou a ter aulas de música com os professores Eduardo Martinelli Danzi e JardelVinícius Tartari.Participou de vários festivais de música no interior e fora do Estado de Mato Grossodo Sul, tais como: 2° Festival de Inverno-Música Erudita de Três Lagoas (MS)2012; 3° Festival de Inverno-Música Erudita de Três Lagoas (MS) 2013; 16°Festival de Inverno de Bonito 2015; 2° Festival de Inverno de Presidente Prudente(SP) 2015; 17° Festival de Inverno de Bonito 2016; 37° Festival Internacional deMúsica de Londrina (PR) 2017; 38° Festival Internacional de Música de Londrina(PR) 2018; 1° Festival Internacional de Música em casa (FIMUCA) - 2020, entreoutros. Jardel Tartari - Professor e Coordenador técnico É graduado Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Na área educacional, desde 2008 desenvolve projetos de ensino coletivo de instrumentos sendo a Orquestra Jovem do Ponto de Cultura Viver Bem, Orquestra Infantil Grupo Zahran, Orquestra Indígena de Campo Grande e Orquestra de Violões da Fundação Nelito Camara (Ivinhema-MS) entre outros. Philip Andara - Professor Orquestra Flautista da Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande/MS; com a qual frequentemente atua como solista. É Professor de flauta e saxofone em diversos projetos educacionais e escolas de música tradicionais. Caio Fortunato - Professor Cordas Iniciou seus estudos no violino em 2005 através do projeto social da Fundação Barbosa Rodrigues,com o Maestro Eduardo Martinelli. Atualmente, é acadêmico do 9° semestre do curso Licenciatura em Música da UFMS, faltandoapenas a apresentação final do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Segue no campo de anexar documentos, como "informações adicionais", anexo de todos os currículos completos na medida em que o presente campo não possui espaço suficiente para tanto.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.