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PRONAC 235272Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

TONICO ALVARES: fotografia anos 70-80

ATO PRODUCAO CULTURAL E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 715,5 mil
Aprovado
R$ 694,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2024-02-05
Término
2026-11-05
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Buscamos a realização de exposição de fotografias do artista Tonico Alvares. O recorte será dos registros das décadas de 70 e 80, início de sua carreira, com fotografias analógicas. Também será lançado olivro comemorativo àmostra. Previmos a realização, durante toda a exposição, de um programa educativo com visitas guiadas e disponibilização de ônibus para jovens da rede pública. Além disso, haverá visitas guiadas com LIBRAS e disponibilização de audiodescrição para a exposição e para o livro.

Sinopse

Em um processo próprio de construção da linguagem, estruturado em torno da ideia quase antropológica de que a realidade deve ser retratada sem filtros, Tonico Alvares experimentou e estabeleceu, a partir dos anos 1970, uma produção baseada na observação da presença do outro: o fotógrafo capturou o êxtase e as manifestações do que há de mais humano nas culturas com as quais conviveu.Logo no início de sua carreira, o jovem fotógrafo foi lançado a um desafio que moldou seus primeiros passos e refletiu de forma decisiva em sua produção vindoura: Tonico foi convocado pelo Diário de Notícias — um dos jornais de maior circulação no Rio Grande do Sul — a cobrir uma rebelião que assolava o Presídio Central. Empunhando sua câmera, Tonico adentrou os corredores tomados, testemunhou ao longo daqueles dias diversas cenas de reivindicação e violência, registrando o motim com centenas de imagens que compõem uma de suas séries mais intensas.A presente exposição se desenvolve acompanhando o amadurecimento do seu labor etnográfico: um dos principais elementos que dão unidade a sua produção é o olhar sensível aos anseio de liberdade. O segundo núcleo da exposição espelha a vivência de Tonico Alvares como imigrante, imerso na efervescente contracultura europeia: em 1978, o fotógrafo presenciou um concerto de Bob Marley na Suécia — uma série inédita, apresentada agora ao lado de outras expedições do fotógrafo por um roteiro que segue a essência do pensamento hippie. Tonico documentou o misticismo nas ruas da Índia, do Nepal e do Afeganistão, além de cenas urbanas e cosmopolitas em Londres e Estocolmo.Em mais de quatro décadas, Tonico produziu registros visuais — sejam eles jornalísticos, científicos ou poéticos — que perpassam a política, a religião e a música. Suas lentes estiveram atentas aos trânsito culturais, mostrando personagens da cultura libertária, andróginos tatuados e xamãs religiosos: demonstrando a atualidade de seu olhar, de forma silenciosa, Tonico Alvares eternizou insurgências nada distantes do que presenciamos hoje.Henrique Menezes *********1. Especificação de setores da mostra (quantidade de setores e relações entre eles, demonstrando o percurso ou proximidade espacial esperada) REBELIÃOO percurso da exposição segue uma orientação cronológica, acompanhando a trajetória de Tonico Alvares e tendo como recorte os anseios de liberdade. A primeira série composta por três grandes fotografias apresenta o motim que assolou o Presídio Central de Porto Alegre. Em 1974, o fotógrafo iniciava sua carreira e foi enviado ao local pelo Diário de Notícias, registrando a rebelião em imagens emblemáticas: Tonico Alvares ganhou a capa do jornal impressa pela força e impacto das cenas captadas. BOB MARLEYTonico Alvares imigrou para a Suécia ainda jovem, onde viveu por mais de 10 anos. Apresentamos nesta exposição uma série de aproximadamente 20 fotografias de 1979, quando o artista presenciou e registrou um show de Bob Marley em Estocolmo. RELIGIOSIDADE E CONTRACULTURAO interesse de Tonico Alvares pela religiosidade o fez percorrer alguns caminhos que estão na origem da cultura hippie: as viagens para o Nepal e para a Índia são apresentadas na exposição através de suas arquiteturas, paisagens e a cultura de seu povo. Composta por mais de 25 imagens captadas no Oriente, este setor ainda traz a imersão de Tonico pela efervescente Berlin, contaminada pela contracultura que emergia nas novas gerações pós-1970. SALA FONTEPermitindo um conhecimento mais profundo em relação à trajetória do artista, uma das salas do Museu de Porto Alegre receberá a projeção de um documentário produzido especialmente para a exposição: com aproximadamente 10 minutos, tratará uma entrevista com Tonico Alvares e inúmeras imagens do arquivo pessoal do fotógrafo. 2. Além disso, essa setorização apoia também o projeto do livroAlém das três grandes séries fotográficas presentes na exposição, o livro apresenta uma entrevista inédita realizada com Tonico Alvares pelo curador Henrique Menezes, permitindo ao público conhecer a história por trás das obras a partir da visão do próprio artista.

Objetivos

Esta proposta tem como objetivos: Realizar exposição do fotógrafo Tonico Alvares no Paço Municipal, em Porto Alegre, espaço público de mostras de arte gratuitasEditar um livro com as obras expostas, que remontam às décadas de 70 e 80Realizar um programa educativo no qual jovens da rede pública de ensino e público em geral tenham oportunidade de aprender sobre fotografia e históriaIncentivar a frequência do público a exposições e espaços museaisEstes objetivos atendem às seguintes finalidades, expressas no art. 2º: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;Pois realizará uma retrospectiva dos mais de 50 anos de fotografia do artista gaúcho Tonico Alvares por meio da exposição e do livro; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;Pois dará visibilidade ao artistas do Rio Grande do Sul por meio da distribuição do catálogo; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;Pois fará a exposição por dois meses no Paço Municipal - local de grande fluxo de pessoas e facilmente acessível, gratuitamente. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;Pois alunos da rede pública terão transporte gratuito para visitar a exposição e participar das atividades educativas. Além disso, pessoas cegas, surdas e com déficit de atenção serão beneficiadas com as visitas audioguiadas e com intérprete de LIBRAS. Objetivos específicos: A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: • Realizar uma exposição de cerca de 50 fotos durante 2 meses com entrada franca, do fotógrafo Tonico Alvares, aberta por 5 dias da semana B) Produto LIVRO: • Produzir, publicar e distribuir 2000 exemplares do livro de Tonico Alvares C) Produto Contrapartida social (programa educativo): • Realizar o programa educativo, durante todo o tempo da mostra, com mediadores recebendo escolas e público espontâneo. O programa educativo proporcionará ônibus para escolas da rede pública de educação e buscará ativamente entidades assistenciais que queiram levar seus assistidos à exposição. Além disso, teremos material físico (500 exemplares) e digital para alunos e professores da educação básica e duas oficinas voltadas para crianças e jovens, explorando as temáticas da luz e paisagem cultural.

Justificativa

A Lei Rouanet é essencial para a realização de uma exposição gratuita com todos os recursos de acessibilidade de conteúdo e física, com ônibus para escolas públicas, além de um programa educativo com equipe qualificada. Assim, o projeto justifica-se pela possibilidade de democratizar o acesso à arte da fotografia e a proporcionar formação de público. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois dará acesso a grande público à obra de Tonico Alvares, por meio de exposição e livro da obra do renomado fotógrafo. A exposição, aberta ao público gratuitamente e localizada em espaço de fácil acesso, dará a possibilidade do público conhecer parte da obra do fotógrafo, que iniciou sua carreira na década de 70. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Pois o fotógrafo gaúcho, com mais e 50 anos de carreira, já realizou exposições em locais como Casa de Cultura de Estocolmo e Museu de Artes do Rio Grande do Sul (MARGS). Assim, o livro registrará essa trajetória, a disponibilizando em bibliotecas públicas e por preços menores do que os valores de mercado, caso fosse impressa sem incentivo fiscal. Da mesma forma, a exposição trará luz à carreira de Alvares. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Pois o projeto apoiará a difusão da obra do fotógrafo IX. priorizar o produto cultural originário do País. Pois dá visibilidade aos mais de 50 anos de carreira de um fotógrafo brasileiro. ___________________________________________________________________________________________Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois incentiva a fruição de obra de artista brasileiro, tanto facilitando o acesso do público à exposição quanto ao livro. V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Pois traz um rico material criado em torno da ideia quase antropológica de que a realidade deve ser retratada sem filtros, trazendo à tona realidades distantes em termos de temporalidade e geografia, ao retratar sua vivência como imigrante, imerso na efervescente contracultura europeia em 1978, o misticismo nas ruas da Índia, do Nepal e do Afeganistão. Na mesma mostra, haverá registros muito próximos, como da rebelião que em 1974 assolou o Presídio Central, em Porto Alegre.

Especificação técnica

MIOLO : 200 pág, Formato Fechado: 220x270 mm, 4x4 cores + VERNIZ BASE ÁGUA FOSCO, no COUCHÊ MATTE LD170 g/m2; REFILE; GRAVAÇÃO CTP; IMPRESSÃO; DOBRADO; 1 PROVA DE PLOTTER DO MIOLO; 1PROVA DIGITAL (MIOLO). CAPA : 4x0 cores, no COUCHÊ GLOSS LD 150 g/m2; REFILE; GRAVAÇÃO CTP; IMPRESSÃO; LAMINAÇÃO FOSCA; GRAVACAO DE TELA; VERNIZ HIGH GLOSS LOCALIZADO; 1 PROVA DIGITAL (CAPA). GUARDA : OFFSET SUZANO LD 180 g/m2; GUARDA SEM IMPRESSÃO; VINCO GUARDA. PAPELÃO : PAPELÃO NACIONAL LD 1450 g/m2 (2,3mm). ACABAMENTO : CAPA DURA SEM SOBRECAPA; Lombada: QUADRADA COM PALITO; ALCEADO; COSTURADO; COLAR GUARDA; CORTE TRI-LATERAL; MONTAGEM CAPA DURA; COM CABECEADO; LINHA CAPA DURA; SHIRINK INDIVIDUAL + MALOTES.

Acessibilidade

Produto: LIVRO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição do livro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Audiodescrição, a qual auxilia pessoas com déficit de atenção. Produto: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: a exposição será realizada em espaços que tenham rampas, acesso para todas as áreas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Legenda no vídeo da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Audiodescrição, a qual auxilia pessoas com déficit de atenção. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL (Programa educativo) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o programa educativo da exposição será realizada em espaços que tenham rampas, acesso para todas as áreas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Impressão em Braile do material educativo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: visitas guiadas com LIBRAS em dias fixos da semana e sempre que solicitado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Treinamento das equipes para acessibilidade atitudinal.

Democratização do acesso

A exposição será totalmente gratuita. O livro terá tiragem de 2.000 exemplares, sendo a distribuição feita conforme o art. 27 da IN vigente: I - 10% dos exemplares para patrocinadores; II - 10% dos exemplares para a secretaria estadual de educação; III - 10% dos exemplares para distribuição gratuita promocional; IV - 20% dos exemplares com venda por até R$30,00. Os 50% dos exemplares restantes serão comercializados por até R$150,00. Em complemento, segundo art. 28, previmos: III - transporte gratuito para estudantes da rede pública de ensino e jovens atendidos por projetos sociais; VII - ações voltadas ao público infanto-juvenil, compostas pelo programa educativo, o qual atenderá também público espontâneo, mas terá foco em formação de platéia de jovens. Lembramos que por ter previsão de programa educativo, não há necessidade da inclusão de contrapartidas sociais. Todavia, por um erro do sistema que não permitiu o envio do projeto sem as contrapartidas sociais, elas estão no sistema.

Ficha técnica

Ato Produção Cultural - empresa proponente, responsável pela gestão do processo decisório Restauração da Casa de Garibaldi (Lei Rouanet, 2017 a 2023); Captação e coordenação geral da restauração da Cobertura da Nave Central: Restauração da Catedral Metropolitana de São Francisco de Paula (Lei Estadual de Incentivo à Cultural, Rio Grande do Sul, 2022); Captação e coordenação geral da Restauração da Catedral Metropolitana São Francisco de Paula, Pelotas (Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Rio Grande do Sul, iniciado em 2020, entregue em 2022); Circulação da trupe circense Tholl – Imagem e Sonho, projeto que oferece oficinas circenses para 100 jovens de Pelotas (Lei Rouanet, Rio Grande do Sul, iniciado em 2019, em execução); 11ª, 12ª e 13ª Bienais de Artes Visuais do Mercosul, em Porto Alegre (Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura, 2018 a 2022); Proponência, captação, coordenação e prestação de contas da Restauração da Catedral de São Pedro de Rio Grande (Lei Rouanet, obra iniciada em 2018, entregue em 2020). Tonico Alvares - artista Tonico Alvares nasceu em 1953, na cidade de Minas do Leão, interior do Rio Grande do Sul. Começou sua carreira profissional em 1974 como repórter fotográfico do Diário de Notícias e Emissoras Associadas, em Porto Alegre. Com imagens de uma reportagem intitulada “Motim no Presídio”, ganhou seu primeiro prêmio, em 1975, do Salão de Artes do Rio Grande do Sul. Em 1976 cursou, na Polytechnic School of London, fotografia e iluminação. Em Estocolmo, Suécia, fez trabalhos para o Etnografiska Museet (Museu Etnográfico de Estocolomo), buscando material em países orientais como Paquistão, Afeganistão, Índia, Nepal e Tailândia. Em 1979 realizou, na Kulturhuset (Casa de Cultura), Estocolmo, sua primeira mostra fotográfica sociocomparativa, intitulada “Afeganistão-Estocolmo” e que contrastava realidades. Em Brasília, cobriu a Assembléia Constituinte pela revista Veja. Retornou a Porto Alegre no início dos anos 90, onde realizou exposições como “Afeganistão-Estocolmo”, “Paris-Índia” e Redes no Museu de Artes do Rio Grande do Sul (MARGS), mostra “Rui, 40 anos”, em homenagem ao estilista porto alegrense, na Bolsa de Arte, “Paris 48 Horas” na Galeria de Artes da Caixa D’água (DMAE). Em 2009 participou de duas mostras fotográficas coletivas: “11 Photograpes Brésiliens”, em Paris, na Galerie D’art François Mansart, com a obra “Senhoras de Estocolmo”; e o “Fotorama-09”, Encontro Internacional de Fotografia, no Uruguai, com uma mostra referente a um dos últimos shows do ídolo do reggae Bob Marley. Participou de duas coletivas na Galeria Helena Freta, em Florianópolis SC. Engajou-se no projeto da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul “Perfis Parlamentares”, retratando em livros a vida de políticos gaúchos ilustres como Flores da Cunha, Getúlio Vargas, Oswaldo Aranha e Assis Brasil. Henrique Menezes (Porto Alegre, Brasil, 1987) é pesquisador e curador independente. Entre 2018 e 2019, atuou na Fundação Iberê Camargo no cargo de Curador Assistente; integrou o Comitê de Curadoria e Acervo do MACRS (Museu de Arte Contemporânea – 2020-2022) e compôs o Conselho Curatorial da Fundação ECARTA (2019). Atualmente é correspondente da Artecapital, publicação portuguesa dedicada à crítica de arte desde 2006. Graduado em Comunicação pela UFRGS, tem pós-graduação em Estudos Curatoriais e Arte Contemporânea pela Universidade de Lisboa. Foi coordenador editorial e assinou a publicação do livro 40 ANOS Galeria Bolsa de Arte, resgatando a história da galeria através de pesquisas e depoimentos colhidos com mais de 50 agentes do sistema da arte – incluindo Regina Silveira, Carlos Vergara, Agnaldo Farias e Cauê Alves. Na Fundação Iberê Camargo, curou a mostra Continuum (2018), além de assinar projetos curatoriais e textos para instituições como AC Institute (Nova York), Espacio de Arte Contemporáneo (Uruguai), MACRS, Museu do Trabalho, Galeria Bolsa de Arte, Fundação ECARTA, Galeria Mamute, Instituto Estadual de Artes Visuais, Galeria do DMAE e The Switch Gallery (Lisboa). Indicado ao Prêmio Açorianos de Artes Visuais – Prefeitura de Porto Alegre, nas categorias Destaque em Curadoria (2018) e Destaque em Publicação (2021). Larissa Fauri é artista e educadora. Trabalha em São Paulo-SP e Porto Alegre- RS. É mestre em Educação e licenciada em Artes Visuais pela UFRGS. Atua com educação em museus desde 2015, tendo desenvolvido projetos regionais e nacionais em mediação cultural e formação de professores em educação em arte, nas instituições Fundação Bienal do Mercosul, Fundação Iberê Camargo. Neste último, coordenou o Programa Educativo nos anos de 2018 - 2020. Pesquisa mediação cultural e educação em museus, políticas culturais e educação em arte. Laura Krebs é formanda em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (10/2023). Ao longo de sua carreira, trabalhou com pesquisa, mediação em artes visuais, arquitetura efêmera e expografia. Entre 2013 e 2015, como bolsista de pesquisa, prestou assistência para o professor Carlos Eduardo Comas no processo de pesquisa e curadoria para a exposição Latin America in Construction, no Museum of Modern Art de Nova York (MoMA). Em 2015, participou do curso para mediadores da Bienal do Mercosul, e atuou como mediadora na décima edição do evento. Em 2018, integrou o corpo educativo da itinerância do Museu do Futebol em Porto Alegre. No escritório Nowhere - Experience Design, entre os anos de 2015 e 2018 colaborou no desenho e produção de cena para eventos como Jantar da Propaganda e Festival de Cinema de Gramado. Em 2017, foi assistente de produção da mostra REDES, de Tonico Alvares no Museu de Artes do Rio Grande do Sul. Em 2023, assinou expografia e produção da mostra Queria Lembrar do Meu Corpo, de Lara Fuke, no Museu do Trabalho. Frederico Candiago Soprana é formado em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Ritter dos Reis (2018/2), atua desde 2018 como arquiteto autônomo e colaborador com outros escritórios e arquitetos. Colaborou com a Criaforma Arquitetura no desenvolvimento e detalhamento de projetos de cenografia e arquitetura efêmera para a Festa Nacional da Uva (2019), estandes para Sebrae, Sicoob na Expointer 2019, cenografia e arquitetura efêmera para a Festa das Colheitas (2020), estandes para Sicoob na Expointer 2021, cenografia e estande para SebraeX para Fenadoce 2022. estande Sebrae Juntos para Competir para Expointer 2022. Além disso, colaborou junto da Criaforma Arquitetura para projetos comerciais para a rede de lojas Vivar Sleep Center e institucionais para Reiterlog e Calbos, e colaborou junto do Arquiteto Lorenzo Muratorio Cavichioni no desenvolvimento de diversos projetos para restaurantes da rede Mamma Mia. Bianca Maraninchi Ricci - coordenação do marketing Graduada em Jornalismo e Relações Públicas. Especialista em Marketing pela FGV e Mestre em Administração e Negócios com linha de pesquisa em Marketing pela PUC-RS. Professora de pós-graduação em marketing, merchandising e experiência do cliente. Tem ampla experiência com organização de eventos direcionados aos mais diversos públicos. Consultora e Instrutora nas áreas de marketing e educação. Está no mercado de MKT há mais de 15 anos, tendo atuado em empresas de pequeno, médio e grande porte.Na linha de projetos culturais, coordena equipes de comunicação em diversas partes do estado do Rio Grande do Sul, como o projeto À Luz da Memória em Porto Alegre, Rio Grande, Pelotas e Bagé, a Catedral de Pelotas, a Igreja Imaculada de Jaguarão, a Casa de Garibaldi em Piratini e a Casa de Ulhôa Cintra em Caçapava do Sul. Atua de forma integrativa junto às equipes, com olhar holístico, atuação proativa e com foco em resultados.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.