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O projeto sociocultural Circuito Chegança: Triangulando a Bahia,realizado pelo Chegança Atelier Cultural e o apoio doBanco do Nordeste, propõe a circulação do espetáculo Histórias do Mundão e da vivência teatral Contando Histórias do Meu Mundão por noves cidades do território baiano: Brumado, Caculé, Canudos, Euclides da Cunha, Itabuna, Itacaré, Monte Santo e Vitória da Conquista. Com ações de fomento à arte e às práticas artístico-educacionais,direcionadas ao público infantojuvenil, este projeto é uma busca por ampliar as possibilidades de inserção social e formação para cidadania.
O projeto sociocultural Circuito Chegança: Triangulando a Bahia, idealizado e realizado pelo Chegança Atelier Cultural, propõe a circulação de ações de fomento à arte e às práticas artístico-educacionais, para o público infantojuvenil, por cidades do território baiano. Com apresentações do espetáculo “Histórias do Mundão” e a realização da vivência teatral “Contando Histórias do Meu Mundão”, este projeto é uma busca por ampliar as possibilidades de inserção social e formação para cidadania, com ética e respeito às pessoas e à diversidade, através de ações gratuitas e de valorização da cultura, da arte e da educação para as crianças baianas. Compondo o repertório do coletivo baiano Chegança, Histórias do Mundão é um espetáculo de contação de histórias que propõe uma reflexão sobre as memórias que edificaram a identidade brasileira. Para alcançar tal reflexão, a pesquisa dramatúrgica manteve como foco central as perspectivas das infâncias. As protagonistas dessa história são crianças oriundas das diferentes formações basilares do país, logo, o espetáculo se ocupa da valorização da cultura identitária brasileira, resgatando o universo da memória ancestral e cultural dos seus povos, no sentido de pensar sobre as diferenças que regem o seu corpo social. Além disso, o espetáculo aborda o uso massivo dos eletrônicos no período da infância, tornando o cotidiano das crianças, em sua maioria, com pouco estímulo à imaginação. Formada por uma equipe técnica reconhecida, a obra tem a direção artística de Manu Santiago e Rino Carvalho, direção musical de Luciano Salvador Bahia, e trilha original de Luciano Salvador Bahia, Daniel Arcades e Ana Mendes. Sua dramaturgia é autoral, fomentando a produção da literatura infantil baiana, com os literatos Daniel Arcades, Manu Santiago e Mendes. A visualidade é assinada por Rino Carvalho e Lucimaureen Agra, e o desenho de luz é de Nathan Lemos. O espetáculo foi idealizado e montado sob uma perspectiva de fácil adaptação, com o objetivo de atingir, em sua circulação, os diversos territórios brasileiros. Seja em palcos convencionais ou espaços alternativos, o espetáculo pode ser realizado, mantendo toda a sua riqueza cênica, em ambientes abertos ou fechados, com ou sem iluminação. Com figurino meticuloso, numa espécie de extensão da expressão artística de suas personagens, adereços cênicos encantadores, texto e música se somam a tais elementos, tornando o espetáculo uma concretude da poesia e ludicidade. Com montagem e estreia em 2021, já integrou projetos e festivais espalhados pelo país, como o 13º Festival Nacional de Teatro de Varginha - MG (2021), o 14º FENATIFS - Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana - BA (2022), o 24º FENATIB - Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau (2022) e o FIT – Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (2023). Ainda, contou com temporada gratuita no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo, para crianças de instituições públicas de ensino. Em sua trajetória, já alcançou mais de 2.500 espectadores. Em 2022, esta obra foi indicada ao 28º Prêmio Braskem de Teatro da Bahia, nas categorias "Melhor Espetáculo Infantojuvenil" e "Melhor Direção". A vivência teatral Contando Histórias do Meu Mundão visa difundir a relação arte-educação enquanto mecanismo de expressão e conhecimento no universo infantil. Através de uma metodologia interdisciplinar que agrega arte, teatro, contação de histórias, palhaçaria e literatura, esta vivência oferece a expansão da percepção das crianças sobre a leitura de mundo, aguçando a curiosidade e despertando, naturalmente, o interesse dos pequenos pela leitura, através do prazer e da alegria de contar histórias. Em seus encontros, conduzidos pelas arte-educadoras Ana Mendes e Manu Santiago, são utilizadas ferramentas que têm por objetivo levar os pequenos a uma aventura brincante pelo mundo da literatura oral e escrita, desenvolvendo, paralelamente, sua expressividade, imaginação, linguagem, aprendizagem, atenção e memória. Em 2022, o Chegança realizou a vivência Contando Histórias do Meu Mundão dentro do projeto Ocupação Chegança no Teatro de Arena, em São Paulo, gratuitamente, para três turmas de escolas municipais da cidade, com 48 crianças participantes. Em 2023, houve a realização da vivência, também gratuitamente, para 5 turmas de escolas municipais da cidade de Salvador, atingindo 150 crianças. Ao todo, a vivência já alcançou mais de 250 crianças e jovens, sendo aplicada em diversas cidades, como: São Paulo (SP), Salvador (BA), Jequié (BA), entre outras. Em suas realizações enquanto atividades de projetos anteriores, as ações do Circuito Chegança já atravessaram diferentes territórios no âmbito nacional, priorizando a construção de parcerias com instituições voltadas à infância e à adolescência. Em sua estrada, o Chegança reitera a importância da formação de novos espectadores e se mantém na luta por tornar democrático o acesso à arte e à formação artística, fomentando o teatro, a literatura e a leitura para crianças de diversas classes sociais e faixas etárias. Contudo, mesmo sendo um coletivo de criação e produção artística com sede na Bahia, o Chegança ainda não conseguiu promover, em seu estado, uma circulação de suas ações. Logo, este projeto será a efetivação de seu objetivo: valorizar a diversidade, a promoção e a democratização do acesso à arte e à educação em seu amplo território.
Objetivo geral: O projeto Circuito Chegança: Triangulando a Bahia tem por objetivo realizar a circulação do espetáculo "Histórias do Mundão" e da vivência teatral "Contando Histórias do Meu Mundão" por nove cidades do estado da Bahia: Brumado, Caculé, Canudos, Euclides da Cunha, Itabuna, Itacaré, Monte Santo e Vitória da Conquista. Com apoio do Banco do Nordeste, as ações serão oferecidas, gratuitamente, às crianças e jovens das comunidades e da rede pública de ensino das cidades assistidas. O projeto, orçado em R$160.000,00, terá duração de 06 meses (01 de março de 2024 a 03 de setembro de 2024). Objetivos específicos: - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 09 apresentações teatrais da peça "Histórias do Mundão", com entrada gratuita, em uma circulação que levará 01 apresentação para as cidades de Brumado, Caculé, Canudos, Euclides da Cunha, Itabuna, Itacaré, Monte Santo e Vitória da Conquista, no estado da Bahia;- Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: realizar 09 vivências teatrais "Contando Histórias do Meu Mundão", conduzidos pelas arte-educadoras Ana Mendes e Manu Santiago, com 25 vagas por turma e carga horária de 4 horas, totalizando 225 crianças participantes e 36 horas de vivência ao longo de todo o projeto;- Alcançar o público de 1.500 pessoas ao longo das apresentações do espetáculo "Histórias do Mundão", incentivando a arte e a leitura nas cidades baianas de circulação;- Ampliar o acesso às práticas artísticas de 225 crianças da rede pública de ensino através da realização da vivência teatral "Contando Histórias do Meu Mundão";- Oferecer, gratuitamente, práticas artístico-pedagógicas em 9 cidades fora do eixo metropolitano de Salvador;- Efetuar a contratação direta de 20 profissionais baianos, profissionais com trabalhos organizados e reconhecidos;- Disseminar as práticas artísticas do coletivo baiano Chegança Atelier Cultural por 9 cidades fora do eixo metropolitano de Salvador;- Promover o acesso de pessoas com deficiência auditiva ou surdez às apresentações do espetáculo, quando na inclusão de intérpretes de libras às apresentações do espetáculo "Histórias do Mundão";- Utilizar material reciclado para a fabricação das peças gráficas do projeto;- Criar um plano de Comunicação, Mídias Sociais e Assessoria de Imprensa para o acompanhamento e difusão das ações do projeto;- Veicular a marca do Banco do Nordeste em todo o material de divulgação, incluindo matérias, entrevistas, etc;- Efetuar registro audiovisual e fotográfico de todo o projeto.
A Bahia é o retrato, em pequena escala, do que foi reproduzido por todo o Brasil. Com uma formação de sua sociedade bastante complexa, a população baiana surgiu da mistura. E a intensa miscigenação e as especificidades históricas, levaram a uma estruturação social extremamente desigual. Os povos originários e os negros que aqui foram escravizados e explorados seguiram, mesmo à margem social, fincando suas raízes, e são personagens principais da nossa história e identidade. Para transformar este sistema de desequilíbrios e desigualdades é preciso agir sobre as camadas atingidas, sobre as pessoas que sofrem e são vítimas dessa cadeia de violência sobre os direitos básicos à vida. Sobretudo, é preciso elucidar jovens, adultos e, principalmente, as crianças, conscientizando-as sobre os seus lugares e as posições que foram impostas para elas. Esta elucidação só poderá ser adquirida a partir da disseminação do conhecimento. A leitura e a arte são meios potentes para o alcance da informação e do pensamento crítico que, por consequência, gerarão a sensibilização e percepção sobre a estrutura segmentária que discrimina e nega o direito à vida. Através de recursos incentivados e o apoio do Banco do Nordeste, o Circuito Chegança levará para nove cidades do Estado da Bahia, a valorização da arte, da literatura brasileira, do teatro, das culturas indígena e afrobrasileira, das práticas artístico-educacionais, perpassando não somente pelo objetivo de colocar a comunidade em contato com a leitura, a arte e o conhecimento, mas de, principalmente, suscitar o gatilho da imaginação naqueles que têm o poder de transformar o corpo social. Afinal, o processo de construção de identidades infantis saudáveis perpassa pela valorização da heterogeneidade, da representatividade, do empoderamento e do questionamento sobre os estereótipos racistas e opressores. O espetáculo "Histórias do Mundão" ressalta, por meio da ludicidade e poesia, a importância do ato de ler, mediando a interação da palavra literária com as infâncias. As protagonistas dessa história são crianças oriundas de diferentes formações basilares do país, resgatando o universo da memória ancestral e cultural dos seus povos, no sentido de pensar sobre as diferenças que regem o seu corpo social. E, por que uma vivência de contação de histórias como atividade complementar? Como já afirmava Paulo Freire, a leitura da palavra é sempre precedida da leitura sobre o mundo. Desenvolver a relação da palavra de maneira dinâmica, a partir da compreensão de seu contexto, significa vincular a linguagem e a realidade. O teatro e a contação de histórias, enquanto interlocutores da palavra, são ferramentas eficazes de educação e desenvolvimento do raciocínio, potencializando a expressividade, a curiosidade e o pensamento crítico. Apresentar o teatro e a contação de histórias enquanto novas formas de leitura sobre o mundo, poderá despertar interesses ainda não acessados pelos pequenos, desenvolvendo o ímpeto de conhecer o diferente. E estimular as crianças a frequentar o teatro e as memórias que nele residem é o objetivo deste projeto. Para isso, ele se utiliza de duas prioridades: a acessibilidade e a democratização do acesso à arte. A inclusão do intérprete de libras às sessões do espetáculo, bem como a gratuidade para o acesso às ações do Circuito Chegança, são medidas que têm por objetivo pensar e atuar sobre o papel social que este projeto almeja desempenhar. O Chegança Atelier Cultural segue em resistência, criando e possibilitando caminhos para que o encontro da arte com as crianças e jovens seja efetivado. Ao oferecer este projeto, o coletivo busca contribuir na luta por tornar democrático o acesso à arte, à cultura, à formação artística, à economia criativa do estado da Bahia. As ações do Circuito Chegança: Triangulando a Bahia são instrumentos de emancipação e de empoderamento, pensando no desenvolvimento infantil em todas as suas dimensões: intelectual, emocional, física, social e cultural. Por assim dizer, este projeto, pré-selecionado na Seleção Pública de Patrocínio no Segmento Cultural do Banco do Nordeste, se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como visa alcançar os objetivos I, II e IV, do Art. 3º da referida norma.
O plano de comunicação e marketing do Circuito Chegança, se concentrará no reforço institucional da imagem da marca do projeto, bem como de seu patrocinador, o Banco do Nordeste, a partir das ações que o integram, o espetáculo “Histórias do Mundão” e a vivência teatral “Contando Histórias do Meu Mundão”. Este planejamento se trata de uma ferramenta de gestão para que a proposta estabeleça uma estratégia eficaz de divulgação, através do Marketing Digital, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas e Sociais. As etapas de divulgação ocorrerão durante todo o projeto. O planejamento conta com quase 6 meses, incluindo elaboração, campanha e relatório, às quais sucedem as fases: Fase 1 – Briefing; Fase 2 – Definição de Objetivos; Fase 3 – Planejamento de Campanha; Fase 4 – Desenvolvimento de Conteúdo; e Fase 5 – Análise e Relatórios. Durante todas as fases, será utilizado o Marketing Digital (mídias sociais), como ferramenta principal de divulgação. Sob a regência da coordenação de comunicação, os canais de divulgação das mídias sociais serão: Instagram, Facebook e Youtube, com atualizações realizadas com frequência de 3 a 5 posts semanais, a depender do fluxo de ações. Todas as artes gráficas serão produzidas por Camilo Fróes, que será “brifado” por Nany Lima, a régua de créditos do patrocinador, bem como o reforço de sua imagem deverá constar em todas as peças. Ainda que o digital seja suficiente ao porte do projeto, serão definidas estratégias de relações públicas, visando estabelecer parcerias exitosas, contando com o apoio das ferramentas de Imprensa e a divulgação tradicional nas grandes mídias (tv, rádio). Assim, o projeto terá sua divulgação em diversas instâncias e larga escala possibilitando o estreitamento de laços com o público preterido. À assessoria de imprensa, sob o administração da empresa Duas em Um Comunicação, ficará a incumbência de: Levantamento e análise de informações; Construção de Release; Articulação Grandes Mídias (TV, Rádio, Jornais, Revistas, Sites); Elaboração e execução de planejamento de assessoria de imprensa em diálogo com as demais ações de comunicação: Montagem de estratégias e pautas para imprensa; Apuração, redação e revisão de releases e notas para imprensa; Levantamento e contato com veículos de imprensa especializada; Distribuição de material para imprensa; Intermediação e acompanhamento de entrevistas; e Clipagem.
O Circuito Chegança: Triangulando a Bahia promoverá a circulação do espetáculo “Histórias do Mundão” e da vivência “Contando Histórias do Meu Mundão” por nove cidades do estado da Bahia. Além de promover a difusão da arte no estado, este projeto contribuirá para o processo de fortalecimento da economia criativa na região. Construindo triângulos que se interconectam pelo mapa da Bahia, o projeto transita por pontos do sul, norte e centro-oeste baiano. A circulação, que se dará em três etapas, será realizada no seguinte ordenamento: - Triângulo 1: ações realizadas em Itacaré, Ilhéus, Itabuna; - Triângulo 2: ações realizadas em Vitória da Conquista, Brumado, Caculé; e - Triângulo 3: ações realizadas em Euclides da Cunha, Monte Santo e Canudos. Assim sendo, o Circuito Chegança ocupará territórios distantes, viabilizando a conexão e a troca entre distintos terrenos, rompendo as barreiras do distanciamento e ampliando, assim, os seus resultados. Entretanto, o triângulo, signo utilizado neste projeto, revela não somente o roteiro que será percorrido, mas também as concepções simbólicas por trás deste polígono. Sinônimo de harmonia, criação e criatividade, o triângulo é a representação figurativa dos anseios que conduzem o projeto e seu coletivo idealizador. O Chegança dedica seu trabalho à efetivação de projetos socioculturais, versando pela valorização da diversidade cultural, reconhecendo as diferenças que permeiam a história do Brasil, e, por meio da arte, enaltecendo a pluralidade que há na formação basilar do país. Com o foco na percepção das crianças sobre a leitura do mundo, através do prazer de ouvir e contar histórias, este projeto contribuirá para o processo de fortalecimento da expressão artística e construção do pensamento crítico das crianças e jovens participantes. Aguçando o seu público à curiosidade, o interesse pelas memórias, pela leitura, pelas diversidades que permeiam as suas próprias histórias, o Circuito Chegança busca construir, harmonicamente, um espaço de expressão e criatividade. Para cada cidade será ofertada uma apresentação do espetáculo “Histórias do Mundão”, totalizando nove apresentações em todo o projeto, a serem realizados em teatros ou espaços de cultura. Com vista à promoção da inclusão e da ampliação à acessibilidade do projeto, todas as sessões do espetáculo contarão com intérpretes de libras, priorizando profissionais domiciliados nas cidades de circulação. As apresentações do espetáculo poderão ocorrer em teatros e/ou espaços alternativos, de acordo com as estruturas disponíveis em cada localidade visitada. Além disso, serão formadas 9 turmas da vivência teatral “Contando Histórias do Meu Mundão", com 25 vagas e carga horária de quatro horas, totalizando 225 crianças participantes e 36 horas de vivência ao longo de todo o projeto. As vivências, assim como o acesso ao espetáculo, serão oferecidas, gratuitamente, para as crianças e jovens das comunidades e da Rede Pública de Ensino das cidades que compõem o projeto. Os encontros ocorrerão em espaços alternativos e/ou disponíveis nas redes públicas de ensino parceiras do projeto. O Circuito Chegança, orçado em R$160.000,00, terá duração de 06 meses (1º de março de 2024 a 03 de setembro de 2024) e contará com uma equipe de, no mínimo, 27 profissionais, todos qualificados na sua área de atuação.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.
O projeto “Circuito Chegança: Triangulando a Bahia” se enquadra nos incisos VI, VII e X do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo detalhadas: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas: todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente (09 apresentações do espetáculo “Histórias do Mundão” e 09 vivências teatrais “Contando Histórias do Meu Mundão”); VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil: o espetáculo “Histórias do Mundão” e a vivência teatral “Contando Histórias do Meu Mundão”, ações que compõem o projeto, são integralmente direcionadas para o público infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC): a descentralização das ações, com atividades sendo realizadas em cidades fora do eixo metropolitano da capital baiana. Este projeto visa contribuir com a promoção e a valorização da diversidade no território baiano, no sentido de promover a pluralização e a democratização do acesso à cultura, à arte e à formação artística, para crianças e jovens de distintos territórios da Bahia. Dentre os principais pontos que destacam o Circuito Chegança enquanto projeto que busca ampliar a democratização de acesso à arte e às práticas artísticas de maneira equitativa e diversificada, têm-se: ações do projeto integralmente gratuitas; vivências teatrais direcionadas às crianças e jovens das escolas públicas; e a descentralização das ações, com atividades sendo realizadas em cidades fora do eixo metropolitano da capital baiana. Estas são medidas que têm por objetivo pensar e atuar sobre o papel social que este projeto almeja desempenhar.
Ana Mendes (gestão administrativa e financeira/coordenador de produção, arte-educadora, assistente de direção artística e atriz): Ana Mendes é Doutoranda em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Pós-Graduanda em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo Centro Universitário Senac - SP. Além disso, possui Mestrado em Artes Cênicas (2020) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Bacharelado em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral (2014) pela UFBA. Cofundadora do Chegança Atelier Cultural, com sede em Salvador, Ana Mendes é responsável pelo planejamento estratégico, tático e operacional dos projetos e programas do coletivo, atuando na elaboração, captação de recursos, execução e prestação de contas, além das funções de atriz e arte-educadora. Além disso, é gestora cultural da empresa Quetzal Produções Artísticas LTDA, com sede no interior baiano, no qual é responsável por planejar e avaliar os projetos e programas culturais, através de análise ampla dos cenários, percepção de riscos, valoração de resultados, compreensão financeira e análise dos legados da empresa. Dentre os projetos que encabeçou, destacam-se: Vivência Teatral “Contando Histórias do Meu Mundão”, 2022 (Apoio: Edital Arte Todo Dia – Ano VI, Fundação Gregório de Mattos - Prefeitura Municipal de Salvador); Ocupação Chegança no Teatro de Arena, 2022 (Apoio: Edital de Credenciamento Para a Realização de Espetáculos de Circo, Dança, Teatro e Música na Funarte SP); Projeto Troca-Troca LeiturArte – 2ª Edição, 2021-2022 (Apoio: Prêmio Cultura na Palma da Mão, Programa Aldir Blanc, via Lei Aldir Blanc, Governo Federal); Projeto Telinha Literária, 2020-2021 (Apoio: Prêmio das Artes Jorge Portugal, Programa Aldir Blanc, via Lei Aldir Blanc, Governo Federal) e Projeto LeiturArte, 2019-2021 (Apoio: Prêmio Gregórios – Ano II da Fundação Gregório de Mattos – Prefeitura Municipal de Salvador). Manu Santiago (direção de produção, arte-educadora, diretora artística e atriz): Manu Santiago é atriz e produtora cultural. Graduada em Turismo e Hotelaria pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB-2013), Pós-Graduanda em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC/SP. Sua formação artística aconteceu através da COMICS (Cia de Investigações Cênicas) da Escola de Dança da UFBA (2005) sob orientação de Marília Galvão e André Mustafá; Curso Livre Profissionalizante de Teatro do SESC-BA (2007 - 2008), coord. por Ramon Reverendo; e integrou os grupos: A Outra Companhia (2007 - 2011) e Grupo Vilavox (2012 - 2016). Fundadora do Chegança Atelier Cultural, coletivo teatral e de produção artística em Salvador/BA, desenvolve as funções de gestora, atuante e produtora cultural. Com uma formação profissional autônoma, construída através de seu percurso em grupos teatrais e cursos livres, soma mais de vinte anos de experiência no mercado cultural, transitando em projetos da área teatral, audiovisual e artístico-educacional. No campo da arte-educação, há 16 anos desenvolve projetos socioculturais dedicados à infância e juventude, em instituições públicas, privadas, ONGs e em seu próprio coletivo, o Chegança Atelier Cultural. Nany Lima (coordenação de comunicação): Graduada em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda na UNIFACS - Universidade Salvador e Pós Graduanda em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC/SP. Publicitária e Gestora Cultural. Atua com Gestão de Comunicação, Marketing Digital, Consultoria e Mentoria especializadas em comunicação e marketing. Desenvolve trabalhos atuando desde a sua concepção e planejamento até a prestação de contas. Já caminhou pelas diversas áreas da arte e da cultura que variam entre uma mini produção em teatro até a maior festa popular de rua do planeta - Carnaval. Além disso, é idealizadora junto com a psicóloga Tainan Guimarães, da Revista Vamos Brincar?! Cultura & Desenvolvimento, a 1ª revista gratuita sobre cultura e desenvolvimento infantil em Salvador/BA. Duas em Um Comunicação (assessoria de imprensa): A Duas em Um é uma assessoria de comunicação voltada para clientes dos mais diversos segmentos, tendo empresas dos ramos de saúde, cultura e associações em seu rol de atuação. Sua equipe conta os profissionais Analú Ribeiro (Formada em jornalismo pela UFBA, especialista em mídias sociais pela Unijorge, está há mais de 3 anos atuando na área de assessoria de comunicação, tendo no currículo contas de pequeno, médio e grande porte) e Juliana Rodrigues (Formada em jornalismo pela Unijorge, especialista em Comunicação Corporativa pela Unifacs e pós-graduanda em Inteligência de Mercado na Baiana Business, está há mais de 7 anos atuando com o planejamento estratégias de comunicação, campanhas e ações promocionais para diversos públicos). Camilo Fróes (designer gráfico): Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Funcionário da equipe de comunicação do Teatro Vila Velha, responsável pela maior parte das peças produzidas pelo Vila de junho de 2003 a dezembro 2009, entre folders informativos, cartazes, cartões postais, panfletos, programas de espetáculos, placas, mobiliário urbano, outdoor, busdoor, site, entre outros. Freelancer desde 2010, trabalhando com clientes diversos, entre eles destacam-se A Outra Companhia de Teatro, Grupo Vilavox, Companhia Viladança, Bando de Teatro Olodum, Teatro Vila Velha, Festival VIVADANÇA, Oficina Nacional de Dança Contemporânea, Fundação Cultural Casa de Jorge Amado, Faculdade Baiana de Direito, entre outros. Marina Fonseca (iluminadora): Marina Fonseca, operadora de luz do espetáculo “Histórias do Mundão”, já realizou a operação de luz em inúmeros espetáculos, sendo alguns deles: O Castelo da Torre, Yla Ylu, Compadre de Ogum, Rebola, Medéia Negra, Pindorama, antes de chamar Brasil. Participou de curso de iluminação, no Pronatec. Também já criou e operou a iluminação de alguns shows, como Três um só, Okwei Odili, ngela Velloso, Ybytu-emi, Levante, etc. Atualmente é técnica de iluminação da Fundação Gregório de Mattos - FGM, no Espaço Cultural da Barroquinha - ECB, em Salvador. (01) Assistente de Produção, (09) Produtores Locais, (01) Fotógrafo, (01) Videomaker/Cinegrafista e (09) Intérpretes de Libras serão, ainda, definidos. Há, em todo o projeto, uma previsão de, no mínimo, 27 profissionais diretamente beneficiados.
PROJETO ARQUIVADO.