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Montagem de peça teatral multimídia"A Vida é uma Simples Sombra que Passa" com circulação no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília; que deriva Encontros presenciais e online para discutir a temática da peça e Ações de capacitação e treinamento de pessoal através de oficinas teatrais.
“A Vida é uma Simples Sombra que Passa” é uma proposta cênica que tem como ponto de partida o Mito da Caverna, pertencente à obra República (Livro VII), de Platão. A partir dos diálogos de Sócrates, Platão descreve neste texto a trajetória do ser humano da escuridão ao conhecimento, sendo esse caminho a base para a construção de um Estado e sociedade ideais. Com idealização e atuação de Saulo Rodrigues, este novo projeto convida a dramaturga Daniela Pereira de Carvalho e o diretor Marco André Nunes. Essa nova criação propõe uma apropriação do mito clássico e seus possíveis desdobramentos e relações com o momento atual. Diante da situação histórica vivida pela humanidade por conta da pandemia do Covid-19, a necessidade do confinamento estabelecido pelas regras de quarentena, o consequente isolamento social e a transmutação da ideia de futuro e do mundo exterior se tornam premissas potentes para a construção de um paralelo com o prisioneiro da caverna platônica. O palco é substituído por um elemento autônomo que simula uma caverna. Dessa forma, os espectadores são recebidos para o espetáculo nesta nova caixa cênica. Durante o espetáculo, as sombras formadas pelo público, vídeo-projeções e outros elementos multimídia compõem a experiência sensorial que permeia o universo do personagem-prisioneiro. É desse material sensível que o personagem se alimenta para formatar sua interpretação do mundo ao seu redor e seu discurso subjetivo. Acompanhamos a construção dessa narrativa até o momento em que o personagem extravasa esse ambiente para propagar suas “verdades”, saindo do seu mundo interno para contrapor suas ideias ao mundo exterior. A peça propicia uma experiência cênica sensorial para os espectadores, dando continuidade ao trabalho do ator Saulo Rodrigues, que há 20 anos, se interessa pela investigação de espetáculos em espaços não convencionais. Pretendemos realizar a estreia e temporada com 16 apresentações, do espetáculo no Rio de Janeiro, 8 sessões em SP e 8 sessões em Brasília.
Objetivo geral: Realizar a montagem teatral de "A Vida é uma Simples Sombra que Passa" no Rio de Janeiro e circular com a peça em São Paulo e Brasília. A partir do Mito da Caverna, a concepção integra Teatro e Artes Visuais e pretende enfatizar a importância do conhecimento como ferramenta de cidadania. Objetivos específicos: - Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 16 apresentações, do espetáculo no Rio de Janeiro, 8 sessões em SP e 8 sessões em Brasília; - Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Fazer uma conexão Mito da Caverna de Platão - momento atual da sociedade pós _ pandêmica com questões como insegurança, isolamento e solidão; - Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra: Realizar no Rio de Janeiro 2 Encontros presenciais após o espetáculo e 2 encontros on line no canal do Instagram (página a ser criada - será 1 bate papo on line por cidade de itinerância com as mesmas pessoas que fizeram o bate papo presencial no Rio de Janeiro); - Produto Contrapartidas Sociais: Realizar por cidade uma Contrapartida social com uma oficina gratuita de 3 dias com o ator.
"A Vida é uma Simples Sombra que Passa" trata-se de um projeto independente com equipe de ampla experiência profissional. A peça, através do fomento via mecanismo da Lei Rouanet, faz-se necessária para trazer à luz a importância de conhecimento e discernimento de informações - como uma ferramenta de combate ao obscurantismo e às propagações de fake news. A montagem e circulação deste espetáculo teatral se enquadra na Lei 8.313/91 de Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais por: Artigo 1°: V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Pois a montagem, escrita por Daniela Pereira de Carvalho a partir do ‘Mito da Caverna’ de Platão, faz uma analogia com o obscurantismo intelectual trazendo a sensoriedade tecnológica como cenografia e reforçadora da mensagem da obra. Art. 3° I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Pois Ações de capacitação e treinamento de pessoal serão oferecidas grauitamente como Contrapartida Social do projeto. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois trata-se de montagem e circulação de espetáculo teatral de núcleo de produção carioca a circular em SP e DF.
CONCEPÇÃO CÊNICA E DRAMATÚRGICA Nesta montagem o palco é substituído por um elemento autônomo que simula uma caverna. Os espectadores são recebidos para o espetáculo nesta nova caixa cênica que simula uma caverna e tem videomapping como integrante da cenografia. Será uma simulação de caverna com as sombras e as projeções que emanam desse mundo interior construído pelo personagem. A montagem se embasa da construção multissensorial. A dramaturgia será desenvolvida por Daniela Pereira de Carvalho a partir d´O mito da caverna, de Platão.
Produto Espetáculo de Artes Cênicas - Área Artes Cênicas - Segmento Teatro Dias de apresentação: Quinta à domingo Hora de duração estimada espetáculo: cerca de 2 h (previsto, espetáculo em construção) Quantidade de apresentações: 32 Produto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra - Área Artes Cênicas - Segmento Teatro Quantidade de encontros: 4 (2 presenciais no RJ, 1 on line em SP e 1 on line no DF) Horário: 2 horas (seja presencial, seja online)Quantidade total de horas encontro: 6 Produto Contrapartidas Sociais - Área Artes Cênicas - Segmento Ações de capacitação e treinamento de pessoal Produto Contrapartidas SociaisÁrea Artes CênicasSegmento Ações de capacitação e treinamento de pessoalDuração: quarta, quinta, sextaHorário: 14 h às 18 h Quantidade total de encontros: 3Quantidade total de horas-aula: 12 Quantidade de participantes: cerca de 20 alunos. Público alvo: Alunos e estudantes da rede pública interessados em teatro, estudantes de teatro a partir de 16 anosCritério seleção: Carta de intenção e se houver, avaliação de portifólio.
Produto principal: Espetáculo de Artes Cênicas - Área Artes Cênicas - Segmento Teatro ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local do espetáculo, caso não acessível, receberá adaptações como corrimões, rampas e sinalização para pessoas com dificuldade de locomoção, assim como sinalização de banheiros adaptados para cadeirantes. • Item da planilha orçamentária: NSA ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras em todas as apresentações. • Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras (PRODUÇÃO) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: NSA • Item da planilha orçamentária: NSA ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: NSA • Item da planilha orçamentária: NSA Produto secundário: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra - Área Artes Cênicas - Segmento Teatro ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local do encontro receberá adaptações como corrimões, rampas e sinalização para pessoas com dificuldade de locomoção, além de disponibilização de monitores para atendê-los. • Item da planilha orçamentária: estagiários/monitores (PRODUÇÃO) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras e disponibilização de assistentes de produção para atender PcD visuais. • Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras e estagiários/monitores (PRODUÇÃO) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: NSA • Item da planilha orçamentária: NSA ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: NSA • Item da planilha orçamentária: NSA Produto secundário: Contrapartidas Sociais - Área Artes Cênicas - Segmento Ações de capacitação e treinamento de pessoal ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A oficina receberá adaptações como corrimões, rampas e sinalização para pessoas com dificuldade de locomoção, além de disponibilização de monitores para atendê-los. • Item da planilha orçamentária: Assistentes/monitores (PRODUÇÃO) ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Intérprete de Libras. • Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras (PRODUÇÃO) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:NSA • Item da planilha orçamentária: NSA ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:NSA • Item da planilha orçamentária: NSA
Democratização de acesso: Serão oferecidas oficinas de teatro gratuitas (ação formativa) presencial e gratuitamente. A temática da peça será discutida a pós o espetáculo e em encontros on line com convidados a definir. Ampliação de acesso: Atendendo aso requisitos do Art. 28. Em relação à Ampliação de acesso, seguiremos as medidas dos incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Daniela Pereira de Carvalho – autora É uma dramaturga brasileira com 30 anos de carreira. Formada atriz pela CAL (Casa de Arte das Laranjeiras) em 1998 e em Teoria do Teatro (2002) e com Mestrado em Artes Cênicas (2018) pela UniRio. Expoente de uma geração de dramaturgos revelada em meados dos anos 2000, Daniela Pereira de Carvalho escreveu seus primeiros textos como dramaturga para a companhia teatral Os Dezequilibrados 2002/2005. De 2005 em diante, fora da companhia, escreveu textos que lhe renderam diversos e importantes prêmios e reconhecimento da crítica como uma das expoentes da nova dramaturgia brasileira. Entre as peças que escreveu estão Não Existem Níveis Seguros para Consumo Destas Substâncias; Um Certo Van Gogh; Por uma Vida um Pouco Menos Ordinária; Nem Um Dia Se Passa Sem Notícias Suas; As Próximas Horas Serão Definitivas; o musical Tom & Vinícius, Cowboy e Cachorro Enterrado Vivo, recentemente apresentada em Belo Horizonte. Marco André Nunes – diretor Diretor de Teatro, fundou a Aquela Cia em 2004, onde desenvolve uma linguagem cênica própria e pesquisa acerca do trabalho do ator.Nos últimos anos investiga o atravessamento entre teatro , música e performance. Foi contemplado com os Prêmios Shell , Cesgranrio ,Aptr e Questão de Crítica de melhor diretor e com o Prêmio Cenym de melhor direção de arte. Seus espetáculos já foram apresentados em diversos festivais nacionais e internacionais bem como em todos os estados do Brasil. Destacam-se entre suas encenações mais recentes: "Outside , um musical noir" (2011, candidato a 2 prêmios Shell , 5 Aptr, ) "Cara de Cavalo" (2012 , uma indicação só Premio Shell e 3 ao Questão de Crítica) Porta da Frente(2013, vencedor do prêmio Shell), "Porta da Frente"(2013 , vencedor do Prêmio Shell de melhor texto), "Edypop" (2013, 2 indicações ao prêmio Cesgrsnrio) "Laio e Crísipo" (2015) , "Caranguejo Overdrive"((2015, 4 indicações ao Prêmio Shell , 6 ao Aptr e 4 ao Cesgranrio),, "Guanabara Canibal"(2017, 5 indicações ao Prêmio Cesgranrio , 3 ao Prêmio APTR e 4 ao Prêmio Cenym), "Vim assim que soube"(2018, indicado ao Prêmio Shell de melhor Direção Musical), "Segredos de Justiça" (2019) e "Filhos de Medea"(2019). Saulo Rodrigues - ator, proponente responsável pela gestão do processo decisório É integrante da Cia Os dezequilibrados desde 2000 e seus principais trabalhos na Cia foram: Fala Comigo Como A Chuva E Me Deixa Ouvir de Tennessee Williams (Vencedor do Prêmio Cesgranrio de 2014 de melhor Espetáculo e iluminação), A Estupidez (2011), Memória Afetiva de Um Amor Esquecido (2 indicações ao prêmio Shell 2008), Dilacerado (2 indicações no Prêmio Shell 2004), Vida, o Filme (recebeu indicação ao Prêmio Shell na categoria melhor direção 2002-2003), e Um quarto de Crime e Castigo (2002), todas sob direção de Ivan Sugahara. Bacharel em Artes Cênicas pela UNI-RIO, participou também dos espetáculos: Ou Tudo ou Nada, dir. de Tadeu Aguiar e tradução de Arthur Xexéo (2016), Chacrinha, o musical, de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, dir. de Andrucha Waddington. Oportunidade Rara, de Hamiltom Vaz Pereira (2013), Cara de Cavalo de Pedro Kosovski e dir. de Marco André Nunes (2012), Ensaio.Hamlet, com a cia dos atores, dir. Enrique Diaz (turnê pela França-2007) dentre outros. Na TV Globo integrou o elenco da novela Liberdade Liberdade, direção de Vinícius Coímbra e Em Família de Manoel Carlos como o Dr. Gustavo. Participou do Porta dos Fundos na Web série Refém e na Série O Grande Gonzáles. Integrou o elenco principal da série Se Eu Fosse Você na Fox. Atualmente foi contradado pela Record TV tendo feito as Novelas O Rico e Lázaro, Jesus e Gênesis. Paulo Mattos - Diretor de Produção Em 2020 trabalhou na produção da Mostra Internaciinal de Teatro de São Paulo. Entre 2017 e 2019, concebeu e/ou coordenou a produção de eventos e espetáculos teatrais no Rio de Janeiro, como a peça “Reza” (2019), o encontro Complexo Sul (2018), e o evento musical Transversais do Tempo, na Caixa Cultural (2017). Em 2018, produziu a temporada carioca da peça “A Invenção do Nordeste” (Sesc Copacabana), Prêmio Cesgranrio de melhor espetáculo do ano e os prêmios Shell de melhor autor e melhor ator coadjuvante. O empenho de trazer “A Invenção do Nordeste” foi estimular a circulação de trabalhos artísticos do Nordeste, que têm pouca visibilidade na região Sudeste, especificamente o grupo Carmin, que vem desenvolvendo um trabalho de excelência reconhecido internacionalmente. Criação e coordenação do evento “Segunda Black”, no Rio de Janeiro (2018), uma ação de artistas, produtores e intelectuais negros com o objetivo de trazer à cena o debate sobre a questão negra nas artes cênicas e performáticas. Vencedor do Prêmio Shell de Inovação 2019. Marcus Moraes – Videomaker Marcus Moraes é bacharel em Design pela PUC-Rio e Mestre em Mídias Criativas pela UFRJ. Criou vídeos para diversos espetáculos teatrais entre eles “Memória afetiva de um amor esquecido”(2008) e “Michael e Eu” (2013), dirigidos por Ivan Sugahara, “O mistério bufo”, encenado no Oi Futuro Flamengo e no CCBB-DF em 2010 e o musical infantil “Os saltimbancos”, encenado no Oi Casagrande, em 2010. Também criou videoprojeções para instalações das artistas Lena Bergstein (no Paço Imperial) e Mana Bernardes (SENAC Rio e Fondation Cartier, em Paris). No cinema, fez projeções cenográficas para os filmes “Budapeste”, de Walter Carvalho e “Chico Buarque”, de Miguel Faria. Dirigiu o videoclipe “Batalha naval”, de Pedro Luís em 2002. Também criou videografismos para diversos programas para o Canal Futura e para projetos comerciais da Nike, Coca-Cola e Museu Paineiras, em projetos interativos da produtora Superuber. Rui Cortez – Diretor de Arte/Figurino Trabalhou ao lado de diretores de teatro e cinema, dentre eles: Hamilton Vaz Pereira, Ana Kfouri, Mauro Mendonca Filho, Karen Aciolly, Jorge Fernando,Evandro Mesquita,Deborah Colcker,Pedro Bricio, Ivan Sugahara, Mauro Faria, Joao Fonseca, Antonio Gilberto. Tem em seu currículo diversos prêmios e indicações como:Prêmio Sesgranrio 2016, Premio APTR 2010 – Comedia Russa, Premio Shell 2008 – Cine Teatro Limite,Premio Shell 2005 – A Incrível Confeitaria do Sr Pellica. Atualmente é Diretor Criativo do Grupo Cultural Jongo da Serrinha onde dirige o Espetáculo Musical Tia Maria do Jongo.Esta em fase dos ensaios do Espetáculo "Clássico"de Deborah Colker com estréia prevista para Outubro de 2019. Daniela Sanchez - Iluminadora cênica Iluminadora cênica, com formação em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Daniela possui 23 anos de experiência em Iluminação Cênica. Neste período foi indicada à pêmios importantes para o teatro brasileiro. Em 2006 recebeu indicação ao Prêmio Shell pela luz do espetáculo “Os Negros”; em 2014 indicação ao Prêmio Shell e APTR, por “Uma Vida Boa”, que lhe rendeu o Prêmio APTR de melhor Iluminação; e em 2018 indicada ao Prêmio Botequim Cultural por ‘Os Guardas do Taj’. Somam-se a estes, outros espetáculos com grandes nomes do cenário teatral brasileiro como; Antonio Abujamra, Bibi Ferreira, João das Neves, João Fonseca, Almir Telles, Victor Garcia Peralta, Luiz Antonio Pilar, entre outros. Atualmente, com sua empresa AVATAR, realiza eventos fornecendo iluminação, desde o projeto à realização. Destaque para a “Semana Cultural Cesgranrio”, “Festival Villa Lobos”, “Parque de Ideias”, que acontece na Biblioteca Parque do Centro, uma vez por mês desde abril de 2022 até os tempos atuais. Entre janeiro de 2022 e janeiro de 2023, desenhou luz dos espetáculos “Quando eu for Mãe, quero amar desse jeito”, “Peça de Amar” no Sesc Copacabana, “Leci Brandão, na Palma da Mão” e “O Incidente”. Tem estreia do musical “Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem”, com estreia prevista para outubro deste ano, na Cidade das Artes.
PROJETO ARQUIVADO.