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Um repertório de espetáculos teatrais que será selecionado das Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil percorrerá 27 cidades de Goiás e Tocantins durante 2024, por meio do Circuito Timbá de Teatro, que apresentará peças, fará bate-papos com o público e abrirá à visitação a Exposição O Teatro Fazendo a Cabeça do Interior. O encerramento se dará em Palmas, com uma mostra de espetáculos de 8 dias e os Encontros do Projeto Timbá 40 anos | 2024, debatendo a experiência do projeto, os caminhos das políticas culturais, a estética teatral e o papel do Estado no direcionamento do desenvolvimento cultural.
CIRCUITO TIMBÁ DE TEATRO AMADOR 2024 O Circuito Timbá de Teatro Amador 2024 terá 60 apresentações teatrais nas seguintes cidades: 1) Goianésia, 2) Ceres, 3) Rialma, 4) Jaraguá, 5) Uruaçu, 6) Campinorte, 7) Mara Rosa, 8) Estrela do Norte, 9) Santa Tereza, 10) Porangatu, 11) Minaçu, 12) São Miguel do Araguaia, (em Goiás) e (13) Araguaçu, 14) Alvorada, 15) Figueirópolis, 16) Gurupi, 17) Dianópolis, 18) Porto Nacional, 19) Paraíso do Tocantins, 20) Cristalândia, 21) Miranorte, 22) Miracema do Tocantins, 23) Guaraí, 24) Colmeia, 25) Araguaína, 36) Wanderlândia, e 27) Palmas (em Tocantins). Serão duas apresentações nas 26 cidades do interior dos estados de Goiás e Tocantins e 8 apresentações em Palmas, a capital de Tocantins. O circuito terá a apresentação de espetáculos reveladores da estética teatral do Brasil contemporâneo, produzidos na Região e convidados de outros lugares. Os espetáculos serão selecionados por uma curadoria que buscará a qualidade técnica e artística e aspectos culturais relevantes: fontes de questões pertinentes ao cotidiano, como comportamento humano diante do poder, ambição, intransigência, crença e intolerância, conceitos e sentimentos atemporais a qualquer cultura. Serão convidadas e analisadas propostas de grupos, companhias e produtoras de estados das Regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. BATE-PAPOS APÓS AS APRESENTAÇÕES DOS ESPETÁCULOS Após as apresentações teatrais do circuito, haverá bate-papos que se propõem a uma mediação de conversas dos elencos com as pessoas do público presente em cada teatro/ espaço cultural onde serão realizadas as apresentações. Uma ação formativa para o desenvolvimento do gosto das pessoas pelo teatro, em que o elenco abordará entre outras questões o processo de criação teatral. 60 bate-papos serão realizados, 2 em cada uma das 26 cidades do interior e 8 em Palmas, a capital. Espera-se contribuir para a compreensão do teatro e sua origem em nós, para um mergulho reflexivo no espetáculo teatral visto, para a prática da memória e para refletir o teatro que se faz hoje, a sua importância e a importância das pessoas que o fazem para a sociedade. PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PEDAGÓGICO O guia pedagógico que será produzido pelo projeto conterá questões para análise dos espetáculos teatrais do circuito, da exposição e dos encontros, para serem utilizados pelas escolas das cidades participantes, antes e após as apresentações, as visitas e a participação nos eventos - SERÃO PUBLICADOS EM ATÉ 20 MIL FOLDERS E NO SITE DO PROJETO/PROPONENTE. O conteúdo vai contribuir para ampliar o acesso às atividades por estudantes da rede pública de ensino e estudantes de teatro, contribuir para a formação de plateia, para a discussão da importância do teatro na sociedade, da história da Região e dos espetáculos que serão apresentados. Pretende-se promover as atividades de forma ampla e com pretensões de criar uma expectativa em torno da arte do teatro, através de discussões e debates com alunos, professores, pais e a comunidade em geral. EXPOSIÇÃO O TEATRO FAZENDO A CABEÇA DO INTERIOR - PROJETO TIMBÁ 40 ANOS | 2024 A exposição O Teatro Fazendo a Cabeça do Interior será composta por cartazes criados pelos artistas Edith Hedwig e Marcos Lotufo nos anos 1985-1988 e fotografias e matérias de jornais da época que retratam o movimento que emergiu no interior de Goiás, marcaram a história e são registros extraordinários daquela jornada teatral - será montada em 27 cidades e permanecerá aberta à visitação pública durante 62 dias - 2 dias em cada cidade do interior e 10 dias na capital do Tocantins, durante a mostra final do circuito e os encontros. ENCONTROS PROJETO TIMBÁ 40 ANOS | 2024 (produto) Cinco mesas e uma roda de debates com os seguintes temas (provisórios), que serão objeto de definição final pela curadoria na etapa de pré-produção do projeto: Tema 1: uma educação sem cultura e uma criação artística sem público: o abismo existente entre a produção cultural brasileira e o público brasileiro (2 painelistas, 2 mediadores); Tema 2: Projeto Timbá: o movimento puro e as necessidades humanas (2 painelistas, 2 mediadores); Tema 3: Decifra-me ou devoro-te: A estética teatral hoje e há 40 anos (2 painelistas, 2 mediadores); Tema 4: O teatro e a ação pública: o Projeto Timbá e o papel do Estado na promoção e direcionamento do desenvolvimento cultural (2 painelistas, 2 mediadores); Tema 5: “A passagem dos sonhos e esperanças à institucionalização da Cultura” (2 painelistas, 2 mediadores); Tema 6: “As diferentes experiências do Projeto Timbá” (até 5 painelistas, 2 mediadores). As mesas serão compostas por, no mínimo, 12 painelistas protagonistas do Projeto Timbá 1985-1988 entre outros agentes culturais e 12 mediadores; jornalistas e pesquisadores, e ocorrerá na cidade de Palmas, durante dois dias. TRANSMISSÕES DE CONTEÚDO AO VIVO Serão realizadas 6 transmissões ao vivo, gratuitas, na internet, dos Encontros do Projeto Timbá 40 anos | 2024. O conteúdo será disponibilizado para o acesso público por tempo indeterminado - ocorrerão seis transmissões de até 12 horas de debates. Visam contribuir para uma atmosfera que possibilite relacionamentos e o estabelecimento de intercâmbio entre diferentes artistas e produtores, o fomento de parcerias locais com artistas, estudantes de arte, profissionais de teatro, prefeituras e o público local em geral. A programação prevê as transmissões durante 2 dias, no mês 11 do projeto.
OBJETIVO GERAL - Trazer à luz do presente a memória do Projeto Timbá realizado pela associação de grupos teatrais da Região Médio Norte Goiano em 4 edições, de 1985 a 1988 - quando a Assembleia Nacional Constituinte desmembrou o estado de Goiás e criou o Tocantins - revisitando roteiros em 26 cidades do interior das Regiões Norte (Tocantins) e Centro-Oeste (Goiás) que participaram da programação daquela época (1) Goianésia, 2) Ceres, 3) Rialma, 4) Jaraguá, 5) Uruaçu, 6) Campinorte, 7) Mara Rosa, 8) Estrela do Norte, 9) Santa Tereza, 10) Porangatu, 11) Minaçu, 12) São Miguel do Araguaia, (13) Araguaçu _ no estado de Goiás _ 14) Alvorada, 15) Figueirópolis, 16) Gurupi, 17) Dianópolis, 18) Porto Nacional, 19) Paraíso do Tocantins, 20) Cristalândia, 21) Miranorte, 22) Miracema do Tocantins, 23) Guaraí, 24) Colmeia, 25) Araguaína, e 26) Wanderlândia _ no estado de Tocantins, incluindo a 27.ª, Palmas, a capital, criada em 1989 e instalada em 1990. Rever os circuitos de teatro realizados nos anos 1980, uma ideia juvenil que promoveu o teatro de forma ampla e com pretensões de criar, com as apresentações, uma expectativa em torno da arte do teatro, através de discussões e debates com alunos, professores, pais e a comunidade em geral, tendo em vista quebrar a falta de hábito da população da Região Médio Norte Goiano em assistir espetáculos do gênero, bem como acabar com o preconceito que ainda existia em torno das artes cênicas. Ao promover esta circulação e as atividades afins, o projeto tem a perspectiva de contribuir para a prática da memória e para refletir o teatro que fazemos hoje no Brasil, a sua importância e a importância das pessoas que o fazem para a sociedade. "É a ressonância da arte que se abriga no aconchego dos arquivos. E a ressonância não é só passado, é também o que poderia ter sido e o que pode vir a ser (LIMA, 2002). Criar histórias a partir destes documentos é auxiliar na construção e compreensão do presente. ": o teatro e sua origem em nós. OBJETIVOS ESPECÍFICOS _ Realizar um FESTIVAL/MOSTRA itinerante de teatro com 60 apresentações em 27 cidades, duas em cada cidade do interior de Goiás e Tocantins e 8 apresentações na mostra final na capital do Tocantins. Os espetáculos serão selecionados por curadoria; - Promover sempre após as apresentações dos ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS, 60 bate-papos, mediados por profissionais da equipe do projeto, garantindo uma ação formativa que visa o desenvolvimento do gosto das pessoas pelo teatro, com o elenco das peças abordando entre outras questões aquelas realcionadas aos processos de criação do espetáculo apresentado; _ Produzir, imprimir, distribuir e publicar conteúdo pedagógico sobre os ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS que serão selecionados pela curadoria, para ser trabalhado por escolas de 27 cidades participantes, antes e após as apresentações, As publicações ocorrerão em até 20 mil folders, e também em arquivos digitais e no site do projeto, para acesso de escolas e estudantes e o público em geral interessado. A intenção é facilitar o acesso às manifestações artísticas para estudantes da rede pública de ensino e estudantes de teatro, contribuindo para a construção da necessária ponte entre a produção cultural e o público da educação pública, contribuir para a formação de plateia, discutir a importância do teatro na sociedade, a história da Região e os espetáculos que serão apresentados, _ Criar, produzir e abrir à visitação a Exposição O Teatro Fazendo a Cabeça do Interior - Projeto Timbá 40 Anos | 2024 em 27 cidades durante 62 dias, durante todo o período do FESTIVAL/MOSTRA: 2 dias em 26 cidades do interior e 10 dias na capital de Tocantins, revelando trazendo ao presente a história dos anos 1985-1988; _ Ampliar a ação formativa do projeto com os SEMINÁRIOS/ SIMPÓSIO/ ENCONTRO/ CONGRESSO/ PALESTRA, que estamos denominando simplesmente de Encontros Projeto Timbá Timbá 40 Anos | 2024, que inclui 6 mesas de debates, compostas por 12 painelistas protagonistas e outros agentes e 12 mediadores; jornalistas e pesquisadores universitários, para debater a experiência do projeto nos anos 1980, as políticas públicas implementadas nesses anos, a estética teatral e a ação do Estado na condução do desenvolvimento cultural no Brasil, com produtores e produtoras, gestores públicos, atores e atrizes de teatro que protagonizaram a história e estão atuando nos dias de hoje, mediados por jornalistas, professores e pesquisadores universitários; _ Gravar SEMINÁRIOS/ SIMPÓSIO/ ENCONTRO/ CONGRESSO/ PALESTRA e transmitir ao vivo, pela internet; debates e encontros produzidos pelo projeto e ainda disponibilizar o conteúdo para o acesso público por tempo indeterminado de até 12 horas, em média 2 horas de cada transmissão, como estimulo ao intercâmbio de artistas e produtores, parcerias locais entre artistas, estudantes de arte, profissionais de teatro, universidades, prefeituras e o público local em geral.
Em artigo denominado "Um pedaço no meio do mundo: travessias do Teatro no Tocantins" publicado pela Revistas Aspas, Vol. 11, n. º 2, 2021, do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (PPGAC/USP), Adailson Costa dos Santos, professor do IFTO _ Campus Gurupi; doutorando do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UnB, Mestre em performances culturais pela UFG; licenciado e bacharel em teatro pela UFPB, e Kenedy Sinomar Dias Fachini, técnico em agropecuária pelo IFMT _ Campus Juína, estudante no curso de Licenciatura em Teatro pelo IFTO - Campus Gurupi, constatam que: "O projeto Timbá foi um dos mais importantes movimentos artísticos para a história do Teatro, não somente em Gurupi, (...), visto que se tratava de Circuitos Artísticos realizados durante os anos 1980, em diversas cidades do Norte Goiano. Os circuitos viajavam de cidade em cidade, levando espetáculos teatrais para a população. (...) eram realizadas peças teatrais infantis e adultas, em locais previamente acordados com as cidades e/ou em feiras. Foram quatro circuitos, mas tem-se o conhecimento de apenas três, devido à carência de documentos sobre o primeiro. Existem relatos de jornais da época e atas de reunião que tratam do balanço do primeiro circuito, mas nada muito consistente sobre sua organização...". Em outro artigo, no âmbito do projeto de pesquisa dos mesmos professores, denominado ‘O Projeto Timbá e a "Cruzada das Artes" no Estado do Tocantins: reflexões históricas sobre o teatro na década de 1980’, eles destacam que: "... se tem muito a discutir sobre os documentos do projeto Timbá e sua grande influência para as artes cênicas nesse período histórico. O circuito Timbá consistiu em um movimento teatral da década de 1980, que visava levar teatro para as cidades pequenas do, até aquele momento, norte do estado de Goiás. Foram quatro "cruzadas" pelos municípios que hoje compõem o estado do Tocantins levando apresentações, oficinas e atividades artísticas para estes municípios. " Em 1985, durante a IV Semana Cultural de Gurupi, os grupos Teatro Liberdade, de Uruaçu, Cala Boca Já Morreu, de São Miguel do Araguaia, TAG, Teatral Amazonas e TEJOAG, de Gurupi, Teatral Artes, de Paraíso do Norte, Teatro Renascimento, de Porto Nacional e Sandança de Arte Popular, de Goiânia, criaram o Circuito Timbá de Teatro Amador. Sua primeira edição foi realizada naquele ano em Uruaçu (13 e 14/4), São Miguel do Araguaia (4 e 5/5), Gurupi (18 e 19/5), Paraíso do Norte (1.º e 2/6) e Porto Nacional (15 e 16/06). No seu encerramento, no dia 16/06/1985, os grupos fundaram a Associação de Teatro do Médio Norte Goiano (ATEMEG). Donizeti Nogueira foi eleito seu presidente. Havia um garoto de 8 ou 9 anos que era presença constante nos ensaios e apresentações dos grupos teatrais no Clube Recreativo Araguaia, em Gurupi-TO. Era comum, após apresentações e debates, encontrá-lo dormindo ao pé do palco. O nome dele é Vilmar, mas ele disse-nos que quando morava na aldeia Javaé seu nome era Timbá e o que mais queria "era ser gente". Em 1986, o II Circuito Timbá de Teatro Amador percorreu 25 cidades: a abertura se deu em Gurupi, nos dias 1.º, 2 e 3/8 e o encerramento se deu em Dianópolis nos dias 31/10, 1.º e 2/11. Na sua abertura, no Clube Recreativo Araguaia, estava o jornalista José Sebastião Pinheiro, do jornal O Popular, de Goiânia, veículo das Organizações Jaime Câmara, associadas à Rede Globo. Na semana seguinte (em 7/8/1986) o jornal publicou, em duas páginas, a matéria "O teatro fazendo a cabeça do interior". O repórter teria dito que a ATEMEG estaria fazendo mais pela área cultural do que o estado de Goiás e o município de Goiânia, juntos. A afirmação teria resultado em um chamado à direção do jornal e posteriormente ser levado à presença do governador Henrique Santillo, para se explicar _ ele teria reafirmado ao governador a necessidade de uma ação efetiva por parte do governo. Em 2023, o jornalista, e também poeta, é o secretário de Estado da Cultura de Tocantins. Em janeiro de 1987, a diretoria da ATEMEG foi renovada, sendo eleito Belchior Cabral presidente, e o Projeto Timbá realizou oficinas, seminários e o III Circuito Timbá em Jaraguá, Ceres, Rialma, Gurupi, Porto Nacional, Natividade, Monte do Carmo, Paraíso do Norte, Araguaína, Wanderlândia e Cristalândia - chegando às Regiões Vale do São Patrício, Norte e Nordeste de Goiás, à época. Em 1988, as cortinas do movimento teatral se fechavam, depois do IV Circuito Timbá, que teve a participação do Teatro Chama Viva, de Porto Nacional; Urano Teatro Experimental, de Anápolis; Teatro Ginástico, Terra de Teatro, Teatro Bandeirantes, de Goiânia; Teatro Manga Verde, Teatro Luzes e Teatro Gatos Pingados, de Gurupi; Teatro Oásis, de Imperatriz-MA; e Água de Chocalho, de Porto Velho-RO. O mecenas Donizeti Nogueira, ligado nos novos tempos, articulou a ida para Gurupi do ator e produtor teatral com grande atuação na área do audiovisual, Nilson Rodrigues. Juntamente com Belchior Cabral e outros agentes, em cooperação com a Comunidade de Saúde, Desenvolvimento e Educação (COMSAÚDE), de Porto Nacional, eles criaram o Centro de Referência da Imagem Popular (CRIP), o qual realizaria o I e II Festival do Vídeo Independente no Tocantins, nas cidades de Gurupi, Paraíso do Norte, Porto Nacional e Palmas (em 1991 e 1993), em parceria com a Associação Brasileira do Vídeo Popular (ABVP) e o 1.º VídeoPalmas _ Festival Nacional do Vídeo Ecológico (1994). O CRIP realizou ainda a produção do filme "O caminho das onças" _ Melhor Filme 16mm do Festival de Gramado 1998, Menção Honrosa do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro do Festival de Brasília 1998. Os protagonistas do Projeto Timbá estão vivos e atuantes na produção cultural brasileira. Aqui eles apresentam informações e documentos não encontrados pelos pesquisadores. Entre eles estão DONIZETI NOGUEIRA e BELCHIOR CABRAL, ambos presidentes da ATEMEG entre os anos 1985/86 e 1987/88, e atuantes à época como dirigentes, atores, diretores, produtores, sendo Belchior Cabral diretor da produtora Marruá Arte e Cultura, proponente desta proposta. Outros estão na ficha técnica, como LUCIREZ AMARAL; MARCOS LOTUFO; EDITH LOTUFO; HUMBERTO PEDRANCINI e muitos outros que serão convidados pela curadoria para compor a programação, como, por exemplo: URIAS DE OLIVEIRA; CÍCERO BELÉM; EMERSON LEITÃO FILHO; ALDO BELLINGRODT; MILTINHO, ARLENE ROCHA; FERNANDO MIRANDA; KEILA SUELY, DINA ROSA, AUDIMAR DIONÍZIO, DEMY BRITO, JOSÉ SEBASTIÃO PINHEIRO, entre outros. O que nos motiva a imaginar, escrever e realizar este projeto? É um jeito de manter as coisas vivas. De guardar as coisas que morrerão um dia. Ao escrevê-las e fazê-las de novo de um jeito diferente, elas poderão durar para sempre. Há 40 anos, não tínhamos a Lei Rouanet _ Lei n. º 8.313 do dia 23 de dezembro de 1991. A ação do Estado em relação ao Projeto Timbá - entre os anos 1985 e 1988 - foi omissa e negligente. Com esta proposta, pretendemos dialogar com o Ministério da Cultura e experimentar o avanço da política pública brasileira. Os investimentos por patrocinadores via Lei no "Projeto Timbá 40 anos | 2024" retornarão para a economia e para o desenvolvimento de nossa Região, não apenas para Tocantins e Goiás; mas para vários estados das Regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, que terão grupos, companhias e profissionais do teatro participando da programação, seu impacto reverberará em dezenas de atividades importantes, inclusive econômicas; do transporte ao turismo, do setor alimentício às finanças. Considerando a relação que esta proposta tem com os objetivos, finalidades e diretrizes do PRONAC, nos termos dos artigos. 1.º e 3.º da Lei n. º 8.313/1991, relevamos os seguintes: Art. 1.º: incisos: I; II; III; IV; e VIII. Art. 3.º: incisos II - letra: c); e IV - letra: a).
PRODUTOS E AÇÕES Criamos aqui no Salic os produtos "Festival/Mostra" (principal) e "Espetáculo de Artes Cênicas" para acolher as ações: "Circuito Timbá 40 Anos"; "Bate-papos Após as Apresentações"; Exposição O Teatro Fazendo a Cabeça do Interior"; e "Produção de Conteúdo Pedagógico para Escolas". Foi necessário criar o produto "Espetáculo de Artes Cênicas" considerando que o produto "Festival/Mostra não permite elencar a despesa com a contratação de Grupo Teatral Convidado, objeto central dessas ações; Outro produto criação foi "Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra" para acolher os "Encontros do Projeto Timbá 40 Anos | 2024", que irá reunir em Palmas, capital do Estado de Tocantins, protagonistas do projeto, outros agentes culturais, jornalistas e professores pesquisadores para debater a estética teatral, política públicas e rumos do desenvolvimento cultural. SOBRE CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Todos os ingressos desta proposta serão distribuídos gratuitamente nas bilheterias, com até uma hora de antecedência de cada apresentação. A exigência da IN do MinC de que sejam apresentadas ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, quando do preenchimento do produto cultural secundário - “Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária”, não se aplica a esta proposta, pois a IN do MinC exclui da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos - caso desta proposta que realizará 62 horas de bate-papos após as apresentações dos espetáculos e cerca de 12 horas em mesas de debates em encontros dos protagonistas do Projeto Timbá com jornalistas e professores pesquisadores, gratuitamente. No rol de espetáculos do Circuito Timbá de Teatro Amador haverá espetáculos especialmente destinados ao público infantojuvenil. SOBRE LIMITES Este projeto apresenta-se como uma exceção aos limites estabelecidos no “CAPÍTULO III DO PRINCÍPIO DA NÃO CONCENTRAÇÃO, Seção I Dos Limites, especialmente por sua amplitude de ações em um longo território, envolvendo 27 municípios brasileiros em 2 regiões do País. "Art. 7º Para o cumprimento do princípio da não-concentração, disposto no § 8º do art. 19 da Lei nº 8.313, de 1991, serão adotados os seguintes limites de quantidades e valores de projetos aprovados para captação por carteira de proponente: § 1º O valor aprovado para captação por projeto fica limitado em R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), respeitando-se as exceções.” SOBRE DESLOCAMENTOS Nomes e cidades de origem dos viajantes do Projeto serão definidos na Pré-produção pela curadoria, por isso a origem e o número de passagens a serem emitidas podem variar.
CIRCUITO DE ESPETÁCULOS TEATRAIS As apresentações ocorrerão durante o período entre o mês 5 e o mês 11 do projeto (sete meses). Serão 2 apresentações em 26 cidades do interior e 8 apresentações na capital. Exemplo da estrutura para a programação Dia 1 DO CIRCUITO - cidade 1 - sexta-feira, às (horário a definir) - 1ª apresentação Dia 2 DO CIRCUITO - cidade 1 - sábado, às (horário a definir) - 2ª apresentação Dia 3 DO CIRCUITO - cidade 2 - terça-feira, às (horário a definir) - 3ª apresentação Dia 4 DO CIRCUITO - cidade 2 - quarta-feira, às (horário a definir) - 4ª apresentação Dia 5 DO CIRCUITO - cidade 3 - sexta-feira, às (horário a definir) - 5ª apresentação Dia 6 DO CIRCUITO - cidade 3 - sábado, às (horário a definir) - 6ª apresentação (…) Dia 53 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - sexta-feira, às (horário a definir) - 53ª apresentação Dia 54 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - sábado, às (horário a definir) - 54ª apresentação Dia 55 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - domingo, às (horário a definir) - 55ª apresentação Dia 56 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - segunda-feira, às (horário a definir) - 56ª apresentação Dia 57 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - terça-feira, às (horário a definir) - 57ª apresentação Dia 58 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - sexta-feira, às (horário a definir) - 58ª apresentação Dia 59 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - sábado, às (horário a definir) - 59ª apresentação Dia 60 DO CIRCUITO - cidade 27 (Palmas) - domingo, às (horário a definir) - 60ª apresentação BATE-PAPOS APÓS AS APRESENTAÇÕES Exemplo de estrutura da programação Dia 1 DO BATE-PAPO - cidade 1 - sexta-feira, logo após a 1ª apresentação teatral - terá a participação do elenco, mediação e intérprete de Libras Dia 2 DO BATE-PAPO - cidade 1 - sábado, logo após a 2ª apresentação teatral - terá a participação do elenco, mediação e intérprete de Libras (...) Dia 53 DO BATE-PAPO - cidade 27 (Palmas) - sexta-feira, às (horário a definir) - logo após a 53ª apresentação teatral - terá a participação do elenco, mediação e intérprete de Libras (...) Dia 60 DO BATE-PAPO - cidade 27 (Palmas) - domingo, às (horário a definir) - logo após a 60ª apresentação teatral - terá a participação do elenco, mediação e intérprete de Libras O plano pedagógico para os Bate-Papos está contido nos anexos. EXPOSIÇÃO PROJETO TIMBÁ 40 ANOS | 2024 O TEATRO FAZENDO A CABEÇA DO INTERIOR DESIGN E COMUNICAÇÃO A exposição com imagens (tamanhos serão definidos na pré-produção) incluindo pequenos textos que identificam o contexto, será montada e permanecerá aberta ao público 2 dias em cada uma das 26 cidades do interior de Goiás e do Tocantins que participam do projeto e 10 dias em Palmas, durante a mostra de encerramento do circuito e dos encontros do projeto. Haverá audiodescrição no local da exposição, que poderá ser acessada por meio de celular (dispositivo tecnológico). Será produzido um catálogo impresso tamanho 20 por 50 cm, 40 páginas, papel couchê 120g para o miolo, e capa em papel 180g, cor. Exemplo da estrutura da programação da Exposição: Dia 1 DA EXPOSIÇÃO - cidade 1 - sexta-feira, às (horário a definir) - 1.º dia aberta à visitação Dia 2 DA EXPOSIÇÃO - cidade 1 - sábado, às (horário a definir) - 2.º dia aberta à visitação Dia 3 DA EXPOSIÇÃO - cidade 2 - terça-feira, às (horário a definir) - 3.º dia aberta à visitação Dia 4 DA EXPOSIÇÃO - cidade 2 - quarta-feira, às (horário a definir) - 4.º dia aberta à visitação Dia 5 DA EXPOSIÇÃO - cidade 3 - sexta-feira, às (horário a definir) - 5.º dia aberta à visitação Dia 6 DA EXPOSIÇÃO - cidade 3 - sábado, às (horário a definir) - 6.º dia aberta à visitação (…) Dia 53 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - sexta-feira, às (horário a definir) - 53.º dia aberta à visitação Dia 54 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - sábado, às (horário a definir) - 54.º dia aberta à visitação Dia 55 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - domingo, às (horário a definir) - 55.º dia aberta à visitação Dia 56 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - segunda-feira, às (horário a definir) - 56.º dia aberta à visitação Dia 57 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - terça-feira, às (horário a definir) - 57.º dia aberta à visitação Dia 58 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - quarta-feira, às (horário a definir) - 58.º dia aberta à visitação Dia 59 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - quinta-feira, às (horário a definir) - 59.º dia aberta à visitação Dia 60 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - sexta-feira, às (horário a definir) - 60.º dia aberta à visitação Dia 61 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - sábado, às (horário a definir) - 61.º dia aberta à visitação Dia 62 DA EXPOSIÇÃO - cidade 27 (Palmas) - domingo, às (horário a definir) - 62.º dia aberta à visitação O plano pedagógico para a Exposição está contido nos anexos. CONTEÚDO PEDAGÓGICO PARA ESCOLAS Para cada espetáculo que será apresentado, será desenvolvido um conteúdo pedagógico, contendo sinopse, ficha técnica, questões para serem refletidas, atividades para serem desenvolvidas, pré e pós-espetáculo, pelos estudantes. Em cada cidade haverá uma escola que trabalhará os conteúdos de uma peça, antes dos alunos irem ao teatro assistir o espetáculo, e visitarem a exposição. A mediação ocorrerá antes, durante e após as apresentações nas 27 cidades. Serão produzidos 20 mil folders, podendo haver alteração no tamanho previsto a depender do conteúdo que será criado. O conteúdo será também publicado no site do projeto/proponente para o acesso facilitado de escolas; seus professores e estudantes, mas também das pessoas do público em geral que tenham interesse em conhecer um pouco mais sobre cada peça apresentada e demais conteúdos produzidos pelo projeto. ENCONTROS DO PROJETO TIMBÁ 40 ANOS | 2024 Cinco mesas e uma roda de debates com a participação de, no mínimo, 12 painelistas protagonistas históricos do Projeto Timbá 1985-1988 e outros de relevância histórica e 12 mediadores, jornalistas e pesquisadores. Exemplo da estrutura da programação Dia 1 DOS ENCONTROS - cidade 27 (Palmas) - quarta-feira, às (horário a definir) - 1ª mesa Dia 1 DOS ENCONTROS - cidade 27 (Palmas) - quarta-feira, às (horário a definir) - 2ª mesa Dia 1 DOS ENCONTROS - cidade 27 (Palmas) - quarta-feira, às (horário a definir) - 3ª mesa Dia 2 DOS ENCONTROS - cidade 27 (Palmas) - quinta-feira, às (horário a definir) - 4ª mesa Dia 2 DOS ENCONTROS - cidade 27 (Palmas) - quinta-feira, às (horário a definir) - 5ª mesa Dia 2 DOS ENCONTROS - cidade 27 (Palmas) - quinta-feira, às (horário a definir) - 6ª mesa (roda) O plano pedagógico para os Encontros está contido nos anexos.
A proposta “Projeto Timbá 40 anos | 2024” contém as seguintes medidas de acessibilidade compatíveis com a legislação: I - no aspecto arquitetônico, serão selecionados espaços que oferecçam acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas e permitam o acesso aos edifícios teatrais e/ou outros espaços culturais onde ocorrerão apresentações de peças, bem como nos espaços acessórios como banheiros e corredores de circulação; e II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. Os custos com as ações de acessibilidade estão previstos no orçamento do projeto, tanto no caso das mesas de debates (Intérpretes de Libras) dos encontros na capital de Tocantins, quanto na exposição (que terá audiodescrição com acesso via celular, mapa tátil e piso tátil) e nos bate-papos após as apresentações (interpretes de Libras) em cada uma das 27 cidades do interior de Goiás e Tocantins. A curadoria considerará, também, no momento da escolha dos espetáculos teatrais que serão convidados, os mecanismos adotados por cada obra para a acessibilidade. O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto terá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade em cada lugar. A programação do projeto será realizada em edifícios teatrais, espaços adaptados para apresentação de peças, ruas, praças ou feiras, com estruturas adequadas; equipamentos de sonorização, iluminação e projeção padrão de qualidade, em condições para o acesso facilitado de idosos, gestantes e pessoas com deficiência. A equipe do projeto estará preparada para dar apoio ao público interessado. Todos os edifícios e espaços, que serão selecionados pela curadoria, deverão estar dentro das normas estabelecidas. Em todos os locais, a produção dos eventos organizará filas especiais para idosos, pessoas com deficiência e gestantes. Os edifícios e espaços terão acesso estrutural para PcD. Haverá reserva de lugares para PcD ou pessoas com dificuldade de locomoção. Na Planilha Orçamentária está previsto a contratação do serviço de intérpretes de Libras, em que dois profissionais atuarão durante 2 dias em cada uma das 26 cidades do interior de Goiás e Tocantins, e 10 dias (8 em bate-papos e 2 nos encontros) em Palmas, a capital de Tocantins. A produção da exposição O Teatro Fazendo a Cabeça do Interior terá arquivos de audiodescrição, mapa tátil e piso tátil e serão adaptados para os 27 lugares por onde a exposição passar. O site do projeto, em convergência com o material de divulgação a ser distribuído, trará informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade que serão adotadas para cada cidade e atividade. No contexto da acessibilidade social, o projeto terá sua programação com o acesso totalmente gratuito.
A proponente transcreve abaixo o inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 que serão adotados no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). (ESPECIFICAR QUAIS AS MEDIDAS SUGERIDAS): distribuir gratuitamente todos os ingressos do projeto. O plano de distribuição prevê medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais que serão produzidas pelo Projeto Timbá 40 anos | 2024, conforme discriminado a seguir: Estimativa total de ingressos: 24.400 ingressos (12.000 para as apresentações de peças e 12.400 para a exposição, os quais terão distribuição gratuita, preferencialmente nas bilheterias dos edifícios teatrais ou espaços adaptados - devendo os interessados se dirigirem às bilheterias até uma hora antes das sessões para a retirada (caso a curadoria faça opção por espaços como ruas e feiras, em alguma das cidades não haverá distribuição de ingressos, sendo realizadas as apresentações em espaços abertos): I - até 10% (dez por cento) dos 24.400 ingressos (peças) serão distribuídos de forma gratuita promocional por patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pela proponente em ações de divulgação do projeto; IV - máximo de 70% (setenta por cento) para distribuição gratuita para estudantes de escolas da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior das 27 cidades participantes do projeto, idosos e pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico. Realizará gratuitamente, atividades formativas como bate-papo após as apresentações em todas as cidades (50 pessoas em cada bate-papo, 60 atividades para um total 3.000 pessoas) e debates em seis mesas dos encontros do projeto, mediadas por jornalistas, professores e/ou pesquisadores universitários (6 mesas, 200 pessoas em cada, total 1.200 pessoas). Estas atividades formativas também serão abertas ao público sem a cobrança de ingresso e, prevê-se, terão mais 1.200 acessos de internautas durante as transmissões ao vivo. Entre os espetáculos que serão convidados para a programação do projeto, serão selecionadas peças destinadas ao público infantojuvenil.
MARRUÁ - ARTE E CULTURA LTDA.-ME Função no projeto: produtora proponente Fundada em 1992 em Campo Grande-MS, é produtora audiovisual e de teatro, entre outros. Tem registro na ANCINE, como produtora audiovisual brasileira, n.º 31949, na JUCEMS e na Agência Brasileira do ISBN. Cria, produz, edita, elabora e desenvolve projetos, faz a gestão e dá consultorias. Produziu espetáculos, shows, projetos, videoclipes, séries, curtas-metragens e documentários. Entre os projetos estão a coprodução do documentário “Ava Marandu – os guaranis convidam”: https://youtu.be/bG8E-NYXX6s, “Amor juvenil”: https://youtu.be/I7MuSeo-hPg, as séries “Campo Grande na tela”: https://youtube.com/playlist?list=PLRIzQMwMXqNRmJh_RWpM45U01g7jESSVR, e “Evoé – histórias do teatro em Campo Grande”: https://youtu.be/bohqwz66spc. Está desenvolvendo o projeto da série de animação infantil KIKIO, premiada em 2020 no ICUMAM - Laboratório de Produção Audiovisual em Goiânia-GO: https://www.instagram.com/p/CCylc_7pIN8/?utm_source=ig_web_copy_link&igshid=MzRlODBiNWFlZA. Em 2022, foi contemplada com o primeiro lugar do Prêmio Ipê Audiovisual, da Secretaria de Cultura e Turismo de Campo Grande/MS para a realização do curta-metragem “Sem paralelo”, que se encontra em produção em 2023. Belchior Cabral Função no projeto: coordenador-geral, representante legal da proponente Nasceu em Carmo do Paranaíba-MG, chegou em Uruaçu-GO em 1975, onde começou a fazer teatro e fundou o Grupo Teatral Liberdade, dirigiu, atuou e produziu peças, entre elas “Falta-me cabeça, olho-te demais, vejo-me tão pouco”, que o grupo apresentou no I Circuito Timbá. Em 1985 foi para Gurupi e integrou o Gatos Pingados, atuando em “No país do dá de tudo” e dirigindo “O enigma de Cid”, integrou também o Teatro Luzes, atuando em “Diálogo noturno com um homem vil”, sob a direção de Humberto Pedrancini. Foi fundador e presidente da ATEMEG em 1987 e 1988. Em 1992 foi para Palmas, fez a produção de campo do I e II Festival do Vídeo Independente do Tocantins (1991 e 1993) e do 1.º VídeoPalmas – Festival Nacional do Vídeo Ecológico (1994). Em 1999 mudou-se para Campo Grande-MS, onde foi Gerente de Programas e Projetos Culturais da Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul e produtor executivo na implantação e durante 3 edições do Festival América do Sul, em Corumbá. Viveu dois anos no Rio, 2008/2009, quando foi assistente da direção da ANCINE. Entre 2013 e 2015 foi secretário de Cultura de Uruaçu-GO, quando coordenou a implantação do Sistema Uruaçuense de Cultura. É produtor cultural e diretor-geral da Marruá Arte e Cultura. Lucirez Maria Leitão do Amaral Função no projeto: curadora do projeto, palestrante nos encontros Artista plástica, graduada em Artes Visuais - Artes Plásticas pela UFG (1979). Presidente fundadora da AIAAG (1982), coordenadora regional dos PCN - Arte (2000), professora do Estado do Tocantins, aposentada em 2016; presidente da Fundação Cultural de Gurupi de 2001 a 2008, professora especialista em artes da UNIRG, aposentada em 2022. Integrou o Gatos Pingados Dança Teatro e atuou em “Como a lua”, repertório do II Circuito Timbá de Teatro Amador (1986). Edith Hedwig Lotufo Função no projeto: curadora da exposição, palestrante nos encontros Graduada em Educação Artística pela Universidade de Kassel, Alemanha (1975), Licenciada para o Magistério em Escolas Secundárias em Artes e Ofícios pelo Seminário de Estudos I de Kassel (1983) e Especializada em Educação/Docência pela UCG (1997). Em 2010 teve o curso de graduação revalidado como correspondente ao curso de Artes Visuais/Licenciatura pela UFG. Desde 1989 é professora da PUC Goiás. Desde 1990 atua em projetos de extensão da PUC Goiás: CEPAJ (1990-2002), Programa de Educação Ambiental (2003), Núcleo de Cultura Visual da Coordenação de Arte e Cultura (2004-2011). Desde 2006 assessora a COOPREC em questões de reaproveitamento de resíduos sólidos a partir do olhar do design. É mestre em Arte e Cultura Visual pela UFG desde maio de 2015. Marcos Amaral Lotufo Função no projeto: designer da identidade, desenvolvedor e produtor das peças da exposição, palestrante nos encontros Nasceu em SP, aos 20 anos foi estudar na Universidade de Kassel - Alemanha, formando-se em design de produto e, mais tarde, na mesma universidade, fez uma segunda graduação em Comunicação Visual (design de comunicação ou design gráfico). Residiu por 10 anos em Porto Nacional, onde trabalhou com a COMSAÚDE, até 1986. Mudou-se para Goiânia-GO. Lá participou da Oficina de Comunicação que, em 1995, se tornou a Oficina Cultural Geppetto, um coletivo de grupos e artistas. Lecionou no curso de Design da PUC-GO e nos cursos de Design Gráfico da UFG-GO e da Faculdade SENAC, em Goiânia. Andréa Escobar Freire Função no projeto: curadora do projeto, produtora executiva Atriz, diretora de teatro, produtora cultural, graduada em artes cênicas pela UniRio, Pós-graduada em teatro pela UFRJ. Prêmio de Melhor Atriz com o espetáculo A chave e a fechadura, no Festival Boca de Cena, em 2001, e Prêmio Myriam Muniz da Funarte, com Doroteia, de Nelson Rodrigues, em 2007. Foi coordenadora do Festival de Inverno de Bonito, de 2000 a 2006, em 2015 e 2016; coordenadora do Festival América do Sul, em 2004, 2005, 2015 e 2016; coordenadora da Mostra Vídeo Índio Brasil, em 2009, do curso de produção audiovisual Mídias Contemporâneas Narrativas Populares, em 2010, e do curso de cinema documentário Campo Grande Meu Amor, em 2011 e 2013; diretora, pesquisadora e roteirista da série Evoé – Histórias do Teatro em Campo Grande, em 2021; está dirigindo o curta-metragem “Sem Paralelos” (2023), ganhador do Prêmio Ipê de Melhor Projeto Audiovisual da Secretaria de Cultura de Campo Grande-MS. Divino Donizeti Borges Nogueira Função no projeto: curador do projeto, palestrante e coordenador dos encontros Em 1980 chegou a Gurupi. A ator e diretor de teatro à época - em 1983 escreveu e dirigiu “Funeral de cinzas”, com o TAG, que, após a estreia em Gurupi, foi encenada na VI Mostra Goiana de Teatro, em caráter especial, uma vez que o trabalho foi vetado pela Censura Federal; no ano seguinte adaptou “Rima, mas não arruma”, de um roteiro de Belchior Cabral, e dirigiu; produziu e atuou em “Diálogo noturno com um homem vil”. Produtor cultural, foi fundador e primeiro presidente da ATEMEG, em 1985/1986. Produtor do filme “Caminho das onças” (1997), produção do CRIP, dirigido por Sérgio Sanz, filme ganhador dos prêmios: Melhor Filme 16mm - Festival de Gramado 1998; Menção Honrosa do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro - Festival de Brasília 1998. Senador da República em 2015/2016. Humberto Pedrancini Função no projeto: consultor, palestrante Chegou a Brasília em 1972, dirigiu “Capital da esperança”, “Moby Dick” e outros. Fundou dois atuantes grupos de Brasília: Celeiro das Antas e O Hierofante, com eles dirigiu espetáculos como “O primeiro milagre” e “O auto da camisinha”, com o qual foi para Nova York e Boston. Como ator trabalhou sob a direção de Cláudio Chinaski, Rogero Torquato e Gê Martú. No cinema, com José Accioly, André Luiz de Oliveira, Susana Amaral e José Eduardo Belmonte. Ensinou na Faculdade Dulcina de Moraes, ministrou oficinas em São Tomé e Príncipe, na África. Em Gurupi, dirigiu “Diálogo noturno com um homem vil” com o Teatro Luzes e em Porto Nacional dirigiu “PFSB, a solução brasileira”, com o Teatro Chama Viva. Jouse Lopes Função no projeto: produtora regional Goiás Historiadora, pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), estudante de direito, foi servidora da Secretaria de Cultura de Uruaçu-GO, entre 2013 e 2016, quando participou da implementação do SUC: criação da secretaria, conselho, fundo, plano decenal 2015-2024, integrou o Grupo Teatral Liberdade em sua retomada em 2013 e participou da montagem da peça “Romeu e Julieta no cerrado do Brasil”, como produtora e técnica de iluminação. Foi produtora do filme Aurora Frogum (2023), de Daniel Oliveira Fernandes, cineasta ex-integrante do GTL.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.