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Montagem e realização de apresentações do espetáculo de artes cênicas "Pindorama Quilombola", um teatro musical com expressões artísticas urbano-populares, indígenas e afro-brasileiras. O projeto também prevê a realização de palestras gratuitas com o tema "A arte contra o apagamento da identidade indígena no meio urbano" em instituições públicas de ensino.
PRODUTO: Teatro Musical O projeto surgiu a partir da herança que o tema carrega: a palavra “Pindorama” tem origem no tronco linguístico Tupi-Guarani e significa “Terra das Palmeiras”, denominada “a terra livre dos males”. O termo quilombola é definido como povos de regiões remanescentes de quilombos ─ uma conquista territorial das populações africanas escravizadas que lutaram por sua liberdade. A proposta nasce do princípio de que o território brasileiro é, sobretudo, de pertencimento indígena e, após a invasão europeia, foi povoado conjuntamente por nações sequestradas de suas terras que trouxeram consigo seus hábitos e expressões artísticas. Dessa maneira, o espetáculo apresenta um espaço de luta, resistência e valorização da cultura afro-brasileira e indígena na intenção de transmitir a essência e a história que essas manifestações possuem. O roteiro conta com a narrativa de uma criança que, após a trágica morte de sua mãe, precisa enfrentar uma jornada perigosa para encontrar seus parentes distantes. Na década dos anos 2000, no Maranhão, o amor entre um cacique Guajajara e uma mulher preta quilombola, chamada Dandara, resultou em uma gravidez. Ao descobrir que gerava uma criança, ela se preocupou com os recentes casos de genocídio indígena e quilombola na região, questionando a segurança de seu filho que seria criado numa aldeia Guajajara sujeita à violências de madereiros, garimpeiros e fazendeiros. A mulher sugeriu ao cacique que se mudassem para o estado do Rio de Janeiro a fim de melhores condições de vida (emprego e segurança), mas ele alegou que seria impossível, visto que não pode abandonar seu povo. Desolada, ela deixou seu amado e sua comunidade às escuras durante a madrugada, migrando escondida num caminhão para o Rio de Janeiro ao acreditar estar protegendo sua criança e lhe dando uma chance de uma vida melhor. Dandara chegou ao Rio de Janeiro e se deparou com uma quebra de expectativas ao perceber que as promessas da cidade maravilhosa não são tão maravilhosas para quem carrega sua história. Desempregada e sem parentes na região, recomeçou a vida na favela da Maré com suas poucas economias. Após doze anos, Dandara e seu menino, apelidado de Guará na comunidade, estavam comprando frutas numa feira na Maré até que se ouviu o início de uma troca de tiros e, durante essa operação policial, a mãe do pequeno Guará foi atingida por uma bala perdida. A criança, em desespero, tentou acudir sua mãe e lhe disse que ela não poderia morrer, pois ele não tinha ninguém além dela. Ela respondeu que ele deveria procurar de onde veio e, dessa forma, nunca estararia sozinho. Em seguida, ela morreu no local. O menino concluiu que Dandara lhe orientou a procurar seu pai, onde morava sua família, e embarcou numa jornada perigosa se escondendo em um caminhão de insumos que ia para uma fazenda do Maranhão, no Nordeste. Ao chegar na região de destino, o menino é visto pelo caminhoneiro ao pular da caçamba. Irritado com o suposto ladrão, ele correu atrás de Guará para lhe capturar e dar uma lição, mas o menino fugiu em direção à floresta amazônica que cercava a fazenda, adentrando nas matas e causando a desistência de seu caçador, que alegou que o menino morreria lá dentro antes do próximo nascer do sol. Completamente perdido, Guará cai em prantos no meio da floresta. No momento de suas lamentações, surgiu um mentor espiritual — seu ancestral indígena — lhe pedindo para se acalmar, pois o ajudaria: ele lhe mostrou as maravilhas das terras brasileiras e da cultura indígena e explicou que não deveria ter medo da mata, pois sua ancestralidade vive ali. Garantiu que a força da mata o guiaria. Em seguida, após o desaparecimento do mentor, Guará continua sua jornada orientado pelo seu parente ancestral, mas no decorrer do caminho, ele se depara com uma onça feroz. Ao gritar socorro para as matas, surge um segundo mentor espiritual alegando ser seu ancestral quilombola, fazendo com que a onça se aquiete a mando de Oxóssi, orixá das matas. A partir desse momento, o mentor apresenta ao menino sua ancestralidade afrodescendente, mostrando a cultura de onde veio e lhe ensinando a força que carrega. Após esses grandes encontros que lhe encaminharam para o destino que procurava, Guará encontra a aldeia da família de seu pai, o povo Guajajara. No local, os indígenas na região dizem que já esperavam por ele, o notificando que seu pai não estava mais ali, mas que não precisava se entristecer, pois a aldeia iria lhe acolher enquanto seu pai descansa em outras terras. É informado também que ele havia deixado um recado para quando o menino chegasse. Guará, sem entender onde estava seu pai, pede para que lhe digam a mensagem. Quando aquelas pessoas lhe contam o recado, o menino entende que, na verdade, o pai está morto, assim como ele mesmo. Fica explícito nesse momento que a criança, assim como sua mãe Dandara, morreu durante a operação policial. Toda sua jornada até ali ocorreu no campo espiritual para que encontrasse seu caminho para a “luz”, ensinando sobre ancestralidade e espiritualidade. O espetáculo será dividido em: - Overture - ATO I: conto do romance do Cacique Guajajara e da Quilombola no Maranhão; gravidez de Dandara e fuga para o Rio de Janeiro; alojamento na favela da Maré; Compras na feira e a operação policial; embarque de Guará na jornada para o Maranhão no caminhão de insumos. - ATO II: chegada do menino ao Maranhão e fuga do caminhoneiro; Guará se perde na floresta e aparecimento do primeiro mentor espiritual; ataque da onça pintada e aparecimento do segundo mentor espiritual; (Nas cenas desse ato, haverá a representação de elementos do cotidiano/ritualísticos e manifestações artísticas da cultura indígena e afro-brasileira como capoeira, jongo, cantos indígenas, danças Bantu e etc. Além disso, haverá uma valorização da fauna e flora nacional com a representação da floresta amazônica e animais como onça, sucuri, tamanduá bandeira, mico-leão dourado, arara-azul, entre outros). - ATO III: Guará encontra a aldeia, descobre que seu pai não está ali e escuta o recado dele, descobrindo a verdade. Nesses atos, toda a narrativa musical será apresentada nos gêneros do baião, jongo, capoeira, boi-bumbá, carimbó, funk, charme e samba, além de ritmos indígenas e africanos. AUTOCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE PRODUTO: Contrapartida social – Palestras • Segue o CONTEÚDO das palestras: Palestra com o tema “A arte contra o apagamento da identidade indígena no meio urbano” que abrange pautas como: a ligação entre ancestralidade e futurismo indígena; necessidade de políticas públicas para povos não aldeados; o papel e a importância da arte no ativismo indígena. AUTOCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
OBJETIVO GERAL: O objetivo é realizar a montagem e apresentação do espetáculo de artes cênicas "Pindorama Quilombola", além das ações educativo-culturais como contrapartida social, visando aumentar as produções indígenas e afro-brasileiras na indústria cultural. OBJETIVO ESPECÍFICO: 1) Espetáculo de artes cênicas - teatro musical: • Realização de 5 apresentações do teatro musical "Pindorama Quilombola" dentro de um mês, com venda de ingressos, no Rio de Janeiro. 2) Contrapartida social - ações educativo-culturais: • Realização de 5 sessões gratuitas da palestra "A arte contra o apagamento da identidade indígena no meio urbano" durante 5 dias, em instituições públicas de ensino no Rio de Janeiro.
A população indígena e afro-brasileira é extremamente invisibilizada no Brasil, sofrendo repressão e apagamento de suas culturas com a inferiorização e marginalização étnica. Esses grupos devem ter suas manifestações culturais preservadas e, reconhecendo isso, o projeto contribui para a construção de uma cultura inclusiva e representativa, afirmando as identidades culturais. Os povos indígenas habitavam o território brasileiro antes de sua demarcação e nomeação como Brasil, mesmo sendo os filhos originários dessa terra, possuem seus direitos de existir e viver constantemente violados. A sociedade os trata como pessoas selvagens que não estão presentes para mostrar sua própria história e cultura, resultando em projetos artísticos com pessoas não-indígenas, como se os povos originários existissem apenas em museus. A colonização desse território é uma história sangrenta que acarretou para os povos indígenas e africanos (consequentemente para a atual população afro-brasileira do país): invasão de territórios, sequestro de povos, apagamento de identidades, genocídio, marginalização, repressão de direitos e inferiorização de culturas. Dessa forma, a proposta traz a oportunidade de pessoas indígenas e negras usarem sua própria voz para contar sobre si mesmos, sem que outras pessoas façam isso por eles. É fundamental criar um espaço onde artistas negros e indígenas possam ser protagonistas e expressar sua cultura dentro da população brasileira, tornando a relação palco-plateia um ambiente de aprendizado e escuta de vivências. Um projeto contemplado por equipe indígena e negra carregada de saberes e histórias. Pindorama Quilombola trará uma experiência inigualável e inovadora, convidando a produção, os artistas e os espectadores a uma imersão na cultura que os compõem com um verdadeiro espetáculo de arte, dança, música e história. O repertório enquadra as expressões musicais, teatrais e corporais do samba, boi-bumbá, baião, carimbó, funk, charme, jongo, capoeira, além de elementos próprios da cultura indígena e dos povos afro-brasileiros a partir de performances, danças e encenações. Pretende-se integrar as entidades culturais: escola de samba, associações capoeiristas e coletivo de funk. É importante ressaltar o atual cenário do teatro musical brasileiro. Vivenciamos uma era em que se predomina a importação de musicais estrangeiros para sua (re)montagem no Brasil, um momento que divide a crítica ao se observar as criações nacionais em baixa, priorizando remontagens a fim de atender à indústria cultural e sua cultura de massa. Este projeto tem o potencial e capacidade artística/técnica de ocupar seu espaço nessa cena, sendo uma obra importante para o repertório brasileiro ao trazer vivências e histórias reais da nossa cultura para dentro do espetáculo. Só será possível arcar com os custos de uma produção cultural dessa grandeza a partir do incentivo fiscal, pois não dispomos de recursos para a produção. Destaco que o projeto está alinhado com a finalidade do Programa Nacional de Apoio à Cultura, uma vez que: Lei N° 8.313/91 Art. 1° I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois o projeto irá disponibilizar 10% dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social (para aldeias indígenas e alunos de escolas públicas), além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% dos ingressos. Além disso, haverá a realização de 5 sessões da palestra "A arte contra o apagamento da identidade indígena no meio urbano" em instituição pública de ensino. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Pois apoia, valoriza e difunde as manifestações culturais indígenas e afro-brasileiras, assim como seus criadores através da transmissão de saberes, inclusão criativa e participativa indígena e afro-brasileira em todas as equipes do projeto. As populações criadoras dessas expressões culturais devem estar presentes ativamente para contar suas histórias ao invés de serem apenas representadas por pessoas não-racializadas. Além disso, toda a concepção do espetáculo é pautada, inspirada e representada na cultura desses grupos. Todo esse produto é relativo a produção cultural do país, estimulando sua regionalização e valorizando conteúdos locais de comunidades, povos e tradições indígenas e quilombolas. IX. priorizar o produto cultural originário do País. Pois o espetáculo será criado a partir da representação da cultura de diversos povos indígenas que contribuíram para pluralidade étnica presente no teatro, na música e na dança nacional, além disso, o espetáculo será criado e produzido a partir de uma aliança entre cultura da população negra e indígena. ____________________________________ Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois é um espetáculo de teatro musical com culturas nacionais urbano-populares, se enquadrando no produto "espetáculo de artes cênicas, de música e de folclore", contribuindo para o fomento à produção cultural e artística.
1) O projeto visa a realização do espetáculo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro pela quantidade de pessoas que ele comporta (cerca de 2.000 pessoas) e por possuir a estrutura técnica necessária para a realização de uma apresentação dessa grandeza (no que diz respeito à cenografia, iluminação, banda, quantidade de bailarinos e espaço para apresentação). Dessa forma, com apenas cinco realizações do espetáculo alcançaremos um público de mais de 10.000 pessoas, barateando custos de contratação de equipe, locação e transporte, visto que outros teatros comportam menos pessoas e para alcançar um mesmo público seriam necessários mais dias de locação para apresentação (não só do espaço, como também de equipamentos e diárias de profissionais). Além disso, há o significado do Theatro Municipal do Rio de Janeiro para um espetáculo que valoriza a bagagem do nosso país. 2) O projeto está em parceria de divulgação e apoio técnico/artístico com as entidades: - Nome nas Ruas: produtora cultural que nasceu com o objetivo de impulsionar a cultura preta e periférica; - Coletivo AZURUHU: selo artístico voltado para o desenvolvimento de artistas indígenas; - Aldeia Marak’ana: é uma aldeia urbana, universidade e movimento social indígena localizada no prédio antigo do Museu do Índio, no bairro Maracanã. 3) É necessário ressaltar que esse projeto é uma obra original e nunca estreada, logo, alguns custos se devem pela necessidade de projetar/confeccionar/criar pela primeira vez alguns elementos.
PRODUTO: Espetáculo de artes cênicas (dança) - Cinco sessões do espetáculo com expressões urbano-populares, indígenas e afro-brasileiras no Rio de Janeiro. - Duração de, aproximadamente, 1 hora e 30 minutos. - Interpretado por 70 artistas no palco (50 bailarinos, 4 músicos de percussão/corda, 5 capoeiristas, 5 atores musicais e 6 figurantes). - Público alvo total com cerca de 10000 pessoas de todas as faixas etárias. - Seguindo as regulamentações do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o espetáculo tem autoclassificação indicativa livre. PRODUTO: Palestras em instituições públicas de ensino (contrapartida social) - Tema: “A arte contra o apagamento da identidade indígena no meio urbano”. - Conteúdo programático da palestra aborda pautas como: a ligação entre ancestralidade e futurismo indígena; necessidade de políticas públicas para povos não aldeados; o papel e a importância da arte no ativismo indígena. - Serão realizadas 5 sessões da palestra com duração de 1 a 2 horas, uma em cada prédio (Escola de Educação Física e Desportos, Escola de Belas Artes, Escola de Comunicação, Centro de Ciências da Saúde e Faculdade de Letras). - Público-alvo: 500 pessoas (alunos e professores) dos cursos artísticos e de ciências humanas da UFRJ. - Localização: Universidade Federal do Rio de Janeiro. - As palestras serão organizadas em datas e horários diferentes para maior flexibilidade e disponibilidade de público; Uma sessão por dia da semana (de segunda à sexta, durante 5 dias). - Classificação livre. - Contratar a artista e ativista indígena Kaê Guajajara como palestrante. - Contemplar cada beneficiado com um certificado de participação como ouvinte.
Produto Principal: Produto: TEATRO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Selecionar um teatro que possua espaços na plateia para PcD e PMR, rampas, portas amplas e sanitários adaptados para esses grupos. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: • Acessibilidade para PcD’s auditivos: - Tradutor de LIBRAS. - Programa com a descrição do espetáculo via QR Code. - Legendas nos materiais de divulgação. ------ • Acessibilidade para PcD’s visuais: - Visita sensorial: descrição verbal do ambiente e reconhecimento de palco e cenário antes do início do espetáculo. - Programação com audiodescrição disponível via QR Code. - Vídeos com audiodescrição e fotos com descrição de imagem nos materiais de divulgação. ------ • OBS: Os dias da apresentação contarão com quatro monitores para auxiliar o público. Serão previamente treinados para atendimento capacitado à PcD e PMR. Além disso, toda a equipe técnica e de produção participará de uma palestra sobre inclusão de PcD e PMR (e de outras minorias sociais) para contribuir no combate ao preconceito e descriminação, garantindo o conforto e boa experiência dos grupos supracitados. Contrapartida social: Produto: PALESTRAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: - A UFRJ possui espaços para PcD e PMR, rampas, portas amplas e sanitários adaptados para esses grupos. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: • Acessibilidade para PcD’s auditivos: - Tradutor de LIBRAS. - Legendas no caso de material didático em vídeo. ------ • Acessibilidade para PcD’s visuais: - Versão com audiodescrição textual, de imagem e vídeo quando necessário. ------ • Presença de monitores para auxílio nas palestras.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Conforme previsto no Art. 27 da IN n° 1 de 10/04/2023, a proposta oferece 20% dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Estima-se alcançar um público com cerca de 2000 pessoas do município do Rio de Janeiro que possam usufruir da gratuidade, sendo eles: - Estudantes de escolas públicas do município do Rio de Janeiro. - Pessoas indígenas. A distribuição de ingressos está prevista de acordo com os limites estabelecidos na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023. Terá data e hora divulgadas amplamente em redes sociais e e-mails para as instituições públicas de ensino do município do Rio de Janeiro/aldeias indígenas do estado (se for o caso, haverá ida até a aldeia para distribuição). Além disso, serão disponibilizadas gratuitamente em serviço de streaming na internet. AMPLIAÇÃO DO ACESSO Conforme o Art. 28 da IN n° 1 de 10/04/2023, prevemos o item: I - Doar 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);
DIREÇÃO MUSICAL: Kaê Guajajara · Funções: Responsável pela concepção do projeto musical; produção, organização e coordenação dos aspectos musicais do espetáculo sob planejamento da direção artística. · Currículo: Cantora, compositora, atriz e escritora, fundadora do Selo Azuruhu; Lançou o novo álbum “Zahytata”, Artista "Alerta Experimente" Multishow; Indicada “Forbes 10 novas cantoras brasileiras”; Indicada na categoria show do Ano pelo prêmio WME, lançou o primeiro álbum visual indígena “Kwarahy Tazyr”, realizadora da 1ª Bienal de Arte Indígena (RJ); “Kwarahy Tazyr” eleito álbum do ano pelo Prêmio Arcanjo de Cultura; Realizou turnê nacional Kwarahy Tazyr + documentário contemplados pelo edital Natura Musical 2022; Seleção do jornalista Gui Guedes – Multishow para melhores álbuns de 2021; Realiza shows em diversas regiões do país; IDEALIZAÇÃO / COORDENAÇÃO GERAL / DIREÇÃO ARTÍSTICA: Kim Belarmindo · Funções: Responsável pela supervisão geral do projeto; Planejamento, organização e gestão administrativa, técnico-artística, financeira e operacional; Responsável pela direção criativa; Criar, elaborar e coordenar os aspectos artísticos do espetáculo; Responsável pela produção, organização e coordenação dos departamentos de figurino, cenografia, coreografia, iluminação e música do espetáculo. · Currículo: Acadêmica de Bacharelado em Dança na UFRJ; Produtora Executiva da Produtora Cultural “Nome nas Ruas”; Equipe de produção do evento de oficinas e mostra cultural “A coisa tá preta”; Produziu a Mostra Cultural do CEFET/NI; Produziu as peças “Maldita Geni!” e “A princesa salva a si mesma nesse livro” no CEFET/NI; DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Lari Souza. · Funções: Auxiliar no planejamento do evento; Responsável pela coordenação da equipe de produção e pela articulação entre Planejamento/Idealização e Produção/Execução; Executar ações do planejamento e organização do projeto. · Currículo: Acadêmica de Bacharelado em Dança na UFRJ e estudou na Faculdade Angel Vianna (Licenciatura em Dança); Integrante da produtora cultural “Nome nas Ruas”; Assistente de produção do primeiro evento LGBTQIA+ do Departamento de Arte Corporal na EEFD/UFRJ; Integrante da Companhia NUDAFRO (UFRJ); Uma das difusoras da Nikolais/Louis Technique no Brasil. PRODUÇÃO EXECUTIVA: Júlia Otomorinhori'õ Xavante · Funções: Responsável por auxiliar no planejamento do evento e executar ações do planejamento e organização do projeto (pré-produção/produção); Contribuir para a construção criativa e artística do espetáculo. · Currículo: Formada em Educação Artística com licenciatura em História da Arte e Artes Plásticas na UFRJ. Faz parte do coletivo Aldeia Marakanã desde 2016; Promotora de eventos da Universidade Indígena Aldeia Marakanã desde 2018. Ministra aulas de Etnologia de Arte Indígena e oficinas de Miçangas e trançado. ASSISTENTE DE ARTE E PRODUÇÃO: Lucas Munduruku e Lisi Potyguara · Funções: Executar ações do planejamento e organização do projeto; Contribuir para a construção criativa e artística do espetáculo. · Currículo: Lucas é graduando em filosofia pela UFRJ, pesquisador de filosofias indígenas pelo laboratório de africologia e estudos ameríndios Geru Maa (IFCS- UFRJ); Integrante da Produtora Nativa; Assistente de produção do baile-exposição "Maloka - Baile de Parentes"; Editor e escritor na publicação do glossário "Em Nossas Artérias, Nossas Raízes," autor no livro "Encruzilhadas Filosóficas"; Mediador e palestrante na I Bienal de Arte Indígena do Rio de Janeiro; · Currículo: Lisi é indígena da etnia Potyguara do território Cearense; Produtora e assessora no coletivo Azuruhu, que engloba diversos artistas indígenas de várias etnias; Integrante da produção executiva na I bienal de artes indígenas do Rio de Janeiro; Coprodutora da exposição “AQUI ESTAMOS“ de Uyra no MAM. Instagram: @lisibarros. ROTEIRISTA / ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Kandu Puri · Funções: Responsável pela concepção do roteiro em articulação com a direção artística; Auxiliar a equipe de direção artística nas funções de planejamento artístico do espetáculo e na articulação entre o departamento criativo e o departamento de produção. · Currículo: Multiartista do povo Puri, do clã Teyxokawa. Cantor e compositor indígena. Se apresentou no Festival do Futuro, na posse do presidente Lula; Diretor, roteirista, editor e colorista do primeiro álbum visual indígena, o Kwarahy Tazyr, de Kaê Guajajara; Produtor audiovisual e roteirista no selo Azuruhu; Roteirista assistente no Prêmio da Igualdade Racial 2023; Curador e Expositor na I Bienal de Arte Indígena do Rio de Janeiro; Produtor na exposição Aqui Estamos, em cartaz de 2022 à 2023 no MAM Rio; Editor e Organizador do livro "Descomplicando com Kaê Guajajara: O que você precisa saber sobre os povos originários". ILUMINADOR: Valmyr Ferreira · Funções: Responsável pela criação e mapeamento do projeto de luz; produção, organização e coordenação dos aspectos de iluminação do espetáculo sob planejamento da direção artística. · Currículo: Iluminador Cênico desde 1996. Realizou mais de 300 trabalhos de Iluminação cênica em exposições, teatros e shows. Foi diretor técnico do teatro Vila Velha em Salvador, atuando com vários diretores e grupos de teatro Soteropolitanos, dentre eles o Bando de Teatro Olodum. Iluminou o Projeto Pixinguinha, Cia. Dos Comuns, Cia. de Dança 1º Ato, e outras.. Trabalhou com os diretores Luiz Antônio Pilar, Fernando Philbert, Lázaro Ramos, Fernanda Júlia, Márcio Meireles e outros. Iluminou exposições em diferentes centros culturais do país, sob a curadoria de: Elisa Larkin, Raul Lody, Aílton Krenak, Gláucio Campelo, Joaquim Marçal, Milton Guran entre outros. Viajou pelos sete países de língua portuguesa ministrando oficinas de iluminação cênica, “Oficinas de teatro de língua portuguesa”, pela Talu Produções. Desde 2007, desenha a Iluminação dos shows do cantor Geraldo Azevedo. CENÓGRAFO: Luís Aser · Funções: Responsável pela criação do projeto de cenografia; produção, organização e coordenação dos aspectos de cenário do espetáculo sob planejamento da direção artística. · Currículo: Diretor e cenógrafo do grupo de dança Traços de Exu; Montador de obras de artes plásticas pela Galeria de Artes A Gentil Carioca; Formado pelo curso técnico na Unicirco Marcos Frota (marcenaria, serralheria, técnico de palco, técnicas de trabalho em altura); Montador de instalações artísticas e responsável pela Farpas Marcenaria; FIGURINISTA: Julia Vidal · Funções: Responsável pela criação do projeto de figurino; produção, organização e coordenação dos aspectos de figurino do espetáculo sob planejamento da direção artística. · Currículo: Realizou desfiles no Brasil, Colômbia e Inglaterra, assinou aproximadamente 50 figurinos para artistas da TV e de palcos brasileiros (como o de Michele interpretada por Taís Araújo na série da Rede Globo Mister Brau, Margareth Menezes no Domingão do Huck e o figurino que vestiu João Donato no Rock in Rio). Desde 2017 desenvolve cursos de especialização e formação em instituições de ensino o Instituto Europeu de Design - IED Rio e SP, SENAC, SESC, entre outros. É idealizadora e diretora da 1ª Escola de moda pluricultural, Éwà Poranga. Seu trabalho é premiado e reconhecido pelo Ministério de Cultura (MINC), SEBRAE MODA AFRO, SHELL LIVE WIRE, INSPIRAR 2022, entre outros. VÍDEO JOCKEY (VJ): Fábio VJ Notívago · Funções: Citado como produtor de cenários do espetáculo. Responsável pela produção do cenário com o cenógrafo, porém na parte de projeções artísticas e performances visuais no cenário. · Currículo: produtor e especialista em soluções para audiovisual com foco em manipulação de imagem ao vivo e artes visuais em movimento, VJ, percussionista, consultor técnico, produtor executivo e coordenador de projetos. Desde julho de 2018 em turnê com a equipe da artista ANITTA, também coordena os visuais de Juliette. Previamente já trabalhou com Paralamas do Sucesso, Marina Lima, Maria Bethânia e Barão Vermelho.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.