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PRONAC 235249ArquivadoMecenato

CANOA VELOZ

A Vida e op Trabalho dos Pescadores Artesanais de Lagosta do Ceará
Solicitado
R$ 205,1 mil
Aprovado
R$ 205,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (5)
Aracati CearáFortaleza CearáIcapuí CearáJuazeiro do Norte CearáSousa Paraíba

Resumo

Este projeto destina-se a produção e distribuição do fotolivro CANOA VELOZ, que retrata o universo dos pescadores artesanais de lagosta no município de Icapui, litoral leste do litoral do Ceará. CANOA VELOZ aborda as transformações ocorridas na atividade de pesca e seus reflexos na comunidade. A produção e distribuição deste fotolivro contribuirá para a valorização do pescador artesanal e abordará várias questões que envolvem o desenvolvimento sustentável das comunidades pesqueiras do litoral nordestino. O fotolivro com 200 imagens fotográficas do acervo do fotógrafo Tibico Brasil, textos de apresentação e links para a exibição de videos documentários e bastidores da produção.

Sinopse

Desde 1989 o fotógrafo TIBICO BRASIL realiza um profundo ensaio fotográfico vivenciando o cotidiano, acompanhando os rituais, compartilhando os desafios e as nuances da pesca artesanal da lagosta. CANOA VELOZ apresenta um olhar inédito sobre a questão do desenvolvimento sustentável das comunidades pesqueiras do litoral nordestino e propõe um processo de capacitação na área do audiovisual para que os jovens se apropriem do processo de documentação, valorização da pesca artesanal e consequente enriquecimento sócio-cultural. Fotolivro é um tipo particular de livro de fotografia, em que as imagens predominam sobre o texto e em que o trabalho conjunto do fotógrafo, do editor e do designer gráfico contribui para a construção de uma narrativa visual. A pesca de lagosta artesanal, como atividade econômica teve início em 1958, com a chegada de um comerciante americano que observou a abundância do nobre recurso e vislumbrou a possibilidade de comercialização no mercado externo. Em pouco tempo grande parte dos pescadores locais aderiu a pesca da lagosta, atraída pelos retornos financeiros, pelo destino certo da produção e, principalmente, pela facilidade no método da pesca que, ao contrário da antiga e tradicional pescaria de peixe, era rapidamente realizada e em áreas bem próximas à costa. Ao longo de quatro décadas notou-se um elevado aumento no número de embarcações e homens dedicados à atividade. Como se isso não fosse suficiente para o declínio da produção, dois novos métodos de pesca foram introduzidos na atividade lagosteira: a “rede-de-espera”, também conhecida como “caçoeira”, e o mergulho com compressor de ar. O primeiro método é pouco seletivo e danoso ao ambiente onde as lagostas habitam. O segundo, além de perigoso aos inabilitados mergulhadores, causa inúmeros conflitos de uso, devido ao desrespeito dos mergulhadores ao roubar e danificar os tradicionais “manzuás” dos pescadores artesanais. Efetuar o registro das tradições, dos costumes, do trabalho e o dia-a-dia dos pescadores artesanais de lagosta é guardar a memória do desenvolvimento sustentável de uma região especialmente interessante. A realização do projeto CANOA VELOZ contribuirá para a valorização e enriquecimento cultural, social e econômico das comunidades tradicionais e de pouco acesso a produtos culturais;

Objetivos

Este projeto que tem como objetivo geral a publicação do fotolivro CANOA VELOZ, a partir do acervo de imagens produzidas pelo fotógrafo Tibico Brasil, ao longo de 35 anos, retratando o universo dos pescadores artesanais de lagosta no município de Icapui, litoral leste do litoral do Ceará. Desde 1989 o fotógrafo TIBICO BRASIL realiza um profundo ensaio visual vivenciando o cotidiano, acompanhando os rituais, compartilhando os desafios e as nuances da pesca artesanal da lagosta. O projeto propõe capacitação na área do audiovisual para que jovens filhos e filhas de pescadores, estudantes em geral, comunicadores e lideranças comunitárias se apropriem do processo de documentação, valorização da pesca artesanal e consequente enriquecimento sócio-cultural de suas comunidades. A produção e distribuição deste fotolivro contribuirá para a valorização do pescador artesanal e abordará várias questões que envolvem o desenvolvimento sustentável das comunidades pesqueiras do litoral nordestino O fotolivro a ser produzido terá 1.000 exemplares, em formato 22 x 22 cm, com 200 imagens fotográficas, textos de apresentação e links para a exibição de videos documentários e bastidores da produção. Nos 4 (quatro) eventos de lançamento da publicação a serem realizados nas cidades de Icapuí-CE, Fortaleza-CE, Juazeiro do Norte-CE e Souza-CE serão realizadas oficinas de produção de projetos de documentários destinada a jovens estudantes, pescadores artesanais, agricultores familiares, lideranças comunitárias, jovens comunicadores e interessados em produção de projetos audiovisuais e de documentação sócio-ambiental.

Justificativa

Uma silenciosa procissão de velas brancas rompe a barra no dia primeiro de maio, centenas de homens das praias de Redonda, Peroba, Ponta Grossa e Picos iniciam mais uma temporada de pesca da lagosta, o ouro verde e vermelho do mar. Quando chegaram nestas praias os mais antigos construíram boas casas de taipa e fizeram morada nas areias da praia. A atividade econômica teve início em 1958, com a chegada de um comerciante americano que observou a abundância do nobre recurso e vislumbrou a possibilidade de comercialização no mercado externo. Em pouco tempo grande parte dos pescadores locais aderiu a pesca da lagosta, atraída pelos retornos financeiros, pelo destino certo da produção e, principalmente, pela facilidade no método da pesca que, ao contrário da antiga e tradicional pescaria de peixe, era rapidamente realizada e em áreas bem próximas à costa. Ao longo de quatro décadas notou-se um elevado aumento no número de embarcações e homens dedicados à atividade. Como se isso não fosse suficiente para o declínio da produção, dois novos métodos de pesca foram introduzidos na atividade lagosteira: a "rede-de-espera", também conhecida como "caçoeira", e o mergulho com compressor de ar. O primeiro método é pouco seletivo e danoso ao ambiente onde as lagostas habitam. O segundo, além de perigoso aos inabilitados mergulhadores, causa inúmeros conflitos de uso, devido ao desrespeito dos mergulhadores ao roubar e danificar os tradicionais "manzuás" dos pescadores artesanais. Foram muitos os anos de fartura, até que a pesca ilegal avançasse e desvalorizasse a ancestral arte de construir os "manzuás", engenhosas armadilhas utilizadas para a pesca da lagosta, manufaturadas durante todo o período de espera. Hoje a fadiga do corpo e o cansaço da vista mantém muitos dos pioneiros em terra, dedicando-se ao comércio e ao turismo que vão tomando espaço dentre formas de se ganhar a vida. Para além de seu caráter documental, o fotolivro CANA VELOZ pretende abordar, em uma perspectiva sócio-ambiental, aspectos da relação homem, natureza e cultura, que vem sendo construída historicamente e que está relacionada ao processo de desenvolvimento local. CANOA VELOZ destaca uma preocupação com os problemas ambientais da região e sua relação com as condições de vida dos moradores, e tenta contribuir no sentido de possibilitar uma conscientização sobre a necessidade de buscar garantias de sobrevivência para as vidas futuras e para a preservação do meio ambiente, com toda a sua diversidade de espécies e características geográficas. A realização deste projeto permitirá o acesso à heroica história de vida e dos pescadores artesanais de lagosta, que abriga uma série de conhecimentos da arte da pesca e de manifestações culturais locais, qua vão desde a forma de construção e pintura dos barcos até a manutenção da prática pesqueira estimulada pela brincadeira com pequenos botes ainda presente feita por jovens e criaças das praias. Desta forma, CANOA VELOZ tem como um dos principais objetivos salvaguardar a sobrevivência de uma arte de pesca e um modo de viver de grupo originários da costa do litoral leste do Ceará. CANOA VELOZ trará uma contribuição efetiva para a difusão dos valores culturais dos povos do mar, em especial os pescadores artesanais de lagosta que vem sendo fortemente impactados com as drásticas alterações no comércio local, regional e mundial de pescado. A memória destes povos do mar merecerá destaque especial, pois é a partir das histórias e valores da comunidade que se constituirá a narrativa do fotolivro e do documentário que será produzido, complementando uma pesquisa visual que se iniciou em 1989 e continua sendo produzida pelo fotógrafo Tibico Brasil. O fotolivro CANOA VELOZ, que será distribuido de forma gratuita não só entre a comunidade, mas também para bibliotecas públicas atenderá uma demanda por publicações artisticas e culturais que tratam do saber e do viver dos pescadores artesanais. São poucas as pesquisas e fontes a respeito do assunto, em especial as que tem a oportunidade de recolher relatos e tratar de forma próxima e não-acadêmica sobre o tema. As oficinas de produção de projetos de documentários destinada a jovens estudantes, pescadores artesanais e jovens comunicadores locais serão oportunidades de troca de estímulo para que sejam criados núcleos de manutenção e preservação da memória dos povos do mar. Os participantes serão incentivados a tomarem á frente também na luta pela proteção dos valores e tradições populares, reconhecimento fundamental para as novas gerações que aos poucos se afasta da cultura local. O projeto esta em consonancia com os Artigos 1° e 3° da Lei 8313/91 conforme os incisos abaico Artigo 1º V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Artigo 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Publicação Canoa Veloz Tiragem:1.000 exemplares Formato: 22 x 22 cm Conteudo: 200 imagens fotográficas textos de apresentação Vídeos documentários Tempo: 05 minutos Exibição: nos lançamentos e nas redes sociais do projeto

Acessibilidade

As ações realizadas terão com livre acesso, gratuito e realizado em espaços públicos. Quanto à acessibilidade física e de conteúdo, para a realização das ações do projetos serão adotas medidas de acessibilidade, conforme disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006,[1] e na Instrução Normativa vigente, quanto à acessibilidade física, rampas de acesso aos espaços de realização, banheiros adaptados, vagas de carro, monitores responsáveis por orientar e apoiar as pessoas com deficientes e idosos, Quanto a acessibilidade de conteúdo, na realização das ações serão contratadas intérprete de Libras, audiodescrição, um será disponibilizado para consulta uma edição impressa em Braile, para dar condições de compreensão e participação ativa dos deficientes ao projeto cultural.

Democratização do acesso

O Projeto beneficiará através de suas ações estudantes de escolas publicas de 4 cidades Juazeiro do Norte, Souza, Icapui e Fortaleza, assim como toda a comunidade das praias de Icapui. Para tanto, haverá ações de articulação e mobilização nas escolas públicas da região, apoiados na divulgação nos veículos convencionais de comunicação e redes sociais. E beneficiará os usuarios das bibliotecas publicas da região e bibliotecas comunitarias com a distribuição gratuita de 100 livros Além disso, é importante destacar que o projeto atende às orientações constantes no art. 56 da IN nº 01/2017 do MinC, promovendo: III - desenvolver atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações urbanas periféricas; - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 57; VI - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão.

Ficha técnica

TIBICO BRASIL - Coordenação geral e Fotografias Fotojornalista com trabalhos publicados em vários jornais e revistas de circulação nacional como Veja, Quatro Rodas, Exame, Casa Cláudia,Nova Escola, Horizonte Geográfico, Bravo e República. Formado pela Escola Imagem e Ação de São Paulo, participou de diversos workshops e oficinas em encontros de fotografia regionais e nacionais. Sua primeira exposição individual “Americanos” foi apresentada no Ibeu Art Galery em 1994. Na edição de 1996 do Concurso Internacional da Nikon, no Japão, classificou-se em 3º lugar com uma fotografia do ensaio “A Lagosta dos Meninos”. Realizador audiovisual, roteirista e diretor de documentários, videos institucionais e ensaios sobre meio-ambiente, cultura e esportes ligados a natureza. Atuou durante 20 anos como gestor nas áreas de comunicação, cultura e marketing do Banco do Nordeste. De 2015 a 2017 foi presidente da TVC, emissora pública do Estado do Ceará. Instrutor de fotografia e roteiro audiovisual. Ministrou workshops e palestras em Mostras e Festivais de Video e Fotografia. Formado em produção audiovisual na Casa Amarela da Universidade Federal do Ceará, Escola Imagem-Ação em São Paulo. Graduando em Cinema e audiovisual na Universidade de Fortaleza. SÉRGIO CARVALHO - Editor de imagens Foto documentarista piauiense, radicado em Fortaleza desde 1999. Seus trabalhos autorais têm forte influência humanista. Realizou diversas exposições, com participação em salões de arte e festivais de fotografia, tais como o deVERcidade, em Fortaleza em todas as suas 04 edições (2005, 2006,2007 e 2010), FotoArteBrasilia/2010, Festival de La Luz/Argentina/2010, Fotopoa 2012(Porto Alegre), Photobook award 2011(Kassel, Alemanha), POY LATAM 2013, Premio Diario Contemporaneo de Fotografia/Belém/PA/2015, Festival de Fotografia de Tiradentes(2017/2018), Festfotopoa(2012 e 2017), Verbo Ver(2018) e Paraty em foto(2019). Livros publicados: “Docas do Mucuripe” (2010) - em coautoria com o fotógrafo Paulo Gutemberg; “Retrato Escravo” (2010) - em coautoria com o fotografo João Roberto Ripper. Livro ganhou Menção Honrosa no Festival Poy Latam (2011) e indicado como um dos melhores livros de fotografia de 2010 pelo Internacional Photobook Festival 2011(Kassel, Alemanha); “Barbearia do Tempo” (2011); “Às vezes, criança - Um quase retrato de uma infância roubada” (2012) - em coautoria com o poeta Rubervam Du Nascimento; “Homens Caranguejo” (2013) - publicação coletiva; “Caminho das Abelhas” (2016) - publicação coletiva; “Sereias” (2016) - em coautoria com a fotógrafa Fernanda Oliveira; “Barreiro Branco” (2018) - ensaio vencedor do Festival Verbo Ver (2018) e “Santo Sertão”(2021). FELIPE CAMILO - Design Gráfico e Editoração Negro. Cearense. Artista. Educador. Cientista Social. Enquanto pesquisador dedica-se às interseções entre antropologia, imagem, memória, decolonialidade e relações étnico-raciais. Pelo PPGS-UFC/CAPES e como colaborador do Lajus, escreveu a tese ‘Comunidade Visível: narradores de imagens e memórias do Poço da Draga’. Dr. em sociologia e Me. em educação, atuou como professor universitário em diversas instituições de ensino como o Instituto de Cultura e Arte da UFC. Artista com enfoque em fotografia e documentário, já participou de festivais, mostras e salões nacionais e internacionais. Foi membro do Ifoto/Ce e co-autor do selo Fresta Lab.. É autor do livro-objeto ‘Álbum Preto’ e dos fotolivros ‘Perecível’ e ‘Poço 115 - um álbum imaginário’. É curador da exposição ‘Poço 115 - Rastros na Cidade’ - lançada no Museu de Arte Contemporânea do Ceará e na ONG Velaumar. Dirigiu os docs. ‘Memórias do subsolo’, ‘Aluá’, ‘Oestemar’ e ‘Resenha do Brasileirinho’. Idealiza o projeto Mapadoc - Cartografias de Culturas Cearenses e é co-idealizador do Efêmero Festival de Fotografia Experimental. IANA SOARES - Curadoria e Produção de texto Jornalista cearense, fotógrafa e professora. Tem interesse nas relações entre a palavra e a imagem, a literatura e a fotografia, o real e a imaginação. Fez mestrado em "Criação Artística Contemporânea" na Faculdade de Belas Artes, na Universidade de Barcelona, na Espanha (2015). Concluiu Especialização em Escrita Literária, no Centro Universitário Farias Brito (2019). Coordenadora de Educação e Formação do Museu da Imagem e do Som do Ceará. Faz parte da equipe de criação e coordenação geral do Fotofestival SOLAR, evento bienal que teve sua primeira edição em dezembro de 2018. Foi editora do Núcleo de Imagem e articulista do Grupo de Comunicação O POVO, onde trabalhou entre 2009 e 2018. É professora do módulo "Ler e escrever crônicas", da Especialização em Escrita e Criação da Unifor. VANESSA RAMOS - editora/produtora executiva Fotógrafa baiana, 48 anos. Graduada pela Universidade Federal do Ceará em Ciências Sociais, Começou a fotografar nos anos 80. Trabalhou como fotógrafa e pesquisadora no Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais (NEPS) da UFC, tendo feito os seguintes cursos na área de artes visuais: 1. Curso Básico de Fotografia pela Casa Amarela da Universidade Federal do Ceará 2. Curso de iniciação em crítica de cinema pela Casa Amarela da Universidade Federal do Ceará 3. Oficina em Fotografia de palco na Semana Nacional de Fotografia em Ouro Preto-MG com o professor Emídio Luisi. 4. Oficina em crítica de cinema no Festival de Inverno em Poços de Caldas-MG. 5. Curso avançado em Fotografia na Escola de Fotografia e Artes Visuais Travessa da Imagem em Fortaleza-CE. 6. Curso de Fotografia Contemporânea no Museu Da Imagem e do Som de Fortaleza-CE, com a professora portuguesa Ângela Ferreira. 7. Curso "Pensar Fotografia" no Museu da Imagem e do Som do Ceará com o diretor de arte Ademar Assaoka e o fotógrafo Celso Oliveira. 8. Workshop Narrativas Digitais com o Coletivo Garapa de São Paulo-SP. Exposições Coletivas: 1. Insânias Verdades - ensaio "O Escuro me Ilumina" em Dezembro/2012 na Escola de Fotografia e Artes Visuais Travessa da Imagem em Fortaleza-CE 2. O Corpo Alheio - ensaio "Antropofagia da Imagem Crua" em Fevereiro/2014 3. Ensaios Para Demolição - ensaio "Um Sonho Feliz de Cidade" como convidada do Descoletivo de Fotografia em 26/04/2014. 4. Ensaios para Demolição (Edições 3 e 4) como fotógrafa do Descoletivo de Fotografia. Publicações: 1. Revista Olho de Peixe I em Outubro/2012 - ensaio "Em busca da Fortaleza perdida" 2. Revista Olho de Peixe II em Abril/2013 - ensaio "Amor de índio" Prêmios 1. Primeiro lugar na Fotomaratona de Fortaleza da Escola Travessa da Imagem com o tema "A cidade que ninguém vê" 2. Prêmio Chico Albuquerque de Fotografia/2014 com o Projeto "Caminho das Abelhas" Projeto desenvolvido em conjunto com os fotógrafos Markos Montenegro, Sérgio Carvalho, Silas de Paula, Paulo Gutemberg e Iana Soares. Produtora do livro ?Barreiro Branco?(2018), de Sérgio Carvalho. Editora do Livro ?Santo Sertão?(2021), de Sérgio Carvalho. Outros trabalhos: Assistente de Edição e Produtora da Revista Olho de Peixe III - IX Bienal Internacional de Dança do Ceará.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.